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DJ e produtor mineiro Bronka conecta o funk brasileiro ao universo ‘clubber’ da Alemanha no EP ‘EDM de quebrada’


Capa do EP ‘EDM de quebrada’, do DJ e produtor musical mineiro Bronka
Marian E. Studio / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nascido em Montes Claros (MG) e radicado em Frankfurt, na Alemanha, o DJ e produtor musical mineiro Bronka dá sequência ao processo de inserção do funk brasileiro no universo da música eletrônica alemã com o EP “EDM de quebrada” – no mundo a partir de amanhã, quarta-feira, 16 de setembro, com cinco faixas e capa que expõe o artista em foto de Marian E. Studio.
Nome em ascensão nas pistas europeias e asiáticas, Bronka parte do funk brasileiro e da bass music nacional para conectar essas referências com acid, breakbeat, dubstep e techno dentro de estética clubber evocativa das raves dos anos 1990 e 2000.
Precedido pelo single que apresentou em 6 de agosto a faixa “Vem PPK”, o EP “EDM de quebrada” é o resultado de onze anos de vivência do DJ na cena eletrônica alemã, na qual debutou em 2015. É nessa ponte Brasil-Alemanha que transita o EP “EDM de quebrada” com escalas no Irã, na Indonésia e nos Estados Unidos.
Parceria de Bronka com o produtor iraniano Q-Rush, gravada com participação do MC nova-iorquino Stimulus, “Break iraniano” abre o EP com mix de breakbeat, beat bolha e referências da música popular do Irã, incluindo samples de dois temas desse país.
Em “Bonde do Vandal”, Bronka se junta ao produtor holandês-surinamês Jarreau Vandal em combinação de funk sobre base de dubstep. Já “Se concentra” é faixa produzida por Bronka com o DJ e produtor paulista DJ Saze. O tema parte da house para transitar por breakbeat com vocais de MC Buret e MC BF.
Fechando o EP, “Vem de 4” é produzida por Bronka om o indonésio Naken, nome que reitera a diversidade intercontinental dos colaboradores do DJ mineiro no EP “EDM de quebrada”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre o documentarista chileno Patricio Guzmán aos 85 anos


O cineasta chileno Patricio Guzmán
AFP
O cineasta chileno Patricio Guzmán, autor de documentários multipremiados como “A Batalha do Chile” e “Nostalgia da Luz”, morreu nesta terça-feira (15) aos 85 anos, em Paris, informou sua esposa à AFP.
Guzmán, que viveu no exílio durante grande parte de sua vida, especialmente em Cuba, Espanha e França, morreu esta madrugada de parada cardiorrespiratória em um hospital da capital francesa, segundo fontes próximas da família.
Uma de suas primeiras obras, a trilogia de “A Batalha do Chile”, filmada entre 1972 e 1973, sobre o governo do socialista Salvador Allende e sua derrubada em um golpe de Estado, estabeleceu as bases de sua cinematografia.
As gravações destes três filmes, considerados entre os grandes documentários políticos da história, se estenderam até o dia do golpe de Estado, em 11 de setembro de 1973, que deu início à ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).
Agora no g1
O ex-presidente chileno Gabriel Boric (2022-2026) homenageou Guzmán pelas redes sociais.
“Parti um gigante. Tivemos a honra de reconhecê-lo em vida e outorgar-lhe o Prêmio Nacional em 2023. Um abraço gigante à sua família”, escreveu o político de esquerda no X.
O cineasta Miguel Littin, indicado ao Oscar por “Acontecimentos de Marusia” e “Alsino e o Condor”, escreveu na mesma rede que Guzmán “outorgou rosto e voz ao Chile e suas dores” e “fundou um país que vive e luta e busca na memória sua verdade e real identidade”.
O Ministério das Culturas chilenos descreveu o documentarista, por sua vez, como “figura fundamental do cinema e da cultura nacional”, em mensagem publicada no Instagram.
“Através de sua obra, Patricio Guzmán construiu um legado que transcendeu nossas fronteiras e que seguirá dialogando com as novas gerações”, acrescentou a mensagem, acompanhada de uma foto do cineasta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: registros de crimes diminuem em 20% em relação a 2024, diz polícia


A atuação integrada das forças estaduais de segurança durante o Rock in Rio resultou em uma queda de 19,9% no número de registros no festival, em comparação com o mesmo período de 2024, segundo levantamento da Polícia Civil.
Segundo a corporação, a redução nos números também aparece quando os registros são analisados por tipo de ocorrência. Os procedimentos relacionados a furtos caíram 17,5% em 2026, enquanto os casos envolvendo especificamente o furto de telefones celulares apresentaram redução de 10,3% em relação ao mesmo período de 2024.
A edição deste ano marcou a estreia da Coordenadoria de Operações com Aeronaves Não Tripuladas (COANT) em grandes eventos. O período também contou, pela primeira vez, com a atuação do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (Nupatri).
Com policiais civis à paisana espalhados pela Cidade do Rock, o núcleo atuou diretamente entre os frequentadores para identificar suspeitos e interromper a ação de criminosos envolvidos, principalmente, em furtos e receptação de celulares.
Pedro Sampaio durante show no Rock in Rio 2026.
Steff Lima

Fonte: G1 Entretenimento

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Criolo celebra 15 anos do álbum ‘Nó na orelha’ com turnê que se estenderá por 2027, abarcando sete capitais do Brasil


Criolo celebra em show os 15 anos do álbum que deu projeção nacional ao rapper paulistano em 2011
Reprodução
♫ NOTÍCIA
♬ Lançado em abril de 2011, o segundo álbum de Criolo, “Nó na orelha” completa 15 anos em 2026 – efeméride que gera turnê comemorativa da data e do disco que deu projeção nacional ao rapper paulistano, até então conhecido somente no segmento do hip hop.
No domingo, 13 de setembro, Criolo estreou no festival Coala o show “Nó na Orelha – Quinze anos”, orquestrado sob direção artística de Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, produtores musicais do álbum que extrapolou o universo do rap com gêneros musicais como samba, bolero e reggae, rendendo sucessos como “Bogotá”, “Freguês da meia-noite”, “Não existe amor em SP” – a grande composição do álbum, já abordada por artistas como Célia (1947 – 2017), Emicida (em álbum ao vivo com Criolo), Milton Nascimento (com Criolo) e Paulo Miklos – e “Subirusdoistiozin”.
Na sequência não imediata, Criolo apresentará o show em Salvador (BA) em 8 de novembro, dentro da programação do festival AfroPunk. Um mês depois, em 13 de dezembro, o cantor e compositor faz o show no festival Psica, em Belém (PA). Mas não ficará nisso.
A turnê “Nó na Orelha – Quinze anos” se estenderá por 2027, abarcando ao todo sete capitais do Brasil entre abril e maio.
A primeira apresentação de 2027 está programada para 4 de abril, na Fundição Progresso, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Na sequência da retomada da turnê no Rio de Janeiro (RJ), o artista apresentará o show Nó na Orelha – Quinze anos” em Belo Horizonte (MG) na Arena Hall, em 10 de abril; em Curitiba (PR) no Cine Lido, em 23 de abril; em Porto Alegre (RS) no Auditório Araújo Vianna, em 24 de abril; e novamente em São Paulo (SP) no Suhai Music Hall, em 8 de maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Carminha e Nina de volta, ‘Avenida Brasil 2’ tem elenco divulgado com novos vilões


Carminha ( Adriana Esteves ) e Nina ( Debora Falabella ) em ‘Avenida Brasil’
Globo/Estevam Avellar
A TV Globo divulgou nesta terça-feira (15) parte do elenco da sequência “Avenida Brasil 2”.
Com estreia prevista para janeiro de 2027, a trama é criada e escrita por João Emanuel Carneiro. Ele adiantou que as protagonistas Carminha (Adriana Esteves) e Nina (Débora Falabella) seguem no centro da narrativa.
“A trama gira em torno de Carminha, que reaparece anos depois com um discurso de redenção, admirada por todos e tratada como exemplo de superação. O público será instigado a acompanhar como essa volta vai mexer com a vida da família de Tufão e dos demais personagens, sobretudo de Nina.”
“Essa também é uma oportunidade de voltar ao Divino, descobrir novos rostos, rever figuras queridas e saber o que aconteceu com cada uma delas ao longo desse tempo”, completou o autor.
Agora no g1
Na nova história, o retorno de Carminha não passa despercebido pelos moradores do Divino. Entre aqueles que se intrigam com suas atitudes está Renan Vitória (Thomás Aquino), uma liderança ascendente do bairro.
A aproximação entre os dois dá origem a uma relação complexa, marcada por disputas de influência e uma constante dúvida sobre quem está conduzindo o jogo.
Além de Adriana Esteves, Débora Falabella e Thomás Aquino, também estarão na novela:
Murilo Benício
Karol Lannes
Thalita Carauta
Jéssica Ellen
Cauã Reymond
Eliane Giardini
Marcos Caruso
Karine Teles
Juliano Cazarré
Leticia Isnard
Roberto Bomfim
Ravel Andrade
Cris Vianna
Ernani Moraes
Drico Alves
Thiago Rodrigues
Fábio Scalon

Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Sheeran perde todos os artistas que abririam sua turnê após expulsão de rapper por discurso pró-palestina


Ed Sheeran se apresenta no Rock in Rio 2024
Gustavo Wanderley/g1
Os cantores Finneas, Aaron Rowe e Lukas Graham e a banda Beoga declararam nesta terça-feira (15) que não vão mais abrir shows de Ed Sheeran, um dia após o anúncio de que Macklemore seria retirado da turnê.
Com isso, Sheeran agora perdeu todos os os artistas de abertura de sua turnê, que tem datas previstas até o dia 11 de dezembro.
Finneas, aliás, participaria das apresentações do cantor britânico em São Paulo nos dias 5 e 6 de dezembro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Kim Kardashian recebe indenização simbólica de 1 euro por roubo de joias em Paris


Kim Kardashian chega em Paris para depor sobre assalto de 2016
AP Photo/Aurelien Morissard
A estrela de reality shows dos EUA Kim Kardashian recebeu nesta terça-feira (15) uma indenização simbólica de 1 euro (cerca de R$ 5,90 ou US$1,15) dos ladrões que a amarraram sob a mira de uma arma em um hotel em Paris em 2016 e roubaram suas joias, incluindo seu anel de noivado de US$4 milhões, informou um advogado.
Kardashian, que havia testemunhado que achou que iria morrer durante o incidente, solicitou a quantia simbólica a alguns dos condenados em maio de 2025 pelo assalto em um processo de indenização civil, de acordo com um advogado do recepcionista do hotel — outro demandante.
Os assaltantes, frequentemente chamados na França de “Assaltantes Avôs” devido à idade avançada, usavam máscaras de esqui e estavam disfarçados de policiais. O assalto foi, na época em que ocorreu, o maior da França em 20 anos. A maioria das joias nunca foi recuperada, incluindo o anel de noivado dado a ela pelo então marido, o rapper Kanye West (agora conhecido como Ye).
O recepcionista do hotel havia pedido 500.000 euros (cerca de R$ 2,9 milhões) a título de indenização e recebeu cerca de 110.000 euros (cerca de R$ 653 mil), informou seu advogado.
Os advogados de Kardashian em Paris não responderam a um pedido de comentário.
Em 2025, no tribunal, Kardashian disse a Aomar Ait Khedache, o mentor do roubo e então com 69 anos, que o perdoava, mas que isso não apagava o trauma dos acontecimentos. Ele foi condenado a três anos de prisão, e outras sete pessoas foram condenadas por crimes relacionados ao roubo.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Maior open de molhos do mundo’: entenda como Hellmann’s entrou para o Guinness World Records™[1.1] no Rock in Rio 2026


O Rock in Rio Brasil 2026 entrou para a história por mais um motivo e, desta vez, o ingrediente principal não veio dos palcos, mas sim de 16 toneladas de molhos.
Durante os sete dias de festival, Hellmann’s elevou a experiência dos fãs com uma distribuição de molhos em escala inédita, rendendo um lugar no Guinness World Records com o recorde mundial de “a maior quantidade de molhos fornecida em um festival de música” com a ação “O Maior Open de Molhos do Mundo”.
O reconhecimento coroou uma megaoperação presente em diferentes pontos da Cidade do Rock. Ao total, foram distribuídas 16 toneladas de molho, entre molheiras e sachês – volume que ajuda a dimensionar o tamanho da estrutura necessária para transformar a ideia de um Open em uma experiência de proporções mundiais. O montante de molhos superou em 128% o volume distribuído por Hellmann’s no Rock in Rio 2024.
Do gramado ao Guinness World Records
Em meio à programação de shows, encontros e ativações, o Open ganhou vida própria: foi possível experimentar os molhos a cada parada em quatro espaços da marca ou com 10 promotores ambulantes espalhados pelo evento.
No centro dessa jornada esteve a linha Hellmann’s Supreme, com seus quatro sabores: Maionese, Ketchup, Mostarda e Barbecue. Ao lado deles, foi possível provar os últimos lançamentos da marca, como o Molho para Burger e o Molho para Chuchar sabor Cebola, Salsa & Limão, além das maioneses saborizadas Churrasco e Bacon.
A Cidade do Rock ganhou o molho
A operação também foi além do espaço proprietário da Hellmann’s.
Durante o festival, os produtos estiveram presentes em diferentes pontos de contato com o público, incluindo mais de 30 operações de food trucks e espaços de outras marcas presentes na Cidade do Rock, como iFood, Seara e TIM.
Essa presença ampliada foi fundamental para levar o Open a diferentes momentos da experiência do festival. O molho podia aparecer na hora de matar a fome entre um show e outro, durante uma pausa com os amigos ou em uma das diversas paradas gastronômicas espalhadas pelo evento.
Cada porção ajudou a construir o recorde
Pensada para que cada pessoa pudesse escolher seu sabor e incrementar o próprio lanche, cada nova porção distribuída contribuiu com o resultado final da operação, transformando as milhares de pessoas presentes no festival em parte de uma missão coletiva.
O Molhômetro, que acompanhou a distribuição em tempo real, ajudou a tornar essa dimensão visível para quem estava na Cidade do Rock. A cada nova porção, o contador avançava e revelava, na prática, a escala que o Open estava alcançando.
No fim, foram mais de 575 mil porções — um volume à altura de um feito grandioso e nunca antes visto em um festival de música, que garantiu à Hellmann’s o novo título no Livro dos Recordes.
Depois de sete dias, o resultado ficou registrado no Guinness World Records, mas também na memória de quem passou pela Cidade do Rock, escolheu seu molho e, porção a porção, ajudou a fazer o maior Open de Molhos do Mundo acontecer.

Fonte: G1 Entretenimento

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Promotor do caso do filho do cineasta Rob Reiner descarta pena de morte, diz site


O diretor Rob Reiner, sua esposa Michele Singer e seu filho Nick Reiner em evento de lançamento da Teen Vogue, em 2013
Michael Buckner / Getty Images via AFP
O promotor público do condado de Los Angeles, Nathan Hochman, retirou a pena de morte no caso de Nick Reiner, acusado de matar os próprios pais: o cineasta Rob Reiner, de 78 anos, e a fotógrafa Michele Singer Reiner, de 70. De acordo com o TMZ, a decisão foi tomada devido à postura dos pais de Nick Reiner, que eram contrários à pena.
Ainda de acordo com a publicação, outro fator que influenciou na decisão é que o caso tem sido difícil para os irmãos de Nick, Jake e Romy Reiner.
Rob Reiner, diretor do filme “Harry e Sally”, e a esposa são mortos a facadas na Califórnia
Acusado de matar os pais, filho do cineasta Rob Reiner reivindica acesso a fundo milionário da família
No mês passado, uma acusação formal emitida por um grande júri foi tornada pública no caso. O documento acrescentou a alegação de que Nick Reiner estava de tocaia antes de matar os pais. Reiner se declarou inocente de todas as acusações.
A expressão “lying in wait” significa que o suspeito teria esperado ou se escondido das vítimas para surpreendê-las em uma emboscada. Como agravante, a alegação busca demonstrar premeditação do crime. Caso fosse condenado por homicídio e os jurados concluíssem que ele estava de tocaia, Reiner poderia se tornar elegível à pena de morte.

Fonte: G1 Entretenimento

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Péricles canta Motown é eleito o melhor show nacional do Rock in Rio 2026 pelo g1


Péricles se apresenta no Rock in Rio 2026
Anderson Bordê/AgNews
Péricles canta Motown foi eleito pela redação do g1 como o melhor show nacional e quarto melhor show do Rock in Rio 2026. Ao todo, quatro brasileiros entraram para o top 10:
Melhor show nacional: Péricles canta Motown
2º: João Gomes
3º: Pedro Sampaio
4º: Marina Sena
O g1 acompanhou e cobriu todos os shows dos palcos principais: Sunset e Mundo. Abaixo, veja os destaques positivos e negativos desta edição do festival.
As listas foram feitas com base nos reviews do g1, que fez a cobertura dos principais shows do Rock in Rio. Os critérios levam em conta não só a relevância e o talento de cada artista. A apresentação no festival, a reação da plateia, a escolha do setlist, a execução das músicas e a parte técnica da performance também são fatores considerados nos rankings.
Os melhores shows do festival
10. Stray Kids
Stray Kids canta ‘After you’ no Rock in Rio
Eram oito integrantes no palco e muito a se falar sobre a performance deles, mas é difícil escapar do clichê: no show do Stray Kids, o maior espetáculo veio da plateia.
Em sua segunda vinda ao Brasil, após shows em estádios do Rio e de São Paulo no ano passado, o grupo mostrou suas credenciais para ter se tornado headliner da primeira noite de K-pop da história do Rock in Rio.
Foram recebidos por gritos, cantoria e muitas, muitas dancinhas dos STAYs, codinome dos fãs. Eles retribuem com coreografias precisas no palco, com destaque para a de “Domino”. Com tanta dança, é claro que eles se apoiam em vocais de apoio gravados, mas é fácil notar que há partes cantadas ao vivo, como o trecho de “Ai se eu te pego”, hit na voz de Michel Teló. Leia mais sobre o show do Stray Kids.
9. Foo Fighters
Foo Fighters abre show no Rock in Rio com ‘All my life’
No fechamento da primeira noite de Rock in Rio, o Foo Fighters deu aos fãs o que eles esperavam. Foi uma performance segura, fruto de seis vindas anteriores ao Brasil. Aos 57 anos, Dave Grohl provou estar em boa forma como cantor. Quem é fã sabe que a voz dele já deu sinais de desgaste por problemas médicos. Aliás, é provável que o otorrino dele não aprove essa ideia aí de cantar o show inteiro mascando chiclete.
Além de trocas no repertório em relação ao The Town 2023, como as inclusões das baladas “Wheels” e “Marigold”, a maior novidade foi a troca de baterista. Ilan Rubin, correto em sua função, entrou em 2025 após a saída de Josh Freese, que tinha assumido o posto de Hawkins no evento em São Paulo. Como no festival paulistano, “Aurora”, do álbum “There Is Nothing Left to Lose” (1999), foi dedicada ao baterista, que tocou no Foo Fighters de 1997 a 2022, quando morreu. A balada era a música favorita dele.
Outro momento emocionante, “Marigold” não estava no setlist de 2023. A música escrita por Grohl apareceu primeiro em “Pocketwatch”, disco que ele lançou em 1992 com o projeto Late!. O Nirvana, banda anterior de Grohl, gravou uma versão em 1993, como lado B do single “Heart-Shaped Box”. Leia mais sobre o show do Foo Fighters.
8. Marina Sena
Marina Sena rasga boneco no Palco Sunset, do Rock in Rio
Marina Sena finalmente estreou no Rock in Rio, no Palco Sunset, no domingo (13). A artista já tinha passado pelo festival como convidada de Luísa Sonza e até pelo The Town, para cantar Gal Costa; mas só agora, em 2026, ganhou um show para chamar de seu.
Podendo mergulhar em seu próprio repertório, Marina aproveitou para expandir suas “Coisas Naturais”. O disco fala sobre raízes e identidade da cantora, natural de Taiobeiras, no norte de Minas.
O que norteou o show, musical e visualmente, foi essa pegada orgânica: rabeca, violões e percussões soltas, roupas e elementos como se feitos à mão. Leia mais sobre o show de Marina Sena.
7. Pedro Sampaio
Pedro Sampaio leva mar de leques ao Palco Mundo
Pedro Sampaio abriu a programação do Palco Mundo do Rock in Rio entupido de gente por todos os lados no sábado (12) com um show que marcou o início de uma nova fase da carreira.
Para quem estava em dias anteriores do festival, deu para notar a diferença com outras atrações que tiveram a missão de abrir o Mundo no mesmo horário (Luísa Sonza, por exemplo) até pelo mar de “vipões” espremidos nas muretinhas de vidro dos camarotes.
Ao longo do show, ele e os dançarinos brincaram de guerra de travesseiros como numa boa festa do pijama. Plumas e penas voaram por todos os lados durante a batalha. Leia mais sobre o show de Pedro Sampaio.
6. Jamiroquai
Jamiroquai toca ‘Space Cowboy’ no Rock in Rio
A banda britânica Jamiroquai estava meio deslocada no line-up do dia de k-pop no Rock in Rio. Nesta segunda vez pelo festival – 15 anos após a última –, o grupo ocupou um espaço peculiar entre as atrações: tocou no Sunset, logo antes do headliner Stray Kids, no Palco Mundo.
Com essa concorrência desleal, as fiéis “stays” (fãs de Stray Kids) ficaram por lá, e o Sunset acabou virando, de modo geral, estacionamento de pais… e alguns filhos. E segundo Zé Ricardo, curador do festival, que falou ao g1, essa era a intenção.
A sorte é que um bom groove é atemporal, e até as crianças presentes (por insistência dos pais, provavelmente) estavam dançando. Essa é a fórmula mágica do acid jazz do Jamiroquai, que mescla funk, soul, disco com elementos eletrônicos do house ao hip-hop. Baixo inquieto, percussão apertada, teclas com brilho, e ninguém no público ficou parado. Leia mais sobre o show do Jamiroquai.
5. João Gomes
João Gomes & Orquestra Brasileira animam público do Rock In Rio com ‘Frevo Mulher’
Depois de conquistar público e estrelas de diversos gêneros musicais, incluindo bambas da MPB, João Gomes resolveu mostrar que tem a senha até para conquistar um bom espaço no Rock in Rio, abrindo as portas do piseiro e ampliando as do forró no festival.
O artista pernambucano voltou ao festival para cantar ao lado do que chamou de Orquestra Brasileira — uma banda montada especialmente para a apresentação.
Tudo isso dentro do possível no ambiente do festival, claro. A orquestra de frevo acabou se misturando ao som da música pop que tocava em estandes de marca, o que deu uma pequena quebra no Carnaval de João. Mesmo assim, muita gente se reuniu para acompanhar o cortejo e entrou na onda. Leia mais sobre o show de João Gomes.
4. Péricles canta Motown
Multidão canta ‘I’ll Be There’ com Péricles no Rock in Rio
Quem já foi a algum show de Péricles, já deve ter visto ele inserir no meio de seus sucessos do samba e do pagode a faixa “Stand by Me”, da lenda do soul Ben E. King. Mas para sua apresentação no Palco Sunset, do Rock in Rio, nesta segunda-feira (7), o artista fez deste gênero o principal. E único.
Péricles deixou para trás a linha musical que o consagrou, abraçou hits do soul e do R&B norte-americanos e usou o português somente para conversar com o público. Leia mais sobre o show de Péricles.
3. Bring Me The Horizon
Bring Me The Horizon toca ‘Dehumanized, hit do 1° álbum lançado em 2006 e relançado este
Praticamente com um CPF para chamar de seu, Oli, o vocalista, fez de um tudo: chamou fã vestido de camisa do Brasil para cantar no palco, surpreendeu a plateia que o acompanha desde o inicinho com músicas do primeiro álbum e até se embananou chamando Rio de Janeiro de São Paulo.
A plateia, devota e provocada pelo cantor, tratou rapidamente de formar o maior número de rodinhas que conseguiu, com direito a sinalizadores de tudo que é cor.
No meio do bate-cabeça, ninguém parecia estar nem aí se o mapa do videogame estava sendo jogado em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Leia mais sobre o show do Bring Me The Horizon.
2. Hwasa
Hwasa canta ‘Maria’ no Rock in Rio 2026
Ao entrar (desfilar, na verdade) no Palco Mundo, Hwasa virou parte da história do Rock in Rio. Afinal, cantou no dia da estreia do k-pop no festival, o que fez dela a primeira artista solo (e primeira mulher) do pop sul-coreano por aqui.
Esses marcos combinam com a identidade da cantora: Hwasa se posiciona como uma popstar firme, desbravadora e até feminista para os moldes do k-pop. A artista, que é integrante do girlgroup Mamamoo, consolidou sua carreira solo ao cantar sobre autoestima, empoderamento e sexualidade sem aquela polidez habitual das idols coreanas.
Deu pra ver isso logo de cara. Hwasa já entrou com a música que leva o nome dela, seguida da enérgica “Chili”. De microfone ligado, deixou claro que é diva pop “old-school”: canta bem, dança muito, tem presença de palco e sensualiza um bocado.
1. Elton John
Elton John toca ‘Your Song’ no Rock in Rio
A volta de Elton John ao Brasil, após 9 anos, trouxe grandes hinos românticos e o cantor trajando um terno de paletó amarelo fluorescente e camisa azul-marinho. Em sua terceira vinda ao Rock in Rio e oitava vez no país, Elton se tornou o headliner mais velho da história do festival.
Com um repertório que o fez vender mais de 300 milhões de discos em todo o mundo, Elton passeou pelo melhor do rock radiofônico, com baladas imbatíveis como “I Guess That’s Why They Call It the Blues” e “Goodbye Yellow Brick Road”.
Sentir ao vivo o peso desses clássicos ganha outros contornos quando se sabe que Elton desacelerou o ritmo na carreira. Só que ele segue entoando “I’m still standing” e a torcida é para que continue em pé por muito tempo. Leia mais sobre o show de Elton John.
…E os piores
5. J Balvin
J Balvin canta ‘Perversa’ com Pedro Sampaio no Rock in Rio
Estreante no Rock in Rio, J Balvin convocou o DJ Pedro Sampaio para subir ao Palco Mundo. Juntos, eles cantaram “Perversa”, feat lançado por eles em 2024. Em seguida, Pedro disse que tinha um “presente” para Balvin e chamou Melody para apresentar “Jet ski”.
Depois do show do brasileiro, J Balvin tinha a importante missão de manter o clima dançante antes de entregar o espaço para Demi Lovato e Maroon 5. As estrelas ainda se apresentariam ao longo da noite que tinha o “pop mainstream” como veia.
Balvin emendou várias músicas e até conseguiu manter o público animado, embora bem menos engajado do que o de Pedro Sampaio. A presença do DJ brasileiro animou bem mais a plateia. Leia mais sobre o show de J Balvin.
4. Luísa Sonza
Luísa Sonza faz público dançar com ‘Motinha 2.0 (Mete Marcha)’
Quem leu o nome do show “Luísa Sonza convida Menescal” pensou que a cantora faria uma homenagem à bossa nova tendo o ícone do estilo com algum destaque. A cantora gaúcha, porém, entregou seu recorrente show pop com um pequeno bloco dedicado à bossa. Seria maldade dizer que o mais intimista da performance foi o público pequeno, o menor dentre as três performances dela no Rock in Rio?
Após mostrar força em duas participações no Rock in Rio, Luísa teve problemas nesta segunda (7). O pior deles foi a pouca presença de público. Era fácil chegar na grade. Bastava desviar de uns poucos fãs de Elton John, headliner da noite.
Outro problema foi o som. Ele estava embolado e estourado, com a voz da cantora por vezes escondida em uma massa sonora, principalmente em canções de batidas pesadas como “Motinha 2.0”. Era difícil entender o que ela cantava se você não conhecesse as letras e não se tratava de um problema de dicção. Afinal, ela evoluiu bastante como cantora. Leia sobre o show de Luísa Sonza.
3. Hot Milk
Hot Milk toca ‘Candy coated lie$’ no Rock in Rio 2026
A banda britânica Hot Milk estreou no Rock in Rio em horário privilegiado: foi a penúltima atração do Palco Sunset na sexta (4). Mas um bom horário pode ser mais um fardo que uma vantagem, como a banda comprovou ao encontrar um público modesto – bem menos engajado que horas antes, com Detonautas e Biquini.
“Brasil, cadê vocês, p*rra?”, gritou a vocalista Han Mee, com expressão decepcionada ao entrar no palco.
Foi preciso explicar, didática e repetidamente, que ela queria ver gente, rodinhas punk e alguma resposta. Mas pouco funcionou com a apática galera desta sexta – o que deu certo foi na marra.
Ficou a frustração, mas a sensação de que eles fizeram tudo o que podiam. Nem todo esforço do mundo salva uma banda que não está no palco certo na hora certa. Leia mais sobre o show do Hot Milk.
2. MGK
MGK toca ‘My ex’s best friend’ no Rock in Rio
Mesmo tentando apostar nas músicas mais pesadas de seu repertório, Colson Baker, nome real do artista de 36 anos, enfrentou uma plateia dividida. No começo, interrompeu o show para acalmar parte do público que o hostilizava.
Fãs de Avenged Sevenfold não morrem de amores por MGK, ao que parece. Meio nervoso, disse que era um cara de Ohio vivendo seu sonho e estava ali para cantar para seus fãs. “Existem dois tipos de música: boa e ruim”, explicou, sem deixar claro a qual das duas se dedicava.
Há momentos acima da média como a performance sóbria de “My ex’s best friend”, a última da noite. Em um festival dominado por emos, faria sentido, mas em uma noite de Rock in Rio voltada ao rock pesado, não funcionou. Leia mais sobre o show do MGK.
1. Nelly
Nelly canta ‘Dilemma’ no Rock in Rio
No chuvoso terceiro dia de festival, Nelly deixou bem claro que não veio para inventar. Com um DJ e um hype man (rapper de apoio), ele comandou uma festa nostálgica na qual basicamente grita palavras de ordem, rima e canta, trajando uma camisa de basquete da coleção da Nike dedicada a Michael Jordan e a Seleção Brasileira.
Não há banda de apoio, transições bem pensadas entre as músicas ou direção artística para aproveitar bem o mega telão. É como se três amigos subissem ao palco e ligassem uma playlist This is Nelly no estilo karaokê, incluindo o R&B “Just a dream”, de 2010, uma das mais cantadas.
Mesmo com uma performance tão enxuta, a plateia aprovou a ideia, embora não parasse de conversar. O pico da tagarelice vinha quando ele não estava cantando hits dele e de outros: de Michael Jackson e Hall & Oates a Journey. Eram apenas versões curtas com Nelly berrando por cima, como se estivesse cantando em seu chuveiro. Leia mais sobre o show de Nelly.

Fonte: G1 Entretenimento