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Maneva apresenta ‘Mundo novo’, música-título de álbum ao vivo que será gravado pela banda em maio


♪ Mundo novo – música inédita que a banda Maneva apresenta em single agendado para sexta-feira, 29 de abril – abre ciclo na discografia do grupo paulistano de reggae.
Composição de autoria de Tales de Polli, Diego Andrade, Deko e Tércio de Polli, gravada com produção musical orquestrada pela Head Media, Mundo novo é uma das dez músicas inéditas incluídas no repertório da gravação audiovisual programada pelo quinteto para ser feita em 11 de maio em apresentação fechada na Fabriketa, espaço da cidade de São Paulo (SP).
Mundo novo batiza esse álbum ao vivo da Maneva, 12º título da discografia da banda, formada atualmente por Tales de Polli (voz e violão), Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo), Diego Andrade (percussão) e Fabinho Araújo (bateria).
Capa do álbum ‘Mundo novo’, da banda Maneva
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Silva faz em maio a segunda gravação audiovisual de show com hits da axé music dos anos 1990


Criolo participa do ‘Bloco do Silva’ na apresentação que será captada na cidade de São Paulo. ♪ Em 14 de novembro de 2019, Silva lançou – sem aviso prévio – álbum ao vivo com a gravação do show carnavalesco Bloco do Silva.
Nas ruas e casas de shows do Brasil desde janeiro daquele ano de 2019, em turnê interrompida em 2020 pela pandemia e retomada neste ano de 2022, o Bloco do Silva ganha um segundo registro fonográfico audiovisual três anos após o disco ao vivo de 2019.
O cantor gravará a apresentação agendada para 7 de maio no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo (SP), para gerar álbum ao vivo e conteúdo audiovisual previstos para serem lançados no segundo semestre.
Em roteiro pautado por sucessos da fase áurea do gênero rotulado como axé music, trilha sonora dos Carnavais dos anos 1990, Silva abrirá espaço para a intervenção em cena de Criolo, com quem cantará músicas como Soprou (2020), parceria dos irmãos Lúcio Silva e Lucas Silva com o compositor paulistano, lançada por Silva no álbum Cinco (2020).

Fonte: G1 Entretenimento

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Mark Ruffalo convoca jovens brasileiros a tirarem o título de eleitor


Ator usou o Twitter para lembrar que o prazo para se registrar termina no dia 4 de maio. Mark Ruffalo disputa pela sua atuação na comédia ‘Minhas mães e meu pai’
Reuters
O ator Mark Ruffalo usou o Twitter para convocar os jovens brasileiros a tirarem o título de eleitor.
Na postagem em inglês desta terça-feira (26), ele diz:
“Hei, amigos no Brasil! Se você tem 16 ou 17 anos, certifique-se de registrar para votar antes do fim do prazo, no dia 4 de maio. O que acontece no Brasil importa para todos nós. Seu voto é seu poder. Use seu poder.”
Entre os papeis de destaque do ator está Hulk, de “Os Vingadores”.
Ele não é o primeiro artista a chamar os jovens para tirar o título. Em março, a cantora Anitta se manifestou nas suas redes sociais, para incentivar que jovens entre 16 e 17 anos tirem o título.
O movimento da artista surtiu efeito: de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paulista, 45.220 pessoas desta faixa etária se alistaram na Justiça Eleitoral, um aumento de 31,3% na comparação com fevereiro.
Até o fim de fevereiro, eram 144.631 eleitores menores de idade, passando para 189.851 no fim de março.
Entraram também no movimento, ao lado de Anitta, Juliette, Luísa Sonza, Bruna Marquezine e Zeca Pagodinho.
Anitta, Juliette, Luísa Sonza, Bruna Marquezine e Zeca Pagodinho têm incentivado, através de posts nas redes sociais, que jovens entre 16 e 17 anos tirem o título de eleitor.A cantora Anitta é uma das que encabeçam a campanha.

Fonte: G1 Entretenimento

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Livro sobre Gal Costa revela os bastidores tensos da gravação da cantora com Tim Maia em 1985


Texto de Marcus Preto detalha a treta que envolveu Liminha, Lincoln Olivetti, Michael Sullivan e Miguel Plopschi em torno do arranjo e mixagem de ‘Um dia de domingo’, hit do álbum ‘Bem bom’. ♪ “Moça, seja forte / Treta sempre tem”. O recado mandado por Emicida para Gal Costa há quatro anos ao escrever a letra de Abre alas do verão – parceria do rapper com Erasmo Carlos gravada pela cantora no álbum A pele do futuro (2018 ) – teria sido útil em 1985.
Como o produtor musical e jornalista Marcus Preto revela no livro Gal Costa, lançado em março pela editora Beï, teve (muita) treta naquele ano de 1985 em que a cantora gravou a balada Um dia de domingo – uma das canções mais inspiradas da dupla de compositores Michael Sullivan & Paulo Massadas, hitmakers que dominaram as paradas de sucessos dos anos 1980 – em dueto com Tim Maia (1942 – 1998) para o álbum Bem bom (1985).
Embora seja em tese uma fotobiografia organizada por Preto com Leonardo Lichote e Omar Salomão, o livro Gal Costa transcende o caráter iconográfico ao reconstituir a trajetória da artista através de textos inéditos – escritos pelos organizadores e por Antonio Risério, Júlio Diniz, Pedro Duarte e Renato Vieira (a quem foi confiada a pesquisa de imagens do livro em função dividida com Arlindo Hartz) e de reproduções de entrevistas da própria Gal.
Dentro desse recorte biográfico, o texto mais revelador é “… e deixar falar a voz do coração. Ou: os anos Plopschi na RCA”, escrito por Marcus Preto sobre a fase em que, contratada pela gravadora RCA-Victor em 1984, após 17 anos na Philips, Gal fez três discos de tom ostensivamente mais popular de 1984 a 1987 sob a supervisão incisiva de Miguel Plopschi, então diretor artístico da companhia fonográfica, na qual ingressara em 1983, vindo da EMI-Odeon.
É nesse texto que o livro Gal Costa descortina os tensos bastidores da gravação da balada Um dia de domingo. De acordo com o relato de Preto, foi Gal quem pediu a Sullivan & Massadas uma canção na mesma levada de Leva (1984), jingle composto pela dupla para emissora paulista de rádio, gravado originalmente pelo próprio Michael Sullivan – para veiculação exclusiva na emissora – e posteriormente amplificado em outras rádios, já no vozeirão de barítono de Tim Maia, primeiro cantor a propagar canção de Sullivan & Massadas com a gravação de Me dê motivo em 1983.
De acordo com o relato de Preto, a canção Um dia de domingo foi feita ao longo de uma noite no apartamento de Massadas, no Cachambi, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Aprovada por Gal e pela gravadora, a balada foi pensada para um dueto da cantora com Tim Maia.
Feitas as devidas modulações para encontrar os tons mais adequados para as vozes de Gal e Tim, Marcus Preto revela o que então era sabido somente por poucas pessoas do meio musical: o primeiro arranjo de Um dia de domingo foi encomendado a Liminha, produtor musical que vinha dando polimento pop à discografia de Gilberto Gil e que estava prestes a se tornar o principal arquiteto dos álbuns das bandas de pop rock projetadas na década de 1980. Feito e aprovado o arranjo por Liminha, Gal deu sinal verde para a gravação.
Capa do livro ‘Gal Costa’
Divulgação
A treta começou quando Tim reprovou o arranjo de Liminha, criou caso e brigou com todo mundo, até com Gal, que cogitou desistir do dueto diante do desentendimento.
Foi quando Miguel Plopschi, diplomático como todo bom diretor artístico de gravadora, entrou em cena para apaziguar os ânimos e propôs que ele, Plopschi, assume a produção musical da faixa, já que o álbum Bem bom seria formatado por vários produtores musicais, como sugeriu o poeta Waly Salomão (1943 – 2003), creditado como diretor artístico do álbum ao lado de Plopschi.
Ficou então acertado que um outro arranjo seria encomendado a Lincoln Olivetti (1951 – 2015), mago dos estúdios que havia criado o arranjo referencial da marcha-frevo junina Festa do interior (Moraes Moreira e Abel Silva, 1981), sucesso na voz da própria Gal há quatro anos, e que já dava o tom tecnopop da música brasileira naquela altura.
O arranjo de Lincoln foi aprovado por todos. Mas, para evitar mais tretas, as gravações das vozes de Gal e Tim foram marcadas para dias diferentes nas sessões de estúdio. Só que, no dia da gravação do cantor, Tim questionou a ausência de Gal e chegou a se recusar a gravar a parte dele sem a presença da cantora. Com habilidade, diplomacia e uma dose de mentira (foi dito a Tim que Gal estava viajando), Michael Sullivan driblou a resistência de Tim.
Mas nem assim a treta acabou. Ao perceber que cantaria menos do que Gal na faixa, Tim bateu pé e exigiu que ambos cantassem a mesma quantidade de letra. Lincoln Olivetti teve então que aumentar a base do arranjo para atender a exigência de Tim.
Gravadas as vozes dos cantores, Tim criou outra pendenga ao fazer questão de mixar ele próprio a faixa no estúdio de outra gravadora, a Som Livre. Dito e feito. Como a mixagem de Tim descontentou a diretoria artística da RCA, outra mixagem foi feita à revelia de Tim na RCA.
Marcus Preto sustenta no texto que o cantor jamais notou a diferença na mixagem. Contudo, em entrevista à revista Veja, Tim se queixou da alteração da mixagem da faixa. Mas o que talvez tenha chamado a atenção do cantor não tenha sido a mixagem, mas a alteração do tom da voz de Gal.
É que a cantora decidiu regravar a voz na faixa quando Um dia de domingo já tinha sido enviada às rádios em single promocional do então ainda inédito álbum Bem bom, LP lançado em dezembro de 1985, a tempo de pegar o aquecimento das vendas de discos no período natalino.
Alertada por Caetano Veloso, que detectou diferença gritante nas potências das vozes de Gal e Tim ao ouvir a canção nas rádios, a cantora pôs nova voz em Um dia de domingo, com o arranjo já adaptado por Lincoln Olivetti para a mudança de voz para a tonalidade ré. Tudo foi feito sem o conhecimento de Tim Maia.
Em que pese tanta treta nos bastidores ora detalhados por Marcus Preto no livro, a gravação de Um dia de domingo resultou exemplar – até porque a balada é uma das músicas mais inspiradas do irregular cancioneiro de Sullivan & Massadas – e fez o previsível sucesso nas rádios, fazendo de Bem bom o álbum comercialmente mais bem-sucedido da discografia de Gal Costa. Que foi forte para suportar tanta desarmonia, talvez por saber que, sim, treta (quase) sempre tem…

Fonte: G1 Entretenimento

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Arctic Monkeys anuncia shows no Rio e em Curitiba, além do Primavera Sound São Paulo


Três shows estão marcados entre os dias 4 e 8 de novembro. Interpol vai fazer a abertura das apresentações. Alex Turner canta durante show do Arctic Monkeys no Lollapalooza 2019
Diego Baravelli/G1
Arctic Monkeys anunciou, nesta quarta-feira (27), três shows no Brasil em novembro. A banda de Alex Turner é uma das atrações principais do Primavera Sound São Paulo no dia 5 de novembro.
Antes, eles tocam no Rio de Janeiro na Jeunesse Arena, no dia 4 de novembro. Já a apresentação em Curitiba está marcada para o dia 8 de novembro, na Pedreira Paulo Leminski.
Primavera Sound: Arctic Monkeys, Björk, Travis Scott e Lorde no line-up
As vendas para o Primavera em São Paulo começaram nesta quarta pelo site oficial.
Já os ingressos do Rio e Curitiba tem pré-venda nos dias 02 e 03 de maio, a partir das 10h online e 11h nas bilheterias oficiais. A venda para público geral começa no dia 04 de maio às 11h online e nas bilheterias oficiais.
Depois, o Arctic Monkeys segue a turnê na América do Sul no Paraguai, Chile, Argentina e Peru.
CALENDÁRIO: Quais os shows internacionais no Brasil?

Fonte: G1 Entretenimento

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Primavera Sound anuncia Arctic Monkeys, Björk, Travis Scott e Lorde na programação do festival


Festival acontece no Anhembi, em SP, de 31 de outubro a 6 de novembro. Primavera Sound anuncia Arctic Monkeys, Björk, Travis Scott e Lorde na programação do festival
Divulgação
A programação completa do festival Primavera Sound foi divulgada nesta quarta-feira (27). Arctic Monkeys, Björk, Travis Scott e Lorde são as principais atrações.
O dia 5 de novembro contará com Arctic Monkeys, Björk, Beach House, Gal Costa, Interpol e Mitski como atrações principais.
O dia ainda conta ainda com Boy Harsher, Helado Negro, José Gonzales, L7NNON, Seth Troxler, Sevdaliza, Shygirl, Amaia, Badsista, Beak>, Carolina Durante, Cashu b2b Isabella, Giovani Cidreira, John Talabot b2b Nicolas Lutz, Jonathan Ferr, Josyara, Los Planetas, Luccas Carlos, Sangre Nueva (DJ Phyton b2b DJ Florentino b2b Kelman Duran), Santiago Motorizado, Shellac, Tasha & Tracie, Tim Bernardes, e Valesuchi.
Já no 6 de novembro, Travis Scott, Lorde, Arca, Charli XCX, Father Jon Misty, Phoebe Bridgers serão os headliners.
Também irão se apresentar Bad Gyal, Caroline Polachek, Chai, Hermeto Pascoal, Japanese Breakfast, Jessie Ware, Joy Orbison, JPEGMafia, MC Dricka, Raveena, Amaro Freitas, ANZ, Don L, Föllakzoid, Gop Tun, Jovem Dionísio, Julia Mestre, Maglore, Medulla, Selvagem, Señor Cononut and his orchestra, Tayhana, Terno Rei, Uniqu3, Viagra Boys e VTSS b2b LSDXOXO.
Primavera Sound anuncia Arctic Monkeys, Björk, Travis Scott e Lorde na programação do fest
Ingressos para o Primavera Sound
Na semana passada, o festival divulgou os preços dos ingressos da primeira edição brasileira. Os valores vão de R$ 410 e R$ 1720.
CALENDÁRIO: Quais os shows internacionais no Brasil?
A edição de estreia será no Anhembi, em São Paulo, de 31 de outubro a 6 de novembro. O evento acontece há 20 anos em Barcelona e é um dos maiores da Europa. A venda para o público geral começa no dia 27 de abril, por meio do site Eventim e na bilheteria oficial, localizada no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
Além do evento no Anhembi, o festival vai promover vários shows na capital paulista com o “Primavera na Cidade”. Serão mais de 30 shows, divididos em três espaços diferentes. Todos que adquirirem os ingressos “Passaporte” terão a chance de assistir gratuitamente a todos os shows da programação.
Plateia do festival Primavera Sound, na versão original do evento, em Barcelona
Divulgação/Christian Bertrand
“Se conhece um pouco o festival de Barcelona, nós temos jazz, neoclássica, podemos ter flamenco, reggaeton, calipso, reggae. Não temos um estilo. Claro que a maioria escuta mais pop e mais rock. Somos um festival que explica a música”, disse Gabi Ruiz, diretor e principal curador do festival, ao g1 em dezembro.
Ideia é se espalhar pelo Anhembi
Segundo a organização, nenhum outro evento, nesses 50 anos de Anhembi, usou todos os 400 mil metros quadrados do chamado “Distrito Anhembi”.
A ideia do Primavera é ocupar todo o espaço (sambódromo, concentração, dispersão, passarela, pavilhão e todos os auditórios).
Vista aérea do Complexo Anhembi
André Pera/Agência F8/Estadão Conteúdo
O primeiro ano do festival na América do Sul terá também edições em Santiago, no Chile; e em Buenos Aires, na Argentina.
Primavera Sound São Paulo
Datas: de 31 de outubro (segunda-feira) a 6 de novembro (domingo)
Local: Distrito Anhembi – somente nos dias 5 e 6 de novembro
Ingressos: a partir de R$ 410
Classificação etária para os dias 05 e 06 de novembro, no Distrito Anhembi: 16 anos. Permitida a entrada de menores de 05 a 15 anos acompanhados de responsável legal. Menores de 5 anos não terão acesso ao evento.
Atrações principais de 5 de novembro
Arctic Monkeys
Björk
Beach House
Gal Costa
Interpol
Mitski
Atrações principais de 6 de novembro
Travis Scott
Lorde
Arca
Charli XCX
Father Jon Misty
Phoebe Bridgers
Ingressos do Primavera Sound
Vendas de ingressos Passaporte (todos os dias) no site Eventim e na bilheteria oficial (Estádio do Morumbi – Bilheteria 5 – em São Paulo).
Além de opções de ingressos Inteira e meia entrada, o festival também oferecerá a opção das Entradas Solidárias. Os valores possuem 45% de desconto em relação ao preço inteiro, com o acréscimo de R$40, que serão destinados à ONGs.
Passaporte
São ingressos válidos para os dois dias no Distrito Anhembi, além da programação do “Primavera na Cidade”.
Lote 1: R$ 700 (meia), R$ 810 (meia solidária) e R$ 1400 (inteira)
Lote 2: R$ 800 (meia), R$ 920 (meia solidária) e R$ 1600 (inteira)
Lote 3: R$ 860 (meia), R$ 986 (meia solidária) e R$ 1720 (inteira)
Ingresso por dia
Lote 1: R$ 410 (meia), R$ 491 (meia solidária) e R$ 820 (inteira)
Lote 2: R$ 445 (meia), R$ 529,50 (meia solidária) e R$ 890 (inteira)
Lote 3: R$ 490 (meia), R$ 579 (meia solidária) e R$ 980 (inteira)

Fonte: G1 Entretenimento

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O cadáver que se tornou o mais improvável herói da 2ª Guerra Mundial


Seus restos mortais foram usados ​​em um plano ousado com o qual os Aliados conseguiram enganar Hitler. A incrível história é o tema de um novo filme estrelado por Colin Firth e Matthew Macfadyen. Na Operação Mincemeat, uma maleta cheia de falsos segredos militares foi acorrentada ao braço de Glyndwr Michael
Warner Bros
“A única coisa que ele fez que valeu a pena aconteceu depois de sua morte.”
A visão do oficial de inteligência britânico Ewen Montagu sobre o galês Glyndwr Michael pode parecer muito dura.
Afinal, após sua morte aos 34 anos, Michael ajudou a acabar com a Segunda Guerra Mundial mais cedo do que poderia ter acontecido, salvando centenas de milhares de vidas.
Em abril de 1943, o corpo do galês foi usado por agentes da inteligência britânica na chamada “Operação Mincemeat”, considerada a mais audaciosa de todo conflito.
O plano britânico conseguiu enganar os alemães, que redistribuíram regimentos inteiros da Sicília, na Itália, para a Grécia e os Bálcãs.
O livro do historiador Ben Macintyre sobre a farsa, intitulado “Operation Mincemeat” (sem versão em português), foi transformado em um filme da Warner Bros que acaba de ser lançado no Reino Unido. No Brasil, o filme ganhou o título “O Soldado que Não Existiu” e será lançado pela Netflix em maio.
“Glyndwr Michael é possivelmente o herói mais improvável de toda a Segunda Guerra Mundial”, acredita Macintyre.
“Ele fugiu do País de Gales para Londres para escapar da pobreza extrema durante a Grande Depressão da década de 1930. Seu próprio pai cometeu suicídio após o colapso do trabalho na mineração.”
Os agentes de inteligência britânicos deram a Michael uma identidade falsa como comandante interino William Martin
Warner Bros
O historiador explica que o corpo de Michael foi encontrado em um galpão na área de King’s Cross, em Londres e, de acordo com o laudo forense, ele havia tomado veneno.
Mas o historiador acredita que o ato não foi um suicídio.
“Acho que Michael deveria estar com tanta fome que comeu pão envenenado por engano”, aponta.
História digna de James Bond
Qualquer que seja a causa da morte de Glyndwr Michael, seus restos mortais foram entregues ao legista Bentley Purchase.
O especialista havia sido alertado para a necessidade de encontrar um corpo cujos ferimentos fossem parecidos ao que ocorre com uma vítima da queda de um avião, em que o pára-quedas não funcionou como o esperado.
O cadáver, então, foi transferido aos cuidados dos agentes Charles Cholmondeley e Ewen Montagu. Foi assim que a transformação de Glyndwr Michael no comandante William Martin começou.
Enquanto os restos mortais de Michael estavam no necrotério, os agentes Cholmondeley e Montagu passaram meses elaborando a identidade falsa de Michael
Warner Bros
A ideia de usar um cadáver para entregar planos falsos em território inimigo foi concebida pela primeira vez na década de 1930 por Ian Fleming, autor dos romances de espionagem de James Bond.
Fleming trabalhou durante a Segunda Guerra Mundial como assistente de John Godfrey, diretor da Divisão de Inteligência Naval da Marinha Britânica.
No final de 1942, o sucesso dos Aliados numa campanha no norte da África permitiu que eles voltassem a atenção para outras áreas controladas pelos alemães no sul da Europa.
A Sicília, na Itália, era o lugar óbvio para lançar uma operação, já que o domínio da ilha significava o controle da navegação no Mar Mediterrâneo.
O problema era que a opção por este local era óbvia demais.
O homem que nunca foi
“Todo mundo, exceto um tolo, sabe que a operação será na Sicília”, declarou o então primeiro-ministro britânico Winston Churchill.
No entanto, isso não impediu que os Aliados quisessem tomar a Sicília como um trampolim para a Itália. E, para isso, eles realizaram um ato espetacular de distração.
Os agentes Cholmondeley e Montagu foram trabalhar nos detalhes que tornariam o engano mais crível para os alemães.
Eles deram ao falso oficial uma identidade e uma história abrangentes, começando com a escolha do nome William Martin, relativamente comum nos fuzileiros navais britânicos.
Eles também conferiram ao suposto militar o posto de capitão, que consideravam alto o suficiente para portar documentos secretos, embora não tão importante a ponto de ser um rosto conhecido pelo inimigo.
Ewen Montagu foi um dos agentes que bolaram o plano para enganar Hitler
BBC
Os agentes então escolheram itens do dia a dia que qualquer um levaria consigo. No caso de Martin, isso significava chaves, selos, cigarros, fósforos, um medalhão de São Cristóvão, canhotos de ingressos de teatro, um recibo de uma camisa nova, uma carta de seu pai e até um aviso de cheque especial do banco.
Todos os documentos foram escritos com uma tinta especial, que não escorreu na água.
Ewan Montagu passou meses criando a identidade do falso oficial. Mas Ben Macintyre diz que a parte mais convincente do quebra-cabeça era a noiva de Martin, uma jovem chamada Pam — na verdade, uma oficial da inteligência britânica chamada Jean Lesley.
“O nível de detalhes em que eles entraram foi incrível — eles até vestiram o suposto uniforme e peças íntimas de Martin para que parecessem roupas usadas na medida certa”, detalha o historiador.
“Tive a sorte de conhecer ‘Pam’ (Jean Lesley) quando tinha 80 anos, e ela me levou pelo rio Tâmisa até o ponto em que ela e ‘William’ supostamente ficaram noivos.
À época, a esposa de Montagu se convenceu de que ele estava tendo um caso.”
Um enorme engano
Cholmondeley e Montagu prepararam o corpo e o carregaram em um recipiente cheio de gelo seco para uma viagem até a Escócia. O veículo foi conduzido por um campeão de automobilismo no pré-guerra.
Na Escócia, um submarino chamado HMS Seraph estava esperando. O veículo demorou 10 dias para chegar ao “ponto de entrega”.
O corpo de Glyndwr Michael foi descoberto por um pescador de sardinhas na costa da Espanha em 30 de abril de 1943
Warner Bros
Vale dizer que a tripulação do submarino desconhecia o propósito da missão. Assim que os oficiais deixaram o corpo de Martin na água, os motores foram acelerados para que a corrente o empurrasse em direção à costa da Espanha.
Nas primeiras horas de 30 de abril de 1943, um pescador de sardinha espanhol encontrou o oficial britânico supostamente afogado perto da cidade de Huelva.
A inteligência militar alemã caiu na arapuca, e uma cópia das cartas de Martin descrevendo os planos para uma operação aliada na Grécia acabou na mesa de Adolf Hitler.
Ao mesmo tempo, em um porão escuro do prédio da Marinha em Londres, homens e mulheres da inteligência britânica comemoraram batendo nas mesas e pulando para cima e para baixo quando a mensagem para Hitler foi interceptada por instalações militares dos Aliados.
Uma última conexão galesa
Macintyre conta que havia outra conexão galesa que acabou convencendo Hitler de que o corpo era genuíno.
“Uma das cartas do pai de Martin foi supostamente escrita de um hotel em Mold (uma cidade no País de Gales)”, diz o historiador.
“Quando eu estava pesquisando meu livro, voltei ao registro original do hotel, e realmente havia o nome do Sr. Martin escrito na data correta da carta. Os detalhes da história são incríveis.”
Os britânicos confessaram uma pretensa decepção com um telegrama para os espanhóis, facilmente interceptado, pedindo a devolução da maleta de Martin o mais rápido possível.
“Documentos secretos provavelmente em uma pasta preta. Informações necessárias o mais rápido possível. Devem ser recuperadas imediatamente. Deve-se tomar cuidado para que não caia em mãos erradas”, dizia o telegrama.
Em 38 dias após a invasão aliada da Sicília, em 10 de julho de 1943, a ilha foi capturada pelos Aliados. Pouco depois, a Itália inteira caiu, provocando a queda do regime de Benito Mussolini.
Glyndwr Michael foi enterrado em Huelva com todas as honras militares.

Fonte: G1 Entretenimento

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Arthur Aguiar diz que não pensava que venceria o ‘BBB22’: ‘Todas as vezes, eu achava que ia sair’


Em conversa com Ana Maria Braga, campeão do reality show falou sobre sua participação no jogo. Arthur Aguiar participa do “Mais Você” após vencer o “BBB22”
Reprodução/Instagram
Arthur Aguiar se emocionou durante a participação do “Café com Campeão” no “Mais Você” após a vitória no “BBB22”.
Arthur venceu o programa após receber 68,96% dos votos. Paulo André ficou na segunda colocação (29,91%). Douglas Silva (1,13%) completou o pódio.
Em conversa com Ana Maria Braga, o ator e cantor não segurou as lágrimas ao rever as cenas da grande final do programa.
Arthur afirmou que nunca imaginou que seria o vencedor do programa.
“Não passou na minha cabeça, em nenhum momento, que isso podia acontecer. Estou muito feliz.”
“Todas as vezes, eu achava que ia sair. Na final, tinha certeza que ia ser o terceiro colocado. Em nenhum momento passou na minha cabeça que eu podia ganhar o programa”, afirmou o vencedor.
“Foi muito incrível, muito inesperado. A ficha não caiu, vai demorar uns dias ainda. Agora quero me atualizar de tudo o que tá acontecendo, entender como isso aconteceu. Quero aproveitar minha vida, os momentos mais simples com minha família e minha filha.”
Campeão do ‘BBB22’, Arthur Aguiar lançou dois feats enquanto estava no reality; relembre carreira musical do vencedor
“Estava ali para jogar”
Arthur também falou sobre o perfil de jogador, que chamou bastante atenção ao longo dos 100 dias de programa.
“Acho que fui muito transparente, coerente com meu jogo. Estava ali pra jogar, não estava de férias. Se fosse pra tirar férias, ia com minha família pra algun lugar. Me chamaram pra um jogo”, afirmou Arthur.
“Pra eu jogar, preciso ter uma estratégia e pra ter uma estratégia, preciso ter uma linha de raciocínio”, disse o campeão, antes de ser questionado por Ana Maria se ele tinha essa estratégia antes de entrar na casa.
“Não. Eu nunca achei que eu conhecesse o ‘BBB’. Assisti alguns programas quando mais novo, mas sabia as dinâmicas. Mas eu não era um cara que estudou o programa, o que funciona, o que não funciona. Até porque , não tem um a fórmula. Tiveram campeões de diversas maneiras.”
“Minha estratégia era entrar, viver, ser eu, com meu pacote completo, com qualidades, defeitos, dificuldades. Eu precisava ser coerente.”
“Acho que as pessoas na casa me deram muito mais o jogo do que eu fui em busca desse jogo.”
“Me senti sozinho em muitos momentos”
O ator e cantor também falou sobre o fato de, por diversas vezes, afirmar na casa que se sentia sozinho.
“Me senti muito sozinho em muitos momentos”, disse, antes de assistir a uma cena em que repete a mensagem que viu em um bilhete em uma das festas: “Pra quem não ouve a musico, doido é quem dança”.
“É isso, as pessoas falam muito sobre o que eu sinto. A gente não pode falar sobre o outro, só sobre a gente. A gente pode sentir, mas não pode invalidar o sentimento do outro.”
Ana Maria então perguntou ao campeão se ele gostaria de ter um aliado na casa.
“Queria aliados, porque sempre achei que a gente entra sozinho, mas é um jogo muito difícil de jogar sozinho. Pra passar por toda aquela barra do programa, situações, provas, dinâmicas, não tem como ficar sozinho o tempo inteiro. Então queria muito um aliado.”
Tadeu Schmidt diz que Arthur ‘podia ter relaxado um pouquinho mais’ no BBB22; veja discursos sobre participantes
Brincalhão ou estrategista?
Ana Maria mostrou uma imagem de Arthur Aguiar no início do jogo fazendo uma brincadeira com todos os participantes e quis saber do ator se ele, fora da casa, tinha um perfil mais brincalhão ou estrategista.
“Já fui durante muito tempo bem brincalhão e durante muito tempo vim me perdendo de mim mesmo. Venho numa busca intensa pra reencontrar esse Arthur mais leve e brincalhão.”
“Isso foi mudando [no jogo] toda segunda-feira”, afirmou Arthur.
“Me adicionava gatilhos emocionais daqui de fora. E fui voltando pra esse lugar que não gosto, mas é meio que automático. Quase uma defesa.”
“Nessa parte final do jogo, já estava bem ruim. Quase desisti do jogo, não desisti por causa delas.”
“Estaria falhando com o combinado, estaria sendo muito egoísta de tomar essa decisão sozinho, se eu decidi em conjunto com minha esposa ir para o BBB. Mas já estava desgastado emocionalmente.”
Vídeo: Mayra Cardi repreende Arthur Aguiar após ator comer pão no “BBB 22”:
Mayra Cardi repreende Arthur Aguiar após ator comer pão no BBB 22

Fonte: G1 Entretenimento

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Lauren Spencer-Smith faz sucesso com pop cru e diz que gosta de ser ‘nova Olivia Rodrigo’


Cantora de 18 anos chegou ao top 50 do Spotify em mais de 20 países. Ao g1, ela fala que o pop atual é mais cru e honesto: ‘Às vezes, a música pop básica fica um pouco genérica’. Lauren Spencer-Smith, a ‘nova Olivia Rodrigo’
Em quinze minutos de entrevista, Lauren Spencer-Smith falou pelo menos cinco vezes que a vida dela, hoje, está “maluca”. A culpa é de “Fingers Crossed”, balada emotiva que chegou ao top 50 do Spotify em mais de 20 países.
A cantora de 18 anos vem do Canadá e já participou do “American Idol”, em 2020. Ficou no top 20, não foi tão bem, mas agora está indo bem demais, graças ao TikTok.
Foi lá que surgiu “Fingers Crossed”, bem confessional, como o resto do repertório. O arranjo é alternativo e arrastado, como das outras músicas que estarão no álbum de estreia, previsto para o segundo semestre.
No hit sobre um ex que sempre fazia tudo “cruzando os dedos”, Lauren diz que se arrependeu de ter se dedicado tanto a uma pessoa por tanto tempo, sem ter nada em troca. “Gostaria de ter de volta todas as lágrimas que chorei”, canta ela.
Ao g1, a cantora fala da repercussão da música, conta como ela foi composta e se diz tranquila quando é chamada de “nova Olivia Rodrigo”.
Ela relembra o começo da carreira, quando subiu ao palco com Keith Urban aos 11 anos, e fala que o pop atual é mais cru e honesto. “Às vezes, a música pop básica fica um pouco genérica.”
Lauren Spencer-Smith
Divulgação/Universal
g1 – Como ‘Fingers crossed’ mudou sua vida?
Lauren Spencer-Smith – ‘Fingers crossed’ representa a música e o momento em que eu parei de ser só uma pessoa tentando casualmente fazer sucesso como artista e compositora e tudo mais. Eu percebi que poderia agora viver disso e ela me abriu tantas portas, me trouxe tantas oportunidades. Eu conheci tantas pessoas, desde que eu assinei com uma gravadora, e tem sido uma maluquice.
g1 – Você se lembra de quando percebeu que a música tinha virado um hit no tikTok, você lembra quando notou que ela tinha virado um hit?
Lauren Spencer-Smith – Sinceramente, acho que percebi que já estava meio que explodindo logo antes de ela ser oficialmente lançada. Mas eu sinto que realmente percebi isso no dia em que foi lançada ou no dia seguinte, porque eu fui do zero ao 100.
Senti como se todos os lugares de notícias quisessem me entrevistar. Tudo estava ficando absolutamente louco. Teve uns 20 milhões de streams em dois ou três dias e eu fiquei tipo “oh meu Deus. Isso é uma loucura”. Minha vida ficou absolutamente louca. Falando de verdade quando ela foi para o número um e tudo mais eu só pensava: “oh meu Deus. Minha vida está mudando”.
g1 – Alguém te mandou alguma mensagem ou algo do tipo perguntando se a música era sobre ele? Muita gente deve ter ficado curiosa com isso, talvez preocupado que descobrissem quem era a pessoa da música…
Lauren Spencer-Smith – Na verdade, fiquei bem surpresa, mas ninguém ficou me perguntando, não. Assim, em entrevistas as pessoas perguntam, e tem gente do mercado que pergunta, mas eu nunca fui perguntada na minha vida pessoal. Ou eles sabem sobre quem é ou eles acham que não é sobre alguém que eles conheçam.
Lauren Spencer-Smith
Divulgação/Facebook da cantora
g1 – Como você escreveu a música, como foi o processo?
Lauren Spencer-Smith – Bem, eu escrevi uns meses depois que a situação aconteceu com essa pessoa. E eu conheci meu namorado que estou namorando agora e ele começou a me tratar como eu merecia ser tratada, como um anjo. Ele é um rei e isso começou a me fazer refletir sobre meu relacionamento passado e fiquei um pouco brava comigo mesma por ter deixado que me tratassem tão mal.
E daí eu pensei “f… esse cara”, eu não me arrependo mais disso. Eu estava com meu amigo e ele começou a dizer algo sobre cruzar os dedos, e que seria legal eu escrever uma música sobre essa sensação. No dia seguinte, eu tinha uma sessão para escrever músicas e eu contei essa ideia e disseram que eu tinha acertado em cheio na ideia. E o resto é história.
g1 – Você começou a cantar bem novinha. Como foi seu começo na música?
Lauren Spencer-Smith – Sim… Desde que eu tinha dois ou três anos, sempre fui muito atraída pela música. Eu dançando e cantando e eu sabia todas as letras das músicas quando eu tinha três anos. Meus pais pensavam tipo “mas que m… é essa? como assim?” É que eu realmente não venho de uma família musical e meus pais não gostam muito ouvir música ou tocar instrumentos ou qualquer coisa. Foi quando eu era bem nova que eu comecei a mostrar esse amor por instrumentos, sons e tudo assim. Fui pedindo que eles me comprassem guitarras, equipamentos, máquinas de karaokê… porque eles notaram que eu adorava e eu voltava sempre para casa com flyers para shows de talento e dizia que queria participar de concursos.
E aí fui crescendo e eles foram entendendo que era sério. Eu participei de competições na minha região e quando eu tinha 11 anos eu cantei com o Keith Urban, na frente de milhares de pessoas, em um festival de música country. Depois disso, meus pais pensaram “é, ela realmente pode cantar, acho que ela quer levar mesmo a sério, vamos ajudá-la”. Aí eu passei a postar vídeos cantando nas redes sociais e um vídeo viralizou no Facebook. E então eu fui para o American Idol e depois do programa comecei a compor.
Lauren Spencer-Smith no ‘American Idol’
Reprodução/ABC
g1 – Como o “American Idol” foi importante para você e como foi estar em um ambiente tão competitivo, sendo tão nova?
Lauren Spencer-Smith – Eu sou extremamente, extremamente competitivo. Eu odeio perder. Se alguém me diz que eu não posso fazer algo, eu vou além para provar que eles estão completamente errados. Então, estar no “American Idol” me deixou bem motivada, porque eu queria muito ganhar e eu quero sempre estar entre os melhores.
Isso significa que eu notei que precisava melhorar, vi o quanto os outros eram bons. Eu estou no nível deles, mas a coisa toda foi uma experiência tão louca. Eu tive muita sorte que minha temporada não tinha uma energia de competitividade. Todo mundo parecia estar em uma família, apoiando um ao outro. Você acaba quase que competindo consigo mesmo e não com todo mundo.
Mas eu sou tão grata por ter participado do programa, porque conheci meu empresário por coincidência lá, com quem eu ainda estou. Conheci também uma das minhas melhores amigas, que escreveu metade do meu primeiro álbum comigo. A gente ficou compondo muito no FaceTime, cantando juntas e depois nos vemos pessoalmente por vários meses.
g1 – Quais músicas você costuma ouvir? Quais artistas sempre estão nas suas playlists?
Lauren Spencer-Smith – Eu ouço mais coisas de estilos parecido com o meu. Gosto tipo de JP Saxe e Julia Michaels. Ouço quando estou na academia. Eu amo ouvir rap também. Gosto também de ouvir bedroom pop, como Olivia Rodrigo…
Lauren Spencer-Smith
Divulgação/Facebook da cantora
g1 – Falando nela, hoje quando querem apresentar uma nova cantora, costumam falar que ela é ‘a nova Olivia Rodrigo’. Isso tem acontecido com você. O que você pensa sobre isso?
Eu sou uma grande fã da Olivia e da música dela. Amo o álbum dela. Então, eu me sinto muito honrada quando dizem que temos o mesmo estilo. Obviamente, gosto de artistas diferentes e meus fãs sabem disso, mas parecer com Olivia para mim é um elogio, porque eu a amo e a acho excelente.
g1 – Falando desse rótulo que você mencionou, bedroom pop (pop de quarto). Como explicá-lo? Porque nem toda música que é gravada em um quarto é bedroom pop… para você, o que faz um bedroom pop ser bedroom pop?
Lauren Spencer-Smith – Eu acho que eu meio que consegui inventar o meu próprio bedroom pop, um pouco. Hmmm. Mas eu diria que música pop para mim tipo o som da Camila Cabello, faixas pop animadas com muitos vocais dobrados, arranjos “pra cima”. E pop de quarto para mim é mais como Olivia Rodrigo, Julia Michaels… é quase como se fosse pop acústico, mas ainda fica longe do lado mais triste do som acústico. Então, nós meio que ficamos nesse estilo que é o bedroom pop.
Lauren Spencer-Smith
Divulgação/Facebook da cantora
g1 – É um pouco o som que passou a ser mais falado depois da Lorde e da Billie Eilish, um pop mais alternativo, com letras que não falam só de amor, mas de sofrimento, de saúde mental, de coisas mais pesadas. É um pouco mais depressivo: tanto a sonoridade, quanto as letras?
Lauren Spencer-Smith – Sim, 100% sim. Eu sinto que o pop de quarto realmente tem letras sobre como você está se sentindo. E eu acho que às vezes a música pop básica fica um pouco genérica, mas eu sinto como artistas deste bedroom pop realmente são minuciosos ao falar sobre esse sofrimento, de uma maneira crua.
g1 – Tudo o que você escreve ou pensa pode ir parar em uma letra de música, ou existe algum filtro?
Lauren Spencer-Smith – Tudo o que eu sinto, eu escrevo. Outro dia estava falando sobre como você fica dando desculpas durante uma relação e pensei: isso daria uma música. Anotei na hora e fui desenvolver essa ideia em uma gravação com o título “Excuses” (“Desculpas”). Tudo o que acontece na minha vida eu analiso na minha cabeça e escrevo no meu celular. Assim, um pensamento aleatório pode virar música.
g1 – Para terminar, tem alguma chance de shows no Brasil?
Lauren Spencer-Smith – Estamos definitivamente pensando nisso e vou fazer muitos shows neste ano. Estou indo para a Europa em breve e com certeza quero viajar por todo o mundo no próximo ano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny será ‘El Muerto’ em filme da Marvel: ‘É simplesmente incrível’


Ele será o primeiro latino a atuar em um filme de super-heróis não animado da Marvel. O rapper Bad Bunny
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Bad Bunny, rapper porto-riquenho, interpretará “El Muerto”. Ele será o primeiro latino a atuar em um filme de super-heróis não animado da Marvel, anunciou a Sony Pictures na noite de segunda-feira, no início da convenção CinemaCon, em Las Vegas.
“Dar vida a El Muerto é simplesmente incrível”, disse ele, no evento dos proprietários das salas de cinema o astro do reggaeton, cujo nome de registro é Benito Antonio Martínez Ocasio.
O filme com o cantor de 28 anos deve estrear em janeiro de 2024. No entanto, seus fãs poderão assistir a seu trabalho na telona este ano em “Bullet Train”, filme de ação protagonizado por Brad Pitt e baseado em um romance japonês.
As primeiras imagens apresentadas na abertura da CinemaCon mostram Pitt interpretando um pistoleiro que caminha pelas ruas iluminadas de Tóquio antes de enfrentar o superastro da música urbana no vagão de um trem.
“Não é minha primeira briga”, brincou Bad Bunny, fã da luta livre, que também já se aventurou no quadrilátero.
“El Muerto” é um spin-off do universo de “Homem-Aranha”, cujas sequências foram destaque no primeiro dia da CinemaCon, que atrai anualmente os executivos de Hollywood e apresenta prévias exclusivas e astros da meca do cinema.
Depois de uma edição morna em agosto de 2021 por causa da pandemia, o evento está de volta ao seu formato fastuoso em tempos em que as bilheterias tentam se recuperar das interrupções provocadas pela covid-19 e que a gigante do streaming Netflix anunciou sua primeira diminuição de assinantes em mais de uma década.
As salas de cinema reviveram graças a sucessos como “Homem-Aranha: Sem volta para casa”, a recente superprodução da Sony que, com 1,9 bilhão de dólares de arrecadação mundial, tornou-se o terceiro maior sucesso de bilheteria dos Estados Unidos de todos os tempos.
No início da convenção também foram confirmadas as sequências de “Os caça-fantasma” e “Venom”.
A nova edição da CinemaCon conta este ano com a presença de astros do cinema como Robert De Niro, Rachel McAdams e o diretor David Cronenberg, diferentemente do ano passado, quando a covid-19 afugentou os astros e viu os estúdios de Hollywood privilegiar as plataformas de streaming sobre as salas de cinema para lançar suas produções.

Fonte: G1 Entretenimento