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Morte de Gabriel Diniz completa três anos, e missa é transmitida nesta sexta-feira (27)


Artista morreu vítima de um acidente aéreo em Sergipe, em 2019. Missa acontece nesta sexta-feira (27), às 18h, na Paróquia São Joaquim, em João Pessoa. Gabriel Diniz no clipe de ‘A Casa Chora’
Reprodução/YouTube/Gabriel Diniz
Nesta sexta-feira, 27 de maio, completam-se três anos da morte do cantor Gabriel Diniz. O artista faleceu em 2019, vítima de um acidente aéreo em Sergipe. Em memória dele, uma missa será realizada em João Pessoa, com transmissão ao vivo pela internet.
‘GD’, como era popularmente conhecido, nasceu em Campo Grande (MS), mas foi criado em João Pessoa (PB), onde morava, e teve uma banda com amigos da escola.
A carreira como cantor deslanchou e o fez ficar conhecido em todo o Brasil em 2018, com o hit ‘Jenifer’.
Sua música “Paraquedas”, com Jorge e Mateus, teve 18 milhões de visualizações no YouTube, e “Acabou, acabou”, com Wesley Safadão, chegou a ter 62 milhões de visualizações.
O pai de Gabriel Diniz convidou a todos os fãs e amigos para acompanhar a transmissão ao vivo da missa em homenagem ao artista, nesta sexta (27), em seu canal no YouTube. A celebração acontece presencialmente, às 18h, na Paróquia São Joaquim, em João Pessoa.
Cizinato Diniz também agradeceu pelas mensagens de carinho que vem recebendo durante os últimos três anos
Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que mantêm a memória do meu filho sempre em evidência, pois sei que ele vive e se alegra com tantas demonstrações de carinho que recebe diariamente”, disse.
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Relembre o caso
28 de maio: Familiares e amigos se emocionam durante o velório do cantor Gabriel Diniz, em João Pessoa. Conhecido pelo hit ‘Jenifer’, Gabriel morreu na queda de um avião de pequeno porte junto com outras duas pessoas no interior de Sergipe
Diogo Almeida/G1
O acidente aéreo que vitimou Gabriel Diniz aconteceu no dia 27 de maio de 2019, no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe. Na tragédia, também morreram Linaldo Xavier e Abraão Farias, pilotos e diretores do Aeroclube de Alagoas.
O corpo de GD foi velado no dia 28 de maio de 2019, no estádio O Ronaldão, em João Pessoa. No velório, além de familiares, amigos e fãs do cantor, estavam presentes o cantor Matheus, da dupla Matheus e Kauan, a influenciadora paraibana Gkay.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Obi-Wan Kenobi’: diretora fala sobre evolução do personagem e sua relação com Darth Vader


Em entrevista ao g1, Deborah Chow explica por que trouxe Hayden Christensen de volta como o vilão, mas faz mistério sobre participação de James Earl Jones na série, que estreia nesta sexta (27). Direitora de ‘Obi-Wan Kenobi’, Deborah Chow fala sobre série, Darth Vader e fãs
Depois de 17 anos sem encarnar um dos mestres jedis mais conhecidos do universo “Star Wars”, Ewan McGregor retorna ao personagem em série própria, “Obi-Wan Kenobi”.
Mas ele não volta sozinho na produção, cujos dois primeiros episódios estreiam nesta sexta-feira (27) na plataforma de vídeos Disney+.
A seu lado, ou melhor, do outro lado está Hayden Christensen, que deu vida ao grande antagonista da saga, Anakin Skywalker/Darth Vader.
Ewan McGregor em cena de ‘Obi-Wan Kenobi’
Divulgação
A relação da dupla, mesmo passado tanto tempo, é central à nova série da franquia, tanto que garantiu a volta do ator que vestirá a armadura preta.
“Enquanto trabalhávamos no personagem do Obi-Wan, é muito difícil não lembrar do Anakin e do Vader, quando você olha de onde ele partiu em ‘A vingança dos Sith'”, conta em entrevista ao g1 a diretora e responsável pela produção, Deborah Chow. Assista ao vídeo acima.
“Ele (Obi-Wan) sempre carrega um peso e um fardo em relação ao que aconteceu ao final daquela história. Está tudo muito carregado no personagem de Hayden. Essa foi a razão principal para trazê-lo de volta.”
Hayden Christensen em cena de ‘Obi-Wan Kenobi’
Divulgação
A única esperança
A história de “Obi-Wan Kenobi” se passa dez anos depois do final de “A vingança dos Sith” (2005). Nela, o mestre jedi que teve de enfrentar o próprio discípulo/melhor amigo está escondido, enquanto observa à distância o crescimento de um certo Luke Skywalker.
Para assegurar sua segurança, no entanto, ele talvez tenha de enfrentar os inquisidores, uma nova tropa de elite do maligno Império Galáctico com a missão de caçar os antigos cavaleiros.
Até por isso, a diretora explica que a série está mais ligada ao terceiro capítulo da segunda trilogia do que aos filmes originais. A nova trama, então, explora as transformações do próprio Obi-Wan, de um mestre amargurado ao lacônico professor do filme de 1977, que deu origem a tudo.
“Vindo de ‘A vingança dos Sith, o Obi-Wan está tão angustiado. Tudo o que aconteceu com o Anakin e a Ordem 66. Então, até a hora que chegamos a ‘Uma nova esperança’, meio que temos a calma e a paz do Sir Alec Guinness”, diz Chow.
“Realmente uma das grandes perguntas que fizemos foi como ele partiu daquilo a ‘Uma nova esperança’. Esse foi um dos pontos iniciais de por que achamos que tínhamos uma história.”
Ewan McGregor em cena de ‘Obi-Wan Kenobi’
Divulgação
É preciso fé
O retorno de Vader à franquia não é exatamente novidade. Em “Rogue One: Uma história Star Wars” (2016), o imponente vilão já tinha dado as caras em uma das melhores sequências do filme.
No entanto, mesmo sem Christensen dentro da armadura e do capacete, a voz icônica de James Earl Jones, ator responsável pela dublagem do personagem em todos os filmes, esteve presente. Ainda assim, Chow desconversa sobre o retorno americano de 91 anos.
“Como tudo o que está relacionado ao Vader, geralmente menos é mais. Então, acho que vocês vão precisar esperar com Vader. Mas obviamente estamos tentando fazer jus ao personagem.”
Para “Obi-Wan Kenobi”, a cineasta usou os conhecimentos adquiridos durante as gravações dos dois episódios que dirigiu na primeira temporada de “The Mandalorian”.
Rupert Friend em cena de ‘Obi-Wan Kenobi’
Divulgação
Mais do que a tornar a primeira mulher a dirigir uma obra com atores da saga em 42 anos, o trabalho lhe garantiu o convite depois que Stephen Daldry deixou um projeto de um filme com o personagem.
“Eu trabalhei consideravelmente com aquele time inteiro e, quando terminamos — eu acho que isso apareceu alguns meses depois — eu fui encontrar com eles”, conta a canadense, mais conhecida por trabalhos para a TV.
“Acho que, uma das coisas que ajudou demais, ao ter feito ‘The Mandalorian’, foi que eu obviamente já tinha estudado e feito parte de toda aquela galáxia. Então eu apenas trouxe junto muito do conhecimento que eu já tinha conseguido.”
Os dois primeiros episódios de “Obi-Wan Kenobi” são lançados nesta sexta, mas os quatro demais serão lançados semanalmente toda quarta-feira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jovem Dionísio é a única banda no top 50 do Brasil e a primeira a liderar o ranking desde 2018


Parada de streaming é dominada por artistas solo e duplas. ‘Acorda, Pedrinho’ é um feito raro que não ocorria desde ‘Meu abrigo’, do Melim. Veja lista com todas as músicas que já foram nª1. Jovem Dionísio no clipe de ‘Acorda, Pedrinho’
Divulgação
A história de “Acorda, Pedrinho” é toda inusitada. A letra, inspirada em um senhor que dormia e jogava sinuca em um bar em Curitiba, e o som, pop alternativo, fogem da curva das paradas. E mais: a chegada de uma banda em 1º lugar é um feito raro no ranking de streaming do Brasil.
Ouça abaixo, no podcast g1 ouviu, como nasceu “Acorda, Pedrinho”:
LEIA MAIS: ‘Acorda, Pedrinho’: Jovem Dionísio explica origem da música nº1 no Brasil
O quinteto curitibano Jovem Dionísio, com formação ao estilo do século passado, que inclui vocalista, baixista, baterista, guitarrista e tecladista, é a única banda no top 50 diário nacional do Spotify hoje.
É preciso ir além do ranking de 50 faixas apresentado no aplicativo e ir buscar o top 200, disponível só no site Spotify Charts, para achar a próxima banda: a americana Imagine Dragons, lá na 80ª posição, com “Enemy”.
A última vez que uma banda chegou ao topo do Spotify no Brasil foi em agosto de 2018, quando “Meu Abrigo”, do trio fluminense Melim, ficou no número 1 durante dois dias.
Como “Acorda, Pedrinho” está há seis dias em primeiro lugar, ela já tirou facilmente o posto de “Meu abrigo” de faixa de uma banda que mais tempo liderou o ranking de streaming no país.
Banda curitibana Jovem Dionísio reabre programação de shows na Ópera de Arame em Curitiba
Felipe Fonseca
Tanto o Melim quanto o Jovem Dionísio têm influências de pop-rock, estilo em que o formato de banda é mais comum e que caiu nas paradas do Brasil desde a década passada. Sertanejo, funk e forró são os campeões.
Das 94 músicas que já chegaram ao primeiro lugar do Spotify no Brasil desde que o ranking começou a ser divulgado, em janeiro de 2017, apenas duas são de bandas. As outras 92 duplas ou artistas solo. Veja a lista abaixo. Ela considera os artistas principais de cada lançamento, no caso de parcerias.
Algumas observações: Barões da Pisadinha é uma dupla de forró, não uma banda. O formato de banda também não se encaixa no Major Lazer, trio de DJs que teve hits com Anitta e Pabllo Vittar no Brasil, e no grupo vocal Blackpink, que gravou “Sour candy” com Lady Gaga.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Stranger things’ tem 4ª temporada sobre traumas com respostas e terror, dizem criadores da série


Em entrevista ao g1, Matt e Ross Duffer falam sobre gravação na pandemia, maturidade dos protagonistas e influências, de ‘Goonies’ e ‘E.T.’ na 1ª temporada a ‘Hora do pesadelo’ e ‘Hellraiser’. Veja entrevista com os irmãos Duffer, os criadores de ‘Stranger things’
A turma de fofos protagonistas de “Stranger things” já enfrentou monstros parecidos aos de “Alien”, um inimigo gigantesco de fumaça e criaturas feitas da carne de pessoas consumidas. Na quarta (e penúltima temporada) até há um grande novo vilão – mas o que os personagens devem mesmo superar são os fantasmas do passado.
G1 já viu: ‘Stranger things’ abraça terror, confusão e instabilidade da adolescência na 4ª temporada
“Eu realmente acho que, particularmente se você estiver olhando a linha narrativa de Hawkins, mas também todas as linhas narrativas, essa temporada é mesmo sobre trauma”, diz um dos criadores da série, Ross Duffer, em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima.
“Porque não queremos que pareça que os eventos que aconteceram nas temporadas anteriores não têm um efeito sobre esses personagens.”
Junto do irmão gêmeo de 38 anos, Matt, ele é o grande responsável pela produção, cujo Volume 1 com sete episódios estreia nesta sexta-feira (27) na Netflix – os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.
Caleb McLaughlin, Sadie Sink, Joe Keery e Gaten Matarazzo em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Respostas no passado
Ross fala sobre as diferentes linhas narrativas porque ela realmente são muitas – tanto que os irmãos Duffers brincam e classificam esta como a mais “Game of thrones” de suas temporadas.
Logo no começo, os protagonistas já estão mais separados do que jamais estiveram, depois que parte da turma se mudou para a Califórnia ao final da história anterior.
E eles se dividem ainda mais ao longo dos episódios para impedir uma série de assassinatos sobrenaturais que assombra a pequena cidade de Hawkins.
Isso sem falar em Hopper (David Harbour), o antigo policial que busca fugir de uma prisão soviética.
David Harbour e Tom Wlaschiha em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Mas, para desvendar a natureza destes crimes terríveis, a turma precisa olhar também para a série de eventos que a levou até ali.
“Então, se é que existe algo, é sobre nossos personagens trabalhando para superar essas coisas que aconteceram em seus passados”, conta Ross. No centro de tudo está Max (Sadie Sink), que precisa lidar com o que aconteceu com seu meio irmão, Billy (Dacre Montgomery), mas os fãs também vão finalmente receber algumas respostas.
“Também tem a Eleven (Millie Bobby Brown) lidando com o que aconteceu com ela no passado. Realmente aprendemos mais sobre as experiências dela no laboratório de Hawkins e tudo o que a levou a se tornar quem ela é hoje.”
Millie Bobby Brown em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
De ‘Goonies’ a ‘Hora do pesadelo’
O tom mais maduro da história é reflexo também de uma evolução natural dos atores que dão vida aos protagonistas.
Com cerca de 10 anos de idade quando a produção começou a ser desenvolvida, por volta de 2015, agora eles chegam à maioridade dos 18 – por mais que os personagens, em si, ainda estejam no começo do ensino médio.
“Por mais que eu gostaria de congelá-los em uma certa idade, eu curto que nos obriga a evoluir. Eles estão mais velhos. Então vamos brincar com isso. Eles estão no colegial. O colegial para a gente foi difícil. Então vamos brincar com isso, com essa ansiedade, essa depressão, e vamos colocá-los em um filme de terror completo”, diz Ross.
“Se na primeira temporada ‘E.T.’ e ‘Os Goonies’ foram as grandes referências, agora é ‘A hora do pesadelo’ e ‘Hellraiser’. Isso força a série a fazer coisas diferentes e, para nós, isso é uma parte empolgante.”
As coisas ficam ainda mais sinistras na quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Final de efeito
Quem maratonar todos os sete episódios lançados nesta sexta pode receber algumas respostas, mas não todas. Afinal, os dois últimos episódios demoram ainda mais de um mês até chegar à plataforma.
Matt Ross, um pouco mais calado que o irmão, define dois motivos para a divisão da temporada em dois volumes. A primeira é simplesmente a duração total dos episódios, que chegam a ter o dobro do tempo dos anos anteriores.
“Eu penso como se fosse um jantar de Ação de Graças no qual você, se comer tudo de uma vez, vai vomitar, passar mal. Então, pensamos: ‘Não. São duas temporadas. Vamos dividir para as pessoas'”, conta ele.
Charlie Heaton, Noah Schnapp e Finn Wolfhard em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Já o segundo é um pouco mais técnico. Eles precisavam de tempo.
“O final, o episódio 9, tem muitas cenas com efeitos visuais. Tanto quanto a terceira temporada inteira. Então, o episódio 9 precisa de um pouco mais de tempo. ‘Vamos lançar o programa. Soltar um Volume 1 o mais cedo possível, quase cedo demais. E então ganhar um pouco de tempo para certificar que os últimos dois episódios fiquem perfeitos’. Não queremos apressar as coisas.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Jove de 1990 X Jove de 2022: infográfico mostra diferenças entre gerações dos personagens


Diva, filme, ambição, profissão entre outros aspectos e comportamentos marcam as distâncias entre as turmas dos anos 90 e de 2022. g1 compara personagens de ‘Pantanal’. Geração X vs. Geração Z
Arte/g1
Em uma das cenas da versão original da novela “Pantanal”, Jove está em um barco a caminho do ninhal, comemorando o fato de ser herdeiro de uma grande fortuna da qual não tinha conhecimento.
Por que Jove de ‘Pantanal’ representa a geração Z com identidade fluida e autorreflexão?
Na mesma cena, em 2022, Jove está no mesmo caminho, mas sua preocupação é outra: a relação com o pai. O rapaz de 20 e poucos anos não parece tão ligado na grana, já tinha passado por três faculdades e passou boa parte dos primeiros capítulos afirmando a intenção de descobrir o que realmente quer.
“Essa geração está naquela coisa de criar essa identidade fluida. Ela é muito direcionada em criar o próprio caminho. Pode até seguir os já formatados, mas desde que faça sentido para a pessoa”, diz Ligia Barros, da empresa WGSN, que faz consultoria de tendências. “E nessa busca pela identidade, eles se questionam o tempo inteiro.”
Jove de 1990 x Jove de 2022
Reprodução/Youtube/Globoplay
Se a turma dos 20 poucos anos dos anos 90, a geração X, estava mais preocupada com a estabilidade financeira, e por consequência uma profissão e um bom emprego, segundo especialistas, esta não é uma das questões mais relevantes para a geração Z.
Isso, no entanto, não significa que eles não se importam com a grana, muito pelo contrário. “A geração Z quer ganhar e guardar dinheiro porque não quer ser igual a geração anterior que era guiada pelo propósito e agora não tem como pagar as contas”, diz Ligia.
Segundo ela, essa geração passou por crises e sabe da importância de se organizar financeiramente, mas questionam se precisa da fortuna para viver bem. “Não tem o luxo. É muito mais ‘o que o dinheiro pode me proporcionar’, e não é poder e status.”
A especialista ainda completa que a principal busca é o que faz sentido para eles. E isso inclui as questões profissionais: fazer faculdade, por exemplo, pode restringir as opções de trabalho que a pessoa pode fazer.
Já para a turma mais velha, da geração X, aos 20 e poucos anos, as profissões mais tradicionais ainda faziam mais sentido. Os cursos mais tradicionais, como direito, medicina e engenharia, se mantinham em alta, apesar de ter novos interesses, como a engenharia mecatrônica e de produção, e a publicidade.
Eles também costumavam ser mais extrovertidos que a turma da Z. Mas isso porque a galera mais jovem não para de olhar para dentro, o que pode dar o ar mais introspectivo. Não veem problema nenhum, por exemplo, em pedir ajuda aos terapeutas. “Na busca da verdade deles, da identidade, eles fazem autorreflexão, se questionam o tempo todo sobre o que podem construir”, afirma Ligia.
Por que Jove de ‘Pantanal’ representa a geração Z com identidade fluida e autorreflexão?

Fonte: G1 Entretenimento

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Ray Liotta, ator morto aos 67 anos, deixa vários trabalhos póstumos e inacabados


Ator morreu na quinta-feira (26), aos 67 anos. Entre as produções está a série ‘Black Bird’, prevista para estrear em julho na Apple+. Ray Liotta em “Os Bons Companheiros”
Divulgação
Ray Liotta, astro de “Os Bons Companheiros”, morreu nesta quinta-feira (26), aos 67 anos, e deixou uma série de trabalhos inéditos e obras em produção.
FOTOS: Relembre a trajetória de Ray Liotta, astro de ‘Os bons companheiros
O ator morreu enquanto filmava “Dangerous Waters”, na República Dominicana. No início do ano, lançou o filme “Broken Soldier”, com Sophie Turner, e estava no elenco da série “Black Bird”, prevista para estrear em julho na Apple+.
A nova série mostrará um jovem (Taron Egerton) que é preso e se torna amigo de um serial killer. Ele passa a ser informante da polícia, que localiza corpos de pessoas assassinadas de acordo com as apurações dele.
Liotta também assinava a produção executiva da série de documentários “Five Families”, sobre a dramática ascensão e queda das famílias de mafiosos de Nova York.
Morre Ray Liotta, astro de ‘Os Bons Companheiros’ e ‘Campo dos Sonhos’, aos 67
Segundo a plataforma IMDb, o ator ainda tinha terminado de filmar a comédia de Charlie Day, que chegou a ter o nome provisório de “El Tonto”, com Kate Beckinsale e Adrien Brody.
Além de “Dangerous Waters”, Ray finalizava as filmagens de “Cocaine Bear” (previsto para 2023) e se preparava para o longa “The Substance”, ao lado de Demi Moore e Margaret Qualley. Ele também estaria no filme “April 29, 1992”, com Tyrese Gibson.
Veja sobre mais personalidades que morreram em 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Johnny Depp e Amber Heard: relembre pontos marcantes do julgamento


Alegações finais estão marcadas para esta sexta (27). Processo virou fenômeno midiático com fãs de Depp acampados na porta do tribunal. Veja troca de acusações entre o ex-casal. Amber Heard e Johnny Depp
Steve Helber/Pool via Reuters
Depois de seis semanas de julgamento, as alegações finais no processo entre Johnny Depp e Amber Heard serão ouvidas nesta sexta-feira (27).
O ator processa a atriz em US$ 50 milhões (cerca de R$ 250 milhões) por difamação, em relação a um artigo de 2018 escrito por ela no jornal “Washington Post” sobre ser uma sobrevivente de abuso doméstico. A atriz também o processa em uma ação em que pede US$ 100 milhões (R$ 500 milhões).
Quando o júri de sete pessoas no condado de Fairfax, na Vírginia, nos Estados Unidos, receber o caso, decidirá os dois processos juntos.
Segundo a Reuters, espera-se que o júri comece as deliberações nesta sexta-feira. Não se sabe, no entanto, quanto tempo será necessário até que o grupo chegue a um veredito.
Veja, abaixo, os pontos marcantes do julgamento:
Começo das acusações
Processo de Johnny Depp contra Amber
Processo de Amber Heard contra Depp
Declarações de Depp no tribunal
Declarações de Amber no tribunal
Testemunhas famosas
Coadjuvantes que roubaram a cena
Frenesi no tribunal
Fim do julgamento
Semana Pop mostra 10 fatos revelados em briga judicial de Johnny Depp e Amber Heard
Começo das acusações
Depp e Heard começaram a namorar no início de 2012, depois de se conhecerem no set do filme “O Diário de um Jornalista Bêbado”. Eles se casaram em 2015.
Em 2016, o relacionamento acabou com Heard pedindo o divórcio e uma medida protetiva ao aparecer em um tribunal de Los Angeles com uma bochecha machucada.
Ela disse que seu então marido a atacou “violentamente” e jogou um telefone celular em seu rosto com “força extrema”.
Houve alegações de assédio também. “Abuso emocional, verbal e físico excessivo, agressões raivosas, hostis, humilhantes e ameaçadoras”, escreveu Heard em documentos judiciais. Depp negou ter cometido os abusos.
Um juiz concedeu a Heard uma medida protetiva temporária, mas horas antes do julgamento desse pedido, os atores divulgaram uma declaração conjunta dizendo que haviam resolvido a questão.
Processo de Johnny Depp contra Amber
Johnny Depp e Amber Heard
Reuters
Depp processa a atriz de 36 anos por conta do artigo de opinião que ela escreveu em dezembro de 2018, no jornal “The Washington Post”.
“Senti toda a força da ira que nossa cultura nutre pelas mulheres que se manifestam”, escreveu ela no texto. “Tive a oportunidade de ver, em tempo real, como as instituições protegem os homens acusados de abuso.”
Amber não menciona o nome de Depp ou de qualquer outra pessoa, mas, segundo a defesa do ator, o artigo configura difamação e foi responsável por abalar a carreira dele e prejudicar “incalculavelmente” sua reputação.
O ator de 58 anos pede US$ 50 milhões (R$ 240 milhões).
O ator também processou por difamação o jornal britânico “The Sun”, que publicou um artigo que se referia ao ator como “espancador de esposa” em 2018. Depp perdeu o caso dois anos depois.
Processo de Amber Heard contra Depp
Amber Heard e Johnny Depp
Steve Helber/Pool via Reuters
Após a abertura do processo de Depp, Amber apresentou uma reconvenção — ou seja, processa Depp de volta — pelo dobro do valor US$ 100 milhões, cerca de R$ 481 milhões.
O argumento da atriz de “Aquaman” é o de Depp a difamou ao chamá-la de mentirosa.
A defesa do ator pediu o arquivamento do processo ao afirmar que as alegações da atriz eram “falsas e farsas”. A juíza Penney Azcarate negou o pedido na terça-feira (24).
Declarações de Depp no tribunal
Johnny Depp depõe em julgamento por difamação contra Amber Heard
Jim Watson/Pool via Reuters
O julgamento começou no dia 11 de abril, com a presença dos atores em um tribunal da Virgínia, nos Estados Unidos.
A equipe de Depp conseguiu fazer com que o julgamento ocorresse na cidade com o argumento de há dois escritórios do Washington Post, além de ser o local onde o jornal é fisicamente impresso.
“Nunca cheguei ao ponto de bater na sra. Heard de forma alguma, nem nunca bati em qualquer mulher na minha vida”, disse Depp em depoimento no dia 19 de abril por três horas.
“Senti que era minha responsabilidade defender não apenas a mim mesmo, mas também defender meus filhos”, disse a estrela de “Piratas do Caribe”. Seus dois filhos de um relacionamento anterior estavam no ensino médio na época, disse ele.
Ao longo de quatro dias de depoimento, Depp afirmou que a estrela de “Aquaman” era a agressora no relacionamento e uma vez jogou uma garrafa de vodka que cortou a parte superior de seu dedo médio direito.
Heard nega ter ferido o dedo de Depp e disse que só jogou coisas para escapar quando ele estava batendo nela.
Em seu interrogatório, os advogados de Heard apresentaram mensagens de texto e gravações de áudio de Depp insultando Heard.
Declarações de Amber no tribunal
Amber Heard fala sobre agressão que sofreu de Johnny Depp
A atriz americana disse que o julgamento do processo de difamação é o fato “mais doloroso e difícil” que ela já viveu.
“É difícil encontrar as palavras para expressar o quão doloroso é isso”, afirmou. “Esta é a coisa mais dolorosa e difícil pela qual já passei”, acrescentou a atriz.
Ela rebateu as acusações de que teria agredido Johnny Depp e mentido sobre abusos domésticos.
Psicóloga diz em julgamento que Amber Heard foi estuprada com garrafa por Depp
‘Ele se tornou uma coisa horrível’: o depoimento de Amber Heard
Amber diz que foi agredida diversas vezes. Ela afirmou que a primeira vez que o ator a agrediu foi quando eles estavam no sofá de casa e ela comentou sobre uma tatuagem dele. O ator teria dado um tapa na cara dela.
Ela continuou falando que o ex-marido tinha crises de raiva quando se encontrava sob o efeito de drogas e álcool.
Ex-mulher de Johnny Depp mostra vídeo do ator batendo portas da cozinha em tribunal
Amber afirmou que foi agredida sexualmente durante as gravações de “Piratas do Caribe” e durante a lua de mel do casal. A atriz diz não saber se sobreviveria se o casamento continuasse.
RELEMBRE: 5 casos que Amber contou no tribunal contra Depp
Na quinta (26), a atriz diz que sofre ameaças de morte todos os dias por causa das acusações de Depp. Do lado de fora do tribunal, fãs seguram cartazes em apoio ao ator.
Amber Heard depõe em julgamento contra Johnny Depp nesta quarta (4)
Elizabeth Frantz/Pool Photo via AP
Testemunhas famosas
Kate Moss
Evelyn Hockstein/Pool via Reuters
A modelo britânica Kate Moss falou brevemente como testemunha a favor de Depp na quarta (25).
Moss, que namorou Depp de 1994 a 1998, testemunhou que ela escorregou em uma escada e machucou as costas durante as férias do casal na Jamaica. Depp correu para ajudá-la, carregou-a para o quarto e chamou os serviços médicos, disse ela.
“Ele nunca me empurrou, me chutou ou me jogou escada abaixo”, disse Moss, que apareceu via vídeo da Inglaterra.
Ellen Barkin
Shawn Thew/Pool via Reuters
Já a defesa de Amber usou o depoimento da atriz Ellen Barkin, ex-namorada do ator Johnny Depp, como parte da estratégia da defesa.
Em um dos trechos do depoimento, a advogada pergunta se Ellen tinha conhecimento que Depp bebia em excesso. A atriz respondeu que sempre soube. “Ele estava bêbado o tempo todo, na maioria das vezes.”
Ellen e Depp tiveram um relacionamento que durou entre três e seis meses em 1994. A atriz ainda disse que ele era ciumento e controlador.
“Ele é apenas um homem ciumento, controlador. Onde você está indo? Com quem você vai? O que você fez ontem a noite?… Eu tive um arranhão nas costas uma vez que o deixou muito, muito irritado porque ele insistiu que era por eu ter feito sexo com uma pessoa que não era ele”, disse.
Coadjuvantes que roubaram a cena
Semana Pop mostra coadjuvantes que roubaram a cena na treta de Johnny Depp e Amber Heard
Na novela que se tornou a briga judicial de Johnny Depp e Amber Heard, uma coadjuvante roubou a cena. Camille Vasquez, advogada do ator, vem conquistando fãs por seu estilo afiado de conduzir depoimentos. Veja no vídeo outros personagens.
Vídeos sobre ela no TikTok já acumulam mais de 1 bilhão de visualizações. Grande parte deles mostra a advogada questionando — de forma incisiva — as acusações de Heard contra Depp.
Em um interrogatório que durou dois dias no início de maio, Vasquez tentou fazer Heard falar que ela é quem foi agressiva na relação com Depp e que editou fotos para parecer com hematomas e acusar o ex de violência. A atriz nega as acusações.
“Foi você quem agrediu alguém com uma garrafa na Austrália, não é mesmo, srta. Heard?”, perguntou a advogada, na conversa sobre uma briga de 2015 na Austrália, em que Heard afirma ter sido agredida sexualmente por Depp com uma garrafa. “Você não estava com medo dele, estava?”, continuou.
Depp alega que Heard foi a agressora na discussão e cortou a ponta de um de seus dedos com uma garrafa de vodca.
Frenesi na porta do tribunal
Fãs de Johnny Depp na porta do tribunal na Virgínia nesta quarta (26)
Brendan Smialowski / AFP
O tribunal de Depp e Amber virou um fenômeno midiático e tem atraído uma legião de fãs do ator para a Virgínia.
Segundo uma matéria do “Washington Post”, as pessoas pernoitam em frente ao Tribunal do Condado de Fairfax para conseguir entrar na sala e acompanhar o julgamento.
São permitidos 100 espectadores em cada dia, por ordem de chegada.
Já foram registradas confusões, gritaria, e pelo menos uma briga física capturada em vídeo. Há quem leve travesseiro, cobertores e sacos de dormir.
Johnny Depp acena para os fãs ao deixar o tribunal de Fairfax, na Vírginia, nesta quinta (26)
Brendan Smialowski / AFP
Fim do julgamento
A juíza Penney S. Azcarate disse aos atores de Hollywood e suas respectivas equipes jurídicas que queria que as alegações finais ocorressem nesta sexta-feira (27).
Espera-se que o júri comece as deliberações no mesmo dia, depois que cada lado apresente os argumentos finais, segundo a Reuters.
A imprensa internacional não crava que o veredito será anunciado nesta sexta.
O julgamento é civil e não criminal, portanto, nenhum dos dois pode ser preso. O júri também pode opinar no valor que o condenado vai pagar.
Johnny Depp x Amber Heard: o julgamento que atrai atenções no mundo inteiro

Fonte: G1 Entretenimento

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Camila Pitanga e Fábio Assunção cobram justiça por Genivaldo de Jesus, morto em abordagem da PRF

Artistas compartilharam ilustração e falaram em ‘barbárie’ e ‘crueldade’. Relatório do IML aponta que homem abordado pela PRF em SE morreu por asfixia mecânica e insuficiência respiratória. Camila Pitanga e Fábio Assunção cobraram nas redes sociais justiça por Genivaldo de Jesus Santos, homem morto após uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal.
Os dois atores compartilham uma ilustração do artista Cris Vector, com uma imagem do homem que morreu e a frase “Justiça por Genivaldo”. Eles falaram em “barbárie” e “crueldade”. Veja abaixo.
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O que se sabe do caso até agora?
Os agentes da Polícia Rodoviária Federal envolvidos na abordagem que terminou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, admitiram que fizeram uso de spray de pimenta e gás lacrimogêneo, de acordo com o boletim divulgado pela PRF nesta quinta-feira (26).
‘Vai matar o cara’: moradores acompanharam abordagem que terminou em morte em SE
Genivaldo morreu na tarde desta quarta-feira (25) após ser preso no porta-malas de uma viatura durante uma abordagem de policiais rodoviários federais em Umbaúba, no sul do estado de Sergipe, a cerca de 100 km de Aracaju (veja mais nos vídeos acima e abaixo).
No boletim de ocorrência, os agentes também afirmam que Genivaldo morreu “possivelmente devido a um mal súbito”. A Polícia Federal disse ao g1 que não vai revelar os nomes dos policiais. De acordo com o Instituto Médico Legal (IML) de Sergipe, Genivaldo morreu por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda.
A PRF também afirma que abriu um procedimento disciplinar para averiguar a conduta dos policiais envolvidos. A Polícia Federal vai investigar o caso.
Com pedidos de “justiça” pela população, Genivaldo foi sepultado no final da manhã desta quinta em um cemitério de Umbaúba. Segundo familiares, a vítima tinha esquizofrenia e tomava remédios controlados havia cerca de 20 anos.
Um sobrinho da vítima, Wallison de Jesus, viu a ação dos agentes. Segundo ele, o tio pilotava uma motocicleta quando foi abordado (leia mais abaixo nesta reportagem).
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Homem morre após ser ser colocado em porta-malas de viatura da PRF e aspirar fumaça em SE

Fonte: G1 Entretenimento

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Star Wars Celebration mostra trailer de ‘Andor’ e anuncia nova série ‘Skeleton Crew’, com Jude Law

Produção estrelada por personagem de Diego Luna em ‘Rogue One’ estreia em 31 de agosto. Já terceira temporada de ‘The Mandalorian’ vai ser lançada em fevereiro de 2023. Assista ao trailer de ‘Andor’
A Star Wars Celebration desta quinta-feira (26) mostrou muitas novidades para fãs da saga espacial. Entre elas, um trailer e a data de lançamento da série “Andor”, estrelada pelo personagem de Diego Luna em “Rogue One” (2016). Assista ao vídeo acima.
No evento especial da franquia iniciada por George Lucas, foi confirmado que a produção sobre e rebelião contra o Império Galáctico estreia em 31 de agosto na plataforma de vídeos Disney+.
Além disso, a Disney revelou o desenvolvimento da série “Star Wars: Skeleton Crew”, estrelada por Jude Law (“Capitã Marvel”).

Fonte: G1 Entretenimento

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Alan White, baterista do Yes, morre aos 72 anos


Ele fazia parte da banda havia 50 anos e também tocou em álbuns de John Lennon e George Harrison. Alan White, do Yes
Divulgação
O baterista Alan White, que tocava na banda de rock progressivo Yes, morreu aos 72 anos. O grupo anunciou a morte nesta quinta-feira (26), mas não divulgou a causa.
“É com muita tristeza que o Yes anuncia que Alan White, amado amigo e baterista deles há 50 anos, morreu, aos 72 anos, depois de uma breve doença”, diz o comunicado.
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Alan entrou no Yes em 1972, quatro anos depois de a banda ser formada, substituindo Bill Bruford, que entrou no King Crimson.
Alan White também tocou em álbuns de John Lennon e George Harrison.

Fonte: G1 Entretenimento