Não há informações de vítimas nem se foi um atentado terrorista. Mais cedo, EUA, Reino Unido e Austrália alertaram para um risco ‘iminente’ de atentado no local, a única saída do Afeganistão. Uma explosão e tiros foram ouvidos do lado de fora do aeroporto de Cabul, capital do Afeganistão nesta quinta-feira (26). Não há informações de vítimas nem se foi um atentado terrorista.
Mais cedo, Estados Unidos, Reino Unido e Austrália alertaram para o risco de um atentado “iminente” no local e pediram a seus cidadãos que abandonassem imediatamente a área do aeroporto devido a uma ameaça terrorista.
O porta-voz do Pentágono confirmou a explosão, mas não deu mais detalhes sobre o que ocorreu. “Podemos confirmar uma explosão fora do aeroporto de Cabul. As vítimas não estão claras neste momento”, afirmou John Kirby. “Forneceremos detalhes adicionais quando pudermos”.
O aeroporto internacional Hamid Karzai é atualmente a única saída do Afeganistão. Os EUA e as forças aliadas têm até terça-feira (31) para deixar o país — data que foi anunciada pelo presidente americano, Joe Biden, no começo de julho.
“As informações obtidas ao longo da semana são cada vez mais sérias e fazem referência a uma ameaça iminente e grave”, afirmou mais cedo o secretário de Estado britânico das Forças Armadas, James Heappey. “É uma ameaça muito séria, muito iminente”.
Entre as ameaças estavam um possível ataque do Estado Islâmico.
Esta reportagem está em atualização.
Mais cedo, Estados Unidos, Reino Unido e Austrália alertaram para o risco de um atentado “iminente” no local e pediram a seus cidadãos que abandonassem imediatamente a área do aeroporto devido a uma ameaça terrorista.
O porta-voz do Pentágono confirmou a explosão, mas não deu mais detalhes sobre o que ocorreu. “Podemos confirmar uma explosão fora do aeroporto de Cabul. As vítimas não estão claras neste momento”, afirmou John Kirby. “Forneceremos detalhes adicionais quando pudermos”.
O aeroporto internacional Hamid Karzai é atualmente a única saída do Afeganistão. Os EUA e as forças aliadas têm até terça-feira (31) para deixar o país — data que foi anunciada pelo presidente americano, Joe Biden, no começo de julho.
“As informações obtidas ao longo da semana são cada vez mais sérias e fazem referência a uma ameaça iminente e grave”, afirmou mais cedo o secretário de Estado britânico das Forças Armadas, James Heappey. “É uma ameaça muito séria, muito iminente”.
Entre as ameaças estavam um possível ataque do Estado Islâmico.
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Fonte: G1 Mundo