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Temer diz que Brasil é exemplo de democracia para o mundo

Brasília

O presidente Michel Temer afirmou na noite desta terça-feira (31) que o Brasil é um exemplo de democracia para o mundo.

“Temos que levantar a cabeça e dizer que temos problemas, mas sabemos superá-los porque sabemos fazer as instituições funcionarem”, disse durante evento no Palácio do Planalto.

A frase foi dita depois de o presidente citar a série de viagens internacionais que fez recentemente como México, Peru e África do Sul.

A fala do emedebista foi feita em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, durante a qual ele assinou uma nova Medida Provisória que destina recursos da loteria federal para o FNSP (Fundo Nacional de Segurança Pública).

Uma primeira versão do texto foi editada em 11 de junho, mas revogada nesta terça devido a reclamações de que o repasse de recursos para os ministérios da Cultura e de Esporte seria prejudicado.

Em tom elogioso à sua gestão, o emedebista disse ter feito “do limão uma limonada” ao trazer para o Palácio do Planalto a questão da Segurança Pública, que é atribuição dos estados. Em busca de popularidade e de agenda positiva, o presidente decretou em fevereiro a intervenção federal em segurança pública no Rio de Janeiro.

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Padilha diz que preço do diesel pode subir, mas governo vai manter R$ 0,46 de desconto

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta terça-feira (31) que o governo vai manter o subsídio para garantir o desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel nas refinarias, mas admitiu que o preço pago pelo combustível poderá subir se houver variação do preço do petróleo no mercado internacional.

Nesta terça-feira (31), vence o prazo de um subsídio que contribui com R$ 0,30 dos R$ 0,46. O governo trabalha em um novo decreto, a ser publicado até quarta-feira (1º), para renovar o subsídio.

“O compromisso que o governo tinha com os caminhoneiros era manter o desconto de R$ 0,46 até 31 de dezembro de 2018″, afirmou Padilha, após uma cerimônia no Palácio do Planalto.

“Os R$ 0,46 serão mantidos até 31 de dezembro. Em outras palavras, o subsídio que o governo garantiu aos caminhoneiros vai vigorar até 31 de dezembro de 2018”, concluiu.

A redução de R$0,46 no valor do litro do diesel nas refinarias foi uma das medidas adotadas pelo governo do presidente Michel Temer para atender o pleito de caminhoneiros grevistas e encerrar a paralisação, que durou 11 dias entre maio e junho.

Questionado se, mesmo com o subsídio, o preço do litro do diesel poderá subir, Padilha admitiu a possibilidade.

Ele explicou que, a partir de agosto, o governo vai levar em conta as variações do mercado internacional do petróleo a cada 30 dias – e não em 60 dias, como no ciclo anterior do subsídio – para definir um preço de referência e aplicar o desconto de R$ 0,46 no litro do diesel.

Nesse processo, segundo o ministro, pode haver aumento ou redução do preço do diesel.

“Se nos 30 dias a variação for positiva, pode haver aumento. Isso sem dúvida nenhuma”, disse.

Segundo o ministro, o novo decreto com o subsídio do R$ 0,30 será válido até 31 de dezembro deste ano. Esse valor corresponde a uma compensação à Petrobras por eventuais prejuízos na distribuição do óleo diesel. A União reservou R$ 9,5 bilhões para pagar a estatal até o final do ano.

Os outros R$ 0,16 que completam o desconto foram concedidos em razão da eliminação da incidência dos tributos Cide e da redução de PIS-Cofins sobre o diesel.

Preço nas bombas

Padilha também foi indagado sobre o fato de que o desconto de R$ 0,46 não chegou de forma integral aos postos. Ele disse que o “processo de fiscalização” para garantir a redução ao consumidor final “está funcionando”.

“Nós já fizemos a nossa parte para que os R$ 0,46 [de desconto] fossem no preço que compra o dono do posto de gasolina. Ele recebe com R$ 0,46 a menos, ele tem de repassar esses R$ 0,46 para o caminhoneiro”, afirmou ministro.

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Justiça do Reino Unido deixa para famílias decisão de desligar aparelhos em pacientes em estado vegetativo

A Suprema Corte do Reino Unido decidiu, na segunda-feira (30), que os juízes não precisarão mais ser consultados quando médicos e familiares de pacientes em estado vegetativo ou de consciência mínima concordarem que os aparelhos ou tratamentos de recursos vitais devam ser desligados.

A decisão significa que, na prática, as 24 mil pessoas em estado vegetativo no país, de acordo com uma estimativa feita pelo professor Derick Wade, ao jornal “The Guardian”, possam deixar de receber tratamento para a manutenção de suas vidas.

Segundo a NHS (National Health Service, equivalente ao SUS britânico), são feitas milhares de decisões todos os anos sobre o desligamento de aparelhos que mantêm vivos pacientes em estado vegetativo persistente. No entanto, o órgão não soube informar quantas pessoas estão nestas condições atualmente no Reino Unido.

A decisão da Suprema Corte foi tomada por causa de um ex-analista financeiro de 52 anos identificado no tribunal apenas como sr. Y. O homem possuía uma grave lesão cerebral e nunca havia recuperado a consciência desde que havia sofrido uma parada cardíaca em junho do ano passado. Ele precisava de nutrição e hidratação externas para permanecer vivo.

Especialistas disseram que a chance do paciente de retomar a consciência era altamente improvável e, mesmo que saísse do estado vegetativo persistente, ele estaria incapacitado. A família e o médico dele concordaram em retirar o tubo de alimentação para permitir que ele morresse.

A NHS pediu à Suprema Corte que determinasse que a aprovação do “Tribunal de Proteção”, órgão até então responsável pelo aval para a eutanásia, não fosse mais necessária, já que a decisão havia sido tomada em comum acordo pela família e pelos médicos do paciente.

O sr. Y morreu durante o processo, mas, mesmo assim, a Suprema Corte confirmou que o “Tribunal de Proteção” não precisava dar o aval.

Segundo a juíza Jill M. Black, nenhuma lei exigia o aval de algum juiz para determinar o fim da vida de um paciente em estado vegetativo e que a concordância entre familiares e médios era suficiente para assegurar a confiança pública nesta decisão.

A ONG Care Not Killing, grupo que se opõe ao desligamento de aparelhos que mantêm pessoas em estado vegetativo vivas, afirmou que muitos pacientes afetados pela decisão não tiveram a morte cerebral constatada e que essas pessoas vão “efetivamente morrer de fome e de sede”.

“Se aceitarmos que a morte por desidratação está nos ‘melhores interesses’ de algumas pessoas com danos cerebrais, estamos entrando em um terreno escorregadio”, disse Peter Saunders, diretor de campanha do grupo, ao jornal “New York Times”. “A Suprema Corte estabeleceu um precedente perigoso.”

Para a ONG, a economia em dinheiro que os hospitais podem ter ao desligar os aparelhos de doentes vegetativos pode acabar pressionando as famílias a desistir do tratamento de seus parentes. (Com “New York Times”)

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Choque de trens em ferrovia para Machu Picchu deixa dez feridos

Dois trens que levavam turistas para Aguas Calientes, até as ruínas de Machu Picchu, se chocaram nesta terça-feira (31). Pelo menos dez pessoas foram hospitalizadas.

O choque das composições ocorreu entre as cidades de Ollantaytambo e Aguas Calientes, informou a polícia, segundo a agência de notícias AFP. Os feridos foram levados para atendimento nas cidades de Ollantaytambo e Urubamba, no Vale Sagrado, na região de Cusco.

Segundo a imprensa local, moradores bloquearam a via férrea com rochas e troncos de árvores durante um protesto, obrigando o primeiro trem, da Inca Rail, a parar. A segunda composição, da Peru Rail, que vinha atrás, não conseguiu parar.

Citando a polícia, a agência estatal Andina afirma que o protesto foi realizado por peruanos que não conseguiram comprar passagens para o embarque.
Machu Picchu foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1983 e, depois de um concurso feito pela internet, foi incluído na lista dsa “Sete Maravilhas do Mundo Moderno”, em 2007. (Com agências internacionais)

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Letalidade policial cai 9,5% em SP no semestre Comente

Policiais do Estado de São Paulo mataram 415 pessoas em confrontos no primeiro semestre deste ano, queda de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o índice atingido havia sido o maior em 14 anos – este tipo de ocorrência bateu recorde histórico ao longo de 2017. No mesmo período, 27 policiais morreram, menor número de vítimas desde 2001.

O levantamento de dados foi feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a partir de informações divulgadas mensalmente pelas polícias no Diário Oficial do Estado. A conta leva em consideração o que os órgãos declaram como “mortes decorrentes de oposição à intervenção policial”, que inclui ocorrências envolvendo policiais em serviço e de folga. As 415 vítimas deste ano superam a quantidade registrada em 2016 (403), mas está abaixo do número de mortes de 2015 (449) e de 2014 (416).

Diretora executiva do Fórum, Samira Bueno diz que o resultado é positivo, mas há ressalvas. “Não há política institucionalizada de controle do uso da força pelos policiais. Com isso, a redução tem mais a ver com lógicas locais, tem mais a ver com o coronel da área que é mais engajado e pega no pé”, disse. Ela classifica o número de 415 como “muito alto” e “inaceitável”. “Sem essa política, é impossível prever a continuidade dessa redução, pois não há sustentabilidade ao longo do tempo. Não sei se podemos comemorar.”

A polícia diz haver políticas de redução da letalidade. “Nós estamos dando continuidade às políticas de redução da letalidade adotada desde comandos anteriores, pois entendemos que a preservação da vida é o principal objetivo de uma instituição policial”, disse à reportagem o comandante-geral da corporação, coronel Marcelo Vieira Salles.
Secretário abriu mão de desconto em bônus

Apesar desse posicionamento, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, decidiu deixar de aplicar um desconto previsto no bônus pago a policiais civis, militares e peritos em caso de alta nas mortes cometidas por esses agentes, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo em maio.

Mesmo com a letalidade policial recorde constatada em 2017, em todos os trimestres Mágino tomou a decisão de que a redução de até 20% no bônus trimestral, cujo valor total pode chegar a R$ 2 mil para cada policial, não seria aplicada em razão de um suposto “novo paradigma no comportamento criminal”: os bandidos estariam atuando com mais violência e usando fuzis, por exemplo, com maior frequência.

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Teto para comprar imóvel com FGTS sobe para R$ 1,5 milhão

Brasília

Em uma série de medidas de estímulo à construção civil, o governo flexibilizou as regras para empréstimo imobiliário pelos bancos e elevou o limite de valor dos financiamentos de imóveis que permitem o uso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

As mudanças, que entram em vigor em janeiro de 2019, injetarão cerca de R$ 80 bilhões no setor em seis anos.

A decisão foi tomada em reunião do CMN (Conselho Monetário Nacional) nesta terça-feira (31), mesma data em que a Caixa anunciou redução de juros para crédito imobiliário direcionado a empresas.

Anunciados a poucos meses da eleição presidencial, os incentivos são uma tentativa de reavivar a construção civil, cujo PIB (Produto Interno Bruto) caiu 5% no ano passado, o maior tombo entre todos os setores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A forte queda se refletiu em recuo da mão de obra ocupada e crédito no setor, com o fechamento de mais de 30,1 mil vagas com carteira e queda de quase 4% nos financiamentos a pessoas físicas nos últimos 12 meses.

No caso dos financiamentos imobiliários a empresas, esse recuo ainda ultrapassa os 40%, de acordo com dados do Banco Central.

Segundo informou a autoridade monetária, o teto do imóvel financiado dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) vai subir de R$ 950 mil, valor válido hoje para compradores de imóveis em São Paulo, Minas Gerais, Rio e Distrito Federal, para R$ 1,5 milhão em todos os estados.

A decisão reedita uma medida de caráter temporário tomada entre fevereiro e dezembro do ano passado.
Agora, o novo valor não terá prazo para acabar.

O limite máximo dos juros das operações enquadradas nas regras do SFH é de 12% ao ano, com atualização pela TR (Taxa Referencial).

O sistema regula a maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil e usa recursos do FGTS ou da poupança.

Para usar os recursos que acumulou em sua conta do Fundo, o comprador de um imóvel adere automaticamente ao sistema.

Outra mudança anunciada pelo CMN foi a flexibilização do uso, pelos bancos, dos recursos captados da poupança para financiamentos imobiliários.

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Avião da Aeroméxico com 101 pessoas sofre acidente em Durango, no México

Um avião da Aeroméxico, modelo Embraer 190, sofreu um acidente nesta terça-feira (31) nas imediações do Aeroporto Internacional Guadalupe Victoria, em Durango, no norte do México. De acordo com a companhia aérea, o acidente ocorreu por volta das 18h09, no horário de Brasília.

Autoridades de segurança locais disseram que 85 pessoas ficaram feridas. Dois estão em estado crítico, afirmou a agência Reuters. A Associated Press, na última atualização, disse que, dos feridos, 49 estão hospitalizados. Já a Efe, citando o porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Durango, Fernando Ros, diz que são 80 feridos, 12 deles em estado crítico.

Havia 101 pessoas na aeronave: 97 passageiros e 4 tripulantes.

Em nota, a Embraer afirmou lamentar o acidente. “A Empresa já se colocou à disposição das autoridades aeronáuticas para auxiliar nas investigações e uma equipe de técnicos da Embraer prepara-se para deslocar-se para o local do acidente”, disse.

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Moradores de comunidades denunciam abusos policiais durante ‘operações vingança’ em vários estados

Moradores de favelas de todo o Brasil, especialmente do Rio de Janeiro, vivem com medo da violência imposta por aqueles que deveriam oferecer proteção. O Jornal Nacional desta terça-feira (31) exibiu depoimentos de pessoas que vivem em comunidades e denunciaram à Anistia Internacional abusos cometidos por policiais desonestos.

São casos em que, por exemplo, moradores são impedidos de entrar nas próprias casas, têm as residências arrombadas, usam o banheiro, comem o que está na geladeira e ainda “zombam” das pessoas. “Eles ficam à vontade, como se a casa fosse deles”, relatou um morador que não foi identificado.

De acordo com os moradores ouvidos pela Anistia, os casos de abuso são mais frequentes durante ações para procurar bandidos que feriram ou mataram policiais nas redondezas de determinada favela. São as chamadas “operações vingança”.

Além da invasão de casas sem a autorização da Justiça, há relatos de xingamentos e até agressões física no meio da rua. É o que conta uma moradora da Rocinha, favela em São Conrado, na Zona Sul do Rio, que diz que o filho foi agredido por policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

Um serviço de denúncias realizadas por celular, o Defezap, em dois anos recebeu 360 relatos de moradores. Desses, 111 foram encaminhados a autoridades para que sejam averiguados. Por enquanto, nenhum agressos foi responsabilizado.

“Nós orientamos esse cidadão sobre quem procurar, para levar à frente essa denúncia, e encaminhamos essas provas para os órgãos de controle”, explicou Guilherme Pimentel, coordenador do Defezap.

“Uma grande dificuldade que a Defensoria [Pública] vai enfrentar é a formalização dessas denúncias. Um morador vive sob dupla intimidação. Ele sente tanto medo de criminosos que vivem ali, quanto ele sente pavor dos agentes estatais”, acrescentou a defensora pública do RJ, Lívia Casseres.

A Anistia Internacional informou que essa “vingança” de policiais é um crime que se repete e não ocorre apenas em favelas do Rio. Em capitais de outros estados também há, de acordo com a entidade, registros de abusos cometidos por policiais.

A PM do RJ declarou, em nota, que as operações seguem protocolos rigorosos no respeito aos Direitos Humanos, e que as denúncias dos moradores são apuradas pela Corregedoria interna da corporação

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Família vê conta de luz ir de R$ 700 para R$ 50 após instalar placas de energia solar

Uma família de Palmas viu a conta de luz diminuir de R$ 700 para apenas R$ 50 após instalar placas de energia solar no telhado. O comerciante José Américo Rosa, que é o dono da casa, conta que precisou investir R$ 25 mil para fazer a mudança.

Esse tipo de energia é considerado mais amigável ao meio ambiente, já que não degrada nenhum tipo de recurso e não precisa desmatar áreas para ser produzida. Ainda assim, um estudo recente indica que apenas 3% dos imóveis em Palmas utilizam a tecnologia.

O mesmo documento aponta que o Tocantins é o estado da região norte com melhores condições de produzir energia a partir do sol. Todas as cidades têm condições de utilizar as placas, mas os melhores pontos ficam na região sudeste do estado.

Os empresários do setor são otimistas e dizem que a demanda pelo serviço cresce ano após ano. Nos últimos doze meses o aumento foi de 400%. “Existem linhas de financiamento e de consórcio até em que o valor da sua parcela deste financiamento fica muito parecido com o valor da sua conta de energia. Então você sai de uma dívida eterna com a concessionária e passa a adquirir um patrimônio”, explica Rafael Boff.

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Expediente de funcionários da Prefeitura de Palmas será apenas durante a tarde

A Prefeitura de Palmas informou que o expediente dos funcionários públicos da cidade vai passar a ser apenas no período da tarde, entre 13h e 19h. A medida passa a valer nesta quarta-feira (1º) e de acordo com a própria gestão foi tomada para que os servidores possam evitar os horários de pico no trânsito e resolver situações nos órgãos estaduais, que só atendem pela manhã.

O horário de trabalho na prefeitura está reduzido desde junho, quando passou a ser apenas no horário matutino, entre 8h e 14h. Tanto o governo municipal quanto o estadual decretaram a redução alegando dificuldades econômicas.

Segundo a prefeitura, a alteração não se aplica aos serviços essenciais, que exijam regime de plantão. Entram nesta categoria unidades vinculadas à Secretaria de Saúde; escolas; equipes de limpeza urbana, infraestrutura, iluminação pública; os Conselhos Tutelares e o atendimento do Resolve Palmas.

Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.