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Ator de ‘Supernatural’ é encontrado morto e polícia investiga homicídio no Canadá


McLean possuía uma carreira na televisão em papeis pontuais para séries conhecidas do grande público, tendo atuado recentemente na série ‘Virgin River’
Reprodução Redes Facebook/Lucas Talent Inc.
O ator Stewart McLean, conhecido por atuar em séries como ‘Supernatural’ e ‘Arrow’, foi encontrado morto na província canadense de Colúmbia Britânica após passar uma semana desaparecido. De acordo com informações apuradas pela revista People, as autoridades canadenses tratam oficialmente o caso como um homicídio. Ele tinha completado 45 anos em abril.
Os restos mortais de McLean foram identificados na última sexta-feira (22), na região de Lions Bay. A revista relatou que a Equipe Integrada de Investigação de Homicídios do Canadá (IHIT) confirmou a localização do corpo apenas um dia após anunciar que o desaparecimento indicava indícios de crime. Stewart McLean foi visto pela última vez em sua residência no dia 15 de maio. O boletim de ocorrência sobre seu desaparecimento foi registrado pela Real Polícia Montada do Canadá na segunda-feira seguinte, 18 de maio.
A IHIT assumiu a responsabilidade pela investigação e trabalha na coleta de evidências. Segundo a corporação, os detetives analisam imagens de câmeras de segurança e realizam entrevistas para reconstruir os passos do ator antes de seu desaparecimento. Em comunicado, a porta-voz da IHIT, Esther Tupper, afirmou que a equipe busca respostas para a família e amigos da vítima.
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“Os investigadores de homicídios estão trabalhando para coletar e analisar evidências, revisar imagens de câmeras de segurança e realizar entrevistas para construir uma cronologia das atividades do Sr. McLean antes de 15 de maio de 2026 [última vez em que o ator foi visto]”, diz Tupper.
A polícia acredita que a morte de McLean tenha sido um “incidente isolado”. E detalhes específicos sobre as causas da morte ou possíveis suspeitos não foram revelados. Esta reportagem poderá ser atualizada.
McLean tinha uma carreira na televisão, atuando em papéis pontuais em séries conhecidas do grande público. Recentemente, esteve na série ‘Virgin River’. Ele também acumulou créditos em produções como ‘Murder in a Small Town’, ‘Happy Face’, ‘The Irrational’ e ‘Arrow’, além de ter trabalhado como produtor.
Muitos diretores de elenco entraram em contacto para partilhar as suas condolências com a família de Stew e com a nossa agência, e todas as mensagens dizem a mesma coisa: que homem verdadeiramente fantástico ele era, e quão profundamente sentiremos a sua falta.
Reprodução Redes Facebook/Lucas Talent Inc.
A agência Lucas Talent Inc., que representava o artista, confirmou o falecimento por meio de nota oficial. A agente Jodi Caplan, que trabalhou com McLean por mais de dez anos, descreveu-o como “dedicado, profissional, entusiasmado e infinitamente engraçado”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Dick Parry, saxofonista histórico do Pink Floyd


O saxofonista do Pink Floyd Dick Parry
Reprodução/Instagram
O guitarrista David Gilmour anunciou neste sábado (23) a morte do saxofonista Dick Parry, colaborador histórico do Pink Floyd e responsável por solos marcantes em músicas clássicas da banda britânica. Parry tinha 83 anos.
Em publicação nas redes sociais, Gilmour afirmou que o músico morreu na manhã deste sábado e relembrou décadas de amizade e parceria musical.
“Desde os meus 17 anos, toquei em bandas com Dick no saxofone, incluindo o Pink Floyd”, escreveu.
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O guitarrista destacou que o estilo e o timbre de Parry ajudaram a criar algumas das sonoridades mais reconhecidas da história do rock.
“Seu feeling e seu timbre tornam seu saxofone inconfundível, uma assinatura de enorme beleza conhecida por milhões de pessoas”, disse Gilmour ao citar canções como Shine On You Crazy Diamond, Wish You Were Here, Us and Them e Money.
Dick Parry participou de alguns dos álbuns mais emblemáticos do Pink Floyd nos anos 1970, período considerado o auge criativo da banda. Seu saxofone se tornou uma das marcas registradas do grupo, especialmente nas faixas de The Dark Side of the Moon e Wish You Were Here.
Gilmour também lembrou que Parry participou da turnê “On An Island”, já nos anos 2000, além da apresentação histórica do Pink Floyd no Live 8, que marcou a reunião clássica da banda com Roger Waters, Gilmour, Nick Mason e Richard Wright.
Na publicação, o guitarrista compartilhou fotos antigas ao lado do saxofonista, incluindo uma imagem dos dois tocando juntos em Cambridge, na Inglaterra, em 1963.
David Gilmour e Dick Parry, do Pink Floyd, em registro de 1963
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Miklos extrapola o karaokê em ‘Coisas da vida’, álbum de ‘crooner’ com viés existencialista e moldura orquestral


Paulo Miklos nada acrescenta ao hino sertanejo ‘Evidências’, mas canta muito bem músicas de Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e do trio Sá, Rodrix & Guarabyra
Jorge Daux / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Coisas da vida
Artista: Paulo Miklos
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Quando Paulo Miklos lançou em 8 de maio single com regravação de “Evidências” (João Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989), com direito a clipe filmado em karaokê, uma pergunta se impôs de imediato: para que mais um registro fonográfico desse hino sertanejo amplificado nas vozes anasaladas de Chitãozinho & Xororó a partir de 1990?
Da fato, o cantor paulistano nada acrescenta a “Evidências”, música que parece sobrar entre as onze faixas do álbum “Coisas da vida”, lançado por Miklos ontem, sexta-feira, 22 de maio.
Contudo, o ex-integrante do grupo Titãs extrapola o karaokê neste primeiro disco de intérprete, inclusive pelo fato de o álbum ser valorizado pelos majestosos arranjos orquestrais criados com profusão de cordas e sopros por Otávio de Moraes, produtor musical – em parceria com Rafael Ramos – do álbum editado pela gravadora Deck.
Há uma ou outra música dispensável, caso de “Xibom bombom” (Rogério Gaspar e Wesley Rangel, 1999), sucesso do fugaz grupo baiano As Meninas na era de ouro da axé music com crítica social que rebobinava verso (“O de cima sobe e o de baixo desce”) escrito por Chico Science (1966 – 1997) cinco anos antes na letra de “A cidade” (1994). Mas cabe ressaltar que “Xibom bombom” está no álbum por ocupar lugar de honra na playlist afetiva da vida de Miklos por ter sido a música cantada pelo artista após acordar na cama de hospital em decorrência de gastroenterite.
Descontadas as escolhas pessoais e/ou mercadológicas, o álbum “Coisas da vida” se impõe pelo viés existencialista que alinhava boa parte do repertório, a começar pela música-título, balada lançada por Rita Lee (1947 – 2023) há 50 anos no terceiro dos quatro álbuns gravados pela artista com a banda Tutti Frutti, “Entradas e bandeiras” (1976).
Miklos abre o álbum com “Mestre Jonas” (Guttemberg Guarabyra, Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix, 1973), crítica ao conformismo dos que levam a vida sem risco e sem prazer. O cantor revive esse standard do rock rural com arranjo polifônico e uma pulsação frenética que remete à gravação original do tema pelo trio Sá, Rodrix & Guarabyra no álbum “Terra” (1973), mas sem entrar na seara do cover.
A crítica de “Mestre Jonas” se afina com o inconformismo do samba “Quero voltar pra Bahia” (Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, 1970), cujo eu-lírico se revela insatisfeito com o Brasil e em fuga da solidão, com o desejo de retornar à Bahia, símbolo de porto seguro na letra desse samba que faz Miklos cair em suingue bissexto no canto do artista.
Entre o humanismo de “O sal da terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1981) – canção que prega amor e união para gerar mundo mais pacífico e sustentável – e a reconstrução de “Saudosa maloca” (Adoniran Barbosa, 1955) em ambiente de câmara, escolha menos surpreendente para quem já viu Miklos encarnar Adoniran Barbosa (1910 – 1982) no cinema em filmes de 2015 e 2024, o crooner entra na brincadeira lúdica da concretista “Cachorro babucho” (Walter Franco, 1975).
Miklos também reaviva a frieza e a solidão cinzentas que pavimentam o concreto da cidade de São Paulo (SP) ao dar voz a “Não existe amor em SP” (2011), canção de alma soul que há 15 anos elevou o rapper Criolo além do segmento do hip hop. O maestro Otávio de Moraes enquadra “Não existe amor em SP” fora da moldura convencional dos arranjos de cordas, realçando a sensação de desajuste emocional dos versos de Criolo.
E por falar em inadequação, Miklos traz à tona um Sérgio Sampaio (1947 – 1994) menos óbvio, “Ninguém vive por mim”, música lançada pelo autor em single avulso de 1977.
“O pior dos temporais aduba os jardins”, contemporiza Miklos em verso de Sampaio, com facho de esperança que também espoca nos versos desiludidos, mas resilientes, do rock “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988), grande fecho do álbum “Coisas da vida” por aliar a pulsação das cordas a uma pegada roqueira que se afina com a história e de Paulo Miklos, crooner que vai bem além do karaokê neste primeiro enérgico disco de intérprete.
Capa do álbum ‘Coisas da vida’, de Paulo Miklos
Jorge Daux / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Arnaldo Antunes grava o show ‘Novo mundo’ em São Paulo com feats com Marisa Monte e Ana Frango Elétrico


Marisa Monte canta as músicas ‘Sou só’, ‘Contato imediato’ e ‘Volte para o seu lar’ com Arnaldo Antunes na gravação do show ‘Novo mundo’
Pridia / Divulgação 30e
♫ NOTÍCIA
♬ Arnaldo Antunes fez o registro audiovisual do show “Novo mundo” na noite de ontem, sexta-feira, 22 de maio, em apresentação no Espaço Unimed, em São Paulo (SP).
Para a gravação, que irá originar álbum ao vivo, o cantor se reuniu com Ana Frango Elétrico, Marisa Monte e Vandal – três dos quatro convidados do álbum “Novo mundo” (2025), produzido por Pupillo e lançado em março do ano passado com sonoridade nervosa que injetou ânimo na discografia de Arnaldo (o quarto convidado do disco é o cantor norte-americano David Byrne).
Com Ana, o anfitrião refez ao vivo o feat na música “Pra não falar mal” (Arnaldo Antunes, 2025) e cantou “Cabelo” (1989), parceria de Arnaldo com Jorge Ben Jor lançada em disco de Jorge.
Com Marisa Monte, os duetos foram nas músicas “Volte para o seu lar” (Arnaldo Antunes, 1991), “Contato imediato” (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 2006) e “Sou só” (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2025), canção de delicadeza tribalista lançada pelo cantor no álbum “Novo mundo” em feat com Marisa.
Já o rapper Vandal entrou em cena na música-título do show estreado por Arnaldo Antunes em 11 de abril de 2025 no Circo Voador, no Rio de Janeiro (RJ).
O cantor faz a turnê do show “Novo mundo” com a banda formada pelos músicos Betão Aguiar (baixo), Curumin (bateria), Kiko Dinucci (guitarra) e Vitor Araújo (piano e sintetizador).
Com Ana Frango Elétrico, Arnaldo Antunes canta ‘Pra não falar mal’ e ‘Cabelo’, parceria do artista com Jorge Ben Jor
Pridia / Divulgação 30e
O rapper Vandal rima com Arnaldo Antunes na gravação do show ‘Novo mundo’ em São Paulo
Pridia / Divulgação 30e

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Lima canta Di Melo, Luedji Luna, Rachel Reis, Seu Jorge e Tássia Reis em álbum programado para 2027


Paula Lima prepara álbum com produção musical de Fejuca e Marcus Preto para ser lançado pelo selo de Seu Jorge
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Paula Lima prepara álbum previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2027. No disco, formatado com produção musical de Fejuca e Marcus Preto, a cantora dará voz a composições de Di Melo, Luedji Luna, Rachel Reis, Seu Jorge e Tássia Reis, entre outros nomes.
Idealizado por Paula em parceria com Seu Jorge para o selo Black Service, braço fonográfico da produtora de Jorge, o álbum será antecedido por três singles programados para este ano de 2026. O primeiro single será apresentado já na próxima quinta-feira, 28 de maio. Trata-se de “D’ouro brilhante”, música de autoria de Di Melo, lançada pelo autor em álbum de 2018.
Paula Lima aborda “D’ouro brilhante” com arranjo orquestrado por Fejuca com cordas, metais e percussão, além da voz de Di Melo, extraída de áudios enviados pelo compositor para a cantora durante o processo de gravação da faixa. O arranjo vocal foi criado pela própria Paula com Marcelo Gonçalves. “É um single com som fresh e todo o molho brasileiro e latino”, conceitua a artista.
Paula Lima lança o single ‘D’ouro brilhante’ na próxima quinta-feira, 28 de maio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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De cadela abandonada a estrela de Cannes: cachorrinha chilena Yuri ganha Palma Canina


Cadela resgatada Yuri rouba a cena em Cannes com prêmio Palm Dog
REUTERS/Gonzalo Fuentes
A nova estrela canina das ruas de Cannes já tem nome. A Palma Canina (Dog Palm) do festival coroou, nesta sexta-feira (22), Yuri, a protagonista do filme “La perra”, da diretora chilena Dominga Sotomayor. O longa conta com o brasileiro Selton Mello no elenco.
Criado em 2001 à margem do Festival de Cannes, este prêmio informal coroa as melhores atuações caninas nas telonas, tornando-se uma das tradições mais excêntricas e queridas do evento.
Este ano, a cerimônia foi realizada em uma praia do calçadão de Cannes.
“Não poderia imaginar um prêmio mais especial para ‘La perra'”, disse emocionada Sotomayor ao receber o prêmio: uma coleira vermelha de couro.
Apresentado na Quinzena dos Realizadores, o filme acompanha Silvia, uma coletora de algas que vive em uma ilha selvagem do Chile e adota Yuri, uma filhote abandonada que acaba desenterrando traumas profundos.
Em entrevista à AFP, a diretora explicou que a protagonista adota a cadela “quase por impulso”, sem suspeitar de tudo o que isso despertará nela.
Yuri foi interpretada por duas cadelas diferentes – uma filhote e uma adulta – ambas resgatadas e hoje adotadas por famílias no Chile, contou Sotomayor.
O Grande Prêmio do Júri, segundo reconhecimento mais importante, foi para Lola, uma border terrier do filme “I see buildings fall like lightning”, da britânica Clio Barnard.
O júri também celebrou o caráter “muito feminino” desta edição: os dois filmes premiados foram dirigidos por mulheres e protagonizados por cadelas.
Entre os vencedores históricos da Palma Canina está Brandy, de “Era uma vez em… Hollywood”, cujo prêmio foi recebido pelo próprio Quentin Tarantino. Em 2021, Tilda Swinton aceitou o prêmio em nome de seus próprios cães por suas aparições em “The Souvenir”.
A diretora Dominga Sotomayor Castillo posa com Apocalypse, cachorra que recebeu a Palma Canina, em Cannes, por seu trabalho como Yuri no filme “La Perra”
REUTERS/Gonzalo Fuentes

Fonte: G1 Entretenimento

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Natanzinho Lima admite uso de estimulantes antes de show e relata episódio de arritmia: ‘Achei que ia morrer’


Cantor Natanzinho Lima em entrevista ao podcast ‘Podpah’ na noite na última quinta-feira (21).
Divulgação
O cantor Natanzinho Lima, de 23 anos, revelou fazer uso de psicoestimulantes de tarja preta antes de suas apresentações.
A declaração foi dada em entrevista ao podcast Podpah, transmitida ao vivo na noite da última quinta-feira (21).
Na ocasião, o apresentador Thiago Soares, conhecido como Mítico, comentou que já viu vídeos do artista se apresentando em até três lugares diferentes no mesmo dia e, na sequência, indo direto para um bar.
O artista sergipano minimizou o cansaço e admitiu o uso da dosagem mais forte da medicação:

“É normal, é normal. Dos virote… é normal. É que eu tomo a pílula, tá ligado? Tomo a pílula antes do show. O Venvanse. O primeiro que eu tomei foi o de 70mg. Ave maria. Esse negócio é ‘massa’ demais. Dá uma vontade de viver, uma alegria tão grande.”
Remédio é tarja preta e indicado para tratamento de TDAH
O Venvanse (dimesilato de lisdexanfetamina) é um medicamento de tarja preta com forte ação no sistema nervoso central.
Vendido em cápsulas de 30mg, 50mg e 70mg, ele é estritamente indicado para o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH) e do Transtorno da Compulsão Alimentar (TCA) em adultos, exigindo retenção de receita médica para a compra.
LEIA MAIS: ‘Não consigo cantar mais’, diz Natanzinho Lima após interromper show na Bahia por motivo de saúde.
‘Tomei meu primeiro rebite com 12 anos’
Na mesma entrevista, o cantor justificou a familiaridade com estimulantes citando o histórico de sua família.
Ele revelou ter tomado “rebite”, uma anfetamina sintética utilizada ilegalmente por motoristas para inibir o sono, pela primeira vez aos 12 anos de idade.
Ele ressaltou ter consumido a substância cinco vezes ao longo da vida.

“Minha família é caminhoneira. E a pílula dos caminhoneiro é outra, posso falar? É o rebite. Eu tomei a primeira vez eu tinha 12 anos. Na minha vida toda, eu tomei cinco vezes. Lá é normal. Mas depois foi morrendo os caminhoneiro na minha família. Que Deus os tenha”, disse.
Arritmia após festa com Henrique e Juliano
Durante a conversa, Natanzinho Lima relatou um episódio em que combinou o medicamento de 70mg com bebidas alcoólicas e cigarros em uma festa particular na casa da dupla Henrique e Juliano.
“Fumei uns 15 cigarros e eu nem fumo. Cheguei no outro dia e o coração doendo. O Venvanse de 70mg. A boca seca, o pulmão… e uma arritmia do cão [forte]. Eu disse: eu vou morrer hoje!”
De acordo com diretrizes médicas, o uso inadequado de anfetaminas e derivados pode sobrecarregar o sistema cardiovascular, resultando em episódios agudos de taquicardia, oscilações severas na pressão arterial, colapsos cardíacos e, em casos extremos, morte súbita.
22 shows e seis ‘dobradinhas’ em maio
A declaração do cantor joga luz sobre um debate recorrente no mercado da música brasileira: a rotina exaustiva de shows, que muitas vezes exige que artistas cruzem estados para fazer múltiplas apresentações no mesmo dia.
A agenda do próprio Natanzinho Lima ilustra essa maratona.

Em publicação recente nas redes sociais detalhando seus compromissos mensais para este mês de maio, a equipe do artista confirmou 22 apresentações em oito estados.
Seis datas são “dobradinhas” em cidades distantes em um único dia:
01 de maio: Nova Serrana (MG) e Cajamar (SP).
02 de maio: Severínia (SP) e Ribeirão Preto (SP).
14 de maio: Alta Floresta (MT) e Várzea Grande (MT) — municípios separados por cerca de 800 quilômetros de distância.
16 de maio: Lavras (MG) e Dourados (MS) — exigindo um deslocamento interestadual no mesmo dia.
23 de maio: Gravação do DVD em São Paulo (SP) e show em Vargem Grande Paulista (SP).
31 de maio: Rio Casca (MG) e Caratinga (MG).
Agenda de shows do cantor Natanzinho Lima em maio de 2026.
Redes sociais
Procurado pelo g1 para esclarecer se o artista possui diagnóstico médico para o uso da substância ou se conta com acompanhamento profissional para gerenciar a rotina de saúde, a assessoria de imprensa do cantor não enviou um posicionamento oficial até o fechamento desta matéria.
O espaço segue aberto para manifestações.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Rita retoma show ‘Redescobrir 2’ em turnê que vai de julho a dezembro


Maria Rita reestreia o show ‘Redescobrir vol. 2’ em 24 de julho, em Ribeirão Preto (SP), e segue com a turnê pelo Brasil até 19 de dezembro
Reprodução / Facebook Maria Rita
♫ NOTÍCIA
♬ Maria Rita enfim retoma o show em que torna a cantar o repertório da mãe, Elis Regina (1945 – 1982). Dois meses após ter estreado em 13 de março em Porto Alegre (RS) o show “Redescobrir vol. 2”, sequência do espetáculo de 2012 que gerou álbum ao vivo e DVD, a artista enfim anuncia turnê com o show em que canta “Corcovado” (Antonio Carlos Jobim, 1960) – música gravada pela mãe em 1974 no álbum “Elis & Tom” – com o toque do violão do filho, Antonio Baldini, integrante da banda.
O show reestreia em 24 de julho, em Ribeirão Preto (SP), e segue em cena até dezembro, em rota que termina em 19 de dezembro no mesmo Auditório Araújo Vianna de Porto Alegre (RS) – cidade natal de Elis Regina – em que o show veio ao mundo.
No caminho, Maria Rita apresenta “Redescobrir vol. 2” em Campinas (SP) (em 25 de julho no Royal Palm Hall), em São Paulo (SP) (em 15 de agosto no Vibra São Paulo), em Belo Horizonte (MG) (em 18 de setembro no Befly Hall), no Rio de Janeiro (RJ) (em 10 de outubro na casa Vivo Rio).
Novas datas e cidades deverão ser anunciadas em breve, completando o cronograma da turnê “Redescobrir vol. 2”.
♪ Eis as 28 músicas do roteiro seguido em 13 de março de 2026 por Maria Rita na estreia nacional do show “Redescobrir vol. 2” no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre (RS):
1. “Redescobrir” (Gonzaguinha, 1980) – em off
2. “Outro cais” (Marilton Borges e Duca Leal, 1980)
3. “Cais” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)
4. “Agora tá” (Tunai e Sérgio Natureza, 1980)
5. “Como nossos pais” (Belchior, 1976)
6. “Essa mulher” (Joyce Moreno e Ana Terra, 1979)
7. “20 anos blue” (Sueli Costa e Vitor Martins, 1972)
8. “As aparências enganam” (Tunai e Sérgio Natureza, 1979)
9. “Basta de clamares inocência” (Cartola, 1979)
10. “Beguine dodói” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
11. “Corcovado” (Antonio Carlos Jobim, 1960)
12. “Velha roupa colorida” (Belchior, 1976)
13. “Um por todos” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975)
14. “Jardins da infância” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975)
15. “Querelas do Brasil” (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978)
16. “Zambi” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes, 1965)
17. “O bêbado e a equilibrista” (João Bosco e Aldir Blanc, 1979)
18. “Carinhoso” (Pixinguinha e João de Barro, 1937)
19. “Tiro ao Álvaro” (Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles, 1980)
20. “Iracema” (Adoniran Barbosa, 1956)
21. “Aviso aos navegantes” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970)
22. “Lapinha” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1968)
23. “O mestre-sala dos mares” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
24. “Ladeira da Preguiça” (Gilberto Gil, 1973)
25. “Eu hein, Rosa!” (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1979)
26. “Cai dentro” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1979)
27. “Maria Maria” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976)
28. “Lança perfume” (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980)

Fonte: G1 Entretenimento

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Spotify permitirá que usuários criem covers e remixes de músicas com IA


Spotify vai permitir remix com IA
sgcdesignco/Unsplash
O Spotify se associou à Universal Music Group para permitir que os usuários criem remixes e versões de músicas de artistas da gravadora por meio de inteligência artificial, mediante uma tarifa adicional à assinatura padrão.
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A nova função, anunciada nesta quinta-feira (21), se aplicará apenas a artistas que tenham dado seu consentimento, e tanto o intérprete original quanto o compositor receberão parte da receita gerada.
“Pela primeira vez, os fãs poderão criar legalmente versões e remixes a partir dos catálogos dos artistas e compositores participantes, de modo que tanto o artista original quanto o compositor compartilhem o valor criado”, disse Charlie Hellman, chefe de música do Spotify, durante o dia do investidor da companhia.
Até agora, o Spotify havia proibido músicas geradas com inteligência artificial a partir da obra de um artista sem sua autorização expressa, embora permita o envio de músicas criadas com IA de forma geral, incluindo conteúdo associado a músicos criados por inteligência artificial.
O acordo coloca o Spotify em concorrência direta com a Suno e a Udio, os dois aplicativos de música com IA dominantes no mercado.
Hellman afirmou que essa função oferecerá a artistas e compositores “uma fonte de receita completamente nova, além do que já ganham no Spotify”.
O diretor-executivo da Universal Music Group, Lucian Grainge, classificou a iniciativa como “firmemente centrada no artista, baseada em uma IA responsável”, e afirmou que ela “impulsionará o crescimento de todo o ecossistema”.
Shows
Durante o evento, o Spotify também anunciou que dará aos assinantes pagos acesso antecipado para comprar ingressos para os shows de seus artistas favoritos.O novo serviço, chamado “Reserved”, será lançado este ano nos Estados Unidos antes de se expandir para outros mercados.
Os assinantes serão selecionados com base nos dados de escuta, incluindo a frequência com que reproduzem determinado artista em streaming, a variedade de faixas que ouvem de seu catálogo e se salvaram músicas em sua biblioteca.
Eles terão cerca de 24 horas para comprar até dois ingressos por meio de uma plataforma de vendas parceira.
O Spotify afirmou que a iniciativa ajudará a direcionar os ingressos para fãs reais em vez de bots de revenda, que há muito tempo frustram tanto o público quanto os artistas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum que reúne Erasmo Carlos com rappers funciona quando há real diálogo entre os dois universos musicais


Erasmo Carlos (1941 – 2022) na ilustração estampada na capa do álbum ‘Mano’
Reprodução da capa do álbum ‘Mano’
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Mano
Artistas: Erasmo Carlos + Budah, Criolo, Dexter, Emicida, Marcelo D2, Rael, Tasha & Tracie, Tássia Reis e Xamã
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ É a pior possível a primeira impressão de “Mano”, álbum lançado hoje, 22 de maio, com oito faixas que conectam Erasmo Carlos (5 de junho de 1941 – 22 de novembro de 2022) com rappers através das recriações de músicas lançadas pelo cantor e compositor carioca entre 1971 e 1973, período de expansão do repertório desse artista até então associado ao rock hedonista da Jovem Guarda.
Na primeira faixa de “Mano”, “É preciso dar um jeito, meu amigo / A vida irrita a arte”, a música gravada pelo cantor no álbum “Carlos, Erasmo” (1971) e amplificada na trilha sonora do filme “Ainda estou aqui” (2024) praticamente desaparece ao longo dos três minutos da faixa. Entre um ou outro fragmento da gravação de 1971, como o riff de guitarra da introdução, ouve-se um discurso potente feito por Emicida sobre base criada pelo duo Tropkillaz.
Nessa faixa inicial não se concretiza a intenção do empresário Léo Esteves – filho de Erasmo e idealizador do projeto fonográfico – de fazer a obra do pai circular em outras galáxias do universo pop, no caso a partir da conexão com nomes relevantes do hip hop brasileiro, mote de “Mano”.
O diálogo do cancioneiro de Erasmo com o rap foi proposto por Marcus Preto, convocado para organizar o projeto por ter sido o diretor artístico dos últimos álbuns de Erasmo, inclusive do aclamado disco de músicas inéditas “… Amor é isso” (2018).
Felizmente, a má impressão inicial deixada pela faixa com Emicida se dissipa ao longo do álbum. “Mano” cresce na medida em que a interação entre gerações e gêneros é de fato efetivada. Sob esse prisma, louve-se Budah pela azeitada intervenção em “Cachaça mecãnica” (1973), samba-rock no qual Erasmo tragou influência de Chico Buarque em single lançado em 1973.
Na faixa “Cachaça mecãnica / Queimando tudo”, formatada por Tibery com produção assentada entre o soul e o rap, ouve-se parte da gravação de Erasmo, mas a rapper capixaba também canta trecho da letra original do samba-rock antes de amplificar, com o discurso do rap, a narrativa da angústia crescente de João, protagonista da letra. A simbiose é perfeita e faz da faixa o ponto mais alto de “Mano” por que Budah expõe no rap todo o peso da cabeça de João.
Sagaz, o rapper Drexter lança mão do refrão-título de música do cantor Silvio Brito – “Tá todo mundo louco”, um dos maiores sucessos do Brasil em 1974 – ao comentar o discurso de “Mundo cão” (1972) – música lançada por Erasmo no álbum “Sonhos e memórias – 1941 / 1972” – no rap “Quem é herói ou vilão?”, em que Dexter rima sobre base de Coyote Beatz. O diálogo se faz sem anular a presença de Erasmo, como na faixa de Emicida.
Do mesmo álbum de 1972, o álbum “Mano” reativa a balada romântica “Sábado morto” (1972) e a canção “Sorriso dela”, ambas reprocessadas com produção musical de Pupillo.
Em “Sábado morto”, ouve-se nos dois minutos iniciais a voz de Erasmo no registro original, sobre a base de Pupillo, até que entra o rap de Xamã (“Eu enquanto pássaro”) com versos que citam a marqueteira fama de mau do Tremendão) antes de a voz de Erasmo ser ouvida novamente, agora sobre riff de guitarra, em ambiência rocker. A faixa evolui bem, com mais liga do que a intervenção de Rael em “Sorriso dela” com o rap “Não tem pra ninguém” e com ecos da música negra norte-americana da década de 1970.
Ao longo do álbum “Mano”, as minas do rap mandam bem. A dupla Tasha & Tracie rima sobre batidas suaves do produtor Pizol no rap “O tempo é amigo e inimigo” em diálogo inteligente com “Grilos” (1972).
Mais óbvias (mas nem por isso menos eficientes) são a presença de Marcelo D2 e a cadência do reggae na atualização do samba-rock “Maria Joana” (1971) em cuja letra Erasmo aludia à maconha consumida pelo artista na época. Com produção de Nave, D2 prega discurso libertador nos versos de “Pra que as trevas destravem”.
No arremate de “Mano”, o álbum se eleva com a reunião de Erasmo com Criolo e Tássia Reis em “Gente aberta / Imensamente visceral”. Criolo dá voz aos versos de “Gente aberta” (1971) em dueto convencional com Erasmo até a entrada do rap de Tássia Reis. A pulsação do toque de Edy Trombone contribui para a atmosfera de sedução dessa faixa que encerra bem “Mano”, álbum cujo saldo é positivo.
A primeira impressão nem sempre é a que fica…
Capa do álbum ‘Mano’, de Erasmo Carlos com Budah, Criolo, Dexter, Emicida, Marcelo D2, Rael, Tasha & Tracie, Tássia Reis e Xamã
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Fonte: G1 Entretenimento