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Ana Flauzina cai no samba de Salvador no álbum autoral ‘Rabiscos para o mar’


Ana Flauzina alinha 13 músicas autorais no primeiro álbum, ‘Rabiscos para o mar’
Matheus Leite / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pelo título do samba “Feira de São Joaquim”, uma das 13 músicas do álbum “Rabiscos para o mar”, lançado por Ana Flauzina na quinta-feira, 28 de maio, já dá para saber a procedência da música da cantora e compositora. Sim, Ana Flauzina mora em Salvador (BA), embora a artista tenha nascido em Florianópolis (SC) e sido criada em Brasília (DF).
Residente há mais de uma década na capital da Bahia, Flauzina escreve sobre a Feira de São Joaquim – a maior feira livre de Salvador (BA) – neste álbum inteiramente autoral em que se apresenta como intérprete da própria obra após ter ganhado projeção local como compositora (já tendo feito mais de 40 músicas e visto uma delas, “Jangadeiro”, ser gravada por Nelson Rufino em 2023) e como idealizadora da roda “Samba pra rua”.
Antecedido pelos singles “Rebento”, “Cidade de luz” e “Liberdade”, o álbum “Rabiscos para o mar” foi gravado por Ana Flauzina sob direção musical da violonista Marília Sodré e do percussionista Tiago Nunes, autores dos arranjos de faixas como “Delirante” (gravada por Flauzina com Márcia Short), “Dentro dos seus Carnavais” e “Sem samba não vai dar”.
O samba é o gênero dominante no repertório do primeiro álbum da artista, sendo atravessando pela cultura negra vivenciada de forma potente em Salvador (BA), como sinalizam, já pelos títulos, músicas como “Erê sagrado” e “Sete saias para rodar”.
Capa do álbum ‘Rabiscos para o mar’, de Ana Flauzina
Matheus Leite

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 anuncia Calvin Harris e Black Eyed Peas


apl.de.ap, will.i.am e Taboo formam o Black Eyed Peas
Divulgação
Calvin Harris e Black Eyed Peas se apresentarão no Palco Mundo do Rock In Rio 2026 em 6 de setembro, terceiro dia do Festival. Eles foram anunciados pela organização neste sábado (30).
Ainda no dia 6 de setembro, o rapper Nelly e o encontro da formação original do Barão Vermelho também subirão ao Palco Mundo.
No mesmo dia, o Palco Sunset terá Ne-Yo, o show inédito “Jota Quest toca Tim Maia”, BaianaSystem e a dupla Calema.
Rock in Rio divulga atrações para os dias 6 e 13 de setembro
Em 13 de setembro, Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo se apresentarão no Palco Mundo.
A organização divulgou ainda mais atrações do Palco Sunset: Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane.
O evento acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.
Venda geral começa em 8 de junho
A venda geral de ingressos começa no dia 8 de junho, às 19h, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
Clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club podem aproveitar a pré-venda a partir de terça-feira (2),às 12h. Neste caso, o público poderá comprar até dois ingressos por dia de festival por CPF, sendo até uma meia-entrada por dia.
Dia 4 de setembro
Palco Mundo
Foo Fighters – headliner
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Palco Sunset
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Detonautas convidam Biquini
Di Ferrero
New Dance Order
Steve Angello
Giu x Carola
Atkö
Cat Dealers
Espaço Favela
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
Palco Supernova
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
Palco Global Village
Giovana Moraes
Leela
Paulinho Moska
Dia 5 de setembro
Palco Mundo
Avenged Sevenfold
Bring Me The Horizon
MGK
Sepultura
Palco Sunset
Bad Omens
Poppy
Black Pantera convida Nervosa
Malvada convida Day Limns
New Dance Order
James Hype
Volkoder
Camina Jun x Eli Iwasa
Victor Lou
Espaço Favela
Major RD
Canto Cego
Quantum
Palco Supernova
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
Palco Global Village
Korzus
Noturnall + Russell Allen
Rhegia
Dia 6 de setembro
Palco Mundo
Calvin Harris
Black Eyed Peas
Nelly
Barão Vermelho Encontro Formação Original
Palco Sunset
Ne-Yo
Jota Quest toca Tim Maia
BaianaSystem
Calema
New Dance Order
Meduza
Casa Bonita
Sofi Tukker
Espaço Favela
Xamã
Rael
Budah
Palco Supernova
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório
Palco Global Village
Mohamed Ramadan
Mãeana
Bento Gil convida Flor Gil
Dia 7 de setembro
Palco Mundo
Elton John
Gilberto Gil
Jon Batiste
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
Laufey
Péricles canta Motown
Roupa Nova convida Guilherme Arantes
Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
Fatboy Slim
Aline Rocha
Leo Janeiro & Simo Not Simon
Max Styler
Espaço Favela
Belo
Mart’nália
Tiee
Palco Supernova
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
Palco Global Village
João Bosco, homenageado do Global Village
Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Palco Mundo
Stray Kids
Alok – Keep Art Human
Hwasa
Nexz
Palco Sunset
Jamiroquai
PJ Morton
Os Garotin convidam Duquesa
Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
Neelix & Vegas
Omiki
Departamento
Anna
Espaço Favela
MC Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
Palco Supernova
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
Palco Global Village
Soulidifield
Rio Bronx
Lambateria com Felix Robatto
Dia 12 de setembro
Palco Mundo
Maroon 5
Demi Lovato
J Balvin
Pedro Sampaio
Palco Sunset
Mumford & Sons
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
Alok Pres. Rave The World
Alok & Family – Ekanta, Swarup
Gabe
Adam Sellouk
Bhaskar
Espaço Favela
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
Palco Supernova
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
Palco Global Village
Mestrinho
Hamilton de Holanda
Badi Assad
Dia 13 de setembro
Palco Mundo
Twenty One Pilots
Halsey
Lola Young
Ivete Sangalo
Palco Sunset
Zara Larsson
Marina Sena convida Céu
Joelma convida Viviane Batidão
Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
John Summit
Roddy Lima
Illusionize
Dawn Patrol
Espaço Favela
Dennis
Suel
Marvvila
Palco Supernova
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Palco Global Village
Kynnie
Luci Alves
Haley Smalls

Fonte: G1 Entretenimento

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Gloria Groove serve ‘O chá’ com sabor pop, levada de reggae e o gosto amargo deixado por single sem real impacto


Capa do single ‘O chá’, de Gloria Groove
Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: O chá
Artista: Gloria Groove
Cotação: ★ ★ ★
♬ Single lançado por Gloria Groove na noite de quinta-feira, 28 de maio, “O chá” deixa um gosto amargo para quem sabe que, há quatro anos, a artista paulistana legou álbum, “Lady Leste”, que se tornou clássico instantâneo da discografia do pop brasileiro dos anos 2020 com músicas impactantes como “A queda” e “Leilão”, estopins do álbum ao serem lançadas em singles editados em 2021.
Por ter cedido à pressão mercadológica para nunca deixar de apresentar novidades, Gloria lançou em 2023 um álbum de menor impacto, “Futuro fluxo”, criado sem o devido tempo de maturação do repertório. Na sequência, a drag cantora – personagem criada por Daniel Garcia em 2015 – ancorou no porto mais seguro do pagode com o projeto “Serenata da GG”, iniciado em 2024.
Parceria de Gloria Groove com o compositor Ruxell, produtor musical do single, a música “O chá” marca o retorno da artista ao pop. Em essência, Gloria oferece no single “O chá” um reggae de sabor pop e refrão aliciante. Com metais orquestrados pelo arranjador Rafael Castilhol, a música flui bem ao longo dos três minutos da gravação.
A questão é o tal gosto amargo deixado por um single a rigor pouco relevante e pouco expressivo, nem tanto pela letra, escrita pela artista com alguns versos de duplo sentido sem jamais cair na vulgaridade, mas pela sensação de que Gloria Groove já serviu músicas muito mais impactantes ao ouvinte do que esse reggae que, mesmo que não tenha sido composto com essa intenção, surfa na nova onda do gênero jamaicano que se ergueu no Brasil a partir de 2025 com gravações de cantoras como Anitta, Iza e Marina Sena.
Pelo sabor de “O chá”, dá para imaginar o fluxo do futuro sexto álbum de Gloria Groove…

Fonte: G1 Entretenimento

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Paul McCartney viaja no tempo em ‘Boys of Dungeon Lane’, seu álbum mais sensível nas últimas décadas


Paul McCartney em foto para o disco ‘Boys of Dungeon Lane’
Divulgação
Título: “The Boys of Dungeon Lane”
Artista: Paul McCartney
Nota: 8,5/10
Aos 83 anos, Paul McCartney tem a fama de ser jovem de espírito: não mostra sinais de querer desacelerar e, até quando olha para o passado, faz questão de mostrar que está muito bem no presente.
Mas em seu 18º disco solo, intitulado “The Boys of Dungeon Lane” (nome de uma rua da região onde ele e George Harrison cresceram), ele está especialmente nostálgico.
“Olhando para trás, para as memórias em preto e branco do meu passado / Bares cheios de fumaça e guitarras baratas / Mas nada dura para sempre (…) / Ninguém pode apagar / Os dias que nós deixamos para trás”, canta na delicada “Days we Left Behind”.
Talvez tenha sido a revisita às gravações antigas de seus companheiros John e George, para finalmente lançar a bela “Now and Then” em 2023. Ou porque o músico anda envolvido com as cinebiografias de Sam Mendes, previstas para 2028.
‘A música dos Beatles parece continuar para sempre’, diz Ringo Starr
O fato é que, desta vez, Paul está olhando no retrovisor, mas não para a época que você imaginaria. Ele não tem interesse em revisitar o Beatle consolidado, nem o músico famoso e pai de família; mas aquele garoto pobre, de infância difícil, que não fazia ideia do que vinha pela frente.
Histórias que não foram tão escrutinadas publicamente quanto o resto da vida dele e, por isso, só Paul poderia contar. E é isso que torna esse disco, o primeiro dele em 6 anos, tão interessante.
Divertido em alguns momentos, jovial (para o bem e para o mal) e introspectivo em outros, “The Boys of Dungeon Lane” é um passeio solitário pela estrada da memória. Nesse caminho, Paul está onde sempre preferiu, isto é, em todos os lugares: faz as vezes de cantor, baixista, guitarrista, pianista, percussionista e o que mais lhe couber.
O único feat é, claro, Ringo Starr, em “Home to Us” (curiosamente, o único Beatle que Paul não conhecia na época que revisita aqui).
Capa de ‘The Boys of Dungeon Lane’, de Paul McCartney (2026)
Reprodução
Neste álbum, quando Paul olha para trás com evidente sensibilidade, acaba sendo um presente para qualquer fã. O disco começa enérgico e nem tão inspirado, mas aos poucos, mergulha fundo nas memórias do músico… e chega em algumas de suas canções mais belas e criativas deste século.
O álbum não é só nostálgico em tema, como em ambientação: ao longo das faixas, Paul tenta recriar a paisagem sonora com a qual ele cresceu. Se em outros discos ele quis mostrar que estava a par do tempo, agora, só quer levar o ouvinte à época dele — e explora, do cravo ao violão, os sons que o rodeavam nos anos 50.
Em faixas como “Down South”, os recursos de gravação também soam propositalmente crus. A voz de Paul, mesmo que frágil, mostra as marcas do tempo. E soa muito mais emocionante que quando está ultraprocessada (até porque esse recurso não combina muito com o tema do disco).
Um destaque é “Salesman Saint”, em que o músico relembra sua história em uma base acústica, para resvalar no jazz que tocava em sua casa na época. Como se alguém tivesse ligado o rádio enquanto ele toca violão.
Já na melancólica “Momma Gets By”, estão o piano e a orquestração de quem um dia compôs “Long and Winding Road”. A letra é de partir o coração, acompanhada de um vocal quase infantil: “Mamãe se vira enquanto papai se embriaga (…) Ela o ama com todo o coração e alma”.
Em “The Boys of Dungeon Lane”, quem é fã de Paul McCartney vai achar um pedaço para chamar de seu. Tem um pouco do roqueiro do Wings, um pouco da psicodelia dos Beatles… e as melodias doces que sempre acompanharam o nome McCartney.
É um disco nostálgico e vulnerável — muito mais que os antecessores “McCartney III”, “Egypt Station” e “New”. Aqui, Paul admite (mais do que de costume) que envelhecer não é fácil nem para ele, mas que nunca deixará de ser um otimista.
O disco não é seu trabalho mais inovador, nem deve entrar para sua lista de obras-primas, mas esse mal parece ser o objetivo. Paul só quer revisitar o garoto que um dia ele já foi e dizer: pode estar difícil aí, mas você tem uma bela vida pela frente.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Itália proíbe shows de Kanye West e Travis Scott por risco à segurança


Kanye West e sua esposa Bianca Censori no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
A Itália proibiu dois shows dos rappers americanos Kanye West e Travis Scott, previstos para julho na cidade de Reggio Emilia, no norte do país, informaram autoridades neste sábado (30).
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O prefeito local, Salvatore Angieri, determinou o cancelamento das apresentações por preocupações relacionadas à ordem pública e à segurança, incluindo a possibilidade de protestos.
West, também conhecido como Ye, enfrenta uma onda de cancelamentos na Europa após anos de declarações antissemitas, incluindo elogios a Adolf Hitler e a divulgação de conteúdo com símbolos nazistas.
Já Travis Scott segue sob escrutínio em relação à segurança de seus eventos desde a tragédia no festival Astroworld, em Houston, em 2021, quando uma multidão deixou 10 mortos e centenas de feridos.
Agora no g1
Scott estava escalado para se apresentar no festival “Pulse of Gaia” em 17 de julho, na RCF Arena, espaço com capacidade para 103 mil pessoas. Ye subiria ao palco no dia seguinte.
Segundo Angieri, a decisão foi tomada após pedidos do grupo de consumidores CODACONS e da comunidade judaica de Modena e Reggio Emilia, que manifestaram preocupação especialmente em relação a Ye.
As autoridades também citaram a proximidade entre os dois eventos e o grande fluxo esperado de espectadores em menos de 24 horas como fatores para a proibição.
Outro ponto considerado foi o “risco concreto” de protestos, além do histórico recente de cancelamentos de shows de Ye em outros países europeus.
Em abril, o Reino Unido negou a entrada do rapper, alegando que sua presença não seria favorável ao interesse público. No mesmo mês, Ye adiou um show em Marselha após relatos de que o governo francês tentava impedir a apresentação. Shows na Polônia e na Suíça também foram cancelados.
Ye, que já pediu desculpas por declarações passadas e afirmou que elas estavam ligadas ao transtorno bipolar não tratado, segue realizando apresentações em países que aceitaram recebê-lo e tem show previsto em Istambul ainda neste sábado.
O rapper também mantém apresentações programadas na Holanda no próximo mês, após o ministro da Migração afirmar que não havia base legal para barrar sua entrada no país.
Nem Ye, nem Travis Scott, nem os organizadores do evento na Itália comentaram imediatamente o caso.
Como Kanye West gerou caos jurídico num dos maiores festivais de rap do Brasil

Fonte: G1 Entretenimento

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Ellen Oléria aposta no groove de ‘Canto de casa’, álbum autoral que inclui feat da artista com rapper Rincon Sapiência


Ellen Oléria apresenta dez músicas no álbum ‘Canto de casa vol. 1’, lançado hoje, sábado, 30 de maio
Diego Bresani / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Eu comando o groove”, avisa Ellen Oléria em verso de “Axé de ouro”, música que abre o primeiro volume de “Canto de casa”, álbum lançado pela cantora e compositora brasiliense neste sábado, 30 de maio, com capa que expõe foto da artista na infância e com repertório em geral pautado pelo suingue.
Com 10 músicas, o álbum “Canto de casa vol. 1” revolve memórias da ancestralidade africana na canção “Abya Yala” e apresenta feat de Ellen com o rapper paulistano Rincon Sapiência na música “Te faria”.
A propósito, “Te faria” foi uma das três faixas – “Pinga tinta” e “Incendiou” são as outras duas – lançadas previamente em singles, entre fevereiro e abril, como amostras do álbum gravado no estúdio Gargolândia, em Alambari (SP), com produção musical orquestrada por Ellen Oléria com os músicos Felipe Viegas, Pedro Miranda e Renato Galv Santos.
As dez músicas foram gravadas com arranjos que transitam entre o R&B, o soul, o rap e o afrobeat, entre outros gêneros de matriz rítmica negra. Além de Rincon Sapiência, o primeiro volume do álbum “Canto de casa” tem participação de Jef Rodriguez, um dos vocalistas e fundadores da banda baiana de rap OQuadro.
“A saudade se instaurou”, “Bem patroa”, “Evoluindo”, “Marcas” e “Nada se compara” são as músicas que completam o repertório reunido por Ellen Oléria no álbum “Canto de casa vol. 1”.
Capa do álbum ‘Canto de casa vol. 1’, de Ellen Oléria
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Marcia Lucas, montadora de ‘Star Wars’ e ex-mulher de George Lucas, morre aos 80 anos


Marcia Lucas fala sobre ‘Star Wars’ para a série documental ‘Icons Unearthed’
Reprodução
Marcia Lucas, ex-esposa do diretor George Lucas e vencedora do Oscar em 1978 pelo trabalho de montadora no filme “Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança”, morreu aos 80 anos.
Segundo a revista “Variety”, Marcia morreu na quarta-feira (27) em decorrência de um câncer. Em nota divulgada pela revista, a família lamentou sua morte.
“Marcia será sempre lembrada como uma contadora de histórias brilhante, uma mulher pioneira no cinema. Sua influência é marcante, mas quem a conhecia melhor se lembrará de como ela fazia a vida parecer mais cheia de amor.”
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Tela Brasil: governo lança streaming gratuito com mais de 500 filmes nacionais


Governo lança Tela Brasil, streaming gratuito de filmes nacionais
O Governo Federal lança neste sábado (30) a Tela Brasil, plataforma pública de streaming que reunirá 561 produções audiovisuais brasileiras para acesso gratuito. O serviço funcionará sem anúncios, sem mensalidade e poderá ser acessado por qualquer cidadão com conta Gov.br.
O catálogo inicial terá longas-metragens, curtas, médias e telefilmes brasileiros, incluindo 19 produções indicadas pelo Brasil ao Oscar. As obras são financiadas pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e também fazem parte dos acervos da Cinemateca Brasileira, Centro Técnico Audiovisual (CTAv), Funarte e Fundação Palmares.
A plataforma será lançada durante o Rio2C, evento de criatividade e inovação realizado no Rio de Janeiro, com presença prevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Neste primeiro momento, a Tela Brasil estará disponível apenas na versão web, no endereço telabrasil.cultura.gov.br. Segundo o Ministério da Cultura (MinC), versões para celular, Smart TV e recursos offline devem ser lançados futuramente.
Segundo o governo federal, a Tela Brasil funcionará como uma política pública cultural para ampliar o acesso às produções audiovisuais nacionais.
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Desenvolvimento nacional
A plataforma foi desenvolvida pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio do Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), sem participação de empresas privadas. O projeto mobilizou cerca de 80 integrantes, entre pesquisadores, desenvolvedores, técnicos, estudantes e bolsistas de instituições públicas de várias regiões do país.
“A plataforma democratiza o acesso a estados e cidades sem cinemas e fora dos eixos Sul e Sudeste. Filmes que dificilmente chegariam aos streamings comerciais, como curtas e documentários, poderão ser consumidos pela sociedade”, afirmou ao g1 a vice-coordenadora do projeto Tela Brasil e professora da Ufal, Luciana Santa Rita.
Segundo Luciana Santa Rita, o desenvolvimento da plataforma também demonstra a capacidade tecnológica das universidades públicas brasileiras.
“O desenvolvimento da Tela Brasil pela Ufal e pelo NEES é um exemplo prático de como a universidade pública brasileira pode atuar na vanguarda tecnológica. O projeto reafirma o protagonismo acadêmico das instituições federais de ensino superior, provando que elas são capazes de entregar produtos de alta complexidade e escaláveis para milhões de usuários”, disse.
A professora também destacou que o desenvolvimento próprio da plataforma evita dependência tecnológica de empresas privadas estrangeiras.
“Ao assumir o desenvolvimento integral da plataforma, o Estado brasileiro promove uma significativa economia de recursos, mantendo a propriedade do código-fonte e da inteligência do projeto”, afirmou.
“A Tela Brasil nasce como uma política pública voltada à difusão gratuita do audiovisual brasileiro, reunindo produções nacionais financiadas com recursos públicos e acervos de instituições culturais federais”, afirmou o coordenador do projeto no NEES e professor da Ufal, Thiago Cordeiro.
Perfis de acesso
No lançamento deste sábado, estará disponível apenas o Perfil Cidadão, voltado para o acesso individual de qualquer pessoa com conta Gov.br.
A plataforma também terá, futuramente, o Perfil Direcionado, voltado para escolas, cineclubes e espaços de exibição não comercial, como centros culturais, unidades socioeducativas, unidades prisionais, bibliotecas públicas, Pontos de Cultura e outros pontos de difusão.
Esse perfil terá funcionalidades específicas, como curadoria pedagógica, criação de playlists e agendamento de sessões coletivas. Segundo o projeto, a proposta também é atender à Lei 13.006/2014, que prevê a exibição de filmes nacionais nas escolas de educação básica.
Acessibilidade e proteção de dados
A Tela Brasil será lançada com recursos de acessibilidade audiovisual. Das 561 obras previstas no catálogo inicial, mais de 300 já contam com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
“A Ufal também é responsável pela legendagem, Libras e audiodescrição das obras dos parceiros, como Cinemateca, Fundação Palmares e Funarte”, afirmou Luciana Santa Rita.
A interface da plataforma também foi desenvolvida com base nas diretrizes internacionais de acessibilidade digital WCAG 2.2 AA.
Segundo o projeto, a Tela Brasil não terá publicidade, cobrança de assinatura nem rastreamento comportamental de dados para fins comerciais. O tratamento de dados seguirá as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), usando apenas as informações necessárias para a operação do serviço público.
Cenas de ‘A hora da estrela’, ‘Deus e o diabo na terra do sol’ e ‘O que é isso, companheiro?’.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Série da GloboNews revela expansão do PCC e infiltração do crime organizado no Estado


‘Máfia PCC’: Novo episódio do Globonews Especial estreia segunda-feira (1°)
A GloboNews lançou a série “Máfia PCC – Dos Presídios À Economia Formal”, que mostra a expansão do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Brasil e a infiltração no Estado e na economia formal.
Com dois episódios, as reportagens traçam a evolução de uma das maiores facções criminosas do país. Fundada há mais de três décadas em um presídio do interior de São Paulo, a organização ultrapassou os muros do sistema penitenciário e se consolidou em uma rede transnacional do tráfico de drogas, com atuação em 28 países e faturamento anual estimado em R$ 10 bilhões.
Reportagens e investigações recentes apontam que o PCC passou a operar com estrutura semelhante à de grandes corporações, configurando o que especialistas chamam de “economia do crime”.
A facção explora brechas na legislação, além de dificuldades de fiscalização e cooperação internacional, para movimentar bilhões de reais por meio de fintechs, criptoativos e fundos de investimento — mecanismos que dificultam o rastreamento e o monitoramento financeiro pelas autoridades.
Marcola está preso desde 1999. Ele é apontado por autoridades com o chefe do PCC
Reprodução/Arquivo/TV Globo
Ao todo, foram seis meses de gravações percorrendo diferentes regiões do Brasil, cruzando fronteiras, passando pela Europa para investigar o alcance e os mecanismos de atuação do grupo em diversas esferas da sociedade.
O primeiro episódio, exibido em 25 de maio, já está disponível no Globoplay. O próximo episódio da série será exibido na TV no dia 1º de junho, às 23h30.
A série “Máfia PCC – Dos Presídios À Economia Formal” tem roteiro e direção de Isabela Leite e Henrique Picarelli.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chrigor é internado e cancela shows; produção informa que cantor passará por uma endoscopia para investigação


Chrigor, ex-integrante da formação clássica do Exaltasamba é um dos nomes que vai subir no palco do Samba 90 Graus
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O cantor Chrigor foi internado e cancelou duas apresentações que faria neste final de semana no sul do país. A informação foi divulgada por sua produção na tarde desta sexta-feira (29).
Em um comunicado publicado nas redes sociais, os representantes do ex-Exaltasamba afirmaram que o cantor passará por uma endoscopia para investigação. Não há detalhes sobre o estado de saúde do cantor nem o problema que teria o levado à internação.
“A produção do cantor Chrigor informa que a apresentação que seria feita amanhã e domingo no Sul foram canceladas por questões de saúde do artista que está internado nesse momento para realização de exames com necessidade de endoscopia para investigação. Qualquer outra atualização dos médicos postaremos aqui no decorrer do dia.”
O cantor de pagode de 51 anos fez história entre as estrelas do “pagode 90”, sendo parte integrante do Exaltasamba de 1993 a 2002.
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Fonte: G1 Entretenimento