Categorias
ENTRETERIMENTO

Tierry na Festa do Peão de Barretos; FOTOS


Cantor se apresentou no Palco Amanhecer neste sábado (20), terceiro dia de evento e empolgou público com hits de sucesso. Terceiro dia da Festa do Peão de Barretos 2022 teve Tierry no Palco Amanhecer
Igor do Vale/g1
Cantor Tierry empolgou o público na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Autor de Hackearam-me, sucesso na voz de Marília Mendonça, Tierry se apresentou pela primeira vez na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Público marcou presença em peso para ver o show de Tierry na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Público marcou presença na primeira apresentação de Tierry na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Dono do clássico ‘Rita’, Tierry fez sucesso na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Autor de ‘Amava porra nenhuma’, Tierry fez a alegria da Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Compositor de sucessos na música sertaneja, Tierry se apresentou pela primeira vez na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Autor do hit Cabeça Branca, Tierry se apresentou neste sábado (20) na Festa do Peão Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Casal de fãs se emociona ouvindo Tierry na Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Tierry canta para o público na terceira noite da Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Tierry se apresenta no Palco Amanhecer da Festa do Peão de Barretos 2022
Igor do Vale/g1
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
VÍDEOS: Tudo sobre a região de Ribeirão Preto e Franca

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Dragon Ball’: Como Akira Toriyama criou a saga de anime mais reconhecida no ocidente


Com quase 30 anos de história e mais um filme da saga lançado nesta semana nos cinemas, ‘Dragon Ball’ marcou gerações e continua fazendo sucesso Goku apareceu em uma exposição sobre Manga no Museu Britânico, em Londres, em 2019
Getty Images para BBC
O lançamento do filme Dragon Ball Super: Super Herói nos cinemas brasileiros nesta semana marcou os 30 anos desde que o autor japonês Akira Toriyama criou Dragon Ball, a história que muitos especialistas consideram responsável pela popularização do mangá (equivalente japonês aos quadrinhos) no ocidente.
Compartilhe no WhatsApp
Compartilhe no Telegram
O mangá de Toriyama deu origem ao anime (série animada de televisão japonesa) de mesmo nome, que marcou especialmente a geração que cresceu nos anos 1990 e 2000 no Brasil e faz sucesso até hoje.
Entenda as origens e inspirações da saga.
O conto chinês do Rei Macado serviu de inspiração para Toriyama
Heritage Images via BBC
O começo
Akira Toiriyama nasceu em 1955, na pequena cidade de Kiyosu, na província de Aichi, no leste do Japão. Como o próprio Toriyama explica, desde a escola ele se interessava por mangás, e foi entre seus colegas de classe que ele teve seu primeiro público.
“Sempre gostei de desenhar”, disse ele ao site Stormpages há alguns anos. “Quando eu era pequeno, não tínhamos tantas formas de entretenimento como hoje, então todos nós desenhávamos. Na escola primária, todos desenhávamos mangás ou personagens animados e os mostrávamos uns aos outros.”
Foi nessa época que Toriyama também começou a expandir seu horizonte de influências.
O criador de Dragon Ball se declara um grande fã de filmes de animação da Disney em sua infância (ele tinha uma fixação particular com 101 Dálmatas), filmes de velho-oeste (que na época de Toriyama estavam atingindo sua expressão máxima com Sergio Leone), ficção científica (Toriyama fez muitas referências a Star Wars em suas histórias) e ação (de Bruce Lee e Jackie Chan a Aliens, de James Cameron).
Sua primeira oportunidade de escrever um mangá profissionalmente viria em 1977, depois que um dos editores da Shueisha – a editora de mangá mais importante do Japão – viu seu trabalho durante um concurso anual da revista Monthly Shonen Jump para encontrar novos talentos.
Contratado pela editora, o jovem Akira teve histórias menores que passaram desapercebidas por alguns anos.
Os personagens ficaram populares no mundo todo
Getty Images via BBC
Dr. Slump e Dragon Ball
O primeiro grande sucesso veio Akira Toriyama no mundo do mangá veio em 1980 com Dr. Slump. O mangá contava a história de uma garota androide tão bem feita que todos achavam que ela era uma garota de verdade com superpoderes.
A história foi o laboratório perfeito para o jovem autor começar a explorar elementos que mais tarde seriam fundamentais para a criação do mundo de Dragon Ball. Em Dr. Slump apareceram os primeiros animais antropomórficos, andróides e mundos futuristas que mais tarde dariam a Dragon Ball seu estilo único.
Para seu próximo projeto, Toriyama diz que contou com a ajuda de sua esposa, que tinha um grande conhecimento dos contos tradicionais chineses. Um em particular, O Rei Macaco, chamava sua atenção.
Dragon Ball apareceu pela primeira vez nas páginas da revista Shounen Weekly em 1985. Contava a história de Son Goku, um garotinho com um rabo de macaco que se junta a seus amigos em uma jornada para encontrar as ‘esferas do dragão’. Ele também adaptou os poderes do rei macaco ao seu personagem principal, incluindo a capacidade de “surfar” nas nuvens.
O mangá original se inspirou em muitas fontes, incluindo a comédia de Jackie Chan de 1978, O Grande Mestre dos Lutadores, na qual um jovem mimado aprende a complicada forma de arte marcial do “macaco bêbado” de seu tio.
Son Goku é o personagem principal da saga
Getty Images via BBC
O impacto de Dragon Ball
Quando Toriyama parou de escrever o mangá de Dragon Ball Z, a sequência de Dragon Ball muito mais bem-sucedida, em 1996, ele havia escrito quase 9 mil páginas sobre as aventuras de Goku e seus amigos.
A saga original foi adaptada para uma bem sucedida série de televisão de 156 episódios, que foi vista em todo o mundo graças à participação do estúdio Toei Animation no projeto. O sucesso abriu as portas para o plano muito mais ambicioso de adaptar Dragon Ball Z para a televisão: foram produzidos 291 episódios da sequência, que foram transmitidos em pelo menos 81 países.
Até agora, existem 24 filmes de Dragon Ball e quase 50 videogames baseados nos personagens que Toriyama criou.
Em 2001, ano em que Dragon Ball Z foi a série mais assistida do canal americano de desenhos animados Cartoon Network, a palavra “dragonball” foi topo da lista de termos mais pesquisados na internet, superando até Britney Spears.
Dragon Ball também se tornou a “porta de entrada” para o mangá e o anime para milhares de artistas, fãs e escritores ao redor do mundo.
O primeiro sucesso do autor foi a história Dr. Slump
Getty Images via BBC
Toriyama, hoje
Em 1996, depois de ter escrito milhares de páginas sobre as histórias de Son Goku, Toriyama decidiu passar para outros projetos mais curtos.
Ele publicou uma série de mangás curtos que incluíam o Cowa! (1998), Kajika (1999), Sand Land (2000) e Neko Majin (2000), e redesenhou algumas das capas de Dragon Ball Z para seu relançamento em meados dos anos 2000.
Mas em 2012 ele retornou ao universo de Dragon Ball ao se envolver na criação do filme de animação Dragon Ball Z: Batalha dos Deuses (2013) e do filme Dragon Ball Super: Super Herói, que está sendo lançado agora.
Hoje, Toriyama é diz que realmente não entende porque sua saga foi tão bem-sucedida.
“Realmente não faz sentido para mim”, disse ele à revista Shounen Weekly em 2018. “Recentemente reli a série pela primeira vez em anos e mesmo que a saga de Freeza (um poderoso inimigo de Goku em Dragon Ball Z) tivesse suspense suficiente para atrair meu interesse, eu ainda me pergunto por que a história ficou tão popular.”
Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-61626892

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Caetano Veloso tem palavras compiladas em livro raso sobre os meandros do ‘coco’ do artista


Capítulo final, que historia os posicionamentos políticos do cantor ao longo da vida, é o ponto alto de narrativa oscilante, dividida em seis tópicos que incluem até lembranças de notícias falsas. Capa do livro ‘Outras palavras – Seis vezes Caetano’, de Tom Cardoso
Reprodução
Resenha de livro
Título: Outras palavras – Seis vezes Caetano
Autor: Tom Cardoso
Edição: Record
Cotação: ★ ★
♪ Livro lançado às vésperas dos 80 anos de Caetano Veloso, festejados em 7 de agosto, Outras palavras – Seis vezes Caetano é título raso da bibliografia musical brasileira. Embora jamais tenha sido idealizado para ter a estatura de biografia do artista, o livro tampouco cumpre o objetivo de fazer uma “reconstituição da vida e da obra” do cantor e compositor e violonista baiano, como alardeia propaganda da editora Record.
Escrito pelo jornalista Tom Cardoso a partir da compilação de trechos de entrevistas concedidas pelo artista ao longo da trajetória artística iniciada na Bahia, ainda na primeira metade dos anos 1960, o livro Outras palavras somente esboça perfil do cantor a partir da divisão da narrativa em seis tópicos, como deixa subentendido o subtítulo Seis vezes Caetano. Até porque as narrativas dos capítulos dos seis temas ou faces do artista – O santo-amarense, O polêmico, O líder, O vanguardista, O amante e O político – resultam heterogêneas.
Se o tom do capítulo O amante roça o espírito dos textos publicados em sites e revistas de fofocas, com as lembranças de notícias (nem todas verdadeiras, como esclarece o autor) sobre relacionamentos afetivos e/ou sexuais de artista, o capítulo final O político gera o tópico mais interessante do livro. O único que vale o investimento no livro para quem for seguidor extremado de Caetano Veloso e desejar ter tudo o que é editado sobre o artista.
Ao historiar os posicionamentos políticos de Caetano desde a fervura dos anos 1960 até as intenções de voto do cantor nas eleições deste ano de 2022, Tom Cardoso mostra um artista por vezes contraditório, mas sempre fiel à própria ideologia e refratário à qualquer patrulha ou cobrança, venham elas da esquerda, de centro ou da direita.
Como o próprio texto deixa claro ao fim do capítulo, Caetano tem alternado posições políticas (e candidatos) ao longo da vida pública porque parece perseguir a utopia de um Brasil que talvez exista somente na mente idealista do artista.
Ainda que esse capítulo final seja esclarecedor, Outras palavras é livro quase sem relevância diante de tudo o que já se publicou e está sendo editado sobre Caetano (e outros seis títulos estão chegando às livrarias no embalo dos 80 anos do ídolo da MPB).
Se o livro está longe de ter a consistência de ensaio sobre o artista, o compilado de declarações tampouco traça perfil sólido porque faltou ajustar mais o foco na escrita dos textos da maior parte dos capítulos.
No tópico O vanguardista, por exemplo, aparece a questão da bissexualidade do artista, assunto mais talhado para o capítulo O amante – o que parece mero pretexto para o autor inserir na narrativa a lembrança de reportagens sensacionalistas de 1990 cujos títulos populistas sugeriam que Caetano estivesse com o vírus da Aids.
Evocações de outras polêmicas midiáticas, como a suposta rivalidade entre Caetano e Chico Buarque, também ocupam páginas em Outras palavras (no caso, no capítulo O polêmico).
Enfim, para quem desconhece por completo a vida e a obra de Caetano Veloso, Outras palavras pode trazer até alguma informação. Contudo, para o ouvinte minimamente informado sobre o cantor, o livro soa desnecessário. Até porque, palavras por palavras, as do próprio Caetano Veloso na autobiografia Verdade tropical (1997) dão conta de expor com mais propriedade o que se passa pelo coco deste artista tão significativo para a cultura do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Fabiana Karla se emociona ao lembrar de Claudia Jimenez


As duas atrizes viveram a personagem Dona Cacilda separadas por três décadas Fabiana Karla se emociona ao lembrar de Claudia Jimenez
A atriz Fabiana Karla fez um depoimento emocionado em seu perfil no Instagram lamentando a morte de Claudia Jimenez.
Fabiana interpretou Dona Cacilda, no remake do programa humorístico “Escolinha do Professor Raimundo. Na versão original, o personagem foi criado por Claudia Jimenez .
Dona Cacilda
Gshow
Claudia morreu na manhã deste sábado (20). A causa da morte foi uma insuficiência cardíaca. Aos prantos, Fabiana disse nesta tarde para seus segudores:
“A gente tinha alguma coisa de aparência física e foi uma honra fazer a Cacilda que ela criou. Queria mandar um beijo para todos os fãs dela e que Deus conforte o coração da família. É mais uma perda irreparável, mas que vai deixar uma história linda, que eu tive que a oportunidade de estar perto um pouquinho”
Initial plugin text
LEIA MAIS
‘Sou a pessoa mais forte que conheço’, disse Claudia ao Fantástico, em 2014

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Claudia Jimenez: TV Globo exibe especial ‘Sai de baixo’ em homenagem à atriz


Artista morreu neste sábado (20), no Rio de Janeiro, aos 63 anos. A atração será exibida neste domingo (21). Relembre os personagens e bordões de Claudia Jimenez
A TV Globo vai exibir um especial do humorístico “Sai de baixo” em homenagem à atriz Claudia Jimenez. A artista morreu neste sábado (20) aos 63 anos, no Rio de Janeiro.
O especial será exibido no domingo (21), logo após o Fantástico. Na atração, Claudia era Edileuza, a desbocada empregada doméstica da casa.
Edileuza, em ‘Sai de baixo’
Reprodução/Instagram
Empregada mal-humorada desbocada, a personagem trocava insultos diários com os “novos pobres”, como ela se referia aos parentes de Vavá, e estava sempre pronta a ajudar o patrão em qualquer plano para despejá-los.
Fazia de tudo para não ser explorada por Cassandra, a quem chamava de “Dona Casseta” e protagonizou brigas memoráveis com Caco – com direito a dedo na cara e um brincalhão “Óhhhhhh”!, que caiu nas graças do público. Outro bordão era o “Ai, meu Deus!”, ao lado do telefone.
O elenco conta com Miguel Falabella, Luis Gustavo, Tom Cavalcante e Aracy Balabanian.
Artistas e amigos lamentam morte da atriz Claudia Jimenez

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Nossas vidas se cruzaram para meu orgulho e privilégio’, diz Tom Cavalcante sobre Claudia Jimenez


Atriz morreu aos 63 anos, no Rio de Janeiro. Dupla contracenou em ‘Sai de Baixo’, em que Claudia interpretava a empregada doméstica Edileuza. Atriz Claudia Jimenez em entrevista ao Fantástico em 2014
Globo
O ator Tom Cavalcante, que fez o papel de Ribamar, “Sai de baixo”, prestou sua homenagem à Claudia Jimenez pelas redes sociais. A dupla foi parceira de elenco no sucesso da TV Globo, em que Claudia interpretava a empregada doméstica Edileuza.
Claudia morreu na manhã este sábado (20). A causa da morte ainda não foi divulgada.
“Estou profundamente triste e aqui parado escrevendo meu texto de despedida com lágrimas nos olhos e com aquela vontade enorme de te ligar, ouvir sua voz”, escreveu Cavalcante.
“Você é parte da minha vida em valiosos e inesquecíveis momentos. Nossas vidas se cruzaram para meu orgulho e privilégio e tenho isso como sagrado. Tua luz não se apaga aqui ela simplesmente se move plena em luminosidade infinita (…) Te amo, receba meu afeto, meu beijo e descanse em paz! Deus de amor e bondade anjos de luz despertai-vos para a chegada da nossa Claudinha.”
Veja o texto completo abaixo.
LEIA MAIS
Claudia Jimenez morre no Rio aos 63 anos
Quem foi Claudia Jimenez: relembre os papeis da atriz e humorista
‘Sou a pessoa mais forte que conheço’, disse Claudia ao Fantástico, em 2014
Initial plugin text

“Minha Amada Claudinha,
Soube agora da sua partida! É sempre assim a indesejável da morte chega sem avisar. Estou profundamente triste e aqui parado escrevendo meu texto de despedida com lágrimas nos olhos e com aquela vontade enorme de te ligar, ouvir sua voz, rimos juntos como sempre para ao final vermos que tudo não passou de mais uma pegadinha daquelas que o Ribamar aprontava com a sua eterna Edileuza.
Sei que não por isso falo por aqui! Você é parte da minha vida em valiosos e inesquecíveis momentos. Nossas vidas se cruzaram para meu orgulho e privilegio e tenho isso como sagrado. Tua luz não se apaga aqui ela simplesmente se move plena em luminosidade infinita. Gratidão amiga pelo impacto profissional de sucesso que causaste em minha vida e na vida de milhares!
Te amo, receba meu afeto, meu beijo e descanse em paz! Deus de amor e bondade anjos de luz despertai-vos para a chegada da nossa Claudinha. Amem! ❤️”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Musa da minha vida na comédia’, diz Marisa Orth sobre Claudia Jimenez


Artista morreu aos 63 anos, no Rio de Janeiro, neste sábado (20). Ela interpretou papeis como Dona Cacilda, em ‘Escolinha do Professor Raimundo’, e Edileuza, em ‘Sai de Baixo’. Atriz Claudia Jimenez em entrevista ao Fantástico em 2014
Globo
A atriz Marisa Orth prestou sua homenagem a Claudia Jimenez pelas redes sociais. A dupla foi parceira de elenco em “Sai de baixo”.
Claudia morreu na manhã deste sábado (20). A causa da morte ainda não foi divulgada.
Veja abaixo a mensagem na íntegra.
LEIA MAIS
Claudia Jimenez morre no Rio aos 63 anos
Quem foi Claudia Jimenez: relembre os papeis da atriz e humorista
‘Sou a pessoa mais forte que conheço’, disse Claudia ao Fantástico, em 2014
Initial plugin text
d
“Claudia. A melhor comediante de todas. A mais engraçada. Pessoa seríssima, comprometida, jamais imaginariam que dentro daquele espetacular deboche morava uma garota ainda, muito sensível e profunda.
Claudinha se tornou uma bela amiga, musa da minha vida na comédia (eu sempre tento pensar como aquela frase ficaria na boca dela), e dona do dia em que meu único filho nasceu. Dê limite Marisa!”, dizia ela, sendo nós duas crentes da astrologia. Te amo, Claudia. Que triste perder você.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Você virou uma anja’, diz Rodrigo Phavanello sobre a ex-namorada Cláudia Jimenez

Os dois namoraram durante alguns meses em 2008. Artista morreu aos 63 anos, no Rio de Janeiro, neste sábado (20). O ator e apresentador Rodrigo Phavanello fez sua homenagem no Instagram para sua ex-namorada, a atriz Cláudia Jimenez, que morreu neste sábado (20). A causa da morte ainda não foi divulgada.
Os dois namoraram durante alguns meses em 2008. Na época, Rodrigo tinha 32 anos e Claudia, 50.
Compartilhar a notícia por WhatsApp
Compartilhar a notícia por Telegram
Veja a postagem abaixo:
Initial plugin text
Gorducha você veio nessa Terra e virou um dos seres humanos mais incríveis que já conheci! Você cumpriu maravilhosamente sua missão trazendo a sua alegria e nos fazendo rir! E tem uma frase que você sempre me dizia:
NINGUÉM É NORMAL OLHANDO DE PERTO!
Tenho certeza que esse foi o teu veredito sobre essa passagem por aqui!
Agora sim você virou uma Anja!

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Dona Inah (1935 – 2022), a guerreira dama do samba de São Paulo


Morta em 8 de agosto, aos 87 anos, cantora deixa três álbuns em carreira atrapalhada pela luta pela sobrevivência e impulsionada a partir de 2004 com o lançamento do primeiro disco da artista. Dona Inah (1935 – 2022) morre seis anos após ter se retirado de cena, em 2016, com show apresentado em São Paulo
Joana Gudin / Divulgação
♪ OBITUÁRIO – Na certidão de nascimento, expedida há 87 anos na cidade paulista de Araras (SP), o nome que constava era o de batismo, Ignez Francisco da Silva (17 de maio de 1935 – 8 de agosto de 2022).
Na certidão artística, o nome era Dona Inah, cantora associada ao samba de São Paulo que começou a ser notada pelo Brasil em 2004, ano em que, ao lançar o primeiro álbum, Divino samba meu, a artista ganhou certa visibilidade além do circuito dos bares da cidade em que soltava a voz enquanto cumpria expediente em outros empregos para ganhar a vida que sempre lhe foi dura.
Dona Inah morreu no dia 8, aos 87 anos, de causas naturais. A cantora já tinha saído de cena em 2016, ano em que fez o derradeiro show em São Paulo, cidade com a qual permanece identificada na memória de quem a viu e/ouviu cantar samba.
O ponto de virada na trajetória artística – iniciada na cidade natal como integrante da Orquestra de Araras e continuada na cidade de São Paulo (SP) na década de 1950 com aparições em programas de rádio – aconteceu em 2002, quando Inah foi convidada para atuar em musical sobre a trajetória da cantora Clementina de Jesus (1901 – 1987).
Foi a partir desse trabalho que Dona Inah conseguiu ter enfim uma carreira fonográfica que poderia ter sido iniciada em 1958 se o single de 78 rotações gravado pela artista naquele ano não tivesse sido perdido pela diretoria do selo Trovador.
Dona de canto intuitivo com alta carga de ancestralidade, pautado mais pela emoção genuína do que pelos rigores técnicos, Dona Inah conseguiu reconhecimento com o álbum Divino samba meu (2004), ao qual se seguiu, quatro anos depois, Olha quem chega (2008), disco dedicado ao cancioneiro de Eduardo Gudin, compositor também identificado primordialmente com o samba de São Paulo.
Terceiro e último álbum de Dona Inah, Fonte de emoção saiu em 2013, ajudando a perpetuar a voz dessa cantora que teve que driblar as (muitas) dificuldades financeiras para poder seguir cantando o samba que, mesmo nos momentos mais difíceis, alimentou a alma dessa artista guerreira.
Capa do álbum ‘Fonte de emoção’, lançado por Dona Inah em 2013
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

VÍDEO: ‘Beijinho, bejinho, pau, pau’ de dona Cacilda, ‘óóóó’ de Edileuza: relembre os bordões e os personagens de Claudia Jimenez

A atriz morreu no início da manhã deste sábado (20) no Rio de Janeiro, aos 63 anos. A intérprete de Dona Cacilda, da ‘Escolinha do Professor Raimundo’, e de Edileuza, de ‘Sai de Baixo’, estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo. Relembre os personagens e bordões de Claudia Jimenez
Muitos dos personagens da atriz Claudia Jimenez, que morreu neste sábado (20) aos 63 anos no Rio, são lembrados por seus bordões inesquecíveis (veja vídeo acima). Relembre:
‘Cacilllllda’ (Escolinha do Professor Raimundo)
Em 1990, foi como a divertida Dona Cacilda, em “Escolinha do Professor Raimundo”, que Claudia ganhou maior destaque para o público. Em entrevista ao Fantástico, em 2014, Claudia contou que também foi a personagem que mais amou. “Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro. Foram seis anos de gargalhadas”.
Compartilhar esta notícia no WhatsApp
Compartilhar esta notícia no Telegram
Nas participações, ela desconsertava o cansado professor Raimundo, interpretado por Chico Anysio, com suas tiradas atrevidas. “Quando falar o meu nome, vê se rebola essa língua. É Cacillllllda!”, dizia.
Na série, ela apresentou o bordão “beijinho, beijinho, pau pau”, em referência à música “Beijinho, beijinho, tchau, tchau”, de Xuxa.
‘Óhhhhhhhhh…’ (Sai de Baixo)
Empregada mal-humorada e sem papas na língua, a personagem Edileuza trocava insultos diários com os “novos pobres”, como ela se referia aos parentes de Vavá, e estava sempre pronta a ajudar o patrão em qualquer plano para despejá-los.
Fazia de tudo para não ser explorada por Cassandra, a quem chamava de “Dona Casseta” e protagonizou brigas memoráveis com Caco – com direito a dedo na cara e um brincalhão “Óhhhhhh”!, que caiu nas graças do público.
Quando atendia ao telefone, cantarolava uma insuportável musiquinha de espera e, nas horas vagas, dava uns amassos em Ribamar, que a chamava de “Globeleuza”.
Glorinha (Zorra Total)
Dublê de mãe de santo, vidente, psicóloga e dona de casa que atendia aos clientes pelo telefone enquanto discutia com os filhos e o marido.
Dagmar (As filhas da mãe)
Dagmar mora na casa de Manolo, interpretado por Tony Ramos, e luta por um emprego como atriz. Até que se veste de homem e ganha um importante papel em um sitcom produzido pelas filhas de Lulu (Fernanda Montenegro).
É nesse contexto que ela conhece pessoalmente o homem que povoa seus sonhos, Ricardo Brandão (Reynaldo Gianecchini) – e ele encontra em Dagmar o grande amor de sua vida.
Atriz Claudia Jimenez morre aos 63 anos no Rio de Janeiro

Fonte: G1 Entretenimento