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Polícia britânica investiga ameaça contra J.K. Rowling após mensagem de apoio a Rushdie


Depois de manifestar sua indignação com o ataque contra o também escritor Salman Rushdie, a autora da série ‘Harry Potter’ sofreu uma ameaça de morte no Twitter. A escritora britânica J. K. Rowling, autora de ‘Harry Potter’.
Martyn Hicks, One Young World
A polícia britânica investiga uma ameaça de morte contra a autora de Harry Potter, J.K. Rowling, após um tuíte em apoio a Shalman Rushdie, esfaqueado nos Estados Unidos, anunciou uma porta-voz da polícia da Escócia, onde a escritora vive.
Rowling reagiu à notícia do ataque de Rushdie no Twitter desejando melhoras e dizendo que estava “farta”.
Autora J.K. Rowling recebe ameaça de morte no Twitter
Escritor Salman Rushdie, esfaqueado por um homem nos EUA, pode perder um olho e está em aparelho respirador
Quem é Salman Rushdie, autor de ‘Os Versos Satânicos’ alvo de ataque em Nova York
Um internauta, que se define em seu perfil na rede social como estudante e ativista político de Karachi, Paquistão, respondeu: “Não se preocupe, você é a próxima”.
A mensagem foi deletada, mas Rowling postou uma captura de tela questionando o Twitter por possíveis violações de suas regras.
“Recebemos informações sobre uma ameaça online e nossos policiais estão investigando”, disse a porta-voz da polícia.
Salman Rushdie, que foi esfaqueado na sexta-feira, vive sob uma sentença de morte emitida em 1989 pelo então guia supremo do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, que emitiu um decreto religioso (fatwa) ordenando que os muçulmanos o matassem após a publicação do livro “Versos Satânicos”.
No ano passado, Rowling alegou ter recebido inúmeras ameaças de morte de, segundo ela, ativistas pelos direitos das pessoas trans.
(VÍDEO: Quem é Salman Rushdie?)
Quem é Salman Rushdie?

Fonte: G1 Entretenimento

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Edson Natale apresenta parcerias com Jards Macalé e Anelis Assumpção em álbum autoral


Edson Natale
Renê de Paula / Divulgação
♪ Certa vez, um amigo de Edson Natale perguntou como ele aproveitava o frio do inverno. Desse questionamento, surgiu Uso o frio pra isso, parceria do artista com Jards Macalé incluída por Natale no repertório autoral do vindouro álbum A egípcia e o mecânico.
Programado para 9 de setembro, o álbum A egípcia e o mecânico é 12º título da discografia deste cantor, compositor, violonista e produtor cultural, bem relacionado no meio musical paulistano por ter sido gerente coordenador do Auditório Ibirapuera de 2011 a 2020.
Ceumar, Guilherme Held, Nailor Proveta e Renato Braz integram o time de convidados deste disco em que Edson Natale apresenta parcerias com Anelis Assumpção e Gustavo Ruiz (Te busco onde for) e Maurício Pereira (Uma vida standard), entre temas de criação solitária.
O título do álbum A egípcia e o mecânico alude aos pais do artista, Dona Rina e Seu Edson, atualmente com 85 e 89 anos, porque, na infância, Natale se referia a eles desta forma. “Minha mãe é egípcia e meu pai é mecânico”, costuma dizer, sempre que perguntado sobre os pais.
Capa do álbum ‘A egípcia e o mecânico’, de Edson Natale
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #207 – ‘Rensga Hits!’: entenda como trilha da série sobre feminejo foi criada


Podcast mostra caminho da produção até chegar às músicas cantadas pelos atores da série de ficção do Globoplay. Atriz Alice Wegmann e a compositora Bibi comentam faixas originais. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta reitera química com Maluma ao som do romantismo pop e sensual do reggaeton ‘El que espera’


Capa do single ‘El que espera’, de Anitta com Maluma
Divulgação
Resenha de single
Título: El que espera
Artistas: Anitta e Maluma
Composição: Anitta e Maluma
Álbum: Versions of me (Deluxe)
Edição: Warner Records
Cotação: ★ ★ ★
♪ Marota, Anitta tem caracterizado o single El que espera – em rotação desde a noite de quinta-feira, 11 de agosto – como DR com Maluma ao som de reggaeton.
A definição faz sentido quando se lê a letra em espanhol da composição inédita – uma das músicas da iminente edição deluxe do quinto álbum de estúdio de Anitta, Versions of me (2022) – e quando se sabe dos desajustes da relação profissional da artista carioca com o astro colombiano do reggaeton, com quem abriu parceria há seis anos no single Sim ou não (2016).
Foi ao lado de Maluma e de J. Balvin que Anitta começou a abrir as portas do mercado pop latino de língua hispânica. Contudo, a cantora se desentendeu com Maluma, com quem somente se reconciliou em 2018.
Sétimo single do álbum Versions of me, El que espera é reggaeton de suave batida pop criada com doses equilibradas de romantismo e sensualidade.
A música está longe de ter o poder aliciador de Gata (Abby Keen, Anitta, Chencho Corleone, Edwin Vasquez Vega, Everton Bonner, John Taylor, Lloyd Willis, Orlando Valle e Sly Dunbar), reggaeton promovido como o single anterior do álbum Versions of me.
Contudo, El que espera se escora na química entre os artistas, exposta na gravação e no clipe filmado por Anitta com Maluma na Espanha sob direção de Mike Ho.
Mesmo sem cara de hit blockbuster que pode mudar o status do álbum Versions of me no universo pop (a edição deluxe terá outras músicas inéditas), El que espera reitera a afinidade pop entre Anitta e Maluma. Ainda assim, esperava-se (um pouco) mais…

Fonte: G1 Entretenimento

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Viola Davis publica vídeo de paraense dançando em ponto turístico de Belém


Brasileiros comentaram postagem da atriz norte-americana reconhecendo seu Mário e Estação das Docas. Há cerca de um mês cenas dele dançando ganham diferentes trilhas sonoras. Viola Davis publica vídeo de paraense dançando em ponto turístico de Belém
Redes sociais/Reprodução
A atriz norte-americana Viola Davis compartilhou em sua rede social um vídeo do paraense ‘Seu Mário’ dançado na Estação das Docas, um dos principais pontos turísticos do Pará. A cena do morador de Belém viralizou há cerca de um mês ao som de diferentes trilhas sonoras. Dessa vez, na postagem de Viola, ele dança ao som de Kate Bush.
“Heading confidently into the weekend like “, diz a atriz na legenda no vídeo postado na sexta-feira (12) e que até a tarde deste sábado (13) tinha mais de 2 milhões de visualizações e ao menos 3 mil comentários; entre eles, estão de muitos de brasileiros que conhecem Belém ou seu Mário, incluindo a cantora paraense Gaby Amarantos: ”Meu país Pará internacional’, disse.
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A atriz vencedora do Oscar e do Emmy ainda adicionou à sua postagem um emoji da bandeira nacional brasileira.
O homem que aparece no vídeo compartilhado por Viola é o artista Mário Lúcio Pereira Saldanha , de 70 anos. Ele costuma ir ao ponto turístico de Belém com seus fones e dança no local.
Mário Saldanha, conhecido como “seu Mário”, viralizou ao dançar em ponto turístico de Belém
Lissa de Alexandria/g1
Mário não possui telefone e a reportagem não conseguiu contato com ele após a publicação de Viola. Em julho, o g1 conversou com ele após cenas suas viralizarem e ele se disse surpreso pela repercussão.
“Eu sabia que tinham feito vídeo meu, mas não sabia que tinham publicado nas redes sociais. Cheguei em casa e meu neto falou ‘vovô, te vi no celular, o senhor está famoso’. Eu sabia que um dia eu ia ser famoso e me sinto realizado com o que está acontecendo, não esperava que a terceira idade fosse ser assim”, contou ao g1 há cerca de um mês.
Na ocisão, ele também dançou para a reportagem do g1 e contou que passava por situação difícil e que a dança é para ele terapia e profissão.
‘Seu Mário’ ganha a internet dançando na Estação das Docas, em Belém
Leia mais:
VÍDEO: Idoso viraliza ao dançar em ponto turístico de Belém: ‘Parece que estou voando’, diz
Além da Estação das Docas, ele frequenta a Praça da República, onde também chama atenção com a dança. Mário Saldanha disse em julho ao g1 que, enquanto estiver vivo, fará coisas para valorizar o que é bom na vida, e que sorrir é uma necessidade.
“Se você não sorrir, você fica necrosado por dentro”.
Mário Saldanha quer voltar a trabalhar com teatro para ter condições de mudar de casa
Lissa de Alexandria/g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Salman Rushdie: o que se sabe sobre o homem acusado pelo ataque contra o escritor em Nova York


Um homem de 24 anos, identificado pelas autoridades como Hadi Matar, foi acusado por tentativa de homicídio e agressão Salman Rushdie foi atacado durante palestra no oeste do estado de Nova York
GETTY IMAGES/BBC
O suspeito de esfaquear o escritor britânico Salman Rushdie em um evento em Nova York na sexta-feira (12/08) foi formalmente acusado por tentativa de homicídio e agressão neste sábado (13).
Hadi Matar, de 24 anos, foi detido sem a possibilidade de fiança, segundo o gabinete do Procurador Distrital de Chautauqua, no Estado de Nova York.
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O homem mora na cidade de Fairview, em Nova Jersey, de acordo com o porta-voz da polícia de Nova York, Eugene J. Staniszewski.
Ele tinha um ingresso para assistir à palestra que Rushdie, de 75 anos, estava ministrando no Instituto Chautauqua, no oeste do estado de Nova York.
Segundo Staniszewski, quando o escritor e apresentador do evento estavam no palco, o suspeito esfaqueou Rushdie pelo menos uma vez no pescoço e uma no abdômen. Ele também feriu levemente o moderador, Henry Reese.
Após horas de cirurgia, Rushdie permanece conectado a um aparelho respirador.
“As notícias não são boas. Salman provavelmente perderá um olho, os nervos de seu braço foram cortados e seu fígado foi esfaqueado e danificado”, disse Andrew Wylie, seu agente literário, sobre seu estado de saúde.
Salman Rushdie foi atendido por um médico que estava na plateia logo após o ataque
BBC
O suspeito
Uma análise dos perfis de Matar nas redes sociais sugere que ele é simpático às causas do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica, segundo a rede de televisão americana NBC News.
O Exército dos Guardiães é uma importante força militar e política no Irã – no entanto, nenhum vínculo foi estabelecido definitivamente com o suspeito.
Matar nasceu nos Estados Unidos de pais que emigraram do Líbano, segundo afirmou um oficial libanês à agência de notícias Associated Press.
O ataque e a segurança do evento
De acordo com o porta-voz da polícia, a equipe de organização do evento e pessoas que estavam na plateia pularam sobre o suspeito no momento do ataque e o derrubaram. Ele foi preso no local.
Rushdie foi inicialmente tratado por um médico que estava na plateia, assim como Reese, que sofreu lesões faciais, mas já foi liberado.
Staniszewski afirmou que a polícia “não tem indicação do motivo” do ataque.
Em referência ao atentado contra o escritor britânico, a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, assegurou que “um policial estadual se levantou e salvou sua vida, protegendo ele e o moderador”.
Uma testemunha na plateia disse ao jornal The New York Times que viu um homem alto e magro pular no palco e acertar Rushdie três ou quatro vezes no rosto, e então viu o sangue: “Ele estava coberto de sangue, havia sangue derramado por todo o chão. O sangue cobria seus olhos e suas bochechas.”
Um escritor identificado como Carl LeVan, que também estava participando do evento, escreveu em sua conta no Twitter que Rushdie “foi esfaqueado várias vezes antes que o atacante fosse contido pela segurança”.
Vários participantes indicaram que não havia revista de malas, detectores de metal ou outras medidas de segurança na entrada do evento.
Ameaça de morte e asilo
Rushdie, que vive nos Estados Unidos desde 2000, foi escalado para participar da conferência organizada pela organização City of Asylum (Cidade do Asilo) para falar justamente sobre “sua experiência como artista exilado nos Estados Unidos”, ao lado de Henry Reese, presidente da organização.
A palestra de Rushdie intitulava-se “More Than Shelter” (Mais do que Abrigo) e discutia o caráter dos Estados Unidos “como uma terra de asilo e lar para a liberdade criativa de expressão”.
Em 1989, Rushdie foi ameaçado de morte pelo Irã por uma da suas principais obras, o livro Versos Satânicos (Companhia das Letras), publicado em 1988.
O então líder raniano, aiatolá Khomeini, condenou o livro e ofereceu uma recompensa de milhões de dólares pela morte de Rushdie — que sofreu uma tentativa de homicídio no mesmo ano.
A obra do escritor foi especialmente polêmica por ter um personagem inspirado no profeta Maomé retratado de forma considerada ofensiva por líderes da comunidade muçulmana.
Rushdie foi forçado a viver escondido por vários anos. A ameaça de morte causou a ruptura das relações entre o Reino Unido e o Irã por mais de uma década.
Até agora, o governo iraniano permanece em silêncio sobre o ataque.
No entanto, a agência de notícias oficial do país, a IRNA, publicou em seu serviço inglês informações sobre o ataque.
– Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62536536

Fonte: G1 Entretenimento

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Autora J.K. Rowling recebe ameaça de morte no Twitter


A autora, que já recebeu diversas ameaças de morte, agradeceu o apoio recebido e avisou que a polícia já está envolvida no caso.
Reprodução/Instagram
A autora J.K Rowling sofreu uma ameaça de morte no Twitter. Depois de manifestar sua indignação com o ataque contra o também escritor Salman Rushdie, um homem a respondeu, sugerindo que ela também está sob o risco de um atentado contra a sua vida.
“Estou me sentindo muito mal agora. Espero que ele fique bem”, comentou Rowling sobre a tentativa de homicídio de Rushdie. Em seguida, o usuário @MeerAsifAziz1 a respondeu, dizendo: “Não se preocupe, você é a próxima”.
Escritor Salman Rushdie, esfaqueado por um homem nos EUA, pode perder um olho e está em aparelho respirador
Quem é Salman Rushdie, autor de ‘Os Versos Satânicos’ alvo de ataque em Nova York
Na sequência, ela pediu ajuda ao suporte da plataforma e agradeceu às manifestações de apoio que recebeu. “Obrigado pelas mensagens. A polícia já está envolvida nesta e em outras ameaças”, escreveu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Joyce Moreno revela, em livro sobre 100 discos de 1979, que Elis Regina quase gravou o samba ‘Feminina’


Música foi limada do repertório do álbum ‘Essa mulher’ no estúdio por mera questão técnica. Joyce Moreno conta que o samba ‘Feminina’ somente saiu do disco de Elis Regina por causa do tom do violão tocado pela compositora da música
Leo Aversa / Divulgação
♪ Se o álbum gravado por Joyce Moreno com produção musical e arranjos do maestro alemão Claus Ogerman (1930 – 2016) tivesse sido lançado logo após a gravação, feita em 1977 em Nova York (EUA), o samba Feminina – marco do cancioneiro de Joyce – teria sido apresentado ao mundo na voz da cantora e compositora carioca.
Como o ainda inédito álbum Natureza acabou engavetado por 45 anos, tendo o lançamento enfim programado para setembro deste ano de 2022 pelo selo inglês Far Out Recordings, coube ao Quarteto em Cy a primazia de lançar o samba no álbum Em 1.000 Kilohertz (1979), um ano antes da regravação feita por Joyce Moreno para o álbum intitulado justamente Feminina (1980).
O que não se sabia até agora é que ninguém menos do que Elis Regina (1945 –1982) cogitou gravar – e quase gravou – o samba Feminina para o álbum Essa mulher, lançado em 1979. O fato é revelado pela própria Joyce Moreno no vindouro livro 1979 – O ano que ressignificou a MPB (Garota FM Books), organizado por Célio Albuquerque com textos sobre 100 álbuns brasileiros lançados em 1979.
Capa do livro ‘1979 – O ano que ressignificou a MPB’, organizado por Célio Albuquerque
Arte de Renan Valadares
Cada disco é abordado no livro por um autor diferente. E coube a Joyce discorrer sobre o álbum Essa mulher, batizado por Elis com o nome da canção feminina composta por Joyce com Ana Terra.
Elis já tinha gravado uma música de Joyce, Copacabana velha de guerra (parceria com Sérgio Flaksman, apresentada em festival de 1969), no álbum …Em pleno verão (1970). Quando começou a selecionar repertório para o álbum Essa mulher (1979), a cantora pediu músicas para Joyce, de quem era amiga, e decidiu gravar a canção Essa mulher e o samba Feminina.
De acordo com o texto escrito por Joyce para o livro 1979 – O ano que ressignificou a MPB, o samba somente não foi gravado por questão técnica. Convidada para gravar o violão base do samba, Joyce recebeu no estúdio o pedido de Elis e de César Camargo Mariano – produtor musical do álbum Essa mulher – para que tocasse o violão um tom abaixo do que costumava tocar, para que Elis ficasse mais confortável ao gravar o samba.
“A música era em A (lá), para ela teria que ser em G (sol) ”, detalha Joyce no livro. “Na hora, não tive a malandragem de baixar em um tom a afinação do violão e acabou que apenas Essa mulher entrou no repertório. O que no futuro eu acharia ótimo, se não o nome do LP de Elis de 1979 tivesse sido… Feminina”, relativiza Joyce, projetada nacionalmente em 1980 como cantora justamente com o álbum que batizou de Feminina.
Com essa revelação, sabe-se agora que Elis limou da seleção final do álbum Essa mulher nada menos do que duas grandes músicas. Parceria de Hélio Delmiro com Paulo César Pinheiro, a música Velho arvoredo (1976) chegou a ser efetivamente gravada pela cantora, mas cedeu o lugar no LP à canção As aparências enganam (Tunai e Sérgio Natureza, 1979).
E o registro original nunca foi lançado como gravado em 1979, somente numa versão retrabalhada pelo produtor musical Max Pierre e por Rogério Costa, irmão de Elis, para o álbum póstumo Luz das estrelas (1984).
Quanto ao samba Feminina, pode-se somente imaginar como Elis cairia bem dentro do suingue desse samba definidor na obra de Joyce Moreno…

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha de Juliano Cazarré volta à UTI e coloca stent no coração


A mãe, Letícia Cazarré, afirmou nas redes sociais que a bebê passa bem depois de ter tido uma queda na saturação de oxigênio. Filha de Juliano Cazarré volta à UTI e coloca stent no coração
Reprodução/ Instagram/ @leticiacazarre

A filha de Juliano Cazarré, o “Alcides” de Pantanal, voltou à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) depois de ter tido uma piora na saturação de oxigênio.
Foi o que revelou Letícia Cazzaré, noiva do ator e mãe de Maria Guilhermina, em uma publicação nas redes sociais nesta sexta-feira (12).
“Ela precisou mesmo de um cateterismo e de um stent, mas agora passa muito bem!”, escreveu, na descrição de uma foto abraçada à filha.
“Depois de uma noite em claro e um dia de muito carinho pra que ela aguentasse muitas horas em jejum, entubação, procedimento e extubação, agora nós duas só queremos ficar juntas e dormir.”
Maria Guilhermina nasceu no final de junho deste ano e precisou passar por uma cirurgia no coração logo depois do nascimento. Os exames de pré-natal detectaram que ela tinha uma cardiopatia congênita rara, chamada de Anomalia de Ebstein.
Anomalia de Ebstein: entenda a condição médica da filha de Juliano Cazarré
No dia 2 de agosto, a pequena teve alta, mas os pais ficaram com ela em São Paulo para acompanhamento do caso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Natália Matos realça a origem paraense em dueto com Fafá de Belém em álbum feito com Kassin


Cantoras unem vozes no bolero ‘Sem razão’, faixa arranjada pelo guitarrista Manoel Cordeiro. Natália Matos apresenta onze composições autorais no álbum ‘Sempre que chover, lembra de mim’, gravado de 2019 a 2022
Julia Rodrigues / Divulgação
♪ Cantora referencial para vozes do norte do Brasil, Fafá de Belém marca presença no terceiro álbum de estúdio da conterrânea Natália Matos, Sempre que chover, lembra de mim, lançado ontem, 12 de agosto, em edição da YB Music.
Gravado de dezembro de 2019 a março deste ano de 2022, com produção musical orquestrada pelo carioca Alexandre Kassin, o disco sublinha no dueto com Fafá e em outras faixas a origem paraense de Natália, artista atualmente residente na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O encontro das cantoras acontece na gravação do bolero Sem razão em faixa que faz pulsar a veia popular e romântica da cantora projetada em 1975. A faixa gravada por Natália com Fafá de Belém tem arranjo do guitarrista Manoel Cordeiro, outro expoente da música do norte do Brasil.
Outras referências paraenses se espalham ao longo do álbum, cujo repertório é composto por onze composições autorais, oito criadas solitariamente por Natália sem parceiros, duas em colaboração com Leandro Muniz – Pode acontecer e Ventania, samba com ares da bossa carioca – e uma feita em parceria com o artista mineiro Matheus Brant, Doce feroz.
Doce feroz é música lançada em 2019 em disco de Brant e rebobinada pela parceira em registro já apresentado em single editado em 30 de junho como primeira amostra do álbum Sempre que chover, lembra de mim.
Faixa já lançada como segundo single do disco, Está nos mares é brega de timbragem pop latina. Recorrente em Belém (BA), cidade marcada pela quentura e umidade, a chuva permeia o álbum Sempre que chover, lembra de mim, estando entranhada no título e na inspiração e/ou versos de músicas como Clarão e Ela sabe sentir.
Abduzida, Nave do tempo, Tempo lento e Último raio de sol são outras músicas de álbum autoral formatado com os toques contemporâneos de músicos como os pianistas Danilo Andrade e Rodrigo Tavares e o baterista Thomas Harres, além do produtor Kassin (alternando-se no baixo, na guitarra e nas programações).
Natália Matos já saiu do Pará, mas o som do Pará pop brega romântico do século XXI continua dentro da alma musical da artista, como comprovado ao longo do álbum Sempre que chover, lembra de mim.
Capa de ‘Sempre que chover, lembra de mim’, terceiro álbum de estúdio de Natália Matos
Julia Rodrigues / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento