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Taylor Swift reserva arena e aumenta boatos sobre casamento com Travis Kelce, diz jornal


Travis Kelce, do Kansas City Chiefs, comemora com Taylor Swift em janeiro de 2024
Patrick Smith / AFP
A possibilidade de Taylor Swift celebrar seu casamento na próxima semana no Madison Square Garden, em Nova York, está ganhando força, segundo vários veículos de imprensa americana.
O boato de que a união entre a cantora e o jogador de futebol americano Travis Kelce será celebrado no famoso recinto esportivo circula há semanas e até agora não foi confirmado oficialmente.
No entanto, nesta quinta-feira (25), o jornal “The New York Times” noticiou que a artista reservou o Madison Square Garden para uma reunião “íntima” com uma centena de pessoas em 2 de julho e para outro evento no dia seguinte com mil convidados.
O mesmo jornal e outros veículos, como a CNN, também asseguram que uma empresa especializada em organização de casamentos obteve uma permissão para um “evento” entre e 2 e 4 de julho.
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O New York Times detalhou que várias ruas do bairro serão fechadas ao trânsito e que em frente ao local será instalada uma tenda ou cobertura com capacidade para abrigar até mil pessoas.
Além de ser um templo dos esportes, o Madison Square Garden também é uma casa de shows e às vezes sedia eventos políticos.
Swift, ganhadora de 14 prêmios Grammy, já se apresentou no local, e apareceu na tribuna no último 10 de junho durante um jogo da final da NBA entre os Knicks e os Spurs.
Swift e Kelce, ambos com 36 anos, anunciaram seu noivado em agosto do ano passado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Selvagens à Procura de Lei lança em agosto ‘Pivete’, álbum com Ailton Krenak, Silvero Pereira e Tatá Aeroplano


Banda cearense Selvagens à Procura de Lei programa para 21 de agosto o lançamento do sexto álbum de estúdio, ‘Pivete’
Igor de Melo / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A banda cearense Selvagens à Procura de Lei anuncia o sexto álbum de estúdio, “Pivete”, com repertório calcado no rock e com lançamento programado para 21 de agosto pelo selo Orangeira Music.
O álbum “Pivete” alinha 20 faixas e traz as presenças de Ailton Krenak (na música “Guerra”), André Frateschi (na faixa “Quem eles são?”), Claudine Albuquerque (na música “Gira gira”), Leo Suricate (na faixa “Dia de rua”), Moisés Loureiro (na música “Manual do jogo da vida”), Rodger Rogério (na faixa “Cidade baixa”), Silvero Pereira (em “Tipo mara hope”), Soledad (na faixa “Menino de ouro”) e Tatá Aeroplano (em duas músicas, “Hey, Tatá!” e “Trem doido”, esta reprisada ao fim do álbum com Arnaldo Baptista nos créditos da faixa).
Oitavo álbum do Selvagens à Procura de Lei no computo geral de discografia que inclui dois títulos ao vivo, “Pivete” é apresentado pela banda como álbum conceitual, enraizado em Fortaleza (CE), terra natal do grupo – atualmente um quarteto formado por Gabriel Aragão (voz e guitarra), Jonas Rio (baixo), Matheus Brasil (guitarra) e Plínio Câmara (guitarra).
Concebida por Gabriel Aragão com Igor Brasil e Juvenal Joaquim, a capa do álbum “Pivete” expõe signos, personagens e locais da cidade natal da banda, sem colagem e sem recursos de IA. “A nossa Fortaleza é grande e complexa demais para caber numa propaganda turística”, louva o grupo Selvagens à Procura de Lei.
Além das faixas já supracitadas, o álbum “Pivete” traz músicas como “Amanhã tu é outro”, “Cascadura”, “Eu não moro mais aqui”, “Lido brabo”, “Loka América”, “Presença”, “Revoada” e “Você ama me odiar”.
Capa do álbum ‘Pivete’, da banda Selvagens à Procura de Lei
Igor de Melo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Acusação contra Harvey Weinstein é retirada após atriz dizer que não suporta mais testemunhar


Harvey Weinstein na corte de Manhattan, em Nova York, nesta sexta-feira (15)
Timothy A. Clary/Pool via REUTERS
O produtor de Hollywood Harvey Weinstein não enfrentará um novo julgamento por estupro em Nova York.
Segundo a Associated Press, os promotores arquivaram o caso nesta quinta-feira (25), após a acusadora, a cabeleireira e atriz Jessica Mann, declarar que não tinha mais condições emocionais e físicas de testemunhar.
O caso, emblemático da era #MeToo, arrastava-se há oito anos e já havia passado por uma condenação anulada e dois julgamentos com júris travados.
A decisão de encerrar o processo partiu de uma carta de Mann lida no tribunal, na qual ela afirmou que o caso lhe trouxe “mais danos do que benefícios” e que o processo judicial a deixou “fragmentada, silenciada, difamada e traumatizada”.
Ela relatou ter sofrido uma concussão pouco antes de seu depoimento, sentido dores de cabeça e outros sintomas enquanto prestava o depoimento e, por fim, sofrido uma “dissociação”. Foi “um agravante humilhante para uma experiência já avassaladora”, escreveu ela.
“Para deixar claro, acreditamos no relato da Sra. Mann e em sua credibilidade como testemunha”, disse o promotor distrital de Manhattan, Alvin Bragg, em um comunicado. “Essa foi uma provação extremamente desgastante para ela, e ela jamais vacilou ao depor perante dois grandes júris e três júris de julgamento ao longo de oito anos. Agradecemos a ela por sua honestidade e por sua imensa coragem.”
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Produtor segue preso
Apesar do arquivamento desta acusação específica, o ex-produtor de Hollywood de 74 anos continua preso. Ele aguarda a sentença de setembro em Nova York por outra condenação de agressão sexual envolvendo uma mulher diferente, cuja pena pode chegar a 20 anos.
Além disso, quando encerrar suas pendências em Nova York, Weinstein deverá cumprir uma pena de 16 anos de prisão na Califórnia por estuprar uma atriz italiana. Ele recorre de ambas as condenações.
A defesa de Weinstein celebrou a decisão, reiterando a alegação de inocência e afirmando que as acusações nunca deveriam ter sido feitas, sustentando que todas as relações foram consensuais.
Weinstein, que já foi uma das figuras mais poderosas do cinema mundial por trás de sucessos como “Pulp Fiction”, viu seu império desmoronar em 2017 com as denúncias em massa de assédio e abuso sexual que impulsionaram o movimento #MeToo globalmente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandra Annenberg reage à imitação de Tata Werneck em encontro no Fantástico: ‘Ri sem parar’


Sandra Annenberg reage à imitação de Tata Werneck em encontro no Fantástico: ‘Ri sem parar’
O Fantástico promove, neste domingo (28), um encontro inusitado entre a jornalista Sandra Annenberg e a atriz e apresentadora Tata Werneck, que ganhou destaque ao imitar a comunicadora em quadros de humor.
Em trecho divulgado pela atração, Tata aparece caracterizada como a jornalista e brinca com a semelhança entre as duas. “A responsável por eu conseguir falar com uma certa dicção é Sandra”, afirma a apresentadora.
Questionada sobre a reação à imitação, Sandra Annenberg diz que não conseguiu parar de rir. “Sensacional. Nunca fui imitada na vida”, comenta.
O encontro completo vai ao ar neste domingo, no Fantástico.
Sandra Annenberg reage à imitação de Tata Werneck em encontro no Fantástico: ‘ri sem parar’
Reprodução/Fantástico
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ISSO É FANTÁSTICO
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Fonte: G1 Entretenimento

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Paramount está pronta para vender joint venture com Universal para fechar acordo com Warner, diz agência


Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
A Paramount Skydance Corp. está preparada para se desfazer de sua joint venture de distribuição de filmes com a Universal Pictures para atender às preocupações da União Europeia sobre concorrência em relação à aquisição da Warner Bros. Discovery por US$ 110 bilhões, disse à Reuters, nesta quarta-feira (25), uma fonte familiarizada com o assunto.
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A proposta, que será apresentada na próxima terça-feira (30), foi elaborada após uma reunião com autoridades europeias de defesa da concorrência, segundo a fonte.
Caso seja formalizada, a medida estenderá em dez dias úteis o prazo preliminar da Comissão Europeia para analisar o negócio, passando de 7 para 21 de julho.
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Em fevereiro, a Reuters noticiou com exclusividade que a aquisição deveria receber aval da União Europeia sem grandes obstáculos, com a Paramount disposta a vender canais menores, como suas marcas infantis, se necessário.
Segundo a fonte, essa possibilidade foi descartada porque os reguladores não identificaram problemas nesse segmento.
A venda da parceria de distribuição de filmes com a Universal Pictures pode aliviar as preocupações manifestadas por exibidores de cinema na Europa.
Procurada, a Paramount afirmou que não comenta processos regulatórios em andamento.
A operação também está sendo analisada em um procedimento separado, previsto no Regulamento da União Europeia sobre Subsídios Estrangeiros, já que a oferta conta com financiamento do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, da L’imad Holding Company, de Abu Dhabi, e da Autoridade de Investimento do Catar.
A expectativa é que a Paramount obtenha aprovação sem restrições nessa etapa. Na semana passada, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou a aquisição, afirmando que é improvável que o negócio prejudique a concorrência ou os consumidores.
Apesar disso, Califórnia, Nova York e outros estados norte-americanos preparam uma ação judicial para tentar barrar a operação, disseram à Reuters fontes familiarizadas com o assunto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ativismo negro de Candeia é debatido em livro que expõe a complexidade da militância do sambista e questiona a fama de policial severo e truculento


Bamba do samba, Candeia (1935 – 1978) é visto em foto de 1974, quatro anos antes de falecer, aos breves 43 anos
Divulgação / Editora Malê
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Candeia – O samba, o Quilombo e o ativismo negro
Autor: Stephen Bocskay
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Na madrugada de 13 de dezembro de 1965, cinco tiros disparados contra Candeia nas proximidades da Marquês de Sapucaí – avenida que se tornaria o palco do Carnaval carioca a partir de 1984 – atingiram o alvo e mudaram o curso da história do sambista e policial carioca, então com 30 anos e recentemente aprovado em concurso público para se tornar oficial de justiça.
Feitos por italiano que logo embarcou para o país natal para fugir da provável prisão pelo crime, resultante de ação passional em acidente de trânsito em que Candeia estava bêbado, os cinco disparos deixaram o cantor e compositor em estado de coma e, depois, em cadeira de rodas que o acompanhou pelo resto da vida que se encerraria dali a meros 13 anos.
Mal sabia Antonio Candeia Filho (17 de agosto de 1935 – 16 de novembro de 1978) que, nesses 13 anos restantes, ele desenvolveria uma militância e se firmaria como um dos mais altos partidos do samba, tendo composto obras-primas do gênero como “Dia de graça” (1970), “Filosofia do samba” (1971), “Luz da inspiração” (1975), “O mar serenou” (1975), “Preciso me encontrar” (1976), “Testamento de partideiro” (1976) e “Zé Tambozeiro” (1978).
Livro escrito pelo pesquisador norte-americano Stephen Bocskay e lançado no Brasil neste mês de junho pela editora Malê, “Candeia – O samba, o Quilombo e o ativismo negro” já se impõe como título essencial para a compreensão da ideologia, da personalidade do legado e das contradições deste artista reverenciado por todos os bambas do samba.
Mais um ensaio antropológico do que uma biografia, embora contenha as informações fundamentais sobre o percurso do artista em breves 43 anos de vida, o livro “Candeia – O samba, o Quilombo e o ativismo negro” questiona teses sobre o sambista, como a fama de ter sido intransigente e até truculento no exercício da atividade policial.
Sem negar a quentura do temperamento de Candeia, artista também (re)conhecido pela vaidade, Bocskay ressalta que Candeia continuou popular na Portela (agremiação na qual ingressara ainda na adolescência) e em outras escolas de samba enquanto trabalhou como policial.
O autor inclusive expõe a visão da filha do sambista, Selma Candeia, que defendeu em depoimento ao autor que a aura de policial severo do pai tinha sido alimentada por quem esperava que, em vez de aplicar a lei, Candeia fosse ser conivente com infrações e delitos praticados em comunidades patrulhadas pelo policial.
Contudo, a matéria-prima do livro é o debate sobre o ativismo de Candeia ao fundar o grêmio recreativo de arte negra e escola de samba Quilombo – agremiação dissidente que se opunha à já então crescente comercialização do Carnaval e que enfrentou resistências desde antes da criação – e ao se posicionar sobre a proliferação dos bailes black pela cidade do Rio de Janeiro (RJ) em que milhares de jovens negros dançavam ao som da música negra norte-americana nos anos 1970 no movimento posteriormente intitulado Black Rio.
É quando a narrativa expõe a complexidade do exercício cotidiano do ativismo de Candeia. Defensor arraigado do nacionalismo e das tradições do samba, Candeia foi refratário ao crescimento da música black norte-americana no universo da juventude carioca e, como morreu cedo, em 1978, não teve tempo de rever os conceitos.
De todo modo, Stephen Bocskay torna o debate mais curioso ao defender a tese de que, na discografia de Candeia, há diálogos do samba com a soul music e com a música afro-cubana.
No livro, o pesquisador norte-americano também descortina os bastidores da escola de samba Quilombo com o conhecimento de quem fez esmiuçou o tema. Com prefácio de Muniz Sodré e a orelha da capa assinada por Luiz Antonio Simas, o livro é desdobramento de tese de doutorado defendida por Stephen Bocskay em universidade dos Estados Unidos – o que explica a narrativa bem fundamentada e repleta de referências e citações.
As entrevistas com personalidades do samba e do movimento Black Rio – como Dona Ivone Lara (1922 – 2018), Dom Filó, Elton Medeiros (1930 – 2019) e Martinho da Vila – contribuem para que o autor monte perfil crível de Antonio Candeia Filho, sem endeusamento do sambista no ensaio crítico, mas tampouco sem deixar de evidenciar a importância da militância do sambista e policial (ofício que Candeia exerceu por questão de sobrevivência, e não por gosto) que, entre o tamborim e o revólver, marcou posição na vida e na obra, deixando um pensamento importante na construção da consciência negra ativista.
Capa do livro ‘Candeia – O samba, o Quilombo e o ativismo negro’, de Stephen Bocskay
Divulgação / Editora Malê

Fonte: G1 Entretenimento

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Saiba quem vai interpretar Marília Mendonça em filme


Marina Versos vai interpretar Marília Mendonça
Divulgação
Marília Mendonça vai ganhar um filme sobre sua trajetória. Nesta quinta-feira (6), foi divulgado que a cantora Marina Versos será a responsável por interpretá-la.
A produção do Prime Video contará ainda com Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado e Sophia Valverde no elenco. As gravações do longa começam em julho.
Em 2021, a cantora morreu aos 26 anos em uma queda de avião. As músicas de Marília Mendonça arrebataram o Brasil com letras e melodias intensas e românticas. Considerada uma das artistas mais populares do sertanejo, ela liderou uma reviravolta feminina no gênero, que impôs mulheres como protagonistas do estilo até então dominado quase apenas por homens, a partir de 2016, no chamado “feminejo”.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: ‘Show das Poderosas’, a música que Anitta sabia que mudaria a vida dela


Até 2013, pouca gente sabia quem era Anitta. Até que veio uma música que já avisava o que a gente tinha que fazer: “Prepara, que agora é a hora”… de conhecer uma das maiores artistas pop do Brasil.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
No início da carreira, Larissa de Macedo Machado ficou conhecida entre os fãs da Furacão 2000 como a MC Anitta, com músicas como “Eu Vou Ficar”. Mas aquela menina, que tinha ali uns 20 anos, sonhava em ir além.
Um dia, depois de fechar com uma grande gravadora, ela compôs algumas músicas em um apartamento na Barra da Tijuca. Segundo ela mesma, em certo momento, Anitta saiu do quarto e falou com a família: “Fiz a música que vai mudar a minha vida”.
Era uma época em que os hinos das mulheres empoderadas estavam em alta. Lá fora, tinha Beyoncé cantando “Run the World” (2011). Aqui, Anitta se inspirou nessa ideia de exército de mulheres e lançou um vídeo até simples, com ela e umas dançarinas, de sutiã e shortinho, fazendo uma coreografia.
Não precisou ser um clipe caro pra provar que ela vinha com tudo. “Show das Poderosas” mostrou que Anitta não era só funkeira, mas uma artista que queria ocupar o trono do pop brasileiro, em um momento em que o rock e o sertanejo eram os estilos dominantes no país.
Ela foi estratégica. A letra não tinha nada explícito, podia tocar nas rádios e era uma música bem chiclete. Tanto que, muito antes de dancinha do TikTok, não faltou vídeo de festa de 15 anos, programa de TV… todo mundo fazendo a coreografia.
Foi um fenômeno. A música foi a 3ª mais ouvida nas rádios do Brasil naquele ano. Anitta foi a 1a brasileira a alcançar 100 milhões de visualizações com um clipe. E o resto, claro, é história.
Anitta em ‘Show das Poderosas’, de 2013
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Wannabe’, sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro


Spice Girls durante cerimônia dos Jogos Olímpicos em 2012
REUTERS/Stefan Wermuth/Arquivo
Há 30 anos, as Spice Girls invadiram a cena musical mundial com seu primeiro grande sucesso, “Wannabe”, levando a bandeira do “Girl Power” e deixando uma marca duradoura na cultura pop.
Formado em 1994, o grupo britânico lançou “Wannabe” em 26 de junho de 1996. A música rapidamente alcançou o topo das paradas no Reino Unido, nos Estados Unidos e em diversos outros países.
“Não era apenas um grupo pop passageiro”, disse à AFP Dominic Mohan, ex-diretor do jornal The Sun, que cobria música na época.
“Elas eram muito dinâmicas e também transmitiam mensagens muito fortes sobre feminismo, ‘Girl Power’ e a importância de ser você mesmo”, acrescentou.
Agora no g1
Segundo ele, “‘Wannabe’ é o tipo de música da qual você sabe, logo na primeira vez que ouve, que vai entrar para a história”.
Mohan é curador da exposição “1996: 30 Years On”, no Barbican Centre, em Londres, aberta até meados de setembro. A mostra homenageia as Spice Girls e reúne alguns de seus figurinos mais emblemáticos. Entre eles está o macacão de estampa de oncinha usado por Mel B no Brit Awards de 1997.
Ao contrário dos grupos femininos anteriores, cada integrante das Spice Girls tinha uma identidade visual marcante. Mel B (Scary Spice) era conhecida pelas estampas animais; Victoria Beckham (Posh Spice), pelos figurinos sofisticados; Emma Bunton (Baby Spice), pelos tons pastel; Mel C (Sporty Spice), pelas roupas esportivas; e Geri Halliwell (Ginger Spice), pelo minivestido com a bandeira britânica.
Hino de uma geração
Com o refrão “I’ll tell you what I want, what I really, really want” e sua mensagem sobre amizade, “Wannabe” tornou-se um hino de uma geração e acumula cerca de 1,5 bilhão de reproduções no Spotify.
O aniversário reacendeu rumores sobre um show de reunião, embora as Spice Girls não se apresentem juntas desde a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres-2012.
“É nosso trigésimo aniversário e acho que deveríamos fazer alguma coisa”, afirmou Mel B à agência britânica PA. “Todas falamos sobre isso, mas ainda nada foi confirmado.”
A influência do grupo permanece evidente. Artistas como Taylor Swift, Dua Lipa, Adele e Charli XCX citam as Spice Girls como inspiração.
“Existe uma tendência de considerar as Spice Girls como um produto pop muito açucarado”, afirmou Joel Gray, professor de mídia, arte e comunicação da Sheffield Hallam University. “Na realidade, elas tinham uma dimensão muito mais punk.”
O estilo extravagante das cantoras também as transformou em ícones para o público LGBTQIA+.
Criado e administrado por homens, entre eles o empresário Simon Fuller, o grupo sofreu um duro golpe com a saída de Geri Halliwell em 1998 e acabou se dissolvendo pouco tempo depois.
Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls
Reprodução/Instagram do grupo
As integrantes seguiram carreiras solo, especialmente Victoria Beckham, que construiu uma trajetória de sucesso na moda.
As Spice Girls voltaram aos palcos em algumas ocasiões, a mais recente em 2019, mas sem a participação de Victoria.
“Não acredito que veremos uma reunião completa do grupo, mas consigo imaginar perfeitamente que elas façam algo juntas novamente”, avaliou Gray.
“O que aprendi com as Spice Girls é que nunca se deve dizer nunca”, concluiu.
Por enquanto, o grupo anunciou apenas uma camiseta comemorativa e uma edição em vinil de “Wannabe”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beckham, Camila Cabello e ‘Cascão’: famosos aparecem na torcida pelo Brasil na Copa do Mundo


Camarote do Brasil: galã, ator, cantora e ‘Cascão’ aparecem na torcida pela Seleção
Maior campeão da história das Copas do Mundo, com cinco títulos, o Brasil costuma atrair torcedores ilustres ao redor do planeta. E nesta Copa não tem sido diferente. O Hora 1 mostrou algumas das celebridades que apareceram na torcida pela Seleção Brasileira durante o mundial (veja no vídeo acima).
David Beckham
Ex-jogador inglês David Beckham, um dos maiores ícones do futebol mundial, apareceu demonstrando apoio à Seleção Brasileira
Reprodução/TV Globo
O ex-jogador inglês David Beckham, um dos maiores ícones do futebol mundial, apareceu demonstrando apoio à Seleção Brasileira.
Matthew Broderick
Matthew Broderick na partida Brasil X Escócia
Reprodução/TV Globo
Quem também entrou na torcida pelo Brasil foi o ator Matthew Broderick, conhecido por estrelar o clássico “Curtindo a Vida Adoidado”.
Camila Cabello
Cantora Camila Cabello também entrou na torcida pela Seleção Brasileira durante o Mundial
Reprodução/TV Globo
A cantora Camila Cabello também entrou na torcida pela Seleção Brasileira durante o Mundial, inclusive, usando a camisa do Brasil.
‘Cascão’
Corte ‘cascão’ continua aparecendo entre torcedores brasileiros
Reprodução/TV Globo
E por falar em ícones da torcida, poucos símbolos são tão lembrados quanto o corte de cabelo de Ronaldo Fenômeno na campanha do pentacampeonato, em 2002. O estilo, apelidado de “Cascão”, virou símbolo do pentacampeonato e continua sendo reproduzido por torcedores brasileiros mais de duas décadas depois.
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Fonte: G1 Entretenimento