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‘Não! Não Olhe!’ estreia na liderança da bilheteria nacional


Novo terror de Jordan Peele arrecadou R$ 3 milhões e levou por 142 mil pessoas à salas de cinema de todo o país. ‘Não! Não Olhe!’: veja o trailer
“Não! Não Olhe!” desbancou “Dragon Ball Super: Super Herói” e assumiu a liderança da bilheteria nacional em sua semana de estreia.
O novo terror de Jordan Peele arrecadou R$ 3 milhões no período entre 25 de agosto e 28 de agosto, segundo dados da ComScore. O longa levou por 142 mil pessoas à salas de cinema de todo o país.
g1 já viu: ‘Não! Não olhe!’ é terror esperto, mas abaixo dos outros de Jordan Peele
“O Lendário Cão Guerreiro”, outro estreante da semana, ficou com a terceira colocação (R$ 1,1 milhão), aparecendo logo após de “Minions 2: A Origem de Gru” (R$ 1,3 milhão).
No total, os dez filmes mais vistos no período somaram R$ 11,4 milhões e foram assistidos por 556 mil pessoas.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 25 a 28 de agosto:
“Não! Não Olhe!” – R$ 3 milhões
“Minions 2: A Origem de Gru” – R$ 1,3 milhão
“O Lendário Cão Guerreiro” – R$ 1,1 milhão
“After – Depois da Promessa” – R$ 1,07 milhão
“Dragon Ball Super: Super Herói” – R$ 1,6 milhão
“Trem-Bala” – R$ 950 mil
“Thor: Amor e Trovão” – R$ 904 mil
“Elvis” – R$ 771 mil
“O Telefone Preto” – R$ 613 mil
“DC Liga dos SuperPets” – R$ 571 mil
Daniel Kaluuya, Keke Palmer e Brandon Perea em ‘Não! Não olhe!’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: ingresso só no celular, como chegar, o que pode levar: veja o guia para o festival


O g1 compilou as principais dúvidas para a oitava edição que começa nesta sexta-feira (2). Palco Mundo do Rock in Rio em imagem divulgada pelo festival em agosto de 2022
Reprodução/Twitter do festival
A nona edição do Rock in Rio em sua terra natal começa no dia 2 de setembro. Serão sete dias de shows na Cidade do Rock, na Zona Oeste do Rio.
Abaixo, o g1 compilou as principais dúvidas sobre a programação, mobilidade, regras e alimentação.
Ingressos pelo celular
Previsão do tempo
Programação
A Cidade do Rock
Como chegar
O que comer e beber
Carteira digital com ingressos para o Rock in Rio
Eduardo Pierre/g1
Ingressos, só no celular
Esqueça as folhas amassadas, cartões magnéticos ou pulseiras com chip. Este ano, o ingresso será 100% digital e deverá ser apresentado nas catracas somente pelo celular.
E não se trata de baixar um PDF e exibi-lo na roleta, ou fotografar a compra concluída: é necessário adicionar o bilhete a uma carteira digital, como a do Google — qualquer outra forma não será aceita.
O processo tem que ser feito inteiramente no celular — não adianta abrir no computador.
Primeiro, no navegador mobile, acesse a Ingresso.com. Na opção Rock in Rio, siga as instruções para preencher um pré-formulário curto (com seu nome e seu CPF) e, então, adicionar o tíquete no dispositivo.
Quem comprou um ingresso para alguém precisa, também pelo celular, indicar a transferência. O destinatário deve ter uma conta na Ingresso.com e uma carteira digital. Basta o comprador informar o e-mail do acompanhante — o mesmo registrado na plataforma.
Não haverá opção de transferência virtual no dia do show. O download está disponível até as 23h59 do dia anterior à data escolhida.
Previsão do tempo
Vai chover?
Até a última atualização desta reportagem, a Climatempo previa chuva somente para a segunda semana do festival, nos dias 8 e 11.
Posso levar guarda-chuva?
Não, e quem insistir será barrado e obrigado a deixar o acessório na porta.
Programação
Quais os horários dos shows?
Serão os mesmos do festival passado.
No Palco Mundo:
18h
20h10
22h20
0h10
No Palco Sunset:
15h30
16h55
19h05
21h15
No Espaço Favela:
16h30
17h55
20h05
No Supernova:
16h30
17h30
18h30
19h30
Veja um resumo nesta tabela:
Horários dos principais shows do Rock in Rio 2022
Headliners do Rock in Rio, da esquerda; Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Guns N’ Roses, Green Day, Coldplay e Dua Lipa
Marcelo Brandt/g1; Fábio Tito/g1; Flavio Moraes/g1; Celso Tavares/g1; Kevin Winter/The Recording Academy/AFP
Os shows se sobrepõem?
Das 18h até meia-noite, as atrações dos palcos Mundo e Sunset se alternam, sem sobreposição.
Já nos outros palcos os espectadores terão de escolher. O New Dance Order, de música eletrônica, toca direto a partir das 16h. Os demais espaços – como o Favela, o Rock District e o Supernova – têm programação simultânea.
Qual a programação dos outros palcos?
O line-up completo pode ser conferido aqui.
A Cidade do Rock
Megatênis sujo de lama lembra Rock in Rio de 1985
Reprodução/TV Globo
Onde fica o Rock in Rio?
O festival está montado no Parque Olímpico da Barra, na Avenida Embaixador Abelardo Bueno. Veja as opções de transporte abaixo.
A que horas os portões abrem?
O público poderá entrar às 14h. A música já começa a rolar nos espaços e vai até as 4h.
Até que horas posso entrar?
Os portões se fecham à 1h.
Como chegar
O melhor jeito de chegar à Cidade do Rock é de ônibus. Há duas modalidades: o Rock Express e o Primeira Classe.
Qual a diferença do Rock Express para o Primeira Classe?
O Rock Express sai dos terminais Jardim Oceânico (onde há conexão com o metrô) e Alvorada (de onde saem linhas do BRT). Os ônibus vão pelas calhas do BRT, fugindo do trânsito.
Já o Primeira Classe sai de diferentes pontos do RJ com destino a um terminal dentro da Cidade do Rock.
Veja mais detalhes:
Rock Express
Ônibus comuns vão circular das 12h às 5h ligando o Jardim Oceânico e o Alvorada à Estação Parque Olímpico.
O ingresso custa R$ 22, ida e volta — independentemente se a pessoa pegar apenas um dos trechos.
A compra é feita pela internet.
Primeira Classe
O bilhete custa R$ 125, ida e volta, e deixa dentro da Cidade do Rock. As linhas partem destes locais:
Aeroporto Riogaleão: Desembarque Terminal 2
Barra da Tijuca – praia: Av. Lucio Costa 3.600
Bossa Nova Mix: em frente ao embarque do Aeroporto Santos Dumont
Botafogo Praia Shopping: Rua Professor Alfredo Gomes
Centro: Rua da Assembleia 10
Copacabana: Rua Siqueira Campos, em frente ao 143
Downtown
Ipanema: Rua Prudente De Moraes, junto à Praça General Osório
Lagoa: Avenida Borges de Medeiros, pista de serviço, 1.424
Niterói: Praça Don Orioni
Norteshopping
Nova América
Petrópolis: Rua Padre Siqueira, em frente ao nº 419
Recreio: Av. das américas, esquina com a Av. Jose Luiz Ferraz
Rio Design Barra
Rodoviária Novo Rio: Plataforma 58
Tijuca: Rua Almirante Cochrane 146
A compra é feita pela internet, onde há os horários disponíveis.
É possível embarcar num ponto e escolher outro itinerário para volta. No retorno para casa, motoristas estão autorizados a permitir o desembarque em qualquer parte do percurso.
Posso ir de carro?
O festival recomenda pegar o transporte público e os ônibus especiais.
Ruas próximas à Cidade do Rock ficarão fechadas das 14h às 6h nos dias de shows, e somente moradores poderão passar pelos pontos de bloqueio — o cadastramento já se encerrou.
A Avenida Embaixador Abelardo Bueno, onde fica o portão da Cidade do Rock, por exemplo, estará interditada entre as avenidas Salvador Allende e Arroio Pavuna. Vias internas, como a Aroazes, a Franz Weissman e a Francisco de Paula também serão fechadas.
Apesar disso, será possível estacionar no Shopping Metropolitano Barra, cuja entrada fica antes das barreiras, e caminhar 2 km.
Mapa das interdições do Rock in Rio 2022
Infografia: Juan Silva/g1
Posso ir de Uber?
Sim — mas será necessário andar um pouco. O aplicativo montou uma base no Riocentro, a cerca de 1 km do Parque Olímpico, para embarque e desembarque. Além de um espaço para sentar e descansar, o local contará com banheiros, estações de carregamento de celular e food-trucks.
O local terá ainda faixas designadas na área de espera. Dessa forma, os motoristas parceiros poderão informar aos usuários, via app, em que faixa estão aguardando.
Para chegar ao local e ter acesso ao evento, basta que o usuário digite Centro de Convenções Riocentro como destino no aplicativo da Uber. Lá, placas de sinalização e o time de apoio da Uber informarão a direção até o Parque Olímpico.
Quando a música acabar e o público estiver pronto para voltar para casa, basta voltar ao Espaço Uber, no Riocentro, solicitar um carro e aguardar.
Posso ir de metrô?
Sim — mas será necessário fazer baldeação. A Estação Jardim Oceânico, que faz a integração com o serviço especial Rock Express, ficará aberta 24 horas para embarque. As demais estações do sistema funcionarão em seu horário normal para embarque e, durante a madrugada, seguirão abertas, mas somente para desembarque.
Nos dias úteis, os trens das linhas 1 e 4 farão trajeto entre Uruguai e Jardim Oceânico, com transferência entre as linhas 1 e 2 nas estações do trecho compartilhado (Botafogo – Central) durante o horário regular do festival.
As composições da Linha 2 farão o trajeto entre Pavuna e Botafogo, das 5h às 23h59, com transferência no trecho compartilhado entre Botafogo e Central. Porém, durante as madrugadas, entre 0h e 5h, após a operação regular, a transferência será feita no Estácio.
Já aos sábados e domingos, a transferência de todas as linhas será obrigatória na Estação Estácio.
A concessionária sugere que os clientes antecipem a compra do bilhete, que custa R$ 6,50 por trecho, para facilitar o embarque na hora do evento, no site giro.metrorio.com.br/ ou aplicativo do GIRO, nas estações, ou que paguem suas passagens por aproximação com cartões ou dispositivos habilitados com tecnologia NFC, direto na catraca na hora do embarque, ou com o Riocard.
Alimentação
Posso levar comida de casa?
Sim, mas há restrições. Cada pessoa pode entrar com cinco itens. A organização recomenda levar sanduíches em sacos plásticos lacrados – ziplocks – ou pacotes de alimentos industrializados fechados.
Potes rígidos, como tupperwares, estão vetados.
Kit permitido no Rock in Rio: capa de chuva, garrafinha plástica sem tampa e alimentos – como sanduíches e frutas – embalados
Narayanna Borges/GloboNews
Posso levar isopor?
Não.
Posso levar bebidas?
Não, mas é permitido levar uma garrafinha sem tampa para encher de água nos bebedouros espalhados pela Cidade do Rock.
O que não pode levar?
garrafas de qualquer gênero, tamanho ou material (exemplos: garrafas de água mineral, squeezes etc.), exceto garrafas plásticas para consumo de água, desde que sem tampa.
embalagens rígidas e com tampa (exemplo: potes de plásticos do tipo tupperware);
latas;
capacetes;
armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo (facas, canivetes etc.);
cadeiras/banquinhos;
guarda-chuvas;
objetos pontiagudos;
objetos perfurantes ou cortantes (tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha);
fogos de artificio, dispositivos explosivos, sinalizadores e aparatos incendiários de qualquer espécie;
objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos, inclusive desodorantes de qualquer tipo, pasta ou escova de dente);
bebidas (em qualquer tipo de recipiente);
skate, bicicleta ou qualquer tipo de veículo motorizado ou não;
isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio para armazenagem;
bastão de selfie (extensor para tirar autorretrato);
itens que possam ser utilizados para marketing de emboscada;
substâncias venenosas e/ou tóxicas, incluindo drogas ilegais;
bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com divulgações comerciais;
drones de qualquer tipo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como o quimono se tornou um símbolo de opressão em algumas partes da Ásia


Embora hoje não seja mais uma peça de vestuário usada com frequência, essa roupa tradicional japonesa continua carregando um simbolismo profundo. Embora hoje não seja mais uma peça de vestuário usada com frequência, essa roupa tradicional japonesa continua carregando um simbolismo profundo
Getty Images via BBC
Uma mulher em Suzhou, na China, foi recentemente detida por “provocar problemas”, segundo a imprensa do país.
O suposto crime que ela cometeu foi ser vista usando um quimono. A mulher estava vestida como uma personagem de mangá (um quadrinho japonês). Prendê-la pode parecer dramático, mas há mais em jogo aqui do que um simples erro de moda.
A roupa é um identificador cultural e, para muitos, um símbolo de identidade e orgulho nacional. Quando você pensa em quimono, pode lembrar do Japão. No entanto, a vestimenta raramente é usada no Japão atualmente, exceto em festivais ou celebrações tradicionais.
Como resultado, a indústria de quimonos, que cresceu na década de 1980, está passando por uma grande desaceleração.
No entanto, o quimono usado hoje não é uma invenção dos japoneses. Ele remonta ao século 7, quando a corte imperial começou a usar roupas adaptadas com estilo chinês.
Apesar dessa origem chinesa, o quimono é um importante símbolo cultural do Japão globalmente. E, em muitos países asiáticos, especialmente naqueles que foram brutalmente colonizados pelo Japão, ele continua sendo um símbolo de opressão.
De roupas populares a obras de arte
Há uma longa história de semelhanças na moda entre o Japão e a China.
Exploradores chineses das áreas do sul do Japão antigo, por volta do século 3 a.C., encontraram pessoas vestindo túnicas simples, vestimentas tipo poncho, e uma espécie de calça e blusa plissados.
Elas eram semelhantes às roupas usadas em partes da China na época. As imagens de rainhas sacerdotisas e chefes tribais no século 4 d.C. no Japão também mostram figuras com roupas como as usadas pela dinastia Han da China.
Em muitos países asiáticos, especialmente naqueles que foram brutalmente colonizados pelo Japão, o quimono continua sendo um símbolo de opressão
Getty Images via BBC
O primeiro ancestral do quimono surgiu no Japão no período Heian (794-1185). Mas ele muitas vezes usava a vestimenta com hakama de estilo chinês (calças plissadas ou saias longas). Essa roupa era feita de pedaços retos de pano presos com uma faixa estreita nos quadris.
No período Edo (1603-1868), todos usavam uma vestimenta unissex conhecida como kosode, feita de pedaços retos de tecido costurados como o quimono conhecido hoje.
No início de 1600, o Japão foi unificado por Xogum Tokugawa em um xogunato feudal (uma espécie de ditadura militar), com Edo (agora Tóquio) como sua capital.
A cultura japonesa se desenvolveu durante esse período quase sem influência externa, e o kosode, como precursor do quimono, passou a representar o que simbolizava ser japonês.
As roupas folclóricas e de trabalho também se baseavam na faixa frontal (da esquerda para a direita), blusas com mangas caídas e amarradas com cordões ou cadarços seguindo um padrão básico de quimono.
O papel do fabricante de quimonos se desenvolveu e o valor de algumas peças aumentou exponencialmente, como se fossem obras de arte de valor inestimável.
Símbolo da cultura japonesa
Após épocas de um Japão “fechado”, a era Meiji (1868-1912) marcou um período de rápida modernização e influência estrangeira. O quimono, que significa “o que vestir”, tinha nome próprio e nasceu oficialmente.
O Grande Terremoto de Kanto, em 1923, foi um catalisador para a ocidentalização do Japão
Getty Images via BBC
Isso aconteceu mesmo apesar de um novo édito imperial que rejeitou a vestimenta antiga por ser “efeminada” e “não-japonesa”. Como resultado, homens, funcionários do governo e militares foram incentivados a usar roupas ocidentais, o yōfuku, em vez do tradicional wafuku.
Mas como o Japão estava passando por uma mudança fundamental em vários níveis, a visão das mulheres vestindo quimonos era reconfortante e um símbolo popular nipônico.
As mulheres começaram a usar mais roupas de estilo ocidental, especificamente as peças íntimas, após o Grande Terremoto de Kanto em 1923, pois muitas delas se sentiam constrangidas por serem expostas e isso as impedia de pular ou ser resgatadas de andares altos em prédios.
A possibilidade de que menos mulheres pudessem ter perdido suas vidas no desastre se estivessem usando um yōfuku ou pelo menos uma calcinha sob seus quimonos foi um catalisador para a ocidentalização generalizada.
A “superioridade” do quimono
A era Showa do Japão começou em 1926, quando o imperador Hirohito chegou ao trono. Esse período abrangeu duas guerras mundiais e a ascensão de um ultranacionalismo cultural estridente e foi descrito como o período mais importante, calamitoso, bem-sucedido e glamoroso da história recente do Japão.
Foto de arquivo de mulheres confeccionando quimonos
Getty Images via BBC
Para aqueles que acreditavam na ideia da singularidade japonesa (Nihonjin-ron), que se tornou especialmente popular após a Segunda Guerra Mundial, o quimono (junto com outros aspectos da cultura nipônica) era considerado superior à alternativa ocidental.
Enquanto o uso real da roupa diminuiu, o status simbólico do quimono no Japão aumentou.
Na década de 1930, o Japão era uma grande potência colonial, tendo se transformado de uma fraca sociedade feudal em uma potência militar moderna e independente na década de 1980.
Como tal, a nação havia lançado conquistas territoriais nos países vizinhos.
Então, enquanto as pessoas no Japão “se vestiam como correspondem” em uma tentativa ousada de parecerem poderosas para o Ocidente, os ocupantes japoneses em Taiwan e na Coreia encorajavam ativamente as mulheres locais a usar quimono para mostrar o papel superior do Japão e “a grande prosperidade compartilhada com o leste da Ásia” na região.
Um estudo de como o quimono foi percebido em Taiwan e na Coreia durante o período colonial japonês, de 1895 a 1945, mostrou que o quimono nipônico está claramente relacionado ao controle colonial do Japão e às responsabilidades de guerra do país.
Os perigos do nacionalismo
O uso de uma peça de roupa tão bonita e elegante como arma deixou claramente sua marca.
Como a mulher presa na China foi recentemente advertida.
“Se você estivesse vestindo um Hanfu (roupa tradicional chinesa), eu nunca teria dito isso. Mas você está vestindo um quimono. Você é chinesa!”, diziam os relatórios.
O quimono continua sendo um símbolo da tradição japonesa e um lembrete dos perigos do nacionalismo para os países que foram ocupados durante a guerra e sofreram atrocidades.
Mas enquanto o Japão se prepara para dobrar seu orçamento de defesa, levantando questões sobre sua identidade pacifista desde o período pós-guerra, e a China flexiona sua força em Hong Kong e Taiwan, as autoridades devem se preocupar com mais do que apenas uma mulher vestida de quimono.
Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62709508

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: mais de 1,1 mil policiais farão a segurança do evento


Pontos de chegada e saída da Cidade do Rock receberão policiamento 24 horas durante os 7 dias de Rock in Rio. Lotação de hotéis já está estimada em mais de 80%. A 42ª DP (Recreio) receberá exclusivamente casos ligados ao Rock in Rio durante os dias de evento. Coletiva do planejamento de segurança do Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
Representantes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Rock in Rio apresentaram na manhã desta segunda-feira (29) o planejamento de segurança para o evento, que começa na sexta-feira (2).
Mais de 1,1 mil policiais, entre militares e civis, estarão dedicados à segurança do evento. Pontos de chegada e saída da Cidade do Rock receberão policiamento 24 horas durante os 7 dias de Rock in Rio e estarão bloqueados pela Polícia Militar.
A 42ª DP (Recreio) receberá exclusivamente casos ligados ao Rock in Rio durante os dias de evento. A Polícia Civil contará com 550 policiais apenas na Cidade do Rock, fora outros 240 que vão reforçar as delegacias próximas ao evento. Haverá uma delegacia também dentro da Cidade do Rock.
Terão reforços a 16ª DP (Barra da Tijuca), 32ª DP (Taquara) e a delegacia do Recreio dos Bandeirantes, além da Delegacia de Atendimento ao Turista, no Leblon, na Zona Sul. Agentes de Delegacias de Atendimento à Mulher também estarão no Rock in Rio.
O coordenador-geral do Rock in Rio, o delegado Ronaldo Oliveira, subsecretário de Polícia Civil, explicou a participação da secretaria no evento, e lembrou que a lotação dos hotéis no município do Rio já está em mais de 80%.
“Mais de 80% dos hotéis já estão lotados. A atenção das polícias é primordial para que o evento dê certo. A Polícia Civil está entrando com cerca de 550 homens. Ao todo, 790 policiais envolvendo outras delegacias”, pontuou Oliveira.
Participaram da coletiva de imprensa o Coronel Luiz Henrique Pires, Secretário de Polícia Militar; Coronel Rogério Quemento Lobasso, subsecretário de Polícia Militar; Ronaldo Oliveira, coordenador-geral do Rock in Rio; Márcio Franco, delegado da Delegacia de Policiamento de área; e Ricardo Acto, vice-presidente de operações do Rock in Rio.
A Polícia Civil disse que está realizando ações de inteligência e monitorando redes sociais para evitar casos de fraudes em credenciamento e também de furtos de celulares, comuns em grande eventos:
“São quadrilhas que atuam em qualquer grande evento, e são especializadas só nisso. A Polícia Civil está atenta a isso, e estamos monitorando as redes sociais”, afirmou o delegado Márcio Franco, coordenador do evento.
570 PMs por dia
O secretário de Polícia Militar, Luiz Henrique Marinho Pires, explicou que a PM terá 570 PMs por dia atuando na área do Rock in Rio, e ainda citou outros 1,2 mil que participam da operação Verão que começou no último sábado (29) no Rio.
“Na área do evento, são 570 homens, com um policiamento que vai funcionar as 24 horas por dia, além do reforço em vários pontos da cidade, com a Operação Verão, que coloca na nossa região litorânea e pontos turísticos mais de 1,2 mil homens”, explicou.
“Estamos envolvendo aí, considerando que a área de orla também é de interesse para o Rock in Rio, quase 1,9 mil homens nesses dois próximos finais de semana que envolvem Rock in Rio na cidade do Rio de Janeiro”, pontuou.
O subsecretário de Polícia Militar, Rogério Quemento Lobasso, explicou que o policiamento nos pontos de bloqueio será realizado para evitar problemas nos horários de chegada e saída do evento.
“Nos anos anteriores, nós não aplicávamos esse policiamento 24 horas”, afirmou ele.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vitória de Anitta no VMA 2022 ratifica que artista já tem nome indestrutível no mercado de música latina


♪ ANÁLISE – Com a expansão do YouTube e de outras plataformas audiovisuais, a MTV deixou de dar as cartas no jogo fonográfico como fazia na década de 1990. Ainda assim, a vitória de Anitta no VMA 2022 é significativa.
Na noite de ontem, 28 de agosto, a artista carioca saiu do Prudential Center, em Nova Jersey (EUA), com a estatueta de melhor clipe de música latina pelo vídeo do reggaeton Envolver (Anitta, Julio M Gonzales Tavarez, Freddy Montalvoe e José Carlos Cruz, 2021).
É a primeira vez que um artista do Brasil ganha um Video Music Awards nos Estados Unidos. Essa vitória ratifica que a Girl from Rio já tem um nome indestrutível no mercado de música latina de língua hispânica e que soube subir cada degrau em escalada internacional iniciada em 2016 através de colaborações com os astros colombianos J. Balvin e Maluma.
Em outras palavras, Anitta fez história mais uma vez ao ganhar um VMA. E o VMA 2022 mostrou que a cantora e compositora já está na história, e isso é mais importante do que o prêmio em si.
Nascida em Honório Gurgel, bairro situado subúrbio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), Anitta entrou em cena há somente dez anos, através da internet. Surgiu no universo do funk, gênero musical ainda marginalizado no Brasil, em que pese a crescente visibilidade mundial do batidão, como a própria Anitta ressaltou ao agradecer o prêmio.
O troféu de Anitta no VMA coroa e sublinha o triunfo dessa trajetória improvável, sobretudo quando se sabe que o mundo da música ainda é um império masculino controlado por homens que tiveram que se render ao exército pesado de Anitta.
Lutando para ter voz cada vez mais ativa, a poderosa tem dado um baile na indústria da música.

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears publica desabafo no YouTube sobre período em que viveu sob tutela; vídeo é removido pouco depois


Lynne Spears, mãe da cantora, fez post no Instagram após desabafo e disse que ‘tem tentado de tudo’. Britney Spears em foto de 2018 no prêmio Glaad Media, em Beverly Hills, California
Chris Pizzello/Invision/AP, Archivo
Britney Spears publicou um longo vídeo no YouTube no qual desabafou e fez relatos sobre o período em que viveu sob a tutela do pai.
O vídeo de cerca de 22 minutos foi deletado da plataforma minutos depois, mas trazia depoimentos da cantora sobre o período de 15 anos e seus sentimentos sobre sua família. Britney ainda fala que recusou “muito dinheiro” para conceder uma entrevista para Oprah Winfrey e falar sobre tudo, e contou que, por um período, teve um namorado secreto, com quem planejava fugir do país.
Em parte do depoimento, Britney cita: “Eles literalmente me mataram. Eles me jogaram fora. Eu sentia que minha família me jogava fora. Eu estava me apresentando para milhares de pessoas de pessoas de noite em Vegas, a adrenalina de ser uma artista, a riso, o respeito… eu era uma máquina. Eu era uma porcaria de uma máquina, não era nem humana. Era insano quão duro eu trabalhava.”
“Me diziam que eu estava gorda todo dia, era obrigada ir à academia, não me lembro de ter sido tão desmoralizada. Me faziam me sentir como se eu não fosse nada. Eu estava assustada, com medo, não conseguia fazer nada. Nada fazia sentido para mim”, afirmou a cantora.
Em outro trecho, ela revela que pensava em fugir com um homem que ela tinha um “relacionamento secreto”, mas tinha medo do que seu pai seria capaz de fazer quando descobrisse.
“Eu estava conversando com o cara e ele queria deixar o país comigo. Tínhamos tudo pronto para fugir, e era um relacionamento secreto.”
Na época, em conversa com um assistente, ela afirmou o medo que tinha do pai “caso ela fizesse algo de errado”.
Britney ainda afirmou que apesar de tudo o que aconteceu entre ela e seu pai, ela tinha “honestamente mais raiva” de sua mãe, Lynne Spears, porque quando os repórteres ligavam para a ela, a mãe supostamente “se fazia de inocentemente” e não defendia sua filha.
“Eu sentia que que ela podia ter me arrumado um advogado em dois segundos. Meu amigo me ajudou a encontrar um depois, mas todas as vezes em que tentei fazer contato com o escritório, meu telefone era grampeado ou tirado de mim.”
Após a publicação do vídeo, Lynne Spears, mãe de Britney, fez uma publicação no Instagram dizendo que sempre apoiou a filha e que o tema deveria ser abordado de forma privativa.
“Britney, toda sua vida eu tentei fazer o meu melhor par a apoiar seus sonhos e desejos. E também tenho tentado dar o meu melhor para te ajudar a sair de suas adversidades. Eu nunca virei e nunca virarei as costas pra você. Suas rejeições às incontáveis vezes que te liguei me fazem sentir sem esperança! Eu tenho tentado de tudo. Te amo muito, mas essa conversa é para ser apenas entre eu e você, olhos nos olhos, em privacidade.”
Após a postagem, Lynne Spears fechou a publicação para comentários.
Initial plugin text
Britney Spears: “Vocês salvaram minha vida”

Fonte: G1 Entretenimento

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Muntchako cruza o baião de Luiz Gonzaga com o afrobeat de Fela Kuti no segundo álbum da banda


Trio brasiliense se torna momentaneamente um quinteto para explorar ‘outras paisagens sonoras’ em ‘Fela dum Gonzaga’, disco que será anunciado em setembro pelo single ‘Waka morena’. Muntckako, que vira por ora um quinteto, lança singles como ‘Pagode russo’ antes de apresentar o álbum ‘Fela dum Gonzaga’
Letícia de Maceno com arte de Marcio H. Mota
♪ E se o referencial baião de Luiz Gonzaga (13 de dezembro de 1912 – 2 de agosto de 1989) se cruzasse com o exponencial afrobeat do nigeriano Fela Kuti (15 de outubro de 1938 – 2 de agosto de 1997)?
Foi pensando em criar “outras paisagens sonoras” a partir dessa inusitada mistura que o trio brasiliense Muntchako – Samuel Mota (guitarra, synths, programações e produção musical), Rodrigo Barata (bateria e beats) e Macaxeira Acioli (samples, beats e percussão) – se tornou momentaneamente um quinteto, com as adições do saxofonista Esdras Nogueira e do sanfoneiro Juninho Ferreira, para criar o show e o álbum Fela dum Gonzaga.
O show já vem sendo apresentado pelo grupo desde março. Ainda inédito, o álbum começa a ser mostrado a partir de 15 de setembro, data do lançamento do primeiro single, Waka morena.
Tema criado a partir das junções de referências do baião Vem morena (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1949) e de Waka waka (Fela Kuti, 1967), música sobressalente na discografia do ícone africano, Waka morena mistura sons orgânicos e sintetizados em gravação que procura ecoar a irreverência associada ao Muntchako.
“Waka morena é uma pororoca sonora do encontro e mescla de águas continentais, que embora, distantes geograficamente, têm muitos afluentes em comum. África + América do Sul, Nigéria + Brasil!”, situa Macaxeira Acioli, um dos vértices da formação original do trio.
Na sequência de Waka morena, o Muntchako já tem engatilhado um segundo single, Pagode russo (Luiz Gonzaga e João Silva, 1947), previsto para ser lançado antes da turnê promocional do álbum Fela dum Gonzaga. A turnê está agendada para novembro.
Fela dum Gonzaga é o segundo álbum da banda e chega ao mundo cinco anos após o primeiro, Muntchako (2017). Entre um e outro, houve dois EPs gravados ao vivo.
Banda Muntchako lança o single ‘Waka morena’ em 15 de setembro
Letícia de Maceno / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio além da música: imersão de OSGEMEOS, ‘TBT da lama’ e fábrica de chocolate são algumas novidades


O Bom Dia Rio esteve na Cidade do Rock e fez um tour nos espaços-satélites. Faltam 4 dias para o Rock in Rio e já está quase tudo pronto na Cidade do Rock
Na cada vez mais plural Cidade do Rock, espaços-satélite completam a experiência de quem vai ver grandes nomes da música nos palcos Mundo e Sunset.
O Bom Dia Rio fez um tour pela sede do Rock in Rio e enumera as novidades.
Instalação de OSGEMEOS no Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
Imersão de OSGEMEOS
Pela primeira vez no Rock in Rio, os irmãos artistas plásticos montaram uma instalação onde, numa sala espelhada de 100 m² e com telões de três metros de altura, o público poderá mergulhar na mundialmente conhecida estética de OSGEMEOS.
“É meio que abrir um portal dentro do Rock in Rio para esse nosso universo e dividir isso com as pessoas”, disse Otávio Pandolfo. “É uma experiencia lúdica, totalmente imersiva. Para nós também é novo”, emendou um dos gêmeos.
Megatênis sujo de lama lembra Rock in Rio de 1985
Reprodução/TV Globo
Rota 85
Logo na entrada da Cidade do Rock, uma rua faz uma viagem no tempo até 1985, ano da primeira edição, marcada pela lama. Não à toa um tênis gigante e com a sola suja lembra como foi dançar naquele terreno, 37 anos atrás.
“A gente tem um posto de gasolina antigo, um coreto onde vai ter música o tempo todo”, descreveu Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio.
“A Rota 85 conta um pouquinho da história do festival, como ele nasceu, e vai trazendo atividades lúdicas que remetem a outros tempos”, continuou.
Carrossel no Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
Brinquedos
Estão de volta a Roda-Gigante, a Tirolesa e a Montanha-Russa — ou melhor, as montanhas-russas. “Este ano temos duas, para dar mais chances para as pessoas brincarem”, disse Roberta.
“Também tem uma fábrica de chocolate, um carrossel… tem muitas atividades”, destacou.
Chapas de aço reciclado no Palco Mundo do Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
Palco Mundo ‘reciclado’
A maior boca de cena da Cidade do Rock este ano veio reciclada. “Nosso anfitrião, nosso maestro da festa, foi todo feito de aço reciclado. Uma geladeira velha sua pode estar ali — e depois vai ser tudo reutilizado”, frisou Roberta.
Justin Bieber, Iron Maiden, Coldplay, Iza, Ivete Sangalo e Dua Lipa são algumas das atrações do Palco Mundo.
Espaço Nave com um barco-aparelhagem
Reprodução/TV Globo
Nave ‘amazônica’
Uma das arenas olímpicas volta a dar lugar à Nave, que este ano usa e abusa do papelão para celebrar e preservar a floresta e a cultura da Amazônia. Tecnobregas, projeções e um barco-aparelhagem, típico da Região Norte —, são o fio condutor da homenagem.
“A ideia é fazer um mergulho em sonoridade dessa Amazônia tão diversa tão grande, composta por tantas vozes”, falou Roberta Camargo, diretora artística do Espaço Nave.

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz sul-coreana Yoo Joo-eun morre aos 27 anos


Ela era conhecida por participações em dramas coreanos como ‘Joseon Survival Period’ e ‘Big Forest’. Yoo Joo-eun
Reprodução/Chosun News/Instagram
A atriz sul-coreana Yoo Joo-eun, conhecida por participações em dramas coreanos, morreu nesta segunda-feira (29), aos 27 anos. A informação foi divulgada pelo jornal Chosun News, um dos principais jornais da Coreia do Sul.
A artista ficou conhecida por uma participação no drama “Big Forest”, em 2018, e teve seu papel de destaque na série “Joseon Survival Period”, em 2019.
Na manhã desta segunda-feira, o irmão mais velho da atriz fez uma postagem no perfil da artista, informando a sua morte. A conta foi desativada.
“Em 29 de agosto de 2022, Joo-eun deixou este lugar e foi para um lugar confortável. Se você tiver tempo, por favor, reverencie Joo-eun em seu caminho”, escreveu ele, de acordo com o Chosun News.
A postagem também incluiu uma nota escrita por Yoo, que seu irmão publicou seguindo a vontade da atriz. A mensagem final de Yoo começou com um pedido de desculpas aos seus familiares e aos amigos e um agradecimento pelo apoio que recebeu.
“Sempre quis atuar. Talvez fosse tudo para mim ou apenas uma pequena parte de mim. Mas acontece seguir essa carreira era muito difícil. Eu não queria fazer mais nada, e foi excruciante”, escreveu Yoo, ao falar da sua paixão pela atuação, o que classificou como uma “bênção e uma maldição”.
O velório da atriz, segundo o jornal, será no dia 31 de agosto, na cidade de Suwon, na Coreia do Sul.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes capota carro em SP: ‘Só sei que eu tô viva e que ontem eu renasci’


Ela diz que estava dirigindo com namorado Rony Cecconello na rodovia Castelo Branco voltando para São Paulo quando carro desgovernado bateu na traseira e o carro dela capotou. Cantora machucou braço e namorado teve arranhões, mas eles estão bem. Paula Fernandes capota carro em SP
Paula Fernandes capotou o carro na rodovia Castello Branco na noite de sábado (27), quando dirigia para São Paulo ao lado do namorado, o empresário Rony Cecconello. Ela publicou na tarde deste domingo (28) uma foto do carro capotado e escreveu: “Eu só sei que estou viva e que ontem renasci”.
Paula Fernandes postou foto de carro capotado neste domingo
Reprodução
Ela diz que estava voltando para casa do interior quando um carro desgovernado bateu na traseira do veículo dela. Ela perdeu o controle da direção com a força da batida e seu carro capotou algumas vezes e arrastou no asfalto até parar.
Paula Fernandes diz que está “em choque” e que teve dificuldade para dormir, mas está fisicamente bem.
“Nós estamos bem, assustados, mas bem. Eu machuquei um pouco meu braço, mas o Rony só teve alguns arranhões”, ela afirma.
Neste domingo a cantora completa 38 anos de idade. “Hoje é meu aniversário e Deus me deu de presente a oportunidade de continuar viva! É um recomeço…”, ela escreveu.
“Dia 27/08/2022, dia em que renasci para uma vida mais feliz, mais plena, mais leve e cheia de gratidão. Eu quero estar mais com quem eu amo e fazer dos meus próximos dias os melhores da minha vida”, disse Paula Fernandes.
Veja o texto completo abaixo:
“Eu ainda não sei bem como eu tô…
Eu só sei que eu tô viva e sei que ontem eu renasci…
Esta imagem chocante representa o dia mais difícil da minha vida, em que eu achei que seria o nosso fim.
Rony e eu estávamos voltando do interior para São Paulo, na rodovia Castelo Branco. Eu estava dirigindo, quando um carro desgovernado bateu na nossa traseira. Perdi o controle da direção com a força da batida, nosso carro capotou algumas vezes e se arrastou no asfalto até parar. Muita coisa passou pela minha cabeça naqueles segundos de horror e, quando finalmente parou, eu só queria saber como o Rony estava… E ele estava bem!🙌🏻
Tenho muitas coisas para dizer nesta mensagem. Eu ainda estou em choque, a cena se repete como filme, sinto taquicardia e medo quando lembro. Foi muito difícil dormir esta noite. Mas a coisa mais importante de todas neste momento é que nós renascemos. Somos gratos por termos sobrevivido a esse acidente.
O que nos salvou? Deus, o carro que se acabou por fora, mas nos protegeu como um cofre, evitando o pior, e o cinto de segurança, que pode salvar a vida de muita gente como salvou a nossa.
Nós estamos bem, assustados, mas bem.
Eu machuquei um pouco meu braço, mas o Rony só teve alguns arranhões.
Hoje é meu aniversário e Deus me deu de presente a oportunidade de continuar viva!
É um recomeço…
E neste dia de tantos sentimentos e emoções misturadas, eu só quero agradecer.
Obrigada, Deus, por ter nos dado essa chance de ficarmos mais um tempo aqui na Terra. Não sabemos o que poderia ter acontecido.
Eu sei que a minha hora vai chegar e pude experimentar isso com muita clareza ontem. Mas, diante do presente de estar viva e poder escrever esta mensagem, quero recomeçar, refletir mais sobre tudo isso e seguir.
Dia 27/08/2022, dia em que renasci para uma vida mais feliz, mais plena, mais leve e cheia de gratidão. Eu quero estar mais com quem eu amo e fazer dos meus próximos dias os melhores da minha vida.
A gente é finito… Temos que aproveitar nosso tempo aqui.
Agradeço todas as mensagens de afeto e carinho pelo meu aniversário. E agora que renasci, temos muito mais para celebrar.”
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Paula Fernandes
Fábio Tito/G1
Em 2019, Paula Fernandes foi ao Grammy Latino e falou sobre a vontade de gravar com as irmãs Galvão. Veja abaixo:
Paula Fernandes revela vontade de gravar música com as Irmãs Galvão e Roberta Miranda

Fonte: G1 Entretenimento