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Receita de canjica saudável com especiarias

Com a chegada do outono, nada melhor do que uma receita quentinha que mata a vontade de comer doce! O Chef Thiago Medeiros, da Simplesmente, ensina como fazer uma canjica vegana saudável para esquentar a gente nos dias mais frios! Confira abaixo a receita:

E MAIS: Torta de limão integral vegana: aprenda a receita saudável

Receita de canjica com especiarias

Ingredientes

200 g de canjica
1 litro e meio de leite de inhame
100 ml de leite de coco
250 g de açúcar demerara orgânico
150 g de amendoim
Meia fava de baunilha
15 g de canela em pó
5 g de cravo
1 pitada de noz moscada
1 ramo de tomilho-limão

Modo de preparo

Cozinhe o milho no leite de inhame e leite de coco por aproximadamente 45 minutos ou até ficar macio. Na metade do cozimento, adicione as especiarias e o tomilho-limão. Em uma frigideira, toste o amendoim, quebre grosseiramente e disponha por cima da canjica.

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CASA CINCO ESTRELAS: INSPIRE-SE NA DECORAÇÃO DOS HOTÉIS DO RIO

Se não dá para viver num hotel de luxo a vida inteira, que tal se inspirar em alguns para caprichar no décor de casa? Selecionamos alguns dos hotéis do Rio com as decorações mais bacanas da região. Um exemplo é o Mama Shelter (foto), em Santa Teresa | Francis Amiand

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Cesárea agendada deixa bebê mais propício a apresentar problemas de saúde

É um direito da mulher decidir sobre o seu tipo de parto, assim como é também um direito dela se munir de todas as informações antes de fazer essa escolha. É importante saber que marcar aleatoriamente o dia para a criança nascer, por exemplo, pode trazer prejuízos para a saúde dela e do bebê. “Quando a criança dá sinal de que está pronta, ela está preparada para se alimentar fora do ventre, controlar a glicemia, a temperatura corporal e os órgãos estão maduros. Tirá-la de uma hora para outra, em um procedimento que dura cerca de 30 minutos, pode prejudicar a saúde dela aqui fora”, explica o pediatra Carlos Eduardo Correa, conhecido como Cacá (SP).

Quando a mãe começa a sentir as contrações, o organismo libera o hormônio corticoide que ajuda no amadurecimento do pulmão, último órgão a se formar no bebê. “É por isso que precisamos esperar o tempo natural de tudo para minimizar riscos de a criança precisar de oxigênio artificial, por exemplo, que pode causar problemas respiratórios no futuro em bebês que nasceram prematuros”, alerta o pediatra.

Quando o bebê dá sinais de que chegou a hora, o trabalho de parto se iniciaespontaneamente e pode resultar em um parto normal ou em uma cesariana, caso seja necessário. O problema é que grande parte das cirurgias obstétricas realizadas no Brasil é feita de forma eletiva, ou seja, sem fatores de risco que justifiquem o procedimento, e antes da criança emitir qualquer sinal de que está pronta. Essa quantidade de cirurgias feitas sem indicação deixa o país na segunda posição dos que mais realizam cesáreas no mundo. Enquanto a Organização Mundial da Saúde estabelece em até 15% a proporção de cesáreas, no Brasil, esse percentual é de 56%. Na rede particular, a cirurgia representa 84% dos nascimentos, contra 40% da rede pública.

Mais saúde, menos risco

Estudos mostram que crianças nascidas entre a 37 ª e a 38ª semana de gestação são mais frequentemente internadas em UTI neonatal, apresentam problemas respiratórios, maior risco de mortalidade e déficit de crescimento.Segundo o Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sisnacs), as complicações relacionadas com a prematuridade são a primeira causa de morte neonatais e infantis em países de renda média e alta, incluindo o Brasil.  Depois que o Conselho Federal de Medicina divulgou uma nova regra que determina que o parto cesárea só pode ser feito a partir da 39ª semana, o número de cesáreas feitas antes dessa idade gestacional diminuiu, mas ainda não é o ideal. “A recomendação é que o nascimento aconteça entre a 39ª até 41ª semana. Esse final da gestação é importante porque permite maior ganho de peso, mais maturidade cerebral e pulmonar para o bebê”, esclarece o pediatra.

O ginecologista e obstetra Igor Padovesi, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), informa que entrar em trabalho de parto espontâneo também tem uma série de benefícios para a mulher, sobretudo se ele terminar em um parto normal, que diminui em até seis vezes o risco de complicações graves, se comparado as cesáreas realizadas sem indicação. “As contrações de expulsão liberam o hormônio ocitocina que ajuda na descida do leite, preparando a mãe para amamentação”, explica o obstetra.

Quem espera, espera

Para chamar a atenção sobre o direito de nascer na hora certa e ajudar a diminuir o número de cesáreas eletivas, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) acaba de criar a campanha Quem Espera, Espera. O objetivo da iniciativa, lançada nesta quarta-feira (19) é dar visibilidade ao tema e sensibilizar os brasileiros, especialmente mulheres e suas famílias, sobre a importância de aguardar o início do trabalho de parto. “Esperar é a única maneira 100% segura de saber que o bebê está pronto para nascer. Esse processo traz uma série de benefícios para a mãe e o bebê. Privá-los do trabalho de parto, por meio de cesarianas eletivas, pode gerar consequências negativas para a saúde de ambos”, diz Gary Stahl, representante do UNICEF no Brasil. No site da campanha www.quemesperaespera.org.br, há dados, pesquisas e uma série de filmes de quem apoia essa causa, como a atriz Heloísa Périssé. Há também depoimentos de mães e espaço para as mulheres enviarem suas experiências sobre o parto de seus filhos e dar dicas para ajudar futuras mães a entender melhor a importância da espera.

Por isso, apesar da ansiedade ser uma emoção comum no final da gestação, o melhor que você pode fazer pelo seu bebê é aguardar ele dar o sinal de que está pronto para ir para os seus braços.

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Atrizes de ‘Novo Mundo’ dão detalhes da adaptação aos cabelos compridos

Se o look do dia tem sempre muito glamour, maquiagem e acessórios, imagina o do século XIX ? Em Novo Mundo, atrizes como Isabelle Drummond, Giullia Buscacio, Agatha Moreira e Vanessa Gerbelli entraram de corpo e alma em seus personagens e a primeira grande mudança já começou pelos cabelos. Na telinha, podemos conferir um estilo liso-clássico de Anna (Isabelle Drummond), cachos naturais de Domitila (Agatha Moreira), um estilo meio gata borralheira de Maria Amália (Vanessa Gerbelli) e até um cabelón de índia de Jacira (Giullia Buscacio). Ao Gshow, elas falam um pouco dessa mudança e como o novo visual ajuda a compor suas personagens.

Isabelle Drummond precisou colocar aplique e mudar o tom dos fios (Foto: César Alves/TV Globo)Isabelle Drummond precisou colocar aplique e mudar o tom dos fios (Foto: César Alves/TV Globo)

Isabelle Drummond precisou colocar aplique e mudar o tom dos fios (Foto: César Alves/TV Globo)

“A Anna poderia ser até uma hippie da época. Ela tem muita personalidade e segue o que está dentro dela. Eu estou usando aplique faz tempo e já estou acostumada. Mas essa cor, não. Eu tinha muito interesse, inclusive. Eu gosto de viver coisas diferentes”, explica Isabelle.

Giullia Buscacio comenta que o cabelão dá trabalho! (Foto: Globo/ César Alves)Giullia Buscacio comenta que o cabelão dá trabalho! (Foto: Globo/ César Alves)

Giullia Buscacio comenta que o cabelão dá trabalho! (Foto: Globo/ César Alves)

“Achei muito boa essa mudança e se encaixa perfeitamente na Jacira. Ainda estou me acostumando com o cabelão. É muito difícil na vida, porque ele é muito, muito, comprido. Por isso, virei adepta dos coques”, comenta Giullia.

Agatha Moreira já teve o cabelo deste comprimento na adolescência (Foto: Isabella Pinheiro/ Gshow)Agatha Moreira já teve o cabelo deste comprimento na adolescência (Foto: Isabella Pinheiro/ Gshow)

Agatha Moreira já teve o cabelo deste comprimento na adolescência (Foto: Isabella Pinheiro/ Gshow)

“Pintei o cabelo e coloquei o megahair. Demoramos entre 10 e 11 horas para terminar tudo. Mas eu estou gostando. Já tive o cabelo assim, só que com 14 anos. Eu adoro essa parte da caracterização. Muda muito o que eu enxergo da personagem, já que posso me ver como ela”, conta Agatha.

Vanessa Gerbelli nunca usou fios tão longos! (Foto: TV Globo)Vanessa Gerbelli nunca usou fios tão longos! (Foto: TV Globo)

Vanessa Gerbelli nunca usou fios tão longos! (Foto: TV Globo)

“O processo dura umas seis horas. Estou bem acostumada, apesar de nunca ter colocado um cabelo tão grande, de 70cm!”, diz Vanessa.

 

 

Fonte: g1.globo.com