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Molde do pênis de Jimi Hendrix entra em coleção de museu na Islândia


‘Esta é definitivamente uma das nossas peças mais valiosas’, afirma o curador do museu. Espaço abriga uma coleção de cerca de 400 peças. Molde do pênis ereto do lendário músico Jimi Hendrix entra para coleção da Faloteca da Islândia
Jeremie RICHARD / AFP
A Faloteca da Islândia incorporou à sua coleção um molde do pênis ereto do lendário músico Jimi Hendrix, como um incentivo para aumentar as visitas após a paralisação da pandemia.
Este museu abriga uma coleção de cerca de 400 peças, desde órgãos sexuais de baleias em tubos de acrílico até pênis de guaxinins em formol.
Em seus arquivos há inclusive a compilação de todas as formas da genitália da seleção islandesa de handebol que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Agora, os visitantes podem admirar a última peça adicionada à coleção, uma obra da artista americana Cynthia Albritton, que dedicou seu trabalho a engessar os pênis de estrelas do rock.
Um certificado de autenticidade descreve que o objeto é uma réplica de um original de 1968 feito em látex dois anos antes da morte do artista, autor de canções como “Foxy Lady” e “Hey Joe”, que morreu de overdose aos 27 anos.
“Esta é definitivamente uma das nossas peças mais valiosas”, disse Thordur Olafur Thordarson, curador do museu.
A história por trás da aquisição é um acaso. Um casal americano que visitou o museu era vizinho da artista e contou a ela sobre a Faloteca.
“Eles acharam que seria uma grande oportunidade para ela deixar um legado permanente”, explicou Thordarson.
Molde do pênis ereto do lendário músico Jimi Hendrix entra para coleção da Faloteca da Islândia
Jeremie RICHARD / AFP
Capa do disco ‘Both Sides of the Sky’, de Jimi Hendrix
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Barbie’ ganha 1ª imagem de Ryan Gosling como Ken


Filme baseado na boneca tem estreia prevista para julho de 2023. A atriz Margot Robbie é a protagonista do longa. Ryan Gosling
Reprodução/Instagram
A Warner Bros. divulgou nesta quarta-feira (15) a primeira imagem do ator Ryan Gosling (“La La Land”) como o personagem Ken para o filme “Barbie”, inspirado no universo da boneca. O longa está previsto para estrear em 21 de julho de 2023.
Na imagem, Gosling aparece de cabelos platinados, bronzeado e em boa forma, vestido colete e calça jeans. O estúdio já tinha divulgado a imagem de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como Barbie.
Margot Robbie em primeira imagem como a protagonista de ‘Barbie’
Divulgação
O filme dirigido por Greta Gerwig (“Adoráveis mulheres”) tem no elenco ainda Kate McKinnon (“Saturday Night Live”), Simu Liu (“Shang-chi e a lenda dos dez anéis”) e Will Ferrell (“Tudo por um furo”).

Fonte: G1 Entretenimento

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Érico Brás expõe ‘Capitólio de beleza’ ao lançar o primeiro álbum


♪ Ator e apresentador baiano que alcançou projeção nacional ao atuar no filme Ó paí, ó (2007), Érico Brás também é cantor. Primeiro álbum do artista, Sincérico brásileiro aporta às 21h de quinta-feira, 16 de junho, nos aplicativos de música na sequência de dois singles triplos editados pelo artista em março e abril com prévias do repertório do disco.
Com título que subverte as regras gramaticais para embutir o nome de Érico Brás, o álbum Sincérico brásileiro chega ao mercado fonográfico com foco na faixa Capitólio de beleza, música gravada na cadência do reggae.
Outras músicas – como A dama e o vagabundo, Amar a boa, Colombina e Pierrot, Diga aí, Encandeia e São Jorge – compõem o repertório do disco juntamente com Capitólio de beleza.
Além do reggae, o álbum Sincérico brásileiro transita por samba, MPB e gêneros musicais nordestinos.
Capa do álbum ‘Sincérico brásileiro’, de Érico Brás
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Round 6’ terá versão reality show e procura candidatos


Diferentemente da série de ficção, o programa não terá mortes, é claro. Ator Lee Jung-jae é o protagonista de “Round 6”
Divulgação
A Netflix está à procura de candidatos para uma versão de reality show da série sul-coreana de sucesso global “Round 6”. Diferentemente da série de ficção, o programa não terá mortes, é claro.
“Após o maior casting da história dos reality shows, 456 verdadeiros competidores participarão do jogo, em busca de um prêmio de US$ 4,56 milhões que pode mudar suas vidas”, anuncia a plataforma em um site criado especialmente para recrutar os candidatos de “Squid Game: The Challenge”.
Os organizadores informam que procuram “participantes anglófonos de qualquer lugar do mundo”.
LEIA MAIS: ‘Round 6’ e o k-drama: Coreia do Sul apostou na cultura e virou potência no cinema e na TV
Diretor e acadêmicos explicam como série virou fenômeno
Seis coisas que a série da Netflix nos ensinou
Entre as condições exigidas, a pessoa deve ter no mínimo 21 anos, “estar disposta a participar do programa por no máximo 4 semanas, atualmente previsto para o início de 2023” e “estar disposto a viajar para todos os lugares que forem necessários”.
“Os verdadeiros jogadores ficarão imersos no emblemático universo de ‘Squid Game’, sem saber o que os espera”, indica a nota de recrutamento, que promete “uma série de provas que te deixarão sem fôlego”. O anúncio foi feito pela Netflix na noite de terça-feira nas redes sociais.
Como era a série ‘Round 6’?
Assista ao trailer de ‘Round 6’
A série “Round 6” causou sensação no ano passado, mas também polêmica devido à violência reinante e ao clima de paranoia que se instalava entre os protagonistas da falsa competição.
Centenas de pessoas pertencentes às faixas mais humildes da sociedade sul-coreana são convidadas a participar de um misterioso jogo cujas regras mudam à medida que avançam nas provas, exceto a mais importante: salve-se quem puder.
Os perdedores são impiedosamente eliminados por máquinas ou vigilantes mascarados. O prêmio do jogo aumenta à medida que os jogadores caem, até totalizar uma soma astronômica.
A Netflix garante que na sua versão real do jogo “o pior que pode acontecer é voltar para casa de mãos vazias”. “Ganhando ou perdendo, todos os jogadores sairão ilesos. Mas se ganhar, ganhará muito!”, acrescenta a chamada da plataforma.
“Round 6” em sua versão fictícia se prepara para filmar sua segunda temporada, que não deve ser lançada antes de 2024.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vestido de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian: Seis mil cristais, recorde de venda em leilões e mais detalhes


Saiba mais sobre a história do vestido icônico. Peça não foi a única já usada por Marilyn que Kim escolheu para participar do Met Gala 2022. Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado
7 quilos a menos em três semanas
6 mil cristais
US$ 4,8 milhões
Esses são alguns dos números que contam um pouco da história do vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian no Met Gala 2022.
Esta semana, a peça voltou ao destaque após aparecer danificado em algumas imagens. Segundo publicação no Instagram de um colecionador, depois de Kim usá-lo na festa, o vestido está com o tecido esgarçado e alguns cristais faltando.
Relembre um pouco da história do vestido do “Happy Birthday”:
Marilyn Monroe usou o modelo de Jean Louis em 1962 para cantar “Happy Birthday” para o presidente John F. Kennedy
Em 17 de novembro de 2016, Ripley’s Believe It or Not! arrematou a peça no leilão da Julien’s Auctions por US$ 4,8 milhões (cerca de R$ 24,5 milhões). O longo entrou para a história como o vestido mais caro a ser vendido em um leilão
Em 2 de maio, Kim Kardashian apareceu vestindo a peça no tapete vermelho do Met Gala 2022
Em junho, o perfil do Instagram The Marilyn Monroe Collection, página oficial do historiador e colecionador Scott Fortner, divulgou imagens atuais da peça e afirmou que o vestido está com o tecido esgarçado próximo ao zíper, além de ter alguns cristais faltando.
Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian no Met Gala 2022 aparece danificado
Dimitrios Kambouris/Getty Images via AFP; Reprodução/Instagram/The Marilyn Monroe Collection
História do vestido
O icônico vestido do “Happy Birthday” para John F. Kennedy foi usado por Marilyn Monroe há 60 anos, durante a festa do 45º aniversário do então presidente, realizada no Madison Square Garden.
O vestido desenhado por Jean Louis custou originalmente US$ 12 mil (cerca de US$ 61 mil). A peça foi adornada manualmente com mais de 6 mil cristais e nunca havia sido usada por mais ninguém após Marilyn aparecer deslumbrante no palco do evento histórico.
Em 17 de novembro de 2016, o museu Ripley’s Believe It or Not! arrematou o vestido após um lance de US$ 4,8 milhões em um leilão organizado pela Julien’s Auctions.
Com as taxas de leilão, o vestido custou mais de US$ 5 milhões, se tornando o vestido mais caro já vendido em leilões. A marca colocou o Ripley’s Believe It or Not! no Guinness World Records.
Foi o próprio museu que disponibilizou a peça para Kim.
Exposição por tempo limitado
Após Kim vestir o longo, o museu, que é conhecido por expor peças representativas da cultura pop, anunciou que o vestido ficará exposto por tempo limitado na unidade de Hollywood. E contou que, atualmente, o vestido está avaliado em US$ 10 milhões (cerca de R$ 51 milhões).
“Por um período limitado, o vestido do ‘Happy Birthday’ de Marilyn Monroe – e agora também o look de Kim Kardashian no Met Gala 2022 – ficará em exposição no Ripley’s Believe It or Not! de Hollywood. Kim Kardashian visitou a atração em Hollywood para ver a sua peça mais falada do Met Gala mais uma vez. Visitantes já podem ver o vestido – agora avaliado em US$ 10 milhões”, afirmou o museu.
O museu também compartilhou em suas redes sociais o momento em que Kim faz a prova do vestido, com a ajuda de arquivistas e conservacionistas.
“Um grande cuidado foi tomado para preservar este pedaço da história da cultura pop. A condição da peça era a principal prioridade”, afirmou o espaço, que garantiu não ter feito nenhuma alteração no vestido para que Kim pudesse usá-lo no evento.
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7 quilos a menos em três semanas
Com a meta de usar o vestido de Marilyn, Kim precisou perder 7 quilos em três semanas. Para isso, cortou carboidratos e açúcar.
A empresária chegou a ser criticada por fazer uma dieta tão rigorosa em um curto espaço de tempo. Mas ela afirmou ao jornal The Times que isso não era nada diferente do que um ator faz quando se prepara para um projeto.
No tapete vermelho do Met, Kim contou que quando teve a ideia de provar o vestido, “eles vieram com guardas armados e luvas” no museu.
“Eu experimentei e não serviu em mim. Eu disse: ‘Me dê três semanas'”, relembrou.
Kim ainda brincou que depois do Met, faria uma “festa com pizza e donuts voltando ao hotel” para compensar a dieta rigorosa.
Apesar do esforço, segundo o site TMZ, o zíper do vestido não fechou por completo. Ainda de acordo com a publicação, esse foi o motivo pelo qual Kim usou um casaco de pele branco.
Kim Kardashian no Ripley’s Believe It or Not!
Reprodução/Instagram/Ripley’s Believe It or Not!
Após o evento, ela usou as redes para agradecer ao museu pelo empréstimo da peça.
“Estou muito honrada em vestir o icônico vestido que Marilyn Monroe usou em 1962 para cantar ‘Happy Birthday’ ao presidente John F. Kennedy. É um deslumbrante vestido adornado manualmente com mais de 6 mil cristais por Jean Louis.”
“Obrigada ‘Ripley’s Believe It or Not!’ por me dar a oportunidade de estrear essa peça que é parte da história da moda pela primeira vez desde que Marilyn Monroe a vestiu. Serei sempre agradecida por esse momento.”
Segundo vestido de Marilyn usado por Kim
O vestido icônico não foi a única peça de Marilyn Monroe usada por Kim Kardashian naquela noite.
Após sua entrada no tapete vermelho, a empresária e socialite trocou o look por uma outra peça que marcou a história da atriz e cantora.
Kim contou em seu Twitter que, “para completar a noite após o Met, tive a honra de vestir o vestido Norman Norell que Marilyn Monroe usou no Globo de Ouro de 1962, quando ela recebeu Prêmio Henrietta de Atriz Favorita do Cinema Mundial.”
“Na minha busca pelo durante sua busca pelo modelo com aplicações feitas à mão do Jean Louis, que eu vesti no evento de gala, eu descobri que a Heritage Auction possuía o icônico vestido verde de lantejoulas de Marilyn”, contou Kim.
“Ainda na minha pesquisa, descobri que o dono do Globo de Ouro que ela recebeu naquela noite não era outro senão meu amigo Jeff Leatham [designer americano]. Eu vi tudo isso como um sinal de que todas as estrelas se alinharam”, escreveu a empresária, que aparece nas imagens da festa com uma estatueta em mãos.
“Isso será para sempre um dos maiores privilégios da minha vida poder canalizar minha Marilyn interior dessa maneira, em uma noite tão especial.”
Kim Kardashian com o segundo vestido de marilyn Monroe que usou no Met Gala 2022
Reprodução/Twitter/Kim Kardashian

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Lightyear’, da Disney/Pixar, com cena de casal homossexual, é vetado em 14 países


Entre os países que vetaram a estreia da animação está a China, maior mercado de cinema do mundo. Assista ao trailer 2 de ‘Lightyear’ (em inglês)
A Walt Disney não conseguiu permissão para exibir o seu novo filme da Pixar, “Lightyear”, em 14 países do Oriente Médio e da Ásia, afirmou uma fonte nesta segunda-feira (13), e a animação não deve estrear na China, maior mercado de cinema do mundo.
G1 já viu ‘Lightyear’ mostra Pixar cada vez mais acomodada ao seguir fórmula de aventuras espaciais
Após protestos, Pixar decide manter beijo lésbico em ‘Lightyear’, diz revista
Uma produtora de “Lightyear” disse à Reuters que autoridades na China pediram cortes ao filme. A Disney se recusou a fazê-los e ela presume que o filme não estreará naquele país também. A animação mostra um casal homossexual que troca um breve beijo, o que levou os Emirados Árabes Unidos a proibirem o filme.
Os Emirados Árabes Unidos disseram que a relação viola os padrões de conteúdo de mídia do país. A homossexualidade é considerada um crime em muitos países do Oriente Médio.
Cena de ‘Lightyear’
Divulgação
Representantes de outros países, como Arábia Saudita, Egito, Indonésia, Malásia e Líbano, não responderam de imediato aos pedidos de comentário sobre os motivos que os levaram a não permitir que o filme fosse exibido.
Chris Evans faz a voz do personagem principal, Buzz Lightyear, um lendário patrulheiro espacial. No Brasil, o personagem é dublado pelo apresentador Marcos Mion.
No filme, uma amiga próxima de Buzz é uma patrulheira espacial que se casa com outra mulher. Uma cena que mostra marcos na relação do casal inclui um breve beijo.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’ une lutas, emoção e absurdo no melhor filme do ano; g1 já viu


Filme pequeno prova que boas ideias e grandes atuações podem superar orçamentos gigantescos. Ao misturar universos paralelos, comédia e crise existencial, produção pega público de surpresa. Ao final de “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo”, você provavelmente vai se perguntar por que diabos está chorando. Como diabos um filme de lutinha com universos paralelos e dedos feitos de salsicha pode ser tão sensível e universal?
Quando passar o transe provocado por essa mistura louca de absurdo elevado ao extremo, humor nonsense e ficção científica, no entanto, haverá provavelmente uma certeza. A de que este é o melhor filme do ano – se não, o melhor dos últimos anos.
Com um elenco irretocável, uma direção criadora de algumas das imagens mais criativas e visualmente deslumbrantes e um final extremamente humano, a produção que entra em pré-estreia nesta quinta-feira (16) nos cinemas brasileiros (e vai ser lançado oficialmente no dia 23) prova que grandes ideias podem superar orçamentos gigantescos.
Assista ao trailer de ‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’
A nada extraordinária, totalmente comum Michelle Yeoh
“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” conta a história de uma imigrante chinesa já de uma certa idade, presa entre a auditoria que a receita federal realiza sobre sua lavanderia, um casamento em crise, a busca pela aprovação do pai e, acima de tudo, a relação com uma filha que se afasta cada vez mais.
Como se já não estivesse dividida o suficiente, ela ainda descobre sua existência em infinitos universos paralelos, e precisa acessar as experiências e habilidades de suas contrapartes para impedir um ser maligno que ameaça a todos.
A grande (e bizarramente subvalorizada em Hollywood) Michelle Yeoh (“Podres de ricos”) apresenta uma protagonista fragmentada, mas com dilemas extremamente relacionáveis, em especial para quem vem de famílias asiáticas – ou de viajantes extradimensionais, é claro.
Sem uma atriz como ela, que consegue ir do mundano ao extraordinário como alguém trocaria de roupa, as loucuras do roteiro dos diretores que se apresentam apenas como “Os Daniels” (Daniel Kwan e Daniel Scheinert) poderiam ser até divertidas – meu Deus, como são divertidas –, mas dificilmente atingiriam o nível sublime do filme.
Jamie Lee Curtis e Michelle Yeoh em cena de ‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’
Divulgação
Loucos Daniels
E loucura é pouco para descrever as realidades apresentadas pela dupla.
Desde uma dimensão em que os seres humanos evoluíram para terem salsichas nos lugares dos dedos até outra em que a heroína divide a cozinha de um restaurante com uma versão do filme “Ratatouille”, mas com um guaxinim no lugar.
Incrivelmente, cada uma delas transcende o status de mera participação especial e são inseridas em um contexto significativo para a trama.
Algumas, talvez até as mais bobas à primeira vista, chegam a tirar lágrimas dos olhos do espectador com o avançar da história. Quem diria que a conversa entre duas pedras poderiam fazer alguém chorar? Os Daniels diriam.
Stephanie Hsu, Ke Huy Quan, Michelle Yeoh e James Hong em cena de ‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’
Divulgação
Arma secreta
Os diretores e Yeoh são apoiados ainda por um dos melhores elencos de rostos até conhecidos mas nomes nem tanto de Hollywood.
A mais prestigiada entre eles é Jamie Lee Curtis (“Halloween”), com uma interpretação generosa de uma auditora da receita/capanga sem intenções de roubar a cena.
Como o marido, Ke Huy Quan (ator mirim de “Indiana Jones e o templo da perdição” e “Os Goonies” que tinha parado de atuar em 2002 por falta de papéis para asiáticos) mostra que Hollywood só tem a ganhar com seu retorno.
Tanto na versão comum da dimensão principal, quanto no lutador do chamado universo Alpha, ele entrega um personagem heroico mesmo na covardia e doçura– algo que definitivamente não é para qualquer um.
Stephanie Hsu em cena de ‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’
Divulgação
Aos 93 anos, o veterano James Hong (“Os aventureiros do bairro proibido”) também abraça a oportunidade de um papel rico como o pai da protagonista.
Mas é Stephanie Hsu (“The Marvelous Mrs. Maisel”) quem desponta como a grande força secreta do filme como a filha dividida entre a vida nos Estados Unidos e a criação de pais imigrantes.
Sua personagem, tomada por dilemas próprios e repleta de um niilismo delicioso, protagoniza alguns dos momentos mais visualmente desafiadores e empolgantes da produção.
Michelle Yeoh e Harry Shum Jr. em cena de ‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’
Divulgação
Tudo ao mesmo tempo
“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” é o melhor filme do ano. Provavelmente, o melhor dos últimos anos.
É original enquanto caminha pela fronteira delicada entre a referência e a regravação descarada de clássicos como “Matrix” (1999), “Kill Bill: Volume 2” (2004) e a obra do diretor chinês Wong Kar-Wai (“Amor à flor da pele”).
É um grande exemplar de ficção científica e artes marciais, ao mesmo tempo em que explora relações familiares em contextos bem particulares e muito universais.
É extremamente engraçado e absurdo enquanto apresenta uma história incrivelmente humana sobre conexões, aceitação e amor.
É tudo isso. Em muitos lugares. Tudo ao mesmo tempo.
Ke Huy Quan e Michelle Yeoh em cena de ‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Duo Sexy y Blondie canta coisas de casal em EP conceitual


♪ Duo formado pela cantora, compositora, pianista e atriz Marina Afares com o cantor, compositor e produtor musical Victor Cali, Sexy y Blondie é também o nome do EP que os artistas lançarão em 24 de junho.
No disco, gravado com produção musical e arranjos de Arielly Porto, Marina Afares e Victor Cali cantam coisas de casal em cinco músicas autorais – Sexy y loka (Baile da quebrada $), Sexy y apegados (Vem comer na minha casa *-*), Sexy y triste (Cansei de te ver todos os dias!), Sexy y rico (salve o/) e Sexy y agotados (Aplica sua vacina em mim -[= =]) – que traçam um enredo conceitual sobre idas e vindas de um casal antes, durante e depois do isolamento social.
Duas faixas do EP, Sexy y agotados e Sexy y loka, já foram apresentadas em singles editados em setembro de 2021 e em março deste ano de 2022.
O EP Sexy y Blondie transita por gêneros musicais como afro pop latino-americano, trap e MPB.
Capa do EP ‘Sexy y Blondie’, do duo Sexy y Blondie
Camila Bertolino

Fonte: G1 Entretenimento

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Alexia Bomtempo cai suave com Fernanda Abreu na cadência do samba-enredo ‘Domingo’


♪ Escola de samba do Carnaval carioca que conquistou foliões na segunda metade dos anos 1960 com enredos leves desenvolvidos em desfiles coloridos, a União da Ilha do Governador legou dois sambas-enredos dignos de figurar em qualquer antologia do gênero.
Um deles, O amanhã (João Sérgio, 1977), cantado pela escola no Carnaval de 1978, foi amplificado fora da seara carnavalesca ao ser gravado por Simone em álbum de 1983. O outro é Domingo (Waldir da Vala, Aurinho da Ilha, Ione do Nascimento e Adhemar de A. Vinhaes), gravado em 1976 para o Carnaval de 1977.
Já gravado por Emilio Santiago (1946 – 2013) e pelo Monobloco, o samba-enredo Domingo ganha registro suave de Alexia Bomtempo em gravação feita por Fernanda Abreu para o quinto álbum de Alexia, Doce Carnaval, programado para 5 de agosto pelo selo Lab 344 (no Brasil) e pelo norte-americano Ropeadope (no mundo, em edição de LP e CD).
A intenção de Alexia é reapresentar no disco músicas associadas ao Carnaval, mas em tom mais cool, sem o calor da folia. O single Domingo chega ao mundo digital na sexta-feira, 17 de junho.
Gravado com produção musical de Alexandre Vaz, Jake Owen e Mauro Refosco, o álbum Doce Carnaval foi anunciado em 29 de abril com a gravação do frevo Banho de cheiro (Carlos Fernando 1983).

Fonte: G1 Entretenimento

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Talitha Morete pede desculpas por erro no ‘É de Casa’: ‘Não há nada a ser dito para justificar’


Apresentadora usou as redes sociais para o pedido de desculpas. Ela foi criticada ao falar para convidada negra servir os outros participantes durante o programa. Dona Silene no ‘É de Casa’
Reprodução/Gshow
A apresentadora Talitha Morete pediu desculpas nesta terça-feira (14) por um erro cometido no programa “É de Casa”, transmitido no sábado (11).
Na ocasião, a apresentadora pediu que Dona Silene, uma convidada negra, servisse os outros participantes que estavam sentados. Silene é vendedora de cocadas e foi chamada para o programa pela Talitha para reproduzir a sua receita. A situação rendeu discussão sobre racismo estrutural nas redes sociais.
Dona Silene e Talitha Morete
Reprodução/Instagram
“Antes de vir aqui, a primeira coisa que fiz foi fala com a dona Silene e pedir desculpas para ela. Eu também preciso me desculpar com todas as pessoas, com o meu público, pela minha fala”, disse a apresentadora em seu Instagram.
“Errei e não há nada a ser dito para justificar ou minimizar esse erro, a não ser me desculpar”, escreveu.
“Desde sábado eu tenho refletido sobre o ocorrido. Eu tenho refletido sobre o lugar que ocupei nesse contexto. Como ser humano, como comunicadora, quero transformar esse episódio em aprendizado e num compromisso de vigília antirracista constante. É isso que eu posso e devo fazer”, disse.
“Aproveito para agradecer ao meu colega Manoel Soares pela sensibilidade e o cuidado com a dona Silene. É muito importante quando estamos num grupo diverso que comprova como o mundo pode ser melhor quando inclui a todos. Muito obrigada. Talitha Morete.”
Ainda na transmissão do programa, o apresentador Manoel Soares interveio e passou a servir os convidados. Ele também se manifestou em um comentário na postagem da parceira de programa.
“Talita, acho que o mais importante é Dona Silene estar bem diante de toda essa repercussão. Em segundo lugar você não só entender, mas internalizar a compressão do fato garantindo que isso não se repetirá, nem com você, nem perto de você. Inúmeras vezes você e as outras colegas de apresentação me ajudaram a mapear e reduzir meu machismo estrutural, sou grato por isso, assim como deve existir em você agora uma gratidão por essas pessoas que muitas vezes de forma ácida apontam o rumo certo de comportamento racial”, diz na postagem.
“Sei que a internet é agressiva as vezes, já fui alvo, nessas críticas tem dores quem vão além de além de você e quem vem antes de você, meu desejo é que o resultado desse episódio seja pedagógico e construtivo não só para você, mas para o Brasil. Você é minha amiga e vamos estar juntos nas telas da vida buscando sempre nossa evolução diária como pessoas e comunicadores. Beijo no coração”, completa.

Fonte: G1 Entretenimento