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Jessi afirma ter sofrido ataques racistas nas redes sociais e diz que ‘pessoas serão responsabilizadas’


Professora de biologia e ex-BBB, Jessilane Alves pediu aos fãs que não entrem em discussões e disse que advogados foram acionados. Em vídeo postado nas redes sociais, a ex-BBB Jessilane Alves afirmou no último sábado (30) que vem sofrendo com ataques racistas. “Eu estou recebendo ataques racistas e discurso de ódio”, desabafou. Jessi, como é conhecida, não detalhou os comentários recebidos, mas disse que os administradores de suas contas nas redes sociais estão atentos: “Eu continuo não lendo esses comentários, continuo não acompanhando porque não me agrega, mas os meus ADMs estão e todas as pessoas serão responsabilizadas”.
A professora de biologia pediu ainda que os fãs não entrem em discussões com pessoas que estejam sendo racistas: “Eu disse para os meus fãs (…) para eles não entrarem nessa discussão, não darem palco, não responderem a esses comentários”.
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Jessi concluiu dizendo que, quando se trata de racismo, “passa para um outro nível porque atinge não só a mim. (…) Nosso jurídico tá sendo acionado porque isso já passa a ser crime. E se é crime, temos que levar para outro lugar, sim.”
Eliminação no BBB 22
Jessi é eliminada no BBB22
Reprodução/TV Globo
Jessilane foi a 14ª eliminada no paredão do “Big Brother Brasil 22”. Jessi foi a última mulher a deixar a competição. Indicada pela liderança de Gustavo, a sister colocou Eliezer na Berlinda. Arthur também acabou indicado pelo líder após empatar com Douglas Silva na votação pela casa. Com direito a contragolpe, Arthur puxou Douglas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mion revela idade de Tony Tornado e impressiona internet: ‘Segue firme e forte aos 91 anos’


No ‘Caldeirão’ do último sábado (30), assim que o apresentador Marcos Mion revelou que Tornado tem 91 anos, centenas de comentários e memes começaram a aparecer nas redes sociais. Tony Tornado em entrevista para a série ‘Balanço black’
Reprodução
‘Amigo de Tim Maia e Simonal, já serviu ao Exército com Silvio Santos, acredite se quiser, gravou clipe com Mick Jagger. E segue firme e forte aos 91 anos’. Foi assim que Marcos Mion apresentou Tony Tornado no “Caldeirão” do último sábado (30). O artista cantou “BR-3” e “Pode crer, amizade” e emocionou Mion e a audiência do programa de variedades. Mas um dos pontos destacados por Mion não escapou do público de casa: a idade de Tony Tornado.
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Assim que Mion revelou que Tornado tem 91 anos, centenas de comentários e memes começaram a aparecer nas redes sociais. ‘Alguem me passa o contato da nutricionista dele, por favor’, brincou um perfil do Twitter. ‘Pleníssimo aos 91 nos brindando com talento e vivacidade’, comentou outra usuária.
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Abaixo, confira alguns dos comentários feitos por quem assistia ao programa:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Brunna Gonçalves, dançarina e mulher de Ludmilla, diz que planeja engravidar ‘daqui a pouco’


Ex-BBB contou, em entrevista a Matheus Mazzafera, que ser mãe é seu sonho de vida. Ludmilla e Brunna Gonçalves participaram de clipe
Reprodução/Redes Sociais
A dançarina e ex-BBB Brunna Gonçalves, de 30 anos, planeja ficar grávida de sua mulher, a cantora Ludmilla, de 27 anos. Ela contou a novidade em entrevista ao youtuber Matheus Mazzafera, em vídeo postado neste sábado (30).
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“É meu sonho de vida”, disse.
As duas já haviam comentado publicamente sobre o plano de se tornarem mamães, mas sem detalharem se adotariam uma criança ou se gerariam o bebê.
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E dá para a gente se animar com a perspectiva de a família aumentar logo? Brunna respondeu: “[É para] daqui a pouco”.
Antes disso, o casal provavelmente dará uma festa de arromba para celebrar a união de quase 3 anos, relatou a dançarina.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ian Guest (1940 – 2022), mestre húngaro dos artistas brasileiros, deixa lição de amor à música


♪ OBITUÁRIO – Basta relacionar alguns ilustres instrumentistas que estudaram com Ian Guest – Helio Delmiro, Henrique Cazes, Maurício Carrilho, Rafael Rabello (1962 – 1995), Toninho Horta, Turíbio Santos, Vittor Santos e Wagner Tiso – para chegar à conclusão de que esse mestre de origem húngara deixou belas lições na música brasileira.
Sim, János Geszti (23 de maio de 1940 – 23 de abril de 2022) – nome de batismo do pianista, compositor, arranjador e educador – teve muito o que ensinar, e ensinou, ao longo de 81 anos de vida e décadas de obra enfocada há três anos no documentário Ian Guest – O imperfeccionista (2019).
No sábado retrasado, Ian Guest morreu a um mês de festejar o 82º aniversário. O mestre saiu de cena em Tiradentes (MG), cidade mineira onde escolheu viver, um ano após chegar ao Brasil em 1956, em busca de porto seguro no país, na diáspora provocada por revolução na Hungria, país que, da mesma forma que a Ucrânia enfrenta em 2022 a artilharia bélica da Rússia, se insurgiu contra o poder da União Soviética (extinta em 1991) naqueles anos 1950 nem sempre dourados.
Guest se refugiou no Brasil e, no Brasil, encontrou e deu abrigo no universo da música brasileira. Aos poucos, Guest passou a circular e a trabalhar na indústria fonográfica.
Na gravadora CBS, o músico esteve envolvido na produção de álbuns antológicos como Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das 10 (1971) – disco experimental que reuniu Edy Star, Miriam Batucada (1947 – 1994), Raul Seixas (1945 – 1989) e Sérgio Sampaio (1947 – 1994) – e Som, sangue e raça (1971), disco do pianista Don Salvador com o grupo Abolição que Guest avalizou na condição de diretor artístico.
Bacharel em Composição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Bacharel Magna Cum Laude em Berklee College of Music, de Boston (EUA), Ian Guest fundou o Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical (Cigam) e introduziu no Brasil o Metódo Kodaly, metodologia pedagógica criada com base na obra do educador e músico húngaro Zoltán Kodály (1882 – 1967).
Como compositor, Ian Guest teve músicas gravadas por nomes como o grupo Golden Boys, o baterista Milton Banana (1935 – 1999) e Trio Esperança. Como professor, deixou livros sobre harmonia que indicaram trilhas que foram seguidas por músicos de gerações e estilos distintos.
Enfim, o amor à música – desenvolvido no Brasil – talvez seja a maior lição dada pelo artista e educador aos alunos que se despediram do mestre nas redes sociais com tristeza, mas com carinho e gratidão pelo tanto que aprenderam com Ian Guest.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #192 – O guia completo do line-up do Primavera Sound: quais as atrações imperdíveis?


Festival acontece no Anhembi, em SP, de 31 de outubro a 6 de novembro. Arctic Monkeys, Björk, Travis Scott e Lorde são as principais atrações. Ouça entrevista com o criador do evento. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Kiss faz espetáculo grandioso e Paul Stanley se encanta com grilo no palco em São Paulo


Banda fez show para Allianz Parque lotado neste sábado (30). No meio dos fogos e do espetáculo tecnológico, grilo pousado no microfone intrigou vocalista. Paul Stanley interage com grilo no show do Kiss em SP
Rodrigo Ortega/ g1
Dava para dizer que o show do Kiss na noite deste sábado (30) foi um espetáculo musical e visual grandioso, bem planejado e cronometrado, exatamente como todo mundo esperava. Até que um grilo pousou no microfone de Paul Stanley.
O vocalista e guitarrista ficou intrigado, pediu para todo mundo olhar, passou alguns segundos observando o inseto de perto, sorriu, acenou e até perguntou o nome do grilo, sem resposta.
(Pelo menos foi um só, e não uma turma de insetos, como no show de Paul McCartney em Goiânia em 2013).
Foi um breve momento fora do script em um show que teve todos os truques que os fãs já conheciam, e mesmo assim vibraram ao presenciar: cuspe de fogo e sangue, voos no palco e por cima da plateia, luzes e fogos sem economia.
Paul Stanley e o grilo
Rodrigo Ortega / g1
O Allianz Parque estava lotado – segundo a assessoria de imprensa, foram 45 mil pessoas. A Pista Premium tinha maioria de homens de meia idade e muitos casais. Ninguém ligou para o chuvisco que caiu no começo e no fim do show, que durou quase duas horas.
Em teoria, essa é a turnê de despedida do Kiss após quase cinquenta anos de carreira. Difícil acreditar, visto que eles já se despediram antes.
De todo jeito, o tom de adeus torna o show ainda mais legal, como quando imagens antigas da banda se misturam à filmagem do show em músicas como “Do you love me”, “Cold gin” e “Shout It out loud”.
Kiss em São Paulo
Ricardo Matsukawa / Divulgação
O único milagre que a tecnologia não pode fazer, infelizmente, é rejuvenescer a garganta de Paul Stanley, aos 70 anos. O esforço para cantar é cada vez maior, a voz dá umas rateadas, mas não dá para culpar o cantor. Pelo contrário – ele tem energia de sobra.
Entre vários momentos emocionantes, o ponto alto é quando Paul voa sobre o público preso a uma corda e vai para um segundo palco no meio da plateia, puxando antes de sair o coro de “I was made for loving you”.
Kiss em São Paulo
Ricardo Matsukawa / Divulgação
Como de costume, há os solos apoteóticos de Tommy Thayer (guitarra) e Eric Singer (bateria). E, claro, a voz, o baixo, a presença imponente e os cuspes de fogo e sangue de Gene Simmons.
A banda já se apresentou em Porto Alegre e Curitiba e ainda vai a Ribeirão Preto no domingo (1). No meio do show, Paul Stanley lembrou que essa é a sétima vez deles São Paulo. O capricho na produção, o esforço da banda e o grilo ajudaram a fazer da repetição uma noite especial.
Kiss em São Paulo
Ricardo Matsukawa / Divulgação
Kiss em São Paulo
Ricardo Matsukawa / Divulgação
Kiss em São Paulo
Ricardo Matsukawa / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Zeca Pagodinho é a cara de Caxias e merece ser enredo da escola Grande Rio em 2023 ao completar 40 anos de carreira


♪ ANÁLISE – Quando a escola de samba Acadêmicos do Grande Rio entrar na Avenida Sapucaí já na madrugada de domingo, 1º de maio, para encerrar o desfile das campeãs do Carnaval carioca de 2022, os carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora vão fechar o ciclo vitorioso e histórico do enredo sobre Exu já com o tema de 2023 nas cabeças da dupla-sensação da folia do Rio de Janeiro.
E o enredo da Grande Rio no Carnaval de 2023 tem tudo para já criar aura de favoritismo em torno da agremiação fluminense. Embora esse enredo ainda não esteja confirmado oficialmente, tudo indica que Gabriel Haddad e Leonardo Bora vão contar na avenida a trajetória de Zeca Pagodinho.
A escolha é feliz por mais de um motivo. Primeiro porque, embora o cantor e compositor seja carioca e portelense, Zeca é associado a Xerém, distrito de Duque de Caxias (RJ), município da Baixada Fluminense (RJ) que sedia a escola de samba. Zeca tem casa em Xerém e está conectado com a comunidade local – movimento que a Grande Rio também fez recentemente ao valorizar a comunidade de Caxias em torno da escola.
Segundo porque, em 2023, fará 40 anos que o Brasil conheceu Zeca Pagodinho através de Beth Carvalho (1946 – 2019), cantora que, atenta aos sinais, convidou o jovem e então desconhecido sambista para gravar com ela Camarão que dorme a onda leva (1983) – samba composto por Zeca em parceria com Arlindo Cruz e Beto Sem Braço (1940 – 1993) – no álbum Suor no rosto (1983).
Zeca Pagodinho é uma das caras do Brasil, é extremamente popular e está identificado com o Carnaval, com Duque de Caxias e, em sentido mais amplo, com o povo brasileiro.
Com o enredo que louva Zeca Pagodinho no ano em que o artista celebrará quatro décadas de sucesso, a Acadêmicos do Grande Rio já entra bem na luta para conquistar o bicampeonato no Carnaval carioca de 2023.

Fonte: G1 Entretenimento

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Saulo Fernandes alinha conexões com Dexter, Melim e Vitor Kley no quinto álbum solo, ‘AETD+’


♪ Com produção arquitetada em 2019, interrompida em 2020 por conta da pandemia de covid-19 e retomada em 2021 com a adição de inéditas canções autorais ao repertório inicialmente alinhavado, o quinto álbum solo de Saulo Fernandes, AETD+, chegou enfim ao mundo digital neste mês de abril de 2022 – precisamente na sexta-feira, 29 – com capa que expõe ilustração de Pedro, filho de Saulo.
Ao longo do disco, cujo título AETD+ é abreviação do nome da música Agora é tempo d+, Saulo agrega oito convidados de universos artísticos distintos.
Se o poema que abre o álbum, Cante, é recitado pela apresentadora Rita Batista, a canção Vida livre tem o clima solar do trio Melim. Vitor Kley é o parceiro e convidado de Saulo em Imaginário.
Já o rapper Dexter solta a voz em Maneira de ser, faixa também gravada com a adesão do cantor baiano Arthur Ramos. Com Gigi, nome artístico do compositor Neilton Cerqueira Santos, a parceria é na canção romântica Quando é você, gravada por Saulo em dueto com o próprio Gigi, figura bissexta nos estúdios.
Tributo a Salvador (BA), cidade onde reside o artista nascido em Barreiras (BA) em setembro de 1977, Supercidade é cantada por Saulo com o toque do grupo Afrocidade. Já Aonde é tema em que Saulo vai atrás do trio elétrico ao lado de Durval Lelys, com quem o artista já gravou o disco Cantaí no groove (2018), lançado há quatro anos.
Então volta é parceria com a nova baiana Melly enquanto Viver sem pesar traz a cantora, compositora, multi-instrumentista e arranjadora Anna Trea.
Gravado com produção musical dos irmãos Jackson Almeida e Luã Almeida, o álbum AETD+ traz ainda as músicas Mesma cidade, Só pode ser tambor e Tintas.
Capa do álbum ‘AETD+’, de Saulo Fernandes
Ilustração de Pedro Fernandes

Fonte: G1 Entretenimento

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Tulipa Ruiz anuncia disco de remixes das músicas do álbum de estreia ‘Efêmera’


♪ Oitava das onze músicas do álbum Efêmera (2010), na disposição do repertório autoral do primeiro disco de Tulipa Ruiz, Aqui foi a faixa escolhida pela artista paulistana para anunciar o disco de remixes produzidos a partir desse álbum lançado há 12 anos.
Assinado por Marcio Arantes, músico que integrou a banda arregimentada para a gravação do álbum do qual também fez a coprodução, o remix de Aqui sai em single em maio – com capa que expõe a cantora em foto de Kendy Higashi – para dar a partida no projeto.
Onze produtores musicais foram convidados para remixar as gravações das onze músicas de Efêmera, álbum gravado por Tulipa com produção musical do irmão Gustavo Ruiz.
“Preparei (esse disco de remixes) para ritualizar a passagem pelo tempo de um disco que me abriu tantas portas e que me faz acreditar cada vez mais na durabilidade poética das coisas efêmeras. Convidei produtores musicais que a gente admira para remixar as onze faixas originais do disco, permitindo novas leituras do trabalho, ou seja, criando um novo disco, estabelecendo novas relações com as músicas, o que será potencializado com o lançamento de um álbum visual desses remixes”, explica Tulipa Ruiz ao anunciar o projeto de remixes nas redes sociais da artista.
A gravação de Aqui, cabe lembrar, já gerou remix produzido com a participação de BNegão e perpetuado em single editado em 2014.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jossara Jinaro, atriz brasileira que fez carreira em Hollywood, morre aos 48


Atriz cresceu no Rio de Janeiro, na Colômbia e nos Estados Unidos. Ela atuou em ‘ER’ e outras séries americanas. Jossara Jinaro em foto sem data informada
Reprodução/IMDB
A atriz brasileira Jossara Jinaro, que fez carreira nos Estados Unidos, morreu de câncer aos 48 anos, de acordo com um comunicado da família dela. Na quinta-feira (28).
A notícia foi confirmada pelo marido de Jinaro, Matt Bogado, no Facebook, de acordo com a rede NBC.
Segundo ele, a mulher morreu na quarta-feira.
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“Jossara foi uma esposa incrível, uma mãe, uma artista e uma amiga, ela tem a alma mais bonita e bondosa e não aceitava um ‘não’ como resposta. Até mesmo nos últimos momentos, ela ainda lutava. Agora ela descansa em paz e vai ser lembrada para sempre”, disse ele.
A atriz teve seu primeiro papel fixo nos Estados Unidos em um canal hispânico, o Telemundo, em 2000. Ela participou de uma comédia chamada “Viva Vegas”. Em 2004, ela começou a aturar na série “Judging Amy”, da CBS. Ela participou das séries “ER” e “Passions”, na NBC.
Em 2013, ela participou do programa “East Los High”, da Hulu.
Filha de pais maoístas
Segundo a biografia dela no IMDB, ela era filha de um casal de comunistas da vertente maoista. Ela nasceu no Rio de Janeiro, mas a mãe dela se casou com um diplomata da Colômbia, e Jossara foi morar naquele país.
Ela começou a trabalhar como atriz aos 8 anos, em peças de teatro.
O padrasto dela chegou a ser sequestrado por guerrilhas colombianas e, depois disso, a família decidiu ir morar nos EUA, de acordo com o IMDB.
Aos 15 ela já falava inglês. Aos 16, ela saiu de casa para tentar ser atriz.
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Fonte: G1 Entretenimento