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João Gordo reaviva o maior hit de Jane & Herondy em dueto com Marisa Orth no álbum ‘Brutal brega’


Cantor também aborda sucessos de Agnaldo Timóteo, Ângelo Máximo, Carlos Alexandre, Nilton César e Sidney Magal no disco que sai em outubro com releituras de músicas populares na batida do punk rock. Capa do álbum ‘Brutal brega’, de João Gordo
Arte de Wagner Loud
♪ Atriz que integrou nos anos 1990 a Banda Vexame, especializada na abordagem bem-humorada de sucessos da música dita cafona, Marisa Orth faz participação no álbum de João Gordo, Brutal brega, programado para ser lançado em 6 de outubro com capa assinada por Wagner Loud.
Neste disco em que o vocalista da banda Ratos de Porão dá o peso do punk rock a standards do cancioneiro sentimental brasileiro, com produção musical orquestrada por Val Santos, Gordo revive com Orth o maior sucesso de Jane & Herondy, dupla formada pela cantora paulista Jane Morais com Herondy que alcançou projeção nacional na segunda metade da década de 1970.
O dueto de João Gordo e Marisa Orth acontece em Não se vá (Tu t’en vas, Alain Louis Bellec, 1974, em versão em português de Thina, 1976).
Um dos maiores sucessos radiofônicos no Brasil de 1976, Não se vá é uma das 14 músicas que compõem o repertório do álbum Brutal brega, sendo que duas – Doces beijos (Julio Seijas, Carlos Villa e Alejandro Monroy em versão em português de Carlos Colla, 1984) e Sandra Rosa Madalena, a cigana (Miguel Cidras e Robert Livi, 1978), sucessos do grupo Menudo e do cantor Sidney Magal, respectivamente – são faixas exclusivas da edição em CD do álbum Brutal brega.
Precedido pelos singles com as gravações de Fuscão preto (Atílio Mutti e José Silva, 1981), Ciganinha (Carlos Alexandre e Aarão Bernardo, 1979) e Tenho (Tengo, Roberto Sánchez e Oscar Anderle, 1968, em versão em português de Sidney Magal, 1978), o álbum Brutal brega gera hoje um quarto single, Tô doidão, posto em rotação a partir desta sexta-feira, 16 de setembro.
Música lançada em 1971 pelo cantor Reginaldo Rossi (1944 – 2013), Tô doidão é versão em português, escrita pelo próprio Rossi, da canção francesa Les Dalton (Frank Thomas, Joe Dassin e Jean-michel Rivat, 1967).
Capa do single ‘Tô doidão’, de João Gordo
Arte de Wagner Loud
♪ Eis, na ordem do disco, as 14 músicas cantadas por João Gordo no álbum Brutal brega com o peso do punk rock:
1. Fuscão preto (Atílio Mutti e José Silva, 1981) – sucesso de Almir Rogério e do Trio Parada Dura
2. Ciganinha (Aarão Bernardo e Carlos Alexandre, 1979) – sucesso de Carlos Alexandre (1957 – 1989)
3. Tenho (Tengo, Roberto Sánchez e Oscar Anderle, 1968, em versão em português de Sidney Magal, 1978) – sucesso de Sidney Magal
4. Domingo feliz (Beautiful sunday, Daniel Boone e Rod McQueen, 1972, em versão em português de Rossini Pinto, 1972) – sucesso de Ângelo Máximo
5. A namorada que sonhei (Osmar Navarro, 1969) – sucesso de Nilton César
6. Pepino (Jacó e Jacozinho, 1975) – sucesso da dupla Jacó & Jacozinho
7. Não se vá (Tu t’en vas. Alain Louis Bellec, 1974, em versão em português de Thina, 1976) – sucesso de Jane & Herondy
8. Amante latino (Rabito, 1973, em versão em português de Antônio Carlos, 1977) – sucesso de Sidney Magal
9. Os verdes campos da minha terra (Green green grass of home, Curly Putman, 1965, em versão em português de Geraldo Figueiredo, 1967) – sucesso de Agnaldo Timóteo (1936 – 2021)
10. Eu vou rifar meu coração (Lindomar Castilho e Letinho, 1973) – sucesso de Lindomar Castilho
11. Feiticeira (Carlos Alexandre e Otavio Osvaldo Garcia) – sucesso de Carlos Alexandre (1957 – 1989)
12. Tô doidão (Les Dalton, Frank Thomas, Joe Dassin e Jean-michel Rivat, 1967, em versão em português de Reginaldo Rossi, 1971) – sucesso de Reginaldo Rossi (1944 – 2013)
13. Doces beijos (Julio Seijas, Carlos Villa e Alejandro Monroy em versão em português de Carlos Colla, 1984) – sucesso do grupo Menudo (faixa-bônus da edição em CD do álbum Brutal brega)
14. Sandra Rosa Madalena, a cigana (Miguel Cidras e Robert Livi, 1978) – sucesso de Sidney Magal (faixa-bônus da edição em CD do álbum Brutal brega)

Fonte: G1 Entretenimento

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Coala Festival começa nesta sexta-feira (16); veja programação e valores de ingressos


Evento paulistano acontece no Memorial da América Latina até domingo (18). O line-up tem Gilberto Gil, Djavan, Maria Bethânia, Alceu Valença e Gal Costa. Gilberto Gil se apresenta na tarde de sexta-feira (16) no Coala Festival
Foto: divulgação
O Coala Festival começa nesta sexta-feira (16) e vai até domingo (18), com atrações como Gilberto Gil, Liniker, Djavan, Maria Bethânia, Alceu Valença e Gal Costa confirmadas no Memorial da América Latina.
O festival, que reúne nomes consagrados da música brasileira com novos artistas na programação, está na sua oitava edição e, pela primeira vez, acontece durante três dias.
Lotes ingressos extras foram disponibilizados, e os valores vão de R$ 180 (meia entrada para esta sexta-feira) a R$ 540 (inteira para o sábado e para o domingo), no site Total Acesso. O pacote para os três dias já está esgotado. Veja abaixo a programação completa.
Djavan se apresenta na noite desta sexta-feira (16) no Coala Festival
g1
Coala Festival 2022
Quando: Sexta-feira (16) a domingo (18), às 11h.
Onde: Memorial da América Latina, portão 12 – Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda
Ingressos: R$ 180 a R$ 540 no site Total Acesso
Confira a programação por dia
Sexta-feira (16)
Palco Principal:
14h: Gustavo Treze
14h40: Tasha & Tracie
15h20: Eunãotodoido
15h55: Liniker
16H45: Peroli
17H20: Gilberto Gil
18h20: Deekapz
18h55: Mayra Andrade
19h50: KL Jay
20h25: Djavan
Palco Coala Club
14h: Afrekassia
15h: DJ Lorrany
16h: DJ Super
17h: Carlos do Complexo
18h: DJ Th4ys
19h: Deekapz
Sábado (17)
Palco Principal
13h: Vitória Nicolau
13h30: Rachel Reis
14h10: Odara Kadiegi
14h45: Ana Frango Elétrico
15h25: DJ Tudo
16h: Alceu Valença
17h: Brime
17h35: BK’
18h20: Ubunto
18h55: Bala Desejo
19h50: Tata Ogan
20h25: Gal Costa, com participação de Rubel e Tim Bernardes
Palco Coala Club
11h: Cremosa Vinil
13h: DJ Mimi
14h30: Lys Ventura
16h: Diogo Strausz
17h: DJ Paulão
18h30: Kenya20hz
Domingo (18)
Palco Principal
12h30: Liz Tibau
13h15: Chico Chico e Juliana Linhares
14h: Miria Alves
14h35: Nego Bala
15h20: DJ Diaz
15h55: Marina Sena
16h45: Barulhista
17h20: Rodrigo Amarante
18h10: Cinara
18h45: Black Alien
19h40: Discopédia
20h25: Maria Bethânia
Palco Coala Club
11h: Lucian Fernandes
13h: Ju Salty
14h30: Cauana
16h: Abud
17h: Millos Kaiser
18h30: Gabto

Fonte: G1 Entretenimento

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Gloria Groove e Tropkillaz abrem show de J Balvin no Brasil


Cantor colombiano se apresenta no Rio de Janeiro, no dia 5 de outubro, e em São Paulo, no dia 8. J Balvin posa no tapete vermelho do VMA 2019
Charles Sykes/Invision/AP
Gloria Groove e Tropkillaz serão responsáveis pelos shows de abertura de J Balvin no Brasil. O cantor colombiano se apresenta no Rio de Janeiro, no dia 5 de outubro, e em São Paulo, no dia 8.
A apresentação do artista de reggaeton contará com seus maiores hits, além de faixas de seu álbum mais recente, “José”.
O cantor anunciou em julho sua vinda ao Brasil como parte de sua turnê pela América Latina. Uruguai, Argentina, Chile, Peru e Paraguai são os outros destinos do cantor.
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Os valores para a apresentação no Rio vão de R$ 145 (meia entrada no setor cadeira N3) a R$ 680 (inteira na pista premium).
Já em São Paulo, os ingressos vão de R$ 145 (meia entrada no setor cadeira N2) a R$ 2.400 (inteira no Deck VIP).
Um dos principais nomes do reggaeton, J Balvin tem mais de 50 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
O último lançamento do cantor de Medellín, na Colômbia, foi “No Más”, parceria com Anitta, Quavo, Pharrell e Murda Beatz, produtor canadense e namorado da cantora carioca.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Miklos regrava canção do trio Secos & Molhados para trilha de série


Paulo Miklos regrava a canção ‘Amor’ para a trilha sonora da segunda temporada da série ‘Manhãs de setembro’
José de Holanda / Divulgação
♪ Música do segundo e último álbum de estúdio gravado pelo trio Secos & Molhados com Ney Matogrosso no posto de vocalista do grupo, Amor (1974) ganha registro fonográfico de Paulo Miklos.
A canção de João Ricardo com versos do poeta João Apolinário (1924 – 1988) foi regravada por Miklos para a trilha sonora da segunda temporada da série Manhãs de setembro, prevista para estrear na próxima sexta-feira, 23 de setembro. Também ator, Miklos integra o elenco da série desde a primeira temporada.
O single com a inédita gravação de Amor por Paulo Miklos está sendo lançado hoje, 16 de setembro, nos aplicativos de música.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2023: Pré-venda de ingressos começa nesta sexta-feira (16)


Evento acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 24, 25 e 26 de março de 2023. Lollapalooza 2022 reuniu 302 mil pessoas no Autódromo de Interlagos durante os três dias de festival
Divulgação
A pré-venda de ingressos para o Lollapalooza 2023 começa nesta sexta-feira (16). A venda é exclusiva para clientes Bradesco, que terão 15% de desconto na compra de ingressos para os três dias de festival.
A pré-venda acontece entre os dias 16 e 20 de setembro. A venda de ingressos para público geral começa em 21 de setembro.
O Lollapalooza 2023 acontece nos dias 24, 25 e 26 de março de 2023, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rachell Luz, parceira de Maria Rita e Marisa Monte, sinaliza inspiração na moldura orgânica do EP autoral ‘Precioso’


Capa do EP ‘Precioso’, de Rachell Luz
Divulgação
Resenha de EP
Título: Precioso
Artista: Rachell Luz
Edição: Sony Music
Cotação: ★ ★ ★ ½
♪ Ao longo deste ano de 2022, o nome de Rachell Luz começou a aparecer como compositora para seguidores das cantoras do Brasil.
Em maio, Marisa Monte apresentou o samba-rock Feliz, alegre e forte, assinado pela artista com Pretinho da Serrinha e com Luz, cantora e compositora paulistana que debutara no mercado fonográfico há seis anos com o álbum KeL (2016).
Em agosto, Maria Rita se apresentou como compositora no EP Desse jeito, assinando duas músicas no disco. A mais sedutora das duas, Canção da erê dela, trouxe as assinaturas de Rachell Luz e do recorrente Pretinho da Serrinha ao lado do nome de Maria Rita.
É no embalo dessa projeção recente que Luz lança hoje, 16 de setembro, o EP Precioso com quatro músicas autorais gravadas com produção musical e arranjos de Pretinho da Serrinha e colaborações ocasionais de Dadi Carvalho e Pedro Baby.
“Sinto que conseguimos chegar a uma sonoridade orgânica que atende a necessidade sentimental de cada canção. É uma colagem entre amigos e ficou do jeitinho que eu imaginei. As músicas pediam para existir nessa simplicidade” avalia Rachell Luz.
Basta ouvir a primeira das quatro músicas, Vazio, canção assinada somente pela artista, para atestar que a autora tem razão. Sob tal prisma, a bela faixa soa até fora de hora em mercado voltado para batidas e vozes sintéticas.
Problema do mercado! Há emoção real na delicadeza de Vazio que se repete em Missão a dois, samba de Luz com Pretinho e com Zélia Duncan, parceira convidada da gravação previamente apresentada em agosto em single que anunciou o EP Precioso.
Levemente puxada para o R&B, a música-título Precioso reitera o bom nível de letras e melodias. Essa canção-título Precioso teve o toque de Dadi Carvalho (baixo, teclados, guitarras e violão) na produção da faixa.
Maneira mais pura fecha o EP com a trama dos violões de Pedro Baby, coprodutor da faixa que, mesmo tendo sintetizadores pilotados por João Moreira, mantém o disco enquadrado na moldura orgânica que pauta esse EP lançado por Rachell Luz três anos após o segundo álbum da cantora, Ao nordeste do meu coração (2019), e dois após o single Tudo vai passar (2020).
Com o EP Precioso, Rachell Luz sinaliza que tem inspiração para evitar ser mais uma nuvem passageira em indústria gerida pela efemeridade pop.
Rachell Luz apresenta quatro músicas autorais no EP ‘Precioso’, produzido por Pretinho da Serrinha
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Sertanejo Hudson realiza sonho e tem guitarra autografada por Slash após show do Guns N’ Roses


Ao g1, cantor, que faz dupla com Edson, falou sobre sonho de se apresentar no Rock in Rio depois de Roberto Medina acenar para possibilidade de incluir música sertaneja nas próximas edições do festival. ‘Tenho muita vontade, não vou esconder isso, não’. Sertanejo Hudson realiza sonho e tem guitarra autografada por Slash após show do Guns N’ Roses
Reprodução/Instagram
O cantor Hudson Cadorini, dupla de Edson, nunca escondeu sua paixão pelo rock. Tanto que investiu no ritmo durante o período de pausa da dupla com o irmão, entre 2009 e 2011.
E na última semana, o artista realizou o sonho que envolvia uma estrela do rock. Fã do guitarrista Slash, ele esteve em Goiânia para a apresentação do Guns N’ Roses e conseguiu um autógrafo especial.
Hudson tem um exemplar da série Slash Collection, da Gibson. E foi ela que pediu para ser autografada pelo guitarrista.
No Instagram, ele compartilhou um vídeo com alguns trechos do momento especial e mostrou a guitarra autografada.
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Rock in Rio
A realização do sonho aconteceu no show da banda em Goiânia, logo após o grupo subir ao palco do Rock in Rio.
Hudson não esconde que seria um sonho se apresentar no evento. Este ano, Roberto Medina, organizador do Rock in Rio, acenou para a possibilidade de incluir a música sertaneja em próximas edições do festival.
“Com certeza, seria um sonho tocar no Rock in Rio, porque Edson e Hudson, apesar de sermos uma dupla sertaneja e gravarmos coisas românticas, mais pro gênero sertanejo, a gente é a primeira dupla rock and roll do país, pela pegada rock, pela guitarra, atitude, postura no palco. Tenho muita vontade, não vou esconder isso não. Seria um sonho realizado pra mim”, afirmou o cantor ao g1.
O sertanejo vê de forma bastante positiva, caso o sertanejo seja, realmente, incluso na programação do festival.
“Eu achei isso ótimo, porque o Rock in Rio sempre foi um festival que sempre agregou outros estilos. Nunca foi totalmente exclusivamente pro rock.”
“Acho que vai somar e agregar muito.”
Mauro Ferreira: Sertanejos merecem estar no Rock in Rio 2024 para diluir preconceito contra o gênero

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-Spice Girls, Mel C revela abuso sexual antes do 1º show da banda


A estrela diz que foi agredida sexualmente em seu quarto de hotel na véspera do primeiro show da banda. Mel C disse que o incidente ocorreu em um quarto de hotel na Turquia
Getty Images via BBC
A cantora Mel C revelou que foi abusada sexualmente na noite anterior ao primeiro show das Spice Girls, em 1997.
Falando ao podcast da romancista Elizabeth Day, a estrela pop revelou que o ataque ocorreu durante uma massagem em um hotel na Turquia.
“Eu me senti violada. Me senti muito vulnerável. Me senti envergonhada”, disse ela.
“E então eu me senti insegura – será que eu entendi direito? Eu estava em um ambiente onde você tira a roupa na presença desse profissional.”
A cantora, cujo nome completo é Melanie Chisholm, disse que “enterrou” o incidente “imediatamente” porque teve que se concentrar na estreia do show das Spice Girls.
“Eu não queria fazer alarde, mas também não tinha tempo para lidar com aquilo.”
Ela acrescentou que não processar o ataque na época permitiu que ele ficasse “enterrado por anos e anos e anos”.
Foi só quando ela começou a escrever o livro dela de memórias, “Who I Am” (Quem eu sou, em tradução livre), que as lembranças começaram a ressurgir.
“Aquilo voltou para mim em um sonho. Eu meio que acordei e estava na minha mente. E eu fiquei tipo, ‘Oh, meu Deus, eu nem pensei em colocar isso no livro’.”
“Então, é claro, eu tive que pensar, ‘Bem, eu quero revelar isso?’ E pensei que, na verdade, acho que é muito importante para mim dizer isso, e finalmente lidar e processar.”
Mel C (à esquerda) se apresentando com as Spice Girls no Brit Awards de 1997
PA Media via BBC
A estrela descreveu o incidente como uma “versão leve” de uma agressão sexual e disse que queria compartilhar os detalhes por causa do impacto que teve sobre ela.
“Isso me afetou. Mas eu ‘enterrei’, e tenho certeza… muitas pessoas fazem o mesmo.”
Na entrevista ao podcast “How To Fail” (Como falhar, em tradução livre), a cantora também falou sobre o impacto do divórcio dos pais dela e o transtorno alimentar que desenvolveu durante o período das Spice Girls.
“Eu tinha essa ideia de que eu tinha que ser uma estrela pop”, disse ela. “Comecei a eliminar grupos de alimentos (e) ser muito restritiva com minha alimentação, além de fazer mais e mais exercícios – a ponto de me tornar extremamente obsessiva.”
“Isso durou anos. Perdi tanto peso que fiquei anoréxica e minha menstruação parou. Sempre quis ser mãe e não consegui controlar essa situação que prejudicou minha fertilidade.”
“Era uma compulsão tão grande que eu não conseguia reverter.”
No entanto, ela disse que se sentiu “muito orgulhosa” por ter superado essas situações e dar à luz à filha Scarlett, em 2009.
Chisholm publicará “Who I Am”, que tem o mesmo título do single que lançou em 2020, na sexta-feira (16).

Fonte: G1 Entretenimento

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Bella Campos, atriz de ‘Pantanal’, revela ter sido mordida na perna por um jacaré


Relato foi dado no programa ‘Que história é essa, Porchat?’. ‘Foi muito bizarro porque a gente nunca sabe como vai reagir’, disse na conversa. Bella Campos no programa ‘Que história é essa, Porchat?’
Reprodução/GNT
A atriz Bella Campos, que interpreta a Muda, na novela “Pantanal”, revelou que teve a perna mordida por um jacaré enquanto nadava no rio em um dia de folga. O relato foi feito no programa “Que história é essa, Porchat?”, da GNT.
“Ele abriu toda a boca. Era muito grande. Um mega jacaré e ele abocanhou a minha perna”, contou.
A atriz diz que era por volta das 4 horas da tarde e decidiu dar um último mergulho antes de ir embora. Ao voltar para a margem sentiu uma pressão muito forte na perna. “Por instinto, eu dei um tapa. Tudo em um milésimo de segundo. Quando a minha mão bateu, eu senti que era um jacaré.”
Ela diz que a sua reação ao avisar os colegas que tinha sido mordida foi também inesperada. “Foi muito bizarro porque a gente nunca sabe como vai reagir”, diz. “Eu gritei: ‘C*, um jacaré me mordeu’. Foi essa a minha frase.”
Atriz cuiabana Bella Campos dá vida à personagem Muda, no remake de ‘Pantanal’
Reprodução
Bella contou que estava vacinada e seguia o protocolo de saúde da TV Globo para ir ao Pantanal para as gravações da novela, e que logo em seguida foi atendida por um médico que já tinha cuidado de outros cinco pacientes feridos por jacarés.
“Eu me senti muito segura. Ele me deixou muito tranquila e falou ‘ó, vai dar tudo certo'”, disse. “O Almir Sater disse para ver se não tinha ficado nenhum dentinho, porque se não procura, arruma, aí infecciona. O médico, perfeito como ele é, tinha que procurar o dentinho.”
No fim, segundo ela, a mordida não pegou nenhuma veia ou músculo. Caso isso acontecesse, precisariam correr para a cidade para o tratamento. “Perto do que poderia ter sido, superficial.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Anitta ‘nunca mais vai pisar’ no Rock in Rio? Entenda a tensão entre o festival e o funk


Podcast repassa a relação entre o festival e o batidão surgido no Rio. Anitta reivindicou mérito e foi uma figura importante, mas não a única a fazer o estilo entrar pelas beiradas até o Palco Mundo. Personagens da história do funk no Rock in Rio: Anitta no Palco Mundo em 2019, Camila Cabello em 2022, Ludmilla com Majur, Tasha e Tracie e Tati Quebra Barraco no Palco Sunset em 2022 e a cantora Deize Tigrona no documentário ‘Favela on Blast’
Marcelo Brandt / g1 e Reprodução
Quando o Rock in Rio surgiu, em 1985, o funk carioca já rolava nas periferias do Rio, não muito longe da Cidade do Rock. Tão perto, tão longe: o maior festival do país demorou quatro décadas para aceitar de vez o estilo que mais representa o Brasil na música pop global há muito tempo.
Anitta reivindicou seu mérito pela entrada do funk no Rock in Rio após a edição de 2022, que teve show bombástico de Ludmilla e outros MCs. A cantora de “Show das poderosas” teve mesmo papel fundamental em 2019, mas não único, nesta inclusão do estilo.
O podcast g1 ouviu explica a relação tensa entre o Rock in Rio e o funk, que culminou no desabafo da cantora. Ouça abaixo:
Veja abaixo e entenda oito pontos da chegada do funk aos grandes festivais corporativos. Não há fator único, mas, se for preciso resumir, o mérito da chegada do funk a estes eventos é do próprio funk.
Há 4 décadas, músicos da periferia do Brasil produzem uma música eletrônica original com inovação constante. É, de longe, o estilo daqui que mais dialoga com o pop contemporâneo global. Exemplo: Deize Tigrona, sampleada pela inglesa M.I.A. em 2005, fez turnês na Europa, incluindo participação no Rock in Rio Lisboa 2008 a convite do grupo português Buraka Som Sistema.
Apesar do preconceito e da tentativa de criminalização do funk, o estilo sempre cresceu e gerou ídolos. Em 2013, o g1 perguntou à diretora do Rock in Rio se Anitta e Naldo poderiam tocar. Roberta Medina, respondeu que poderiam, mas “não é o perfil do evento”. Curiosamente, ela descreveu, em 2013, que “o Brasil é do sertanejo e do axé”, ignorando o funk.
O streaming cresceu e escancarou o tamanho do funk em números do YouTube e mais plataformas – era impossível ignorar. Mesmo barrado de rádios, o funk competia com sertanejo em audiência (como já dito, com diálogo e influência no pop global muito maior do que o sertanejo). E, em 2013, o funk era muitas vezes maior que o axé, já representado no Rock in Rio.
Ainda em 2013, Beyoncé terminou o show dançando “ah, lelek lek lek…”. Em 2016, quando MC Bin Laden subiu ao palco do Jack Ü no Lollapalooza, o g1 perguntou: por que as estrelas gringas eram mais antenadas e abertas ao funk brasileiro que os próprios curadores daqui? Não vieram respostas, só mais exemplos: em 2019, Kevin o Chris foi ao Lolla via Post Malone.
A popularidade de Anitta gerou outro efeito: a cobrança dos fãs. Em 2017, Roberta Medina foi questionada de novo pelo g1 e disse que o festival “tinha uma pegada mais pop” para justificar a ausência dela. Em 2018, Roberto Medina, pai de Roberta e criador do festival, chegou a elogiar Anitta: “Se ela quiser, será a nova Ivete”. Ele disse que a cantora foi escalada no Rock in Rio Lisboa 2018 e Rio 2019 por “obrigação”.
Em 2019, o festival criou o “Espaço Favela”, palco menor e afastado dos principais, que tinha alguns artistas de funk e outros estilos. A ideia foi controversa e virou verso sarcástico do rapper Djonga: “O mais perto que cês chegaram do morro é no palco favela do Rock In Rio.”
No mesmo ano, a estreia do funk em tamanho proporcional à sua influência e popularidade rolou com Anitta no Palco Mundo. Depois do festival, em entrevista ao jornal “O Globo”, Roberta disse que “teve a sensação de que ela usou playback”. Anitta diz que o espaço foi conquistado apesar de resistência da organização, e que o “funk só estava lá porque foi obrigado a ser engolido pelo festival”. Ludmilla tocou no palco secundário, o Sunset.
O fato é que após o show de Anitta no Palco Mundo a presença do funk realmente aumentou, mesmo que ainda não seja proporcional à sua influência e inovação contínua – vide Camila Cabello dançando “Ai preto” com Biel Do Furduncinho, Bianca e L7nnon. O show de Ludmilla foi um dos melhores de 2022, entre outros de palcos secundários do Rock in Rio.
Reveja os melhores momentos do show de Ludmilla
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O funk nos festivais em uma visão ‘da quebrada’
MC Hariel
Divulgação / Fields
Mesmo que o funk esteja parcialmente inserido nos festivais corporativos com ingressos caros e na indústria, a inovação do estilo continua vindo de onde sempre saiu: das periferias urbanas.
Como os grandes ídolos do funk que seguem “na quebrada”, sem depender de gravadoras e da indústria tradicional, enxergam esse movimento? Uma resposta importante veio do MC Hariel, um dos cantores mais ouvidos do Brasil, que fez só uma participação no Sunset. Leia abaixo:
“Eu acredito que a gente vai ter que fazer o nosso. Nossa ideia nunca foi competir, ainda mais com esses caras que não têm nada a ver com o nosso corre. Fica até chato eu ficar falando aqui que a gente não tem espaço, porque começa a soar como se a gente quisesse “meter o louco”.
A gente não tem espaço, mas também vai conquistar, de um jeito ou de outro. Mas talvez a gente nem queira. A gente quer o que é nosso mesmo. Queremos que nosso movimento consiga fazer o Mundão Girou [DVD ao vivo de Hariel], que o MC Ryan consiga fazer o DVD dele também.
Mas eu tenho certeza de que essa rapaziada é meio passada. A rapaziada do alto escalão… Tudo tem uma hierarquia, né? Essa rapaziada que está no controle do alto escalão da música, dos produtores de música, tem uma visão meio ultrapassada do bagulho.
Nem vale a pena ficar “cascando” com esses caras. A gente veio para mostrar nossa história, o nosso tempo. A gente é novo, essa é nossa hora. Eles acham que sabem, e a gente faz do nosso jeito.
Acho que a galera perdeu muito a vontade de errar. E a gente não tem isso. A gente está acostumado sempre a ser tachado de errado. Então a gente vai e aprende com o erro.
Eles já ficaram quadrados. Por isso que não saem muito do que eles sempre fazem. Nunca uma novidade, nunca uma palavra diferente. É sempre a mesma ideologia. Quando surge uma pauta, eles se aproveitam. Abordam aquele tema, que nunca é um tema que eles levantam.
Mas tá tranquilo. A gente não tem nem que ficar esquentando a cabeça com eles. Tem que fazer o nosso papel, que daqui a pouco é nossa hora também. E quando for a gente que estiver lá um dia, fazer totalmente diferente do que a galera que está lá faz.”

Fonte: G1 Entretenimento