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Marcos e Belutti falam sobre importância de novas duplas: ‘A música sertaneja tem que se renovar’


Em entrevista ao g1, dupla ainda cita ‘preguiça’ em retomada de ritmo de trabalho após pausa gerada pela pandemia. ‘A quantidade de viagens, às vezes, no mês, deixa a gente um pouquinho mais irritado.’ Marcos e Belutti levaram para São Paulo, no último final de semana, o show “Sem Hora Pra Acabar”.
Fazendo jus ao nome da apresentação, a dupla cantou ao longo de quatro horas — mais do que o dobro do tempo de repertório pré-programado, que equivalia a cerca de 1h40 de show.
No palco, os sertanejos apresentaram, além dos grandes hits da dupla (“Domingo de manhã”, “Romântico anônimo”, “Eu era”, entre outros), o lado B da carreira de quase 15 anos. Incluindo também a nova faixa de trabalho “Insubstituível”.
Eles ainda atenderam ao público, que gritava pedidos musicais (“toca cavalo preto” e “toca Raul” não faltaram. Raul foi atendido).
Antes da apresentação, a dupla conversou com o g1 e explicou o conceito do show.
“Depende muito da energia das pessoas. A nossa energia depende da energia deles. A gente entra feliz, a gente entra com tesão de cantar aqui. E se a voz aguentar, enquanto eles estiverem a fim, a gente vai cantando”, afirmou Belutti.
Marcos e Belutti se apresentando em Iguaba Grande, no RJ
Lorena Souza/PMIG
“É um show maior que o normal. Não dá pra saber exatamente o tamanho porque a gente vai colocando música na hora. Tem um repertório pronto, que é um repertório grande, mas a gente vai na hora aumentando o repertório”, explicou Marcos.
Segunda voz da dupla, o cantor também teve seu momento solo no palco e, entre outras faixas, apresentou “It’s My Life”, de Jon Bon Jovi, ao lado da filha Larissa Marchioto, de 23 anos
Nova geração do sertanejo
Prestes a completar 15 anos de carreira, Marcos e Belutti falaram sobre a importância da chegada de novos artistas sertanejos ao mercado.
Ao longo dos dois anos de pandemia, muitas novas duplas e cantores se destacaram, seja pelas lives ou pela busca de novidades por parte do público nas plataformas de streaming, que por um período, ficou carente de lançamentos sertanejos.
O movimento chegou a alterar uma tradição na Festa do Peão de Barretos, que antes colocava na arena principal apenas quem já havia passado em palcos secundários do evento em anos anteriores.
“É muito importante a música sertaneja se renovar, isso sempre acontece. Isso é cíclico. Se não, nós também não teríamos surgido. Ia ser um nicho onde somente os mesmos estariam reinando”, afirma Belutti.
“A música sertaneja tem que estar em alta sempre. Se não surgir um sucesso através da gente ou de um artista que já é grande, que surja através do novo. Isso só fomenta o nosso segmento, só aumenta a execução das músicas nas rádios, e as pessoas ainda irem a shows sertanejos.”
Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação
Marcos e Belutti
Dani Valverde
“Se há um interesse na música sertaneja, há contratantes querendo shows, rádios tocando, TV divulgando o nosso trabalho. A gente tem que pensar um segmento, não somente no produto artista”, diz o cantor.
“Quando o artista que veio antes, o mais veterano, se incomoda com isso, acaba se tornando um segmento morto”, completa Marcos.
“A gente tem obrigação de ter música nova, de tentar continuar fazendo sucesso, fazendo bons shows. Mas a gente já tem um certo nome. Dali pra frente os novos têm que continuar construindo a estrada. Inclusive pra gente percorrer.”
Retorno pós-pausa da pandemia
Em entrevista recente ao g1, Vinícius, dupla de João Bosco, comentou sobre a dificuldade de se adaptar novamente ao ritmo dos shows após a pausa na pandemia e afirmou que quando precisa dar uma esticada maior no show, “a voz dá uma reclamada”.
Marcos e Belutti dizem não ter sentido qualquer problema com a voz nesse retorno, mas não escondem o sentimento atual:
“A pandemia trouxe pra gente uma preguiça maior de sair de casa”, diz Belutti.
“Quando você vê a agenda cheia de compromissos, e a gente vê que a gente vai ficar mais fora de casa do que em casa na semana, principalmente pra mim, dá uma preguiça.”
“Isso é até ruim profissionalmente porque a gente tem que estar sempre em atividade para que a gente continue trabalhando e rendendo bem. Correndo atrás de repertório, produzindo coisas, e realmente a quantidade de viagens, às vezes, no mês, deixa a gente um pouquinho mais irritado.”
Por conta disso, o cantor afirmou que pediu ao escritório uma redução no número de shows.
Marcos e Belutti se apresentam na festa dos 167 anos de Arujá.
Victor Almeida/ Divulgação.
Belutti ainda revelou que precisou de ajuda psicológica para lidar com a mudança de rotina.
“A gente ficou muito tempo trancado, mas a gente ficou muito tempo na rua também pra que isso acontecesse e nos deixasse meio maluco.”
“Eu precisei de uma ajuda psicológica. Eu fiquei com depressão. Você [aponta para Marcos], uma época, também não ficou tão legal. É um mundo totalmente diferente do que a gente vivia, né? Uma hora você não para em casa, a outra hora você não pode sair de casa. E aí de repente você encontra uma vida totalmente diferente, no aspecto financeiro e no cotidiano.”
“E aí isso fez com que a gente curtisse mais a família, curtisse mais a vida, curtisse mais outras coisas, e o que a gente tenta fazer hoje é o equilíbrio.”
Marcos & Belutti
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Joseph Quinn brinca que ficou ‘jogando dardos nas caras’ dos criadores de ‘Stranger things’ por causa do final da 4ª temporada


Em entrevista ao g1, atores britânicos falam sobre se tornarem favoritos dos fãs após se juntarem à série na quarta temporada, o destino de Eddie e a mitologia da história. Joseph Quinn e Jamie Campbell Bower falam sobre ‘Stranger things’
Os fãs de “Stranger things” podem ter ficado um tanto tristes com o final da quarta temporada, que não terminou tão bem, no começo de julho, para os protagonistas — em especial para dois dos favoritos dos fãs. Talvez o público ganhe algum consolo ao saber que não está sozinho em sua indignação.
Joseph Quinn, ator britânico de 29 anos que interpreta o metaleiro de bom coração Eddie Munson, teve sentimentos conflitantes em relação aos criadores da série, os irmãos Matt e Ross Duffer.
ENTREVISTA: Criadores falam sobre traumas e terror da 4ª temporada
Como já deu para perceber, a reportagem tem alguns spoilers da quarta temporada, cuja segunda parte foi lançada em 1º de julho. Se você faz questão de saber nada a respeito até ver finalmente, é uma boa ideia assistir aos episódios primeiro.
“Inicialmente eu estava bem chateado. Sabe? Porque eu pensei que poderia me provar e talvez voltar para uma quinta temporada. Mas o fato de que não havia qualquer oportunidade para isso me deixou um pouco decepcionado”, afirma o ator em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima.
“Mas acho que, como um ator você meio que sempre quer um arco de história que pareça completa. E eu sinto que consegui isso de sobra com esse personagem. Acho que há um começo e meio muito fortes e um final lindo.”
“Enquanto eu meio que estava jogando dardos nas caras de Matt e de Ross por um tempo, eu me sentia tão grato, porque é uma concepção extraordinária pensar em algo assim. Ele só poderia existir nesse mundo que eles criaram. Ter um show do Metallica em qualquer série poderia ser tipo: ‘isso é meio estranho’. Mas parece algo certo aqui. O que é incrível.
‘Só me deram o trabalho’
Gaten Matarazzo e Joseph Quinn em cena de ‘Stranger things’
Divulgação
Nascido em Londres, o ator tem em seu currículo trabalhos em séries britânicas e alguns papéis pequenos em Hollywood, como uma participação rápida em “Game of thrones”.
“O meu (processo de seleção) foi bastante direto, mas de uma forma inesperadamente tranquila. Eu fiz dois testes lá de casa. Meu flat, em Londres. Não sei. Os irmãos são um tanto estranhos. Eles meio que só me deram o trabalho. E isso é muito muito raro”, diz ele.
Com uma bela amizade com Dustin (Gaten Matarazzo), um dos favoritos dos fãs entre a turma original, o personagem rapidamente conquistou corações – entre eles o da cantora Doja Cat.
Com direito a uma grande apresentação na guitarra – que garantiu ao ator um encontro com o Metallica – nas cenas finais e um grande sacrifício que dificulta seu retorno na quinta e última temporada, Eddie se tornou o grande herói da história.
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Do outro lado do mundo invertido
Sentado ao lado de Quinn durante a entrevista, em passagem no Brasil para promover a série, o também britânico Jamie Campbell Bower não é estranho a grandes universos pop. Aos 33 anos, ele já atuou em três filmes da saga “Crepúsculo” e deu vida a uma versão jovem do vilão Gerardo Grindelwald em “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1” (2010).
Em “Stranger things”, ele primeiro foi visto como um dos enfermeiros do laboratório onde Eleven (Millie Bobby Brown) era mantida na infância. Apesar de uma postura calma e amigável, com o tempo ele revelou que era na verdade o primeiro a ter sido estudado no local.
Depois de perder um embate psíquico com a protagonista, ele foi jogado para a dimensão paralela conhecida como o mundo invertido. Com isso, foi revelado que Bower já dava as caras – por trás de muita maquiagem e próteses – desde o começo da temporada como o vilão monstruoso Vecna.
Jamie Campbell Bower em cena de ‘Stranger things’
Divulgação
Peça central da principal reviravolta da trama, o ator participou de um processo de seleção tão misterioso quanto o seu personagem. Tanto que realizou seus testes sem saber quem interpretaria, lendo cenas de filmes como o terror “Hellraiser – Renascido do Inferno” (1987) e o suspense “As duas faces de um crime” (1996).
“Foi um pouco arrastado pela época do Natal. Então, acabou durando, tipo, um mês. E eu estava apavorado no processo inteiro”, diz o ator.
“E a última parte ia ser encontrar o Matt e o Ross (Duffer, irmãos criadores da série) e sentar com eles. E eles me mostraram muito sobre o personagem e onde tudo iria. Esse tipo de coisa.”
Jamie Campbell Bower e Millie Bobby Brown em cena de ‘Stranger things’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Francisco, El Hombre junta ska e rock em single com música apresentada pela banda no ‘Rock in Rio Lisboa’


Banda Francisco, El Hombre lança o single ‘Arranca a cabeça do rei’ na quinta-feira, 4 de agosto
Renata Monteiro / Divulgação
♪ Apresentada pela banda Francisco, El Hombre em junho, no show feito pelo quinteto paulista no Rock in Rio Lisboa, a música Arranca a cabeça do rei ganha registro fonográfico em single agendado para a noite de quinta-feira, 4 de agosto.
Assinada por quatro dos cinco integrantes do grupo (Andrei Martinez Kozyreff, Juliana Strassacapa, Mateo Piracés Ugarte e Sebastian Piracés Ugarte), a composição foi gravada em ritmo que combina ska e rock em referência ao som politizado da banda espanhola Ska-P.
Na letra de Arranca a cabeça do rei, Francisco, El Hombre investe contra toda e qualquer autoridade para combater o que a banda caracteriza como “hierarquização da sociedade”.
O coro das vozes empolgadas de Helena Papini, Juliana Strassacapa, Sebastian Piracés Ugarte, Andrei Martinez Kozyreff, Mateo Piracés Ugarte, Júlia Ribeiro dos Santos Pessini, Stephanie Frick, Camilla Cabral, Lays Milanello e Helen Fernandes de Sousa faz supor que a gravação de Arranca a cabeça do rei foi captada em show da banda, mas, a rigor, o fonograma foi formatado no estúdio Lab Sound.
Além dos toques dos músicos do grupo, o single Arranca a cabeça do rei tem os sopros do trompete de Douglas William Rodrigues dos Santos, do trombone de Giovani Alves Loner e do saxofone de Mariana Marinelli de Oliveira.
Capa do single ‘Arranca a cabeça do rei’, da banda Francisco, El Hombre
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Batgirl’ tem lançamento cancelado em todas as plataformas


Filme da heroína da DC, com orçamento estimado em US$ 90 milhões, já estava em fase de finalização, mas nova gestão do estúdio decidiu focar em estreias para o cinema. Leslie Grace como a ‘Batgirl’
Reprodução/Instagram/lesliegrace
A Warner Bros., estúdio responsável pelas adaptações dos heróis da DC, decidiu cancelar o lançamento do filme “Batgirl” em todas as plataformas.
Com orçamento estimado em US$ 90 milhões, a produção já estava em fase de finalização e tinha lançamento previsto no HBO Max, serviço de vídeos da empresa, ainda em 2022.
A decisão tira, pelo menos por ora, a chance do filme chegar sequer aos cinemas, de acordo com a revista “Hollywood Reporter”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio de rap 3030 se une a Vitão no single ‘Te decifrar’ enquanto produz o sexto álbum


Vitão (o terceiro, da esquerda para a direita) posa com os integrantes do trio 3030
Divulgação
♪ Em 2019, os integrantes do trio de rap 3030 – Bruno Chelles, LK e Rod – se juntaram com Vitão para compor e gravar uma música.
Arquivada por conta da pandemia, a gravação dessa música, intitulada Te decifrar, chega ao mundo três anos depois – em single programado para sexta-feira, 5 de agosto – com retoques. LK mexeu na produção musical da faixa. Já Vitão alterou alguns versos da letra e pôs nova voz na música.
É nessa versão que o single inédito Te decifrar chega aos aplicativos de música enquanto o trio 3030 prepara o sexto álbum, já em processo de produção.
Capa de ‘Te decifrar’, single do trio 3030 com Vitão
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé muda música de álbum lançado há quatro dias após reclamação de Kelis


‘Energy’ usava elementos de ‘Milkshake’, faixa de Kelis com Pharrell. Cantora reclamou e Beyoncé subiu nova versão da música. ‘Reinassance’ saiu na sexta e também deve ter mudança em letra. Beyoncé lança álbum ‘Renaissance’
Reprodução/Instagram/Beyoncé
Beyoncé mudou a música “Energy” nas plataformas de streaming nesta terça-feira (2), quatro dias após o lançamento da faixa, parte do álbum “Reinassance”.
Ela apagou a versão anterior e subiu uma nova mixagem, retirando elementos da música “Milkshake”, da cantora Kelis com o duo Neptunes.
O problema começou quando Kelis reclamou do uso da faixa, que ela diz ter sido feita sem sua autorização.
Beyoncé havia dado o crédito de composição aos Neptunes, duo formado por Pharrell Williams e Chad Hugo, que são autores de “Milkshake” (da qual Kelis é apenas intérprete, não coautora).
No site de “Reinassance”, Beyoncé diz que “Energy” tem uma interpolação (trechos de uma música reinterpretados dentro de outra) de “Milkshake”, e informa que a versão original foi gravada por Kelis.
Como a música usou uma interpolação, e não um sample (que seria um trecho da gravação original, e não outra interpretação), a voz de Kelis não estava em “Energy”, apenas a reprodução da melodia vocal.
Mesmo assim, após a reclamação, Beyoncé decidiu retirar todos os elementos de “Milkshake” da nova música “Energy”, e retirar os créditos aos Neptunes da composição.
Essa não é a única mudança que deve ser feita em “Reinassance” após o lançamento. Seus representantes dizem que ela vai mudar a letra de “Heated”, que tinha trecho considerado ofensivo por pessoas com deficiência.
LEIA A RESENHA: Beyoncé dá uma guinada dançante com o atrevido e festivo ‘Renaissance’; g1 ouviu

Fonte: G1 Entretenimento

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Programação do Rock in Rio 2022: veja horários dos shows


Iron Maiden, Justin Bieber, Post Malone, Dua Lipa e Coldplay estão entre os headliners. Festival acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro no Rio; veja programação completa. Headliners do Rock in Rio, da esquerda; Iron Maiden, Justin Bieber, Post Malone, Guns N’ Roses, Green Day, Coldplay e Dua Lipa
Marcelo Brandt/g1; Flavio Moraes/g1; Fábio Tito/g1; Celso Tavares/g1; Kevin Winter/The Recording Academy/AFP
O Rock in Rio anunciou a divisão por horários dos palcos Mundo e Sunset pelo aplicativo oficial do festival.
Iron Maiden, Justin Bieber, Post Malone, Dua Lipa, Guns N’Roses, Coldplay e Green Day são os headliners do Rock in Rio 2022.
O g1 lista abaixo todos os artistas por palco do evento que acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022, no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
Todos os ingressos da nona edição do festival estão esgotados.
‘ESTICADINHA’: Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
AGENDA DE SHOWS 2022: Harry Styles, Rosalía e Slipknot tocam no 2º semestre
O Palco Mundo estava com a programação completa, mas, com a desistência do Megadeth, a organização anunciou o Gorija como substituto no dia 2 de junho.
Veja as atrações conformadas do Rock in Rio 2022
2 de setembro, sexta-feira
Palco Mundo:
18h – Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira
20h10 – Gojira
22h20 – Iron Maiden
00h10 – Dream Theater
Palco Sunset
15h30 – Black Pantera + Devotos
16h55 – Metal Allegiance
19h05 – Living Colour + Steve Vai
21h15 – Bullet For My Valentine
Espaço Favela: Gangrena Gasosa, Affront e Revengin
New Dance Order: Len Faki, Renato Ratier Vs Diogo Aciolly, Ananda, Victoria Engel, Valentina Luz, Binaryh, Flo Masse Vs Craig Ouar e Chang Rodrigues Live
Rock District: Oitão, Noturnall, Eminence e Sioux 66
3 de setembro, sábado
Palco Mundo
18h – Alok
20h10 – Jason Derulo
22h20 – Marshmello
00h10 – Post Malone
Palco Sunset
15h30 – Papatinho e L7nnon + MC Hariel e MC Carol
16h55 – Xamã + Brô MC’s
19h05 – Criolo + Mayra Andrade
21h15 – Racionais MC’s
Palco Supernova: Teto
Espaço Favela: PK convida Don Ruan, Bin e Azula
New Dance Order: Chris Lorenzo , Bhaskar, Malifoo, Carola, Groove Delight, Kvsh, Illusionize, Victor Lou, Almanac e Fluxzone
Rock District: Rock Street Band, Wilson Sideral – Tropical Blues e Malvada
Rota 85: Betta, JP Bonfá e Pedro Mahal + Buraco Blues
4 de setembro, domingo
Palco Mundo:
18h – Iza
20h10 – Migos
22h20 – Demi Lovato
00h10 – Justin Bieber
Palco Sunset:
15h30 – Matuê
16h55 – Luísa Sonza com Marina Sena
19h05 – Emicida e convidados
21h15 – Gilberto Gil com família
Palco Supernova: Lil Whind (Whindersson Nunes)
Espaço Favela: Funk Orquestra, Buchecha e Taylan
New Dance Order: Lost Frequencies, Liu, Samarah, Sickick, Dubdogz, Cat Dealers, Gabe, Ownboss, Maz
Rock District: Rock Street Band, Fonk’s Gang e Lucy Alves
Rota 85: Betta, JP Bonfá e Pedro Mahal + Buraco Blues
8 de setembro, quinta-feira
Palco Mundo
18h – CPM 22
20h10 – Offspring
22h20 – Måneskin
00h10 – Guns N’ Roses
Palco Sunset
15h30 – Duda Beat
16h55 – Gloria Groove
19h05 – Corinne Bailey Rae
21h15 – Jessie J
Palco Supernova: Francisco, el Hombre
Espaço Favela: Drenna, TH4I convida Lia Clark e Izzra
New Dance Order: Adriatique, Zac, Sarah Stenzel, Ben Böhmer, Gui Boratto, Du Serena Vs Junior C, Leo Janeiro Vs Nepal, Marta Supernova e Nu Azeite Live
Rock District: Rock Street Band, Rodrigo Santos e Stormsons
Rota 85: Betta, JP Bonfá e Pedro Mahal + Buraco Blues
9 de setembro, sexta-feira
Palco Mundo
18h – Capital Inicial
20h10 – Billy Idol
22h20 – Fall Out Boy
00h10 – Green Day
Palco Sunset
15h30 – Di Ferrero + Vitor Kley
16h55 – Jão + convidado
19h05 – 1985: A homenagem
21h15 – Avril Lavigne
Espaço Favela: MD Chefe e Domlaike, Choice, Marvvila
New Dance Order: Neelix, Blazy, Paranormal Attack C, Vegas, Rica Amaral, Aly & Fila, Antdot e Meca
Rock District: Rock Street Band, Fernando Badauí e Deia Cassali
Rota 85: Betta, JP Bonfá e Pedro Mahal + Buraco Blues
10 de setembro, sábado
Palco Mundo
18h – Djavan
20h10 – Bastille
22h10 – Camila Cabello
00h10 – Coldplay
Palco Sunset
15h30 – Bala Desejo + convidado
16h55 – Gilsons + convidado
19h05 – Maria Rita + convidado
21h15 – CeeLo Green
Espaço Favela: Ferrugem, Orochi e El Pavuna
New Dance Order: Kaskade, Jetlag, Curol, Gabriel Boni, Makj, The Fish House, Chemical Surf, Bruno Be Vs Fancy Inc, Alexiz Bcx
Rock District: Rock Street Band, Dinho Ouro Preto, Andreas Kisser, João Barone, PJ e Liminha e Thiago Fragoso
Rota 85: Betta, JP Bonfá e Pedro Mahal + Buraco Blues
11 de setembro, domingo
Palco Mundo
18h – Ivete Sangalo
20h10 – Rita Ora
22h20 – Megan Thee Stallio
00h10 – Dua Lipa
Palco Sunset
15h30 – Liniker + Luedji Luna
16h55 – Power! Elza Vive, um show em homenagem a Elza Soares
19h05 – Macy Gray
21h15 – Ludmilla
Palco Supernova: Priscilla Alcântara
Espaço Favela: Lexa, Azzy e Ella Fernandes
New Dance Order: Anna, Eli Iwasa, Blond:Ish, Ella De Vuono, Anabel Englund, Aline Rocha, Mary Olivetti
Rock District: Rock Street Band, Di Ferrero e Rogério Flausino
Rota 85: Betta, JP Bonfá e Pedro Mahal + Buraco Blues
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Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso tem obra e ideologia dissecadas em seis livros que celebram os 80 anos do artista


♪ Caetano Veloso faz 80 anos no domingo, 7 de agosto. De olho no potencial mercadológico da efeméride, as editoras põem no mundo literário nada menos do que seis livros que dissecam a vida e sobretudo a obra do cantor, compositor e violonista baiano nascido em 1942.
Cinco saem no Brasil, chegando às livrarias no fim de julho e ao longo deste mês de agosto. Um deles, Caetano Veloso – Conversaciones com Carlos Galilea, foi lançado em junho na Espanha e é justamente o que tem prólogo escrito pelo próprio Caetano Veloso.
Dos seis títulos, quatro são totalmente inéditos e dois são edições atualizadas e ampliadas de livros anteriores.
♪ Eis, pela ordem cronológica de lançamento, os seis livros que põem em pauta a vida e a obra de Caetano Veloso:
Capa do livro ‘Caetano Veloso – Conversaciones com Carlos Galilea’
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1. Caetano Veloso – Conversaciones com Carlos Galilea
Autor: Carlos Galilea
Editora: Blume (Espanha)
Data de lançamento: 19 de junho de 2022
– Durante quase 30 anos, Caetano Veloso se encontrou com o radialista e escritor espanhol Carlos Galilea, em cidades como Barcelona, Londres, Madrid, Paris, Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA) para conversar sobre música, cinema, política e sexo, entre outros assuntos. O livro reúne o suprassumo dessas conversas, com a benção de Caetano. “É impossível que alguém tenha um conjunto de entrevistas dadas por mim que produzam uma visão tão completa e articulada da minha mente como as conversas reunidas por Carlos Galilea”, avaliza Caetano no prólogo.
Capa do livro ‘Outras palavras – Seis vezes Caetano’
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2. Outras palavras – Seis vezes Caetano
Autor: Tom Cardoso
Editora: Record
Data de lançamento: 25 de julho de 2022
– Através de compilações de trechos de entrevistas concedidas por Caetano Veloso ao longo da carreira, o autor traça perfil do artista em seis capítulos temáticos. O homem de Santo Amaro, O polêmico, O líder, O vanguardista, O amante e O político são os temas abordados pelo jornalista Tom Cardoso com a intenção de expor a ideologia do artista na forma de ensaio biográfico. O escritor e pesquisador musical assina a orelha do livro.
Capa do livro ‘Lado C – A trajetória musical de Caetano Veloso até a reinvenção com a BandaCê’
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3. Lado C – A trajetória musical de Caetano Veloso até a reinvenção com a BandaCê
Autores: Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes
Editora: Máquina de Livros
Data de lançamento: 29 de julho de 2022
– No livro, para o qual deram depoimentos Caetano Veloso e os três músicos da BandaCê, os autores reconstituem a saga dos três álbuns e shows feitos pelo artista com o trio carioca entre 2006 e 2015. A narrativa é constituída basicamente pela repercussão dos discos e shows na imprensa. No epílogo, Luiz Felipe Carneiro e Tito Guedes abordam a gênese do álbum Meu coco (2021).
Capa do livro ‘Letras – Caetano Veloso’
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4. Letras – Caetano Veloso
Autor: Caetano Veloso e Eucanaã Ferraz (organização)
Editora: Companhia das Letras
Data de lançamento: 29 de julho de 2022
– Edição expandida e atualizada do livro Letra só (2003), Letras alinha os versos de todas as músicas compostas por Caetano Veloso em seleção que vai dos anos 1960 até a recente produção autoral do álbum Meu coco (2021). Não há comentários, mas há notas escritas por Caetano e pelos organizador Eucanaã Ferraz.
Capa do livro ‘Lançar Mundos no Mundo – Caetano Veloso e o Brasil’
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5. Lançar Mundos no Mundo – Caetano Veloso e o Brasil
Autor: Guilherme Wisnik
Editora: Fósforo
Data de lançamento: 5 de agosto de 2022
– Reedição do ensaio sobre Caetano Veloso publicado em 2005 na série Folha explica, o livro tem texto revisto e atualizado por Guilherme Wisnik. A intenção foi traçar perfil biográfico e intelectual do artista, abordando os álbuns mais importantes de discografia que sempre dialogou com as tensões sociais e políticas do Brasil.
Capa do livro ‘Vivo muito vivo – 15 contos inspirados nas canções de Caetano Veloso’
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6. Vivo muito vivo – 15 contos inspirados nas canções de Caetano Veloso
Autores: vários
Editora: José Olympio
Data de lançamento: 29 de agosto de 2022
– Organizado por Mateus Baldi, o livro apresenta 15 textos literários inéditos, na forma de contos escritos com inspiração em canções que têm a narrativa ampliada no terreno da ficção. Giovana Madalosso, por exemplo, expandiu o enredo de Tigresa (1977). Já Edimilson de Almeida Pereira conta a fuga de refugiado com inspiração em Trem das cores (1982). O time de 15 escritores inclui o jornalista Arthur Dapieve.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Rock in Rio – A História’: série documental sobre festival estreia no Globoplay


Projeto de cinco episódios traz depoimentos de artistas, organizadores e público relembrando bastidores, paixões e sucessos do evento. Projeto do Palco Mundo do Rock in Rio 2022, feito só com material reciclado
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A série “Rock in Rio – A História” estreia nesta terça-feira (2) no Globoplay.
Com cinco episódios, o projeto traz depoimentos de artistas, organizadores e público relembrando bastidores, paixões e sucessos do evento.
“Rock in Rio – A História” traz a trajetória do festival sob a ótica de quem foi e teve a vida marcada por ele.
Ney Matogrosso, Ivete Sangalo, Emicida, Fernanda Abreu e Lellê são alguns dos artistas que deram seus depoimentos para a série, que retrata como um festival que parecia fadado ao fracasso se transformou no maior do mundo.
Programação do Rock in Rio 2022: veja quem vai tocar no festival
‘ESTICADINHA’: Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
AGENDA DE SHOWS 2022: Harry Styles, Rosalía e Slipknot tocam no 2º semestre

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Sá grava em setembro, no Rio, o show de sucessos ‘SambaSá’


♪ Em dezembro de 2021, Roberta Sá retomou a agenda de shows presenciais, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com apresentação idealizada como uma roda de samba. Intitulado SambaSá, esse show desde então vem rodando algumas capitais do Brasil e ganha registro audiovisual agendado para 24 de setembro em apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro (RJ), cidade que abriga a cantora potiguar desde a adolescência.
Na gravação de SambaSá, que gera álbum ao vivo e material audiovisual para o canal de vídeo da artista, Roberta cantará sucessos alheios entre músicas inéditas e hits do próprio repertório.
No roteiro, flexível como os repertórios das rodas de samba, costumam aparecer músicas famosas como Andança (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, 1968), Disritmia (Martinho da Vila, 1974), Coração em desalinho (Monarco e Alcino Correia, 1986) e Maneiras (Silvio da Silva, 1987).
Aos 20 anos de carreira, festejados em 2022, Roberta Sá reforça com a gravação do show SambaSá a identificação da cantora com o samba – gênero dominante na discografia da artista, cujo último álbum, Giro (2019), saiu há três anos com músicas inéditas de Gilberto Gil.

Fonte: G1 Entretenimento