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Issey Miyake: relembre trabalhos do estilista; FOTOS


Estilista japonês morreu aos 84 anos, vítima de um câncer no fígado. Miyake ficou famoso por seu estilo plissado de roupas que nunca amassa e que produziu o icônico suéter preto de gola alta preta de Steve Jobs. O estilista japonês Issey Miyake em imagem de outubro de 1991, em Paris
Pierre Guillaud/AFP/Arquivo
Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016
Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo
Issey Miyake cumprimenta plateia no final do desfile da apresentação de prêt-à-porter Outono-Inverno 1985/1986, em 23 de março de 1985, em Paris
Pierre Guillaud/AFP/Arquivo
Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016
Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo
Criação de Issey Miyake é apresentada na cidade de Nova York em 23 de maio de 1972
AP/Arquivo
Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016
Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo
Peças da coleção do designer Issey Miyake são exibidas no National Art Center em Tóquio, no Japão, em 31 de maio de 2016
Shizuo Kambayashi/AP/Arquivo
Steve Jobs na sede da Apple em Cupertino
Lou Dematteis/Reuters
Foto de 15 de março de 2016 do estilista japonês Issey Miyake durante coletiva de imprensa no Centro Nacional de Arte, em Tóquio
Toru Yamanaka/AFP/Arquivo
O designer japonês Issey Miyake na exposição ‘U-Tsu-Wa’ em Tóquio, Japão em 2009
Kim Kyung-Hoon/Reuters/Arquivo
VÍDEOS: personalidades que morreram em 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Os mistérios que ainda persistem sobre a morte de Marilyn Monroe após 60 anos


No 60º aniversário da morte do ícone de Hollywood, o jornalista Anthony Summers, autor de uma exaustiva investigação sobre a atriz, reflete sobre a vida dela e como foram seus últimos dias. Marilyn Monroe foi encontrada morta na madrugada de 4 para 5 de agosto de 1962
Getty Images/via BBC
“Como se escreve a história de uma vida? A verdade raramente vem à luz e normalmente circulam as mentiras. Mas é difícil saber por onde começar se não for com a verdade.”
Essas foram as palavras de Marilyn Monroe na última entrevista concedida antes da sua morte, 60 anos atrás, em 5 de agosto de 1962.
Norma Jean Baker (seu nome verdadeiro) tinha 36 anos e deixou para trás uma vida cheia de contrastes: estrela adorada por milhões de pessoas em todo o mundo, lidou com inúmeros problemas psicológicos e emocionais que ela mesma atribuía à sua infância e, em menor escala, ao peso da fama.
Sua morte solitária de madrugada, classificada oficialmente como “provável suicídio”, causou inúmeros boatos e teorias da conspiração que perduram até hoje. Ela contém os ingredientes perfeitos para um filme de Hollywood: sexo, política, agentes secretos e até a suposta participação da máfia ou de uma família poderosa, como os Kennedy.
O jornalista e escritor britânico Anthony Summers mergulhou em uma extensa investigação nos anos 1980, que foi agora atualizada, para tentar decifrar o mistério. Mas o que ele encontrou?
Trabalho meticuloso
O objetivo inicial da viagem do jornalista a Hollywood era cobrir a reabertura da investigação sobre a morte da atriz, anunciada pelo procurador do distrito de Los Angeles, nos Estados Unidos. O ano era 1982 e a morte de Monroe completava 20 anos.
“Marilyn não era uma das minhas atrizes favoritas. Gostava mais de Natalie Wood e de outras artistas da época”, declarou Summers à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.
Anthony Summers chegou a Los Angeles acreditando que terminaria sua reportagem em duas ou três semanas, mas acabou ficando mais de dois anos na Califórnia para completar o seu trabalho
Netflix/via BBC
“Fui a Los Angeles e comecei a examinar o que fazia o procurador. Logo me dei conta de que a história era muito mais ampla e complicada do que eu pensava”, diz ele. “Também me dei conta de que toda a sua vida havia sido mal coberta pela imprensa, exceto em duas ou três biografias. Havia muito que aprender.”
Ele comprou um carro e começou a visitar casas e fazer ligações. As respostas evasivas ou abertamente negativas das pessoas mostraram que, mesmo com o passar do tempo, o assunto ainda despertava temores e suspeitas.
Mas Summers insistiu. Até que, finalmente, conseguiu entrevistar mais de 700 pessoas, algumas delas com conhecimento muito detalhado dos últimos dias e horas da atriz. Uma delas foi sua governanta, Eunice Murray, além da família do seu último psiquiatra, Ralph Greenson.
Fruto desse trabalho, Summers publicou em 1985 o livro Marilyn Monroe, a Deusa: as Vidas Secretas (lançado no Brasil pela Editora Best Seller, em 1987).
O livro foi atualizado e reeditado em várias ocasiões e agora serviu de base para o recente documentário da Netflix “O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas”, que mostra áudios até então desconhecidos de pessoas muito próximas de Monroe.
Marilyn Monroe foi uma das mulheres mais fotografadas da história
Getty Images/via BBC
“Não encontrei nada que me convencesse de que ela foi assassinada, mas encontrei provas de que as circunstâncias da sua morte foram deliberadamente encobertas”, afirma Summers. “E diria que as evidências sugerem que isso aconteceu devido às ligações da atriz com os irmãos Kennedy.”
Mas a que Summers se refere?
Marilyn e os Kennedy
No centro de todo o mistério que circunda a morte de Marilyn Monroe, encontra-se o suposto relacionamento da atriz com os irmãos John e Robert “Bobby” Kennedy, respectivamente presidente e procurador-geral dos Estados Unidos, na época. Os anos eram 1961 e 1962 e não restava à atriz muito tempo de vida.
Esta é a única fotografia em que Marilyn Monroe aparece com os irmãos Kennedy
Netflix/via BBC
Summers conseguiu que fontes diretas confirmassem que Monroe e os Kennedy frequentavam, com certa regularidade, a mansão de Peter Lawford, cunhado dos políticos e conhecido da atriz, na praia de Malibu, na Califórnia (Estados Unidos).
Outros entrevistados foram mais além e falaram sobre uma suposta relação sentimental entre Monroe e os dois irmãos — primeiro com John e, depois, com Bobby — que nunca foi reconhecida pela família Kennedy.
Entre as gravações de Summers, chamam especial atenção os testemunhos de detetives particulares, informantes e ex-agentes do FBI, reconhecendo abertamente ante o microfone que Monroe e os Kennedy estavam sendo espionados.
Investigadores diretamente envolvidos no caso, como Fred Otash e John Danoff, explicaram ao jornalista que as casas da atriz e de Lawford tinham microfones instalados pelas forças de segurança e por grupos mafiosos que tinham interesse em descobrir um possível escândalo para pressionar o procurador-geral.
Além disso, Summers teve acesso a arquivos oficiais que demonstram que o FBI investigava a atriz por sua suposta ideologia de esquerda e que a agência considerava “motivo de preocupação por questões de segurança” os encontros de Monroe com o presidente e o procurador-geral.
Jornalista britânico teve acesso aos arquivos do FBI sobre Marilyn Monroe
Netflix/via BBC
A investigação de Summers demonstra que isso fez com que os Kennedy rompessem todas as suas relações com a atriz.
Reed Wilson, agente especialista em escutas que trabalhava para o FBI e para a CIA, confidenciou a Summers que, na última conversa de Monroe com Peter Lawford no dia da sua morte, a atriz exigiu que a deixassem em paz.
“Eu me sinto usada. Sinto-me um pedaço de carne. Sinto que me passaram de um para outro”, declarou Monroe, segundo Wilson.
“Não é que ela estivesse com o coração partido, não acredito que tenha sido isso”, ressaltou Wilson. “Era mais que ela sentia que se haviam aproveitado dela, que haviam mentido para ela.”
Um complô para assassiná-la?
A ideia de que Marilyn Monroe pudesse ter se tornado uma figura incômoda ou até perigosa para os Kennedy fez ganhar força a teoria de assassinato.
Mas, para Anthony Summers, não há evidências que sustentem essa hipótese.
“A insinuação de que ela teria sido assassinada não é fundamentada pelos fatos”, explica ele. “Para sugerir que alguém foi assassinado, você precisa ter alguma prova — e essa prova não existe.”
Marilyn Monroe cantou o famoso Parabéns a Você para o presidente Kennedy em junho de 1962
Netflix/via BBC
“As evidências da noite em que ela morreu indicam que foi inventada uma história e que não se contou a verdade sobre o desenrolar dos fatos”, afirma ele.
“Segundo a versão divulgada na ocasião, a governanta Eunice Murray viu uma luz [no quarto da atriz] às três horas da madrugada do domingo, 5 de agosto, e ligou para Ralph Greenson, o psiquiatra de Monroe, que, ao chegar, olhou pela janela e a viu estendida na cama, aparentemente morta”, explica Summers. “Greenson então quebrou o vidro e, rapidamente, ele e Murray chamaram a polícia.”
Mas Summers recolheu testemunhos de outras pessoas com uma versão diferente, como Nathalie Jacobs, viúva do assessor de imprensa de Monroe. Ela recordou que alguém havia avisado seu marido que havia uma emergência com a atriz às 10 ou 11 horas da noite do sábado, dia 4.
Paralelamente, o médico forense que fez a autópsia, Thomas Noguchi, determinou como hora provável da morte 11 ou 12 horas da noite, o que indicaria a data da morte como 4 de agosto e não o dia 5.
O que teria acontecido nessas horas de diferença entre as 11 da noite e as três da madrugada da versão oficial?
Anthony Summers guardou todas as fitas da sua investigação dos anos 1980
Netflix/via BBC
“Levei muito tempo para ver quais peças do quebra-cabeças podia encontrar e verificar se elas se encaixavam”, conta Summers.
“Com a descoberta de que foi mandada uma ambulância para a casa de Monroe, segundo uma fonte muito confiável — o chefe da empresa de ambulâncias Schaefer — que foi confirmada por mais sete pessoas, pude fazer uma análise mais real dos horários”, explica ele.
“Fiquei convencido, e agora ainda mais, de que houve um engano sobre o que aconteceu, mas não que ela tivesse sido morta. Não havia danos físicos, segundo a autópsia, nem sinais de injeções.”
“Antes de chegar a essa conclusão, é preciso perguntar o que mais poderia ter ocorrido. Encontraram pastilhas para dormir, um frasco vazio de Nembutal, que é um barbitúrico.”
“Para mim, pareceu totalmente possível que ela tivesse morrido por overdose acidental. Ou que tivesse se matado deliberadamente, como já havia tentado antes.”
“Se você me perguntar o que penso das duas hipóteses, acredito que o mais provável é que tenha sido um terrível acidente. Se ela quisesse se suicidar, eu esperaria que ela tivesse dito a alguém ou que houvesse deixado um bilhete informando que estava se matando. Aparentemente, ela não fez isso.”
“Acredito que nunca saberemos, mas me inclino para o lado da morte acidental”, afirma Summers.
Para Anthony Summers, não existem provas que sustentem a tese de que Marilyn Monroe teria sido assassinada
Getty Images/via BBC
Em uma das atualizações do seu livro, o jornalista conseguiu acrescentar algumas das peças que faltavam no seu quebra-cabeças particular. Uma delas era Sydney Guilaroff, que trabalhou como cabeleireiro de Monroe em vários de seus filmes e confidente da atriz.
“Quando estive em Los Angeles nos anos 1980, mais de uma vez, eu me encontrei com ele e conversamos”, recorda Summers. “Ele sempre foi muito gentil e cooperava com coisas que ocorreram antes da morte de Marilyn, mas se comportava de forma muito estranha quando eu perguntava sobre os eventos daquela noite.”
“Anos depois, Guilaroff descreveu na sua biografia como Marilyn telefonou para ele às 9h30 da noite da sua morte. Ela parecia letárgica e incomodada.”
“Ela contou a ele, desesperada, que estava ‘rodeada de perigos e de traições de homens em altos cargos’ e que Robert esteve em sua casa naquele mesmo dia e a havia ameaçado e gritado”, explica Summers.
Marilyn Monroe
Netflix/via BBC
E a governanta também disse a Summers que Kennedy visitou a atriz naquela tarde e que houve uma discussão acalorada.
“Minha interpretação, com base nas pessoas com quem conversei, é que Bobby foi vê-la naquele dia, que eles discutiram e ele precisava deixar a cidade. Por isso, eles precisavam ganhar tempo”, opina Summers.
“Teria sido comprometedor saber que ele havia estado na casa horas antes da sua morte. Parte do atraso foi para garantir que Bobby estivesse fora da cidade.”
O jornalista conseguiu acesso aos registros de voo de um helicóptero que, naquela mesma noite, decolou da casa de Peter Lawford. Mas Robert Kennedy nunca reconheceu que havia estado em Los Angeles no dia da morte da atriz.
Fascinação que perdura
“A felicidade… é possível conhecê-la? Tentar ser feliz é quase tão difícil quanto tentar ser boa atriz.”
A vida de Marilyn Monroe foi repleta de momentos gloriosos e enormes dores e decepções.
Ao longo da sua vida, Marilyn Monroe falou várias vezes sobre as dificuldades que atravessou na infância, filha de pai desconhecido e com a mãe internada em uma instituição para pessoas com problemas mentais
Getty Images/via BBC
Sessenta anos depois da sua morte, a figura da estrela segue despertando grande interesse. Em maio, um quadro do pintor norte-americano Andy Warhol com sua imagem foi leiloado por um valor milionário recorde.
Kim Kardashian compareceu ao Met Gala — o evento anual para levantar fundos para o Museu Metropolitano de Arte de Nova York, nos Estados Unidos — com o mesmo vestido usado pela atriz na noite em que cantou “Parabéns a Você” para o presidente Kennedy em Nova York, em junho de 1962. E, em setembro, a Netflix estreará o filme Blonde, com a atriz cubana Ana de Armas no papel de Marilyn Monroe.
“Não tenho certeza dos motivos, mas o que sei é que, de Connecticut [nos Estados Unidos] até o Congo, ela aparece em canecas de café, bolsas, o que você imaginar”, comenta Summers. “Na Malásia, por exemplo, existe um restaurante com seu nome e um banco com uma figura de Marilyn Monroe de papelão, para você poder sentar ao seu lado e tirar uma foto com ela.”
As últimas horas da vida de Marilyn Monroe seguem rodeadas de mistério
Netflix/via BBC
“Eu me pergunto o que os jovens de hoje em dia pensam sobre ela. Eles a veem como uma pessoa real, com sentimentos? Espero que sim, porque foi uma mulher real, com inteligência de verdade.”
“Existem inúmeras razões para sentirmos empatia por ela. É muito mais que uma figura de papelão. E será mais do que isso. Acredito que as coisas tenham saído de controle. Ninguém tem noção de quem era a verdadeira Marilyn Monroe”, afirma ele.
“Marilyn Monroe era uma mulher brilhante e ótima atriz. Ela lia muito, sabia sobre política. Era uma mulher inteligente submetida a uma pressão quase insuportável e, no fim, pode-se dizer que essa pressão a matou”, conclui Summers.
As últimas palavras da atriz a Richard Meryman, o jornalista que a entrevistou para a revista americana Life, também refletem esse desejo de ser tomada a sério.
“Por favor, não me transforme em uma piada.”
Retrato de Marilyn Monroe feito por Warhol será leiloado com preço estimado em R$ 1 bilhão

Fonte: G1 Entretenimento

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Ashton Kutcher diz que ficou sem ver, ouvir e andar por causa de doença autoimune


Ator foi diagnosticado com vasculite há três anos. Ele contou sobre a condição durante o programa de Bear Grylls. ‘Sorte de estar vivo’, disse. O ator Ashton Kutcher no tapete vermelho do Screen Actors Guild Awards em Los Angeles em janeiro de 2017
Mario Anzuoni/Reuters/Arquivo
O ator Ashton Kutcher revelou que ficou sem ver, ouvir e andar por causa de uma doença autoimune. Ele contou sobre sua condição durante programa “Celebridades à prova de tudo: o desafio”, com Bear Grylls, da National Geographic.
Kutcher, que esteve em séries como “That’s 70’s show” e “Dois homens e meio” e no filme “Jobs”, contou que foi diagnosticado com vasculite, uma doença autoimune que pode causar inflamações nos vasos sanguíneos, restringindo o fluxo sanguíneo, provocando danos aos órgãos e tecidos do corpo.
“Três anos atrás, eu tive essa forma estranha e super rara de vasculite, que derrubou minha visão, minha audição e meu equilíbrio”, contou ao apresentador. O artista disse que levou cerca de um ano para se recuperar.
“Você realmente não aprecia isso, até perder”, disse o ator durante a entrevista. “Até que você entende, ‘eu não sei se eu vou ser capaz de ver de novo, não sei se vou poder ouvir de novo, não sei se vou conseguir andar de novo”, afirmou. “Sorte de estar vivo”, completou.
Kutcher ainda diz que não se deixou abalar pelos desafios impostos pela doença, e viu a situação como uma oportunidade de crescimento.
“No minuto em que você começa a ver seus obstáculos como coisas feitas para você, para dar o que você precisa, então a vida começa a ficar divertida, certo? Você começa a surfar em cima de seus problemas em vez de viver debaixo deles.”
No programa “Celebridades à prova de tudo”, Bear Grylls leva seus convidados para testar seus limites físicos e mentais, e eles precisam provar que conseguem sobreviver sob pressão. O apresentador ensina algumas habilidades que esses convidados terão de aplicar em determinadas situações.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estilista japonês Issey Miyake morre aos 84 anos


Miyake foi o responsável pelo design do suéter de gola alta usado por Steve Jobs. O designer japonês Issey Miyake na exposição ‘U-Tsu-Wa’ em Tóquio, Japão em 2009
REUTERS/Kim Kyung-Hoon
O estilista japonês Issey Miyake morreu aos 84 anos, anunciou nesta terça-feira (9) uma funcionária de sua empresa em Tóquio.
“Ele morreu na noite de 5 de agosto”, disse a fonte anônima por telefone à AFP, sem detalhar mais informações sobre a morte.
Miyake foi o responsável pelo design do suéter de gola alta usado por Steve Jobs, fundador da Apple que morreu em 2011, segundo a BBC.
Steve Jobs na sede da Apple em Cupertino
Lou Dematteis/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Anne Heche está em coma e em ‘condição extremamente crítica’ após acidente de carro


Atriz dirigia veículo que bateu em uma casa e pegou fogo. Representante de Heche afirma que ela tem lesões ‘significativas’ nos pulmões e precisa de cirurgia. Anne Heche em cena de ‘All rise’
Divulgação
Anne Heche (“Seis dias, sete noites” e “Chicago P.D.: Distrito 21”) está em coma desde o acidente de carro que sofreu na sexta-feira (5). Ela dirigia o veículo que bateu uma casa e pegou fogo.
“Neste momento Anne está em condição extremamente crítica. Ela tem lesões significativas no pulmão que exigem ventilação mecânica e queimaduras que precisam de intervenção cirúrgica”, afirma um representante da atriz em comunicado nesta segunda-feira (8).
“Ela está em coma e não recobrou a consciência desde pouco depois do acidente.”
De acordo com a revista “Variety”, a atriz também se envolveu em outro acidente pouco antes de bater em uma casa, quando veículo e propriedade pegaram fogo. Ela foi a única ferida.
A mulher que teve a casa destruída com o acidente está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. Os moradores do bairro organizaram uma “vaquinha” com o objetivo de arrecadar US$ 100 mil (cerca de R$ 522 mil).

Fonte: G1 Entretenimento

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Ezra Miller é indiciado por roubo nos Estados Unidos


De acordo com relatório da polícia de Vermont, ator é acusado de roubar ‘diversas’ garradas de bebidas alcoólicas de casa sem a presença dos proprietários. Ezra Miller, o The Flash dos cinemas, na pré-estreia de ‘Liga da Justiça’ em Los Angeles
Mario Anzuoni/Reuters
Ezra Miller foi indiciado por roubo nos Estados Unidos. De acordo com a polícia do estado de Vermont, ele é suspeito de ter roubado ‘diversas’ garrafas de bebidas alcoólicas de uma casa sem a presença dos proprietários.
“Como resultado de uma investigação que incluiu vídeos de vigilância e testemunhos, a causa provável foi encontrada para acusar Ezra M. Miller do crime de roubo em uma residência desocupada”, afirma relatório do Departamento de Segurança Pública do estado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Adriana Calcanhotto faz ‘A corujinha’ piar em gravação para trilha sonora do filme ‘A arca de Noé’


Adriana Calcanhotto no estúdio na gravação da música ‘A corujinha’
Reprodução / Instagram Adriana Calcanhotto
♪ “Tarde de fortes emoções no Rio!”. Assim Adriana Calcanhotto anunciou em rede social no sábado, 5 de agosto, dia em que a cineasta Susana Moraes (1940 – 2015) faria 82 anos, a entrada em estúdio para gravar a música A corujinha (1980) para a trilha sonora da adaptação para o cinema da A arca de Noé (1980), projeto infantil do poeta e compositor Vinicius de Moraes (1913 – 1980).
Apresentada originalmente em gravação de Elis Regina (1945 – 1982) para a trilha sonora original da A arca de Noé, A corujinha até então tinha piado somente na voz de Elis e no canto anasalado de Chitãozinho & Xororó, dupla que regravou a parceria de Vinicius com Toquinho no disco editado em 2013 com o remake da trilha sonora.

Fonte: G1 Entretenimento

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John Travolta lamenta morte de Olivia Newton-John: ‘Você fez todas as nossas vidas muito melhores’


Atriz e cantora contracenou com o ator em ‘Grease’. Ela foi diagnosticada com um câncer de mama em 2018 e enfrentou outros dois tumores. Olivia Newton-John e John Travolta em ‘Grease’
Divulgação
John Travolta lamentou a morte de Olivia Newton-John nesta segunda-feira (8). A dupla contracenou no musical “Grease: Nos tempos da brilhantina” (1978).
“Minha mais querida Olivia, você fez todas as nossas vidas muito melhores. Seu impacto foi incrível. Eu te amo tanto”, escreveu o ator no Instagram.
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“Nós nos veremos ao longo dessa estrada e nós todos estaremos juntos novamente. Seu, do primeiro momento em que te vi e para sempre! Seu Danny, seu John!”
A atriz e cantora britânica naturalizada australiana morreu aos 73 anos nesta segunda em um rancho no sul da Califórnia, cercada por amigos e pela família, informou o marido dela, John Easterling. Além de protagonizar “Grease” ao lado de Travolta, ela teve uma carreira de sucesso na música.
Olivia foi diagnosticada com um câncer de mama com metástase no osso sacro em 2018, após ter superado outros tumores em 1992 e 2015.
Em comunicado, o marido pediu que “respeitem a privacidade da família durante este período muito difícil”.
Morre atriz e cantora Olivia Newton-John aos 73 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Olivia Newton-John morre aos 73 anos: veja repercussão


Ela estrelou ‘Grease’ e vendeu mais de 100 milhões de discos como hits como ‘Physical’. Olivia Newton-John
Reprodução/Instagram/Olivia Newton-John
Artistas lamentaram a morte da atriz e cantora Olivia Newton-John nesta segunda-feira (8). Ela morreu aos 73 anos após diagnóstico de câncer de mama com metástase no osso sacro em 2018.
Protagonista do filme “Grease: Nos tempos da brilhantina” (1978), a britânica naturalizada na Austrália teve uma carreira de sucesso na música.
Veja as homenagens:
John Travolta, ator
“Minha mais querida Olivia, você fez todas as nossas vidas muito melhores. Seu impacto foi incrível. Eu te amo tanto. Nós nos veremos ao longo dessa estrada e nós todos estaremos juntos novamente. Seu, do primeiro momento em que te vi e para sempre! Seu Danny, seu John!”
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James Gunn, diretor
“Muito triste saber da morte de Olivia Newton-John. Meu primeiro crush real quando criança. Eu amei ‘Grease’ e a música dela, e coincidentemente também comprei e morei por um tempo na casa maravilhosa que ela construiu em Malibu. Que ela descanse em paz.”
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George Takei, ator
“Nós perdemos uma grande e icônica artista em Olivia Newton-John, que se foi cedo demais aos 73 anos. Acredito que ela está na grande Xanadu no além. Saiba que estamos para sempre desesperadamente devotados a você, Olivia. Descanse em canção e alegria.”
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Michael Rosenbaum, ator
“Isto é esmagador. Eu absolutamente amava essa mulher. Que pena do caramba. Tão talentosa. Descanse em paz.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEOS: Olivia Newton John morre aos 73 anos

Fonte: G1 Entretenimento