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‘No Limite’ divulga lista de participantes; conheça


Nomes foram divulgados nesta terça-feira (26). Programa estreia em 3 de maio. Elenco de ‘No limite’ é anunciado
Divulgação
Os participantes do “No Limite” foram anunciados nesta terça-feira (26).
O reality de aventura será apresentado por Fernando Fernandes. A estreia está marcada para o dia 3 de maio.
Participantes serão divididos nas tribos Sol e Lua.
Veja a lista abaixo:
MATHEUS
O carioca Matheus Pires tem 30 anos e é diretor pedagógico. Ele revela o que mais lhe tira do sério: pessoas que falam muito. Adepto dos procedimentos estéticos, Matheus brinca: “Tudo meu tem nota fiscal: meu cabelo, meu peito, meu bumbum”. O jovem, entrega o que seu marido diz: “ele fala que sou manipulador”.
SHIRLEY
Cearense de Sobral, Shirley Golçalves atualmente vive em Brasília (DF). Ela é professora de educação física e tem 51 anos. “Não é toda mulher na minha idade que tem a força e a coragem que eu tenho”, diz. Apesar de estar casada há 30 anos, ela revela que não é uma pessoa muito paciente: “O mérito é todo do meu marido. A paciência é toda dele”.
BRUNA
Diretamente de São Paulo (SP), Bruna Negreska tem 32 anos. Graduada em Educação Física, ela foi atleta de handebol por 15 anos e atualmente trabalha como personal trainer. “O esporte me trouxe disciplina, determinação, garra, competitividade”, afirma. Sobre a convivência em grupo, Bruna garante: “Quem fizer corpo mole vai ter problema comigo”.
KAMYLA
Pós-graduada em Biomedicina, Kamyla Romaniuk é de Ji-Paraná (RO) e tem 30 anos. Ela conta que conviver em grupo pode não ser tão fácil: “Cresci em uma família onde todos têm a personalidade muito forte”. O que mais a irrita? Kamyla é direta e reta: “grosseria gratuita”.
ADRIANO
Médico psiquiatra, Adriano Gannam tem 42 anos, é de São Lourenço (MG), mas atualmente mora em Volta Redonda (RJ). E confessa: “Me considero manipulador. Sei ser bem convincente quando quero”. Sobre os desafios do reality, ele avalia os seus pontos fortes. “Me sairia bem nas provas de lógica e resistência. Principalmente as provas de resistência mental”, conta.
GUZA
Natural de Salvador (BA), Guza Rezê atualmente vive em Brasília (DF). Ela tem 40 anos e trabalha como policial rodoviária federal. Chefe na corporação, ela afirma: “Liderança é incentivar os outros a melhorar. Porém, cobrando desempenho”. Guza, que é atleta e maratonista, fala sobre a sua personalidade. “Eu sou muito fofa lá dentro, dentro, dentro”, brinca.
CLÉCIO
“Tudo que eu quero, eu posso. Tudo que eu posso, eu quero”, esse é o lema do pernambucano Clécio Barbosa, que é de Jaboatão, mas atualmente vive em Recife. Ele tem 44 anos, é engenheiro civil e trabalha com segurança de barragens. “Eu tenho uma liderança nata. Eu tento puxar, tento levar”, releva.
FLAVIA
A massoterapeuta Flavia Assis, de 42 anos, é de Mauá (SP), mas atualmente vive em Santo André. Ela foi jogadora de vôlei e garante que sabe lidar com situações mais tensas. “Me deram esse papel de capitã e eu tinha que mediar algumas situações conflitantes”, diz.
ANDRÉA
A alagoana Andréa Nascimento tem 31 anos e é administradora. Jogadora de basquete desde os 11, ela diz como o esporte irá lhe ajudar na competição. “Vou levar os aprendizados que adquiri, essa questão da raça, de sangue nos olhos”, conta ela, que adianta: “Estou com fome e sede de jogo”.
ROBERTA
Carioca de 38 anos, Roberta Terra é gerente de trade marketing. “Pratico esportes desde os seis meses de idade, quando comecei a nadar. Nunca mais parei. Meu objetivo é estar sempre em primeiro lugar”, conta. Para o trabalho em equipe, Roberta opta pela sinceridade: “Se tiver que falar, fala na cara, pra gente trabalhar junto”.
VICTOR
O goiano Victor Hugo de Castro é natural de Goiânia e tem 27 anos. Formado em Produção Cultural, ele trabalha como redator publicitário. “Pra ganhar o programa, faço o que for necessário. Se eu tiver que mentir ou trair uma aliança, vou fazer”, confessa. Sobre as provas, Victor garante que tem força para aguentar as de resistência: “Acho que vou arrasar”.
VERÔNICA
Verônica Kreitchmann tem 28 anos, é de Porto Alegre (RS) e trabalha como corretora de imóveis e preparadora física. Professora de futebol, ela confessa: “Sou de incentivar e sou carrasca”. Dentre as coisas que podem a tirar do sério, ela lista: cobranças, mentiras e gente preguiçosa. “Eu odeio perder. Quando eu perco, fico muito braba”, completa.
RODRIGO
Nascido em Foz do Iguaçu (PR), Rodrigo Moraes tem 45 anos e mora no Rio de Janeiro (RJ). Engenheiro de produção, ele trabalha como gerente de projetos submarinos. “Eu não tive uma vida muito saudável, mas depois do nascimento dos meus dois filhos resolvi mudar”, conta ele, que se apaixonou pela corrida. “Eu me vejo estrategista. Acredito estar preparado para esse desafio”, finaliza.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jared Padalecki agradece apoio de fãs após acidente de carro e diz que espera voltar a gravar esta semana


Jensen Ackles, que contracenou com ator por anos em ‘Supernatural’, contou que Jared estava no banco do passageiro de carro e se recupera em casa. Jared Padalecki, de ‘Supernatural’
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Jared Padalecki agradeceu seus fãs nesta terça-feira (26) pelo apoio desde que sofreu um acidente de carro e disse que está “se recuperando”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Barbie’ ganha 1ª imagem de Margot Robbie como protagonista e estreia em julho de 2023


Filme baseado na boneca teve novidades anunciadas durante a CinemaCon, evento para donos de cinemas nos EUA. Margot Robbie em primeira imagem como a protagonista de ‘Barbie’
Divulgação
A Warner Bros. divulgou nesta terça-feira (26) a primeira imagem de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como a protagonista do filme “Barbie”, baseado nas aventuras da famosa boneca.
Em apresentação na CinemaCon, evento para donos de cinemas nos Estados Unidos, o estúdio anunciou também que o filme estreia no país em 21 de julho de 2023.
Dirigido por Greta Gerwig (“Adoráveis mulheres”), o filme tem no elenco ainda Ryan Gosling (“La la land”) interpretando o namorado de Barbie, Ken, Kate McKinnon (“Saturday Night Live”), Simu Liu (“Shang-chi e a lenda dos dez anéis”) e Will Ferrell (“Tudo por um furo”).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Batman’ vai ganhar continuação estrelada mais uma vez por Robert Pattinson


Diretor Matt Reeves anunciou sequência durante a CinemaCon, evento para donos de cinemas. Robert Pattinson em cena de ‘Batman’
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Robert Pattinson vai vestir novamente a máscara e a capa na continuação de “Batman”. O diretor do primeiro filme, Matt Reeves, anunciou a sequência e o retorno do ator ao papel nesta terça-feira (26) na CinemaCon, um evento para donos de cinemas dos Estados Unidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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FOTOS: Filhote de gato é resgatado após cair em poço de 7 metros no sul da Bahia


Animal foi devolvido para a tutora. Caso aconteceu nesta terça-feira (26). Filhote de gato é resgatado após cair em poço de 7 metros no sul da Bahia
Divulgação/Corpo de Bombeiros
Um filhote de gato caiu em um poço de 7 metros de profundidade nesta terça-feira (26), na cidade de Una, no sul da Bahia. O animal foi resgatado por equipes do Corpo de Bombeiros e devolvido para a tutora.
Conhecida como ‘a maior águia das Américas’, harpia é fotografada no sul da Bahia; ave é considerada extremamente rara
Os bombeiros foram acionados às 7h. Ao chegarem no local, os militares perceberam que a “boca de visita” do poço era bem estreita e com equipamentos adequados ela foi ampliada com segurança para não causar ainda mais trauma no animal.
Em seguida foi montado um sistema de ancoragem para que o filhote, identificado como Romeu, pudesse ser resgatado de forma segura.
Sem ferimentos aparentes, após o resgate, o gatinho foi deixado sob os cuidados da tutora, que recebeu algumas orientações dos bombeiros.
Caso perceba algum animal preso em um local de difícil acesso, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado através da central 193. O resgate realizado de forma inadequada pode causar maiores traumas no animal.
Filhote de gato é resgatado após cair em poço de 7 metros no sul da Bahia
Divulgação/Corpo de Bombeiros
Filhote de gato é resgatado após cair em poço de 7 metros no sul da Bahia
Divulgação/Corpo de Bombeiros
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Fonte: G1 Entretenimento

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Festival de Cannes terá Vicent Lindon, polêmico ator francês, como presidente do júri


Ator de 62 anos assume o lugar do roteirista e diretor Spike Lee. O ator francês Vicent Lindon
Divulgação
A 75ª edição do Festival de Cannes terá o júri presidido pelo francês Vincent Lindon, premiado em 2015 como melhor ator e que atuou em “Titane”, filme vencedor da Palma de Ouro em 2021. O ator de 62 anos assume o lugar do roteirista e diretor Spike Lee.
“É com imensa honra e um orgulho muito grande que me concederam, em meio ao tumulto dos acontecimentos em que estamos vivendo no mundo, a esplêndida e pesada tarefa de presidir o júri” do festival, disse Lindon, citado no comunicado da organização.
O circuito, no qual concorrem 21 filmes a Palma de Ouro, acontecerá entre 17 e 28 de maio na cidade costeira de Cannes, sudeste da França.
Para a presidência deste ano, alguns veículos de imprensa do setor apostaram na atriz espanhola Penélope Cruz ou na francesa Marion Cotillard.
Nenhuma personalidade francesa havia ocupado uma vaga no júri desde a icônica atriz Isabelle Huppert em 2009.
Ao eleger Lindon, o Festival aposta em alguém fiel a Cannes: desde 1987, o ator esteve presente em nove filmes competidores.
‘Missão: comover’
Spike Lee na cerimônia de encerramento do Festival de Cinema de Cannes em 2021
Johanna Geron
Além de Lindon, o júri será composto por oito pessoas, quatro homens e quatro mulheres.
Entre eles estão a atriz e diretora britânica Rebecca Hall (que atuou em “Vicky Christina Barcelona”), a atriz indiana Deepika Padukone, a atriz sueca Noomi Rapace, a diretora e atriz italiana Jasmine Trinca, o diretor iraniano Asghar Farhadi (que ganhou o Grande Prêmio do Júri do circuito com “Um herói” em 2021), o diretor francês Ladj Ly, o diretor americano Jeff Nichols e o diretor norueguês Joachim Trier.
“Com meu júri, nos esforçaremos para cuidar o melhor possível dos filmes do futuro, que guardam o mesmo segredo da esperança, valor, lealdade e liberdade; cuja missão é comover ao maior número de mulheres e homens falando de suas feridas e alegrias comuns”, enfatizou Lindon.
“A cultura ajuda a alma humana a se elevar e a ter esperança no amanhã”, garantiu.
Este ano, o cineasta espanhol Albert Serra competirá com seu filme ‘Tourment sur les Îles’ (‘Bora Bora’).
O catalão de 46 anos (autor em 2016 de “A morte de Luis XIV”, com Jean-Pierre Léaud no papel do soberano moribundo” testará sua sorte com uma história de amor, escrita e protagonizada pelo ator francês Benoît Magimel.
Também concorrem à Palma de Ouro, o mestre do cinema canadense de terror e ficção científica David Cronenberg, o diretor americano James Gray e a diretora francesa Claire Denis.
Mais de 2 mil filmes foram apresentados para a seleção oficial.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alexia Bomtempo toma ‘Banho de cheiro’ com Roberta Sá no single que anuncia o álbum ‘Doce Carnaval’


Disco sai em junho com abordagens delicadas de músicas associadas à folia. ♪ Frevo do compositor pernambucano Carlos Fernando (1938 – 2013), Banho de cheiro arrasta multidões por ruas e ladeiras de Olinda (PE) e do Brasil afora desde que foi apresentado há 39 anos na voz de Elba Ramalho em gravação do álbum Coração brasileiro (1983).
Cantora de origem norte-americana, filha de pai brasileiro, tendo vivido por anos na cidade do Rio de Janeiro (RJ) antes de voltar a morar em Nova York (EUA), Alexia Bomtempo desacelera o passo do frevo de Carlos Fernando em dueto com Roberta Sá em gravação feita entra as cidades de Rio de Janeiro (RJ) e Nova York (EUA).
Com bossa e delicadeza evocativas do último álbum de Alexia Bomtempo, Suspiro (2020), a abordagem de Banho de cheiro pelas cantoras entra em rotação na sexta-feira, 29 de abril, em single que anuncia o quinto álbum de Alexia, Doce carnaval, gravado com produção musical de Alexandre Vaz.
No disco, que será editado em junho no Brasil pelo selo carioca Lab 344 e no resto do mundo pela gravadora norte-americana Ropeadope Records, Alexia Bomtempo revisita músicas do repertório carnavalesco brasileiro sem o clima folião em que habitualmente essas composições são ambientadas.
Capa do single ‘Banho de cheiro’, de Alexia Bomtempo com Roberta Sá
Luan Lopez

Fonte: G1 Entretenimento

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Leila Maria descortina admirável mundo novo / antigo ao dar voz à obra de Djavan no álbum ‘Ubuntu’


Produzido por Guilherme Kastrup, disco tem a participação de Maria Bethânia em ‘Seca’ e injeta frescor no cancioneiro do compositor com os toques de músicos e cantores africanos. Capa do álbum ‘Ubuntu’, de Leila Maria
Carolina Ribeiro
Resenha de álbum
Título: Ubuntu
Artista: Leila Maria
Edição: Biscoito Fino
Cotação: * * * * *
♪ Sexto álbum de Leila Maria, Ubuntu é obra-prima instantânea da discografia brasileira. É disco em que, ao abordar a obra de Djavan, a cantora carioca escapa dos clichês e afasta o fantasma do cover ao descortinar um mundo a rigor já embutido no cancioneiro tão universal quanto brasileiro do compositor alagoano, mas que ganha relevo na voz dessa artista de 66 anos recém-completados em 15 de abril.
Esse admirável mundo novo / antigo se abre ao longo de nove faixas gravadas com vozes e instrumentistas africanos – como a cantora moçambicana Selma Uamusse e como o cantor, compositor, violonista e guitarrista congolês Zola Star – e com produção musical orquestrada por Guilherme Kastrup sob direção artística de Ana Basbaum.
Sim, o universo de Ubuntu gravita em torno da África – matriz da música do mundo – e, sob a perspectiva histórica da diáspora africana, Leila Maria se harmoniza com antepassados e dá novos / antigos ares ao cancioneiro de Djavan no disco que chega ao mundo na sexta-feira, 29 de abril, em edição da gravadora Biscoito Fino.
Cantora que domina o cancioneiro de língua inglesa e o idioma do jazz, gênero também embutido na obra de Djavan (compositor cultuado nos nichos jazzísticos dos Estados Unidos), Leila sai da zona de conforto em busca do elo proposto por Ubuntu, álbum batizado com palavra do idioma quimbundo, de origem bantu, que expressa a conexão entre os homens, as divindades e a natureza.
Ubuntu, aliás, é a primeira palavra ouvido no álbum aberto com a gravação de Soweto (1987). “O povo quer florescer / E ganhar vida”, enfatiza Leila Maria, dando outro sentido em 2022 aos versos do combativo tema escrito por Djavan na era do Apartheid, regime de segregação racial que vigorou na África do Sul até 1994.
Leila canta Soweto sobre a trama de violões de Zola Star – cuja composição Tobina é inserida na faixa como tema incidental – e o baticum de Kastrup (atabaques, bateria congas, tama e xequerê) com a costura do baixo tocado por François Muleka, músico descendente de congoleses.
Na costura do álbum Ubuntu, a luta conclamada em Soweto se conecta com a temática social da última faixa, Seca (1986), aberta e encerrada com a voz de Maria Bethânia nas récitas áridas de versos dessa composição de inventiva fluência em que Djavan denuncia “a fome que humilha a todos e a vida que se alimenta de dor” no sertão nordestino.
Entre as récitas densas de Bethânia, Leila segue o seco com habilidade para destrinchar no canto os refinados caminhos harmônicos deste complexo tema de Djavan, salpicado em Ubuntu com as notas precisas do piano de Maíra Freitas.
Entre Soweto e Seca, terras e temas conectados pelas lágrimas claras que escorrem sobre as peles escuras através dos séculos e dos apartheids sociais, Leila Maria cai no samba Aquele um (Djavan e Aldir Blanc,1980), reinventado em cadência evocativa do zouk e da rumba congolesa, em arranjo que também ecoa a juju music.
Ao dar voz a Aquele um, a cantora deita e rola na swingueira dos metais em brasa do casal Richard Fermino (picollo, flauta, sax tenor e sax barítono) e Sintia Piccin (flauta e sax tenor) em faixa que envolve incidentalmente outro samba de Djavan – Fato consumado (1975), levado por Leila nos scats e com apenas dois versos cantados (“Eu quero ver você mandar na razão / Pra mim não é qualquer notícia que abala o coração”) – e o Ponto de Exu Tiriri (tema tradicional).
Leila Maria lança disco gravado com a participação de Maria Bethânia em ‘Seca’
Carolina Ribeiro / Divulgação
Base do álbum Ubuntu, o toque africano suaviza o tempero de salsa posto originalmente em Tanta saudade (1983), composição de Djavan e Chico Buarque cantada por Leila com o recorrente Zoli Star, cujo tema Bolingo na ngai é o condimento adicional da faixa, reforçando a teia de afetos costurados no disco.
Música eleita para promover o álbum Ubuntu com clipe que entra em rotação simultaneamente com o disco na sexta-feira, 29 de abril, a balada Meu bem querer (1980) tem o sofrimento potencializado pelo canto de Leila em afinada interação com as cinco vozes do coral Vocal Kuimba, formado na cidade de São Paulo (SP) por jovens estudantes angolanos. Orquestrado por Christiano Santos, o arranjo de vozes e percussões eletrônicas inebria e valoriza uma das músicas mais abordadas do cancioneiro de Djavan.
Da mesma forma, o balafon e o tambor dum dum percutidos por Ahmed Fofana – maestro originário do Mali – são os toques de novidade de Oceano (1989) ao lado do ngoni, instrumento do norte da África manuseado por Assaba Drame, músico que veio com Ahmed.
Assim como Meu bem querer, Oceano é balada que se tornou obrigatória em qualquer songbook de Djavan, mas que soa renovada em Ubuntu pelo arranjo e pelas divisões de Leila, cantora que costuma seguir o próprio tempo, como fica evidenciado no samba Flor de lis (1976), outro hit indispensável em qualquer seleção de músicas de Djavan.
Já Asa (1986) se abre com Leila Maria e a cantora moçambicana Selma Uamusse conciliando sotaques e voando sobre o ritmo da música – aditivada no álbum Ubuntu com o mix de sopros, violões e percussões do arranjo – quase como se delirassem em um blues.
Atuando como arranjador do disco ao lado de Zoli Star e François Muleka, o produtor musical Guilherme Kastrup assenta a canção Faltando um pedaço (1981) sobre baticum fincado em terras afro-brasileiras em mais um sobrevoo de Ubuntu sobre esse admirável mundo novo / antigo que se descortina no primeiro álbum de Leila Maria desde a projeção nacional alcançada pela cantora no ano passado ao participar da primeira edição do programa The Voice + (TV Globo, 2021).
Intérprete que poucas vezes fez discos à altura da voz, Leila Maria apresenta em Ubuntu álbum da mesma dimensão do canto da artista.
Guilherme Kastrup, Maíra Freitas (de máscara azul), Leila Maria e Ana Basbaum no estúdio da gravadora Biscoito Fino
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Conhecida como ‘a maior águia das Américas’, harpia é fotografada no sul da Bahia; ave é considerada extremamente rara


Ave foi fotografada na Estação Veracel, que fica na zona rural da cidade de Belmonte. Ela estava no ninho com os pais. Conhecida como ‘a maior águia das Américas’, harpia é fotografada no sul da Bahia
João Marcos Rosa/Divulgação
Uma filhote jovem de harpia, conhecida como “a maior águia das Américas” foi flagrada na zona rural da cidade de Belmonte, no sul da Bahia. A ave é considerada rara e é muito difícil de ser fotografada.
A presença do animal foi registrada pelo Projeto Harpia, dedicado à preservação da espécie, apoiado pela Estação Veracel, no dia 14 de abril, mas as informações só foram divulgadas nesta terça-feira (26). Além da ave fotografada, no ninho há um casal de harpias, que são os pai dela.
Outros dois ninhos da mesma ave foram identificados na região e são monitorados. Os filhotes de espécie não saem de perto dos pais até atingirem três anos de idade e a harpia fotografada tem cerca de um ano e meio de vida.
Conhecida como ‘a maior águia das Américas’, harpia é fotografada no sul da Bahia
João Marcos Rosa/Divulgação
Geralmente, as harpias colocam de um a dois ovos, mas apenas um sobrevive. Por isso, a reprodução costuma ser lenta, o que aumenta a chance de desaparecimento da ave na natureza. A harpia está classificada como criticamente em perigo de extinção no território baiano.
O animal é nativa das florestas tropicais das Américas Central e do Sul. No Brasil, as regiões da Amazônia e da Mata Atlântica são hábitats para a espécie, que depende de grandes regiões de floresta para sobreviver e é muito sensível aos impactos sobre a natureza, principalmente o desmatamento e a caça.
A harpia é um predador de topo na cadeia alimentar, logo, necessita de disponibilidade de presas para sua alimentação, bem como de grandes árvores, para construção de seus ninhos”, afirma Virginia Camargos, Coordenadora de Estratégia Ambiental e Gestão Integrada da Veracel.
Conhecida como ‘a maior águia das Américas’, harpia é fotografada no sul da Bahia
João Marcos Rosa/Divulgação
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Casuarina entra na moda de Rolando Boldrin em álbum ao vivo que sai em maio


Grupo carioca de samba apresenta parceria inédita do compositor paulista com Adoniran Barbosa. ♪ O samba está na moda. O título do álbum ao vivo que o Casuarina lança em maio – com direito a edições em CD e DVD, postos no mercado fonográfico pela gravadora Biscoito Fino – é engenhoso porque alude ao fato de o grupo carioca de samba estar abordando a obra ruralista de Rolando Boldrin, cantor e compositor paulista identificado com as modas de viola e outros gêneros musicais do universo caipira.
Feito em outubro de 2021 em teatro da interiorana cidade de São Joaquim da Barra (SP), terra natal de Boldrin, o registro audiovisual de show do Casuarina celebra os 85 anos do artista, festejados no mês da gravação do álbum ao vivo.
O repertório de O samba está na moda destaca Três heróis –parceria inédita de Boldrin com o compositor paulista Adoniran Barbosa (1912 – 1982), guardada há décadas no baú do compositor – e a rara Bola na rede (1974), parceria de Boldrin com o ator, dramaturgo e compositor Gianfrancesco Guarnieri (1934 – 2006) gravada somente uma vez pelos autores em single com a atriz Eva Wilma (1933 – 2021).
O Casuarina também revive a Moda do fim do mundo (1993), parceria de Boldrin com Tom Zé e José Miguel Wisnik, entre sucessos do compositor como Vide vida marvada (1981), Chico boateiro (1974), Onde anda Iolanda (1974) e Eu, a viola e Deus (1979).
Casuarina aborda a obra de Rolando Boldrin no álbum ao vivo ‘O samba está na moda’
Pierre Yves Refalo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento