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Diretor executivo do Spotify defende permanência de podcast de Joe Rogan após críticas de artistas


Artistas como Neil Young e Joni Mitchell tiraram suas músicas da plataforma de música por não concordarem com discussões antivacinas em episódios do programa. Daniel Ek, CEO do Spotify, durante evento em Nova York, em 2018
Shannon Stapleton/Reuters
O diretor executivo e fundador do Spotify, Daniel Ek, classificou de vital para sua companhia o podcast de Joe Rogan, que está no olho do furacão por questionar a eficácia das vacinas contra a Covid, e defendeu a permanência de seu conteúdo em um discurso interno.
Ek explicou a seus funcionários que, apesar de considerar “muito ofensivas” e estar “fortemente em desacordo” com “muitas coisas” que Joe Rogan diz, “para alcançar suas metas, a plataforma deve manter conteúdos com os quais muitos de seus funcionários não querem ser associados, de acordo com um discurso vazado nesta quinta-feira (3) pelo site The Verge.
“Nem tudo é válido, mas haverá opiniões, ideias e crenças com as quais discordamos fortemente, e inclusive que nos deixam furiosos ou tristes”, ressaltou Ek.
A plataforma tem sido duramente criticada por lendas da música como Neil Young e Joni Mitchell, que retiraram seu catálogo do Spotify em protesto contra a difusão de alguns episódios do podcast “Joe Rogan Experience”, nos quais são questionadas as vacinas contra a Covid-19, entre outros temas.
Algumas celebridades e políticos, no entanto, foram às redes defender o podcaster, como Dwayne “The Rock” Johnson, o surfista Kelly Slater, a cantora Jewel e, inclusive, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, alegando que o apresentador tem direito à liberdade de expressão.
“Não tenho certeza sobre o que @joerogan acha de mim ou do meu governo, mas não importa. Se a liberdade de expressão significa alguma coisa, é que as pessoas deveriam ser livres pra dizer o que elas acham, não importa se concordam ou discordam da gente”, escreveu Bolsonaro na quarta-feira (2) à noite, em um tuíte apenas em inglês, algo incomum em sua conta.
Em meio à controvérsia, as ações da companhia sueca despencaram 17% nesta quinta na Bolsa de Nova York.
O Spotify respondeu às críticas anunciando que incluiria advertências nos episódios de podcasts cujo conteúdo discuta informação sobre a Covid-19, e links que levem os usuários a informações factuais e fontes científicas.
Segundo Ek, alguns episódios do podcast de Rogan já tinham sido eliminados por não se adequarem às regras do Spotify.
O executivo, no entanto, ressaltou que, por sua posição líder no mercado mundial, “é impossível ignorar a escala e o sucesso” do podcast “Joe Rogan Experience”, que tem total autonomia sobre seu conteúdo e com quem a plataforma assinou um contrato de exclusividade em 2021.
Joe Rogan e Neil Young
Reprodução
O Verge afirmou que os funcionários do Spotify estavam ansiosos pela reunião e que alguns deles se sentiam frustrados pelo fato de a companhia estar sendo impulsionada pelo acordo com Rogan.
“Não podemos escrever novas ou diferentes políticas com base em notícias ou questionamentos de pessoas”, disse Ek, para quem a expressão criativa e a segurança dos ouvintes “raramente entram em conflito”.
“Para ser honesto, se não tivéssemos tomado alguma das decisões que tomamos, tenho certeza de que nossa empresa não estaria onde está hoje”, disse Ek.
O Spotify é mais recente companhia de tecnologia que enfrenta o dilema de equilibrar lucro e conteúdo.
As redes sociais têm sido chamadas a implementar medidas para moderar os conteúdos difundidos em suas plataformas, em especial aqueles que são considerados discurso de ódio, enquanto a Netflix foi acusada no ano passado de difundir programação ofensiva à comunidade LGBTQIA+.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Gilsons apresenta parcerias com Carlos Rennó e Clara Buarque no primeiro álbum, ‘Pra gente acordar’


♪ Foram quatro meses entre a edição do single que anunciou em 8 de outubro o primeiro álbum dos Gilsons e o lançamento efetivo do álbum Pra gente acordar, posto no mundo digital na noite de ontem, 2 de fevereiro, com capa que expõe os músicos do trio carioca em foto de Zabenzi.
Entre o single inicial Proposta e o álbum Pra gente acordar, houve um segundo single, Duas cidades, apresentado em 10 de dezembro.
Proposta (José Gil, Léo Mucuri e Mariá Pinkusfeld, 2021) e Duas cidades (João Gil e Júlia Mestre, 2021) são duas das nove músicas autorais que compõem o repertório do álbum Pra gente acordar.
Ao longo do disco, os Gilsons – trio formado em 2018 por um filho de Gilberto Gil (José Gil) com dois netos do artista baiano (Francisco Gil e João Gil) – apresentam músicas inéditas como Bela (João Gil), Dês (João Gil e Carlos Rennó), O dia nasceu (Francisco Gil), Um só (Francisco Gil), Vem de lá (José Gil, Francisco Gil e João Gil) e Voltar à Bahia (Francisco Gil e Clara Buarque), além da composição que dá nome ao álbum, Pra gente acordar, parceria de Francisco Gil com Júlia Mestre.
Capa do álbum ‘Pra gente acordar’, do trio Gilsons
Zabenzi

Fonte: G1 Entretenimento

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Amelinha volta ao disco com songbook dos compositores cearenses Caio Silvio e Ricardo Alcântara


Cantora lança o álbum ‘Todo mundo vai saber’, produzido por Robertinho de Recife. ♪ Cantora cearense projetada na corrente migratória que deslocou artistas do nordeste do Brasil para o eixo Rio de Janeiro-São Paulo ao longo da década de 1970, Amelinha volta ao disco 45 anos após o lançamento do primeiro álbum, Flor da paisagem (1977).
No mercado fonográfico a partir de 11 de fevereiro, em edição da gravadora carioca Deck, o álbum Todo mundo vai saber foi gravado há cerca de dez anos em Fortaleza (CE), cidade natal da cantora, com produção musical de Robertinho de Recife, mas permaneceu inédito até então.
No disco, Amelinha dá voz a 12 músicas dos compositores cearenses Caio Silvio e Ricardo Alcântara com arranjos orquestrados por Robertinho de Recife com o próprio Caio Silvio.
O álbum Todo mundo vai saber foi gravado com os toques dos músicos Chico Chagas (acordeom), Francisco Casaverde (teclados e programação de bateria), Jorge Helder (baixo), Luiz Antônio (teclados), Mingo Araújo (percussão), Pantico Rocha (bateria), Paulinho Trompete (trompete, trombone e flugelhorn), além de Caio Silvio (violão de aço e violão de nylon) e de Robertinho de Recife (guitarra, guitarra slide, violão de aço e viola portuguesa).
Filho de Amelinha e Zé Ramalho, João Ramalho faz vocais nas músicas Noites de verão e Noites do Rio (1990).
Capa do álbum ‘Todo mundo vai saber’, de Amelinha
Divulgação
♪ Eis, na ordem do álbum, as dez músicas dos compositores Caio Silvio e Ricardo Alcântara cantadas por Amelinha no disco Todo mundo vai saber, sucessor do álbum De primeira grandeza – Canções de Belchior (2017) na discografia da cantora cearense:
1. Todo mundo vai saber (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
2. Noites de verão (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
3. Para um amor na Bahia (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
4. Noites do Rio (Caio Silvio e Ricardo Alcântara, 1990)
5. Nada a fazer (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
6. Olhos de sal e areia (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
7. Corre tanto o tempo (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
8. Revolução (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
9. Sertão da lua (Caio Silvio e Ricardo Alcântara, 1983)
10. Sofrer, sorrir, viver (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
11. Águas passadas (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)
12. Não se pode duvidar (Caio Silvio e Ricardo Alcântara)

Fonte: G1 Entretenimento

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Antonio Miró, referência da moda espanhola, morre aos 74 anos


Respeitado estilista catalão participou de semanas de moda em Paris, Nova York e Tóquio, além de ter criado uniformes para as cerimônias dos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. Estilista catalão Antonio Miro (centro) posa ao lado de modelos em desfile de 2003
Lluis Gene/AFP
O estilista catalão Antonio Miró, referência da moda espanhola, morreu aos 74 anos, após várias décadas de carreira em que levou suas criações de Barcelona para as principais passarelas internacionais.
“Que a terra lhe seja leve”, escreveu o ministro da Cultura espanhol, Miquel Iceta, em sua conta pessoal no Twitter nesta quinta-feira (3).
Natural de Sabadell, perto de Barcelona, Miró morreu em consequência de um ataque cardíaco, segundo vários relatos da mídia local.
Estreitamente ligado à imagem da moda espanhola, e com marcadas influências mediterrâneas em seus projetos, Antonio Miró foi responsável pela criação dos uniformes para as cerimônias dos Jogos Olímpicos de Barcelona’92, um dos marcos da empresa. Ele também desenhou roupas para a polícia regional e para outras grandes empresas.
Filho de um alfaiate, o criador catalão abriu sua primeira loja em Barcelona no final da década de 1960, quando tinha apenas 20 anos. Seus desenhos originais logo se diferenciaram da moda usual da época e em 1976 ele conseguiu criar sua própria marca, com a qual mais tarde desfilaria em passarelas como Paris, Nova York e Tóquio.
“Triste com a morte de Toni Miró, uma das grandes referências da moda catalã”, escreveu o presidente do governo regional catalão, Pere Aragonès, no Twitter em sua mensagem de condolências.
“Um barcelonês de coração, criativo, inovador, inspirador de muitas gerações e da marca Barcelona, na forma de fazer e vestir”, lembrou Jaume Collboni, primeiro vice-prefeito da cidade. “Sem o seu legado, não se pode falar de moda em Barcelona”, acrescentou.
Assíduo nas passarelas de Madri e Barcelona durante anos, Miró foi vencedor do Prêmio Nacional de Moda Cristóbal Balenciaga em 1987 e a Medalha de Ouro de Belas Artes em 2002, entre outros prêmios.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Moonfall – Ameaça Lunar’ é um prato cheio para os fãs de cinema catástrofe; g1 já viu


Filme dirigido por Roland Emmerich, de “Independence Day” e “2012”, teve ajuda da Nasa. Halle Berry e Patrick Wilson protagonizam o longa O diretor Roland Emmerich está cada vez mais disposto a ganhar o título de “rei do cinema catástrofe moderno”. Graças a ele o mundo sempre está na iminência de ser destruído, seja por alienígenas malvados (“Independence Day”), por questões climáticas (“O dia depois de amanhã”) ou por fenômenos surreais (“2012”).
Agora, Emmerich resolveu usar a Lua como sua nova arma para acabar com o planeta em “Moonfall – Ameaça Lunar”, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (3).
O filme oferece todos os elementos característicos de produções anteriores comandadas pelo cineasta alemão: cenas de destruição em escala mundial, efeitos especiais convincentes, personagens caricatos, excesso de frases feitas e muito, mas muito clichê.
O curioso é que, mesmo com tudo tão familiar, o longa funciona, principalmente para os fãs do gênero.
Assista ao trailer do filme “Moonfall – Ameaça Lunar”
A trama mostra que uma força misteriosa começa a tirar a lua de órbita rapidamente e faz com que o satélite entre em rota de colisão contra a Terra, causando diversos efeitos devastadores no planeta.
Informada sobre o estranho fenômeno, Jo Fowler (Halle Berry), uma oficial do alto escalão da Nasa, decide procurar uma saída para tentar impedir o pior. Sem muitos recursos, ela acaba pedindo ajuda ao ex-astronauta Brian Harper (Patrick Wilson, de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que já foi seu parceiro de trabalho até cair em desgraça.
Preocupado em salvar sua família, principalmente seu filho, o desajustado Sonny (Charlie Plummer, de “Todo o dinheiro do mundo”), Brian aceita ajudar Jo e leva consigo K.C. Houseman (John Bradley, o Samwell Tarly de “Game of Thrones”), um rapaz fã de teorias de conspiração que percebeu o que iria acontecer mesmo antes da Nasa.
O trio embarca numa versão sucateada do ônibus espacial Endeavour para descobrir o que está acontecendo com a Lua e deter a ameaça antes que a raça humana seja extinta.
Cena do filme “Moonfall – Ameaça Lunar”
Divulgação
Tá vendo aquela Lua que brilha lá no céu…
“Moonfall – Ameaça Lunar” cumpre o objetivo de ser uma diversão escapista. O filme não se leva muito a sério em boa parte dos seus 130 minutos de duração e entretém com boas cenas de ação, que abraça o absurdo sem hesitar, uma das marcas registradas das produções dirigidas por Roland Emmerich.
Afinal, a ideia de salvar o mundo de uma colisão entre a Terra e a Lua com apenas três astronautas num ônibus espacial antigo é tão absurda que o melhor é deixar de lado a lógica e curtir a viagem de seus realizadores.
O roteiro parece confiar na capacidade do público “voar” na história e quer, por exemplo, que os espectadores acreditem ser possível que uma pessoa que nunca foi ao espaço seja capaz de acoplar uma nave numa estação espacial sem cometer erros. Isso pode até estragar a diversão. Mas se for relevado, certamente o filme será bem mais curtido.
A aventura fantasiosa entretém graças a uma boa produção e conta com efeitos convincentes dos efeitos causados pela proximidade da Lua à nossa atmosfera. Logo, são criadas boas cenas de devastação, terremotos, maremotos e a força da gravidade agindo de forma impiedosa na Terra, criando situações de perigo para os personagens, que prendem a atenção.
Aproximação da Lua causa catástrofes em “Moonfall – Ameaça Lunar”
Divulgação
Qualquer semelhança…
Emmerich, que também produziu e co-escreveu o roteiro, não tem pudores de “pegar emprestado” ideias de outros filmes, como “Armageddon” (feito por Michael Bay, outro especialista em destruição global no cinema) e até mesmo seus próprios longas, como “Independence Day” e “2012”, principalmente esse último. Basta reparar que o protagonista tem as mesmas características e motivações do personagem principal interpretado por John Cusack no filme.
Pelo menos, dessa vez, outro elemento característico dos filmes de Emmerich, o ufanismo americano, é usado de forma mais contida. Para realizar “Moonfall”, o diretor contou com uma ajuda da Nasa durante toda a elaboração do projeto e o cineasta retribuiu dando um tratamento mais heroico para a agência espacial, tanto nas ações quanto nos personagens destemidos e dedicados em seus cumprimentos de deveres.
O filme, no entanto, derrapa quando pretende ser mais “profundo” ao utilizar elementos de obras como “2001 – Uma Odisseia no Espaço” ou “Contato”, que se inspirou no livro de Carl Sagan (que ganha uma singela homenagem num momento da trama). Nesses supostos momentos mais densos, falta uma história mais convincente e que não esteja coberta de clichês de ficção científica, para chamar a atenção. Mas isso não dura muito tempo e o longa volta a sua fanfarra que o público tanto gosta.
Halle Berry e Patrick Wilson protagonizam “Moonfall – Ameaça Lunar”
Divulgação
Outra característica que se repete nos filmes de Emmerich é a participação de bons atores no elenco, mas que entregam atuações bem burocráticas. A ganhadora do Oscar Halle Berry faz o que pode com o seu papel, porém não escapa do lugar comum com uma personagem com nenhum elemento diferencial. Patrick Wilson sofre do mesmo problema e John Bradley, embora simpático, não funciona tão bem como apelo cômico – pelo menos é responsável pelo momento mais tocante do filme.
O que não dá para entender é o desperdício de Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) em papéis aquém de seus talentos, fazendo praticamente pontas no filme. Melhor sorte tem o jovem Charlie Plummer como o mocinho involuntário da trama.
“Moonfall – Ameaça Lunar” não supera os melhores trabalhos de Roland Emmerich, como “O dia depois de amanhã”. Mas dá para curtir sem cobrar muito, ainda mais nestes tempos complicados que vivemos. O filme também deixa uma brecha para uma possível continuação no seu final que, claro, vai depender da bilheteria e da disposição de Hollywood de ver a Lua (ou qualquer outro astro) ameaçar o nosso pobre planeta outra vez.
Cena do filme “Moonfall – Ameaça Lunar”
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘The masked singer’ dos EUA leva Rudy Giuliani, ex-advogado de Trump, e jurados saem em protesto


Advogado que tentou reverter a derrota de Donald Trump foi um dos cantores mascarados da edição do programa nos EUA; Ken Jeong e Robin Thicke deixaram a bancada. Suor misturado a tinta para cabelo escorre pelo rosto de Rudy Giuliani, advogado de Donald Trump, durante entrevista coletiva em que insistia em acusar, sem provas, as eleições americanas de fraudadas
Jacquelyn Martin/AP
Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York e ex-advogado de Donald Trump, participou como cantor mascarado do reality show “The Masked Singer” nos EUA. Quando a identidade dele foi revelada, os jurados Ken Jeong e Robin Thicke saíram da bancada em protesto.
O programa ainda não foi ao ar. A participação de Rudy Giuliani na gravação e o protesto dos jurados foram revelados pelo site “Deadline”, que não informou qual era sua fantasia nem qual música que ele cantou.
Giuliani teve a licença de advogado suspensa em 2021 por sua participação na tentativa de reverter a derrota eleitoral de Donald Trump nas urnas para Joe Biden, em 2020. Ele também deu uma entrevista em uma loja de jardinagem com o mesmo nome de um hotel de luxo que virou piada na internet.
O programa foi criado na Coreia do Sul e sua adaptação nos EUA já está na sétima edição. Na terceira temporada houve outra participação controversa ligada à extrema-direita na política: Sarah Palin, candidata a vice-presidente dos EUA. Veja quem mais já participou do programa nos EUA.
Por aqui, o “The Masked Singer Brasil” está em sua segunda edição.
The Masked Singer Brasil: Veja gafe cometida por Taís Araújo

Fonte: G1 Entretenimento

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Cachorra Pandora: ouça os bastidores do reencontro com seu tutor após 45 dias de buscas


Podcast ‘Bichos na Escuta’ conta a história da cadela que desapareceu em conexão de voo; assista os vídeos do momento do reencontro No último domingo (30) chegou ao fim a agonia de Reinaldo Júnior, que há 45 dias buscava por sua cachorrinha perdida no Aeroporto Internacional de Guarulhos. A vira-lata Pandora foi localizada nos arredores do aeroporto e entregue em seguida ao seu tutor. Nesse episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi narra o reencontro emocionante de Reinaldo Júnior com sua cachorra, que está internada em hospital veterinário com quadro de desnutrição. Consultora do podcast, a veterinária Rita Ericson, participa do episódio e orienta sobre os danos à saúde dos animais em casos de desaparecimento.
Pandora em recuperação no hospital veterinário
Reprodução/Instagram
Foi uma campanha imensa. Não foi só eu que não desisti, o Brasil também não desistiu. Poderiam ter largado a minha mão e cair no esquecimento. Muita gente me deu força.
No dia 15 de dezembro de 2021, Reinaldo Júnior embarcou em Recife rumo à cidade de Navegantes (SC), com sua cadela Pandora. Durante uma conexão do voo da Gol, a cadela fugiu da caixa de transporte e desapareceu. Desde então, o garçom promoveu uma campanha de buscas pela cachorra, com panfletos pela cidade e pedidos de ajuda nas redes sociais, que só teve fim quando Pandora foi localizada por um funcionário do aeroporto de Guarulhos. “Foram tantas coisas vividas, tantas mentiras inventadas, tantas pistas que pareciam ser ela e não era. Fui até o Rio de Janeiro atrás dela”, ele conta.
00:00 / 25:01
Reinaldo Júnior reencontra a cachorra Pandora depois de 45 dias de procura em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Reprodução/Redes Sociais
OUÇA AGORA:
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PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.
Rita Ericson, veterinária especialista em comportamento animal, explicou sobre o metabolismo dos cachorros, que os ajuda a passar por longos períodos de jejum, caso necessário. “Nós precisamos fazer refeições regulares para manter o nível de açúcar no sangue, já com os cães é diferente. Talvez a Pandora tenha ficado bastante tempo em jejum e o que acontece é que o músculo dela é mobilizado para gerar essa energia”, ela esclarece.
Ouça agora o episódio completo:

Fonte: G1 Entretenimento

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Vacinação de Safadão: Justiça tranca investigação de crime contra saúde pública, mas mantém apuração de peculato e corrupção


Desembargadores trancaram a investigação de um dos crimes, mas o Ministério Público pode seguir apurando se houve peculato e corrupção passiva. Thyane Dantas, mulher de Wesley Safadão, foi vacinada em Fortaleza mesmo estando fora da faixa etária e sem agendamento.
Reprodução/Instagram
A Justiça do Ceará manteve a investigação do Ministério Público do Ceará (MPCE) pelos crimes de peculato e corrupção passiva no caso da vacinação do cantor Wesley Safadão, sua mulher Thyane Dantas e a produtora Sabrina Tavares. A apuração relativa ao crime de infração de medida sanitária preventiva, no entanto, vai ser arquivada por decisão do tribunal estadual de Justiça.
A desembargadora Francisca Adelineide Viana havia suspendido a investigação em novembro do ano passado após a defesa do cantor entrar com um habeas corpus.
Nesta quarta-feira (2), a 2ª Câmara Criminal do órgão, que reúne quatro desembargadores, julgou o mérito e definiu que a investigação pode continuar, caso seja esse o entendimento do MPCE.
De acordo com decisão do colegiado de desembargadores, o trio e os servidores envolvidos no caso podem continuar sendo investigados pelos crimes de peculato e corrupção passiva. Ambos são crimes contra a administração pública.
Esses tipos penais são específicos a funcionários públicos. Contudo, há entendimentos em tribunais brasileiros que imputam esses crimes a pessoas que não atuam no serviço público. Nesses casos, o crime pôde ser voltado ao investigado que não é servidor, mas teria atuado com funcionários públicos e sabia que eles trabalhavam em funções públicas.
Veja trecho do acórdão que trata sobre esta decisão:
“Crimes contra a administração Pública. Peculato-desvio e corrupção passiva. Atipicidade das condutas não demonstrada. Fatos que se amoldam, em tese, aos tipos penais imputados. Delitos cometidos por servidores públicos ou equiparados. Desvio de doses de imunizante em proveito alheio. Prática de ato de ofício com infração a dever funcional cedendo a pedido ou por influência de outrem. Pacientes que não são funcionários públicos. Agentes que, contudo, teriam supostamente concorrido na condição de partícipes. Possibilidade, em tese, conforme aplicação do art. 30 do código penal. Comunicabilidade das condições de caráter pessoal elementares do crime. Indemonstrada manifesta atipicidade. Contornos fáticos concretos que devem ser estabelecidos, sendo o caso, em eventual denúncia”
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Safadão diz que não chegou a acordo porque teria de declarar culpa e pagar cerca de R$ 1 mi
Justiça manda suspender investigação contra Wesley Safadão por furar fila da vacina
A assessoria de imprensa do cantor disse, em nota, que “o Tribunal, no entanto, autorizou o MP cearense a prosseguir com a apuração da conduta dos servidores, com base no artigo 312 do Código Penal, que prevê o crime de peculato”. A defesa afirmou que irá recorrer desta decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Investigação trancada
Wesley Safadão foi vacinado contra a Covid-19 nesta quinta-feira (8), em Fortaleza.
Instagram/ Reprodução
Os desembargadores mandaram trancar a apuração contra o trio pelo crime de infração de medida sanitária preventiva. Segundo a decisão, os desembargadores consideraram que “os fatos não se amoldam ao tipo penal”.
Conforme o acórdão, para que o crime fosse considerado contra a saúde pública, seria necessário que “a conduta colocasse em risco um número indeterminado de pessoas, diante da possibilidade de propagação de doença sanitária”.
A Justiça considerou que a conduta é “moralmente reprovável”, mas o fato “não constitui crime”. Com o trancamento da ação, o Ministério Público não pode dar andamento na investigação contra o trio por este crime.
Além disso, o TJCE também mandou trancar a investigação que estava sendo feita pela Polícia Civil do Ceará. O colegiado de desembargadores entendeu que havia duplicidade, uma vez que a apuração do Ministério Público já estava mais avançada e era mais abrangente.
Relembre o caso
Safadão nega acordo com Ministério Público
Thyane Dantas furou a fila em 8 de julho de 2021. Ela tinha 30 anos e, na época, o calendário municipal de vacinação previa aplicação em pessoas com 32 anos ou mais;
Já Wesley Safadão e a produtora Sabrina Tavares estavam agendados para serem vacinados no mesmo dia no Centro de Eventos do Ceará, mas foram a outro posto de vacinação em um shopping.
Assista às notícias do Ceará no g1 em 1 Minuto:
a

Fonte: G1 Entretenimento

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Jackie Chan carrega tocha olímpica no topo da Grande Muralha da China


Jogos de Inverno vão acontecer entre 4 a 20 de fevereiro. Medalhistas olímpicos chineses também participaram do revezamento. Jackie Chan carrega tocha olímpica no topo da Grande Muralha da China um dia antes da abertura dos Jogos de Inverno
AP Photo/Ng Han Guan
O segundo dia do revezamento da tocha olímpica começou nesta quinta-feira (3) no topo da Grande Muralha da China, com o ator de Hong Kong Jackie Chan e medalhistas olímpicos chineses entre os que se revezaram carregando a chama ao longo de uma rota encurtada para três dias por causa da Covid-19.
O revezamento da tocha que abrirá os Jogos de Inverno de 4 a 20 de fevereiro é muito mais modesto do que o revezamento para os Jogos de Verão de 2008 em Pequim, uma turnê que foi interrompida por protestos.
O medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos no tênis de mesa Ma Long e a duas vezes medalhista de ouro em taekwondo Wu Jingyu estavam entre os que carregaram a tocha espiral vermelha e prata ao longo da seção Badaling da Grande Muralha, onde a temperatura da manhã de quinta-feira foi de 11 graus Celsius negativos.
Chan, de 67 anos, uma estrela de filmes de ação e comédia de Hong Kong conhecido por seu apoio ao governo de Pequim, foi identificado no comunicado oficial à imprensa com seu nome chinês Chen Gangsheng.
“Acordei às 4h. Esta é minha quarta Olimpíada. Estou muito feliz. Eu também estou com frio”, disse Chan aos repórteres depois de sua corrida ao longo do muro.
Badaling, a seção do muro mais visitada pelos turistas, fica 70 km a noroeste do centro de Pequim, no distrito de Yanqing, perto dos locais de competição que serão usados nos Jogos.
Wu Jingyu, duas vezes medalhista de ouro no taekwondo, e o ator Jackie Chan participam do revezamento da tocha olímpica para os Jogos de Inverno
Reuters
A tocha ainda será levada para Zhangjiakou, na vizinha província de Hebei, onde será realizada a maior parte dos eventos olímpicos de neve. O revezamento terminará com a iluminação da pira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos na sexta-feira.
Por causa da Covid-19, os Jogos estão ocorrendo dentro de um “circuito fechado”, mantendo os competidores e as pessoas ligadas à Olimpíada longe do público.

Fonte: G1 Entretenimento

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Meteorologista leva filha de 13 semanas para apresentar previsão do tempo e brinca que bebê está preparada para o frio


Rebecca Schuld, da CBS, apresentou o quadro sobre as temperaturas na região de Milwaukee, nos Estados Unidos, com Fiona nos braços. Meteorologista leva filha de 13 semanas para apresentar previsão do tempo e brinca que bebê está preparada para o frio
Reprodução/CBS
Um vídeo de Rebecca Schuld, uma meteorologista do canal CBS, se tornou viral após sua filha, Fiona, também aparecer em cena.
Na última semana, Rebecca apresentou a previsão do tempo na região de Milwaukee, nos Estados Unidos, com a bebê, de 13 semanas, no colo.
Segundo a meteorologista, Fiona estava totalmente preparada para as baixas temperaturas da semana.
“Ela está preparada. Ela está com um de seus bons e grossos cobertores para o tempo frio que está chegando esta noite”, afirmou Rebecca, enquanto a bebê observava atenta a atuação da mãe no programa.
“Ela está bastante indiferente sobre a previsão de hoje à noite”, brincou a meteorologista, enquanto citava as temperaturas abaixo de zero previstas para a região.
Em suas redes sociais, Rebecca já usou fotos mostrando o que Fiona estava vestindo para falar sobre as temperaturas.
Após o sucesso de Fiona em cena, Rebecca apareceu novamente com a filha no canal nesta quarta-feira (2). Desta vez, para tratar o tema maternidade na pandemia de coronavírus.
“Estou tão cansada. Esse pequeno bebê gosta de acordar em intervalos de poucas horas”, contou.
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Fonte: G1 Entretenimento