Categorias
ENTRETERIMENTO

Kate Bush chega ao nº1 global do Spotify com ‘Running up that hill’ após 37 anos graças a ‘Stranger things’


Música de 1985 tocou na série, foi descoberta pela Geração Z e disparou nos rankings de streaming. Faixa também aparece no Top 10 da parada americana. Kate Bush
Divulgação
“Running up that hill”, música de 1985 da cantora britânica Kate Bush, virou a música mais tocada do mundo depois de tocar na série “Stranger things”.
A música disparou no Spotify e já é a mais tocada do mundo, segundo o ranking diário divulgado nesta terça-feira (07).
Com o retorno da faixa, ela conquistou ainda, pela primeira vez, um lugar no Top10 das paradas americanas, parecendo na 8ª posição. No Brasil, ela estava até esta terça-feira na 44ª posição.
A faixa tocou no 4º episódio da temporada 4 da série, lançada na sexta-feira (27). “Running up that hill” aparece como a música preferida da personagem Max (Sadie Sink).
Superou o sucesso da época
Há 35 anos, “Running up that hill” garantiu a posição mais alta da carreira de Kate Bush, o 30º lugar no Hot 100 da “Billboard” dos EUA.
Mais alto que ‘Dreams’
A presença de músicas antigas nas principais posições das paradas é rara, mas não inédita. O caso recente mais notável é “Dreams” (1976), do Fleetwood Mac, redescoberta no TikTok em 2020.
O 1º lugar de Kate Bush indica seu hit chegou ainda mais forte à Geração Z que o do Fleetwood Mac.
Referência para cantoras atuais
Kate Bush teve o auge do sucesso entre os anos 80 e o início dos 90. Depois disso, a cantora de voz aguda e estilo teatral lançou só dois álbuns de estúdio, em 2005 e 2011, sem tanto destaque.
Mas a artista de 63 anos se manteve reverenciada e influente. Seu art pop é referência para cantoras atuais como Lorde, Florence and the Machine, Charli XCX, Ellie Goulding e Rosalía.
Veja entrevista com os irmãos Duffer, os criadores de ‘Stranger things’

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Caetano Veloso grava ‘Paula e Bebeto’ com o parceiro Milton Nascimento para projeto infantil


♪ Postada nas redes sociais da empresa Uns Produções e Filmes, a foto acima flagra Caetano Veloso (à direita) em estúdio com Milton Nascimento e com Chaps Melo (à esquerda). O trio se reuniu para gravar a canção Paula e Bebeto (1975), música que abriu a parceria de Milton com Caetano há 47 anos. É a primeira vez que os dois compositores cantam a música juntos.
Canção apresentada ao Brasil na voz de Milton, em gravação feita para o álbum Minas (1975), Paula e Bebeto integra o lote de composições de Caetano Veloso selecionadas para serem revividas no universo lúdico do Mundo Bita, projeto audiovisual de animação infantil criado em 2011 por Chaps Melo.
Parte do ciclo de comemorações dos 80 anos do artista baiano, que vira octogenário em 7 de agosto, a série Caetano na Rádio Bita já sintonizou as músicas O leaõzinho (1977) e Odara (1977).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Demi Lovato anuncia shows em SP e Belo Horizonte antes de tocar no Rock in Rio


Cantora vai para outras cidades da América do Sul e Estados Unidos com a turnê ‘Holyfvcktour’ no segundo semestre. Show no festival carioca é no dia 4 de setembro. Demi Lovato se apresenta no Rock in rio Lisboa neste domingo (24)
MIGUEL RIOPA / AFP
Demi Lovato anunciou, nesta terça (7), que fará shows em São Paulo e Belo Horizonte antes de tocar no Rock in Rio 2022.
A cantora divulgou a lista com as cidades e datas da turnê “Holyfvcktour”, novo álbum que será lançado no dia 19 de agosto, em um post no Instagram.
Demi Lovato anuncia datas da nova turnê com shows no Brasil, além do Rock in Rio
Reprodução/Instagram/DemiLovato
O show em São Paulo está marcado para o dia 30 de agosto, no Espaço Unimed, antigo Espaço das Américas na Barra Funda.
Já a apresentação na capital mineira vai acontecer no dia 2 de setembro, na Esplanada do Mineirão. As informações estão disponíveis no site oficial da cantora.
ROCK IN RIO 2022: programação completa por dia do festival
‘ESTICADINHA’: Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades
AGENDA DE SHOWS 2022: Harry Styles, Rosalía e Slipknot tocam no 2º semestre
Demi canta no Rock in Rio no dia 4 de setembro, mesmo dia em que se apresentam Justin Bieber, Iza e Migos no Palco Mundo.
Segundo o post, a pré-venda começa a partir de 12h para clientes Citibank, mas nenhuma produtora brasileira havia divulgado informações sobre ingressos até a última atualização desta reportagem.
Justin Bieber e Demi Lovato estarão no Rock in Rio em 2022

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Banda Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo tem primeiro álbum editado em LP


♪ Formada quase que casualmente no alvorecer de 2019 pela cantora, compositora e guitarrista paulistana Sophia Chablau com os Téo Serson (baixo), Theo Ceccato (bateria) e Vicente Tassara (guitarra e teclados), a banda Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo contradisse o próprio nome já no primeiro ano de vida.
Ao longo de 2019, o quarteto lançou em março o primeiro single – Idas e vindas do amor, incluído na trilha sonora do filme Acqua movie (2019) – e, em outubro, já gravou o primeiro álbum com nove músicas autorais formatadas no Estúdio Canoa com produção musical de Ana Frango Elétrico.
Lançado em abril de 2021 pelo selo Risco, o álbum Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo ganha edição em LP. A edição em vinil será lançada em julho através de parceria entre os selos Romaria Discos e Amigues do Vinil.
Imagem do encarte da edição em LP do álbum ‘Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Herdeiros de autor que inspirou ‘Top Gun’ processa Paramount por sequência ‘Top Gun: Maverick’


Segundo queixa aberta em um tribunal federal em Los Angeles, o estúdio não readquiriu os direitos para o artigo ‘Top Guns’, de 1983, de Ehud Yonay, com a família, antes de lançar a sequência. Paramount diz que ‘afirmações são feitas sem mérito’. Tom Cruise ao lado de colegas de elenco durante a pré-estreia de “Top Gun: Maverick” em Londres
REUTERS/Henry Nicholls
A família do autor cujo artigo inspirou o filme de 1986 “Top Gun”, com Tom Cruise, processou nesta segunda-feira (6) a Paramount Pictures por violação de direitos autorais por conta da sequência do filme, “Top Gun: Maverick”. 
De acordo com a queixa aberta em um tribunal federal em Los Angeles, a Paramount Global não readquiriu os direitos para o artigo “Top Guns”, de 1983, de Ehud Yonay, com a família, antes de lançar a sequência “derivada” do texto. 
g1 já viu: ‘Top Gun: Maverick’ voa alto abastecido por Tom Cruise e nostalgia
O processo aberto por Shosh Yonay e Yuval Yonay, que vivem em Israel e são, respectivamente, a viúva e o filho de Ehud, pede indenização de valor não especificado, incluindo lucros de “Top Gun: Maverick”, além do bloqueio à distribuição do filme ou de futuras sequências. 
A Paramount disse em nota: “Essas afirmações são feitas sem mérito, e vamos nos defender de forma vigorosa”. 
O filme “Top Gun: Maverick” é o maior sucesso de bilheteria do ano, gerando US$ 291 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão) na América do Norte, e US$ 548,6 milhões (cerca de R$ 2,6 bilhões) no mundo em seus primeiros 10 dias de exibição. 
O filme de ação eletrizante, dirigido por Joseph Kosinski, recebeu boas críticas, e tem Tom Cruise voltando ao papel do piloto de caças da Marinha norte-americana, Pete “Maverick” Mitchell.
O longa já é o mais lucrativo de Cruise nos Estados Unidos, ultrapassando “Guerra dos Mundos”, de 2005.
Diretor e elenco de “Top Gun: Maverick” falam sobre o que acham do clássico dos anos 80

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Neve Campbell anuncia que não estará em ‘Pânico 6’: ‘Decisão muito difícil’


Atriz, que interpreta a personagem Sidney desde o primeiro longa da série de terror (1996), citou cachê como motivo de sua decisão. ‘Senti que a oferta que me foi apresentada não equivalia ao valor que eu trouxe para a franquia’. Neve Campbell e Courteney Cox em cena do novo ‘Pânico’
Divulgação
Neve Campbell não estará no sexto filme da franquia “Pânico”. Previsto para ser lançado em março de 2023, o longa não contará com a interprete da personagem Sidney Prescott.
O anúncio oficial foi feito pela própria atriz, nesta segunda-feira (6), segundo informações do Deadline.
“Infelizmente, eu não farei o próximo filme do ‘Pânico’. Como mulher, sempre tive que trabalhar muito duro em minha carreira para estabelecer meu valor, especialmente quando se trata de ‘Pânico'”, afirmou a atriz.
“Eu senti que a oferta que me foi apresentada não equivalia ao valor que eu trouxe para a franquia.”
Maratona ‘Pânico’: Veja estatísticas da franquia de terror ao longo de 5 filmes, como mortes e sustos
Atualmente, Campbell estrela a série “The Lincoln Lawyer”. A atriz também se juntou, recentemente, ao elenco de “Twisted Metal”.
Campbell ainda deixou uma mensagem para seus fãs e admiradores da franquia.
“Foi uma decisão muito difícil seguir em frente. Para todos os fãs de ‘Pânico’, eu amo vocês. Vocês sempre me apoiaram incrivelmente. Sou eternamente grata a vocês e ao que essa franquia me deu nos últimos 25 anos.”
“Pânico 6” conta com os atores Hayden Panettiere e Kirby Reed.
Jenna Ortega, Melissa Barrera, Jasmin Savoy Brown e Mason Gooding também estão no elenco do longa.
As atrizes Neve Campbell (à esq.) e Rose McGowan em cena de ‘Pânico’ (1996), um dos principais sucesso de Wes Craven
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Entenda as cifras (e dívidas) por trás da disputa financeira de Johnny Depp e Amber Heard


Vida financeira é capítulo à parte na novela da briga judicial envolvendo o ex-casal; g1 explica qual o tamanho da fortuna dos dois e o que acontece se atriz não pagar multa de US$ 10 milhões. Semana Pop mostra raio-x da vida financeira de Johnny Depp e Amber Heard
A novela da briga judicial entre Johnny Depp e Amber Heard ainda não acabou. A advogada da atriz já disse que vai recorrer da decisão, que a condenou a pagar US$ 10 milhões por ter difamado o ex-marido.
Depp também foi condenado por difamação, mas vai ter que pagar bem menos: “só” 2 milhões. Segundo a advogada de Amber, mesmo descontada essa quantia, ela não tem como pagar ao ator a multa que foi determinada.
A vida financeira do ex-casal é um enredo à parte no drama em que se transformou a relação dos dois após a separação, em 2016. Desde então, os dois brigam na Justiça, com acusações de difamação e violência, e pedidos de indenizações milionárias.
Amber Heard e Johnny Depp
Steve Helber/Pool via Reuters
Amber tem como pagar?
Apesar das declarações de sua advogada, o tamanho exato da fortuna de Amber Heard não está claro,
Segundo o canal americano Fox, ela ganhou cerca de US$ 5 milhões pelo papel de Mera em “Aquaman”, filme de 2018 que foi um sucesso de bilheteria: arrecadou mais de US$ 1 bilhão no mundo todo.
Amber Heard e Dolph Lundgreen em cena de ‘Aquaman’
Divulgação
Além disso, há os outros US$ 7 milhões que ela ganhou no acordo de divórcio com Depp, em 2016. Na época, a atriz disse que doaria todo o dinheiro para a caridade. Mas, durante o julgamento de 2022, foi revelado que só parte dessa quantia chegou às instituições.
A Fox estima que, atualmente, o patrimônio liquido de Amber esteja na casa dos US$ 8 milhões, somando o que restou desses pagamentos, mais os cachês de outros papeis no cinema e na TV, além dos trabalhos de publicidade. De fato, é menos do que ela deve a Depp.
O que acontece se ela não pagar?
Mesmo recorrendo da decisão, a atriz pode ser obrigada a pagar a multa ao ex-marido, cujo valor cresce com os juros referentes ao tempo que durar o julgamento do recurso.
Mas e se ela alegar que simplesmente não tem o dinheiro? Nesse caso, os salários futuros e outros bens valiosos de Amber — imóveis e joias, por exemplo — podem ser penhorados pela Justiça.
Uma outra possibilidade é que os dois façam um acordo e cheguem em um valor menor para a multa, ou mesmo que Depp abra mão do pagamento. Mas isso depende da disponibilidade dele. Por enquanto, nada foi falado nesse sentido.
Quanto dinheiro Depp tem?
A vida financeira de Johnny Depp sempre foi mais exposta que a da ex-mulher. Em 2010, ele chegou a liderar o ranking de atores mais bem pagos de Hollywood.
Johnny Depp em ‘Piratas do Caribe: A vingança de Salazar’
Divulgação
Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator acumulou US$ 650 milhões em 13 anos. Mas essa fortuna foi sendo corroída ao longo do tempo por hábitos nada baratos.
Em 2017, a empresa que administrava o dinheiro de Depp disse que ele estava á beira da falência, por causa de gastos como US$ 75 milhões em 14 imóveis, incluindo um castelo francês e ilhas nas Bahamas, e US$ 18 milhões em um iate… Isso sem falar nos 45 carros de luxo.
Durante o julgamento contra Amber, ex-agentes do ator disseram que as acusações de violência feitas por ela fizeram com que ele perdesse papeis no cinema, o que o prejudicou financeiramente.
Já testemunhas levadas ao tribunal pela equipe jurídica da atriz argumentaram que ele já vinha gastando de forma descontrolada e irresponsável, muito antes do início da briga dos dois. E que, por isso, Depp passou nos últimos anos de número um de Hollywood a uma pessoa com dificuldade para pagar os boletos no fim do mês.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Vitória Bohn se inspira em amigas que viveram relacionamentos abusivos para interpretar Lou em ‘Cara e Coragem’


Estreante na TV, atriz de 19 anos fala sobre importância de tratar o tema em uma novela. ‘As pessoas muitas vezes não sabem quando isso está acontecendo ou as características do relacionamento abusivo’. Vitória Bohn é Lou em “Cara e Coragem”
Globo/Estevam Avellar
Vitória Bohn está fazendo sua estreia na TV ao dar vida à personagem Lou na novela “Cara e Coragem”.
A atriz gaúcha de 19 anos interpreta uma bailarina de dança vertical. Ela é filha de Olivia (Paula Braun) e fruto de um relacionamento extraconjugal da mãe com Joca (Leopoldo Pacheco), o pai de Pat (Paolla Oliveira).
Batalhadora e corajosa, Lou se torna grande amiga de sua meia-irmã, depois de se aproximar da dublê sem revelar sua identidade.
No campo amoroso, a personagem se interessa por Rico (André Luiz Frambach) depois de viver um relacionamento abusivo com o coreógrafo Renan (Bruno Fagundes).
“É minha primeira novela, então é minha grande estreia”, celebra a atriz.
“Esse personagem foi um presente muito grande, mas também um desafio muito grande. Porque essa situação de abuso é muito delicada e ela acontece com várias pessoas, várias meninas no Brasil.”
Vitória destaca a importância de se falar sobre o tema dentro do enredo de uma novela.
“As pessoas, muitas vezes, não sabem quando isso está acontecendo ou não sabem as características do relacionamento abusivo. Tanto quem vive quanto quem convive com pessoas que passam por isso”, disse a atriz durante coletiva de imprensa.
Vitória Bohn é Lou em “Cara e Coragem”, uma bailarina de dança vertical
Globo/Estevam Avellar
Estudo de personagem
Vitória conta que nunca passou por essa situação na vida real, mas que se inspirou em algumas amigas que vivenciaram relacionamentos abusivos para compor sua personagem.
“Tive que fazer uma pesquisa muito grande pra conseguir levar esse assunto de maneira muito inteligente pra TV. Então conversei com muitas pessoas, li livros sobre isso, assisti séries, filmes e conversei muito com várias pessoas que já passaram por isso, porque todo mundo conhece alguém que já passou por isso.”
“Tenho algumas amigas que já passaram, então pude me inspirar nelas pra fazer essa personagem.”
“Lugar de esperança”
Vitória acredita que a relação com Rico pode servir de exemplo para mulher meninas e mulheres que passaram por relacionamentos abusivos para que elas “tenham um lugar de esperança”.
“Às vezes, a pessoa está tão tomada por esse relacionamento abusivo que ela não consegue ver que existe relacionamentos bons, saudáveis, felizes, que existe um futuro feliz.”
Vitória Bohn é Lou em “Cara e Coragem”
Globo/Estevam Avellar
Leia mais entrevistas com elenco de “Cara e Coragem”:
Claudia Di Moura celebra parceria com Taís Araújo e Ícaro Silva em ‘Cara e Coragem’: ‘União necessária’
Rodrigo Fagundes fala de personagem em ‘Cara e Coragem’: ‘Não é mau-caráter, é sobrevivente’
Carmo Dalla Vecchia diz que personagem em ‘Cara e Coragem’ pode ser exemplo para os homens
Autora de ‘Cara e Coragem’ relembra desejo antigo de escrever sobre dublês: ‘Sempre fui fascinada’
Já dispensei dublê porque queria fazer a cena, diz Paolla Oliveira sobre papel em ‘Cara e Coragem’
Paula Braun fala de retorno às novelas após quase dez anos: ‘Estou nervosa, mas muito feliz’

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Lei Rouanet dá vantagem a artistas famosos e precisa ser misturada a outros incentivos, diz especialista


Escolha da Lei Rouanet passa por empresas que usam artistas para fazerem marketing. Por isso, elas vão preferir nomes famosos, e a cultura precisa de mais tipos de incentivos, defende Dani Ribas. Zé Neto, Anitta e Gusttavo Lima
Divulgação
A polêmica dos shows sertanejos bancados por prefeituras mostrou que o incentivo à cultura no Brasil está de cabeça para baixo. As verbas diretas poderiam ajudar artistas menores. Já a Lei Rouanet, por passar pelo crivo de empresas, tende a impulsionar projetos que já têm apelo de público.
O que se vê no Brasil é o oposto: grandes artistas, em especial do sertanejo, ganham este incentivo direto, liberado com pouco critério por prefeituras. Os outros artistas lutam pelo incentivo de uma lei que, além de ser desmontada pelo governo, tem um formato pouco adequado a eles.
Quem enxerga esse cenário invertido é Dani Ribas, especialista em gestão e políticas culturais. Ela é uma das entrevistadas do podcast g1 ouviu, que busca as lições da polêmica. Ouça abaixo:
Por que a Rouanet tende a buscar artistas mais conhecidos?
“A Rouanet é uma lei de incentivo fiscal. Ou seja: é um incentivo à cultura indireto, em que o governo abre mão de impostos que tem a receber das empresas. E elas investem esse imposto devido em projetos culturais”, Dani começa a explicar.
“Essas empresas apoiam a cultura, mas com uma legislação que serve para o marketing cultural. O projeto passa por um crivo rigoroso do governo, mas a empresa acaba selecionando os que tenham uma identidade artística que tenha a ver com ela.”
“Precisa haver relação entre aquilo que o artista diz e o que a empresa está querendo dizer para o seu público”, explica a especialista.
“E, principalmente, a empresa seleciona artistas que tenham apelo de público, que já sejam grandes, que já tenham um diálogo com o consumidor dessa empresa, para que então ela possa realizar o seu marketing cultural por meio desse projeto”, ela conclui.
Rouanet X Shows prefeituras: veja diferenças de duas formas de se incentivar shows com verbas públicas
g1
E os outros?
“As empresas que usam da Lei Rouanet não vão selecionar projetos pequenos e desconhecidos. A não ser que tenha muito a ver com o marketing que ela quer fazer”, explica Dani Ribas.
“A natureza dela não é fazer uma política de descentralização ou de democratização do acesso, ou fazer um financiamento a fundo perdido para projetos que não tenham apelo de público. Isso é a função do Estado.”
“Os artistas que não têm apelo de mercado, que são incipientes ou artesanais, de uma cultura tradicional, estes, sim, merecem ser financiados diretamente. Aí entram o Fundo Nacional de Cultura e outras verbas que são investimentos diretos do Estado”, ela explica.
Sempre com critérios
O importante é haver planejamento e critérios claros, tanto na Lei Rouanet quanto em incentivos diretos. Mas, nesta confusão, todo mundo acaba penando – menos os artistas que reclamam de supostos “privilégios” alheios ao mesmo tempo em que ganham verbas de prefeituras sem licitação.
“Quando se fala em Rouanet, já se pensa em privilégio, quando na verdade quem é privilegiado é justamente aquele que é contratado sem um processo de avaliação pública, mas por inexigibilidade”, diz Dani Ribas, comentando a fala de Zé Neto que deu início à polêmica.
Shows investigados: 5 pontos sobre a crise envolvendo cantores e prefeituras

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Negritudes 22 debate diversidade e representatividade no audiovisual nesta terça; veja programação


Evento reúne no gexperience, em São Paulo, nomes como Paulo Vieira, Aline Midlej e Jojo Todynho para discutir narrativas pretas. Luana Xavier, Davi Junior, Paulo Vieira, Manoel Soares e Jojo Todynho participam do Negritudes 22
Divulgação
A Globo realiza nesta terça-feira (7) o evento Negritudes 22 – Viva as narrativas pretas, que debate como o conteúdo audiovisual pode valorizar narrativas mais diversas e inclusivas.
O encontro acontece no gexperience, espaço interativo da empresa no shopping Market Place, em São Paulo (SP), e vai ser transmitido ao vivo no GloboPlay.
Com credenciamento a partir das 14h30, o evento reúne nomes como Luana Xavier, Davi Junior, Aline Midlej, Paulo Vieira, Manoel Soares e Jojo Todynho.
Veja abaixo a programação completa:
14h30 – Credenciamento
15h – Abertura: Paulo Vieira + Samantha Almeida + AD Junior
15h15 – Apresentação: Renato Noguera – Narrativas, Grids e Mundos Possíveis…
15h25 – Mesa O Papo Tá Enegrecendo: documentários e programas de variedades enegrecem seus conteúdos a partir de realidades plurais. Mediação: Aline Midlej – Participantes: Luana Xavier + AD Junior + Manoel Soares
16h25 – Intervalo
16h40 – Apresentação: Marcos Luca Valentim e Daiane dos Santos – Narrativas Pretas no Esporte
16h50 – Mesa Ficção Preta e os Contadores de suas Próprias historias: como criadores de conteúdo negros estado transformando géneros narrativos. Mediação: Valéria Almeida – Participantes: Jeferson De + Davi Junior + Thais Pontes + Renata Andrade
17h50 – Intervalo
18hO5 – Apresentação: Samantha Almeida
18h20 – Mesa Mulheres Negras e suas Vozes Transformadoras: a produção de conteúdo sob a perspectiva feminina de diferentes vivências e da transgeneridade. Mediação: Rita Batista – Participantes: Jojo Todynho + Renata Martins + Hela Santana
19h20 – Encerramento
19h30 – Coquetel no rooftop
20h – Pocket Show: Atração musical

Fonte: G1 Entretenimento