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Corpo da atriz Marilu Bueno é velado no Rio


Artista de 82 anos participou de várias novelas e programas de sucesso, como ‘Alto Astral’, ‘Guerra dos Sexos’, ‘Escolinha do Professor Raimundo’ e ‘Caça Talentos’. Ela estava internada no Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia no abdômen e teve complicações. Atriz Marilu Bueno morre aos 82 anos no Rio
O corpo da atriz Marilu Bueno é velado desde as 11h desta quinta-feira (23) no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. O sepultamento está marcado para as 16h30 no mesmo local.
A atriz de 82 anos morreu nesta quarta-feira (22) no Hospital Miguel Couto, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela estava internada desde o fim de maio, após passar por uma cirurgia no abdômen.
Por causa de complicações no pós-operatório, precisou ser levada para a UTI, onde acabou morrendo.
Marilu Bueno trabalhou 50 anos na televisão e participou de várias novelas e programas de sucesso.
Relembre papéis marcantes de Marilu Bueno na TV
Marilu Bueno em ‘A desinibida do Grajaú’
Acervo/TV Globo
Entre os trabalhos da atriz na TV Globo estão as novelas “Alto Astral” (2014), “Eta Mundo Bom” (2016), “Guerra dos Sexos” e “Kubanacan”, além dos programas “Escolinha do Professor Raimundo” , “Sítio do Picapau Amarelo”, “A Grande Família” e “Caça Talentos”.
A atriz não casou e nem teve filhos.
Marilu Bueno em ‘Caça Talentos’
Divulgação/TV Globo
Trajetória artística
Christine Fernandes, Marilu Bueno, Angélica, Bettina Viany e Renata Castro Barbosa em ‘Caça Talentos’
Acervo/Globo
A trajetória da carioca Maria Luiza David Bueno de Lima no caminho das artes começou em 1960, com a estreia no cinema. O filme era “O Cupim” e a atriz já se apresentava como Marilu Bueno, o nome que ganharia o Brasil inteiro.
Atriz Marilu Bueno morre, aos 82 anos, no Rio de Janeiro
Em 1972, teve início uma lista de papéis inesquecíveis na televisão. O primeiro foi na novela “O Bofe”.
Marilu Bueno participou da novela ‘O Bofe’, de 1972
Divulgação/TV Globo
Depois, vieram outros que marcaram a teledramaturgia brasileira. Ela foi a governanta Olívia nas duas versões da novela “A Guerra dos Sexos”. Em “Corpo de Alma”, interpretou a mãe de Yasmin, na novela marcada por uma tragédia. A atriz Daniella Perez foi assassinada durante as gravações.
Na sua última interpretação, em “Salve-se quem puder”, de 2020, ela foi Dulce, parte de um triângulo amoroso.
Marilu em ‘Estúpido cupido’
Divulgação/TV Globo
Com um grande talento para o humor, participou de vários programas de comédia. A habilidade de fazer rir também chegou aos palcos. Em uma montagem ao lado de Drica de Moraes encenou “O Crime do Dr. Alvarenga”, um grande sucesso, com texto de Mauro Rasi.
Na vida dedicada à arte de atuar, viveu cercada pelo carinho do público. A cômica Tetê, de “A Gata Comeu” (1985), foi uma das preferidas dos fãs. Ela fazia par romântico com Cláudio Corrêa e Castro.
Marilu Bueno como a Tetê, em ‘A gata comeu’
Acervo/TV Globo
A Sulamita, da novela “Partido Alto” (1984), também deixou saudade. Era uma costureira do subúrbio carioca que chegava exausta em casa. Por causa da novela, a Prefeitura do Rio criou uma linha de ônibus para o bairro Encantado, na Zona Norte.
O último capítulo da novela foi gravado na Avenida Rio Branco, no Centro da cidade, num desfile de carnaval. O grande destaque foi o sorriso de Marilu, uma marca na ficção e na vida real.
Marilu Bueno como Rosa da novela “O Noviço”, da Globo (1975)
Divulgação/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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João Bosco & Gabriel gravam outro álbum ao vivo em Goiânia para consolidar ascensão no mercado sertanejo


♪ Dupla formada em 2018 no Rio Grande do Sul, longe demais das capitais que concentram o mercado de música sertaneja, João Bosco & Gabriel já estão fazendo movimento de aproximação dos centros do agropop após terem feito a conversão da música religiosa para o sertanejo.
Após debutar em disco com o EP Acústico no bar (2019), gravado em Curitiba (PR) e lançado em janeiro de 2019, a dupla migrou para Goiânia (GO), uma das mecas do mercado sertanejo. Na capital de Goiás, João Bosco & Gabriel gravaram o álbum Acústico em Goiânia (2019).
E será em Goiânia (GO) que a dupla, de contrato recém-assinado com a gravadora Som Livre, fará o registro audiovisual de mais um show no segundo semestre, com convidados e com roteiro que irá misturar músicas inéditas e regravações de sucessos.
Idealizado para consolidar a ascensão da dupla no mercado sertanejo, o álbum ao vivo sucederá Diamantes (2020) e Cola aqui (2021 / 2012) na discografia de João Bosco & Gabriel.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A gente marcou a história deles e eles a nossa’, diz mãe de bebê que nasceu durante show do Metallica no Paraná


Joice Figueiró deu à luz em maio deste ano durante apresentação do grupo no Estádio Couto Pereira, em Curitiba. Luan recebeu vários presentes enviados pelos integrantes da banda. Mãe de bebê que nasceu durante show do Metallica fala sobre presentes enviados pela banda
A tatuadora Joice Figueiró, que deu à luz no meio de um show do Metallica em maio deste ano, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, afirmou ao g1 estar encantada com a atenção e o carinho da banda com a família, mesmo após um mês e meio do ocorrido.
“É algo que nenhum dinheiro no mundo pagaria. Eu sei que a gente marcou a história deles e eles estão marcando a nossa e a do Luan”, disse ela.
Desde que Luan nasceu durante a apresentação na capital paranaense, eles receberam uma ligação do vocalista da banda, James Hetfield e na semana passada os integrantes do grupo enviaram vários presentes para o bebê.
“Não tenho palavras para pode expressar o que eu sinto, o carinho deles com a gente, com o Luan, a preocupação, esse cuidado de eles terem pensado em mandar os presentinhos, as roupinhas. A gente sabe que não é somente a banda que está ali envolvida, tem muitas outras pessoas, então a gente fica extremamente grato por esse carinho”, afirmou Joice.
Joice Figueiró, Jaime Figueiró Neto e Luan
Arquivo pessoal/Mary Furtado
Entre os mimos enviados pela banda, estão camisetas, calças e gorros. Além disso, junto com a surpresa, veio um cartão assinado pelos integrantes do grupo.
Joice disse que mesmo que as roupas não sirvam mais, vai guardar os itens para sempre.
“Tudo parece um sonho, está demorando um pouco pra cair essa ficha ainda. Luan tem os padrinhos mais f*das deste mundo”.
Metallica envia presentes para bebê que nasceu durante show da banda no Paraná
Arquivo pessoal/Joice Figueiró
O nascimento
Em abril de 2020, Joice Figueiró e o marido dela, Jaime Figueiró Neto, compraram ingressos para o show da banda Metallica. Mas, a pandemia mudou os planos e a apresentação da banda foi cancelada duas vezes.
Em outubro de 2021, as novas datas foram anunciadas. O que eles não imaginavam é que o pequeno Luan, segundo filho do casal, decidiria nascer justamente no meio do show da banda, em 7 de maio deste ano.
Joice havia completado 39 semanas de gestação, mas antes de ir à apresentação conversou com o marido e também com a médica obstetra que a acompanhou durante a gravidez. Segundo Joice, a médica a autorizou a ir na apresentação e disse que também estaria no local.
As contrações, que começaram na abertura do show da banda, foram ficando mais intensas, segundo a tatuadora. Faltando apenas três músicas para acabar o show, ela pediu para que Jaime chamasse os bombeiros porque o bebê iria nascer.
A caminho do ambulatório montado no estádio, a bolsa estourou. Luan nasceu ao som de um dos maiores clássicos da banda, a música Enter Sandman, que, coincidentemente, era a canção favorita do avô paterno que morreu há alguns anos.
Joice com a equipe médica após o nascimento do filho
Acervo pessoal
Ligação inesperada
Na primeira noite em casa após o nascimento do filho, Joice e Jaime receberam uma ligação do vocalista da banda, James Hetfield. Confira um trecho da ligação no vídeo abaixo.
Após conversar com o ídolo, Joice postou um vídeo nas redes sociais dizendo que se emocionou com a surpresa.
“Adeus a todos vocês porque acabei de falecer. Acabamos de receber uma ligação do James nos parabenizando pelo nascimento do Luan. Não tenho mais palavras”, escreveu.
James Hetfield, do Metallica, liga para parabenizar fã que deu à luz durante show da banda
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Fonte: G1 Entretenimento

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Trumpet se torna o primeiro bloodhound a vencer tradicional concurso internacional de cães


Animal foi eleito como ‘Best in Show’ Westminster Kennel Club, que aconteceu na noite desta quarta-feira (22), em Nova York. Trumpet se torna o primeiro cão da raça bloodhound a vencer o Westminster Kennel Club
TIMOTHY A. CLARY / AFP
Trumpet é o nome do grande vencedor do Westminster Kennel Club, tradicional concurso internacional de cães.
O animal de 4 anos de idade foi o primeiro bloodhound a vencer a competição, que está em sua 146ª edição. O evento aconteceu na noite desta quarta-feira (22), em Nova York.
Neste ano, o Westminster Kennel Club teve a participação de mais de 3,5 mil cachorros de 200 raças.
E o simpático Trumpet bateu outros seis finalistas na final e levou o título de “Best in Show”.
Os adversários do bloodhound eram das raças Bulldog francês, Pastor alemão, Maltês, Setter inglês, Samoieda e Lakeland terrier.
A premiação do Westminster Kennel Club acontece desde 1877 e é uma das mais longevas desta categoria em todo o mundo.
Em 2021, o campeão foi Wasabi, um cãozinho pequinês de 3 anos.
Trumpet se torna o primeiro cão da raça bloodhound a vencer o Westminster Kennel Club
Michael M. Santiago/Getty Images/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Givenchy aposta em capuzes e galochas futuristas para os homens


Matthew Williams, diretor criativo da marca, apresentou a sua coleção masculina de primavera/verão 2023 em Paris. Givenchy
Julien de Rosa/AFP
Galochas futuristas, capuzes e bandanas combinando e torso nu é a proposta da Givenchy para os homens para a próxima temporada.
O designer americano Matthew Williams, diretor criativo da Givenchy, apresentou nesta quarta-feira (22), a sua coleção de primavera/verão 2023 exclusivamente masculina.
Os modelos desfilaram sobre uma superfície molhada, em um pódio branco no pátio da Escola Militar, a dois passos da Torre Eiffel.
Givenchy
Sarah Meyssonnier/Reuters
A solenidade do prédio contrastou com o tom sexy do desfile, marcado pela presença de roupas íntimas que se projetavam na cintura e recortes sensuais nas costas.
Os ternos são quase clássicos, em preto e bege, mas com um corte na calça na altura do joelho, como um jeans rasgado.
Givenchy
Sarah Meyssonnier/Reuters
Williams optou por uma paleta sóbria de branco, cinza e preto. Para a linha esportiva, apostou nas cores rosa e verde fluorescente.
Desde que o americano assumiu a marca em 2020, substituindo a britânica Clare Waight Keller, a Givenchy decidiu se afastar da alta costura, que construiu sua reputação.
Givenchy
Julien de Rosa/AFP
Até agora, Matthew Williams havia optado por desenvolver coleções mistas.
Este desfile, um dos mais esperados da Semana de Moda parisiense, quer dar um impulso à moda masculina, considerada até agora como a irmã mais nova da moda feminina.
Matthew Williams
Sarah Meyssonnier/Reuters
“É bom dar espaço para homens e mulheres, cada um com sua plataforma para contar uma história”, disse Matthew Williams à WWD, considerada a bíblia da moda nos Estados Unidos.
“Há mais espaço para mais looks”, acrescentou.
Segundo o diretor-geral da Givenchy, Renaud de Lesquen, citado pela WWD, a demanda por moda masculina “não parou de aumentar nos últimos dois anos e continua acelerando”.

Fonte: G1 Entretenimento

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A biblioteca que empresta seres humanos em vez de livros


Na Biblioteca Humana, os livros são de carne e osso: basta pegar emprestada uma pessoal com a qual você jamais conversaria e fazer a ela todas as perguntas que quiser Dois leitores, à esq. e à dir., entretidos na leitura de seu livro de carne e osso (meio)
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
“Transgênero”, “ex-gangster”, “poliamoroso”, “satanista”, “Pai adotivo solteiro”. Esses são alguns dos títulos das obras disponíveis na Biblioteca Humana, em que os volumes são pessoas feitas de carne e osso em vez de papel e tinta.
Os tomos são, na verdade, voluntários que enfrentaram preconceitos em suas vidas por características marcantes. Os leitores podem pegá-los emprestados para uma conversa de meia hora, na qual são incentivadas aquelas perguntas mais incômodas.
A peculiar biblioteca tem “depósitos locais de livros” em cerca de 80 países ao redor do mundo, onde são “publicadas” pessoas, como o crossdresser peruano Jonathan, também conhecido como Samantha Braxton.
Quando um dos bibliotecários da filial de Lima a convidou para se juntar ao acervo, há 5 anos, Samantha já era uma personagem conhecida e, como foi criada para inspirar e fazer com que as pessoas se sentissem bem consigo mesmas, a proposta caiu como uma luva pra ela.
“Quando sou publicada, sinto que posso testemunhar como meus leitores apagam a imagem que tinham de mim em suas mentes”, diz ela no site da biblioteca, onde aparece como “livro do mês” de fevereiro de 2022, com o título “Transformista”.
Entre seus leitores, diz ela, há muitos gays e lésbicas que não revelaram sua orientação sexual a amigos e familiares, e estão em busca de conselhos e insights sobre sua experiência.
E essa é apenas uma das razões para ler esses livros abertos.
“Não temos tempo para parar e aprender o que não sabemos, então colocamos as pessoas em caixinhas”, diz o fundador da Biblioteca Humana, Ronni Abergel.
“Em nossa biblioteca, recomendamos sentar e conhecer pessoas com quem você normalmente não conversaria porque há algo nelas que talvez te provoque um incômodo peculiar. Assim, você não aprende muito sobre elas, mas aprende ainda mais sobre você mesmo”, afirma Abergel.
Samantha Braxton (centro) como um livro aberto da Biblioteca Humana
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
Esse é o propósito da Biblioteca Humana: desafiar, através de um papo cara a cara, os pressupostos e estereótipos que todos temos sobre outras pessoas.
Livros e Música
A ideia foi testada pela primeira vez em um festival de música na Dinamarca. Abergel, seu irmão e alguns amigos reuniram um grupo de voluntários para atuar como livros abertos que as pessoas poderiam pegar emprestado no evento.
“Desde o primeiro dia, foi incrível. Esgotou, as pessoas realmente aproveitaram a chance. Tínhamos mais de 50 volumes diferentes na prateleira.”
Um momento em particular o surpreendeu: um policial que se ofereceu como um livro contou-lhe que estava conversando com alguns leitores quando um amigo deles apareceu bêbado e começou a se comportar de forma agressiva.
Antes que o policial tivesse tempo de reagir ao abuso, os três leitores se levantaram e disseram ao amigo para se calar e sentar, pois ele não conhecia o policial como eles.
Ronni Abergel, fundador da Biblioteca Humana, com uma camiseta em que se lê “‘Desjulgue alguém”
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
No jardim
Abergel dirigiu a Biblioteca Humana como um hobby por muitos anos, testando e desenvolvendo o modelo na Noruega, em Portugal e na Hungria.
Em 2013, ele patenteou a ideia e a assumiu como um trabalho em tempo integral.
A partir daí, junto de sua equipe, começou a construir acervos de livros em diferentes países, usando as redes sociais e locais para encontrar voluntários que estivessem dispostos a contar sobre suas próprias vidas.
No ano passado, criaram um jardim de leitura na capital dinamarquesa Copenhagen, onde bibliotecários ajudam leitores a encontrar os livros e há placas com os títulos disponíveis. O acervo varia a depender dos voluntários presentes, e vão de “Muçulmano” e “Aposentado precoce” a “Dei meu filho para adoção” e “Alcoólatra sóbrio”.
Uma vez feita a seleção, o livro e seus leitores se sentam juntos.
O jardim em Copenhagen promove leituras duas vezes ao mês
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
“Sou uma pessoa muito curiosa, então faço muitas perguntas”, disse Tina, uma das leitoras, à BBC.
“Em dois meses, li três livros. Foi uma experiência agradável e para a próxima semana, estou muito animada. Acho que todo mundo deveria experimentar isso porque você pode aprender muito”, sugeriu, enquanto, em um canto do jardim, começava a ‘ler’ “Esquizofrenia”.
“Meu nome é Christian. Tenho 29 anos. Sou professor e um grande nerd, e também tenho esquizofrenia.”
“A esquizofrenia é uma doença em que se tem uma psicose em curso por algum motivo não claramente definido. O clássico é ouvir vozes, ver coisas e assim por diante. Mas tenho lidado principalmente com o que chamamos de delírios como ‘Os Illuminati estão tentando me pegar e estão controlando o mundo das sombras'”, começa o ‘livro’.
“Por que você decidiu ser um livro da Biblioteca Humana?”, perguntamos a Christian.
“Sempre terei noites em que fico acordado na cama, apavorado. Mas se fazer isso ajuda uma pessoa, deixa de ser uma aflição e se torna uma ferramenta que pode ser usada para algo útil. Isso desestigmatiza algumas questões que eu acho que precisam ser desestigmatizadas.”
E as mentes obtusas?
Placas de conteúdos disponíveis. Os títulos variam.
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
A Biblioteca Humana realiza sessões públicas regulares em todo o mundo, onde qualquer pessoa pode visitar.
No entanto, parece atrair pessoas naturalmente curiosas e de mente aberta.
“Estamos potencialmente pregando um pouco para convertidos”, admite Abergel. “Não esperamos que haters ou pessoas assustadas apareçam por conta própria.”
“Mas alguns deles alcançamos por meio do trabalho”, acrescenta, referindo-se ao fato de que, para financiar sessões públicas, organizam eventos para empresas privadas, desde multinacionais como o Google até empresas locais.
Na cervejaria holandesa Heineken, Katie, da Biblioteca Humana, abriu a sessão dizendo:
Sessão de ‘leitura’
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
“Quando estamos no local de trabalho ou nas redes sociais, muitas vezes temos que pisar em ovos em relação à diversidade e à diferença. Muitos não querem cometer erros, o que é compreensível. O importante aqui é lembrar que você pode perguntar qualquer coisa a esses livros. Eles nunca farão você se sentir mal com a pergunta que fizer.”
“Quando, por exemplo, a Heineken faz seu treinamento de desenvolvimento de liderança, espera-se que todos participem, gostem da ideia ou não”, enfatiza Abergel.
Funciona?
O feedback que recebem das pessoas que frequentam as sessões públicas e privadas é muito positivo, mas há evidências de que a Biblioteca Humana funciona?
“Temos um estudo de impacto recente, baseado em sessões online realizadas no ano passado para o grupo de seguros Zurich. Uma consultoria externa fez uma avaliação. É uma amostra pequena, mas muito promissora. Mostrou que tem um impacto profundo”, diz Abergel.
Ele, no entanto, reconhece que não tem estudos de campo de longo prazo. “Nunca tivemos recursos para investir nesse tipo de monitoramento, mas um dia teremos”, afirma.
O fundador argumenta que, nos 21 anos de trajetória, a Biblioteca apenas cresceu. “Quando Google ou Starbucks nos procuram para trabalhar é porque sabem que tipo de valor agregamos.”
E os ‘livros’, recebem algum pagamento ou são sempre voluntários?
“A credibilidade do livro está em jogo. Se você paga por seus livros, é por isso que eles dizem o que dizem? Damos a eles todos os recursos que podemos sem profissionalizá-los. Ser um livro aberto não deve se tornar toda a sua identidade. Isso não é saudável para ninguém”, declara o fundador da biblioteca.
“Não julgue um livro pela capa”, é um dos lemas da Biblioteca Humana
MENNESKEBIBLIOTEKETS via BBC
Sanidade
A Biblioteca Humana está construindo repositórios de livros em países onde existem fortes laços corporativos, como Dinamarca, Reino Unido e Estados Unidos. Eles planejam colocar seus recursos extras em países onde acham que podem crescer.
“Estamos implantando muitos projetos interessantes que vão se multiplicar e escalar. Mais acesso às pessoas e mais instituições que integram organizações, universidades e autoridades locais e públicas”, diz Abergel.
Também há planos para lançar um aplicativo onde as pessoas podem se registrar como leitor e encomendar um livro de um catálogo online.
“Você pode estar em casa e pedir emprestado a alguém na Nova Zelândia ou na Coreia do Sul”, explica Abergel.
Apesar de toda a sua inovação, Abergel é realista e sabe que é improvável que um livro mude alguém com visões extremas, mas pode ajudar a maioria das pessoas a manter a mente aberta.
“Se todas essas forças polarizadoras estão me puxando, quem vai me manter são, equilibrado e não extremo?”, ele questiona.
“A melhor coisa é ser aberto e honesto e falar sobre nossas diferenças, trazê-las à tona e encontrar maneiras de seguir em frente. Caso contrário, vamos apenas viver desprezando um ao outro, enojando um ao outro, evitando um ao outro. O que isso agrega à qualidade de vida?”, conclui o fundador da Biblioteca Humana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bill Cosby vai recorrer da decisão que o obriga a indenizar mulher que o acusa de estupro


Jurados de processo civil condenaram o ator a pagar US$ 500 mil à vítima por danos depois de três dias de deliberações. Bill Cosby (centro) chega para julgamento por agressão sexual no tribunal do condado de Montgomery, na Pensilvânia (EUA)
AP Photo/Corey Perrine
Bill Cosby vai apelar na Justiça contra o veredito civil que o condenou a pagar US$ 500 mil (cerca de R$ 2,5 milhões) a uma mulher que ele supostamente estuprou há quase cinco décadas, disse nesta quarta-feira (22) um porta-voz.
Júri considera Bill Cosby culpado por abuso sexual de menor de idade nos anos 1970
O ator, que já foi considerado o “Paizão da América”, foi acusado de comportamento predatório por dezenas de mulheres em denúncias que datam de décadas atrás.
Mas depois que uma condenação criminal contra ele foi anulada por um detalhe técnico, a decisão civil de terça-feira (21) na Califórnia constitui no momento sua única demonstração legal de culpa.
Apesar da decisão, um porta-voz do artista afirmou que o caso foi uma “vitória impressionante” para Cosby e que ele vai recorrer.
“Ontem, o ator e comediante Bill Cosby obteve uma impressionante vitória do júri em um julgamento civil apresentado por Judy Huth”, disse o porta-voz Andrew Wyatt, em um comunicado publicado pela Variety.
“Os jurados decidiram conceder a Judy Huth US$ 500 mil, mas votaram por 9 a 3 para não conceder danos punitivos à Sra. Huth”, acrescentou.
Semana Pop mostra 10 fatos revelados em briga judicial de Johnny Depp e Amber Heard
Durante duas semanas de audiências no julgamento civil, às quais Cosby não compareceu, o júri ouviu como o comediante conheceu Huth, então com 16 anos, em um set de filmagens nos anos 1970, como deu a ela e a uma amiga de 17 anos grandes quantidades de álcool e as levou para a Mansão Playboy, onde, segundo a autora, ele a estuprou.
“Dentro de algumas semanas, a advogada [de Cosby], Jennifer Bonjean, (…) vai apelar do veredito de US$ 500 mil, o que significa que a Sra. Huth nunca receberá nenhum pagamento do Sr. Cosby”, disse Wyatt.
Gloria Allred, advogada de Huth, agora com 64 anos, afirmou que a indenização “mostra” que o júri “acreditou” em sua cliente.
Cosby, agora com 84 anos, foi uma figura distinta na cultura popular americana do século XX, alcançando sucesso como o obstetra e pai afável Cliff Huxtable em “The Cosby Show”, que foi ao ar de 1984 a 1992.
Mas quase 60 mulheres, muitas delas aspirantes a atrizes e modelos, chamaram Cosby publicamente de um predador calculista em série que por quatro décadas perseguiu e dopou suas vítimas com sedativos e álcool para estuprá-las.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #57: conheça Maria Rita, a cachorra de Marcela Ceribelli que rouba a cena


Neste episódio do podcast ‘Bichos Na Escuta’, Giuliana Girardi conversa com Marcela Ceribeli, que é tutora da Maria Rita e dos seus irmãos famosos: Tom Jobim e Gilberto Gil. Eles são conhecidos por sua inteligência, mas também pela bagunça que deixam por onde passam. Os cães da raça Border Collie adoram pastorear, seja uma ovelha ou um pote de comida, e Maria Rita não seria diferente. Neste episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi conversa com a publicitária Marcela Ceribelli, que conta como aprendeu a cuidar da sua Border Collie, Maria Rita. Consultora do podcast, a veterinária Rita Ericson também participa da conversa.
“O que eu entendi sobre a raça é que eles precisam se sentir úteis. Eles precisam pegar um job. Todo mundo fala ‘Border Collie é viciado em bolinha’. Não é pela diversão, é pela função.”
Além de Maria Rita, Marcela também cuida de Tom Jobim e Gilberto Gil, um Cavalier Spaniel e um Leão da Rodésia, respectivamente.
No podcast, ela conta histórias protagonizadas pelo trio e relata como modificou sua vida com a chegada dos pets: “Na verdade, eu adaptei a minha vida a eles. Não foram eles que se adaptaram a mim”.
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
Conheça Ruby Fofa, a cadela que faz entregas com seu tutor
A história de Farofa, o cachorro que pega o ‘busão’ para a escola
A cachorra que viaja o mundo em uma kombi
O gatil que ajuda detentos na ressocialização
Conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense
Ouça história de empresário do mercado pet que já morou nas ruas de São Paulo
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jack Johnson propõe reflexão sobre a correria da vida no álbum ‘Meet The Moonlight’


Ao g1, cantor havaiano diz que ‘ter gratidão pela vida’ é a mensagem que ensina diariamente para os filhos. ‘Quero qualquer criança no mundo tenha esperança’. Quantas vezes você parou e olhou para o céu na última semana? Ou no último mês? Jack Johnson propõe ações simples como essa em “Meet the Moonlight”, álbum que lança nesta sexta (24).
O cantor havaiano de hits como “Better Together” e “Upside Down” está de volta e bem reflexivo no quinto álbum de estúdio, o primeiro em cinco anos. Um pouco por conta da pandemia, mas também por conta da maturidade.
“Sempre tento escrever da perspectiva que é verdadeira para mim e isso tem mudado de acordo com o tempo. O meu primeiro disco é muito sobre viver em uma casa com seis pessoas, logo após a faculdade”, explica ao g1.
“Os álbuns seguintes são sobre trazer uma nova vida ao mundo, ter filhos, formar uma família. Não quero dizer que estou velho, mas tenho filhos que estão tocando música comigo na sala de casa, sabe?”, completa.
“Calm Down” e “Open Mind” são exemplos claros de como Johnson quer viver o hoje e construir um futuro melhor com o seu folk suave de sempre.
Com todo esse espírito paz e amor, Johnson não está preocupado se vai emplacar outro hit nas paradas. Aliás, essa nunca foi uma meta.
Desde o começo da carreira, o objetivo é mais simples: “Apenas espero que seja o álbum favorito de uma ou duas pessoas, isso já é legal demais”.
Jack Johnson vive no Havaí e diz que ensina filhos a terem ‘gratidão’ pela vida
Divulgação
Mas se tem um assunto que Johnson não é desapegado é na vida em comunidade. Ele e a esposa Kim Johnson são ativistas e fundadores da Kōkua Hawai’i Foundation, ONG dedicada a apoiar a educação ambiental.
Boa parte da vida do músico é dedicada à instituição, à criação dos três filhos e, claro, ao surf, esporte que pratica todos os dias.
Na entrevista abaixo, Johnson fala sobre os caminhos do novo álbum, a convivência com os filhos e a contribuição da mulher na escolha das músicas que vai gravar.
g1 – Qual foi o ponto de partida para o álbum?
Jack Johnson – Essa é uma boa pergunta. Acho que algumas dessas músicas já existem há anos. O jeito que funciona para mim é… Eu escrevo as pequenas ideias que vão surgindo, às vezes um verso, às vezes um refrão. O teste é se eu consigo lembrar e continuar tocando. Se isso não acontece, essas ideias simplesmente desaparecem.
Minha esposa é meio que a minha editora. Se ela me ouvir tocar as coisas uma certa quantidade de vezes, ela fica falando “E essa ideia aqui? Acho que você provavelmente deveria gravar”.
Nos conhecemos quando tínhamos 18 anos e ela tinha uma coleção de CDs mais legal do que eu. Confio no ouvido dela mais do que no meu. Eu tinha um monte de música que amava, mas quando ela compartilhou seus CDs comigo eu fiquei impressionado que havia toda essa música lá fora e eu nunca tinha ouvido falar.
Ela sempre teve esse papel de editora. Sempre confiei no ouvido dela. Então, acho que minha longa resposta à sua pergunta é que sempre que ela me disser que tenho músicas suficientes, eu vou entrar no estúdio novamente. O processo para esse álbum provavelmente começou há dois anos.
Jack Johnson toca em São Paulo em 2011
Raul Zito/G1
g1 – O álbum propõe muitas reflexões sobre a vida, sobre o lugar e o jeito como vivemos. Essa escolha foi algo relacionado à pandemia ou você já tinha essa ideia?
Jack Johnson – Seria ingênuo da minha parte dizer que não tem nenhuma relação. Todos nós passamos por esse momento estranho dos últimos anos e onde quer que você estivesse no mundo, era diferente do que nos anos anteriores.
Ter visto amizades às vezes se fragmentando ou pessoas se unindo e fazendo coisas bonitas para a comunidade, para o bem comum, como garantir que todos tivessem comida suficiente. Vivemos no Havaí e foi uma época estranha porque muitos de nossos alimentos chegam até nós. Quando a pandemia começou, havia muito medo que não tivéssemos alimentos suficientes. Mas conseguimos com muito apoio aos agricultores nessa área e muitas pessoas garantindo que todos tivessem acesso aos alimentos. Foi lindo ver a comunidade reunida aqui.
Outro ponto é a forma como as pessoas estão se comunicando nesta era moderna, com redes sociais principalmente. A natureza humana não mudou muito, mas a tecnologia mudou bastante. Foi interessante ver essa dicotomia e algumas das músicas refletem sobre isso também.
g1 – Qual é a maior diferença do novo álbum em relação aos anteriores? O que ele trás de novo para sua carreira?
Jack Johnson – O álbum reflete também onde estou no mundo. Sempre tento escrever da perspectiva que é verdadeira para mim e isso tem mudado de acordo com o tempo. Se você olhar para o meu primeiro disco, é muito sobre viver em uma casa com seis outras pessoas, logo após a faculdade.
Os álbuns seguintes são sobre trazer uma nova vida ao mundo, ter filhos, formar uma família. Não estou tentando dizer que estou velho, mas tenho filhos que agora estão tocando música comigo na sala de casa. É muito divertido. Eu tenho muitas músicas inspiradas nessas “jams familiares”. Eles são todos músicos muito melhores do que eu neste momento, é muito divertido.
Jack Johnson em foto para divulgar a segunda turnê no Brasil, em 2011
Divulgação
g1 – O que eles tocam? Violão?
Jack Johnson – Na verdade, eles tocam vários instrumentos. Eu cresci em uma casa que sempre tinha música tocando, mas não tinha muitos instrumentos ao redor. Ganhei uma guitarra aos 14 anos e amei. Depois disso, eu comprei um set de bateria, quando fiz 20 anos eu acho…
A gente vive em uma casa que não tem TV na sala de estar, apenas instrumentos espalhados por todos os lugares. Sempre tive essa regra até quando eles eram bebês. Eles podem tocar tudo, nunca fui muito noiado com os instrumentos.
Eles também gostam de várias outras coisas, claro, mas é um grande hobbie da nossa família. A gente vive no Havaí, então surfar ainda segue como a diversão favorita, mas música vem em segundo.
g1 – Conta um pouco mais sobre essa convivência em família e sobre esse outro jeito de ver o mundo.
Jack Johnson – Nós conversamos muito antes do jantar. Conversamos sobre o quanto somos gratos por aquele dia ou apenas pela vida em geral. Acho que a gratidão é o principal. A gente não sabe o que o amanhã vai nos trazer.
Quero que meus filhos ou qualquer criança no mundo tenham esperança. Você tem que ter esperança de continuar trabalhando para tentar tornar o mundo melhor e melhorar sua comunidade.
Não importa o que aconteça, seja grato pelo nosso lindo mundo em que vivemos, com o objetivo de fazer o seu melhor para tentar manter a beleza e fazer as coisas.
g1 – Você canta “It’s good not to miss too many chances to follow love” na música “Meet The Moonlight”. Com a correria da vida, você acha que a gente perde momentos importantes?
Jack Johnson – Sim, e eu também me incluo nisso. As pessoas pensam muito no futuro, com as ambições e objetivos realmente grandes, mas às vezes eu digo aos filhos, quando estou levando-os para escola, “Não sonhe muito alto, apenas tente estar aqui”. Se você está olhando muito longe, você perde as pequenas deixas para se apaixonar pelo que está acontecendo agora.
Não é apenas sobre se apaixonar, mas por tudo na vida. É tão fácil atravessar uma porta e apenas observar o céu, a lua. É uma decisão muito rápida e fácil simplesmente passar por aquela porta. Não é como algo que você tem que fazer um plano, sabe?
Eu só penso qual é o motivo de não fazer isso todas as noites. Apenas passe algum tempo fora de casa observando. Tudo bem que eu estou no Havaí e aqui é lindo… Mas a mesma coisa se estou em turnê às vezes decido sair pela varanda do hotel ou algo assim para ver as nuvens no céu, ouvir os barulhos da cidade.
Às vezes, ficamos trancados nos apartamentos, nas casas e, como todos os dispositivos de tecnologia agora, é muito fácil esquecer de caminhar na natureza à noite.
g1 – “All the Light About It Too”, seu último álbum, é de 2017. Por que tanto tempo sem lançar algo inédito? Muito ocupado sendo ativista ou foi um tempo natural para você?
Jack Johnson – Um pouco dos dois. Nós compramos uma propriedade grande para fazer uma “learning farm” com a nossa equipe da Kuku Hawaii Foundation. As crianças podem ir lá e fazer viagens de campo para estar na natureza, aprender sobre o cultivo de alimentos. Temos dedicado muito tempo por lá.
De certa forma, levou muito tempo para mim, mas foi bom porque se eu passo muito tempo trancado no estúdio tentando escrever as músicas não sai nada bom.
Quando você tem uma boa música realmente significa que a sua vida está funcionando, você está vivendo e tem algo para compartilhar. Então, talvez tenha demorado um pouco para mais, mas isso fez com que as músicas tivessem mais vida.
g1 – Você chegou no topo das paradas, mais de uma vez no passado. Olhando para o mercado da música hoje, você acha que consegue chegar tão alto como antes?
Jack Johnson – Quem sabe isso, né? É sempre divertido quando uma música ou um álbum está indo bem. Tenho muita sorte porque as pessoas que dirigem a minha gravadora são meus melhores amigos.
Elas compartilham comigo quando as coisas estão indo bem e esse tipo de coisa é sempre meio empolgante, mas no final das contas eu me sinto muito sortudo por poder fazer música.
Lembro de quando fizemos o primeiro disco e estávamos ouvindo as mixagens finais e não tinha saído ainda. Lembro de dizer à minha esposa “só espero que seja o disco favorito de alguém”.
Então, em cada álbum que fiz, tentei manter isso em mente. Apenas espero que seja o álbum favorito de uma ou duas pessoas, isso já é legal demais.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 5 anos, garotinha entra para o Guinness como a mais jovem do mundo a publicar um livro


Bella J. Dark escreveu e ilustrou o livro ‘The Los Cat’, que conta a história do gatinho Snowy. Bella J. Dark, de 5 anos, se tornou a pessoa mais jovem do mundo a publicar um livro
Divulgação/Guinness World Record
“Vou escrever um livro”. A frase da pequena Bella J. Dark, de 5 anos, foi levada pelos pais como “mais uma daquelas coisas que crianças dizem”.
Mas a pequena acabou parando no Guinness World Record depois de publicar e vender mais de mil cópias de sua obra.
A garotinha de Weymouth, na Inglaterra, recebeu um email do Guinness oficializando o título de pessoa mais jovem do mundo a publicar um livro, no dia 15 de junho.
“Estamos emocionados em informar que sua candidatura para pessoa mais jovem a publicar um livro (feminino) foi bem sucedida e Bella agora é detentora do título no Guinness World Records.”
Satisfeita com o feito, Bella agradeceu a seus leitores: “Só queria dizer obrigada a cada uma das pessoas que comprou meu livro”.
Bella não só escreveu como também ilustrou o livro “The Los Cat”, que conta a história do gatinho Snowy. O felino sai para uma aventura noturna sozinho e logo aprende uma importante lição.
Segundo a página do Guinness, a pequena conta que escreveu a história para “ensinar as crianças a não saírem sozinhas durante a noite”.
Ela também contou que começou o livro pelas ilustrações e que a história surgiu a partir dos desenhos, depois que seu pai disse que ela poderia fazer um livro.
Bella levou cerca de cinco dias escrevendo a história e o livro, atualmente, está disponível em formatos físico e digital. O lançamento aconteceu em 31 de janeiro.
Chelsie Syme, mãe de Bella contou que a filha sempre teve muita imaginação e que escreve pequenas histórias desde os 3 anos de idade.

Fonte: G1 Entretenimento