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Festival de Cannes começa mais importante do que nunca para o Oscar e sem filmes brasileiros


Festival de Cannes 2026 começa nesta terça-feira (12)
Valery Hache/AFP
O Festival de Cannes 2026 começa nesta terça-feira (12) como a edição mais importante para a corrida do Oscar em sua história, com pouca presença de Hollywood e nenhum filme brasileiro na competição pela Palma de Ouro.
O evento francês já era o festival de cinema mais prestigiado do mundo antes da mudança significativa nas regras da premiação da Academia de Cinema americana, mas agora entra de maneira oficial na corrida pela estatueta dourada.
A partir de 2027, vencedores das competições de alguns dos maiores festivais do mundo podem ser indicados à categoria de melhor filme internacional do Oscar — e não dependem mais da seleção de comitês de seus respectivos países para representá-los.
Ou seja, em 23 de maio, o júri presidido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”) anuncia seu escolhido para levar a Palma de Ouro, e este se torna elegível para o Oscar 2027, desde que mais de 50% de sua duração não seja falada em inglês.
Ele então se junta a “Shame and Money”, ganhador do Grande Prêmio do Júri da competição internacional do Festival de Sundance, e a “Gelbe Briefe”, honrado com o Urso de Ouro do Festival de Berlim.
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Vitrine histórica
A importância de Cannes não nasceu com a mudança anunciada pela Academia no último dia 1º, é claro.
A Palma de Ouro sempre serviu como vitrine para quem queria ser considerado um concorrente real ao Oscar — mas a relação se intensificou nos últimos anos, graças, em grande parte, à internacionalização dos membros da organização americana, um esforço para diversificar seus integrantes.
Tanto que, dos últimos dez premiados no Festival, sete receberam indicações ao Oscar. Destes, dois ganharam como melhor filme, e “Parasita” (2019) se tornou o primeiro de língua não inglesa a vencer a categoria.
A história recente também ajuda a explicar a iniciativa da Academia. Ganhador da Palma de Ouro em 2023, por exemplo, “Anatomia de uma queda” levou cinco indicações ao Oscar, mas não pôde concorrer como filme internacional por não ter sido escolhido como representante da França.
Muita gente comenta que a decisão teve uma parte política, já que o governo foi criticado pela diretora Justine Triet em seu discurso de agradecimento em Cannes.
O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho recebe o prêmio de Melhor Ator em nome do ator brasileiro Wagner Moura pelo filme “O Agente Secreto” durante a Cerimônia de Encerramento da 78ª edição do Festival de Cinema de Cannes, em Cannes, sul da França, em 24 de maio de 2025.
Sameer AL-DOUMY / AFP
Prejuízo para o Brasil
Tudo isso é uma má notícia para os planos brasileiros de conseguir uma terceira indicação consecutiva inédita na categoria de filme internacional do Oscar. Afinal, nenhum filme nacional foi selecionado para a competição francesa.
Em 2025, “O agente secreto” deu início à sua corrida pela estatueta ao vencer dois prêmios no Festival — não seria o suficiente para uma elegibilidade automática, mas certamente projetou a obra como um concorrente sério.
A presença em Cannes também ajudou o filme de Kleber Mendonça Filho a conseguir a distribuição da Neon nos Estados Unidos, uma empresa americana especialista em premiações.
Mas não se pode perder as esperanças. Ainda há oportunidades para conseguir uma classificação antecipada. Uma delas é o Festival de Veneza, que acontece em setembro. “Ainda estou aqui” começou sua trilha ao Oscar, em 2025, no evento italiano.
O Brasil não estará completamente ausente de Cannes. Selton Mello é um dos atores que deve dar as caras por lá, como parte do elenco do chileno “La perra”.
Ausência de blockbusters
Parte do motivo do crescimento da importância de Cannes no calendário de premiações também era a atenção dada ao festival por estúdios americanos. Em 2026, nenhum grande lançamento de Hollywood será levado à cidade francesa.
Filmes como “Dia D”, de Steven Spielberg, e “A Odisseia”, de Christopher Nolan, não darão as caras por lá — mesmo com estreias mundiais nos próximos meses.
Com isso, o destaque recai sobre autores queridos pelo evento e grandes nomes do cinema mundial, como o espanhol Pedro Almodóvar (“Amarga navidad”), os japoneses Hamaguchi Ryusuke (“Soudain”) e Koreeda Hirokazu (“Hako no naka no hitsuji”) e o iraniano Asghar Farhadi (“Histoires parallèles”).

Fonte: G1 Entretenimento

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Mãe de MC Kevin diz que pedirá reabertura das investigações sobre morte do cantor


MC Kevin
Divulgação / Revolução Records
Valquíria Nascimento, mãe do funkeiro MC Kevin, pedirá a reabertura das investigações sobre a morte do cantor em maio de 2021.
Kevin Nascimento Bueno morreu ao tentar pular da varanda do quinto andar de seu quarto de hotel para o andar de baixo. Ele caiu e não resistiu à queda.
Segundo as investigações, ele se assustou com a possibilidade de ser pego pela mulher, Deolane Bezerra, em um quarto de hotel na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com uma acompanhante, Bianca Domingues.
Em um vídeo postado nesta segunda-feira (11) na sua conta do Instagram, Valquíria afirmou que recebeu informações que contrastam com a versão da polícia de que a morte de Kevin foi um acidente.
“Eu sou a pessoa mais interessada em saber o que aconteceu no dia da morte do meu filho. Estou disposta a fazer tudo o que for possível e o impossível. Na época, eu não tinha condições de fazer nada. Hoje as coisas mudaram.”
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Em novembro de 2021, o delegado Leandro Gontijo, da 16ª DP, que concluiu as investigações, disse que não houve indícios de brigas, ações violentas ou qualquer tipo de crime no episódio.
A Justiça do Rio de Janeiro arquivou a investigação em julho de 2022.
O juiz Adriano Celestino Santos, da 2ª Vara Criminal, concordou com as manifestações do Ministério Público fluminense (MPRJ) indicando que “os elementos colhidos não apontam indícios de conduta dolosa ou culposa”.
No vídeo publicado nesta segunda-feira, a mãe do funkeiro diz que já consultou os advogados e recebeu o apoio de MC PH e MC IG, amigos de Kevin.
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A família do cantor pagará uma perícia independente e um detetive particular para auxiliar o Ministério Público.
“A gente também tem dúvida. Vamos atrás da verdade. Eu quero saber o que aconteceu no dia 16 de maio de 2021”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Veja a lista dos 100 filmes brasileiros essenciais segundo a Abraccine


Filme ‘Ainda Estou Aqui’ está na lista dos 100 mais influentes filmes brasileiros.
Reprodução
A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) elegeu os 100 filmes brasileiros mais importantes de todos os tempos em uma lista divulgada nesta segunda-feira (11). Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)
A listagem faz parte das comemoração em alusão aos 15 anos da Abraccine e após dez anos da primeira votação.
Segundo a associação, a nova lista traz mais filmes dirigidos por mulheres e negros. “Essa mudança reflete a busca de um olhar mais diverso sobre a produção nacional”, afirmou a Abraccine em uma publicação.
Atualmente, a associação reúne 180 críticos do Brasil. “Desde a primeira edição do livro, resultado da primeira lista, a sociedade mudou, assim como o perfil da associação, que naturalmente cresceu e se modificou. Esta acaba sendo uma revisão importante e necessária da nossa história do cinema”, disse Orlando Margarido, presidente da Abraccine.
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Desta vez, a lista não ranqueia os escolhidos, apenas lista os 100 escolhidos entre 1.169 títulos, sejam curtas ou longas-metragens.
Assim como aconteceu na primeira vez, os 100 títulos mais votados serão abordados em textos críticos numa publicação que será lançada no final do ano, pela editora Letramento, com organização de Ivonete Pinto, Danilo Fantinel e Paulo Henrique Silva. O livro contará também com artigos com recortes históricos, estéticos e temáticos.
Confira a lista dos 100 filmes brasileiros mais influentes:
1. Limite (1931), Mário Peixoto
2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro
3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu
4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle
5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle
6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto
7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos
8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos
9. O grande momento (1958), Roberto Santos
10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga
11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha
12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias
13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte
14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra
15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni
16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos
17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins
18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro
19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha
20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri
21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra
22. A falecida (1965), Leon Hirszman
23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos
24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person
25. A entrevista (1966), Helena Solberg
26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade
27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira
28. A margem (1967), Ozualdo Candeias
29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins
30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person
31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen
32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha
33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla
34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla
35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade
36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane
37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha
38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins
39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla
40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez
41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci
42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman
43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor
44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul
45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho
46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman
47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura
48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna
49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto
50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco
51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina
52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.
53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor
54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett
55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues
56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade
57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco
58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman
59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko
60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina
61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias
62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia
63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio
64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho
65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos
66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral
67. A marvada carne (1985), André Klotzel
68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach
69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado
70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat
71. Superoutro (1989), Edgard Navarro
72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach
73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati
74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles
75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas
76. Central do Brasil (1998), Walter Salles
77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes
78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky
79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho
80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund
81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho
82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz
83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes
84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz
85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci
86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho
87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado
88. Santiago (2007), João Moreira Salles
89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra
90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho
91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu
92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós
93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert
94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho
95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans
96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra
97. Marte um (2022), Gabriel Martins
98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta
99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles
100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho

Fonte: G1 Entretenimento

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Diogo Nogueira cancela shows após diagnóstico de laringite bacteriana grave


Diogo Nogueira posa para foto antes de entrevista ao programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
O cantor Diogo Nogueira anunciou nesta segunda-feira (11) que não poderá realizar shows marcados para os próximos dias devido a uma laringite bacteriana grave.
Segundo comunicado publicado nas redes sociais do cantor, a doença, que impossibilita o uso da sua voz para apresentações musicais, está sendo tratada em ambiente hospitalar.
“Lamentamos e agradecemos a compreensão e o apoio do público, reforçando que a decisão foi tomada por orientação médica, visando a plena recuperação do cantor”, diz trecho do texto.
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O cantor está viajando o Brasil com a turnê “Infinito Samba”, que celebra seus 20 anos de carreira. O repertório dos shows é composto por grandes sucessos do samba, incluindo músicas autorais.
Na lista de shows a fazer no mês de junho estão uma apresentação em Belo Horizonte (MG), no dia 7, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 20, e em Recife (PE), no dia 27. O cantor não informou quais shows estão mantidos ou precisarão ser cancelados.
Texto foi publicado nas redes sociais do cantor Diogo Nogueira
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Ibarra grava álbum audiovisual em junho na volta do show ‘Afim’ ao Rio


Zé Ibarra grava em 11 de junho o primeiro álbum audiovisual, registrando o show ‘Afim’ no Teatro Carlos Gomes
Luz Vermelha / Reprodução Instagram Zé Ibarra
♫ NOTÍCIA
♬ Atualmente em turnê pela Europa, apresentando o show “Afim” pelo continente em cronograma que se estende até 6 de junho, Zé Ibarra já tem compromisso quando retornar ao Brasil.
Na sequência, o cantor, compositor e músico carioca faz o primeiro registro audiovisual da discografia na volta do show “Afim” à cidade natal do Rio de Janeiro (RJ). A gravação ao vivo está agendada para 11 de junho em apresentação no Teatro Carlos Gomes.
No show, estreado pelo artista em julho do ano passado em São Paulo (SP), Zé Ibarra apresenta as músicas do segundo álbum solo – também intitulado “Afim” e lançado em junho de 2025 – e canta músicas como o standard centenário “Someone to watch over me” (George Gershwin e Ira Gershwin, 1926) e “Lobo bobo” (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, 1959).

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha caçula de João Gilberto, Loulu Gilberto canta Caetano Veloso, Garoto e Luiz Gonzaga no primeiro álbum


Loulu Gilberto lança o primeiro álbum às 21h de 21 de maio com produção musical assinada por Cezar Mendes e Mario Adnet
Bob Wolfenson
♫ NOTÍCIA
♬ Nascida em 22 de junho de 2004, a filha caçula de João Gilberto (1931 – 2019), Luísa Carolina Gilberto, lança o primeiro álbum em 21 de maio, a um mês de completar 22 anos. O álbum “Loulu Gilberto” foi batizado com o nome artístico da cantora, fruto da união de João com a jornalista e artista plástica Claudia Faissol.
Com capa que expõe Loulu em foto de Bob Wolfenson, o álbum foi gravado com produção musical de Cezar Mendes e Mario Adnet.
Composto por 14 músicas distribuídas em 13 faixas, o repertório do álbum “Loulu Gilberto” gravita em torno das memórias afetiva da cantora no convívio com o pai entre acalantos, sambas, sambas-canção e temas de jazz.
Música inédita em disco, “O amor nos encontrou” é parceria raríssima de Carlos Lyra (1933 – 2023) com Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994) que ganha o primeiro registro fonográfico oficial na voz de Loulu.
A cantora também grava o standard do jazz “Tea for two” (Vincent Youmans e Irving Caesar, 1924), o baião “Qui nem jiló” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1949), o samba-canção “Duas contas” (1951) – uma das obras-primas do cancioneiro autoral do compositor e violonista Garoto (1915 – 1955) – e a canção “Avarandado” (Caetano Veloso, 1967).
Marchinha de Lamartine Babo (1904 – 1963), cantada por João Gilberto com Rita Lee (1947 – 2023) em número de especial gravado pelo cantor em 1981 para a TV Globo, “Jou Jou e balangandãs“ (1939) aparecerá grafada na tracklist do álbum como “Jou Jou e balangandans”.
O álbum “Loulu Gilberto” será editado pela gravadora Sony Music.
Capa do álbum ‘Loulu Gilberto’
Bob Wolfenson
♪ Eis, na disposição das músicas nas 13 faixas do álbum “Loulu Gilberto”, a tracklist do disco da filha caçula de João Gilberto:
1. “João”
2. “O amor nos encontrou”
3. “Avarandado”
4. “Tea for two”
5, “Manias”
6. “Jou jou e balangandans”
7. “Beija-me”
8. “Mr. Sandman”
9. “Duas contas”
10. “Dorme que eu velo por ti”
11. “Cuidado com o andor”
12. “Qui nem jiló”
13. “Cavalo marinho” / “Bicho curutu”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Velozes e Furiosos’ vai virar série na TV e streaming, anuncia Vin Diesel


Vin Diesel e Daniela Melchior em cena de ‘Velozes e furiosos 10’
Divulgação
A sequência de filmes “Velozes e Furiosos” agora vai virar série na TV e plataformas de streaming. O anúncio foi feito pelo ator Vin Diesel nesta segunda-feira (11).
Durante um evento da companhia NBCUniversal, Vin Diesel, que no longa interpreta o personagem Dominic Toretto e também participou da produção executiva de alguns trabalhos, falou sobre a importância dos fãs para decisão.
“Eles [fãs] queriam que expandíssemos os personagens, suas histórias. Durante a última década, o desejo era que entrássemos na TV. O momento certo chegou”, disse.
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A NBCUniversal é dona pela plataforma de streaming Peacock, responsável pela produção da série. No Brasil e América Latina, os conteúdos da Universal são disponibilizados na Universal+.
Ele adiantou que serão quatro programas do universo “Velozes e Furiosos”. Ainda de acordo com o ator, o projeto “vai honrar o legado dos filmes”.
Não há informações sobre data de lançamento.
Ao todo, já foram lançados 11 filmes que abordam o universo “Velozes e Furiosos, sendo o primeiro em 2001 e o último em 2023. Um 12º filme está em produção e tem previsão de ser lançado em 2028.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sony Music compra catálogo musical da Recognition, com sucessos de Beyoncé e Leonard Cohen


A cantora Beyoncé
AFP
A Sony Music comprará os direitos de canções icônicas de Beyoncé, Leonard Cohen e outros gigantes da música da gestora de investimentos Blackstone, em um acordo avaliado em cerca de 4 bilhões de dólares (R$ 19,6 bilhões).
A compra do catálogo da Recognition, com sede em Londres e um acervo de mais de 45 mil canções, faz parte da associação da Sony com a entidade de investimentos singapurense GIC, que anunciou o acordo nesta segunda-feira (11).
O Financial Times informou que o acordo está avaliado em cerca de 4 bilhões de dólares (R$ 19,6 bilhões), citando uma pessoa familiarizada com a operação.
Red Hot Chili Peppers vende catálogo musical por mais de R$ 1 bilhão à Warner Music
Sony e GIC não responderam imediatamente ao pedido de comentários da AFP sobre o valor da operação. A Recognition não quis comentar.
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A transação deixa a Sony em condições de receber pagamentos por reproduções em streaming de sucessos que vão de “Don’t Stop Believin'”, do Journey, e “Single Ladies (Put A Ring On It)”, de Beyoncé, a “Bad Romance”, de Lady Gaga, e “Hallelujah”, de Leonard Cohen.
A Recognition – originalmente Hipgnosis Songs Fund – abriu capital em 2018 antes de ser adquirida em 2024 por 1,6 bilhão de dólares (R$ 7,84 bilhões) pela gestora de ativos americana Blackstone, que lhe deu seu novo nome.
O acordo “gera um resultado sólido para a Blackstone e nossos investidores e representa um novo voto de confiança nos direitos musicais como uma classe de ativos consolidada”, declarou Qasim Abbas, diretor-gerente sênior da Blackstone.
O presidente da Sony Music, Rob Stringer, afirmou, por sua vez: “Estamos muito orgulhosos e entusiasmados de representar este incrível catálogo de algumas das melhores canções da história do pop por meio desta aquisição transcendental”.

Fonte: G1 Entretenimento

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O fenômeno Carla Madeira, que domina as redes e divide leitores com seus livros: ‘Literatura não é manual’


Carla Madeira se tornou fenômeno da literatura brasileira com os livros Tudo é Rio, A Natureza da Mordida e Véspera
Divulgação/Agência Riff via BBC
As primeiras páginas que deram origem a “Tudo é Rio”, o romance mais popular de Carla Madeira, foram escritas 14 anos antes de sua publicação.
Depois de criar uma cena especialmente violenta, o processo da autora entrou em hiato. Mais de uma década depois, no entanto, o livro foi concluído em apenas oito meses — “jorrando, em processo de transbordamento”, como ela descreve em entrevista à BBC News Brasil.
“Eu escrevia direto. Meus filhos eram pequenos, eu chegava em casa depois de uma jornada de trabalho pesada [Madeira era publicitária], botava os meninos para dormir e escrevia. Era só o que eu fazia nos finais de semana também. Em oito meses, eu escrevi o livro, na ordem que o leitor lê. Então é um jorro mesmo, é um transbordamento”, diz.
“Acabei o livro, acabei um casamento, então também foi muito catártico para mim. Eu sei que organizei muitas coisas, muita coisa inconsciente veio. Foi um livro sem contenção nenhuma.”
A mineira de Belo Horizonte afirma que não imaginava o alcance que a história teria — a primeira tiragem teve apenas 700 exemplares.
“Eu achava que eu ia ter que panfletar no sacolão, ia ter que sair dando meu livro na porta da academia”, brinca.
Hoje, com três romances publicados e um quarto “saindo do forno”, a autora já ultrapassou a marca de 1 milhão de livros vendidos no Brasil e aguarda o lançamento da adaptação de “Véspera” pela HBO, previsto para o segundo semestre de 2026.
Com personagens ambíguos e tramas que alimentam discussões polarizadas nas redes, o sucesso de Madeira também acompanha um movimento mais amplo: o interesse por autores brasileiros contemporâneos tem ganhado fôlego nos últimos anos, impulsionado por fenômenos digitais como o BookTok e pelo aumento da circulação de obras nacionais entre novos leitores.
Amor e ódio
No BookTok, o “lado literário” do TikTok, a obra de Carla Madeira virou terreno de reações intensas.
“Não dá para se encantar demais com o amor nem se magoar demais com a raiva”, diz.
Ela conta que evita acompanhar de perto as reações nas redes, sobretudo quando deixam de dialogar com a obra: “Tem pessoas que são agressivas, que não ficam na literatura, que querem agredir o autor.”
Há quem ame, quem rejeite — e quem tente enquadrar os personagens a partir de uma régua moral.
É verdade que os personagens criados por ela — e as circunstâncias em que são colocados — quase inevitavelmente despertam julgamentos no leitor. É difícil não reagir: achar absurdo que alguém tome determinada decisão, perdoe certos atos ou trate um filho daquela maneira.
Mas Madeira diz que a ideia não é concordar ou discordar com as ações dos personagens, ‘escolher um lado.’
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Ela defende que o papel da arte está em provocar deslocamentos — e não oferecer respostas fechadas. “Eu não quero simplificar, quero acolher. A grande experiência artística é acolher a subjetividade, acolher as possibilidades da existência humana, e não as certezas, não as verdades.”
Para Madeira, há uma tendência de confundir a experiência literária com julgamento moral: “Não é um manual. É uma imersão numa experiência particular.”
Nesse sentido, o incômodo também faz parte da leitura. “Acho que o barato é esse: a gente consegue se pôr em um lugar que, na vida, não consegue. A literatura não pode se colocar num lugar utilitário. Você não pode escrever um livro como se fosse um manual.”
Processo criativo: intuição, excesso e um ‘caderninho’
Quarto romance da autora mineira está previsto para agosto
Divulgação/Agência Riff via BBC
Se a recepção dos livros passa pela subjetividade de quem lê, a escrita, no caso de Carla Madeira, também nasce longe de fórmulas.
“Eu não tenho uma pauta. Nunca sentei para escrever pensando em tese, em provar alguma coisa. É uma imersão numa experiência particular.”
A autora conta que o primeiro romance foi construído de forma quase intuitiva — e que só depois, com a experiência, passou a reconhecer melhor seus próprios caminhos de criação. Ainda assim, resiste a organizar demais o processo.
Essa recusa ao maniqueísmo aparece diretamente nos personagens.
“Eu não queria nenhum personagem que fosse só legal, só bonzinho”, explica, citando o ‘elenco’ de “Tudo é Rio”.
“Você vai para a Lucy, fica com raiva dela, mas tem um momento em que ela se humaniza. Vai para o Venâncio, você sente ódio, quer se vingar, mas de repente entende um lado dele também. E a Dalva, que é vítima, também quer promover o castigo, a punição dela.”
Segundo Madeira, é esse movimento que prende o leitor — mesmo quando há rejeição. “Tem leitor que não gosta do final, mas fala: ‘não consegui parar de ler’. Eles são pegos por uma espécie de correnteza.”
Ela reconhece que, com o tempo, passou a ter mais consciência técnica do próprio trabalho, mas sem abrir mão do impulso inicial.
“Às vezes vem uma imagem, uma frase, alguma coisa que eu ainda não sei o que é, e eu guardo. Eu anoto muito. Tenho um caderninho. Quando estou no processo, brinco com quem convive comigo que é necessário ter cuidado, porque qualquer coisa falada pode ir parar nas minhas páginas.”
Véspera e a adaptação para a TV
“Véspera”, publicado em 2021, chegou com um teaser quase irresistível: Vedina, uma mulher adulta, decide, em um momento de descontrole, abandonar o filho, largá-lo em uma via pública.
Pessoalmente, foi o primeiro livro que me fez chorar em muitos anos — e um dos motivos pelos quais concordo com Carla Madeira quando ela diz que o papel da literatura é nos fazer sentir para além das possibilidades da nossa própria vida.
Nos colocar em contato com histórias, dilemas e emoções que talvez nunca experimentaríamos pelas circunstâncias da nossa existência e, assim, ampliar nosso repertório humano.
Agora, a trama fura a bolha literária e chega para o público que prefere esperar a história ganhar a versão visual — será lançada na HBO Max no segundo semestre de 2026, com um elenco de peso que inclui Bruna Marquezine, Gabriel Leone, Camila Márdila e Yara de Novaes.
Madeira acompanhou de perto o processo de adaptação — inicialmente como consultora, depois também participando do desenvolvimento do roteiro. A escolha da diretora, Joana Jabace, foi decisiva para que ela aceitasse mergulhar no projeto.
“Ela é mãe de gêmeos, o livro tem uma violência muito grande contra a mulher, e eu senti que ela teria maturidade, delicadeza e sensibilidade para conduzir aquilo”, diz.
A autora conta que uma de suas maiores preocupações durante a adaptação era preservar justamente a ambiguidade moral dos personagens, sem transformar a trama em uma divisão simplista entre “bons” e “maus”.
Ela conta que se emocionou ao acompanhar leituras de mesa e gravações. “Me impressionei muito com os atores. Com a pausa para dar um texto, com a sensibilidade de um fotógrafo, de uma atriz, de uma direção. Teve momentos em que eu chorei vendo cenas que eu mesma tinha escrito.”
Ao ver a história traduzida para outra linguagem, diz ter se confrontado novamente com a brutalidade da própria obra.
“Quando estou escrevendo, a violência é mediada pela linguagem. Eu sou uma pessoa muito da textura da linguagem. Mas, vendo aquilo no vídeo, teve hora que pensei: ‘Meu Deus, isso é muito violento. Como eu dei conta de escrever isso?'”
Ainda assim, para ela, é justamente a arte que permite encarar o horror humano sem desviar os olhos.
“É a linguagem que nos ajuda a olhar para esse lugar terrível. Sem a linguagem, a gente não daria conta de olhar para esse horror que a gente é capaz — e também para aquilo de extraordinário que a gente é capaz.”
“Tudo é Rio” teve edição em Portugal, foi traduzido para o italiano, chegou à França como L’Amour Fleuve e deve ser publicado em inglês nos Estados Unidos em 2026
Divulgação/Agência Riff via BBC
‘Quando’, o quarto romance de Carla Madeira
Depois de três romances e mais de 1 milhão de exemplares vendidos, o próximo romance de Madeira, intitulado “Quando”, uma trama ambientada na década de 1980, já está em fase avançada. A obra será publicada pela Editora Record e tem previsão para agosto de 2026.
A expectativa é que a trama mantenha as marcas que fizeram sua obra ganhar leitores: personagens ambíguos e dilemas humanos.
Recusando dar spoilers, Madeira compartilhou com a reportagem apenas que a história se trata de uma mãe que decide denunciar o próprio filho, menor de idade, por um crime.
“Esse quarto livro já está sendo escrito em um contexto diferente. Acho que amadureci como escritora nesses dez anos. Criei novos recursos, compreendo melhor a literatura, os recursos e as estratégias de escrita, e amadureci também nas minhas escolhas, no que eu quero.
“Mas, para mim, o mais importante continua sendo preservar esse lugar e essa alegria de escrever — essa sensação de estar entregue, de estar fazendo uma coisa com a qual eu tenho adesão, com coragem de fazer, sem racionalizar demais, sem querer julgar muito. São tantas opiniões, tantas controvérsias, esse ‘é bom’, ‘é ruim’. E eu quero preservar meu lugar de escrita. Quero gostar do processo, ter liberdade para sentir prazer nele e também para dar conta do sofrimento que ele traz.”
O cenário da leitura no Brasil
O sucesso de Carla Madeira acontece em um momento curioso do mercado editorial brasileiro: ao mesmo tempo em que pesquisas mostram um país que ainda lê pouco, a literatura nacional contemporânea parece atravessar um raro momento de efervescência.
Em 2024, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro em parceria com a Fundação Itaú e o Ministério da Cultura — com coleta realizada pelo Ipec — apontou que 47% da população com 5 anos ou mais se declarou leitora, o equivalente a cerca de 93,4 milhões de pessoas.
Leia também: Jovens brasileiros estão consumindo mais livros
O levantamento mostrou também que 53% não leram nem parte de um livro nos três meses anteriores e que o país perdeu 6,7 milhões de leitores em quatro anos. Em relação a 2019, houve queda de 5 pontos percentuais na proporção de leitores, e a série histórica indica recuo de 55% dos brasileiros em 2007 para 47% em 2024.
Ao mesmo tempo, o mercado editorial vê sinais de recuperação. O Panorama do Consumo de Livros no Brasil, da Câmara Brasileira do Livro com a Nielsen BookData, mostrou que, em 2025, 18% da população adulta comprou ao menos um livro — alta de 2 pontos percentuais em relação a 2024, o equivalente a cerca de 3 milhões de novos consumidores.
Nas redes sociais, em clubes de leitura e em festivais literários, autores brasileiros contemporâneos passaram a ocupar um espaço que parecia mais raro há alguns anos.
Em 2025, Ana Paula Maia se tornou a única representante do Brasil e da América Latina entre os finalistas do International Booker Prize, um dos mais prestigiosos prêmios da literatura mundial. Jeferson Tenório venceu o Prêmio Jabuti com “O Avesso da Pele” e ganhou projeção internacional; nomes como Aline Bei, Itamar Vieira Junior e Geovani Martins passaram a circular com mais força em traduções, festivais e listas internacionais.
Para Madeira, há uma sensação de movimento coletivo acontecendo.
“É muito bom quando a gente cria essa onda, esse volume. Muita gente escrevendo, sendo premiada, publicando fora, brilhando, ocupando espaço em clubes de leitura, em festivais, em programas de literatura. Todos os dias tem um convite para uma roda, uma entrevista, uma festa literária. Está muito interessante ver isso acontecer.”
Ela cita especialmente a recepção em Portugal, onde “Tudo é Rio” venceu o Prêmio Bertrand de Livro do Ano. “Alguns editores me disseram que o livro abriu uma atenção para a literatura contemporânea brasileira, porque eles publicavam muito pouco.”
A autora vê esse crescimento quase como um efeito em cadeia. “Uma autora falou do meu livro para um editor, ele me publicou, depois meu livro ajudou outro, e outro… É muito bonito entrar numa livraria e ver literatura brasileira ocupando aquelas mesas de destaque.”
Ainda assim, ela ressalta que o entusiasmo não apaga um problema estrutural. “No Brasil se lê muito pouco. A gente tem um déficit imenso. Mais gente tem que entrar, mais gente tem que ler.”
Na visão da escritora, uma das formas de ampliar esse alcance passa justamente pela recomendação espontânea entre leitores. “É muito difícil furar a bolha. Eu lembro dos meus 700 exemplares e pensava que ia ter que panfletar livro em porta de academia. Quando alguém lê e fala ‘isso aqui é maravilhoso’, muda tudo.”
A reportagem pediu para Carla Madeira indicar alguns títulos justamente para quem tem o objetivo de ler mais. Os títulos escolhidos por ela:
Para quem está de luto…
Diário de Luto, de Roland Barthes
Para quem terminou um relacionamento…
Poeta chileno, de Alejandro Zambra. “Justamente para não pensar no relacionamento (risos).”
Para quem está apaixonado…
Sobre a Terra Somos Belos por um Instante, de Ocean Vuong.
Para quem gosta de personagens ambíguos…
Primo Basílio, de Eça de Queiroz
Para quem quer chorar…
A vida pela frente, de Romain Gary
Para expandir horizontes….
Imortalidades, de Eduardo Giannetti e Quando Deixamos de Entender o Mundo, de Benjamín Labatut.
Carla Madeira é a convidada do podcast Frango com Quiabo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Lily Allen posta que quer ‘dançar com gays’ e ‘conhecer a Patixa’ após confirmar show em SP


Lily Allen no Cultura Inglesa Festival, em São Paulo
Celso Tavares/G1
Lily Allen postou no X nesta segunda (11), após a confirmação do show no Primavera Sound São Paulo. A cantora foi anunciada como uma das principais atrações do festival, que acontece nos dias 5 e 6 de dezembro de 2026.
“São Paulo, finalmente estaremos juntos depois de tanto tempo. Quando eu chegar quero fazer tudo que tem direito. Quero dançar com os gays na [boate] Zig, visitar a casa da Vita [cantora, ex-Irmãs de Pau] e conhecer a Patixa, alguém tem o telefone dela? Vejo vocês em dezembro!”
Lily Allen posta no X após ser confirmada no Primavera Sound São Paulo
Reprodução/X
Show será focado no ‘West End Girl’
Capa do álbum “West End Girl”, de Lily Allen
Divulgação
Segundo o cartaz do festival, o show de Lily será focado no “West End Girl”, seu álbum de estúdio mais recente.
O disco veio após o divórcio da cantora com David Harbour, ator de “Stranger Things”. Eles se casaram em 2020, e a informação do divórcio veio a público no início de 2025.
Segundo Lily falou à “Vogue” britânica, o disco foi gravado em 16 dias, no fim de 2024, para “processar o que estava acontecendo” durante a separação. No álbum, há letras bem diretas sobre infidelidade, mentiras e não monogamia. Veja as principais histórias contadas no disco.

Fonte: G1 Entretenimento