Categorias
ENTRETERIMENTO

Quem foi Cláudia Celeste, atriz transexual homenageada por doodle do Google


Capa do buscador traz ilustração sobre a artista, primeira transexual a aparecer em novelas brasileiras. Cláudia Celeste foi homenageada no Doodle do Google
Google / Reprodução
Cláudia Celeste foi lembrada na página inicial do Google nesta segunda-feira (22). O “doodle”, como é chamada a homenagem no buscador, celebra a primeira artista transexual a ter um papel em novela brasileira. Há exatos 34 anos, ela participou de “Olho por olho”, da extinta TV Manchete.
Cláudia foi cantora, dançarina, diretora, produtora e autora. Além disso, construiu um legado pelos direitos de artistas transgêneros e LGBTQIA+.
Orgulho de ser quem se é: a luta pelo reconhecimento das identidades LGBTQIA+
Entenda o que significa a sigla LGBTQIA+
Aos 20 anos, ela se formou em beleza e passou a atender como cabeleireira em Copacabana, no Rio de Janeiro. A carreira artística começou também nesta época com participação em espetáculos como bailarina.
Em 1976, Cláudia venceu um concurso de beleza. Após o título, ela foi chamada para atuar em filmes e novelas.
Nascida no Rio de Janeiro, ela morreu em 2018, aos 65 anos, vítima de uma infecção pulmonar.
Veja outras homenagens do doodle do Google:
Tigre protagoniza doodle do Google em comemoração ao Ano Novo Lunar
Quem é Rosane Kaingang, ativista indígena do RS homenageada pelo Google Doodle
Doodle do Google faz homenagem a Avicii no dia em que DJ completaria 32 anos

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Dragon Ball Super: Super Herói’ estreia na liderança na bilheteria nacional e arrecada R$ 2,6 milhões


Líder nas últimas semanas, ‘Minions 2: A Origem de Gru’ caiu para a segunda posição, seguido de ‘Thor: Amor e Trovão’. ‘Dragon Ball Super: Super Hero’
Divulgação
“Dragon Ball Super: Super Herói” estreou na liderança da bilheteria nacional. O filme assumiu o topo da lista de arrecadação e, segundo dados da ComScore, somou R$ 2,6 milhões, levando 128 mil pessoas aos cinemas.
Aos dados são referentes ao período entre os dias 18 e 21 de agosto.
Líder nas últimas semanas, “Minions 2: A Origem de Gru” (R$ 2,1 milhões) caiu para a segunda posição, seguido de “Thor: Amor e Trovão” (R$ 1,7 milhão).
Há 13 semanas na lista, “Top Gun Maverick” sega no Top 10 dos mais vistos e arrecadou R$ 563 mil, ficando na nona posição.
No total, os dez filmes mais assistidos somaram R$ 13,4 milhões em bilheteria, levando 647 mil pessoas às salas de cinema.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 18 a 21 de agosto:
“Dragon Ball Super: Super Herói” – R$ 2,6 milhões
“Minions 2: A Origem de Gru” – R$ 2,1 milhões
“Thor: Amor e Trovão” – R$ 1,7 milhão
“Trem-Bala” – R$ 1,6 milhão
“Elvis” – R$ 1,2 milhão
“A Fera” – R$ 1,1 milhão
“DC Liga dos SuperPets” – R$ 1,1 milhão
“O Telefone Preto” – R$ 1 milhão
“Top Gun Maverick” – R$ 563 mil
“Gêmeo Maligno” – R$ 352 mil
‘Dragon Ball Super: Super Hero’ e ’45 do Segundo Tempo’ estreiam nos cinemas de RO

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Antônio Carlos & Jocafi se afinam com Russo Passapusso na cadência bonita do samba ‘Mirê Mirê’


Gilberto Gil participa do single que anuncia o álbum ‘Alto da Maravilha’, previsto para novembro. Capa do single ‘Mirê Mirê’, de Antônio Carlos & Jocafi com Russo Passapusso e participação de Gilberto Gil
Ricardo Fernandes sob direção de arte de Filipe Cartaxo
Resenha de single
Título: Mirê Mirê
Artistas: Antônio Carlos & Jocafi e Russo Passapusso (com participação de Gilberto Gil)
Composição: Antônio Carlos & Jocafi
Álbum: Alto da maravilha
Edição: Silêncio / Altafonte (distribuição)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Apresentada há seis anos na voz de Filipe Lorenzo, em gravação feita para o álbum Odisseia baiana (2016), Mirê Mirê é música de autoria de Antônio Carlos & Jocafi, compositores baianos que ganharam projeção nacional na década de 1970 como dupla, dona de obra pautada pelo samba.
Mesmo já não sendo inédita, Mirê Mirê foi a música escolhida para ser o primeiro single do álbum Alto da Maravilha, previsto para ser lançado em novembro. O single está disponível a partir de hoje, 22 de agosto, nos aplicativos de música.
Arquitetado desde 2017, o disco Alto da Maravilha junta Antônio Carlos & Jocafi com Russo Passapusso – vocalista da banda BaianaSystem – em repertório norteado por inéditas composições criadas pela dupla com Passapusso, casos de Caixa de Pandora, Pitanga e Veneno (Salve o rei).
A julgar pelo single Mirê Mirê, gravado pelo trio com a adesão vocal de Gilberto Gil e com produção musical orquestrada por Curumin e Zé Nigro com Lucas Martins, o álbum Alto da Maravilha renovará o cancioneiro de Antônio Carlos & Jocafi com timbragem contemporânea que preserva a cadência da obra da dupla.
Mirê Mirê é composição que parte de ponto do Candomblé – elemento recorrente na musicografia da dupla – para cair bem no suingue do samba de acentuada matriz afro-brasileira.
Resultado da harmonização do atabaque de Djalma Correa com as guitarras de Lucas Martins e Zola Start e com o MPC e o sintetizador de Curumin, instrumentos do arranjo também bafejado pelo sopros dos metais orquestrados pelo tecladista Ubiratan Marques (músico também presente na gravação de Mirê Mirê por Filipe Lorenzo), a cadência bonita do samba na atual gravação em nada fica a dever ao balanço de outros sambas de Antônio Carlos & Jocafi nos anos 1970.
Com capa criada por Ricardo Fernandes sob direção de arte de Filipe Cartaxo, criador da identidade visual da BaianaSystem, o single Mirê Mirê deixa ótima primeira impressão do álbum Alto da Maravilha.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Filme ‘Maria – Ninguém sabe quem sou eu’ capta o desassossego de Bethânia entre entrevista inédita e imagens raras de shows antigos


Exibição de trechos de ensaios de espetáculos da cantora valoriza documentário de Carlos Jardim. Cartaz de ‘Maria – Ninguém sabe quem sou eu’, filme de Carlos Jardim
Divulgação
Resenha de filme
Título: Maria – Ninguém sabe quem sou eu
Direção e roteiro: Carlos Jardim
Produção: Turbilhão de Ideias
Coprodução: Globo Filmes / GloboNews / Canal Brasil / Noticiarte Produções
Cotação: ★ ★ ★ ★
♪ Filme programado para estrear nos cinemas em 1º de setembro de 2022
♪ “Eu não me dou paz. Eu sinto tudo”, admite Maria Bethânia em instante confessional da entrevista que pauta o roteiro de Maria – Ninguém sabe quem sou eu, filme programado para estrear nos cinemas em 1º de setembro e com pré-estreias agendadas para a véspera.
Concedida pela artista a Carlos Jardim, diretor e roteirista do documentário, a entrevista – filmada em 24 de novembro de 2021 no palco do teatro do hotel carioca Copacabana Palace – é até certo ponto reveladora, inclusive por captar o desassossego que move o espírito inquieto da artista, e ajuda a traduzir em palavras o que o espectador vê ao longo do filme em imagem raras extraídas de ensaios de shows e dos espetáculos propriamente ditos da artista.
Cineasta debutante, Jardim tem dito que fez um filme de fã para fãs de Bethânia. Nesse sentido, Maria – Ninguém sabe quem sou eu cumpre plenamente o que se propõe porque o fã da cantora pode até encontrar áudios de shows antigos na internet, mas não take do ensaio de um espetáculo antigo como Maria Bethânia – 20 anos de paixão (1985) – momento em que se vê a cantora dar voz à então inédita Luz da cidade (Roberto Mendes e Jorge Portugal) – e tampouco imagens em movimento de números como Olhos nos olhos (Chico Buarque, 1976) e Beijo partido (Toninho Horta, 1975), extraídos dos shows Mel (1980) e A hora da estrela (1984), para citar três entre muitos possíveis exemplos de mimos para fãs.
Pelo que Bethânia permite saber dela na entrevista, o filme deixa entrever artista ciente das qualidades – “Eu sei exatamente o meu tamanho, nem para cima nem para baixo” – e perseguida pela incessante inquietude geradora de inseguranças. O que explica a cantora visualizar no microfone com fio uma espécie de “chicote na mão”, com o qual doma músicos e o próprio público quando está em cena.
“O palco é um altar”, resume, em outro take, a dona do dom que Deus lhe deu, consciente da aura sagrada que adquire enquanto permanece em cena (“Isso é indecifrável”).
Para voar – e esse é o verso usado pela artista na entrevista – na plenitude do palco, Bethânia exige que os músicos assentem bem o chão do qual se ergue e se agiganta no voo cênico, o que gera as notórias impaciências com a banda e os arranjadores dos shows (e há imagem no filme que explicita a tensão permanente entre cantora e músicos).
Por tudo isso, o filme Maria – Ninguém sabe quem sou eu ajuda a entender a personalidade complexa de Bethânia. Relaxada na presença do diretor-fã, a cantora se desarma, a ponto de admitir um fracasso, o do show A hora da estrela (1984), de insucesso atribuído pela artista ao “erro crasso” de não ter sido conduzida em cena pelo diretor Fauzi Arap (1938 – 2013) neste espetáculo baseado no homônimo romance de Clarice Lispector (1920 – 1977) e dirigido por Naum Alves de Souza (1942 – 2016).
É claro que Bethânia se mostra no limite da intimidade consentida, mas nem por isso deixa de fazer revelações como a de que debutou em cena na Bahia como percussionista de efêmero grupo chamado Selene Belos.
Muito do que é dito e visto é corroborado pelas leituras, na voz da atriz Fernanda Montenegro, de textos antigos de poetas, escritores e diretores como Caio Fernando Abreu (1948 – 1996), Fauzi Arap, Ferreira Gullar (1930 – 2016), Nelson Motta e Reynaldo Jardim (1926 – 2011), autor do livro Maria Bethânia – Guerreira guerrilha (1968). Enquanto os textos são ouvidos, o espectador vê sequências de fotos em preto e branco de Bethânia.
Por mais que a entrevista soe relevante, o trunfo de Maria – Ninguém sabe quem sou eu são os registros audiovisuais. Ver e ouvir Bethânia cantando Iansã (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1972) em 1973, em imagem que espanta por escancarar a semelhança física entre a cantora e o mano Caetano Veloso naquela época, legitima tudo o que é dito na voz da artista e nos textos lidos por Fernanda Montenegro.
Mesmo para quem já sabe (um pouco) quem é Maria Bethânia, o filme do diretor-fã Carlos Jardim oferece iscas que atrairão e deleitarão o séquito da cantora.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

MC Hariel diz que ‘o alto escalão no controle da música’ do Brasil é ‘uma rapazeada meio passada’


Cantor vai estrear no Rock in Rio e estrela campanha do uniforme da seleção. Ele comemora sucesso, mas questiona visão ultrapassada no mercado musical e preconceito contra cultura da favela. MC Hariel em entrevista ao g1
GR6
Ser um dos cantores mais ouvidos do Brasil, estrelar campanha do novo uniforme da seleção brasileira e estrear no palco do Rock in Rio. Dá para reclamar?
MC Hariel comemora as conquistas, mas não para de questionar a “visão ultrapassada do alto escalão da música”, a “rapaziada fanática por tudo que é americano” e “o trabalho feito lá no alto para a favela continuar perdendo”.
“Eu fumo um cigarrinho e paro para brisar.” É assim que ele cria os versos que o colocaram em um lugar especial no funk. Foi apelidado “Haridade” pelo estilo questionador e sagaz.
De MC prodígio, estourado aos 16 anos, já é referência e fala como veterano. Na sua quebrada, a Vila Aurora, Zona Norte de São Paulo, abriu um salão de cabeleireiro e um selo musical, o Xaolin Records.
LEIA MAIS: A origem rebelde do MC Hariel
Programação do Rock in Rio 2022
Ele acaba de terminar a turnê do DVD “Mundão Girou”, que comemora dez anos de carreira. O ritmo de shows nos próximos meses deve diminuir, pois ele acabou de ter seu primeiro filho, Jorge, e quer curtir a família.
Filho de um músico rebelde do grupo Raíces de América, parte da geração rebelde dos anos 1970, Hariel gosta de “brisar”. O fluxo de ideia dos versos é parecido na entrevista ao g1.
No Rock in Rio, ele foi convidado pelo produtor Papatinho para um show ao lado do rapper L7nnon e da funkeira MC Carol. Ele sabe que funk da quebrada no festival é raridade. Ou, como diriam os fãs, “Haridade”. Leia a conversa:
g1 – Você tem mais audiência do que vários artistas que já têm shows só deles no Rock in Rio. Mas você está indo pela primeira vez, só para uma participação. O que já é raro para um artista de funk. Você acha que o funk poderia ser mais valorizado por esses festivais?
Hariel – Eu acredito que a gente vai ter que fazer o nosso. Nossa ideia nunca foi competir, ainda mais com esses caras que não têm nada a ver com o nosso corre. Fica até chato eu ficar falando aqui que a gente não tem espaço, porque começa a soar como se a gente quisesse “meter o louco”.
A gente não tem espaço, mas também vai conquistar, de um jeito ou de outro. Mas talvez a gente nem queira. A gente quer o que é nosso mesmo. Queremos que nosso movimento consiga fazer o Mundão Girou [DVD ao vivo de Hariel], que o MC Ryan consiga fazer o DVD dele também.
Mas eu tenho certeza de que essa rapaziada é meio passada. A rapaziada do alto escalão… Tudo tem uma hierarquia, né? Essa rapaziada que está no controle do alto escalão da música, dos produtores de música, tem uma visão meio ultrapassada do bagulho.
Nem vale a pena ficar “cascando” com esses caras. A gente veio para mostrar nossa história, o nosso tempo. A gente é novo, essa é nossa hora. Eles acham que sabem, e a gente faz do nosso jeito.
Acho que a galera perdeu muito a vontade de errar. E a gente não tem isso. A gente está acostumado sempre a ser tachado de errado. Então a gente vai e aprende com o erro.
Eles já ficaram quadrados. Por isso que não saem muito do que eles sempre fazem. Nunca uma novidade, nunca uma palavra diferente. É sempre a mesma ideologia. Quando surge uma pauta, eles se aproveitam. Abordam aquele tema, que nunca é um tema que eles levantam.
Mas tá tranquilo. A gente não tem nem que ficar esquentando a cabeça com eles. Tem que fazer o nosso papel, que daqui a pouco é nossa hora também. E quando for a gente que estiver lá um dia, fazer totalmente diferente do que a galera que está lá faz.
MC Hariel em entrevista ao g1
GR6
g1 – E como você, que tem 10 anos de carreira, faz para não ficar acomodado?
Hariel – Acho que tudo é um ciclo. E não existe ciclo que só sobe. Ele faz uma curva, volta, e depois sobe de novo. Não existe um ciclo reto. Eu estava falando com minha equipe e eles disseram: ‘Você conseguiu fazer bagulhos que vários caras não conseguiram em 10 anos. O que vai acontecer agora?”
E eu falei: “Mano, é página 2, já era. Vamos voltar lá para o primeiro ano. O que a gente fazia? Vamos trabalhar, igual a gente trabalhava lá.” Só que agora a gente tem outra estrutura, está em outra realidade, outro patamar.
Vamos enfrentar como se fosse o primeiro ano da minha carreira de novo. Talvez outros caras pudessem falar: “agora eu posso trabalhar menos, escolher mais.” Mas eu me desviei dessa ideia. Eu quero voltar para o começo. Claro, com o que eu tenho.
g1 – E como se manter conectado com a quebrada, onde você cresceu, da rua de onde vem a inovação do funk?
Hariel – Eu tenho que falar para você que faz tempo que eu não vou a baile de favela. Acho que é um processo natural do favelado. Chega uma idade que ele não anima muito de ir a baile. Já tem filho, família, outras prioridades.
Mas eu gosto de ficar na minha quebrada. Quando estou de folga, fico no salão que eu abri lá, dando uma força para os meus trutas. Tem uma visão de cria lá que faz uma barba, um cabelo. Troco uma ideia, jogo uma sinuca, tomo uma dose, fico lá de canto com meus amigos.
Na frente eu tenho um selo, a Shaolin Records, com uns moleques, e eu dou uma fortalecida e uma direção. Eles têm talento para caramba e às vezes não têm oportunidade.
Quando eu sonhava em viver disso… Eu sonhava tanto a ponto de conhecer certas pessoas e me decepcionar.
É difícil decepcionar essa molecada. Um estava no farol, o outro sai lá do outro lado da cidade, cata trem, metrô, tudo para cantar um funk. Você se vê ali e lembra de quando começou.
MC Hariel
Wirso / Divulgação
g1 – Na sua música mais recente, “O fim é triste”, você canta: “É que esses cara imita os gringo, eu sou brasileiro / Funkeiro nato, o coração e alma de maloqueiro”. Por quê?
Hariel – Eu quis fazer uma referência a uma rapaziada da política e da música que é fanática por americano, por uma história que não é a nossa.
A história brasileira tem diversos pontos de influência de outros países. Mas também tem vários pontos a serem valorizados na história, na música, no estilo.
Esses caras idolatram mais os caras de fora do que os daqui. Acontece muito isso. Tem gente muito boa aqui que fica louca porque a rapaziada daqui mesmo não consegue dar um valor ou um incentivo. Quer criticar, zoar, caçoar das coisas brasileiras.
A letra é nesse sentido de valorizar a arte, a cultura, tudo que vem do Brasil. É daqui que a gente vem e devemos ter orgulho.
g1 – E é comum o gringo vir aqui e achar o funk muito original.
Hariel – É. O funk vai pro Grammy e o brasileiro critica. Acha que não devia estar lá. Rapaziada estranha.
g1 – E você está estrelando uma campanha do novo uniforme da seleção de futebol. Como foi isso?
Hariel – Foi foda, fiquei feliz. Eu estava com uma marca grande (Lacoste) e quando passou, chegou essa do uniforme (da Nike). Esse está sendo o melhor ano da vida em questão pessoal e profissional. Meu filho, minha família e as coisas que eu estou conseguindo.
Que eu consiga passar e abrir as portas para os outros. Que o funk comece a ter valor. É o que estamos falando, que o Brasil veja que o brasileiro não tá de palhaçada no bagulho.
Que a gente não quer só praia, samba e carnaval. A gente tem dedicação e um monte de coisa a mais do que quase todo povo do mundo. Que é garra, nunca desistir. O povo brasileiro é de carisma, de caráter, de capacidade.
É mostrar que o funk e o brasileiro também podem estar em uma campanha mundial, representar uma marca.
Djonga e MC Hariel em campanha do novo uniforme da seleção
Divulgação
g1 – O Djonga está com você nessa campanha, e mesmo antes ele já puxava isso, de dizer que a camisa era de todo mundo, não só de um grupo.
Hariel – É isso, foda demais. Acho que é isso que a marca está tentando passar com a gente. Que (a camisa) não tem dono. Não adianta ninguém querer restringir.
Não adianta querer reprimir a gente, porque quanto mais reprime, mais a gente aparece. Djonga lá é vitória, Hariel lá é vitória. Assim como os jogadores e os atletas.
g1 – Suas ideias fluem fácil. Como você escreve suas músicas?
Hariel – Sei lá, fumo um cigarrinho e paro para brisar na música. Eu nasci para viver isso. Já entreguei pizza, fiz um monte de coisa na minha vida. As coisas não me davam o dinheiro que me dão hoje, mas eu conseguia viver, nunca morri de fome.
Eu não preciso ficar desesperado por dinheiro. Então quando eu sento para fazer música, é o que mais me diverte.
Eu até penso em terminar minha escola para fazer uma faculdade de Letras. Porque eu gosto pra caramba de composição, fico estudando as rimas.
MC Hariel em entrevista ao g1
GR6
g1 – Uma das músicas mais legais do seu DVD é “Pirâmide social”. Você sabe que subiu, mas continua sendo uma pirâmide, com um monte de gente na base. Como mudar isso de verdade? Porque é comum a gente ouvir “a favela venceu” e não ter vencido mesmo.
Hariel – Acho que a favela é acostumada com o coletivo. Quando morre alguém, a favela toda sente muito. A mesma coisa se um favelado conseguiu vencer. ‘A favela venceu’ surge disso, do coletivo. Não quer dizer realmente que mudou a história e o parâmetro da favela.
De tão poucas vitórias, quando surge alguém que vence, todo mundo se vê naquilo. Não quer dizer que mudou todos os problemas, que acabou tudo. Quer dizer que um favelado está ganhando. E eu penso que para a favela vencer são anos de trabalho sério, conscientização séria, de trabalho complexo.
Porque o trabalho que é feito no alto é totalmente o contrário: é para a favela continuar perdendo mesmo. Desestruturar, deseducar, ensinar a gente a ser empregado. Não que tenha problema em ser empregado. Mas eles não nos ensinam a como pensar. Ensinam o que a gente tem que pensar.
De qualquer jeito a gente é programado para sair perdendo, sair por baixo da situação. Então, para a favela vencer, são vários anos de trabalho. Mas cada fragmento de vitória acende um pouco da esperança.
É o que a gente fala: se um menor conseguir entender o que a gente está falando, já é uma vitória gigante. Porque a gente perde todo dia, toda hora.
Então se um menor consegue assimilar, catar um livro através de uma letra de funk, largar as drogas ou aquilo que faz mal para ele no momento, consegue melhorar, aí a favela venceu de alguma forma. Ali deu um fragmento de vitória e de esperança. No coletivo é uma vitória.
g1 – E você acha que tem melhorado entre a galera mais nova?
Hariel – A favela tem mais voz. A gente vê o favelado tendo mais espaço, vê a diversidade acontecendo forte. Mas no mundo real, quando vai para a rua mesmo, está tudo igual.
As pessoas passam fome, não têm moradia, não têm uma escola e um hospital “da hora”. Não têm o direito de lazer, quem está no baile funk toma tiro, toma bomba.
Não sei se é o início de uma nova fase, de uma era de melhoria. Não sei o que está acontecendo, mas no mundo real ainda tá tudo o mesmo.
Eu comprei um iPhone, um carro e uma casa. Mas meus amigos estão com o mesmo telefone que tinham antes. Eu tenho o Playstation 5, mas meus amigos não têm. O mundo evolui, mas na favela continua igual, e não é de hoje.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Julia Menotti, filha de Fabiano Menotti, grava modão de Marília Mendonça e deixa pai emocionado em palco de rodeio


‘Mata seu pai do coração desse jeito’, afirmou cantor sertanejo, enxugando as lágrimas, enquanto a filha de 8 anos encantava o público em festa de peão. Julia Menotti, filha de Fabiano Menotti, grava modão de Marília Mendonça e deixa pai emocionado em palco de rodeio
Reprodução/Instagram
Julia Menotti, filha de Fabiano Menotti, está seguindo os passos do pai na música. Aos 8 anos de idade, ela gravou a música “Rosa Embriagada”, composição de Marília Mendonça e Juliano Tchula.
Neste final de semana, durante apresentação do tio e do pai, César Menotti e Fabiano, no palco de Barretos, Julia deixou o pai emocionado ao cantar a faixa diante do público da festa de peão.
Antes, ainda mostrou desenvoltura ao discursar sobre a faixa enquanto o público vibrava.
“Essa música que vou cantar agora é da Marilia Mendonça, uma pessoa muito querida, que morreu, mas ela tá viva entre nós com suas músicas. A música ‘Rosa embriagada’ é uma música que ela falou pra meu tio e meu pai gravarem ela, só que eles não gravaram, mas ela gravou. Eu que descobri ela e mostrei pros meus pais. Acho ela muito bonita, então quero cantar pra vocês hoje”, afirmou Julia, sob aplausos do público.
Enquanto isso, o pai não segurava a emoção. “Como é que o pai não se emociona, minha filha? Mata seu pai do coração desse jeito.”
Nas redes sociais, Fabiano publicou um vídeo do momento. “Não consigo explicar a noite de ontem! Ela literalmente foi o ponto alto do show! Ter a Julia Menotti cantando comigo no Palco do Barretão foi muito emocionante, inesquecível! Ela subiu, cantou e encantou, com uma naturalidade sem igual! Só tenho motivo pra agradecer a Deus por tudo que vivi e vivo! Minha Família e minha base, minha vida”, escreveu o cantor sertanejo.
O cantor também postou na rede o vídeo da gravação de Julia cantando “Rosa Embriagada”, assim como o tio Cesar Menotti.
“Que coisa mais linda! Titio morre de orgulho. Não é porque é minha sobrinha, mas ela é demais. Coração quase sai pela boca de tanta emoção com Julia cantando modão”, escreveu o cantor.
Initial plugin text
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Mural com imagem de Ian Curtis, do Joy Division, é removido para divulgar rapper em Manchester, na Inglaterra


Curtis é considerado herói na cidade. Amazon Music UK pediu desculpas pela ação e diz trabalhar com Aitch para que o painel seja restaurado imediatamente. Mural com Ian Curtis
Reprodução/Instagram/Akse P19
Um mural com a imagem do ex-vocalista da banda Joy Division, Ian Curtis, foi pintado com um anúncio do novo trabalho do rapper Aitch, em Manchester, na Inglaterra.
Curtis, que morreu em maio de 1980, é considerado um herói na cidade, segundo o jornal “The Guardian”, e a ação foi considerada desrespeitosa.
A pintura apagada trazia uma imagem famosa do artista, registrada pelo fotógrafo Philippe Carly, em uma apresentação em Bruxelas, na Bélgica, em 1979, um ano antes de Curtis cometer suicídio. O grafite foi feito por Akse 19, em outubro de 2020, para celebrar o Dia Mundial da Saúde Mental.
Imagem de Ian Curtis removida
Reprodução/Instagram/Akse P19
Aitch, que é um artista de Manchester, afirmou que não tinha conhecimento de que o painel seria pintado para a divulgação do seu novo álbum e disse que ele e sua equipe vão consertar o mural imediatamente. “De jeito nenhum eu ia querer desrespeitar um herói local como Ian”, disse em um tuíte.
Initial plugin text
“Veio à luz que o icônico mural de Ian Curtis na Port Street foi pintado com a arte do meu álbum. Esta é a primeira vez que ouvi falar disso, eu e minha equipe estamos corrigindo isso imediatamente. De jeito nenhum eu iria querer desrespeitar um herói local como Ian.”
Peter Hook, baixista e co-fundador do Joy Division, agradeceu a iniciativa de Aitch, também em um tuíte. “Grande gesto.”
Initial plugin text
Com a repercussão, a Amazon Music UK, responsável pela divulgação do trabalho do rapper, publicou um comunicado em seu perfil oficial do Twitter em que pede desculpas pela ação.
Amazon Music UK
Reprodução/Twitter
“Como parte dos nossos esforços para promover o novo álbum de Aitch, pedimos à nossa agência de publicidade para criar um mural em sua cidade natal, Manchester. Sem o nosso conhecimento ou de Aitch, a parede que a agência escolheu para a nova obra já tinha um mural – em homenagem ao falecido grande Ian Curtis. Assim que soubemos disso, pedimos para interromper a produção e estamos trabalhando com Aitch para restaurar ou substituir o mural original de Ian Curtis assim que possível. Nossos pedidos de desculpas a todos que estão justificadamente chateados.”
O prefeito da região metropolitana de Manchester também se pronunciou em seu Twitter.
“Isso nunca deveria ter acontecido e ele não deveria ter sido colocado nessa posição. Ian é um verdadeiro ícone da nossa cidade. Ele deve ser totalmente restaurado e deixado em seu lugar por tempo in memoriam. Obrigado a todos por mostrarem o que Ian significa para nós”, disse na postagem.
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

De ‘Batom de Cereja’ a modões, Israel e Rodolffo vão do romance à sofrência bem humorada na arena de Barretos


Dupla se apresentou para público que estava para lá de animado para um começo de segunda-feira, e passeou por diversos nomes sertanejos. “Batom de Cereja” ditou o tom do abre do show de Israel e Rodolffo perto da madrugada desta segunda-feira (22) no palco Arena da Festa do Peão de Barretos. O público, em bom número para um fim de domingo, cantou forte o refrão chiclete:
Enquanto o som do paredão toca
‘Cê gasta o seu batom de cereja
Eu bebo, ‘cê beija, eu bebo, ‘cê beija
FOTOS: Israel & Rodolffo na Festa do Peão de Barretos
Público do domingão faz coro para Marcos & Belutti em Barretos
Israel & Rodolffo no Palco Arena da Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
A canção foi a música mais ouvida de 2021 nas plataformas digitais e ainda a colocou no TOP 100 global de março a maio do mesmo ano. Ela foi lançada estrategicamente quando Rodolffo foi um dos brothers do Big Brother Brasil (BBB), programa da TV Globo, em 2021, e desde então não sai da cabeça e das playlists.
Aliás, parte do repertório de Israel & Rodolffo parece ter inspirado no sofrimento de quem tem um fim de relacionamento mal resolvido, mas ao invés de sofrimento, tem um certo bom humor. Israel bancou o conselheiro amoroso.
“Rapaz, você já pensou chegar ao ponto de ouvir a voz da pessoa que você ama só por áudios no WhatsApp porque ela não quer mais falar com você? Não tem cachaça que cura. Você que está passando por isso agora, a gente tem um conselho pra você: toma vergonha na cara e essa pessoa que está te pisando não te merece. Manda esse trechinho dessa música aqui para ele que a coisa muda na hora”, disse antes de puxar “Também Sei Fazer Falta”.
Israel, dupla com Rodolffo, deixou Arena e foi a camarote na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
A música é um bom exemplo de história de quem já sofreu por amor, mas agora pode apontar o dedo para o ex e debochar da dor que o fim de um relacionamento traz.
O público permaneceu animado e cantando em plena madrugada de segunda-feira, principalmente canções do álbum “Israel e Rodolffo Ao Vivo em Brasília”, gravado em 2021.
A dupla, bem entrosada no palco – os goianos se conhecem desde a infância quando formaram a dupla incentivados pelos pais – mandou uma sequência com “Só de Sacanagem”, que tem feat de Mateuzinho, “Deixa Eu Chorar”, com Jorge & Mateus.
Aliás, foi durante “Deixa eu Chorar” que uma fã espertinha conseguiu driblar os seguranças e conseguiu subir no palco. Um dos vigias até tentou segurá-la ao ver ela seguindo em direção a Rodolffo, mas o cantor permitiu e ela ficou agarrada alguns instantes ao pescoço dele. O que os dois conversaram ficou só entre eles. Em seguida, a moça foi acompanhada para o fundo do palco.
Fã subiu a palco e abraçou Rodolffo durante Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
O show teve “Coração de Quatro”, “Bloqueado”, de Gusttavo Lima, “Baby Me Atende”, de Matheus Fernandes, “Nem Namorando, Nem Ficando”, da dupla com Maiara & Maraisa, e “Faz Amor Comigo Só Hoje”, que tem participação de Wesley Safadão, “Esqueça-me Se For Capaz”, de Marília Mendonça e Maiara & Maiara, e “Ela e Ela”, de Zé Neto & Cristiano.
Antes do momento modão, Rodolffo perguntou se os fãs estavam bebendo – show sertanejo sem cerveja ou cachaça não é show sertanejo. “Levanta o copo, a latinha, a garrafa. Se estiver do meio para baixo, abastece”, brincou Rodolffo.
A dupla emendou “Estrada da Vida”, de Milionário & José Rico, “Telefone Mudo” e “Evidências”, de Chitãozinho & Xororó, e “Tentei Te Esquecer”, de Matogrosso & Matias.
Rodolffo durante show com Israel na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Do meio de um dos camarotes, Marrone, da dupla com Bruno, foi descoberto. Para surpresa dos fãs, Israel correu para lá junto com o violão, e do palco, Rodolffo cantou junto com os dois.
O passeio pelos clássicos românticos e modões seguiu com “Temporal de Amor” e “Talismã”, de Leandro & Leonardo.
Israel & Rodolffo ganharam reforço de Marcos & Belutti, que tinham acabado de sair do palco Arena, em “Por Um Minuto”, de Bruno & Marrone, e “Vida Vazia”. A dupla curtia o show dos amigos de um camarote e também foi descoberta por Israel, que permanecia firme lá no meio dos fãs e ao lado dos amigos.
Israel, dupla com Rodolffo, dança ao lado de sanfoneiro na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
O clima de romance embalou casais e solteiros em “Dou a Vida por Um beijo” e “Dois Corações e Uma História”, de Zezé Di Camargo & Luciano.
Quando o fim do show já se aproximava do fim, Israel & Rodolffo convidaram o público a cantar “Marca Evidente”, do álbum autoral “Do Jeito Que eu Queria”, e foi correspondido. Quem ainda se mantinha firme na arena ligou a lanterna dos celulares para criar uma atmosfera ainda mais romântica e cantou apaixonado.
Leia mais notícias da Festa do Peão de Barretos
Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Israel & Rodolffo na Festa do Peão de Barretos 2022; FOTOS


Dupla sertaneja trouxe repertório cheio de sucessos e fechou a quarta noite de shows do evento. Israel & Rodolffo abriram show na Festa do Peão de Barretos 2022 com o hit ‘Batom de cereja’
Érico Andrade / g1
Fãs atentos para apresentação de Israel & Rodolffo na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Chuva de papéis durante show de Israel & Rodolffo na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Fãs acompanham show de Israel & Rodolffo na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
O cantor e ex-BBB Rodolffo, dupla com Israel, na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel & Rodolffo no Palco Arena da Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel & Rodolffo cantaram ‘Bloqueado’, hit de Gusttavo Lima, na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel, dupla com Rodolffo, na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Sanfoneiro de Israel & Rodolffo durante show da dupla na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel, dupla com Rodolffo, dança ao lado de sanfoneiro na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel & Rodolffo fizeram o segundo e último show do Palco Arena neste domingo (22), na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel & Rodolffo agradeceram carinho de fãs na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Israel durante show com Rodolffo na Festa do Peão de Barretos 2022
Érico Andrade / g1
Leia mais notícias sobre a Festa do Peão de Barretos
VÍDEOS: Tudo sobre a região de Ribeirão Preto e Franca

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Público do domingão faz coro para Marcos & Belutti na Festa do Peão de Barretos


Dupla abriu a quarta noite do evento com muito sertanejo e contou com a animação do público como segunda voz em todas as canções. Show teve ainda com batidas de funk e rock internacional. ‘Aquele 1%’ foi a música escolhida para abrir show de Marcos & Belutti na Festa do Peão de Barretos 2022
Ricardo Nasi / g1
A arena da Festa do Peão de Barretos (SP) não lotou neste domingo (21), mas o público compareceu em bom número para uma véspera de segunda-feira e, provavelmente, voltou feliz para casa com o show de Marcos & Belutti.
A dupla abriu o quarto dia de evento e contou com um público animado para fazer a terceira voz nos maiores clássicos da dupla em quase 15 anos de carreira.
FOTOS: Marcos & Belutti na Festa do Peão de Barretos
O show começou com “Aquele 1%” e quem estava longe da arena ou nas partes mais altas da arquibancada, foi se aproximando de mansinho, animado.
A empolgadinha “Então Foge” veio na sequência e cativou de vez.
Na primeira pausa, após as três primeiras músicas, Marcos agradeceu a presença das pessoas, como se entendesse e aceitasse que a arena não ia lotar em um domingo à noite. O cantor perguntou quem estava feliz antes de entoar “Tão Feliz”, sucesso da dupla.
Marcos, dupla com Belutti, na Festa do Peão de Barretos 2022
Ricardo Nasi / g1
Também vieram na sequência “Tudo Indica”, de uma parceria com Jorge & Mateus, “Poeira da Lua”, “Tonelada de Solidão”, de uma parceria com Ferrugem, “Solteiro Apaixonado” e “Eu Era”.
Na hora de cantar os clássicos do universo sertanejo nas vozes de duplas e cantores consagrados, Marcos & Belutti deram show e o público acompanhou animado.
De Zezé di Camargo & Luciano a Milionário & José Rico, a dupla passeou por “Coração Está em Pedaços”, “Página de Amigos”, “Ela é Demais”, “Deus me Livre”, “Tentei de Esquecer”, algumas delas, inclusive, em ritmo de pagode.
Também teve “Ainda Ontem Chorei de Saudade”, “Como um Anjo”, “Estrada da Vida”, “Vontade Dividida”, “Boate Azul” e “Laço Aberto” antes de voltarem para sucessos de autoria própria, com “Estado Frágil” e “Romântico Anônimo”, que arrancou aplausos dos fãs.
O ponto alto do show foi, sem dúvidas, “Domingo de Manhã”. A impressão que se tem é que o público estava esperando, justamente, esta música. Cantou junto e até sozinho, quando a dupla parou pra ouvir.
No repertório da volta da dupla a Barretos ainda entrou “Baby me Atende”, de Matheus Fernandes e Dilsinho, “Coração Cachorro”, de Matheus Fernandes e Ávine Vinny, e “Bloqueado”, de Gusttavo Lima, antes da dupla chamar ao palco Danilo & Davi, que escolheram “Eu Sei de Cor”, de Marília Mendonça para a estreia no maior evento sertanejo do Brasil.
De volta ao palco, Marcos & Belutti entoaram “Insubstituível” e Marcos emendou duas canções internacionais, de Bruno Mars, com “Uptown Funk”, a Bon Jovi, com “Livin’ on a Prayer”, enquanto Belutti acompanhou de camarote, bem próximo aos fãs.
O show terminou com um pout-porri de “Sem me Controlar”, “Dupla Solidão” e, novamente, “Domingo de Manhã”, de longe, a preferida do público.
Belutti, dupla com Marcos, na Festa do Peão de Barretos 2022
Ricardo Nasi / g1
Leia mais notícias da Festa do Peão de Barretos 2022
VÍDEOS: Tudo sobre a região de Ribeirão Preto e Franca

Fonte: G1 Entretenimento