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Chefin, rapper carioca de 18 anos, grava dueto com Ed Sheeran e inglês elogia: ‘Espero te encontrar’


Revelação do rap do Rio estourou hits ‘212’ e ‘Deus é o meu guia’, e foi escolhido para remix de ‘2step’. Agora eles trocam mensagens e Ed Sheeran diz que quer encontrá-lo quando vier ao Brasil. Da direita: o rapper carioca Chefin, de 18 anos, e o cantor inglês Ed Sheeran. Eles lançaram o remix de ‘2 step’ com uma parte da letra em português
Divulgação
Ed Sheeran tem hits gravados com Beyoncé, Elton John, Justin Bieber e outros. O brasileiro Natanael Cauã Almeida de Souza, de 18 anos, acaba de entrar nessa lista. Chefin, como ficou conhecido na cena de rap do Rio, foi chamado pelo cantor inglês para um remix de “2step”.
O convite faz parte de um projeto de Ed Sheeran de regravar a música com rappers em ascensão pelo mundo, como o australiano Budjerah, o francês Leto e o sueco 1.Cuz. Chefin se encaixa bem no perfil: em poucos meses, virou um dos MCs mais ouvidos no Brasil, com hits como “212” e “Invejoso”.
O cantor da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio, conta que ficou até tranquilo quando foi registrar a parte dele do remix em um estúdio do Rio. “Tinha um representante da gravadora. Aí eu gravei e deixei a música lá. Não fiquei nem com a guia com medo de ser vazada”, ele lembra.
“Eles mixaram e mandaram para o Ed Sheeran ouvir. Ele aprovou. Antes de lançar, ele me mandou no Direct (do Instagram)”, diz Chefin. “Eu quase chorei. Falei: não acredito que ele mandou mensagem”.
“Muito obrigado por fazer isso. Eu amei. Espero que esteja tudo bem com você. E espero te encontrar se eu estiver aí”, escreveu o inglês Ed Sheeran para o brasileiro Chefin.
Chefin até abriu a mensagem no celular e mostrou pela tela do Zoom durante a entrevista ao g1. O rapper conta que eles continuaram a trocar mensagens e interagir no Instagram depois disso.
Chefin no clipe de ‘Deus é o meu guia’
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O dueto com Ed Sheeran não é a única façanha de Chefin. Ele tem hoje três músicas nas paradas de streaming no Brasil: “212”, uma ode à marca de perfume, “Deus é o meu guia”, com uma letra quase gospel, e “Assaut”, com Orochi, Oruam, Borges e Bielzin, colegas do selo Mainstreet.
Avó ajudou no funk
“Eu comecei cantando funk com 12 anos. Quem me ajudava era a minha avó. Só que eu tinha vergonha de lançar música na época, de chegar na escola e as pessoas me zoarem”, ele lembra.
A avó, hoje com 63 anos, era missionária da igreja, mas tinha a cabeça aberta para o batidão e ajudava o neto a criar suas músicas.
“Eu só escrevia e gravava no telefone, com batidas do YouTube. A minha avó tentou me levar no estúdio, mas eu não queria.”
Ele também se esforçava para ser jogador de futebol, e conta que chegou a treinar em equipes de base do Vasco, Bangu e Madureira – mas esse sonho não foi para frente.
Chefin no clipe de ‘212’
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Quando veio a pandemia, ele finalmente tomou coragem de colocar as músicas no mundo. Só que ele já tinha ouvido Djonga e Matuê e trocado o funk pelo rap – em especial as batidas arrastadas do trap.
Nessa época, o irmão dele estava vendo a animação “O Chefinho” na TV e disse que Natanael lembrava o personagem. Ele não ficou com raiva. Pelo contrário: adotou Chefin como nome artístico.
“A primeira música de rap que eu escrevi foi ‘Nike de tralha’. Bateu mil visualizações em um mês. Parecia que tinha batido um milhão, eu estava felizão”, lembra.
Chefin mostra mensagens de Ed Sheeran durante a entrevista por Zoom com o g1. Antes mesmo de o remix com a voz dele ser lançado, o cantor inglês escreveu: ‘Muito obrigado por fazer isso. Eu amei. Espero que esteja tudo bem com você. E espero te encontrar se eu estiver aí”
Reprodução
O MC novinho ajudou a imprimir um sotaque funkeiro e da “quebrada” carioca ao trap americano.
Ele começou a gravar com músicos da Vila Kennedy e logo veio o primeiro milhão de plays de verdade, com “Blindadão de ferro”. Mas ele estourou mesmo com “Invejoso”, com Oraum, Jhowzin e Raffé.
Hit no barbeiro
O maior hit já estava na cabeça dele. “Eu escrevi ‘212’ enquanto estava cortando o cabelo. Não levava tanta fé na hora que estava fazendo. Para mim seria só um lançamento, mas mudou minha vida.”
A música estourou mesmo antes de sair oficialmente, com um vídeo de prévia que ele soltou cantando a música nas redes. O burburinho foi tanto que ele foi contratado pela Mainstreet, gravadora criada pelo rapper Orochi.
Chefin trabalhador
Hoje Chefin trabalha pesado para colher os frutos desses hits. A agenda dele de abril tinha mais shows do que dias do mês. Foram 40 apresentações.
“Eu fiz 15 shows em três dias em São Paulo”, conta. “Fiquei feliz pra caraca, porque eu sonhava muito com isso. Foi um mês de aprendizado e felicidade”, garante o Chefin trabalhador.
Ele ainda não terminou o Ensino Médio e deixou os estudos pausados para se dedicar à música. Pelo menos já dá para ajudar financeiramente a mãe, manicure, e a sua maior incentivadora na música: “Fui ver minha avó hoje, ela tá felizona”, comemora o rapper.
Chefin assinou com a gravadora carioca Mainstreet, do rapper Orochi
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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CH&X 50 anos: relembre todas as capas de discos de Chitãozinho e Xororó


Imagens evidenciam mudanças de visual dos cantores e as transformações na forma de ouvir música nas últimas cinco décadas. g1 apresenta nesta semana a série ‘Nascidos para cantar’, sobre os 50 anos de carreira da dupla. Tarja série Chitãozinho e Xororó
Edison Garcia/EPTV
Os 50 anos de carreira de Chitãozinho e Xororó não só ajudaram a escrever a história da música sertaneja, mas também acompanharam a evolução fonográfica da cultura brasileira nas últimas cinco décadas.
Do álbum de estreia, em 1970, com os dois ainda garotos, até o último projeto, “Tempo de Romance”, gravado durante a pandemia e que rendeu à dupla o quinto Grammy Latino, houve pelo menos três grandes transformações na maneira de escutar música. Primeiro, os discos de vinil, que no início dos anos 90 deram lugar ao CD, até chegar nas plataformas digitais dos dias atuais.
Durante esta semana, o g1 apresenta a série “Nascidos pra cantar”, sobre os 50 anos de carreira de Chitãozinho e Xororó. Nesta terça-feira (24), você vai conhecer a história dos mullets no cabelo e das roupas de franja que ditaram moda nas décadas de 1980 e 1990 e, abaixo, pode conferir todas as capas de discos da dupla, que também evidenciam a transição de visual. São 30 álbuns de estúdio e nove ao vivo.
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Chitãozinho e Xororó
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Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Amante amada
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Somos apaixonados
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Amante
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Fotografia
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Coração quebrado
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Meu disfarce
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Nossas canções preferidas
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Os meninos do Brasil
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó em foto para capa do LP Cowboy do Asfalto
Reprodução
Chitãozinho e Xororó – Planeta Azul
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Ao vivo
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Tudo por amor
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Coração do Brasil
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – 1995
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Clássicos sertanejos
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Em família
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Na aba do meu chapéu
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Alô
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Irmãos coragem
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Inseparáveis
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – A festa do interior
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Aqui o sistema é bruto
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Vida marvada
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Clássicos sertanejos
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Se for pra ser feliz
Arquivo Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Nova geração
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Entre Amigos
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Sinfônico
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Do Tamanho do Nosso Amor
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Tom do Sertão
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó – Clássico
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Chitãozinho e Xororó Elas em Evidências
Arquivo/Chitãozinho e Xororó
Capa do EP ‘Tempo de romance’, de Chitãozinho & Xororó
Divulgação
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Thor: Amor e trovão’ ganha novo trailer; ASSISTA


Filme está previsto para estrear no dia 7 de julho no Brasil. “Thor: Amor e trovão” ganhou seu segundo trailer nesta segunda-feira (23). Assista ao vídeo acima.
Com estreia prevista para 7 de julho no Brasil, o quarto filme do herói da Marvel continua com os acontecimentos de “Thor: Ragnarok” (2017) e “Vingadores: Ultimato” (2019).
Além de trazer Chris Hemsworth de volta ao papel do Deus do Trovão, e de contar com Taika Waititi mais uma vez na direção, a produção conta com o retorno de Natalie Portman, que interpreta Jane Foster.
Em “Amor e trovão”, a personagem encarna uma versão feminina de Thor, assim como aconteceu nos quadrinhos. Os Guardiões da Galáxia também terão papel de destaque na história.
Natalie Portman
Reprodução/Marvel
‘Thor: Love and thunder’
Reprodução/Instagram/Marvel
O filme é dirigido por Waititi, que co-escreveu com Jennifer Kaytin Robinson, e conta ainda Tessa Thompson, Christian Bale, Chris Pratt, Jaimie Alexander, Pom Klementieff, Dave Bautista, Karen Gillan, Sean Gunn e Jeff Goldblum.

Fonte: G1 Entretenimento

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O cinema visceral de David Cronenberg retorna ao Festival de Cannes com ‘Crimes of the future’


Diretor disputa a Palma de Ouro com filme ‘gore’ com Viggo Mortensen, Kristen Stewart e Léa Seydoux. Léa Seydoux, David Cronenberg, Viggo Mortensen e Kristen Stewart antes da projeção de ‘Crimes of the future’ no Festival de Cannes 2022
Christophe Simon/AFP
David Cronenberg se manteve fiel à sua reputação de mestre do “gore” com seu novo filme “Crimes of the future”, apresentado nesta segunda-feira (23) no Festival de Cannes 2022, com o qual manteve sua obsessão por corpos e vísceras.
Ambientado em um mundo em ruínas onde não existe a dor, o filme é protagonizado pelo ator fetiche do cineasta, Viggo Mortensen, na pele de um artista que exibe seus próprios órgãos ao vivo.
Léa Seydoux como uma especialista do bisturi, e Kristen Stewart, como agente da polícia, completam o elenco desta história macabra, cujo lema é “a cirurgia é o novo sexo”.
“Neste filme, tentei ver o que tinha dentro do corpo”, disse Cronenberg à AFP.
“Meu interesse não é chocar e meu objetivo não é que as pessoas saiam do cinema, mas pode acontecer”, admitiu o diretor de 79 anos.
Os primeiros minutos do filme já são tensos, com a cena de um menino que acaba de ser asfixiado.
‘À frente de seu tempo’
“Tem coisas que não gostaria de ver, mas são muito específicas. Não gosto da crueldade, sobretudo a crueldade com as crianças (…) Não vou dizer que me choca, mas não gosto de ver”, admite o cineasta, que tem três filhos e quatro netos.
Cronenberg conhece bem o gênero “gore”. A primeira vez que competiu ao prêmio máximo em 1996 com “Crash”, uma história de sexo e acidentes de carro, levou o Prêmio Especial do Júri.
Foi precisamente este filme polêmico que inspirou a diretora francesa Julia Ducournau, que ganhou a Palma de Ouro em 2021 com “Titane”, que mistura sexo e automóveis.
Com “Crimes of the future” é a sexta vez que este cineasta cult, autor de “A Mosca” e “eXistenZ”, disputa a Palma de Ouro.
Nesta segunda, no tapete vermelho, Cronenberg, com óculos escuro para se proteger dos flashes, esteve acompanhado de seus atores principais.
Ele tem uma relação especial com Mortensen. Trabalharam juntos em múltiplas ocasiões, entre elas “Um método perigoso” (2011) e “Marcas da Violência” (2005).
“Temos uma amizade com David e uma confiança que me permite me deixar tentar coisas inusitadas que não tentaria forçosamente com outros, sem saber se o pedem pelo valor de um plano ou por um espetáculo”, disse o ator à AFP.
Para ele, Cronenberg está “à frente de seu tempo” e seus filmes têm que ser vistos “quatro ou cinco vezes seguidas” para entendê-los.
Convidado inusitado
Nesta segunda também foi exibido “Heojil kyolshim”, de Park Chan-wook, outro na disputa pela Palma de Ouro.
O diretor sul-coreano, que ganhou fama com o ultraviolento “Oldboy” em 2003, apresentou agora um trilher complexo e sofisticado, com romance incluído entre o policial e a suspeita de um crime.
Metade dos 21 filmes em disputa pela Palma de Ouro já foi apresentada e alguns começam a se destacar.
Entre eles “Triangle of sadness”, uma sátira mordaz sobre o mundo atual do sueco Ruben Ostlund.
James Gray apresenta “Armageddon Time”, um retrato de Nova York dos anos 1980 pelos olhos de um menino e de seu colega de classe negro.
“Tchaikovksi wife”, de Kirill Serebrennikov, emocionou na estreia da competição, mas foi ofuscado pela polêmica presença de seu diretor russo, criticada por cineastas ucranianos.
O diretor iraniano Ali Abbasi surpreendeu com “Holy spider”, que descreve a violência contra as mulheres em seu país.
A surpresa da mostra competitiva ficou com “Eo”, do veterano cineasta polonês Jerzy Skolimowski, protagonizado por… um burro. Nesta ode à defesa dos animais e contra os maus tratos, o equino faz um périplo por vários locais insólitos para ele e descobre a violência humana.
Grandes nomes do cinema, já premiados anteriormente, ainda devem ser exibidos no festival. Entre eles estão “Tori and Lokita”, dos irmãos Dardenne, sobre a amizade de dois jovens africanos exilados na Bélgica e “Broker”, do japonês Hirokazu Kore-eda, laureado em 2018 por “Assunto de família”.
O júri, presidido pelo ator francês Vincent Lindon, revelará o vencedor em 28 de maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diretor sul-coreano Park Chan-wook volta ao Festival de Cannes com drama policial e romântico


Cineasta conhecido por ‘Oldboy’ disputa a Palma de Ouro com ‘Heojil kyolshim’, complexo thriller que inclui um romance entre policial e suspeita. Tang Wei, Park Chan-Wook e Park Hae-Il chegam à projeção de ‘Heojil kyolshim’ no Festival de Cannes 2022
Loic Venance/AFP
O cinema sul-coreano entrou na disputa pela Palma de Ouro, principal prêmio do Festival de Cannes, nesta segunda-feira (23) com “Decision to leave”, um complexo thriller que inclui um romance entre policial e suspeita, filmado com elegância pelo diretor Park Chan-wook.
Park deixa desta vez a violência de “Oldboy”, longa que marcou em Cannes em 2003, para propor uma história de amor entre um agente policial e uma imigrante chinesa na Coreia do Sul.
Seo-rae (Tang Wei) não parece muito afetada pela morte de seu marido durante uma viagem. O investigador Jang Hae-joon (Park Hae-il), encarregado do caso, começa a suspeitar da mulher.
O caso logo se torna uma complicada história de amor para o policial, desconcertado com os avanços de Seo-rae.
“Não sou um romântico, mas estava muito interessado na expressão dos sentimentos” dos dois personagens, declarou Park em entrevista à AFP.
É um filme de planos muito cuidadosos, cheio de acertos visuais e um mise-en-scène impecável, que ajudam o espectador a navegar em uma história repleta de reviravoltas e pistas falsas.
Em 2019, o sul-coreano “Parasita”, de Bong Joon-ho, encantou Cannes e a crítica, e levou a Palma de Ouro. No ano seguinte, venceu o Oscar de melhor filme, a primeira vitória de uma produção de língua não-inglesa.
A série “Round 6”, por sua vez, se tornou um sucesso mundial no fim de 2021 graças à Netflix. E justamente seu protagonista, Lee Jung-jae, apresentou na semana passada em Cannes seu primeiro longa, “Hunt”, uma história de espionagem e guerra entre Seul, Washington e Bangkok.
“É uma espécie de era de ouro para o cinema sul-coreano, e está apenas começando”, explicou Lee na semana passada em entrevista à AFP.
Graças a uma modernização do país sustentada por décadas de crescimento econômico, a Coreia do Sul desenvolveu uma potente indústria cinematográfica. Mas esse ambiente que lembra Hollywood veio acompanhado de mudanças sociais polêmicas.
“A história contemporânea foi conturbada e isso mudou o caráter dos coreanos, passamos por muitos acontecimentos trágicos”, explicou Park.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa na grade de uma casa no norte da Bahia


Caso aconteceu nesta segunda-feira (23), em Paulo Afonso. Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa em grade de casa no norte da Bahia
Divulgação/Corpo de Bombeiros
Um cachorro foi resgatado nesta segunda-feira (23) após ficar com a cabeça presa na grade de uma casa, na cidade de Paulo Afonso, no norte da Bahia.
O resgate foi feito por uma equipe do 15° Grupamento de Bombeiros Militar (15° GBM/Paulo Afonso), no bairro Centenário.
De acordo com informações passadas pela tutora do animal ao Corpo de Bombeiros, ela chegava em casa quando o cachorro a seguiu. O animal tentou passar pela brecha do portão e ficou preso.
Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa em grade de casa no norte da Bahia
Divulgação/Corpo de Bombeiros
Os militares foram acionados através da Centro Integrado de Comunicações (Cicom). Para o resgate, os bombeiros usaram técnicas de desencarceramento.
O Corpo de Bombeiros informou que todo o processo foi feito com cuidado para que o animal não sofresse mais traumas nem ficasse estressado. Após o resgate, o animal foi deixado aos cuidados da tutora.
Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa em grade de casa no norte da Bahia
Divulgação/Corpo de Bombeiros
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Fonte: G1 Entretenimento

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Thais Macedo manda ‘Papo reto’ em disco com dueto e parceria com rapper Bivolt


♪ Artista fluminense que seguiu a cadência mais tradicional do samba ao lançar há 11 anos o primeiro álbum, O dengo que a nega tem (2011), após debutar como cantora na noite da cidade de Rio das Ostras (RJ), Thais Macedo muda a imagem, o discurso e o som no single triplo Papo reto, completando transição iniciada no EP anterior Borogodó (2015).
Lançado na sexta-feira, 20 de maio, Papo reto apresenta três músicas inéditas gravadas pela artista com a intenção de produzir um mix pop de pagode e R&B contemporâneo.
Na música-título Papo reto, a cantora divide os vocais com a rapper Bivolt, convidada e parceira de Thais na composição também assinada pelo produtor Marcel. Aquele chá e Depois da despedida são as outras duas músicas do disco, ambas também compostas por Thais Macedo.
Capa do single triplo ‘Papo reto’, de Thais Macedo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Marisa Monte canta samba de Carlinhos Brown como oração ao Rio na temporada carioca do show ‘Portas’


♪ “Rio, rio, rio / Rio pra não chorar / Para quem não sabe, sou Rio / A cantar”. Os versos do samba Vide Gal, de Carlinhos Brown, ressoaram na voz de Marisa Monte ao longo da temporada carioca do show Portas.
Em vez de adotar presumivelmente tom esfuziante ao cair no samba de 1996, a cantora carioca fez de Vide Gal uma oração à cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), onde veio ao mundo há quase 55 anos, em 1º de julho de 1967. Até o baticum do número – a cargo do percussionista Pretinho da Serrinha e do baterista Pupillo – entrou no clima quase íntimo da celebração ao Rio.
Além do recém-lançado samba-rock Feliz, alegre e forte (Marisa Monte, Pretinho da Serrinha e Rachell Luz, 2022), já disponível em single que completa o repertório do álbum Portas (2021), o samba Vide Gal foi o segundo bônus do roteiro nas quatro apresentações que lotaram a Jeunesse Arena de 19 a 22 de maio, totalizando 34 músicas em duas horas de show.
Em cena desde 4 de fevereiro, onde estreou em São Paulo (SP), o show Portas passou por várias capitais do Brasil e pelos Estados Unidos antes de desembarcar no Rio de Janeiro com o mesmo fascinante requinte visual da estreia.
Se o aparato cênico do show Portas mantém o poder de sedução, a cantora e os músicos pareceram ainda mais entrosados, soltos e leves em cena, com maior equilíbrio entre a exposição dos dotes do baixista Dadi Carvalho, do guitarrista Davi Moraes e de Chico Brown (nos teclados e também na guitarra) em arranjos que geralmente põem em evidência os metais soprados pelo trio formado pelos músicos Antonio Neves (trombone e arranjos), Eduardo Santanna (trompete e flugelhorn) e Lessa (flauta e saxofone).
Na temporada carioca, Portas se confirmou um show feliz para quem está – ou quer ficar – de bem com a vida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Backstreet Boys anunciam três novos shows no Brasil em janeiro de 2023


Boy band se apresenta nos dias 25, 28 e 29 de janeiro. Eles já tinham remarcado show cancelado de 2020 para o dia 27. Brian Littrell, AJ McLean, Nick Carter, Kevin Richardson e Howie D formam os Backstreet Boys
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Os Backstreet Boys anunciaram nesta segunda-feira (23) três novas datas de shows no Brasil em janeiro de 2023.
A boy band se apresenta em:
Curitiba (PR), no dia 25 de janeiro
São Paulo (SP), no dia 28 de janeiro
e Belo Horizonte (MG), no dia 29 de janeiro
O grupo ainda realiza show em São Paulo no dia 27 de janeiro, nova data da apresentação que aconteceria em 15 de março de 2020, mas que foi cancelada por causa da pandemia. Por isso, não há mais ingressos para este dia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Noel Gallagher leva pontos após cabeçada em comemoração de título do Manchester City


Músico levou cabeçada acidental do pai do zagueiro Rúben Dias. ‘Ele é um grande urso, ele quase arrancou meus dentes’, disse Gallagher. Noel Gallagher antes de partida entre Manchester City e Manchester United pelo Campeonato Inglês
REUTERS/Phil Noble
Enquanto a maioria dos torcedores do Manchester City comemorava mais um título da Premier League no domingo (22), um de seus torcedores mais famosos, Noel Gallagher, estava levando pontos no rosto após levar uma cabeçada acidental do pai do zagueiro Rúben Dias.
O ex-astro do Oasis disse que ficou “coberto de sangue” momentos depois que o time de Pep Guardiola reverteu placar de 2 x 0 contra o Aston Villa para vencer por 3 x 2 no Etihad Stadium em um dramático jogo de final da temporada.
“Quando o terceiro gol acontece, há uma confusão absoluta… no estádio onde nos sentamos, a família de Ruben Dias estava por perto”, disse Gallagher à TalkSport.
“Então eu estou pulando como um idiota, passando meu filho de 11 anos como o troféu da Premier League, todo mundo levanta ele. E eu me viro e o pai de Ruben Dias corre em minha direção, me dá uma cabeçada. Fico no chão coberto de sangue.”
“Eu não vejo os últimos dois minutos. Eu tenho que ser levado pela ambulância e recebo pontos. Eu tenho pontos no meu lábio superior, eu tenho dois olhos roxos”, completou.
Não havia marca no pai do zagueiro Dias.
“Ele é um grande urso, ele quase arrancou meus dentes”, disse Gallagher.
“Enquanto eu estou descendo o corredor, Pep está correndo chorando e nós meio que nos abraçamos e ele diz ‘o que há com seu rosto?'”
“Parece que tive minha cabeça esmagada. É inacreditável. Muitos torcedores do City estão perguntando: ‘Você está bem? O que aconteceu?’ e eu disse, ‘você nunca vai adivinhar'”.

Fonte: G1 Entretenimento