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Rodrigo Fagundes fala de personagem em ‘Cara e Coragem’: ‘Não é mau-caráter, é sobrevivente’


Ator interpreta o malandro Armandinho. Com visual extravagante e três ex-mulheres, ele vai criar problemas para os protagonistas, Pat e Moa. Rodrigo Fagundes
Divulgação/Globo/Fábio Rocha
O ator Rodrigo Fagundes tinha uma ideia diferente para Armandinho quando recebeu o papel na novela “Cara e Coragem”, que estreia nesta segunda-feira (30) na faixa das 7h.
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De visual extravagante, o personagem é dono de uma empresa de dublês, se desdobra para lidar com as três ex-mulheres e não cansa de pegar no pé de Pat (Paolla Oliveira) e Moa (Marcelo Serrado), protagonistas da trama.
“Vou ser sincero porque a ideia veio da direção e da equipe de caracterização”, afirma o ator. “Quando soube que eu ia fazer o Armandinho, eu pensei: esse cara tem uma autoestima delirante, tudo o que ele faz é melhor e tira onda”, conta durante uma coletiva com a apresentação do elenco.
Fagundes já tinha deixado o cabelo crescer ao ficar isolado pela pandemia, e decidiu encarar a malhação. Chegou a perder 20 quilos para o papel. “Eu mandava umas referências para a Natália [Grimberg, diretora artística] do que eu queria ser. Mandava o Brad Pitt, o cara que faz o Thor [Chris Hemsworth], falei que ia ficar louro”, lembra.
Mas não era bem isso que a equipe de caracterização tinha em mente para o personagem. “Veio a Natália e me pede um bigode, o que eu achei que não tinha. Tanto que nas primeiras caracterizações eu estava com um falso”, lembra. Também foram acrescentados relógio, cordões, os anéis… “E pochete, aliás, duas pochetes que eu estou usando agora. Parecem um coldre.”
O figurino ainda é composto pela camisa aberta e a calça justa. “Esse cara é ousado”, diz. “Estou amando porque é um personagem com uma temperatura que eu nunca fiz no audiovisual e estou tendo a chance de experimentar”, afirma. ” O visual dele me ajudou muito: meu corpo parece que foi tomado e vai.”
Mais sobre Armandinho
Armandinho é dono de uma agência de dublês, carismático e malandro, e começa a pegar no pé de Pat e Moa, seus ex-funcionários, depois que eles decidem montar a própria agência.
“É um amor e ódio. Ele pega pesado com os dois, mas tem um carinho, como uma família: posso falar mal, mas não vou deixar ninguém de fora falar mal.”
O personagem também vai se encrencar com as ex-mulheres, três ao todo, com quem terá atritos e algumas recaídas. “Ele não é mau-caráter, é um sobrevivente”, defende.
Ele conta que ainda está descobrindo mais sobre o personagem e imagina que as ex-mulheres podem representar a mudança – e a coragem – para Armandinho, já que foi abandonado por todas elas.
“Ele vai aprender muito sobre essa autoestima delirante que muitos homens têm. Eu tento fazer sem julgar.”
Fagundes conta que tem feito o personagem pensando muito em sua mãe, que morreu há dez meses, vítima da Covid. “Ela tinha ficado muito feliz com o papel, era minha maior fã”, conta. “Gosto do título da novela porque é disso que a gente precisa, depois de passar pela pandemia, né?”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sob Pressão’ foca em dramas dos médicos em quinta temporada: ‘Cicatrizes ficam expostas’


Ao g1, Julio Andrade comenta episódios, reflete sobre forma como o SUS passou a ser visto com a série e se emociona ao falar da partida de Breno Silveira, amigo e diretor que morreu em maio. Marjorie Estiano e Julio Andrade na quinta temporada de ‘Sob Pressão’
Globo/ Victor Pollak
A última temporada de “Sob Pressão” estreia nesta quinta (2) no Globoplay, com dois episódios por semana.
Os dramas dos médicos do Hospital Edith de Magalhães ganham destaque no fechamento da série de sucesso que começou em 2017, com Marjorie Estiano e Julio Andrade como protagonistas.
“Nos últimos anos, a gente viveu uma situação muito atípica para os médicos. Eles foram mais heróis do que costumam ser assim. Nada mais justo do que falar desse lado pessoal de cada médico”, diz Andrade em entrevista ao g1.
A volta do pai ausente do Dr. Evandro, o vício com o álcool da Dra. Vera, personagem de Drica Moraes, e a descoberta de um câncer de mama pela Dra. Carolina, interpretada por Marjorie, estão entre os assuntos abordados ao longo dos 12 episódios.
“Essa temporada fala muito dessas relações dos personagens e das cicatrizes dessas pessoas. As cicatrizes ficam expostas”, continua o ator.
No primeiro episódio, Lázaro Ramos interpreta irmãos gêmeos que sofrem acidente em uma fábrica de fogos.
Além do ator, Tony Ramos, Irene Ravache, Marco Nanini e Emilio Dantas estão entre as participações especiais da temporada.
Julio Andrade exalta participações especiais em ‘Sob Pressão’: ‘Foi uma faculdade’
Joaquim, filho de 7 anos com a atriz Elen Clarice, também atua na série para o orgulho do pai, que conta sobre a cena. “Ele acabou fazendo uma leitura muito boa do personagem e arrasou na cena. Me emocionou muito”.
“Joaquim gosta muito de fazer teatrinho, de contar história, às vezes pegar o celular, fazer um filme. Me vejo muito nele, porque quando eu era pequeno também era assim”.
Realidade do Brasil
Vera (Drica Moraes), Décio (Bruno Garcia), Mauro (David Junior) e Charles (Pablo Sanábio) na 5ª temporada de ‘Sob Pressão’
Globo/ Victor Pollak
“Sob Pressão” estimula o debate sobre as condições do sistema público de saúde desde a primeira temporada. A pandemia de Covid também entrou no programa com dois episódios em 2021.
O ator que interpreta o Dr. Evandro chega aos capítulos finas certo de que a série conseguiu mudar a forma como as pessoas veem o assunto.
“A gente precisa entender que o Brasil não é só o Brasil que a gente está acostumado… o Brasil do privilégio, o Brasil do plano de saúde. Tem um Brasil que passa necessidade, que passa fome, que não tem o mínimo”, diz.
“Quando a dramaturgia mostra esses outros Brasis é assim que o povo ganha, que o povo pensa, vai atrás e questiona. Essa é a nossa função”.
Andrade também faz um balanço sobre as mudanças na vida pessoal em paralelo à série.
“Não tem como esquecer o cara que entrou lá seis anos atrás, cheio de sonhos de objetivos. Saio dessa série um homem, pai de família, estruturado, com responsabilidade e atento no Brasil que a gente está vivendo, querendo usar minha capacidade como ator para transformar. Eu quero transformar”.
O próximo trabalho do ator é como Betinho, sociólogo e fundador da Ação Cidadania. Além de interpretar, ele também está na direção da nova original Globoplay.
Partida de Breno Silveira
Julio Andrade fala sobre morte de Breno Silveira: ‘Chocante’
Reprodução/Instagram/JulioAndrade
Andrade marca “Sob Pressão” e “1 Contra Todos” como trabalhos que foram definitivos para sua carreira ao trabalhar com Andrucha Waddington e Breno Silveira, respectivamente.
“Foi uma escola muito, muito importante. Sou outra pessoa depois dessas duas séries e graças a esses dois caras”, diz.
Mais do que trabalho, a relação com Silveira virou uma amizade muito próxima. “Ele era meu irmão mais velho, era um cara que me dava conselhos”, conta Andrade, emocionado.
Tanto que não acreditou quando soube da notícia da morte do diretor com quem trabalhou também em “Gonzaga: De Pai Para Filho” (2012).
Ele conta que correu para mandar mensagem para Silveira, que gravava no interior de Pernambuco no momento que sofreu um infarto fulminante no dia 14 de maio.
“É difícil perder um cara tão jovem, com tanta história ainda para contar. Nunca vou deixar de entrar em cena sem um pouco de Breno também, é a minha escola não tem jeito”, finaliza.
‘Sob Pressão: Plantão Covid’ homenageia profissionais de saúde durante a pandemia

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Jurassic World: Domínio’ segue tradição das sequências de ‘Jurassic Park’ e é péssimo; g1 já viu


Nem retorno de trio de protagonistas do original salva sexto filme da franquia, que merece a paz da extinção. Produção sem alma ou inteligência estreia nesta quinta-feira (2). O “Jurassic Park” de 1993 é sem dúvida um dos melhores filmes já feitos. Todas as suas sequências desde então, no entanto, estão longe de honrar o original. “Jurassic World Domínio” não escapa da triste tradição.
O sexto capítulo da série cinematográfica, que estreia no Brasil nesta quinta-feira (2), ainda é péssimo como as demais continuações, mas pelo menos quebra a sequência de evolução negativa em progressão geométrica da franquia e é um bocado menos inassistível que os dois anteriores.
Mas, por mais que o retorno do trio de protagonistas original garanta a leve melhoria dentro da nova trilogia, nem mesmo sua presença salva um roteiro sem inteligência, sentido ou alma em um filme desnecessariamente longo.
Assista ao trailer de ‘Jurassic World Domínio’
Grandes ameaças nos menores frascos
Em “Domínio”, a humanidade aprende lentamente a conviver com a presença dos dinossauros ressuscitados por clonagem para servirem de atração turística em dois parques diferentes ao longo dos cinco filmes anteriores.
Por isso, é até irônico que a grande ameaça sejam nuvens de gafanhotos geneticamente modificados. Apesar de minúsculos se comparados às criaturas pré-históricas, eles colocam em perigo a produção agrícola de todo o mundo.
Quando o DNA dos novos insetos aponta para uma grande corporação com ares malignos, com um presidente-executivo com um nome familiar para os fãs mais atentos da série, a paleobotânica interpretada por Laura Dern, o paleontólogo de Sam Neill e o matemático de Jeff Goldblum precisam se unir novamente para investigar o caso.
Parece direto o suficiente, mas o roteiro faz questão de enfiar tramas paralelas ainda mais confusas e desinteressantes, como a mistura de aventura de espionagem com família disfuncional dos novos protagonistas.
Em ‘Jurassic World Domínio’, trio formado por Laura Dern como Dra. Ellie Sattler, Sam Neill como Alan Grant e Jeff Goldblum retorna à franquia
Reprodução
Vem, meteoro
Há quase 30 anos, o primeiro “Jurassic Park” dominava o mundo com personagens carismáticos em uma jornada bem definida e instigante, uma direção impecável e efeitos especiais que revolucionaram o cinema com seu ineditismo.
Desde então, não houve uma continuação sequer que tenha entendido o motivo do sucesso do original.
“Domínio” tenta se reaproximar com o reencontro dos antigos protagonistas e suas referências ainda mais descaradas ao filme dirigido por Steven Spielberg.
Bryce Dallas Howard, Isabella Sermon e Chris Pratt em cena de ‘Jurassic World Domínio’
Reprodução
O resultado, no entanto, é talvez aquele que mais se afasta, ao focar total e exclusivamente na computação gráfica usada para dar vida às criaturas – uma decisão no mínimo curiosa em uma época na qual a tecnologia pode ser vista em qualquer grande produção Hollywoodiana.
No fim, o sexto e – se os fãs do original tiverem sorte – último episódio da série parece uma sequência de esquetes e situações aleatórias costuradas meio de qualquer jeito para garantir o maior número de piadas e memes com o trio veterano.
É, sim, uma delícia ver Dern, Neill e Goldblum juntos novamente, mas eles estão longe de serem os dinossauros que garantiram o sucesso inicial da franquia. Que o estúdio finalmente a deixe chegar à extinção em paz.
Chris Pratt em cena de ‘Jurassic World Domínio’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Tatuagem no ‘tororó’ de Anitta não aumentou cachê do tatuador: ‘Acham que vou cobrar muito caro’


Lucas Maffei segue cobrando o mesmo valor de antes. Ao g1, ele ainda falou sobre ciúmes da mulher e contou o motivo de ter ficado um ano e meio sem dar entrevistas sobre o assunto. Tatuador fala sobre a tatuagem polêmica que fez no “tororó” de Anitta
Em fevereiro de 2021, Anitta publicou em seu canal no OnlyFans um vídeo em que aparece fazendo uma tatuagem na região íntima.
Um ano e meio depois, o assunto voltou à tona após um comentário do cantor sertanejo Zé Neto, dupla de Cristiano.
No palco de um show em Sorriso (MT), no dia 12 de maio, Zé Neto fez um discurso ironizando a “tatuagem no toba” de Anitta e dizendo que eles são artistas que “não dependem da Lei Rouanet”.
Sertanejos e prefeituras: como polêmica foi de ‘tororó’ de Anitta a shows investigados de Gusttavo Lima
O comentário gerou um debate envolvendo cachês e verbas públicas. Mas na outra ponta desse debate está o responsável pela tatuagem no “tororó” da cantora, como ela mesma costuma se referir ao local da tatuagem.
Lucas Maffei é o responsável pela tatuagem de Anitta
Reprodução/Instagram
Lucas Maffei tem 32 anos, mora no Rio de Janeiro, e ficou sem se manifestar sobre a tatuagem desde que ela foi feita. Mas em entrevista ao g1, ele garantiu que o silêncio não foi um pedido da cantora.
“Não, ela nunca falou nada, sempre me deixou muito livre. Nessa questão, não posso falar nada dela, porque ela sempre me deixou muito a vontade e me incentivou, na verdade. Quando saiu o vídeo, ela me mandou mensagem e falou: ‘ó, vai sair o vídeo aí’.”
“Mas foi uma questão mais porque eu não sabia se era um marketing positivo ou um marketing negativo para mim. Eu não queria ser ‘o tatuador do tororó da Anitta’, queria ser o tatuador, que as pessoas conheçam meu trabalho”, conta.
“Então fiquei meio assim de fazer esse marketing. E também muito para preservar minha família. É um negócio estranho para minha esposa, para minha filha pequena, então achei melhor dar uma recuada com isso.”
Casado há 5 anos e com uma filha de 2 anos de idade, Lucas não esconde que a mulher sentiu, sim, ciúme com os comentários gerados após a divulgação do vídeo.
“Eu acho que ela se portou muito bem. Óbvio que existe o ciúme porque existem comentários desde aquela época. Ela já está há um ano e meio recebendo essas informações, esses comentários.”
“E a qualquer lugar que eu vou, que uma pessoa saiba que tatuei a Anitta, acaba a festa e todo mundo vem falar sobre isso. Então ela já está meio cansada disso e eu entendo, né? Agora ela está muito bem, está me incentivando bastante. Não tem nenhum problema com isso.”
Quem é o tatuador da Anitta?
O tatuador Lucas Maffei
Reprodução/Instagram
Formado em Designer Gráfico, Lucas Maffei conta que desde pequeno desenhou em quadros e paredes.
O início como tatuador foi após incentivo de amigos, no período em que morou na Austrália.
“Comecei a tatuar mais ou menos como uma brincadeira”, conta ele, que recebeu de presente um kit de tatuador dos amigos.
“Comecei a treinar em pele artificial, olhando no YouTube, fui autodidata. Em três meses, eu já estava pegando a técnica e meus amigos querendo que eu tatuasse eles.”
“Então eu tinha muitas cobaias naquela época porque todo mundo queria que eu tatuasse de graças. Eles queriam só me pagar cerveja”, conta.
Lucas Maffei e uma das tatuagens que já produziu
Reprodução/Instagram
Após a primeira tatuagem, Lucas seguiu fazendo trabalhos paralelos na Austrália. Somente em seu último ano no país que começou a viver apenas do novo ofício.
Lucas ainda passou uma temporada em Portugal, e retornou ao Brasil há dois anos. E desde então, só trabalha com tatuagem. Sua especialidade é realismo, microrrealismo e fineline, sempre no preto e branco.
Detalhes sobre a tatuagem polêmica
A tatuagem em Anitta foi uma parceria com a cantora. “Ela não pagou nada”, conta Lucas, que ainda retocou outras pequenas tatuagens antigas.
“Love” foi a palavra escolhida por Anitta para eternizar na região íntima e Lucas levou cerca de 15 minutos para finalizar o trabalho.
“Foi uma tatuagem rápida porque é uma tatuagem pequena. Durou mais tempo do que deveria porque é uma tatuagem que dói um pouco, meio dolorido. Então tem que dar uma paradinha às vezes.”
Tatuagem feita por Lucas Maffei na influencer Maria Eduarda Avila
Reprodução/Instagram
Questionado se o local pode entrar em um Top 3 de regiões mais doloridas para se tatuar, ele diz:
“Pô, não tenho outras referências sem ser da Anitta. Mas com certeza, pode botar aí que é uma das mais doloridas.”
Cachê e agenda
O vídeo de Anitta rendeu mais mensagens ao tatuador do que pedidos para copiar a cantora.
“Existem muitas mensagens de pessoas querendo fazer, mas é, na verdade, em tom de brincadeira ou querendo iniciar uma conversa mesmo comigo, pelo fato de eu estar na mídia. Mas nada concreto”, diz Lucas.
O tatuador também afirmou que a agenda vem crescendo aos poucos.
“Eu acho que as pessoas acham que eu vou cobrar um valor muito caro por eu ter tatuado a Anitta. Na verdade, não é assim. Continua o mesmo preço, é o mesmo preço para todo mundo.”
Anitta não é a única famosa tatuada por Lucas, que já deixou seu trabalho na pele do skatista Luan Oliveira, das cantoras Agnes Nunes e Anaju, do empresário Miko Freitas (marido da cantora Kelly Key), da dupla de influencer Carolixas, além da influencer Maria Eduarda Avila.
O post em que Duda mostra no TikTok o resultado da tatuagem rendeu 4 mil novos seguidores no Instagram de Lucas. O valor do desenho no braço com a imagem de uma onça entre flores é de R$ 2,8 mil.
Com esses 4 mil novos seguidores somados aos outros 4 mil que chegaram na rede do tatuador após a fala de Zé Neto, Lucas soma 21 mil fãs na rede social.
“Esse número ainda não está se transformando em agendamento a longo prazo. Ainda não. Mas com o tempo isso vai começar a acontecer. É meio impactante o número de seguidores. Então acho que é favorável para mim.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Lei não prevê ‘guarda provisória’ descrita por Carol Nakamura no caso do garoto que morou com ela, dizem especialistas


Atriz afirmou que estava há três anos com menino, que pediu para voltar a morar com a mãe biológica. Processo de adoção deve levar no máximo 120 dias e conta com curso preparatório para pais adotivos. Carol Nakamura fala que não tinha guarda de Wallace
Reprodução/Instagram/carol_nakamura
A lei não prevê a existência de uma “guarda provisória” como a descrita pela atriz Carol Nakamura em vídeos nos quais fala sobre Wallace, garoto que abrigou pelos últimos três anos, afirmam especialistas em adoção ouvidos pelo g1.
Nesta quarta-feira (1º), em uma série de publicações no Instagram, ela falou que não tinha a guarda do menino. No entanto, um dia antes, ao comentar a escolha da criança por voltar a morar com a mãe, tinha afirmado que existia uma guarda provisória, já encerrada.
A juíza Noeli Reback, que atua no Tribunal de Justiça do Paraná e integra o Fórum Nacional da Infância e da Juventude do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não pode comentar casos específicos, mas diz que “não existe uma guarda temporária para pessoas que não têm vínculos biológicos com os responsáveis”.
“Se ela (uma pessoa) tem uma guarda, mas não tem os vínculos biológicos, é uma adoção irregular. É exatamente essa que a legislação vê como um risco para a criança.”
O g1 tentou contato com Nakamura pelas redes sociais e por sua agência, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.
O processo de adoção deve levar no máximo 120 dias, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e envolve uma série de medidas para proteger o jovem.
“No caso de adoção não existe guarda provisória, existe apenas guarda para fins de adoção”, afirma a presidente da Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção (Angaad), Sara Vargas.
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o processo de adoção:
Como é o início de um processo de adoção?
O primeiro passo é reunir a documentação necessária e visitar uma Vara da Infância e Juventude. Lá, os interessados na adoção podem tirar outras dúvidas. Ajuda também o cadastro no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) do CNJ.
Em seguida, os futuros pais adotivos receberão contato de uma equipe da Vara, geralmente um psicólogo e um assistente social, que darão início a um processo de entrevistas e visitas domiciliares.
Como fazer para adotar uma criança que você já conhece?
“Se a mãe biológica ou o guardião legal está de acordo com a adoção, eles devem ir à Vara da Infância e Juventude e afirmar que estão de acordo. O provável é que o Poder Judiciário faça o estudo psicossocial de quem vai adotar e o estudo da criança. Eles fazem também que quem vai adotar frequente um curso preparatório”, afirma Vargas.
Isso não se aplica a bebês, no entanto. Nesse caso, o Judiciário considera que não há vínculo com a criança e os interessados na adoção devem esperar a ordem da fila do SNA.
Quais as medidas de proteção à criança?
Todo o processo é feito para proteger o jovem adotado. O curso obrigatório é um exemplo.
“Ele serve exatamente para evitar essas situações que a Carol narra”, diz Vargas, em referência ao comportamento relatado pela atriz, de que Wallace pedia para ir à casa da mãe sempre que confrontado com regras.
“Esse tipo de comportamento é normal para crianças que sofreram situações de violência e abandono. São traumas e têm impacto nos seus comportamentos. Por isso é tão importante fazer o preparo das famílias adotivas, para que elas aprendam a lidar.”
Depois da adoção, a criança ainda é acompanhada por mais seis meses por representantes do Judiciário, da Instituição de Acolhimento onde ela estava antes ou de grupos de apoio da adoção. Os pais também devem buscar apoio.
“Esse tipo de situação é um desserviço para os direitos da criança e do adolescente porque isso gera um pânico em quem quer adotar ou até em quem já está no processo. E isso não é assim, não acontece dessa forma. Há todo um preparo, tanto da família quanto da criança que está para adoção, e há todo um amparo para eles”, conta Vargas.
É comum que a criança ou adolescente peçam para deixar a família adotiva?
“É extremamente incomum. É a raridade das raridades”, afirma ela.
“Se a criança realmente, em raríssimas situações, depois de passar por psicólogo e não conseguir se adaptar à nova família, ela vai voltar para a Instituição de Acolhimento. Nunca de volta à família biológica. Porque se ela foi tirada da família biológica é porque ela estava sofrendo alguma violação de direitos”, diz Vargas.
“O juiz vai determinar que ela vá temporariamente ou para uma família acolhedora ou para uma Instituição de Acolhimento. Enquanto eles fazem um estudo psicossocial para verificar se houve uma mudança significativa nessa família de origem. Se não houve, essa criança continua no Sistema Nacional de Adoção e vão procurar uma nova família adotiva para ela.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Joss Stone canta para 4 mil pessoas em show à vontade e cheio de improviso em SP


Cantora inglesa deixou setlist de lado e atendeu pedidos do público acompanhada por sua competente banda. Céu fez abertura do show nesta quarta (1º), após KT Tunstall cancelar vinda. O tempo passa, mas a voz de Joss Stone segue impactante. Em 2023, ela completa 20 anos de carreira, mas os agudos e as brincadeiras típicas do soul que a tornaram uma estrela continuam chamando atenção.
Pensando em hits, há uma grande dificuldade de emplacar sucessos tão expressivos como “Super Duper Love”, do começo da carreira, mas o que a cantora inglesa faz no palco não é brincadeira.
Descalça como de costume, Joss subiu ao palco do Espaço Unimed, nesta quarta (1°), soltinha e feliz para cantar para 4 mil pessoas.
Céu fez a abertura com apresentação do álbum “Um Gosto de Sol”, após KT Tunstall cancelar de última hora por questões de saúde.
Joss já esteve no Brasil outras cinco vezes e para shows muito maiores, como no Rock in Rio 2011, mas o público menor não parecia ser nenhum problema.
Logo depois de abrir com “Free Me”, Joss olhava para o público como se custasse a acreditar que estava todo mundo ali. Efeito da pandemia ou um charminho para conquistar ainda mais a galera?.
A turnê é do oitavo álbum de estúdio, “Never Forget My Love”, com músicas mais românticas, lançado em fevereiro, e ela leva a sério a missão de mostrar as novas músicas.
Depois de cantar a faixa-título, a inglesa de 35 anos brinca com o público: “Vocês ouviram o álbum? Que fofos!”.
“Oh to Be Loved by you” é outra da nova leva e é dedicada ao namorado Cody DaLuz, que é músico e ex-militar norte-americano. Eles tiveram a primeira filha, Violet, há um ano.
Improvisos e descontração
Joss Stone improvisa para atender pedidos de fãs em show em São Paulo
Rafael Strabelli /Espaço Unimed
À vontade, Joss toma um cházinho como boa inglesa que é, enquanto conversa com o público entre uma música e outra.
É nesse clima que começam a surgir os pedidos da plateia, como “Teardrops”, do álbum “The Soul Sessions. Vol 2”, de 2012.
“Eu não lembrava uma única palavra hoje dessa música, mas a gente pode tentar… Se der errado, tudo bem, é a vida”, diz, dando de ombros.
Ela pede ajuda para a galera e, com o primeiro verso, lembra de tudo e canta como se a música nunca tivesse saído do setlist.
É nítido que Joss está feliz e curtindo a apresentação, tanto que muda a ordem do repertório e não se importa em dizer que vai combinar “a próxima” com os músicos na hora.
“The Love We Had”, do mesmo álbum, é outro pedido que Joss atende prontamente, mas dessa vez à capella e mostra, mais uma vez, como canta bem.
Depois, ela volta a olhar para o setlist e vai tirando o que estava programado. “Huum, vocês não precisam dessa, nem dessa”, diz até atacar com “Super Duper Love”, seu maior sucesso.
Ela ainda faz o medley de soul com “Midnight Train”, “Say a Little Player” e “Man’s World”, outro momento em que a banda se destaca, e termina, no bis, com “You Had Me”, “Music” e “Right To Be Wrong”.
Radiante é uma palavra boa para definir o estado que Joss deixou o palco nesta quarta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Carol Nakamura diz que não tinha guarda de menino que morou com ela por três anos


Garoto pediu para voltar a morar com a família biológica. Em vídeos, atriz falou que tinha autorização da mãe da criança para que ele morasse em sua casa e fosse à escola. Carol Nakamura fala que não tinha guarda de Wallace
Reprodução/Instagram/carol_nakamura
Carol Nakamura afirmou nesta quarta-feira (1º) que não tinha guarda do garoto Wallace, que morou com ela por três anos antes de pedir para voltar a viver com a mãe biológica.
“Uma das coisas super importantes: realmente, a guarda do Wallace eu não tenho. Agora, a autorização da mãe biológica dele, para que ele fosse à escola e estivesse na minha casa e falasse dele aqui eu tenho”, afirma a atriz em publicações em seu perfil no Instagram, um dia após usar a rede social para falar sobre a decisão do menino.
Nos vídeos, ela explica por que não adotou legalmente a criança. “Simples, porque ele tem uma mãe biológica. Ele tem 9 anos de idade, ou seja, tem 9 anos de convívio com essa família biológica”, diz ela.
Segundo ela, foi a mãe de Wallace, uma mulher portadora de “um problema de saúde muito sério” que a obriga a passar por muitas internações, quem teve a ideia de passar a guarda a Carol, e que no início não existia a ideia de adoção.
“Existia tentar ajudar, de alguma forma, uma criança que nunca tinha ido à escola a ser alfabetizada. Depois com o tempo, é claro que o Wallace começou a me chamar de mãe, a chamar o Guilherme de pai. Ele gostava muito de ficar aqui. Então as coisas foram progredindo para o outro lado.”
‘Guarda provisória’
Na terça, a atriz tinha afirmado que tinha uma “guarda provisória” de Wallace que tinha terminado.
Ela contou que conheceu Wallace durante uma ação social que fazia no lixão de Gramacho, na região metropolitana do Rio de Janeiro, há três anos.
Ao descobrir que ele, então com 9 anos, nunca tinha ido à escola, pediu permissão para a avó do garoto se poderia levá-lo para sua casa para que pudesse estudar.
Nesse tempo, Wallace teria entendido que a guarda provisória estava vencida e que então pediu para voltar a morar com a mãe, o que a pegou de surpresa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo Maranhão abre ‘Mercado das flores’ com promoção de jongo ibérico


Artista carioca lança single ‘Ana Luiza’ como primeira amostra de álbum audiovisual. ♪ Quarto álbum da discografia solo de Rodrigo Maranhão, Mercado das flores será aberto ao público a partir de 24 de junho em edição do selo MP, B Discos distribuída via Som Livre. Trata-se de registro audiovisual que compila a obra autoral deste artista carioca apresentado como compositor por Fernanda Abreu há 22 anos no álbum Entidade urbana (2000).
Para quem não liga o nome ao som, Maranhão é o parceiro de Fernanda na música Baile da pesada (2000). Na sequência, o compositor foi projetado nas vozes de cantoras como Maria Rita e Roberta Sá.
Música eleita para ser o primeiro single de Mercado das flores, álbum audiovisual gravado no estúdio Visom Digital em 9 de julho de 2021 sob direção de Fernando Young e Henrique Aqualo, Ana Luiza (2018) é música lançada originalmente pela cantora Anna Ratto no álbum Tantas (2018) em gravação feita em compasso de valsa com o toque do Quinteto da Paraíba.
Na voz de Rodrigo Maranhão, Ana Luiza vira o que Maranhão descreve como “jongo com influências ibéricas”, gravado com Marcelo Caldi na sanfona, Pedro Franco no bandolim e Pretinho da Serrinha na percussão, além do próprio Rodrigo Maranhão no violão.
O single Ana Luiza chega ao mundo digital na sexta-feira, 3 de junho. Rodrigo Maranhão assina com Marcelo Caldi a produção musical deste registro audiovisual que sucede os álbuns Bordado (2008), Passageiro (2010) e Itinerário (2015) na discografia solo do artista.
Capa do single ‘Ana Luiza’, de Rodrigo Maranhão
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Johnny Depp x Amber Heard: veja cada ponto julgado e entenda por que ator ganhou mais que atriz

Atriz foi condenada a pagar US$ 10 milhões para o ex-marido. Ela também deve receber US$ 2 milhões dele. Júri avaliou três declarações de cada lado que eles consideravam difamatórias. Johnny Depp ganha processo por difamação contra ex-mulher
No julgamento em que Amber Heard e Johnny Depp foram condenados por difamar um ao outro, nesta quarta-feira (1), o júri avaliou seis declarações, três feitas por Amber Heard e outras três feitas por um advogado de Johnny Depp.
Casados entre 2015 e 2017, Depp e Amber se processavam mutuamente por difamação: ele alegava que a atriz o difamou em um artigo do jornal “The Washington Post” sobre abuso doméstico publicado em 2018; ela, por sua vez, disse ter sido difamada por um antigo advogado do ator.
Apesar da condenação dos dois, a sentença foi mais desfavorável a ela.
O júri concordou com os três pontos que o ator considerava difamatórios, e a atriz foi condenada a pagar US$ 10,35 milhões, em razão de limites legais da Virgínia.
Já entre as três declarações do advogado de Depp, Adam Waldman, apenas uma foi considerada difamatória pelo júri. Por isso ele foi condenado a pagar US$ 2 milhões.
O júri considerou que Amber Heard estava difamando o ator nos três trechos do artigo ao acusá-lo de abuso doméstico, e que ela agiu com “malícia”, sabendo que as declarações eram falsas.
Portanto, duas declarações em que o advogado de Depp afirmava que Heard estava mentindo não foram consideradas difamatórias.
A única vitória de Amber Heard diz respeito a uma fala do advogado que acusava a atriz de ter criado uma emboscada para incriminar o ex-marido durante uma briga em 2016.
Veja abaixo quais foram as declarações e as decisões
Declarações de Amber Heard no jornal que Johnny Depp considerava difamatórias:
“Eu me manifestei contra a violência sexual – e enfrentei a ira de nossa cultura. Isso tem que mudar (era a manchete do artigo)” – O júri considerou difamação.
“Então, dois anos atrás, tornei-me uma figura pública representando abuso doméstico e senti toda a força da ira de nossa cultura pelas mulheres que se manifestam” – O júri considerou difamação.
“Tive a rara vantagem de ver, em tempo real, como as instituições protegem homens acusados ​” – O júri considerou difamação​
Declarações do advogado de Johnny Depp que Amber Heard considerava difamatórias:
“Amber Heard e seus amigos na mídia usam alegações falsas de violência sexual como espada e escudo, dependendo de suas necessidades. Eles selecionaram alguns de seus ‘fatos’ de fraude de violência sexual como a espada, infligindo-os ao público e ao Sr. Depp” (8 de abril de 2020) – O júri não considerou difamação.
“Chegamos ao início do fim da farsa de abuso da Sra. Heard contra Johnny Depp” (27 de abril de 2020) – O júri não considerou difamação.
“Simplesmente isso foi uma emboscada, uma farsa. Eles armaram o Sr. Depp chamando a polícia, mas a primeira tentativa não funcionou. Os policiais chegaram às coberturas, revistados e interrogados minuciosamente, e saíram depois de não verem nenhum dano ao rosto ou à propriedade. Então, Amber e suas amigas derramaram um pouco de vinho e desarrumaram o lugar, colocaram suas histórias diretamente sob a direção de um advogado e publicitário e, em seguida, fizeram uma segunda ligação para o 911.” (27 de abril de 2020 – declaração se referia a uma suposta briga entre Depp e Heard em maio de 2016) – O júri considerou difamação.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Câmara aprova MP que autoriza empresas a oferecer remarcação ou crédito, até o fim de 2023, por eventos cancelados na pandemia

Medida provisória, já em vigor, retira obrigação de que organizadores façam reembolso em dinheiro para os consumidores nesse período. Texto será analisado pelo Senado. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º), por 340 votos a 10, a medida provisória (MP) que prorroga, até o fim de 2023, a permissão para que empresas ofereçam crédito ou remarcação para shows, festivais e reservas turísticas cancelados ou adiados devido à pandemia da Covid-19.
Pelo texto, a empresa deve assegurar a remarcação dos serviços ou a disponibilização em crédito para compras futuras. Se isso acontecer, a firma não precisa oferecer o reembolso em dinheiro como opção.
A MP afirma que tanto o crédito quanto a remarcação do serviços podem ser utilizados pelo consumidor até o fim de 2023. O texto segue agora para análise do Senado.
A proposta vale para adiamentos ou cancelamentos de serviços, de reservas e de eventos – como shows e espetáculos – que estavam marcados para o período entre 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2022.
O reembolso aos consumidores só é obrigatório caso a empresa não consiga oferecer a remarcação dos serviços ou a disponibilização do crédito nos seguintes prazos:
até 31 de dezembro de 2022, para os cancelamentos realizados até 31 de dezembro de 2021; e
até 31 de dezembro de 2023, para os cancelamentos realizados de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2022.
Caso o consumidor tenha adquirido o crédito até o dia 21 de fevereiro de 2022, data da publicação da MP, ele poderá ser usado até o fim de 2023 – ainda que o cancelamento tenha sido realizado em 2021.
Editada pelo governo em fevereiro deste ano, a MP atualiza uma lei sancionada em 2020 pelo presidente Jair Bolsonaro, que originalmente vinculava as regras ao decreto de calamidade pública, que perdeu a eficácia no dia 31 de dezembro de 2020.
O relator da matéria, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), incluiu em seu relatório a previsão de que a lei seja adotada sempre que a União reconheça emergência de saúde pública de importância nacional.
“Embora não desejemos passar novamente por situação semelhante à dos dois últimos anos, não se pode mais desconsiderar a funesta possibilidade de que novas epidemias e pandemias venham, no futuro, a afetar o tecido econômico do País”, argumentou.
Segundo ele, com essa previsão, “disporemos em nosso ordenamento jurídico de instrumento legal pronto a ser utilizado para o apoio aos setores de turismo e de cultura, sem a necessidade de apreciação legislativa de novas propostas.”
Artistas e palestrantes
As regras também valem para artistas, palestrantes e outros profissionais de conteúdo contratados entre 1º de janeiro de 2020 e 31 de dezembro de 2022 que precisaram adiar ou cancelar seus eventos.
Neste caso, os profissionais também estão dispensados da obrigação de reembolsar os cachês, desde que o evento seja marcado até o fim de 2023.
Se as participações não forem remarcadas no prazo, o valor recebido será restituído, com atualização monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E):
até 31 de dezembro de 2022 para cancelamentos realizados até o fim de 2021;
até 31 de dezembro de 2023 para os cancelamentos feitos em 2022.
O texto também anula as multas por cancelamento de contrato emitidas até 31 de dezembro de 2022, desde que o evento tenha sido cancelado devido às medidas de isolamento social adotadas para o combate à pandemia da Covid-19.

Fonte: G1 Entretenimento