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‘Sandman’ adapta HQ clássica de Neil Gaiman após 30 anos: ‘É mágico’, diz autor


Em entrevista ao g1, quadrinista e ator Tom Sturridge e Vanesu Samunya falam sobre trabalho para transformar história original na série que estreia nesta sexta-feira (5). Neil Gaiman e atores de ‘Sandman’ comentam adaptação da HQ para série
A história da adaptação de “Sandman”, clássico dos quadrinhos dos anos 1990 escrito por Neil Gaiman, é quase tão caótica e cheia de idas e vindas quanto a original. Depois de mais de três décadas de tentativas, ela finalmente chega a algum tipo de final feliz com a série de dez episódios que estreia nesta sexta-feira (5) na Netflix.
Foram ao menos 28 anos desde a primeira vez em que alguém teve a ideia de levar a HQ para os cinemas ou para a TV e inúmeras tentativas. Algumas aprovadas pelo criador. Outras que o levaram a dizer que preferia jamais ver sua obra adaptada.
Agora com 61 anos, mais do que o dobro da idade que tinha no lançamento da primeira edição em 1989, o britânico pôde contar com a experiência para modernizar o enredo e os personagens.
“Estávamos eu e o Allan (Heinberg, o showrunner) agora olhando para o Neil Gaiman com 26, 27, 28, 29 anos e pensando: ‘Eita. Ele fez isso e foi realmente esperto. Ele fez isso da forma certa. Ok. Mas como mantemos a integridade do que ele fez, mas também transformando em televisão?'”, conta Gaiman em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima.
Tom Sturridge em cena de ‘Sandman’
Divulgação
Ele dá como exemplo o sexto episódio, que combina tramas de duas histórias diferentes dos quadrinhos e as mistura com elementos de uma terceira.
“No fim do dia, criamos algo completamente novo, que eu sinto que é completamente fiel às suas origens, mas que é algo que ninguém viu antes. E a primeira vez que eu assisti a ele, me fez chorar”, diz o quadrinista.
“Eu pensei: ‘Estou chorando. E eu escrevi essas palavras e construí essas coisas. Mas eu não tinha a Kirby Howell-Baptiste partindo o seu coração. Eu não fiz isso. Essa coisa é nova. E isso a que estamos assistindo é mágico’.”
Tom Sturridge e Kirby Howell-Baptiste em cena de ‘Sandman’
Divulgação
O Sonho real de Gaiman
A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, “Prelúdios e Noturnos” e “A casa de bonecas”. Neles, o Senhor dos Sonhos (Tom Sturridge), membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado
Também conhecido como Morfeu, o protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park).
Gaiman assistiu a cerca de 200 testes para escolher o ator que interpretaria sua criação. E o britânico Sturridge, de 36 anos, foi um dos primeiros deles. Ele não conhecia os quadrinhos antes, mas se apaixonou pelo papel com o tempo.
“Ao explorar uma história na qual há um ser que está traçando nossos sonhos, que os está criando – acho que você não consegue evitar em sentir uma proximidade a ele”, afirma o ator.
Tom Sturridge em cena de ‘Sandman’
Divulgação
“Tem a ver com a nossa relação com nossos sonhos. Acho que nossos sonhos são o reflexo mais honesto de nós mesmos. Acho que nós podemos contemplar e nos expressar sem o tipo de infecção que alguém tem do mundo real.”
A atriz Vanesu Samunyai tem uma explicação menos nobre sobre a atração que Sonho exerce sobre o público mesmo 30 anos após as primeiras publicações.
“Ele pode ser um canalha, às vezes. Mas as pessoas gostam de personagens assim. Ele é um canalha que não entende que é um canalha. Ele nem percebe. Ele é meio sem noção às vezes. E eu acho que pessoas muito obstinadas assim são muito atraentes para outras pessoas”, diz a jovem do Zimbábue.
“Também, uma coisa muito legal dos quadrinhos é que o Sonho está lá, mas ele não é necessariamente tudo o que ‘Sandman’ conta. Ele é o personagem que amarra tudo, mas às vezes ele nem está lá em algumas histórias, sabe? E eles focam em todas as pessoas ao redor dele.”
Stephen Fry e Vanesu Samunyai em cena de ‘Sandman’
Divulgação
O sonho quase virou pesadelo
A escalação da atriz de 21 anos para interpretar Rose Walker, garota central à trama, foi uma das criticadas na época do anúncio do elenco, ao lado de Howell-Baptiste e de Jenna Coleman, por um grupo pequeno mas barulhento nas redes sociais.
As reclamações estavam relacionadas às trocas de etnia das duas primeiras (no caso, duas personagens brancas vividas por atrizes negras) e à mudança de gênero da personagem de Coleman (o detetive sobrenatural John Constantine, famoso nos quadrinhos, dá lugar a Johanna Constantine).
Gaiman já deixou claro em diversas entrevistas e tuítes que os críticos às escolhas não são fãs de verdade de seus quadrinhos. Afinal, o espírito de representatividade fazia parte da obra desde as primeiras publicações.
Jenna Coleman em cena de ‘Sandman’
Divulgação
Este foi um dos motivos, aliás, para seu sucesso. Ao longo dos anos, a série de HQs e seus derivados ganhou mais de 25 prêmios Eisner, o mais importante do gênero, e foi uma das poucas a integrar a lista de mais vendidos do jornal “New York Times”.
Por essas que praticamente desde o começo sempre teve alguém interessado em levar a história para o cinema. A primeira ideia partiu dos estúdios da Warner Bros. em 1991, mas só foi avançar mesmo cinco anos depois.
Gaiman tinha aprovado o roteiro, que unia as mesmas histórias apresentadas na série, mas desentendimentos pausaram o projeto.
Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de ‘Sandman’
Divulgação
Em 2013, o produtor e roteirista David S. Goyer (da trilogia “Cavaleiro das Trevas”) deu início à tentativa mais recente. Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) chegou a ser anunciado como Sonho/Morfeu.
Quando o ator deixou o filme por “diferenças criativas”, o futuro de “Sandman” nos cinemas parecia cada vez mais distante.
Tanto que o roteirista da produção, Eric Heisserer, basicamente se demitiu enquanto defendia que o enredo só poderia ser adaptado em formato de série. No fim, ele parecia estar certo.
Tom Sturridge em cena de ‘Sandman’
Divulgação
Goyer continuou a conversar com o quadrinista sobre a ideia. Como ele estava envolvido em outro projeto, convidou então Allan Heinberg, produtor de séries como “Grey’s Anatomy” e “Scandal” e apaixonado pelos quadrinhos, para comandar a adaptação. Em 2019, a Warner finalmente conseguiu acertar a parceria com a Netflix.
E Gaiman está muito ansioso para que o público, em especial o brasileiro, assista à série.
“Vocês no Brasil são tão importantes para mim. As primeiras traduções de ‘Sandman’ foram no Brasil. As primeiras respostas. O primeiro país fora dos EUA que pareceram entender ‘Sandman’ foi o Brasil. Então, vocês sempre vão ter um lugar no meu coração.”
Tom Sturridge em cena de ‘Sandman’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Diretores relatam ‘choque’ com cancelamento de ‘Batgirl’ após investimento de US$ 90 milhões


‘Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não conseguimos acreditar’, escreveram os diretores Adil El Arb e Bilall Fallah após a Warner Bros. Discovery abandonar filme quase pronto. Leslie Grace como a ‘Batgirl’
Reprodução/Instagram/lesliegrace
Os diretores de “Batgirl” disseram, nesta quarta-feira (3), que ficaram “chocados” ao saber que o filme de US$ 90 milhões foi arquivado pelo estúdio e não será lançado em nenhum formato.
A Warner Bros. Discovery anunciou que deixaria de lado a adaptação cinematográfica da personagem da DC Comics, protagonizada por Leslie Grace e com Michael Keaton no papel de Batman. O filme não será lançado nos cinemas ou na plataforma de streaming HBO Max.
“Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não conseguimos acreditar”, escreveram os diretores Adil El Arb e Bilall Fallah em uma publicação no Instagram.
“Como diretores, é fundamental que nosso trabalho seja visto pelo público e, embora o filme estivesse longe de estar pronto, desejávamos que fãs de todo o mundo tivessem a oportunidade de ver o produto final”.
A filmagem já estava finalizada e parte da pós-produção, onde são adicionados efeitos especiais, som e gráficos, também havia sido feita.
Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) havia comentado em uma entrevista sobre o quão empolgada estava em conseguir o papel e trabalhar ao lado de Keaton e outras estrelas.
“Foi um sonho trabalhar com atores tão fantásticos como Michael Keaton, J.K. Simmons, Brendan Fraser (…) e especialmente a grande Leslie Grace, que interpretou a Batgirl com tanta paixão, dedicação e humanidade”, escreveram El Arbi e Fallah.
“De qualquer forma, como grandes fãs de Batman desde crianças, foi um privilégio e uma honra ter feito parte do Universo estendido da DC, mesmo que apenas por um breve momento”.
A decisão de arquivar o filme agitou Hollywood, onde especialistas da indústria apontaram que era inédito um filme não ser lançado tão perto de sua conclusão e com tanto dinheiro já investido.
“Batgirl” parece ter sido vítima de uma mudança na estratégia corporativa após a fusão da Warner Bros. com a Discovery.
A Warner Bros. havia se comprometido em produzir filmes para serem lançados diretamente no serviço de streaming HBO Max, como parte de um esforço para aumentar os assinantes nesse setor cada vez mais competitivo. Mas essa decisão parece ter sido revertida depois da parceria com a Discovery.
A revista “Variety” citou especialistas da indústria que disseram que “Batgirl” não era deslumbrante o suficiente para um lançamento nos cinemas, com suas caras exigências de marketing, e, ao mesmo tempo, grande demais para fazer sentido econômico no cenário do streaming.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guns N’ Roses pede 12 camarins, 250 toalhas, rosas e massagistas no Rock in Rio; pedidos de artistas têm até mesa de ‘beer pong’


Festival acontece em setembro. Ingrid Berger, que tem experiência de 20 edições e é conhecida como ‘babá de artistas’, diz que banda que menos dá trabalho é o Iron Maiden. Com 30 dias para o Rock in Rio, equipes se preparam para atender os pedidos das bandas
Faltam trinta dias para o Rock in Rio e, nos bastidores, as equipes se preparam para atender todos os pedidos dos artistas.
E quem comanda o espetáculo no bastidor é uma artista em satisfazer vontades.
“Sou coordenadora dos camarins Mundo do Rock in Rio, também conhecida como babá de artista”, diz Ingrid Berger, que tem experiência de 20 edições.
Alguns são veteranos em dar trabalho.
“Guns N’ Roses. É um artista que de repente entra no palco, não entra. É uma coisa um pouco complicada pra fazer a gestão. Eu nunca sei o que vai acontecer. Então eu fico sempre com um pé atrás.”
A banda pediu 12 camarins, 250 toalhas, 2 massagistas e rosas vermelhas e brancas.
“Eu acho que o Guns N’ Roses é o exemplo da banda rock, né? É complexo. É muita gente, é banda, é um todo.”
Ingrid Berger
Reprodução/TV Globo
Mas também tem artista novo no festival cheio de ideias.
“Esse ano o Post Malone pede uma mesa de beer pong. É uma coisa que eles brincam com copo de cerveja e com bolinha de ping pong.”
A Dua Lipa foi mais tradicional: “pede uma mesa de ping pong.”
Tem pedidos mais íntimos, como meia e cueca, e comida para todos os gostos e restrições.
“Esse ano a gente tem muito vegano, muita gente com alergia. Um não come cebola, o outro é glúten free, outro lactose.”
Segundo Ingrid, a banda que menos dá trabalho é o Iron Maiden.
“Super tranquilos, gentleman, não dão trabalho.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Carlos Cachaça tem samba inédito ‘Restos mortais’ gravado em EP de Marília Trindade Barboza


Pedro Paulo Malta é o intérprete da música no disco, que também apresenta parcerias da compositora e pesquisadora com Nelson Cavaquinho, Argemiro Patrocínio e Nelson Sargento. Carlos Cachaça (1902 – 1999) é o letrista do samba ‘Restos mortais’
Reprodução / Capa da coletânea ‘Mestres da MPB’
♪ Bamba de Mangueira, nascido há exatos 120 anos, Carlos Moreira de Castro (3 de agosto de 1902 – 16 de agosto de 1999) – o compositor carioca imortalizado como Carlos Cachaça – é o letrista de samba inédito, Restos mortais, gravado na voz de Pedro Paula Malta para EP com músicas da compositora e pesquisadora Marília Trindade Barboza, autora da melodia do samba.
Gravado com produção musical, arranjos e violões de Luís Filipe de Lima, o ainda inédito EP apresenta cinco parcerias de Marília Barboza com grandes sambistas, todas nunca registradas em discos até então.
Com Nelson Cavaquinho (1911 – 1986), a artista compôs Caminhando, música gravada por Marcos Sacramento. Não vou sofrer é parceria de Marília com Argemiro Patrocínio (1923 – 2003) cantada por Pedro Miranda. A gente esquece, música gravada por Áurea Martins, é da lavra da compositora com Nelson Sargento (1924 – 2021). Há ainda Não se usa mais, samba de Marília com Arthur de Oliveira gravado por Nina Wirtti.

Fonte: G1 Entretenimento

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Moa do Katendê é revivido por BaianaSystem, BNegão, Chico César, Criolo, Emicida e Luedji Luna em álbum autoral póstumo


Fabiana Cozza, GOG e Rincon Sapiência também participam do disco que sai em 7 de outubro. Capa do single ‘Festa de magia’, com Moa do Katendê e Luedji Luna
Divulgação
♪ Há quatro anos, o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa (29 de outubro de 1954 – 8 de outubro de 2018) foi tirado abruptamente da roda da vida a poucos dias de festejar 64 anos.
Em 2017, um ano antes de morrer assassinado com 12 facadas nas costas após discussão em bar motivada por divergência política, o artista baiano – também compositor e percussionista, conhecido nas rodas pelo nome artístico de Mestre Moa do Katendê – idealizou disco com músicas autorais. Com a morte de Moa, esse disco tomou forma como grande homenagem póstuma ao artista.
Intitulado Raiz afro mãe, o álbum reúne nomes como BaianaSystem, BNegão, Chico César, Criolo, Edgar, Emicida, Fabiana Cozza, GOG, Kimani, Jasse Mahi (filha de Moa), Lazzo Matumbi, Letieres Leite (1959 – 2021), Márcia Short, Mateus Aleluia Filho e Rincon Sapiência nas gravações de 14 composições de Moa.
Programado pela Mandril Áudio para 7 de outubro, mês em que estreará o documentário Moa – Raiz afro mãe (Kana Filmes), o álbum Raiz afro mãe tem uma primeira amostra apresentada na sexta-feira, 5 de agosto.
Trata-se do single com a gravação da música Festa de magia, composta e gravada por Moa (voz e atabaque), com arranjo e produção musical de Rodrigo Ramos, e finalizada em 28 de julho deste ano de 2022 com a voz da cantora Luedji Luna.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gkay cai em pegadinha ao ‘ganhar’ bolsa da Balenciaga inspirada em saco de lixo que custa R$ 9 mil


Segundo o site Highsnobiety, a bolsa apresentada no desfile de inverno em março custa US$ 1,7 mil. ‘Você brincou com meu sonho’, disse Gkay ao amigo e influenciador Lucas Rangel. Gkay cai em pegadinha ao ‘ganhar’ bolsa da Balenciaga inspirada em saco de lixo que custa R$ 9 mil
Reprodução/Instagram/LucasRangel
O mais recente item de luxo dos sonhos de Gkay é a bolsa da Balenciaga inspirada em um saco de lixo.
Sabendo disso, Lucas Rangel, influenciador e amigo de Gkay, resolveu “trollar” a influenciadora nesta quarta-feira (8) ao dar de presente a bolsa que é avaliada em R$ 9 mil.
No vídeo publicado no Instagram, Gkay não acredita que o amigo conseguiu a peça. “Mentira?! Não tem como você ter conseguido”, diz ela.
Ao que Rangel responde: “Você não tem os contatos, quem tem sou eu. Abre o presente”.
Na verdade, o influenciador pegou um saco de lixo com a corda vermelha, tal qual um dos modelos da Balenciaga e embalou com uma sacola antiga da marca.
“Idiota. Você brincou com meu sonho”, diz Gkay.
Gkay compra tênis ‘destruído’ da Balenciaga de R$ 10 mil
Reprodução/Instagram
A influenciadora é conhecida pela festa Farofa da Gkay, em Fortaleza, mas também por gastar dezenas de milhares de reais em roupas e bolsas de grifes.
Ela comprou recentemente o tênis “destruído” da mesma marca por R$ 10 mil.
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Bolsa inspirada em saco de lixo
Trash Pouch, bolsa inspirada em saco de lixo
Reprodução/Instagram/Reprodução/Youtube
A Balenciaga colocou à venda uma bolsa inspirada em um saco de lixo. As peças foram flagradas por um perfil de Instagram nas cores azul, branca e preta. A bolsa ainda não foi lançada para venda no site da marca.
Balenciaga tem histórico de itens controversos; veja outras peças além dos tênis sujos e rasgados
Segundo o perfil de Instagram dedicado a itens de luxo Highsnobiety, a bolsa deve custar cerca de US$ 1,790 mil (em torno de R$ 9,2 mil).
A peça, chamada de “Trash Pouch” pela marca, foi apresentada durante o desfile da coleção de inverno em março. De acordo com a descrição oficial, a bolsa foi inspirada em um saco de lixo.
“Não podia perder a oportunidade de fazer o saco de lixo mais caro do mundo, porque quem não gosta de um escândalo de moda?”, disse o diretor criativo da marca, Demna Gvasalia, em entrevista ao portal WWD, na ocasião.
A Balenciaga tem um histórico de peças polêmicas. Em maio, viralizou o Paris Sneaker, tênis todo destruído e sujo, vendido por R$ 10 mil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Iza, 50 Cent, Jão e muito mais: Festival Planeta Brasil invade Mineirão com diferentes estilos musicais em BH


Ingressos estarão à venda a partir desta quarta-feira (3); evento promete ser o terceiro maior do setor no país. Iza confirmou presença no line-up do Festival Planeta Brasil, em BH
Guilherme Nabhan / Divulgação
Popularmente conhecido como “Gigante da Pampulha” o estádio Mineirão, em Belo Horizonte, vai justificar toda essa grandeza ao se tornar palco de grandes atrações da música nacional e internacional em uma edição que promete ser histórica do Festival Planeta Brasil. Os ingressos para conferir as mais de 90 apresentações confirmadas começaram a ser vendidos nesta quarta-feira (3).
Anunciados com antecipação, os rappers 50 Cent e Lauryn Hill confirmaram a presença na esplanada do estádio. O festival celebra o retorno das apresentações depois de dois anos paralisado em função da pandemia. Por isso, outros grandes nomes da música nacional prometem agitar o público nos dias 24 e 25 de setembro, como a cantora pop Iza, Jão, Vanessa da Mata, Duda Beat e Marcelo D2.
O evento promete se destacar como o maior festival de música do país fora do eixo Rio-São Paulo, além de figurar entre os três maiores festivais do Brasil. A estrutura preparada conta com seis palcos ao redor do estádio e variedade de estilos musicais para atrais todos os gostos, promovendo encontro do rap, hip-hop, pop, rock, MPB e a música eletrônica.
Veja a lista de atrações:
24 de setembro
50 CENT, TY DOLLA $IGN, STICKY FINGERS, NATIRUTS, Duda Beat, ANAVITORIA, IZA, JAO, PLANET HEMP, JAO, CRIOLO, Vanessa da Mata, Tasha e Tracie Ft. Kyan e Yunk Vino, Lagum, Djonga & A Quadrilha, Sidoka, MIKE LOVE, Luedji Luna part. Zudzilla, Vitão, Luccas Carlos e Day, Poesia Acústica, Recayd Mob, ORUAN & CHEFIN, BIN & Borges, Júlio Secchin, DAPARTE, Funky Fat, Outflux, Antdot, RQntz, Ashibah, Slow Motion, KC LIGHTS, Dubdogz, KREAM, KVSH, Pirate Snake, MKJay, Visage, Breaking Beattz, Fractall x Rocksted, Boghosian, Blancah, Eli Iwasa, Shapeless, Ekanta, Blazy x Aura Vortex
25 de setembro
LAURYN HILL, 2 CHAINZ, VINTAGE CULTURE, MARCELO FALCAO, Filipe Ret, KVSH AND FRIENDS, Matuê e Teto, BACO EXU + URIAS + MUSE MAYA, L7nnon, JULIAN MARLEY, Black ALien + Marcelo D2, Jovem Dionísio, Poze do Rodo & Bielzinho, Xamã, Orochi & PL QUEST, Hyperanhas, Cynthia Luz, Fbc, Vhoor e Mac Júlia, ACADEMIA DA BERLINDA, DAZARANHA, LOURENA & SANT, AFROCIDADE, CHICO CHICO, JADE BARALDO, CLARA VALVERDE FT. MARIANA NOLASCO, EME, The Otherz, LOthief, Volkoder, Meca, ANABEL ENGLUND, Fancy Inc., JØRD, Jetlag, Chemical Surf, Cat Dealers, VINI VICI, Dankless, RDT, Classmatic, INNDRIVE, Victor Lou, Illusionize, Groove Delight, Albuquerque, Brothers Noise, Gui Boratto, DUBFIRE
Serviço:
Festival Planeta Brasil
Data: 24 e 25 de setembro (sábado e domingo)
Esplanada Mineirão: Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – São José
Vendas de ingressos a partir das 18h desta quarta-feira, neste link.
Os vídeos mais vistos do g1 Minas:

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Meu urubu não é meu animal de estimação, é meu filho’


Israel Mendes adotou o urubu Urú depois de encontrá-lo em uma lixeira quando ele era apenas um filhote. Mendes ensinou Urú a voar, levando-o a lugares cada vez mais altos
Arquivo pessoal/Israel Mendes
Israel Mendes sempre sonhou em cruzar os céus do nordeste brasileiro em seu parapente ao lado de uma ave de rapina. Graças a um encontro casual com um filhote de urubu órfão encontrado em uma lixeira, seu sonho se tornou realidade.
Assim como os parapentes, os pássaros usam térmicas — correntes espirais ascendentes de ar quente — para ganhar altura e planar longas distâncias.
Agora, Mendes é quase inseparável de seu novo companheiro, que ele chegou a acreditar que não sobreviveria.
Um ninho perdido e um ‘filho’ ganho
O ecoguia Israel Mendes e Urú, o urubu, formaram uma amizade improvável
Arquivo pessoal/Israel Mendes
Em dezembro de 2021, o guia do ecoturismo que mora próximo à serra da Aratanha, na periferia de Fortaleza, foi contatado pelo Instituto Pró-Silvestre.
A ONG de bem-estar animal tinha um problema: um filhote de urubu macho havia sido encontrado em uma lixeira e os esforços para localizar seu ninho falharam. Isso significava que o jovem pássaro morreria se fosse deixado por conta própria.
Ele precisava urgentemente de um cuidador humano.
Mendes, que mora perto de uma reserva natural nas montanhas, estaria disposto a adotar o filhote?
“A primeira vez que o vi, ele parecia em um estado tão ruim que pensei que ele não sobreviveria”, disse Mendes, de 35 anos, à BBC.
“Então eu o adotei, o que incluiu um processo legal e fiscalização das autoridades ambientais brasileiras. Eles achavam que quando o pássaro crescesse, ele teria muito espaço para passear.”
Sete meses depois, homem e pássaro voaram juntos várias vezes, resultado de uma incrível história de ligação humano-animal.
Aulas de vôo e sustos
Urú adora voar junto com paragliders
Arquivo pessoal/Israel Mendes
Mendes fez mais do que só alimentar e cuidar da ave, que ele chamou de Urú. Ele ensinou o animal a voar.
“Os peixes nascem sabendo nadar, mas os pássaros precisam criar penas e desenvolver sua estrutura óssea antes de voar. Além disso, embora voar seja instintivo para eles, os pássaros precisam de incentivo para decolar”, explica Mendes.
Urú, no entanto, não tinha pai ou mãe para empurrá-lo para fora do ninho e bater as suas asas para evitar uma queda desagradável. O urubu precisou confiar em seu tutor humano, que o levou a um ponto mais alto e o encorajou a alçar voo.
“Eu levava o Urú ao ponto de decolagem de parapente para que ele sentisse o vento e começasse a entender que foi feito para voar”, diz Mendes.
As aulas incluíam passeios de parapente onde ele carregava Urú em uma cesta especialmente adaptada. Após quatro meses, chegou a hora de um teste mais longo e mais alto.
Quando voava a 400 metros de altitude, Mendes abriu a porta do cesto.
“Ele já estava voando por conta própria e fazendo algum ‘reconhecimento’. Eu sabia que não o estava colocando em perigo.”
Depois de alguns minutos, o Urú decolou, mas foi imediatamente atacado por abutres adultos próximos.
“Descobri que os urubus podem ser bastante territoriais”, diz Mendes.
“Eles assustaram o Urú e ele desapareceu por quatro dias. Fiquei arrasado e muito preocupado com ele”, diz Mendes.
Para rastrear o pássaro, ele recorreu às redes sociais.
Ele conseguiu encontrar Urú depois que membros de uma tribo indígena local, os Pitaguary, postaram no WhatsApp sobre um “urubu curioso” perto deles.
“Foi um alívio encontrar o Urú. Quando o peguei, ele beliscou meu braço com o bico”, lembra Mendes.
Urú vive no quintal de Mendes
Arquivo pessoal/Israel Mendes
“Eu ainda não entendi se ele estava com fome ou só com raiva de mim.”
Hoje em dia Urú não se perde mais. Na verdade, o urubu é às vezes carente demais.
Mendes diz que o Urú costuma segui-lo “como um cachorro” quando vai trabalhar ou encontrar amigos, obrigando-o a recorrer a truques.
“Às vezes tento distraí-lo com um pedaço de carne e depois saio sem fazer barulho, mas logo percebo a sombra de um pássaro na pista quando estou na minha moto”, diz ele com um sorriso.
De acordo com Karine Montenegro, diretora do Instituto Pró-Silvestre, esse tipo de comportamento não é muito comum entre urubus resgatados e pessoas, mesmo que essas aves às vezes se apeguem a humanos como se fossem filhotes deles.
“De alguma forma, o Urú teve uma ligação muito forte com Israel, o que significa que o pássaro pensa que Israel é seu pai”, disse ela à BBC.
“Já tivemos outros casos de adoções de urubus e em todos eles a ave manteve uma relação muito mais distante, às vezes mal reconhecendo o hospedeiro humano e apenas passando por ali para comer”, diz Montenegro.
Pegando outras caronas
O problema com esse tipo de ligação é que os especialistas em animais ainda não sabem se esse processo é reversível — o que significa que Urú e Mendes podem estar, como Montenegro acredita, “unidos para toda vida”.
O novo “pai” do urubu não parece se importar. Mendes chama Urú de “filho”, inclusive na conta que criou para a ave no Instagram, que tem mais de 23 mil seguidores.
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“Urú e meu cachorro Marley são meus únicos filhos”, brinca Mendes.
Mais recentemente, o urubu tem se mostrado confiante o suficiente para voar ao lado de alguns colegas de Mendes, o que levantou algumas preocupações com Montenegro, especialmente depois que viralizaram vídeos de Urú pousando em outro parapente.
“Eu já aconselhei Israel a ter muito cuidado com Urú, pois não sabemos se todos os humanos que se aproximam dele têm boas intenções”, disse ela.
Em muitas culturas, os urubus têm má reputação e são retratados como animais ameaçadores. Na realidade, eles são trituradores naturais de resíduos: necrófagos que se alimentam da carne em decomposição de animais mortos e que protegem as pessoas de doenças transmitidas por carne podre.
Mas as aves de rapina têm muito mais a temer das pessoas do que o contrário. A ONG Birdlife International diz que 14 das 22 espécies de urubu em todo o mundo estão ameaçadas de extinção.
Um dos maiores fatores de diminuição da população é o envenenamento, principalmente acidental, porque os urubus alimentados com carcaças de gado tratadas com medicamentos como anti-inflamatórios são perigosos para outros animais.
Mendes chama Urú de seu filho
Arquivo pessoal/Israel Mendes
‘Eu nunca vou explorá-lo’
Outro perigo para as aves de rapina é a exploração, como a polêmica prática do “parahawking”, em que as aves de rapina são treinadas para guiar os parapentes às melhores correntes ao seu redor.
Nos últimos anos, essa prática tornou-se comum em alguns países — o que despertou preocupações sobre o tratamento das aves.
Mas Mendes diz que sua relação com o urubu, que ele cria desde filhote, é bem diferente. “O Urú vive solto no meu quintal e só entra em casa quando quer dormir perto de mim.”
“Eu nunca vou explorá-lo”, diz. “O Urú não é meu animal de estimação. Ele é meu filho.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Maria – Ninguém sabe quem sou eu’: veja teaser de documentário sobre Maria Bethânia

Filme tem imagens raras de ensaios e shows da cantora, e um depoimento inédito de Bethânia, com roteiro e direção de Carlos Jardim. Em documentário, Bethânia fala de infância, carreira e de amor por Caetano; teaser
O documentário “Maria – Ninguém sabe quem sou eu” teve seu primeiro teaser divulgado nesta quarta-feira (3). Clique acima para assistir.
O filme tem imagens raras de ensaios e shows da cantora, e um depoimento inédito de Maria Bethânia.
A direção e o roteiro são de Carlos Jardim. A produção é uma parceria entre Turbilhão de Ideias, Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Noticiarte Produções.
No filme, a artista fala sobre sua infância, o relacionamento com os pais e com o irmão Caetano Veloso, a fé, a ligação com a literatura e sua paixão pelo palco.
O documentário chega em breve aos cinemas, ainda sem data de lançamento divulgada.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Coringa 2’ vai ser lançado em outubro de 2024 nos EUA


‘Joker: Folie à Deux’, continuação do filme de 2019, deve ser um musical. Joaquin Phoenix em cena de ‘Coringa’
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O próximo filme do Coringa de Joaquin Phoenix, “Joker: Folie à deux”, vai estrear em 4 de outubro de 2024 nos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pela Warner Bros., segundo a revista “Variety”.
O título da continuação (“Loucura a dois”, em tradução livre) foi revelado pelo diretor e roteirista Todd Phillips em junho e faz referência a um termo médico em francês que descreve um distúrbio psicológico que afeta duas ou mais pessoas.
A sequência deve ser um musical, e Phoenix volta ao papel do protagonista.
Segundo a “Variety”, o estúdio divulgou a data de lançamento para tentar mudar as atenções do cancelamento da estreia de “Batgirl”, noticiado nesta terça-feira (2).

Fonte: G1 Entretenimento