Natural de Blumenau, Bruna Maragno, de 36 anos, mostrou o reflexo do conflito entre Rússia e Ucrânia na cidade em que mora. Catarinense que mora na Polônia relata tensão no Leste Europeu e fila
O conflito entre Rússia e Ucrânia deixou catarinenses que moram no Leste Europeu aflitos. Na quinta-feira (25), as tropas russas começaram a investir contra o país vizinho e o reflexo da tensão na região pôde ser visto da janela de casa da blumenauense Bruna Maragno, de 36 anos. Ela mora em Breslávia, cidade Polônia que fica a cerca de 194 quilômetros da fronteira com a Ucrânia.
“A gente está aqui apreensivos, mas torcendo para que isso tudo acabe logo. A gente tem um certo receio de que pode acabar energia, pode acabar o gás. Espero que nada disso aconteça”, disse.
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O país em que a analista financeira vive há sete anos irá receber refugiados vindos da Ucrânia. Com medo de que produtos e combustível fiquem mais caros e escassos, os moradores poloneses fizeram fila para comprar itens, segundo Bruna.
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Nesta sexta-feira (25), o governo da Polônia limitou 50 litros de gasolina para cada carro. As autoridades do país, segundo a catarinense, também já emitiram comunicados informando que não haverá falta de insumos (veja o vídeo acima).
“Muita gente hoje foi ao banco para sacar dinheiro, transferir para outra moeda. Tem muita gente também que foi ao mercado fazer um estoque de comida. Tem fila nos postos de gasolina”, afirmou.
Bruna Maragno, catarinense de 36 anos que mora na Polônia
Reprodução NSC/TV
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Jornal Nacional/ Reprodução
A Rússia exigiu que a OTAN interrompa sua expansão em direção ao leste. O presidente Vladimir Putin disse considerar inaceitável a filiação da Ucrânia à aliança militar comandada pelos Estados Unidos.
Segundo Putin, a Rússia se viu sem escolhas a não ser se defender contra o que ele classificou como ameaças da Ucrânia – um estado democrático com uma população de 44 milhões de pessoas.
Na quinta, forças russas entraram na Ucrânia por terra (veja o vídeo abaixo).
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Fonte: G1 Mundo