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Kevin Spacey é acusado formalmente por agressão sexual no Reino Unido


Ele foi acusado por quatro crimes sexuais nesta quinta-feira (26), depois de uma investigação da polícia em Londres. Kevin Spacey chega a tribunal em Nantucket, Massachusetts, nesta segunda-feira (7)
REUTERS/Brian Snyder
O ator Kevin Spacey foi acusado formalmente pela procuradoria do Reino Unido nesta quinta-feira (26) por crimes sexuais, depois de uma investigação feita pela polícia em Londres.
Kevin Spacey perde batalha legal e terá que pagar US$ 31 milhões para produtora de ‘House of Cards’
Segundo o site do jornal “The Guardian” e a agência de notícias Reuters, Rosemary Ainslie, chefe da divisão especial de crimes do Crown Prosecution Service, disse que a instituição autorizou acusações criminais contra Kevin Spacey, de 62 anos, por quatro denúncias de agressão sexual contra três homens.
“Ele também foi acusado por fazer uma pessoa se envolver em atividade sexual com penetração sem consentimento. As acusações seguem uma revisão das evidências reunidas pela polícia metropolitana em sua investigação”, completa o comunicado.
Ainda segundo a Reuters, em novembro de 2017, o teatro Old Vic de Londres disse ter recebido 20 acusações separadas de conduta inadequada de Spacey de 20 homens que tiveram contato no teatro, ou conexão com ele, entre 1995 e 2013.
Spacey, que já foi uma das maiores estrelas de Hollywood, foi retirado do programa de TV “House of Cards” e removido do filme “Todo o dinheiro do mundo” depois que as acusações de má conduta sexual vieram à tona.
O ator que ganhou o Oscar de melhor ator em “Beleza Americana” e melhor ator coadjuvante em “Os Suspeitos”, negou anteriormente todas as acusações de má conduta.
Roberto Cavazos, artista que trabalhou no Old Vic, onde Spacey foi diretor artístico entre 2004 e 2015, disse em 2017 que teve encontros com a estrela de Hollywood na época “que beiraram o que você poderia chamar de assédio”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Iza promove ‘Fé’, single do segundo álbum, e participa de disco do rapper argentino Tiago PZK


♪ Programado para a próxima quinta-feira, 2 de junho, o single Fé é a terceira amostra do ainda inédito segundo álbum de Iza. A cantora carioca já vem promovendo a edição da música nas redes sociais em ação de marketing que engloba artistas como Douglas Silva.
Fé é o primeiro single solo de Iza neste ano de 2022 e sucede o lançamento das músicas Gueto (Iza, Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos, 2021) e Sem filtro (Rafinha RSQ, Luccas Carlos e Carolzinha, 2021) na discografia da artista.
E por falar em Iza, a artista participa do próximo álbum do rapper argentino Tiago PZK em faixa de nome ainda mantido em sigilo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ellen DeGeneres grava último episódio de seu programa; talk show chega ao fim após 19 anos


Apresentadora havia anunciado que esta seria a última temporada de ‘The Ellen DeGeneres Show’. Último episódio vai ao ar nesta quinta-feira (26). Ellen DeGeneres retorna aos estúdios e pede desculpas após acusações nos bastidores
Reprodução/Instagram
“The Ellen DeGeneres Show” chega ao fim nesta quinta-feira (26). O último programa comandado por Ellen DeGeneres vai ao ar nesta tarde, após 19 anos de exibição e mais de 3200 episódios.
Em abril de 2021, Ellen DeGeneres anunciou que o talk show chegaria ao fim em 2022.
Em entrevista ao The Hollywood Repórter, DeGeneres afirmou que, como “sabia que esta temporada seria a minha última, tentou absorver tudo”.
“E é engraçado porque, nos últimos meses eu estava mais emotiva do que nas duas últimas semanas. Estive emotiva por cerca de dois meses, mas na semana passada eu não estava porque eu realmente queria aproveitar”.
Nas redes sociais, ela compartilhou um vídeo no qual recorda imagens de todas as temporadas da atração.
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Anúncio de término
Em entrevista à revista “The Hollywood Reporter”, a apresentadora disse que comunicou a decisão à equipe dias antes do anúncio. “Quando você é uma pessoa criativa, precisa ser constantemente desafiada, e por mais maravilhoso e divertido que este show seja, ele não é mais um desafio.”
O programa, no ar desde 2003, rendeu a ela 64 prêmios Emmy, além de outras 20 premiações. Segundo a apresentadora, a decisão havia sido tomada em 2018, quando assinou um contrato de mais três anos com a Warner.
No anúncio, ela ainda afirmou que sua ideia era voltar a fazer filmes e se dedicar a projetos relacionados ao meio ambiente.
Polêmicas e acusações
O anúncio do fim do talk show aconteceu meses após DeGeneres retornar para as gravações de seu programa. A retomada aconteceu em setembro de 2021, após uma pausa causada não só pela pandemia de coronavírus, mas também por acusações nos bastidores de racismo e desrespeito a funcionários do programa.
As acusações geraram uma investigação interna e três produtores executivos foram demitidos após denúncias.
No programa de volta, diante de uma plateia virtual, Ellen iniciou a atração abordando o assunto. “Se você está assistindo porque me ama, obrigada. Se está assistindo porque não me ama, seja bem-vindo. Como foi o verão de vocês? Bom? O meu foi ótimo, maravilhoso”, afirmou de forma sarcástica, para em seguida engatar um discurso com um tom mais sóbrio.
“Estou feliz em voltar aos estúdios, tem muita coisa que eu preciso falar. Estou ansiosa para abordar tudo isso diretamente.”
“Descobri que aconteceram coisas aqui que nunca deveriam ter acontecido. Eu levo isso muito a sério e quero dizer sinto muito para todas as pessoas que foram afetadas. Eu sei que estou em uma posição de privilégio e poder, e eu entendo que com isso venha a responsabilidade. E eu assumo a responsabilidade pelo que acontece no meu programa.”
“Nós fizemos as mudanças necessárias e hoje iniciamos um novo capítulo”, afirmou a apresentadora.
Ellen também falou sobre os comentários de que não seria uma pessoa gentil nos bastidores, como prega diante das câmeras.
“A verdade é que eu sou a pessoa que você vê na TV. E também sou um monte de outras coisas. Às vezes eu fico triste, fico brava, fico ansiosa, fico frustrada, impaciente. E eu estou trabalhando em tudo isso.”
“Minha intenção é sempre ser a melhor pessoa que eu puder. E se alguma vez decepcionei alguém, se alguma vez magoei seus sentimentos, eu peço desculpas”, disse.
Relembre o caso
Em julho, a Warner Media, empresa responsável pelo “The Ellen DeGeneres Show”, abriu uma investigação interna a respeito de denúncias de racismo e desrespeito a funcionários do programa nos EUA.
Reportagens dos sites “Buzzfeed” e da “Variety” mostraram relatos de empregados do programa dizendo que foram alvos de comentários racistas por parte da chefia da atração (o nome da apresentadora Ellen não foi citado diretamente).
Os funcionários também disseram que tiveram salários reduzidos e foram tratados de forma desrespeitosa durante a transição para o trabalho remoto durante a pandemia do novo coronavírus. No início da quarentena, Ellen fez a transmissão de alguns programas direto de sua casa.
Após as acusações, Ellen se desculpou com a equipe e três produtores foram demitidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dori Caymmi e Mônica Salmaso se enredam cúmplices nas tramas do álbum ‘Canto sedutor’


Cantora se une ao compositor no registro de 14 músicas da parceria de Dori com Paulo César Pinheiro em belo disco que, situado no Brasil interiorano, repisa trilhas já seguidas pelos artistas. Capa do álbum ‘Canto sedutor’, de Mônica Salmaso e Dori Caymmi
Xilogravura de Marcelo Soares
Resenha de álbum
Título: Canto sedutor
Artista: Dori Caymmi e Mônica Salmaso
Edição: Biscoito Fino
Cotação: * * * *
♪ Parceiros em obras-primas da MPB como Desenredo (1976) e Velho piano (1982), Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro ampliaram a obra conjunta ao longo dos últimos 13 anos em quatro álbuns – Mundo de dentro (2009), Poesia musicada (2011), Setenta anos (2014) e Voz de mágoa (2017) – gravados por Dori somente com músicas compostas com o parceiro letrista.
Em que pese a alta qualidade poética e melódica do cancioneiro recente da dupla, a obra dos compositores vem resultando pautada por certa linearidade na forma e na temática, evidenciada nesses quatro álbuns de Dori.
Como o canto excepcional de Mônica Salmaso também soa por vezes com a mesma temperatura, a ideia de um álbum como Canto sedutor – disponível nos players digitais a partir de amanhã, 27 de maio, e com edição em CD já nos planos da gravadora Biscoito Fino – é, em teoria, no mínimo arriscada.
O risco foi diminuído pelo fato de Dori ter tido à disposição, na criação dos arranjos, músicos como o violeiro Neymar Dias, o baixista Sidiel Vieira e o pianista Tiago Costa, além do flautista Teco Cardoso, produtor musical do disco, enquanto álbuns como o já mencionado Setenta anos foram formatados somente com a voz e o violão de Dori (o que já é muito, diga-se).
Ainda assim, é sintomático que os dois pontos mais altos do álbum Canto sedutor sejam os registros de músicas mais antigas do repertório. Samba-canção que ressoa o desengano que emerge no vaivém do amor, Velho piano toca fundo na voz de Mônica, secundada pelo contracanto de Dori, com arranjo encorpado pelas cordas da St. Petersburg Studio Orchestra.
Introduzido no disco pela voz de Dori, cujo canto é capaz de conciliar doçura e profundidade, Desenredo se desenrola com os dois artistas puxando o fio da memória afetiva mineira em trama que ecoa a sintaxe do poeta e escritor João Guimarães Rosa (1908 – 1967).
Dori Caymmi e Mônica Salmaso lançam o álbum ‘Canto sedutor’ na sexta-feira, 27 de maio
Lorena Dini / Divulgação
É nesse encontro de vozes de amor e mágoa que reside muito do encanto do álbum Canto sedutor. Não se trata de um álbum de Mônica cantando Dori. Canto sedutor é disco em que Mônica canta Dori com Dori – o que faz toda a diferença.
A cumplicidade dos solistas salta aos ouvidos já na abertura do álbum com a inédita música-título Canto sedutor. “Às vezes as canções têm dor / E a voz pode até embargar / Mas canto um canto sedutor / Pra quem precisa me escutar”, avisam Salmaso e Dori, afinados, nos versos metalinguísticos do tema de abertura.
Na sequência, outra inédita, Raça morena, situa o cancioneiro de Dori e Pinheiro no Brasil interiorano, rural, das matas e das águas, habitat natural da obra resultante da parceria.
É nessa geografia sertaneja que se ambientam Vereda (2011) – música gravada com arranjo que segue a pisada do baião – e A água do rio doce (2022), terceira inédita apresentada entre as 14 músicas do álbum.
E, justiça seja feita, o enredo de Canto sedutor busca aliviar as dores poetizadas em canções melancólicas como Delicadeza (2009), solada pela cantora e ornada com as mesmas cordas que pontuam a lembrança afetiva de História antiga (Brasilian serenata, 1990), outra faixa somente com a voz de Salmaso.
A luz nordestina de Estrela da terra (1980) dissipa a treva sombria do desenredo cotidiano, com o toque do acordeom de Lulinha Alencar, instrumento que é um dos protagonistas da metalinguística Sanfona, flauta e viola (1994), exemplo de como a obra dos compositores cariocas se embrenham pelo grande sertão nordestino dos cantadores de baiões, modas, xaxados e aboios, evocados pelo contracanto de Dori na faixa levada pela voz de Mônica.
Voz de mágoa (2017) – música que batizou o último álbum solo de Dori, lançado há cinco anos – ressurge feliz, como cantiga para crianças. Já O passo da dança (2014) evolui leve, ágil, no canto dos artistas, com o baixo de Sidiel Vieira, o piano de Tiago Costa e as flautas de Teco Cardoso entrando entrosados na dança na passagem instrumental do arranjo embasado pelas percussões de Bré Rosário e da própria Mônica.
Em atmosfera contemplativa, é bonito de se ouvir a evocação em Quebra-mar (2009) do cancioneiro matricial do Dorival Caymmi (1914 – 2008), patriarca da família musical de Dori.
No fecho do disco, a canção À toa (2014) mantém Canto sedutor na mesma estrada trilhada pela obra de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, reiterando a sensação de que, embora seja tudo muito bonito no álbum, já passa da hora de Mônica Salmaso – uma das maiores cantoras do Brasil em todos os tempos – sair da zona de segurança e arriscar outros caminhos, outras trilhas, outros sons, como fizeram Alaíde Costa, Áurea Martins e Leila Maria em álbuns recentes e já antológicos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jean-Luc Martinez, ex-diretor do Louvre, é acusado em caso de tráfico de arte


Martinez, que dirigiu o Louvre de 2013 a 2021, é acusado de fechar os olhos para os falsos certificados de origem das peças, uma fraude que pode implicar outros especialistas em arte. Jean-Luc Martinez, ex-diretor do Louvre, é acusado em caso de tráfico de arte
ETIENNE LAURENT / POOL / AFP
O ex-diretor do museu do Louvre em Paris foi acusado de conspirar para esconder a origem de tesouros arqueológicos egípcios que os investigadores suspeitam terem sido roubados desse país durante os protestos da Primavera Árabe, disse uma fonte judicial francesa nesta quinta-feira (26).
Jean-Luc Martinez foi acusado na quarta-feira (25) depois de ser interrogado junto com dois especialistas franceses em arte egípcia, que não foram acusados, disse à AFP outra fonte próxima à investigação.
O caso foi aberto em julho de 2018, dois anos após a filial do Louvre em Abu Dhabi comprar uma rara estela de granito rosa retratando o faraó Tutancâmon, além de outras quatro obras históricas, por 8 milhões de euros (US$ 8,5 milhões).
Martinez, que dirigiu o Louvre de 2013 a 2021, é acusado de fechar os olhos para os falsos certificados de origem das peças, uma fraude que pode implicar outros especialistas em arte, de acordo com um relatório publicado na quarta-feira pelo semanário investigativo Canard Enchaine.
Ele enfrenta acusações de cumplicidade com fraude e “ocultação da origem de obras obtidas ilegalmente por meio de falsa garantia”, segundo a fonte judicial.
A acusação veio depois que o dono da galeria alemã-libanesa que intermediou a venda foi preso em Hamburgo em março e extraditado para Paris para interrogatório no caso.
Investigadores franceses suspeitam que centenas de obras de arte e peças arqueológicas foram saqueadas durante os protestos da Primavera Árabe em vários países do Oriente Médio na década de 2010 e depois vendidas para galerias e museus.
Leia também: Laurence des Cars será primeira mulher a dirigir Museu do Louvre

Fonte: G1 Entretenimento

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Bichos na Escuta #53: a história de Farofa, o cachorro que pega o ‘busão’ para a escola


O cãozinho viralizou nas redes sociais depois que motorista de ônibus publicou um vídeo sobre sua rotina de passageiro e estudante em Campo Novo do Parecis (MT). Neste episódio, a repórter Giuliana Girardi conversa com Renan Schiavo, tutor do cachorro mais famoso de Campo Novo do Parecis (MT), o Farofa. Todos os dias, o cão corre para ser o primeiro a entrar no ônibus que leva Renan para o Instituto Federal do Mato Grosso (IFMT), onde ele cursa o segundo ano do Ensino Médio.
Farofa é uma celebridade local
Arquivo pessoal
Michel Galiassi, motorista do ônibus que leva a dupla para a escola, também participa do papo e conta histórias de viagem do cachorro. Foi ele quem publicou um vídeo sobre a rotina de Farofa que viralizou nas redes sociais (abaixo).
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O cãozinho foi praticamente adotado pelos alunos e professores do instituto. Quando ele falta à aula, sua ausência é sentida por todos. Inclusive, já teve dia em que o cachorro foi para a escola sem o tutor, que acordou atrasado. “Estudante” exemplar, Farofa deve “se formar” com a turma de Renan no ano que vem, segundo os professores.
Farofa prestando atenção na aula
Arquivo pessoal
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
A cachorra que viaja o mundo em uma kombi
O gatil que ajuda detentos na ressocialização
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PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Autora de ‘Cara e Coragem’ relembra desejo antigo de escrever sobre dublês: ‘Sempre fui fascinada’


Claudia Souto fala ainda sobre processo de criação da próxima novela das 19h. Claudia Souto, autora de “Cara e Coragem”
Globo/Fábio Rocha
Para escrever suas novelas, Claudia Souto, primeiro, escolhe o tema que quer abordar. Na sequência, busca as histórias que consegue tratar com aquele tópico.
Foi assim em “Pega-pega” (2017), onde a autora quis abordar a ética. E o processo de criação se repetiu agora para “Cara e Coragem”, próxima novela das 7h, que estreia em 30 de maio após o término de “Quanto mais vida, melhor”.
Durante coletiva de imprensa, Claudia contou que o primeiro passo foi escolher o tema que queria abordar na nova novela: Coragem. E ela explicou o motivo da decisão.
“Acho que estamos num momento do Brasil e do mundo que a gente tá precisado de coragem pra acordar e falar: ‘vai dar certo. Hoje a coisa vai funcionar, eu vou à luta’. E a gente tá precisando disso em todos os sentidos. Desde a macro coragem que é acordar e ir à luta, até pequenas decisões que você toma na vida. E aí eu fui atrás de como ambientar isso”, conta.
Par de Paolla Oliveira em ‘Cara e Coragem’, Marcelo Serrado elogia: ‘Ela é corajosa’
A autora recorda que o tema a ser abordado não fazia parte do nome da novela, batizada inicialmente de “Amor em ação”. “Porque a coragem era realmente só um involucro”, explica.
“Depois o título provisório acabou não se concretizando e aí optamos por colocar a coragem no título. A gente achou legal depois trazer e deixar explícito.”
Dublês
Depois de escolher a coragem como temática, Claudia partiu para realizar uma meta antiga. “Há muito tempo eu pensava: ‘um dia ainda vou escrever sobre dublês’. É uma coisa que eu sempre fui fascinada.”
A autora conta que o desejo surgiu nos tempos em que escrevia “Bambuluá”, série infantil de TV Globinho em que ela era uma das roteiristas e que contava com o dublê Jorge Só e sua família no time.
“É uma profissão fascinante, porque são pessoas que estão diante da câmera, se arriscando com uma coragem absurda, e são completamente anônimos.”
“Eles saem do set, ninguém reconhece. Eles vão na padaria, no supermercado, e as pessoas não sabem que aquela cena espetacular, que elas viram no filme, na propaganda ou na novela foram feitas por aquelas pessoas.”
“Aí eu falei, se eu quero mostrar explicitamente a coragem que a pessoa tem que ter na vida, eu vou trazer os dublês. Aí eu mergulhei de cabeça nesse universo.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Conheça viajantes que rodam o mundo com animais de estimação e fazem sucesso na web; FOTOS


Assim como Jesse Koz e seu golden retriever Shurastey, outros brasileiros e também estrangeiros publicam nas redes sociais as aventuras feitas ao lado dos companheiros de quatro patas. Lilo viajou dois anos pela Europa e tem mais de 100 mil seguidores no Instagram
Reprodução/Instagram
Assim como o brasileiro Jesse Koz fez sucesso por viajar com seu cachorro em um Fusca, outros viajantes também chamam atenção por rodarem o mundo ao lado dos animais de estimação e compartilharem suas aventuras nas redes sociais.
Vai viajar com o pet? Veja quais cuidados ter no avião
No Maranhão, por exemplo, o casal Thalia Pinheiro e Vinícius Estrela não abriu mão de levar o cachorrinho Chopp, um golden retriever de 6 anos para conhecer 18 países. Nas redes, os dois afirmam que foi o próprio companheiro de quatro patas que os inspirou a fazer as viagens.
Conheça mais pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, que se desafiaram a viajar ao lado dos pets:
Cão que ‘já viajou mais que você’
Miami, cão italiano que viaja para diferentes países
Reprodução/Instagram
No seu perfil do Instagram, ele é apresentado como: “Pequeno cão italiano que provavelmente já viajou mais que você”. A frase até pode parecer que subestima os internautas, mas realmente o pequeno chihuahua já visitou muitos lugares do mundo com “sua” humana, Marianna Chiaraluce.
Nas redes sociais, ele aparece em fotos de seis países europeus, além de várias cidades dos Estados Unidos, sempre elegante.
Miami, cão italiano viajante
Reprodução/Instagram
De Cuiabá para o mundo
Lilo em frente ao Coliseu, em Roma
Talita Meurer Alberti/ Arquivo pessoal
A cachorra da raça golden retriever Lilo também conheceu a Itália. Ela ficou famosa por viajar pela Europa por dois anos junto com os donos, o casal de mochileiros de Cuiabá Talita Alberti e Rennan Duarte.
“Lilo mochileira”, como é conhecida, já foi para Portugal, Estados Unidos, Espanha, Andorra, França, Mônaco, Vaticano e Itália. Mas, segundo os donos, seus destinos preferidas são as praias.
Talita contou ao g1, em 2019, que Lilo também sempre viaja para para várias cidades brasileiras. Por isso, para mostrar a rotina das viagens com sua amiga pet, ela decidiu criar um blog e um perfil nas redes sociais. “Lilo mochileira” já acumula mais de 100 mil seguidores.
Lilo com os donos em uma das viagens
Reprodução/Instagram
Lilo em Portugal
Reprodução/Instagram
‘Um Chopp Pelo Mundo’
Thalia, Chopp e Vinícius
Reprodução/Instagram
A maranhense Thalia Pinheiro, de 34 anos, decidiu há dois anos que ia viajar para 18 países da América do Sul, América Central e América do Norte com seu companheiro, Vinícius Estrela, e o cão Chopp, um golden retriever que vive com ela há cinco anos.
As viagens são compartilhadas no perfil “Um chopp Pelo Mundo”. Atualmente, os três estão na Colômbia.
“Esta é uma jornada sobre aprender e reaprender a viver. E será na melhor companhia: um cão chamado Chopp”, afirma o casal nas redes sociais.
Bicicleta e o cachorro
Casal viaja de bicicleta com cachorro Roque
Reprodução/Instagram
O casal Mirella Nascentes Santos, de 36 anos, e Atílio Faria Ribeiro, de 41, de Guaçuí, Espírito Santo, decidiu mudar de vida e rodar diversos países de bicicleta em 2018.
A pandemia interrompeu o percurso, mas em janeiro deste ano os dois voltaram com a missão de ir até o Canadá, agora na companhia do seu cachorro Roque, da raça shih-tzu. De lá, pretendem pegar um avião e percorrer a Europa com a bike.
Roque em uma das viagens
Reprodução/Instagram
Motorhome com Bier
Sérgio e a cadelinha Bier
Reprodução/Instagram
A cadelinha Bier também faz sucesso por viajar de motorhome com o seu tutor, Sergio Barino. A companhia começou quando Bier tinha apenas um ano. Em 43 dias viajando, entre dezembro e janeiro deste ano, os dois passaram por 7 estados e rodaram um total de 5.600 km.
Nas redes sociais, Sergio fala sobre próximas aventuras no motorhome adaptado para ter a companhia de Bier.
Gatos viajantes
Gatos viajantes pelo Japão
Reprodução/Instagram
Daichi e Fuku-chan são dois gatos do Japão que ficaram famosos pelas diferentes viagens no país asiático.
O perfil “The traveling cats” possui mais de 20 mil seguidores. O dono também tem um blog para dar dicas de como viajar com os pets e relatar suas aventuras.
Gatos viajam pelo Japão com o dono
Reprodução/Instagram
Fotografia com pet
Theron Humphrey e sua cachorra Maddie
Reprodução/Instagram
O fotógrafo Theron Humphrey adotou Maddie em um abrigo de animais da Geórgia, nos Estados Unidos, e decidiu viajar com a nova amiga pelo país.
A viagem rendeu até um livro, e o perfil do projeto “This Wild Idea” tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram.
Theron Humphrey e sua cachorra
Reprodução/Instagram
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Stranger things’ abraça terror, confusão e instabilidade da adolescência na 4ª temporada; g1 já viu


Não há mais crianças em Hawkins no Volume 1 do novo ano da série, que estreia nesta sexta-feira (27), com começo lento, mas trama mais interessante e madura. Desde que estreou, em 2016 (há quase seis anos!), “Stranger things” sempre pôde contar com a fofura quase imensurável de seus protagonistas. A quarta temporada da série, cujo “Volume 1” estreia nesta sexta-feira (27), aceita que a infância de seu elenco principal é coisa do passado e abraça de vez sua adolescência, com todas as vantagens e as dores que a acompanham.
Os sete episódios que compõem essa primeira parte – os dois últimos estreiam na Netflix apenas em 1º de julho – são instáveis, inconstantes e sofrem com foco disperso, principalmente no começo.
‘Stranger Things’: assista ao trailer da 4ª temporada
Mas, com o tempo, ganham forma e mostram que o caos tem um certo propósito, escorado principalmente em uma narrativa mais madura, complexa e com muito mais terror do que as temporadas anteriores.
Há sangue, sustos e de longe o melhor vilão da série até o momento. Há também, finalmente, algumas respostas a mistérios que assombram a história desde o começo.
As coisas ficam ainda mais sinistras na quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Coisas cada vez mais sinistras
Os irmãos criadores da série, Matt e Ross Duffer, já classificaram esta como a mais “Game of thrones” de suas temporadas – uma referência às diferentes linhas narrativas do enredo (e não, se tudo der certo, à qualidade duvidosa de seu desfecho).
Os protagonistas nunca estiveram tão separados quanto no começo deste quarto ano e, ao longo dos episódios, se dividem ainda mais. Enquanto parte da turma sofre para se adaptar após a mudança para a Califórnia, aqueles que ficaram em Hawkins precisam desvendar uma série de assassinatos terríveis.
Mais longe ainda está Hopper (David Harbour). Detido e torturado em uma prisão soviética, o antigo policial busca uma forma de fugir – por mais que talvez haja um pedacinho do Mundo Invertido mais perto do que ele imagina.
David Harbour e Tom Wlaschiha em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Parece muita coisa e realmente o é. Ao longo de todos os sete episódios, é difícil lembrar exatamente quem está onde e fazendo o que.
Tamanha divisão potencializa o ritmo da temporada. No começo, enquanto personagens ainda se situam e relembram situações da trama anterior, a história se arrasta.
Quando os novos mistérios se acumulam e algumas respostas finalmente dão as caras, no entanto, o andamento parece mais acelerado do que nunca.
Caleb McLaughlin, Sadie Sink, Joe Keery e Gaten Matarazzo em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
Com isso, é difícil negar que a ação merecia ser melhor distribuída pelos capítulos, para evitar a fadiga do público diante de alguns clichês e outros momentos mais monótonos.
Mas, dentro da estratégia de maratonas da Netflix, até faz algum sentido. Mais do que uma série com sete episódios, este é um filme dividido em longas partes.
E “Stranger things” nunca foi tão longo. Cada capítulo tem cerca de o dobro da duração das temporadas anteriores, algo que é irritante no início mas que se torna um trunfo conforme a qualidade do enredo cresce.
Charlie Heaton, Noah Schnapp e Finn Wolfhard em cena da quarta temporada de ‘Stranger things’
Divulgação
No fim, o Volume 1 triunfa em seu objetivo principal e deixa os fãs, ao mesmo tempo:
satisfeitos ao receberem finalmente algumas respostas a mistérios centrais à série desde seu começo;
e completamente alucinados pelos dois últimos episódios desta penúltima temporada.
Por isso, um conselho. Vale degustar aos poucos esta primeira parte – sob risco de ter um mês de junho dos mais longos pela frente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Playlist com John Mayer, Shaed, Ben Harper, e maratonas de séries: conheça melhor o lado ‘pop’ de Chitãozinho e Xororó


Nesta semana, g1 exibe a série ‘Nascidos pra cantar’, sobre os 50 anos de carreira da dupla. Durante conversa exclusiva, cantores revelaram hobbies e preferências fora do universo da música sertaneja. Chitãozinho e Xororó revelam o que gostam de fazer e ouvir no tempo livre
Chitãozinho e Xororó sempre são associados ao que construíram dentro da música sertaneja e ao prestígio que têm com os fãs e pessoas de dentro do meio. Mas, como todo mundo, a dupla também tem hobbies e uma vida de lazer fora do ambiente profissional que envolve, entre outras coisas, playlists com expoentes de outros gêneros e muita maratona de série.
Durante a semana, o g1 publica a série “Nascidos pra cantar”, sobre os 50 anos de carreira dos cantores. Nesta quinta-feira (26), além de uma reportagem com vídeos de artistas cantando canções da dupla, você pode conferir mais sobre o lado “fora da música sertaneja” de Chitãozinho e Xororó e entender as preferências dos irmãos relacionadas a produtos da “cultura pop”.
Chitãozinho e Xororó receberam o g1 para uma entrevista exclusiva, que foi dividida em partes e, durante a conversa, a reportagem pediu para que eles falassem de tudo menos de Chitãozinho e Xororó. Ou seja, os músicos detalharam o que gostam de fazer e ouvir quando são apenas José e Durval. Assista o trecho do papo no vídeo acima e veja mais detalhes abaixo.
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Chitãozinho e Xororó em entrevista ao g1
Reprodução/g1
John Mayer, Ben Harper e Shaed…
Ao ser questionado sobre o que toca na sua playlist, Xororó tirou o celular do bolso na mesma hora, abriu o aplicativo de música e foi contundente ao dizer o que tem ouvido ultimamente. A tela mostrava a canção “Trampoline”, gravada pelo grupo americano Shaed, com participação do cantor britânico Zayn.
O contato com a banda não foi por acaso. Depois de participar de grande parte do processo de produção musical que fez os filhos Sandy e Junior se tornarem fenômenos da cultura brasileira, chegou a vez de Xororó ser apresentado pelo próprio Júnior a novas experiências dentro do universo da música pop. A incursão em outros estilos possibilita ao cantor novos caminhos de composição para a dupla com Chitãozinho.
“É bem pop esse grupo . Eu ouço John Mayer muito, eu ouço Ben Harpper muito. Esse grupo aí é super pop mesmo. Meu filho apresentou, eu tenho ouvido bastante. Fazendo exercício eu ouço muito eles. Eu procuro diversificar porque acaba tendo influências, eu estou compondo agora coisas mais pop, então eu estou ouvindo essas coisas para poder entender mais esse universo. Para trazer as influências para o nosso universo você tem que ouvir”, revelou Xororó.
John Mayer no Grammy 2019
Frazer Harrison / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
Xororó também entregou as preferências do irmão ao dizer que Chitãozinho “escuta bem mais sertanejo do que ele”. Mas está longe de ser só isso. O cantor afirmou que, quando viaja, gosta de deixar a playlist no modo aleatório, justamente para diversificar os estilos, mas não esconde a preferência clara pelo lado country.
“Quando eu estou na estrada eu coloco no música e no shuffle, fica no aleatório, então tudo o que eu tenho ali na minha biblioteca vai tocado aleatoriamente. Então eu tenho samba, rock, bastante sertanejo, pop e muito country,”, pontuou Chitãozinho.
O rock também sempre esteve presente na vida da dupla sertaneja. Desde novos, quando imitavam os ídolos deixando os cabelos compridos, até a atualidade, durante o tempo livre maior que o normal que tiveram por conta da pandemia da Covid-19.
“Ouço muito Beatles também, assisti agora o documentário que conta a história real deles, eles no estúdio criando tudo aquilo que a gente conhece, eu fiquei enlouquecido, era difícil desligar, já era madrugada, eu e a minha mulher ali assistindo. Assista também os Bee Gees, achei maravilhoso, e a gente teve o privilégio de cantar com eles”, disse Xororó.
Chitãozinho e Xororó no palco
Reprodução/EPTV
‘Maratoneiros’
O lazer de dupla também tem outras atividades além da música. Os dois cantores revelaram uma paixão por maratonar séries, principalmente no período mais agudo de suspensão de shows durante a pandemia. Além do hobby “caseiro”, Chitãozinho reforçou a paixão por pescaria na fazenda que tem às margens do Rio Araguaia.
“Mas eu hoje fico em casa vendo série. Vejo todas. Vikings eu assisti todos. Eu gosto muito de sair com os amigos, a gente não podia sair, aí quando eu tinha condição eu ia para fazenda. E vou até hoje. A pescaria no Araguaia pra mim é uma coisa que eu adoro fazer. É um rio maravilhoso. Eu acabei virando embaixador do Rio Araguaia de tanto que eu gosto de frequentar lá. Ultimamente tem sido meu lugar preferido para o meu lazer. E o gado, né? Eu tenho um plantelzinho lá que eu cuido com maior carinho, então eu adoro ficar lá uns dias vivendo esse mundo rural, que me conforta e me dá energia para seguir na carreira de música”, explicou Chitão.
Xororó ainda fez questão de lembrar da atividade que o fez ficar – mais – famoso na internet: consertar os brinquedos dos netos na marcenaria que tem dentro de casa. Os vídeos postados pelo cantor mostrando as “cirurgias” nos objetos rendeu ao artista o apelido de “Vô Gepeto”, uma referência a um personagem de desenho animado. “Eu continuo consertando brinquedos”, pontuou o cantor.
Chitãozinho durante pesca com o Terra da Gente
Reprodução/EPTV
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Fonte: G1 Entretenimento