Dez agentes da missão de paz das Nações Unidas na República Centro-Africana (Minusca) foram feridos e dois estão em estado grave. Eles estavam em ônibus com as iniciais da ONU. Dez capacetes azuis da Missão das Nações Unidas na República Centro-Africana (Minusca) foram feridos por tiros disparados pela guarda presidencial do país, anunciou a ONU nesta terça-feira (2).
Os agentes da missão de paz da ONU são egípcios e dois deles ficaram gravemente feridos, segundo as Nações Unidas, que chamou os disparos de “ataque deliberado”.
A República Centro-Africana é classificada como o segundo país menos desenvolvido do mundo pela ONU e mergulhou em uma sangrenta guerra civil após um golpe em 2013.
Embora o conflito tenha diminuído consideravelmente nos últimos três anos, grande parte do território do país não é controlado pelo governo.
O ataque
Os egípcios estavam em um ônibus com as iniciais da ONU e “sofreram inúmeros tiros da guarda presidencial sem prévio aviso ou resposta, quando não estavam armados”, afirmou a Minusca.
A missão da ONU disse também que, após os disparos, o ônibus em que os agentes estavam atropelou e matou uma mulher a cerca de 120 metros da residência presidencial.
O ataque ocorreu na segunda-feira (1º), no mesmo dia em que os capacetes azuis haviam desembarcado no aeroporto de Bangui, como parte da troca regular de agentes da ONU.
Bangui é a capital e maior cidade da República Centro-Africana. Procuradas pela agência de notícias France Presse, as autoridades centro-africanas não responderam aos questionamentos.
‘Incidentes hostis’ contra a ONU
A ONU também denunciou “a persistência de campanhas de desinformação” contra a Minusca e disse que ataques contra seus funcionários podem “constituir crimes de guerra”.
No mês passado, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, denunciou “incidentes hostis” contra as forças de paz no país envolvendo “forças de defesa e de segurança”.
Guterres apontou em “violações graves”, como “obstrução à liberdade de circulação das patrulhas da Minusca, detenção ou prisão de membros, ameaças e tentativas de revistar veículos e residências do pessoal das Nações Unidas”.
“Tais ações impedem o cumprimento do mandato [da Minusca], colocam em risco as vidas dos mantenedores da paz e estão em contradição com os compromissos do presidente Faustin Archange Touadéra e do governo”, afirmou o secretário-geral.
Entre 1º de junho e 1º de outubro, as Nações Unidas registraram sete ataques hostis contra membros da Minusca e 18 casos de “assédio” por forças de segurança do país.
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Os agentes da missão de paz da ONU são egípcios e dois deles ficaram gravemente feridos, segundo as Nações Unidas, que chamou os disparos de “ataque deliberado”.
A República Centro-Africana é classificada como o segundo país menos desenvolvido do mundo pela ONU e mergulhou em uma sangrenta guerra civil após um golpe em 2013.
Embora o conflito tenha diminuído consideravelmente nos últimos três anos, grande parte do território do país não é controlado pelo governo.
O ataque
Os egípcios estavam em um ônibus com as iniciais da ONU e “sofreram inúmeros tiros da guarda presidencial sem prévio aviso ou resposta, quando não estavam armados”, afirmou a Minusca.
A missão da ONU disse também que, após os disparos, o ônibus em que os agentes estavam atropelou e matou uma mulher a cerca de 120 metros da residência presidencial.
O ataque ocorreu na segunda-feira (1º), no mesmo dia em que os capacetes azuis haviam desembarcado no aeroporto de Bangui, como parte da troca regular de agentes da ONU.
Bangui é a capital e maior cidade da República Centro-Africana. Procuradas pela agência de notícias France Presse, as autoridades centro-africanas não responderam aos questionamentos.
‘Incidentes hostis’ contra a ONU
A ONU também denunciou “a persistência de campanhas de desinformação” contra a Minusca e disse que ataques contra seus funcionários podem “constituir crimes de guerra”.
No mês passado, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, denunciou “incidentes hostis” contra as forças de paz no país envolvendo “forças de defesa e de segurança”.
Guterres apontou em “violações graves”, como “obstrução à liberdade de circulação das patrulhas da Minusca, detenção ou prisão de membros, ameaças e tentativas de revistar veículos e residências do pessoal das Nações Unidas”.
“Tais ações impedem o cumprimento do mandato [da Minusca], colocam em risco as vidas dos mantenedores da paz e estão em contradição com os compromissos do presidente Faustin Archange Touadéra e do governo”, afirmou o secretário-geral.
Entre 1º de junho e 1º de outubro, as Nações Unidas registraram sete ataques hostis contra membros da Minusca e 18 casos de “assédio” por forças de segurança do país.
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Fonte: G1 Mundo