Categorias
ENTRETERIMENTO

Guns N’ Roses pede 12 camarins, 250 toalhas, rosas e massagistas no Rock in Rio


Ingrid Berger, coordenadora de backstage do festival, conta mudanças no perfil de pedidos dos artistas. Ela falou que integrantes do Maneskin são ‘louquinhos-saudáveis’, sem pedidos absurdos. Conheça os bastidores do palco mundo do Rock In Rio
Nas listas de pedidos das equipes das estrelas há cada vez menos bebidas alcóolicas e mais gente optando por opções que passam longe do fast food, como os adeptos das quentinhas veganas.
O resumo é da produtora de eventos Ingrid Berger, coordenadora de backstage e responsável pelos camarins do Palco Mundo no Rock in Rio. (veja cima reportagem sobre os bastidores do festival).
Segundo ela, um dos artistas que mais dá trabalho é o Guns N’ Roses, a atração principal desta quinta-feira (8), no começo da segunda semana de festival.
“É um artista que de repente entra no palco, não entra. É uma coisa um pouco complicada para fazer a gestão. Eu nunca sei o que vai acontecer. Então, eu fico sempre com um pé atrás”, comentou ela. A banda liderada por Axl Rose pediu 12 camarins, 250 toalhas, 2 massagistas e rosas vermelhas e brancas.
Área do backstage do Rock in Rio 2022
Reprodução/TV Globo
QUIZ Responda perguntas e descubra qual atração do Rock in Rio 2022 tem mais a ver com você
AO VIVO Shows ao vivo, programação, vídeos, ingressos, fotos e cobertura em tempo real
Ingrid trabalha nesta área do Rock in Rio desde 2001 e tem passagens por outros festivais como Hollywood Rock, Monsters of Rock, Skol Beats, e grandes turnês de Paul McCartney, Rolling Stones, Coldplay, Guns N’Roses e Iron Maiden.
“Mudou muito a lista de pedidos”, conta ao g1. “Se a gente voltar lá nos anos 80, era muito rock and roll. Tinha muito pedido de junk food, hambúrguer e muita bebida alcóolica, eram outros tempos, eram mais loucos.”
“Lembro de um Rock in Rio, em que eu entrei no camarim e estava cheio de presunto na parede. Sabe aquelas bandas que tocam o terror? Eram muito jovens”, diverte-se. Ela garante que hoje essa banda já está mais velha e os integrantes são verdadeiros “gentlemen”, super educados.
Público começa a entrar na Cidade do Rock para o primeiro dia de Rock in Rio (2 de setembro)
Graça Paes/AgNews
Quem nesta edição chegou a causar uma apreensão na produtora foi o Måneskin, banda novata e que estreia no festival e abre para o Guns.
“Não sei como eles são pessoalmente no camarim, mas pelos vídeos que a gente vê, eles são meio louquinhos. Mas assim, louquinhos-saudáveis, porque na lista deles não apareceu nada de absurdo, nem rock and roll.”
Rock in Rio 2022 em 1 minuto: Måneskin
Ingrid diz que aumentou o número de pessoas que pedem comidas veganas como opção de cardápio. “Antigamente, em uma equipe de 200 pessoas, por exemplo, ia aparecer um vegano. Hoje, numa equipe assim, já são 20.”
Para atender essa turma, neste ano, ela conta que o esquema será de “take away”: no catering, a pessoa se identifica e recebe sua quentinha vegana para levar.
O Green Day, por sua vez, pediu que ninguém fume perto dos integrantes da banda e da equipe. Aliás, a regra é não fumar na área dos camarins. “Quem quiser, vai ter que fumar lá fora, porque a gente não sabe quem pode se incomodar.”
Há semelhanças entre os pedidos, o que Ingrid chama de kit camarim: frutas, sanduíches e crudités, aqueles legumes como cenoura e nabo cortados, com molhinhos para beliscar. Por vezes, ainda entram as tábuas de frios e queijos.
As equipes também estão mais cuidadosas ao indicar os alérgicos, com letras garrafais. “Neste Rock in Rio, temos alérgicos a frutos do mar, kiwi e a cebola e alho”, conta.
“Não sabemos quem são essas pessoas, mas pedi para identificar quem é alérgico a cebola e alho, porque vai ter que ter um prato preparado especialmente para ela totalmente sem tempero. Como é que no Brasil a pessoa vai comer alguma coisa sem cebola e sem alho?”, pergunta.
O corre dos bastidores
O trabalho de Ingrid começa assim que é assinado o contrato com a banda. Ela e um gerente de produção do artista ficam em contato e é enviado a ela o rider (lê-se raider), uma lista com os pedidos de como deve ser e o que deve ter nesse camarim.
“Aí, a gente vai negociando: às vezes eles pedem 13 camarins, mas eu não tenho tudo isso, só tenho sete. Águas Fiji, a gente não tem aqui, não adianta pedir”, afirma.
E então, começa as danças das cadeiras, como ela chama, para acomodar todo mundo, já que os artistas viajam com equipes que podem chegar a 200 pessoas na produção.
A produção de Dua Lipa pediu uma mesa de pingue-pongue, e Post Malone havia pedido uma de beerpongue. “Ela é mais estreita e mais comprida que a de pingue-pongue. Mandei as medidas e as fotos das mesas que eu tinha aqui e a brincadeira vai ser feita em uma mesa de bufê”, afirma.
As bandas também costumam viajar com os próprios chefs, como é o caso deste ano do Coldplay e do Green Day. “Nós montamos aqui uma cozinha para eles. Esta não é tão grande, mas serve bem.”
Membros da banda Green Day comemoram MTV EMA de Melhor Artista de Rock neste domingo (3), em Sevilha
Cristina Quicler/AFP
A equipe de produção de Ingrid trabalha 24 horas por dia durante o Rock in Rio. São dez pessoas fixas, e ainda seguranças, carregadores e a equipe de limpeza, divididos em três turnos. “Quando o festival começa, já alivia um pouco porque eu sei que tudo que foi pedido, está comprado e chegou.”
Aí o trabalho durante o festival é a tal dança das cadeiras: sai um artista, desmonta todo o camarim e começa a montar outro de acordo com o gosto da banda seguinte. A sala de massagem do Iron Maiden vira a área do baterista de outra banda, o vestiário é o camarim do grupo, tira cadeira, coloca cadeira, e por aí vai.”
E se não tiver ou faltar alguma coisa? “Durante todos esses anos, eu aprendi a trabalhar com a sinceridade: não tem, so sorry”, diz. E como lidar quando dá errado, o artista e a equipe reclamam além da conta? “Aí é muita calma nessa hora e eu tenho um mantra: ‘ele vai embora amanhã’.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Turma do Pagode junta Léo Santana, Marvvila, MC Hariel e Raça Negra na gravação de show em São Paulo


Programado para 15 de setembro, o registro audiovisual gera o 14º álbum do grupo, ‘TDP 20 – Nossa história’. Turma do Pagode grava o álbum audiovisual ‘TDP 20 – Nossa história’ em 15 de setembro em show no Pavilhão do Anhembi
Fabio Nunes / Divulgação
♪ Embora tenha entrado nas rodas de samba de São Paulo (SP) em 2000, há 22 anos, a Turma do Pagode arredonda a data para festejar 20 anos de carreira com o registro audiovisual de show agendado para 15 de setembro no Pavilhão no Anhembi, na cidade natal do grupo.
Na gravação ao vivo do 14º álbum do octeto, disco intitulado TDP 20 – Nossa história, Leiz (tantã e voz), Caramelo (banjo e voz), Rubinho (pandeiro e voz), Marcelinho TDP (cavaquinho e voz), Leandro Filé (violão e voz), Fabiano Art (surdo), Neni Art (repique de mão, pandeiro e cuíca) e Thiago (reco-reco) vão receber time de convidados formado pelo cantor baiano Léo Santana, a cantora carioca de pagode Marvvila, o funkeiro paulista MC Hariel e o grupo paulista Raça Negra.
O repertório do álbum TDP 20 – Nossa história terá 10 músicas inéditas, além de regravações de sucessos da Turma do Pagode.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Macy Gray relembra hit ‘I try’: ‘Pensava que no máximo uns hippies iriam gostar de mim’


Ao g1, cantora fala sobre controvérsias, paixão por Prince e relação com álcool: ‘Você envelhece e aprende seus limites’. Nos shows em SP e no Rock in Rio, ela diz que deixará fãs ‘suados’. É natural ter uma dose de apreensão antes de uma entrevista com Macy Gray. Nos anos 2000, ela ficou conhecida por usar óculos escuros e cochilar durante as conversas com jornalistas. “Mas pode ficar tranquilo que eu não vou dormir enquanto você fala comigo”, diz ela ao g1, rindo.
Desde 1999, quando estourou com a balada soul “I try”, Macy é uma das vozes mais originais do pop americano. Aos 54 anos, contabiliza 25 milhões de álbuns vendidos em uma carreira cheia de controvérsias. A mais recente foi em junho passado, quando disse que mulheres trans não deveriam ser chamadas de mulheres “só porque fizeram uma cirurgia”. Ela se desculpou depois.
Ao g1, a cantora explicou sua paixão por Prince e da dificuldade de fazer uma cover de uma das músicas preferidas do cantor. “Tentei cantar e foi um desastre”, relembra, rindo de novo.
Ela falou ainda da pressão após o sucesso de “I try”, com uma tentativa em vão de repetir um hit que chegou ao topo da parada nos Estados Unidos:
“Eu pensava que no máximo uns hippies iriam gostar de mim. Não esperava ser um sucesso.”
Macy é atração do Rock in Rio no dia 11 de setembro (veja a programação do segundo fim de semana do festival no vídeo abaixo). Antes, ela faz quatro shows no Blue Note, em São Paulo, às 20h e 22h30, no dia 9 de setembro e no dia 10.
Agenda Rock In Rio: Dua Lipa, Coldplay e tudo que vai rolar na segunda semana do festival
g1 – O que esperar dos shows no Rock in Rio e em São Paulo?
Macy Gray – Ah, eles vão ser incríveis. Em todos os meus shows, as pessoas ficam gritando e dançando. Todo mundo fica suado. Gosto de sair por aí, de fazer as pessoas felizes. Gosto de sair com as pessoas e fazê-las se sentirem melhor.
g1 – O que a parceria com a [banda] California Jet Club traz para a sua música?
Macy Gray – Esses caras são tipo uns nerds, sabe? Foi ótimo para mim, porque fui me forçado a pensar fora do que eu normalmente faço, que é o que eu queria. Eles mudam as coisas: acordes, arranjos. Eu realmente acho que são obcecados por coisas assim. Então, foi só uma maneira de ser mais profunda, musicalmente falando… Eu não sei se é realmente mais profundo, mas deixou tudo mais estimulante. Definitivamente, é uma vibe diferente e estou animada para que todos ouçam.
g1 – O que você faz para continuar cantando bem, o que tem que fazer para se manter em forma?
Macy Gray – Como qualquer outra coisa, quanto mais você faz, melhor você fica. Então, eu ando pela minha casa cantando músicas o dia todo, só para manter minha voz acordada. E eu tenho um treinador, que me ensina principalmente a não perder a voz. Além de tudo isso, tem o álcool, sabe? [Risos] Não sei. Eu tenho muita sorte, sou abençoada mesmo. Eu tenho ótimas cordas vocais, cordas vocais de uma supermulher, e elas nunca me decepcionaram.
Macy Gray canta no dia 11 de setembro no Rock in Rio
Divulgação
g1 – Quando soube que eu iria te entrevistar fiquei um pouco apreensivo, porque sei que você costumava usar óculos escuros e tirar uma soneca durante algumas entrevistas. E uma vez você disse em uma entrevista que você era uma vampira. Mas hoje você está de bom humor… você tem curtido mais dar entrevista?
Macy Gray – [Risos] Como você sabe disso? Não, não… foi realmente um acidente. Foi há muito tempo e eu estava na Alemanha, estávamos em turnê e eu estava em uma farra quatro dias seguidos. E então eu estava ali sentada em uma salinha, sabe? E daí este jornalista na minha frente. Eu estava usando óculos escuros e ele ficava me fazendo perguntas. Eu acabei cochilando, mas não fiz isso de propósito, nada disso, e ele continuou fazendo perguntas. Claro, eu estava apenas sentada lá com meus óculos de sol.
Então, acabou se espalhando essa história de que eu era uma pessoa misteriosa e que normalmente não conversava direito com pessoas comuns. Pareceu que fosse algo profundo e, na verdade, eu estava só com sono. Eu não queria dormir. Mas pode ficar tranquilo que eu não vou dormir enquanto você fala comigo. [Risos]
g1 – Ah, que bom… [Risos] Eu adorei sua versão de ‘I Believe (When I Fall in Love It Will Be Forever)’, é uma música tão linda. Como você escolhe o que vai regravar?
Macy Gray – Principalmente pelas letras. Eu olho para as letras e se eu posso sentir uma emoção por meio delas, se eu posso colocar meu coração no que as letras estão dizendo, se eu posso me relacionar com elas, aí eu gravo.
g1 – Mas você já tentou cantar uma música que você se identificava, mas de alguma forma ela não funcionou com a sua voz?
Macy Gray – Claro! Ontem à noite, eu fiz um show em Los Angeles. Tem este evento, chama-se “Black Movie Night”, no Hollywood Bowl. São tipo 10 mil pessoas e eles passam filmes em um telão, ao som de uma orquestra. E eles têm convidado artistas como eu para cantar. Então, cantamos as músicas de uma trilha sonora, enquanto eles mostram os clipes. É uma noite extraordinária. Então, eles estavam tocando o disco “Purple Rain” e queriam que eu cantasse “Let’s Go Crazy”. Tentei cantar e foi um desastre. [Risos] Então, acabei cantando “Take Me with U”, mas foi muito estressante tentar fazer um cover de Prince, porque acho que as pessoas já fizeram isso. Mas é realmente difícil pegar o que ele fez e tentar fazer soar melhor. Isso é meio maluquice.
g1 – ‘Nothing compares… to Prince’.
Macy Gray – Não mesmo, de jeito nenhum…
Macy Gray ficou conhecida a partir de 1999 com o hit ‘I try’
Divulgação
g1 – Falando do começo da sua carreira… Como foi a pressão para lançar uma música parecida com ‘I try’? Como você conseguiu escapar dessa pressão e continuar fazendo o que quisesse?
Macy Gray – Bom, quando eu estava começando, eu sempre me considerei uma artista underground. Eu pensei que teria um pouco de fama e faria bons discos que seriam comprados por pessoas da comunidade artística, pessoas como eu. Eu pensava que no máximo uns hippies iriam gostar de mim. Não esperava ser um sucesso e ser conhecida em todo o mundo.
Então, sim, meio que mudou para onde eu deveria ir, o que eu deveria fazer. Senti que tinha que continuar repetindo isso. Mas depois entendi que aquilo não era tão natural para mim. Não era isso que eu pensava que ia ser, o que me propunha a fazer. Eu meio que me redescobri, aceitei o motivo pelo qual estou aqui. Hoje, eu apenas faço minha música. Eu apenas faço as melhores músicas que posso fazer, e tenho sorte que as pessoas ainda ouvem minhas coisas, sabe?
g1 – Eu me lembro de ser um jovem fã de música pop no começo dos anos 2000, quando ouvi sua voz pela primeira vez, cantando “I try”. Eu queria ouvir outras das suas músicas, ler mais notícias sobre sua carreira, mas eu só encontrava notícias polêmicas sobre você e sua vida pessoal. Como você se concentrou na música e não na fama, no dinheiro e em tudo o que isso pode trazer?
Macy Gray – Ah, isso é impossível. Uma vez que você tenha um nome estabelecido, você não pode simplesmente desaparecer ou ignorar a fama, porque as pessoas não se esquecem de você e não esquecem o que você diz e o que você faz. É assim mesmo e você não quer que os outros se esqueçam das suas músicas também. Então, não entendo essas pessoas que dizem “oh, eu realmente não me preocupo com minha fama”. Eles são tão cheios de merda, porque você não pode só sair andando por aí. O melhor é usar toda essa projeção e tentar ajudar as pessoas. Você deve usar essa atenção que dão para você como uma plataforma, tentar tornar o mundo um lugar melhor.
g1 – E você tem algum arrependimento?
Macy Gray – Um zilhão. Mas você está falando de que tipo de arrependimento?
g1 – Algum arrependimento relacionado ao que você fez na carreira, como cantora, como uma pessoa pública…
Macy Gray – Sim, há algumas decisões que eu gostaria de ter tomado que seriam diferentes, é claro. Há coisas que você diz, coisas que você gostaria de poder voltar atrás, mas você não pode. Então, quer dizer, todos nós temos coisas que gostaríamos de ter feito de forma diferente, mas por que se arrepender delas? Arrependimento é perda de tempo, porque não há nada que você possa fazer sobre isso. Eu posso chegar para você e dizer “Olha, você tem um pé grande” e depois eu diria “me desculpa”. Mas você nunca vai esquecer o que eu disse. Então, você meio que tem que cometer erros e tentar ser inteligente o suficiente para aprender com eles e fazer melhor da próxima vez.
g1 – E falando de novo sobre o Prince… Você se lembra da primeira vez que ouviu? E como se sente para você?
Macy Gray – Sim, ele provavelmente é minha influência número um. Eu me lembro bem da primeira vez que ouvi. O primeiro disco que comprei com meu próprio dinheiro foi “Purple Rain” e o primeiro show que fui, que meus pais não me levaram, foi um do Prince. E eu pude encontrá-lo bem depois e conversei com ele por duas ou três horas. Ele é uma grande influência na minha carreira, com certeza.
g1 – Você me disse que gosta de beber quando está cantando. Como a bebida pode te ajudar a entrar no clima sem atrapalhar sua performance?
Macy Gray – Ah, isso tem a ver com envelhecer. Você envelhece e aprende seus limites. Antes de subir no palco, eu tenho de limpar a minha cabeça. Eu tenho que estar em outro planeta e ficar falando comigo mesma. Eu tenho que me olhar no espelho por uns 20 minutos. Para fazer tudo isso, claro que uma dose de álcool ajuda bastante. Mas cada pessoa é diferente uma da outra e todo mundo tem seu jeito de ter força para subir no palco, quando todo mundo está olhando para você esperando que você dê a eles o que eles vieram buscar.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Edy Star mira o universo gay com o single duplo ‘Outro olho no escuro’


Edy Star canta ‘Homens’ e o hino gay espanhol ‘¿A quién le importa?’ no single duplo ‘Outro olho no escuro’, agendado para 20 de setembro
Marco Aurélio Olimpio / Divulgação
♪ Edy Star lança Outro olho no escuro em 20 de setembro. Outro olho no escuro é o título do single duplo que apresenta duas gravações inéditas do cantor baiano, nascido Edivaldo Souza há 84 anos.
Feitas com direção musical e arranjos do violonista e guitarrista Sérgio Arara, as gravações das músicas Homens (Moisés Santana, 2002) e ¿A quién le importa? (Carlos Berlanga e Nacho Canut, 1986) se afinam com o universo gay.
Tendo os toques dos músicos Caio Góes (baixo), Felipe Kasteckas (bateria), Flávio Vajman (gaita) e Ziggy Mendonça (guitarra), além do violão de Sérgio Arara, o canto de Homens foi feito com influência do southern rock e a intenção de injetar teatralidade na música feita por Moisés Santana para a cantora Jussara Silveira, mas até então registrada em disco somente pelo compositor, há 20 anos.
Apresentada há 36 anos em gravação da banda espanhola Alaska y Dinarama, tendo sindo amplificada em 2002 na voz da cantora Thalía, a música ¿A quién le importa? celebra a liberdade e a afirmação da homoafetividade, tendo se tornado um standard gay na Espanha.
Na abordagem de Edy Star, a canção ¿A quién le importa? transita entre o rock e o electropop, ambientada em atmosfera de cabaré na gravação feita com a adesão do tecladista Adriano Magoo.
O single duplo Outro olho no escuro foi gravado por Edy Star sob direção artística de Ricardo Santhiago. A edição é da Astrolábio Music com distribuição da Tratore.
Capa do single duplo ‘Outro olho no escuro’, de Edy Star
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rússia proíbe Sean Penn e Ben Stiller de entrar no país por apoiarem a Ucrânia na guerra


Stiller e Penn verbalizaram o apoio deles à Ucrânia no conflito e encontraram o presidente Volodymyr Zelensky. Ben Stiller durante encontro com Volodymyr Zelensky em Kiev em junho de 2022
Divulgação/Governo da Ucrânia
A Rússia sancionou os atores Ben Stiller e Sean Penn nesta segunda-feira (5) por causa das críticas dos dois à guerra na Ucrânia.
Compartilhe pelo WhatsApp
Compartilhe pelo Telegram
O Ministério de Relações Exteriores da Rússia publicou uma lista de 25 cidadãos dos EUA (os nomes dos atores estão nessa lista) que estão proibidos de entrar no país. A maioria dos sancionados é de políticos.
Stiller e Penn verbalizaram o apoio deles à Ucrânia no conflito e encontraram o presidente Volodymyr Zelensky.
Ator americano Ben Stiller visita presidente ucraniano em Kiev
Em um encontro em Kiev em junho, Stiller disse a Zelensky que o ucraniano era seu herói. O ator estrelou os filmes Zoolander e Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família e Uma Noite no Museu.
Sean Penn, que venceu o Oscar duas vezes, estave na Ucrânia para gravar um documentário quando as tropas russas invadiram o país. Ele teve que sair caminhando, junto com milhões de ucranianos que atravessaram para a Polônia nos primeiros dias da guerra.
Sean Penn fugiu a pé da Ucrânia ao lado de refugiados
Reprodução/Twitter/SeanPenn
Ele tem apoiado Zelensky desde então. Em junho, ele voltou à Ucrânia para encontrar o presidente. Penn também visitou Bucha e Irpin, locais onde há denúncias de massacres pelas forças russas.
A Rússia nega que tenha atacado civis
As pessoas sancionadas têm seus bens congelados e ficam impedidas de fazerem negócios com cidadãos russos, além de serem proibidas de entrar no país.
A lista também inclui a secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo, quatro vice-secretárias de comércio e seis senadores dos EUA.
O Ocidente impôs uma enxurrada sem precedentes de sanções econômicas e pessoais à Rússia em resposta à invasão da Ucrânia.
Moscou retaliou com sanções diretas a políticos, líderes empresariais e figuras culturais que, segundo ela, são hostis à Rússia.
Veja os vídeos mais assistidos do g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rock in Rio: polícia registrou 600 ocorrências relacionadas ao evento, a maioria furtos


Balanço dos primeiros três dias de evento foi divulgado nesta segunda-feira. Já a PM informou que nos primeiros dias de Rock in Rio, prendeu 14 pessoas e apreendeu três adolescentes, Posto onde é possível fazer Registros de Ocorrência on line no Rock in Rio ficou cheio
Raoni Alves/g1
A Polícia Civil informou nesta segunda-feira (5) que, até o momento, foram registradas cerca de 600 ocorrências relacionadas ao Rock in Rio.
Entre elas, a grande maioria dos registros é de crimes de furto. A Polícia Civil reforça que a segurança na Cidade do Rock é privada e de responsabilidade dos organizadores do evento.
Durante o primeiro dia de Rock in Rio, o g1 constatou que o posto montado para o registro de ocorrência ficou lotado.
Várias vítimas deram relatos semelhantes sobre a abordagem sofrida durante roubos: um grupo grande passa perto da vítima e uma mulher que faz parte dele pega o telefone. Uma das vítimas contou que conseguiu agarrar o braço da ladra, só que ela já tinha passado o telefone adiante.
Já a PM informou que nos primeiros dias de Rock in Rio, prendeu 14 pessoas e apreendeu três adolescentes, além de ter recuperado celulares e outros produtos comercializados irregularmente, durante sua atuação na área externa da Cidade do Rock.
A corporação mobilizou 570 policiais militares e 55 viaturas por dia para o patrulhamento no perímetro externo do evento, nos corredores de acesso e nos locais de concentração de público.
A Avenida Embaixador Abelardo Bueno contou com policiais militares presentes em sete torres de observação e o caminho até à Cidade do Rock teve 36 pontos de policiamento distribuídos nos principais eixos viários.
Na próxima quinta-feira (08), quando o evento retoma os shows, a Polícia Militar empregará novamente o efetivo programado.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Mano Walter reúne João Gomes e Tierry na gravação do show ‘Em casa’ em Alagoas


Mano Walter (de chapéu) com João Gomes na gravação do show ‘Em casa’
Fábio Nunes / Divulgação
♪ Cantor e vaqueiro (graduado em engenharia agrícola), José Walter Tenório Lopes é alagoano, nascido há 36 anos na interiorana cidade de Quebrangulo (AL).
Foi por isso que, ao fazer o registro audiovisual do show Em casa, Mano Walter – como o artista é conhecido – escolheu fazer a gravação ao vivo no Rancho Vale Rico, um dos maiores parques de vaquejada de Alagoas.
Os cantores João Gomes e Tierry integraram o time de convidados de Mano Walter no show, cujo roteiro foi formado por 15 músicas inéditas e dois medleys com sucessos do cantor. A gravação do show Em casa foi realizada na última quarta-feira, 31 de agosto.
Mano Walter e Tierry (à esquerda) no registro audiovisual do show ‘Em casa’, feito em Alagoas
Fábio Nunes / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Montador de palco que ganhou tênis de Whindersson cogita vendê-lo: ‘Quero comprar minha casa’


Ele ganha R$ 90 por diária de trabalho no festival e gostaria de ter ‘roupas maneiras’ para usar tênis em baile na Cidade de Deus. Calçados distribuídos no Rock in Rio custam até R$ 4 mil. Romário Pereira pegou um dos tênis jogados por Whindersson Nunes no show do Rock in Rio 2022
Carla Valladão/Divulgação
Romário Pereira, 28 anos, montador e segurança de palco, pegou um dos vários tênis jogados por Whindersson Nunes durante show do comediante (e agora rapper Lil Whin) no Rock in Rio 2022 no domingo (4), enquanto trabalhava no festival.
Modelos semelhantes da linha Air Jordan chegam a ser avaliados em cerca de R$ 4 mil. Ele diz que ganha R$ 90 por diária no festival e pretende trabalhar em todos os dias de Rock in Rio. Ainda no Rock in Rio, um fã de Whindersson ofereceu R$ 1 mil pelo tênis.
“Rapaz, o que tem que pessoas oferecendo dinheiro”, conta Romário ao g1, nesta segunda-feira (5). “Um cara me disse que tem contato de gente que compraria o tênis por um valor bom que mudaria a minha vida. É que eu moro de aluguel, tenho filhas, quero comprar minha casa. Mas vou segurar o tênis, esperar uma oportunidade boa.”
Whindersson autografa tênis de montador e segurança de palco do Rock in Rio
Arquivo Pessoal
Ele havia dito ao g1, no domingo, que gostaria de usar o tênis em um baile funk da Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio. Como ficou até tarde no evento, acabou não indo.
“Eu tenho que pagar umas contas, não consigo comprar umas roupas para sair com o tênis. Por enquanto, ele vai ficar bem guardado, até eu fazer um dinheiro e comprar umas roupas maneiras para poder ir ao baile com ele”, explica Romário.
Como foi o show de Whindersson?
Whindersson Nunca canta no Rock in Rio 2022
Braulio Lorentz/g1
Em seu show, Whindersson Nunes apresentou sua versão rapper, Lil Whind para uma plateia curiosa que não conhecia muito as músicas, com exceção dos que estavam perto do Palco Supernova.
O youtuber e humorista começou o show com uma rima pedindo desculpa a Justin Bieber, atração principal deste domingo (4), dizendo que cresceu no meio do gado e agora chegou ao festival.
Com vocais super modificados, Whindersson cantou músicas que misturam outros estilos ao trap, o subgênero mais ouvido do hip hop, com batidas graves, arranjo arrastado e letras sobre qualquer assunto que vier na cabeça.
Entre um trap e outro, Whin distribuiu vários tênis. “Até o fim do show vai ter mais ‘Jordan’, mas tem que cantar direito, cantar alto”, avisou, citando uma cobiçada linha de calçados. Todos estavam autografados pelo humorista. “Eu sei que vocês gostam de coisas de graça.”
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Terminal Guadalupe lança ‘Agora e sempre’, primeiro álbum da banda curitibana em 15 anos


Banda curitibana Terminal Guadalupe em fotomontagem promocional do álbum ‘Agora e sempre’
Divulgação
♪ A banda curitibana Terminal Guadalupe lança hoje, 5 de setembro, o primeiro álbum em 15 anos, Agora e sempre, com capa criada por Pietro Domiciano.
Transitando sobre bases de cúmbia, flamenco, krautrock, lo-fi e pop contemporâneo, o disco apresenta dez músicas formatadas à distância pelo grupo, atualmente formado por Allan Yokohama (guitarra, violão, programações e voz), Dary Esteves Jr. (voz), Fabiano Ferronato (bateria) e Marcelo Caldas (baixo).
Poliglota, o repertório do álbum Agora e sempre é composto por músicas escritas em português, inglês, espanhol e italiano.
Em Portugal, o paulistano Allan Yokohama fez os arranjos, tocou os violões distorcidos e programou as batidas. Na Alemanha, o curitibano Fabiano Ferronato gravou as baterias enquanto, no Brasil, o pantaneiro Dary Esteves Jr. pôs voz em músicas como Autossequestro, Exílio e Olhão – (quase) todas compostas por Allan Yokohama com letras do próprio Dary Jr. (autor solitário de Black song).
Recrutado para completar a formação do Terminal Guadalupe, o baixista Marcelo Caldas trouxe Iuri Freiberger para a produção musical do álbum, orquestrada por Iuri com Allan Yokohama.
Editado via Loop Discos, com distribuição feita via Tratore, o álbum foi antecedido pelos singles A flor de Drummond, ¿Qué pasa, cabrón? e Holidays in Amityville.
Agora e sempre é o primeiro álbum da banda Terminal Guadalupe desde A marcha dos invisíveis (2007).
Capa do álbum ‘Agora e sempre’, da banda Terminal Guadalupe
Pietro Domiciano

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Marte Um’, indicado do Brasil a tentar vaga no Oscar, é defesa real da família brasileira; g1 já viu


Filme mostra que ‘defender a família brasileira’ não precisa ser papo moralista, mas mergulho nas relações de pais e filhos. É o melhor trabalho de nova geração talentosa de cineastas mineiros. Filme ‘Marte Um’ é indicado pelo Brasil para disputar vaga no Oscar 2023
Divulgação
“Defender a família brasileira” é um velho argumento em papos de moralismo, preconceito e violência. “Marte Um”, ao contrário, mergulha com a cabeça aberta nas relações de uma casa na periferia de Contagem (MG) – uma profunda e sensível defesa da família brasileira.
O filme do diretor e roteirista mineiro Gabriel Martins foi o indicado pela Academia Brasileira de Cinema para disputar uma vaga no Oscar 2023 na categoria de Melhor Filme Internacional.
Ele acompanha sonhos e frustrações de uma família de pessoas negras de classe média baixa: os pais Tércia e Wellington (Rejane Farias e Carlos Francisco) e dos irmãos Deivinho e Eunice (Cícero Lucas e Camila Damião).
Filme ‘Marte Um’ é indicado pelo Brasil para disputar vaga no Oscar 2023
Divulgação
O zelador Wellington quer que o filho seja jogador de futebol. O menino sonha em ser astronauta e ir para Marte. A estudante de direito Eunice quer ir morar com a namorada. A dona de casa e diarista Tércia tem um colapso nervoso no meio desse terremoto familiar.
O filme se passa em 2018, com referências à eleição de Jair Bolsonaro. Os conflitos de geração, raça, classe social e gênero do Brasil estão todos refletidos na família. Mas não há respostas fáceis, assim como em qualquer relação entre pais e irmãos.
Gol de Gabriel com Sorín
O sonho ousado de Deivinho entrar em uma viagem espacial para Marte é o eixo do filme. Mas Gabriel Martins consegue equilibrar os dilemas dos quatro familiares, todos em boas atuações, de forma que nenhum vire só um vilão ou uma caricatura.
A mistura com não-atores (incluindo uma ótima participação do jogador de futebol argentino Sorín, ídolo do Cruzeiro) e os diálogos mineiros dão um toque natural de humor. O músico e ator Russo APR se destaca como Flávio, colega de portaria de Wellington, se destaca.
Russo APR, Sorín e Carlos Francisco em ‘Marte Um’
Divulgação
Contagem elevada
“Marte um” amarra as frustrações crescentes dos quatro familiares e consegue chegar a um resultado otimista. Ele só é possível com o trabalho delicado de Gabriel Martins, com sua defesa da família real, sem esconder embates e contradições nem apelar a clichês.
É o trabalho mais bem amarrado, até agora, de uma talentosa geração de cineastas de Contagem, que começaram na produtora de cinema mineiro Filmes de Plástico, criada em 2009.
Entre os outros filmes premiados desta geração estão os ótimos “No coração do mundo”, de Gabriel Gabriel com Maurílio Martins, e “Arábia”, de Affonso Uchoa.
“Marte Um” leva Gabriel e seus companheiros ainda mais longe. Tomara que os votantes da Academia consigam ver com tempo e atenção.

Fonte: G1 Entretenimento