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Harry Styles anuncia show extra em São Paulo


Cantor já tinha apresentações marcadas em São Paulo, no Rio e em Curitiba entre 6 e 10 de dezembro. Veja preços e como comprar ingressos. Harry Styles
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Harry Styles anunciou nesta sexta-feira (26) que fará mais um show em São Paulo, no dia 13 de dezembro.
A turnê “Love On Tour” vai passar pelo Brasil em dezembro de 2022, em São Paulo, Rio e Curitiba. No anúncio desta sexta, o ex-One Direction também aumentou a agenda no Peru e nos Estados Unidos.
São Paulo – 06 de dezembro – Allianz Parque (Esgotado)
Rio de Janeiro – 08 de dezembro – Área Externa da Jeunesse Arena
Curitiba – 10 de dezembro – Pedreira Paulo Leminski
São Paulo – 13 de dezembro – Allianz Parque (Nova data)
Inicialmente, o plano era fazer os shows em outubro de 2020, mas a pandemia fez com que a turnê fosse suspensa.
A venda de ingressos para o show do dia 13 de dezembro começa na segunda-feira (29), com pré-venda exclusiva para clientes Elo.
O público geral pode comprar ingressos a partir de terça-feira (30). Os valores vão de R$ 190,50 (meia entrada na cadeira superior) a R$ 751 (inteira na pista premium).
A cantora jamaicana Koffee fará os shows de abertura na América Latina. Styles canta também no México, Peru, Chile e Argentina a partir de novembro.
Harry Styles em São Paulo
Quando: 06 de dezembro de 2022
Onde: Allianz Parque
Ingressos: De R$ 164 a R$ 668 no site oficial
Harry Styles no Rio
Quando: 08 de dezembro de 2022
Onde: Área Externa da Jeunesse Arena
Ingressos: De R$ 164 a R$ 628 no site oficial
Harry Styles em Curitiba
Quando: 10 de dezembro de 2022
Onde: Pedreira Paulo Leminski
Ingressos: De R$ 235 a R$ 860 no site oficial

Fonte: G1 Entretenimento

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Lexa exalta feat com Pabllo Vittar em ‘Cavalgada’: ‘Foi uma delícia, uma reunião doce e gostosa’


Elas cantam em música do novo EP de Lexa, atração do Espaço Favela no Rock in Rio. Ao g1, ela diz que show no festival terá quase 30 bailarinos no palco e banda completa: ‘Vou estar em casa’. Lexa está com EP novo, “Magnéticah”, com quatro músicas de pegada bem pop que estarão no Rock in Rio. A cantora carioca de 27 anos é a atração principal do Espaço Favela do festival, no dia 11 de setembro.
Ao g1, a funkeira adianta como será o show, formado por blocos de músicas antigas, hits e novidades. Ela também falou sobre a invasão do agro na cultura pop (“Pantanal”, “Pipoco”, visual agrogirl) e exaltou a parceria com Pabllo Vittar.
g1 – O que você pode adiantar do show do Rock in Rio?
Lexa – Vai ter um bloco de músicas antigas, que meus fãs não escutam há muito tempo, e um bloco de grandes sucessos. E o bloco do novo EP. Vamos ter também elementos de dança diferentes… Serão quase 30 bailarinos no palco. A banda é a minha banda de sempre, com baixo, guitarra, bateria e teclado.
g1 – É normal popstars não terem banda, geralmente cantam com no máximo um baterista, às vezes só com alguém soltando as bases com um MPC [Music Production Center, aparelho para mixagem de sons]. Por que você faz questão de ter banda? Dá uma quentura?
Lexa – Sim, mas não é só uma quentura. Eu quero me sentir livre, sou harmônica, toco instrumentos… Venho do funk, mas é um show pop.
EM 2015: Lexa se diz funkeira feminista e ‘bem resolvida’
Às vezes, quero cantar música de outro artistas decidindo na hora. Com a banda é mais maleável. E tem toda a qualidade que os músicos entregam. O som tem muito mais peso.
g1 – Concordo demais. O show vai ter participações?
Lexa – Não vai ter participações. Quer dizer, até agora não vai ter.
g1 – Então, não vai ter Pabllo?
Lexa – Eu acredito que não. A Pabllo vai estar trabalhando, está com muito evento fora do Brasil. Então, a agenda está complicada…
Lexa e Pabllo Vittar
Divulgação
g1 – Falando da Pabllo, como foi gravar com ela?
Lexa – Sensacional, leve… É fácil trabalhar com gente profissional, então foi uma delícia. Nós somos muito amigas e eu via uma necessidade de a gente fazer algo juntas. Além de gostar eu sou fã da Pabllo e quero fazer algo com ela, queria trabalhar. Foi uma reunião doce e gostosa. Eu enviei uma outra música para ela, mas ela disse que queria uma mais dançante e aí ela gostou dessa [“Cavalgada”].
g1 – Qual era a outra música?
Lexa – Era “Tsunami”, que está no EP também. Pensei em uma estética bem pop para todo o EP, mas “Cavalgada” é mais dançante, tem mais coreografia.
Capa do EP ‘Magnéticah’, de Lexa
Ernna Cost/Divulgação
g1 – Como diz aqui na Globo, o agro é pop. Ainda mais agora com ‘Pipoco’, ‘Pantanal’, agronejo… A sua ideia era entrar nesse universo?
Lexa – [Risos] Era total. A gente já tinha pensado nisso, já tinha várias ideias prontas. Eu vi que a Beyonce postou fotos com um cavalo, tem a novela mais bombada no momento, tudo está conversando. Os fãs queriam um clipe externo e a letra é sugestiva… Fizemos uma parte na pegada e a parte da Pabllo tem um gingadinho para ela. Tem as nossas raízes, mas ficou harmônico. Dá para entender a parte de cada uma e a parte que junta as vozes.
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g1 – Os sertanejos estavam cada vez mais pegando elementos do funk, do pop. É natural que tenha esse movimento contrário agora?
Lexa – O bom de ser artista é poder inovar o tempo inteiro, usar todos os elementos e ritmos. A gente tem essa pegada do visual sertanejo dentro do funk. Eu acho que é por isso que os feats começaram a dar tão certo. Quando une duas forças, dois trabalhos diferentes, isso unifica e dá muito certo. É uma ideia de unir um visual agrogirl com pop, e funk. Abrir o leque e sair da casinha é muito gostoso.
Lexa e Pabllo no clipe de ‘Cavalgada’
Divulgação
g1 – Como foi sua pausa nas redes e por que decidiu fazer isso?
Lexa – A minha pausa foi estratégica. Eu precisava focar nos meus projetos e as pessoas sentem falta de você nas redes. Quando volta, sua audiência é maior. Sou formada em marketing e utilizei os conhecimentos dentro desse meu projeto. Eu nunca tinha ficado dois dias sem postar nas redes sociais. Eu também precisava de energia para o meu trabalho. Quando eu voltei, a audiência estava quatro vezes maior. Eu ganhei 100 mil seguidores em um dia.
g1 – Você está em um dia do Rock in Rio que só tem mulheres em todos os palcos. Isso mostra que está tendo uma evolução, com mais diversidade? Antes, infelizmente era impensável termos um dia assim e era normal ter vários dias só com atrações homens…
Lexa – Isso é maravilhoso. Mulher é força. A palavra que mais se encaixa com mulher e potência. Então, eses é um dia de potência e eu sou headliner do meu palco. Sinto essa representatividad, essa força. É uma resposta de tudo o que vim criando nesses anos de carreira.
g1 – O que significa para você estar no Espaço Favela?
Lexa – O que significa para mim? Significa estar no lugar de onde eu vim. Tem uma importância ser head do palco favela. Eu vou mostrar minha essência, vou mostrar o baile funk, com pop, com banda, o funk de um jeitinho diferente. Quero mostrar isso na minha casa. Vou estar em casa.
g1 – A gente vive hoje essa era do streaming e do TikTok, e eu fico impressionado com a quantidade de dados que a gente tem. Dá para ver um hit surgindo, uma música flopando, um hit subindo e caindo. Você acompanha charts, gráficos? Como você ao mesmo tempo se baseia nisso e não se limita isso para fazer música?
Lexa – Eu acompanho muito, porque é meu trabalho. Eu acredito em “Cavalgada”, sei dar força da Pabllo… da minha força. Eu não miro exclusivamente nisso, tem uma estética, um planejamento por trás. O TikTok é gigante e dita muito a tendência, claro. Você vê o que está indo bem nas plataformas [de streaming] e a lista é igual à do TikTok. Eu acompanho tudo, mas não vivo só para isso. A coreografia é mais popzona, de dança mesmo. Não é coreografia de TikTok. Mas acredito nessa música, porque ela é uma potência.

Fonte: G1 Entretenimento

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Acervo de cofundador da Microsoft vai à venda por US$ 1 bilhão em ‘maior leilão de quadros da história’


Lucro das vendas será destinado à caridade. Cézanne pintou várias vezes o Mont Sainte-Victoire, no sul da França — e uma destas obras será incluída no leilão
Getty Images via BBC
A coleção de arte de Paul Allen, falecido cofundador da Microsoft, avaliada em US$ 1 bilhão (R$ 5,11 bilhões), será vendida no maior leilão de arte da história.
A casa de leilões Christie’s informou que os lucros da venda, que acontecerá em novembro, vão ser doados para instituições de caridade, como queria Allen.
A coleção inclui obras-primas de Botticelli (1445-1510), Renoir (1841-1919), David Hockney e Roy Lichtenstein (1923-1997).
Allen, que fundou a Microsoft em 1975 com seu amigo de infância Bill Gates, morreu em 2018 aos 65 anos.
O leilão venderá 150 obras de arte com até 500 anos.
Entre os quadros, está La Montagne Sainte-Victoire, do pintor francês Paul Cézanne (1839-1906), avaliado em mais de US$ 100 milhões (R$ 511 milhões).
O CEO da Christie’s, Guillaume Cerutti, disse que o leilão seria diferente de todos os outros.
“A figura inspiradora de Paul Allen, a extraordinária qualidade e diversidade das obras e a dedicação de todos os lucros à filantropia criam uma combinação única que fará da venda da coleção de Paul G Allen um evento de magnitude sem precedentes”, afirmou.
Paul Allen morreu em 2018 aos 65 anos
Getty Images via BBC
Segundo ele, a arte era “analítica e emocional” para Allen.
A coleção “reflete a diversidade de seus interesses, com seu próprio misticismo e beleza”, disse Jody Allen, irmã de Allen, inventariante do espólio.
Allen deixou seu cargo na Microsoft em 1983 após ser diagnosticado com linfoma de Hodgkin, uma forma rara de câncer.
Seu relacionamento com o cofundador Bill Gates também havia se deteriorado, mas melhoraria mais tarde. Ele permaneceu no conselho da empresa até 2000.
O tratamento do câncer de Allen foi bem-sucedido, e ele fundou uma empresa privada com a irmã Jody, a Vulcan Inc, que administrava seus negócios e filantropia. Ele tinha uma carteira de investimentos de vários bilhões de dólares, que incluía ações da Microsoft.
Em 2010, ele prometeu deixar a maior parte de sua fortuna para caridade após sua morte. Na época, ele era o 37º homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes, com cerca de US$ 13,5 bilhões.
Ele foi tratado por conta de um linfoma não-Hodgkin em 2009, mas a doença voltou — e, em 2018, ele morreu em decorrência de complicações da mesma.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Titãs lança álbum ‘Olho furta-cor’ em setembro com músicas inéditas


Capa do álbum ‘Olho furta-cor’, da banda Titãs
Divulgação
♪ Olho furta-cor é o título do álbum de músicas inéditas que a banda Titãs apresenta na próxima sexta-feira, 2 de setembro, em edição do selo Midas Music.
Gravado com produção musical de Rick Bonadio e Sérgio Fouad, o disco reúne 14 faixas, sendo que uma delas, o rock anarquista Caos – composição de Rita Lee e Roberto de Carvalho em parceria com o filho Beto Lee, guitarrista incorporado ao grupo Titãs como músico convidado – foi apresentado em single editado em 14 de julho.
No repertório do álbum Olha furta-cor, Branco Mello, Sergio Britto e Tony Belotto – trio remanescente da formação clássica dos Titãs, atualmente unidos com Beto Lee e Mario Fabre (na bateria) – tocam músicas ainda inéditas como Apocalipse só.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mallu Magalhães faz a festa ao trazer o show do álbum ‘Esperança’ para o Rio às vésperas dos 30 anos


Em turnê pelo Brasil, artista expõe no palco do Teatro Casa Grande o poder aliciante de repertório autoral que cresceu ao longo da última década e que transita com bossa pelo balanço do samba. Mallu Magalhães mostra nítida evolução no show inspirado pelo álbum ‘Esperança’
Mauro Ferreira / g1
Resenha de show
Título: Esperança
Artista: Mallu Magalhães
Local: Teatro Casa Grande (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 25 de agosto de 2022
Cotação: ★ ★ ★ ★ ½
♪ Paulistana nascida em 29 de agosto de 1992, Mallu Magalhães faz 30 anos na segunda-feira. Artista que cresceu aos olhos e ouvidos do público por ter sido projetada na internet aos 15 anos, em 2007, Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães se tornou um dos grandes nomes da música pop brasileira ao longo dos anos 2010.
Perceptível em álbuns como Vem (2017) e o recente Esperança (2021), mote do corrente show que trouxe Mallu de Portugal para o Brasil neste mês de agosto de 2022, o crescimento artístico da cantora, compositora e instrumentista ficou visível no palco do Teatro Casa Grande, iluminado nos tons elegantes da turnê.
Após ter sido apresentado em Portugal e de ter chegado ao Brasil dentro da programação de festival de Fortaleza (CE), o show calcado no álbum Esperança aportou na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 25 de agosto.
Embora as falas repetitivas e titubeantes da cantora em cena tenham evocado a adolescente tímida revelada com a canção Tchubaruba (2007), a sonoridade e o repertório autoral do show – orquestrado com direção musical, roteiro (bem alinhavado) e cenário da própria Mallu – atestaram a evolução da artista, como se ainda fosse preciso.
E o fato é que Mallu fez a festa para toda a gente que encheu a plateia do Teatro Casa Grande. Após a cantora iniciar o bis com Você não presta (2017) e sair de cena após reviver Mais ninguém (2014), hit extasiante da Banda do Mar, o entusiasmado público exigiu um segundo bis, feito com Me sinto ótima (2014), outro sucesso do primeiro e por ora único álbum do trio formado por Mallu em Lisboa com Marcelo Camelo – companheiro da artista na vida e na música – e com o baterista Fred Pinto Ferreira.
O português Fred – ou Fredinho, como Mallu o apresentou à plateia quase ao fim da apresentação – é um dos dois músicos que dividem o palco do show Esperança com a cantora que, por ser também multi-instrumentista, tocou guitarra no show, com exceção de curto set solitário de voz e violão em que a artista cantou Me gustas tu (2011) – canção em espanhol de Manu Chao já recorrente nos roteiros dos shows da artista – e Quando você olha pra ela (2018), música feita para Gal Costa, como a compositora ressaltou em cena, com justificado orgulho.
O outro músico é o pianista Claudio Andrade, o Claudinho, com quem Mallu ficou sozinha ao dar voz à canção Será que um dia (2017) com o canto evoluindo para registro de intensidade crescente e atípica na trajetória dessa artista de tons suaves.
Mallu Magalhães toca guitarra no show ‘Esperança’
Mauro Ferreira / g1
Entrosado, o trio envenenou o balanço da bossa no samba Barcelona (2021), e procurou emular o suingue do samba-rock de Jorge Ben Jor em Deixa a menina (2021), música gravada por Mallu com Preta Gil no álbum Esperança.
Na sequência, Sambinha bom (2011) reforçou a recorrência da cadência bonita do gênero no repertório de Mallu e na primeira parte do roteiro, aberto em atmosfera climática com canção, Fases da lua (2021), de beleza mais bem iluminada por Fernanda Porto na gravação do recém-lançado álbum Contemporâne@.
E por falar em contemporaneidade, Mallu lançou mão de sonoridade moderna (mas jamais modernosa) para erguer Casa pronta (2016), percorrer com bossa o itinerário de Guanabara (2017), mandar o recado de bem-viver para a filha Luísa através dos versos de Enjoy the ride (2021) e exprimir a felicidade de As coisas (2021), também enfocada em Cena de cinema (2015), take luminoso de show que escancarou o alto poder de sedução do recente repertório autoral de Mallu Magalhães.
Como resistir à onda de surf rock que se ergueu no show quando Mallu cantou I’m ok (2021)? Como resistir ao amor de lero-lero que voa lépido no samba Quero-quero (2021)? Como não cair no suingue de América Latina (2021)?
Mesmo que tivesse aberto mão de hits como Velha e louca (2011), canção de Pitanga (2011), álbum que sinalizou há onze anos o desabrochar da compositora, Mallu Magalhães teria feito a festa no palco do Teatro Casa Grande somente com as músicas autorais dos dois últimos álbuns.
Já é visível a grandeza do cancioneiro de Mallu Magalhães, artista que ainda nem chegou aos 30 anos…
Mallu Magalhães canta 20 músicas no show ‘Esperança’
Mauro Ferreira / g1
♪ Eis as 20 músicas do roteiro seguido por Mallu Magalhães em 25 de agosto na estreia carioca da turnê do show baseado no álbum Esperança (2021) no Teatro Oi Casa Grande, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
1. Fases da lua (Mallu Magalhães, 2021)
2. Barcelona (Mallu Magalhães, 2021)
3. Deixa a menina (Mallu Magalhães, 2021)
4. Sambinha bom (Mallu Magalhães, 2011)
5. Casa pronta (Mallu Magalhães, 2016)
6. Guanabara (Mallu Magalhães, 2017)
7. Enjoy the ride (Mallu Magalhães, 2021)
8. Pé de elefante (Mallu Magalhães, 2021)
9. Me gustas tu (Mano Chao, 2001)
10. Quando você olha pra ela (Mallu Magalhães, 2018)
11. Será que um dia (Mallu Magalhães, 2017)
12. As coisas (Mallu Magalhães, 2021)
13. Cena de cinema (Mallu Magalhães, 2021)
14. I’m ok (Mallu Magalhães, 2021)
15. América Latina (Mallu Magalhães, 2021)
16. Quero-quero (Mallu Magalhães, 2021)
17. Velha e louca (Mallu Magalhães, 2011)
Bis:
18. Você não presta (Mallu Magalhães, 2017)
19. Mais ninguém (Mallu Magalhães, 2014)
Bis 2:
20. Me sinto ótima (Mallu Magalhães, 2014)
Mallu Magalhães no palco elegantemente iluminado do Teatro Casa Grande na estreia carioca do show ‘Esperança’
Mauro Ferreira / g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears retorna à musica em dueto com Elton John, seis anos depois de seu último trabalho


Cantora lança a música ‘Hold me closer’, versão mais dançante de ‘Tiny Dancer’. Britney Spears em foto de 2018
Reuters/Mario Anzuoni/File Photo
A cantora norte-americana Britney Spears retornou ao mundo da música nesta sexta-feira (26) ao lançar um dueto com Elton John, em seu primeiro lançamento em seis anos e após o fim de sua tutela de 13 anos no ano passado.
A hitmaker de “Toxic” e “Womanizer”, de 40 anos, está promovendo “Hold Me Closer”, uma versão dançante de “Tiny Dancer”, música de 1971 de John.
“Okie dokie… minha primeira música em 6 anos. É muito legal cantar com um dos homens mais clássicos do nosso tempo”, escreveu Spears em um tuíte esta semana.
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Em novembro, Spears, que alcançou a fama quando adolescente com sua estreia no topo das paradas de 1998 “… Baby One More Time”, foi libertada de uma tutela legal que controlou sua vida pessoal e finanças por 13 anos.
Seu pai, Jamie Spears, que solicitou o acordo imposto pelo tribunal em 2008, foi removido da função de tutor em setembro. Ele disse que seu único objetivo era ajudar a filha a reabilitar sua carreira depois que ela sofreu um colapso de saúde mental em 2007 e que ele sempre agiu no melhor interesse dela.
Em dezembro, Spears sinalizou que ainda não estava pronta para voltar a fazer música. Seu último álbum de estúdio foi “Glory”, de 2016.
Um comunicado de imprensa para “Hold Me Closer”, que também tem elementos das músicas de Elton John “The One” e “Don’t Go Breaking My Heart”, informou que os dois cantores se conheceram em 2014. Um ano depois, Spears tuitou seu amor por “Tiny Dancer”, acendendo a ideia de uma colaboração.
“Depois de ouvir o primeiro corte do single no início deste verão, Elton John soube que os vocais instantaneamente reconhecíveis de Britney eram o toque perfeito para dar vida à música”, disse.
No início desta semana, John apresentou a música em um restaurante no sul da França, cantando junto para o deleite dos clientes.
“Estou absolutamente emocionado por ter tido a chance de trabalhar com Britney Spears”, disse ele.
“Ela realmente é um ícone, uma das maiores estrelas pop de todos os tempos. Eu a amo muito e estou encantado com o que criamos juntos.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rio inicia a primeira fase da campanha de vacinação antirrábica no sábado


Na primeira fase, as regiões atendidas serão Centro, Ilha do Governador, Grande Tijuca, Zona Sul e parte da Zona Norte da capital. A meta da Prefeitura do Rio é vacinar cerca de 700 mil animais domésticos. Campanha de Vacinação Antirrábica contra a raiva para cães e gatos começa na cidade do Rio de Janeiro no sábado (27)
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A Campanha de Vacinação Antirrábica contra a raiva para cães e gatos começa na cidade do Rio de Janeiro no sábado (27). Na primeira fase, as regiões atendidas serão Centro, Ilha do Governador, Grande Tijuca, Zona Sul e parte da Zona Norte da capital.
(Confira abaixo os bairros que serão atendidos)
A campanha é realizada pelo Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Vigilância de Zoonoses e de Inspeção Agropecuária (Ivisa-Rio).
Ao todo, serão mais de 135 postos de vacinação no primeiro dia de campanha, entre unidades de saúde e escolas municipais, associações de moradores e postos volantes. Eles vão funcionar das 9h às 17h para garantir a imunização dos animais.
A lista completa dos postos de vacinação podem ser conferidas nas redes sociais da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, Ivisa-Rio ou no link disponibilizado pela prefeitura.
Podem ser vacinados cachorros e gatos com idade a partir de três meses de idade e adultos saudáveis.
A vacina antirrábica deve ser aplicada nos animais uma vez por ano. Ela é a principal forma de prevenção e controle da raiva, que não é notificada em cães e gatos na cidade do Rio de Janeiro desde 1995. Em humanos, a raiva não é diagnosticada desde 1986.
A meta da Prefeitura do Rio é vacinar cerca de 700 mil animais domésticos da cidade. No ano passado foram vacinados mais de 470 mil cães e gatos.
Até novembro, a campanha vai acontecer de maneira escalonada, em cinco datas, sempre aos sábados, quando serão contemplados diferentes bairros. Os próximos grupos de bairros das zonas Norte e Oeste vão receber a campanha nos dias 17 de setembro, 8 e 22 de outubro e 5 de novembro.
Bairros atendidos na 1ª fase, dia 27/08:
Alto da Boa Vista, Andaraí, Bairro de Fátima, Bancários, Benfica, Botafogo, Cacuia, Caju, Catete, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Cidade Universitária, Cocotá, Copacabana, Cosme Velho, Estácio, Flamengo, Freguesia, Galeão, Gamboa, Gávea, Glória, Grajaú, Humaitá, Ipanema, Jardim Botânico, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Lagoa, Laranjeiras, Largo do Machado, Leblon, Leme, Mangueira, Moneró, Pitangueiras, Praça da Bandeira, Praia da Bandeira, Ribeira, Rio Comprido, Rocinha, Santa Teresa, Santo Cristo, São Conrado, São Cristóvão, Tauá, Tijuca, Urca, Vasco da Gama, Vidigal, Vila Isabel e Zumbi.
Bairros atendidos na 2ª fase, 17/09:
Zona Norte: Abolição, Água Santa, Bento Ribeiro, Bonsucesso, Brás de Pina, Cachambi, Campinho, Cascadura, Cavalcanti, Colégio, Complexo da Maré, Complexo do Alemão, Cordovil, Del Castilho, Encantado, Engenheiro Leal, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Higienópolis, Honório Gurgel, Inhaúma, Irajá, Jacarezinho, Jardim América, Lins de Vasconcelos, Madureira, Manguinhos, Olaria, Marechal Hermes, Méier, Oswaldo Cruz, Parada de Lucas, Penha Circular, Penha, Piedade, Pilares, Pilares, Quintino, Ramos, Riachuelo, Rocha Miranda, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos, Tomás Coelho, Turiaçu, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vigário Geral, Vila da Penha, Vila Kosmos, Vista Alegre.
Bairros atendidos na 3ª fase, 08/10:
Zona Norte: Acari, Anchieta, Coelho Neto, Costa Barros, Guadalupe, Parque Anchieta, Pavuna, Ricardo de Albuquerque Zona Oeste: Anil, Barra da Tijuca, Barros Filho, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia, Gardênia Azul, Grumari, Itanhangá, Jacarepaguá, Joá, Pechincha, Praça Seca, Recreio dos Bandeirantes, Tanque, Taquara, Vargem Grande, Vargem Pequena, Vila Valqueire.
Bairros atendidos na 4ª fase, 22/10:
Zona Oeste: Bangu, Campo dos Afonsos, Campo Grande, Cosmos, Deodoro, Inhoaíba, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Realengo, Santíssimo, Senador Camará, Senador Vasconcelos, Vila Kennedy, Vila Militar.
Bairros atendidos na 5ª fase, 05/11:
Zona Oeste: Barra de Guaratiba, Guaratiba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Sepetiba.

Fonte: G1 Entretenimento

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Joe E. Tata, de ‘Barrados no Baile’, morre aos 86 anos


Ator interpretava Nat Bussichio, o dono da lanchonete onde os personagens se reuniam. Ele foi diagnosticado com Alzheimer em 2018. Joe E. Tata
Reprodução/Instagram
O ator Joe E. Tata, conhecido por interpretar Nat Busschio, o dono da lanchonete da série “Barrados no Baile”, morreu nesta quarta-feira (24), aos 86 anos. Em 2018, ele tinha sido diagnosticado com Alzheimer.
A informação foi confirmada na quinta-feira (25) pela filha do ator, Kelly Tata, em uma página de financiamento coletivo. Ela tinha organizado a arrecadação para ajudar com os cuidados com Joe.
Durante dez temporadas da série, entre 1990 e 2000, Joe interpretou Nat, o proprietário da lanchonete Peach Pit, onde os personagens se reuniam.
No início do mês, Denise Dowse, também da série, morreu de meningite virulenta, aos 64 anos.
Shannen Doherty, de ‘Barrados no Baile’, compartilha história sobre luta contra câncer de mama
Em uma postagem no Instagram, Ian Ziering, o Steve Sanders na série, escreveu que Tata era uma das pessoas mais animadas com que ele trabalhou. “Ele era generoso com a sua sabedoria assim como com sua gentileza”, disse. Ele também lembrou dos personagens antigos de Tata, como vilões na série “Batman e Robin”, dos anos de 1960, e “Arquivo confidencial”, da década seguinte.
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Tori Spelling, a Donna Martin, lembrou a cena em que Nat acompanhou Donna no altar no dia do casamento da personagem. “Um dos seres humanos mais gentis, engraçados, profissionais e incríveis com quem já tive o prazer de trabalhar e, mais importante, ser amigo em toda a minha vida. Eu nunca o vi sem um grande sorriso no rosto”, disse em uma postagem no Instagram.
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Brian Austin Green, que interpretou David Silver, publicou um vídeo em um evento com o ator. “Joey era um membro da família com certeza e ele fará falta, mas é lembrado com tanto carinho”, escreveu.
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Fonte: G1 Entretenimento

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MC Don Juan diz que fãs cobram palavrão nas letras e que Rock in Rio terá ‘funkão e couro comendo’


Ele fala a podcast do g1 sobre estreia no festival, paternidade, pedidos por funk de ‘ousadia, conversa com Marília Mendonça antes da morte dela e música de que se arrependeu de lançar. MC Don Juan não quer pegar leve. O cantor paulista promete “o bagulho ao extremo” no primeiro show de sua carreira no Rock in Rio, no dia 3 de setembro. “Vai ser couro comendo, funkão mesmo”, define. “Ano que vem eu volto cantando as mais lights”, ele promete.
Ele é um dos cantores mais ouvidos do Brasil, com 9 milhões de ouvintes mensais só no Spotify, com sucessos que passeiam entre os funks ousados e parcerias com outros estilos.
Seus dois hits atuais mostram as duas facetas: o funk “Eu vou com carinho, ela quer com força” (com MC Davi e MC G15) e o piseiro “Áudio que te entrega” (com Léo Santana e Mari Fernandez).
Ouça abaixo a entrevista ao podcast g1 ouviu e leia mais sobre cada tópico do papo a seguir:
o início no funk aos 11 anos de idade;
a mudança de voz e a criação espontânea de hits como “Amar, amei”;
a aposta nos “feats” e os planos com Marília Mendonça antes da morte dela;
a cobrança para não abandonar os funks ousados;
os planos para o Rock in Rio;
assumir as rédeas da carreira e cuidar da filha recém-nascida, Mariah.
1 – O início aos 11 anos
Don Juanzinho: o cantor da Zona Sul de São Paulo começou a carreira aos 11 anos
Reprodução / YouTube
Aos 21 anos de idade, Don Juan é um veterano. Ele começou a cantar aos 11 na comunidade da Cheba, na zona sul de São Paulo. Aos 15 já era uma estrela do funk com o hit “Me amarro na noite”.
Na época, nem a mãe aceitava muito o plano do funk. “Quando resolvi cantar, para a minha família aceitar eu tive que mostrar para eles que não era aquilo que eles pensavam”.
Sua geração alcançou feitos que ninguém imaginava, como dar autógrafo para PMs, que antes viam qualquer cantor de funk com preconceito. “Hoje em dia os policiais conhecem a gente, pedem vídeo, falam que os filhos são fãs, que ouvem o trabalho, elogiam”.
“Hoje um molequinho de 11 anos tem várias referências boas para mostrar para o pai dele”, resume Don Juan. “Para o pai falar: ‘Pode pá, vai lá, filho”, Don Juan imita a aprovação que não teve.
2 – Mudança de voz e ‘Amar, amei’
MC Don Juan
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Parte de uma geração de ídolos mirins como os MCs Pedrinho, Brinquedo, Pikachu e Hariel, ele passou, como todos os amigos, por um dilema: a mudança de voz na adolescência.
“Teve uns 3, 4 anos bem perturbadores”, ele admite. “Eu vi artistas novos que depois mudaram de voz e não ficou legal… Meus amigos ficavam falando: ‘sua voz vai mudar, ein’. Eu ficava em choque”.
“Meu timbre melhorou bastante e hoje em dia eu acho que antes que era ruim”, ele comemora. Ele foi achando um jeito de cantar mais suave, melódico, fora do funk “retão”, como ele define.
O ponto de virada foi em “Oh novinha”, seguido pela melódica “Amar, amei”. Don Juan escreveu a música enquanto tomava banho, antes de ir gravar “Se eu tiver solteiro”, com o DJ Yuri Martins.
Chegando no estúdio com Yuri, ele falou: “Se liga, mano, fiz uma música aqui hoje tomando banho”. Na verdade, ele só tinha feito o começo da música e, na hora de mostrar, improvisou o resto, “de freestyle”.
Ele nem sabia que o DJ estava gravando tudo que ele falava, e registrou a composição instantânea. “Amar, amei”, foi um dos hits do verão de 2018 e ajudou a espalhar a voz de Don Juan além do funk.
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3 – Aposta nos ‘feats’ e Marília Mendonça
MC Don Juan
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“Eu sempre tive vontade de gravar outros estilos, ser aquele cara versátil”, diz Don Juan.
“Quem abriu as portas para mim foram a Maiara e a Maraisa. Elas foram as primeiras, porque tinha um preconceito do pessoal não se misturar com a rapaziada do funk”.
Ele avalia que o próprio funk mudou até ser mais aceito. “Os moleques eram todos muito novos, ninguém tava nem aí pra nada, hoje em dia tem uma estrutura, tem um show ‘da hora’, e os números… Olha só como o funk está…”.
“Eles abraçaram a gente e viram que é bom estar do nosso lado, para unir forças. E para nós é bom também, para chegar em outros ouvidos”. Alok, Xamã, Tarcísio do Acordeon, Mari Fernandez, Psirico e Grupo Presença estão entre os músicos que já gravaram com ele.
Que ninguém duvide da conexão de Don Juan com os cantores de outros estilos. No meio da entrevista, o forrozeiro Zé Vaqueiro liga para ele em videochamada. “Amor da minha vida”, atende Don Juan. “Vamos jantar hoje então, tá?”, eles combinam.
O maior desejo de Don Juan fora do funk era gravar com a outra patroa, amiga da dupla que lhe abriu as portas: Marília Mendonça. Os dois trocaram mensagens pelo Instagram, estavam se seguindo, e Marília postou um vídeo com músicas dele.
“A gente já estava conversando, já tinha uma proposta”, ele diz. A parceria não tinha sido feita quando a cantora morreu, mas “estava para acontecer”, afirma Don Juan.
4 – Não largar os funks ousados
MC Don Juan
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Apesar do sucesso em outros estilos, uma das preocupações do MC Don Juan é não perder a conexão com o funk que o consagrou: “Eu tenho muito medo de perder a origem do bagulho”.
“Meus últimos trampos foram sertanejo, piseiro, e a rapaziada abraçou, gostou de me ver nesse segmento. Às vezes o pessoal até cobra eu sozinho nessa parada. Gosto muito e não vou deixar de fazer. Estou planejando músicas com vários artistas”, ele adianta.
“Só que a minha parada é funk, tá ligado? Eu não posso abandonar. O funk me colocou onde estou. A cobrança é muito grande. Às vezes eu estou deixando de falar um pouco de ousadia nas músicas, palavrão, e o pessoal fica pedindo para eu falar. Porque o pessoal gosta disso.”
Ele lançou no início de agosto o EP “Sete chaves” com este objetivo. “Eu estava com bons números, agora chegou a hora de fazer uma parada que eu quero. Tanto que eu fiz as músicas desse álbum todas em uma semana.”
Ele veio, afinal, de uma geração de funkeiros mirins com funks espontâneos. “Às vezes fica muito robô, tá ligado? Fica pensando muito. Mas agora estamos voltando a ser igual antes. Claro que não vamos fazer qualquer coisa. Vamos estar sempre planejando. Mas é melhor não deixar virar muito estratégia, fazer uma parada de coração.”
O hit atual “Eu vou com carinho, ela quer com força” nasceu “do nada”: “A gente estava lá no estúdio, fizemos, e aí eu falei: ‘Vou gravar clipe. Grava aqui numa parede branca mesmo’. “Teve músicas de gastar 400 mil e não foi sucesso igual esse, que não gastou nada. O público sente isso”, reflete.
5 – Rock in Rio
PK, MC Don Juan e Zé Ricardo de pé; MC Hariel, Papatinho, L7nnon e Marvvila sentados
Laura Rocha/g1
Don Juan vai fazer o primeiro show da carreira no Rock in Rio 2022 dividindo o palco com o rapper PK. Mesmo com muito mais audiência do que vários artistas dos palcos principais, ele vai se apresentar em um dos palcos alternativos, o Espaço Favela.
No dia da entrevista, ele ainda não tinha decidido o repertório, mas disse que vai manter o objetivo atual de não se desconectar do funk
“Ah, no Rock in Rio vai ser o couro comendo, vai ser funkão mesmo. O bagulho ao extremo”, promete Don Juan.
“Ano que vem eu vou cantando as mais light. Esse ano eu vou para mostrar que é o funk mesmo no bagulho.”
6 – Mariah e a rédea da carreira
Don Juan com a filha, Mariah, e a esposa, a DJ Allana
Reprodução / Instagram
O cantor que já chegou a fazer oito shows na mesma noite no começo da carreira hoje consegue diminuir o batidão na estrada.
“Quero fazer menos shows, dar mais atenção para os fãs, chegar lá e ver o que está acontecendo, fazer as coisas com mais calma.” Há uma mudança que permite isso: “Temos um cachê mais caro, tá ligado?”
Não é só na estrada que Don Juan tem mais controle sobre a carreira. Ele reflete mais sobre seus lançamentos. “Eu prefiro fazer uma parada que depois vai me alegrar, porque tem várias coisas que eu fiz antes que hoje em dia eu olho e digo: ‘gente, eu não faria isso’.”
“Tem uma música que eu falo: ‘como vocês deixaram eu lançar? Que música ruim…’ “Desce com a xerequinha” (de 2021), até o nome é ruim. Eu já pedi para os caras excluírem, mas os caras gastaram dinheiro com o clipe, não vão excluir”.
“Agora nem empresário, nem gravadora. Quem decide quais são as paradas que vão soltar para a rua sou eu”.
Mas o maior motivo para colocar o pé no freio dos shows e planejar melhor a vida e a carreira tem nome: Mariah, primeira filha de Don Juan e da esposa, a DJ Allana, nasceu no dia 11 de julho de 2022.
No ano passado, ela perdeu o bebê que estava esperando e o casal não escondeu a tristeza nas redes sociais. Agora ele é só alegria: Don Juan diz que acha a paternidade “da hora” e tem prazer até de ouvir o choro do neném.
“Cê é louco, o pai é monstro, eu tô zica já. Os braços estão ficando até fortes, já.”
MC Don Juan
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Fonte: G1 Entretenimento

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As Galvão: memorial em Paraguaçu Paulista conta a história da dupla; conheça


Irmã mais nova, Marilene Galvão, morreu aos 80 anos nesta quarta-feira (24). Com a irmã Mary, cantora viveu a carreira de mais de 70 anos, iniciada ainda na infância no interior de São Paulo. As Irmãs Galvão no início da carreira
Reprodução / Site oficial As Galvão
Nesta quarta-feira (24), o universo sertanejo se despediu de uma das responsáveis por abrir o caminho do estilo musical para as mulheres. A cantora Marilene, da dupla as Galvão, morreu aos 80 anos em um hospital em São Paulo.
Nascida em Palmital, Marilene formou com a irmã mais velha, Mary Galvão, nascida em Ourinhos, a dupla com a carreira de mais de 70 anos.
As duas cresceram no distrito de Sapezal, em Paraguaçu Paulista, onde começaram a cantar ainda crianças, como lembrou a Mary em entrevista à TV TEM em 2013. Naquele ano foi inaugurado um memorial no distrito que conta a história da dupla, que começou a cantar nos anos 1940. (Veja abaixo a reportagem sobre o memorial).
“A nossa primeira lembrança é sempre essa ‘as meninas de Sapezal estão aqui para cantar, as Irmãs Galvão’ e aí nós cantamos.”
Um memorial para as Irmãs Galvão
Também durante a entrevista, Marilene lembrou da primeira música que cantaram. . “A primeira música que cantamos na rádio foi ‘La última Noche’, eu com 5 e ela com 6 anos. Não sabia nem o que estava falando na verdade.”
O corpo de Marilene será velado na Câmara Municipal de Paraguaçu Paulista, com início previsto para às 18h desta quinta-feira (25) e o enterro será no Cemitério de Sapezal, na sexta-feira (26), às 9 horas.
Marilene, da dupla As Galvão, morre aos 80 anos em São Paulo
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As Galvão
Nas paredes do Memorial, estão as fotos, homenagens, discos, troféus e instrumentos que contam a história da carreira de sucesso das Galvão.
Ao longo da carreira, a dupla lançou 80 discos. O fim da dupla foi anunciado por Mary Galvão em entrevista a André Piunti, publicada no YouTube em 19 de junho de 2021. O motivo do término era o avanço do Alzheimer que obrigou Marilene a se retirar de cena pela perda total de memória.
Irmãs Galvão voltaram ao distrito onde começaram a carreira
Reprodução/TV Tem
A dupla se consagrou como pioneira no universo da música caipira. As irmãs entraram no ramo como sendo as duas primeiras mulheres do cenário sertanejo, então dominado pelo elenco masculino.
BLOG: Dupla As Galvão chega ao fim após 74 anos de atividade pioneira na música sertaneja
Além de cantar, Mary Galvão tocava sanfona na dupla. Já Marilene Galvão tocava viola enquanto unia a voz com a da irmã em músicas como Beijinho Doce (Nhô Pai, 1945), clássico sertanejo lançado pelas Irmãs Castro, mas desde sempre associado às vozes das irmãs Galvão.
Memorial tem fotos que recontam a história da dupla
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Quando entraram em cena na Rádio Club Marconi de Paraguaçu Paulista (SP), em 1947, com sete e cinco anos, respectivamente, Mary e Marilene certamente nem sonhavam em pavimentar trajetória tão longa na música sertaneja.
De rádio em rádio pelo interior paulista, as irmãs acabaram contratadas pela RCA Victor, gravadora na qual debutaram em 1955, ano em que as Galvão registraram, em disco de 78 rotações por minuto, as músicas Carinha de Anjo (Paschoal Yanuzzi e Fábio Mirhib) e Rincão Guarani (Maurício Cardozo Ocampo, Diogo Mulero Palmeira e Centorion).
Começou, naquele ano, a bem-sucedida trajetória fonográfica pavimentada pelas gravações de toadas, modas de viola e rasqueados, gêneros musicais recorrentes no universo sertanejo. As irmãs Galvão gravaram discos com regularidade até o fim da década de 1980.
A partir dos anos 1990, a discografia foi ficando cada vez mais espaçada na medida em que a dupla passava a ser cada vez mais reconhecida pelo fato de, no rastro das Irmãs Castro, Mary e Marilene terem imprimido assinatura vocal feminina na música sertaneja quando que somente os homens cantavam modas caipiras.
Essa trajetória pioneira foi celebrada em 2017, ano em que as Galvão festejaram sete décadas de carreira, com a edição do DVD “Soberanas – 70 anos ao vivo” e com o documentário “Eu e minha irmã – A trajetória das Irmãs Galvão”, dirigido por Thiago Rosente.
Homenagens de sertanejos
Artistas do universo sertanejo lamentaram a morte da cantora Marilene, da dupla As Galvão, nas redes sociais. Marilene Galvão tinha 80 anos e sofria de mal de Alzheimer. Ela morreu nesta quinta-feira (24) em um hospital em São Paulo.
O cantor Daniel postou um vídeo de uma apresentação com a dupla e escreveu que a morte da cantora era uma “perda irreparável”.
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A dupla Chitãozinho e Xororó também prestou uma homenagem em seu perfil no Instagram.
“Queridas irmãs Galvão…quanta história, quanta prosa e quanta música boa… o legado construído por vocês será sempre lembrado. Todo nosso carinho a Mary e demais familiares nesse dia tão triste.”
Marilene morreu no Hospital Professora Lydia Storópoli, onde estava internada. O velório e o sepultamento da artista serão realizados nesta quinta-feira (25) em Paraguaçu Paulista. A causa da morte dela não foi divulgada.
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Durante mais de 70 anos ela e a irmã May Galvão cantaram e tocaram viola. O anúncio do encerramento da carreira foi feito por Mary no ano passado.
Em junho de 2020, a dupla participou de uma entrevista ao programa Revista de Sábado, da TV TEM, afiliada da TV Globo no interior de São Paulo.
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Fonte: G1 Entretenimento