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Eliezer fala de eliminação na reta final do ‘BBB22’: ‘É triste, faltando dois dias’


Participante deixou o jogo após receber 65,76% dos votos em paredão contra Douglas Silva e Arthur Aguiar. Os dois atores estão na final junto com Paulo André. Eliezer no “Mais Você”
Reprodução/Instagram
Eliezer participou do Café com Eliminado do “Mais Você” após deixar o “Big Brother Brasil 22”. O participante saiu do programa após receber 65,76% dos votos em um paredão contra Douglas Silva e Arthur Aguiar.
A final do “BBB22” acontece nesta terça-feira (26) e tem Arthur, Douglas e Paulo André na disputa do grande prêmio.
Logo no início da conversa com Ana Maria Braga, Eliezer falou sobre o sentimento de sair na reta final.
“É triste. Faltando dois dias”, lamentou o participante. “Me sinto muito grato por ter chegado tão longe, mas fica aquela questão, né? Tão próximo. Não sei se era pior ter saído antes, por não ver nem o cheirinho da final, ou tão próximo. É uma mistura de sentimentos, é tudo muito intenso”, afirmou.
Ele ainda falou sobre não entender o motivo pelo qual se mantinha na casa após enfrentar diversos paredões, já que todas as pessoas com quem se relacionava na casa eram eliminadas uma após a outra.
“A única coisa que eu tinha certeza é que eu não tinha sido cancelado, mas eu não sabia o porquê eu ficava. Foram vários paredões seguidos.”
“Se ontem achava que ia sair, talvez ontem não achava tanto como nas outras vezes. Estava tenso, com medo, por faltar dois dias pra final. E me via na final. Mas ainda assim, não tinha confiança suficiente pra falar: ‘hoje vou ficar’.”
Eliezer também contou que nunca se imaginou no reality.
“Eu nunca me imaginei no BBB. A inscrição foi através de uma amiga minha. Ela me falava que eu tinha cara de reality. Mas minha vibe sempre foi outra, porque reality traz toda essa coisa de exposição. Fiz [a inscrição] de má vontade quando vi aquela quantidade de perguntas”, relembrou o ex-brother.
Amizades na casa
Eli também falou sobre a amizade com Arthur, Douglas e Paulo nessa reta final do programa.
“Saí feliz, porque tive essas pessoas perto de mim. O mais legal do BBB, além do prêmio, claro, são as relações e tudo o que já constrói ali dentro”, afirmou ele, que ainda recordou da parceria com Rodrigo nos primeiros dias do jogo.
Ex-‘BBB’ Rodrigo Mussi sofre acidente de carro e está internado no Hospital das Clínicas
“Lá dentro da casa, sem saber disso [do acidente], apareceu nas minhas lembranças uma foto minha com ele. Ele saiu no começo, mas as duas semanas que ele esteve lá, tivemos uma proximidade muito forte. Se tivesse continuado, a gente seria Scooby e PA.”
E ao falar de amizades, claro que não poderia faltar imagens da parceria com Vinny.
“O momento da saída dele foi meu momento mais difícil na casa. A gente já tinha perdido a Jade, enfim. Não achei que ele ia sair. Não por acreditar que ele era o mais forte, mas sobre o que ele representava ali, na minha visão, pra todo mundo, como ser humano. Como assim o Brasil tirou ele, como o Brasil não gosta do vinny? O que tá acontecendo lá fora pra tirarem ele. Por esse pensamento, comecei a pensar de forma estratégica no jogo”, afirmou.
“Vinny é uma das pessoas que quero levar pra vida toda. A presença dele foi muito importante pra minha trajetória.”
Relação com Natália
Eliezer, que se relacionou na casa com a atriz e cantora Maria e a modelo Natália, se divertiu ao rever as imagens dos beijos trocados na casa.
“Consegui beijar meu voto. Não tem como me levar a sério”, brincou.
Em seguida, falou sobre a relação com Natália depois de ver o momento em que a participante afirmou para Ana Maria Braga que não está apaixonada por ele.
“A gente nunca teve expectativa aqui pra fora, nunca conversamos sobre o da porta pra fora. Porque era um mundo totalmente novo para os dois. Não tinha expectativa, tanto eu quanto ela, do que ia acontecer aqui fora. Mas tenho carinho imenso pela Natália. Foi muito bom ter tido essa troca com ela lá dentro.”
“A gente vai se encontrar, porque tem o programa 101. Vamos ver no que vai dar. Não sei se ela vai querer olhar na minha cara, não sei de nada ainda”, afirmou.
Risada de “porquinho”
Eliezer também falou sobre a risada de “porquinho”, que divertiu o público na primeira semana, mas ao longo do jogo, sumiram.
“Essa risada já vem ao longo da minha vida, não sei nem como te pontuar, ela simplesmente vem. Não consigo roncar igual agora aqui.”
“Ela foi muito presente no começo porque de fato eu tava leve ali, eu tava muito confortável. Depois que o jogo muda, começo a ver que o negócio é mais embaixo, que era estratégia, as pessoas estavam saindo, questões internas começaram a acontecer, começo a entrar num a tensão.”
“Lá dentro, parece que você tem um peso muito grande nas costas, parece que você tá sempre carregando um guindaste. É o medo de ser votado , eliminado, de machucar alguém, do que as pessoas estão pensando aqui fora… A dinâmica em si deixa uma tensão.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Participantes do ‘BBB22’, Naiara Azevedo, Linn da Quebrada e Maria cantam na final do reality


Noite de encerramento do programa ainda terá apresentações de Léo Santana, Xamã, Matheus & Kauan, Jão, Paulo Ricardo. Naiara Azevedo vai se apresentar na final do “BBB22”
Globo/Fábio Rocha
Participantes do “BBB22”, Naiara Azevedo, Linn da Quebrada e Maria farão parte dos números musicais da noite de encerramento do reality.
Nesta terça-feira (26), o público escolhe quem será o grande vencedor do “Big Brother Brasil 22”. O atleta Paulo André e os atores Douglas Silva e Arthur Aguiar são os finalistas do programa.
Além de Naiara, Lina e Maria, se apresentam na noite final do programa a dupla Matheus & Kauan e os cantores Léo Santana, Xamã, Jão e Paulo Ricardo.
As apresentações acontecem no jardim da casa, de onde Tadeu Schmidt vai comandar o programa, ao vivo, ao lado dos três finalistas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Eliezer é eliminado no paredão, e Arthur Aguiar, Douglas Silva e Paulo André estão na final do ‘BBB22’


Grande final vale R$ 1,5 milhão para o vencedor. Eliezer foi eliminado no paredão do ‘BBB22’ na noite deste domingo (24), com 65,76% dos votos. Douglas Silva (13,09% dos votos) e Arthur Aguiar (21,15%), sobreviveram e se juntam a Paulo André na grande final do reality. Na terça-feira (26), eles irão disputar o título de campeão e também o prêmio de R$ 1,5 milhão.
Paulo André foi o primeiro a integrar a lista de finalistas do ‘BBB 22’. Ele venceu a última prova do reality e vai concorrer ao prêmio de R$ 1,5 milhão. A competição de resistência começou no início da noite de quinta-feira (21) e terminou na sexta (22), após 19 horas.
Paulo André venceu a última prova da edição do BBB22 e virou finalista na última sexta-feira (22)
Reprodiução / TV Globo
Derrotados, Douglas Silva, Eliezer e Arthur Aguiar foram para o último paredão da edição.
Os dois que sobreviverem disputarão o prêmio e o título de campeão do BBB 22 na grande final, que acontecerá na terça-feira (26).
Veja lista dos 20 participantes iniciais

VEJA OUTROS VÍDEOS DO BBB 22

Fonte: G1 Entretenimento

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Martinho da Vila já é um campeão do Carnaval de 2022, e não importa como tudo acabará na quarta-feira


♪ ANÁLISE – Com o enredo Canta, canta, minha gente! A Vila é de Martinho!, a escola de samba Unidos de Vila Isabel encerrou o desfile do Grupo Especial do Carnaval carioca de 2022 na madrugada deste domingo, 24 de abril, como uma das favoritas ao título de campeã.
Ainda que o favoritismo maior seja da Acadêmicos do Grande Rio, escola de Duque de Caxias (RJ), a Vila Isabel se saiu muito bem ao celebrar a vida e a obra de Martinho José Ferreira, o Martinho da Vila, artista cujo nome se mistura até literalmente com a agremiação fundada em 1946 no bairro carioca de Vila Isabel.
Não importa como tudo vai se acabar na quarta-feira, 27 de abril, data em que será conhecida a escola campeã do Carnaval carioca de 2022, Martinho da Vila já é um campeão desse Carnaval que celebrou o renascimento da folia e da alegria após longo período de tristezas.
Coroado rei no desfile, em homenagem até tardia para quem vem prestando serviços fundamentais à escola e ao samba-enredo desde meados dos anos 1960, Martinho da Vila já é campeão pela própria trajetória na vida e no mundo do samba.
A partir de 1967, ano em que foi revelado como cantor e compositor, Martinho contribuiu decisivamente para a evolução do samba-enredo, tornando o gênero menos caudaloso e mais coloquial ao compor temas originais. São joias do quilate de Carnaval das ilusões (samba feito com Gemeu para o desfile da Vila Isabel em 1967), Quatro séculos de modas e costumes (também com Gemeu, 1968), Yayá do cais dourado (com Rodolpho de Souza, 1969), Glórias gaúchas (1970), Onde o Brasil aprendeu a liberdade (1972), Sonho de um sonho (com Rodolpho de Souza e Graúna, 1980) e Pra tudo se acabar na quarta-feira (1984).
Martinho sempre foi da Vila. Por isso mesmo, a Vila é de Martinho, campeão de muitos Carnavais, inclusive deste de 2022 que se encerra hoje.

Fonte: G1 Entretenimento

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Yasmin Santos se une a Bruno & Marrone em ‘Ciclo vicioso’ para promover álbum ‘Ao vivo em Goiânia’


A dupla Hugo & Guilherme também participa do registro audiovisual de show na música ‘Dói saber’. ♪ Menos de um mês após a gravação do álbum Ao vivo em Goiânia, a cantora paulista Yasmin Santos apresenta o primeiro single do registro audiovisual de show apresentado e captado em 30 de março no Laguna Gastrobar, na capital de Goiás, uma das mecas do gênero sertanejo.
A música escolhida para abrir os trabalhos promocionais do álbum Ao vivo em Goiânia foi a música Ciclo vicioso, composição de autoria creditada a Fátima Leão, Vinni Miranda, Rafael Quadros, Waléria Leão, Vinícius Leão e Anderson Toledo, além da própria Yasmin Santos.
Yasmin canta Ciclo vicioso com Bruno & Marrone, dupla que participou da gravação na qual a artista também se uniu a Hugo & Guilherme na interpretação de Dói saber (Vai largar).
Em rotação desde sexta-feira, 22 de abril, o single Ciclo vicioso apresenta uma das oito músicas inéditas de roteiro que abarcou regravações de sucessos da artista e um bloco de modões que vai gerar um subproduto da gravação ao vivo intitulado Acústico modões.
Capa do single ‘Ciclo vicioso’, de Yasmin Santos com Bruno & Marrone
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Luís Filipe de Lima guia o leitor, sem pré-conceitos, nas páginas didáticas de ‘Para ouvir o samba’


Em livro de caráter enciclopédico, mas fluente, autor detalha a evolução do gênero ao longo de um século sem minimizar as produções de bandas de pagode como Raça Negra e Só Pra Contrariar. Capa do livro ‘Para ouvir o samba’, de Luís Filipe de Lima
Divulgação
Resenha de livro
Título: Para ouvir o samba – Um século de sons e ideias
Autoria: Luís Filipe de Lima
Edição: Funarte
Cotação: * * * *
♪ Sambistas puristas sempre fecharam os ouvidos para o pagode feito e projetado nacionalmente ao longo dos anos 1990 por grupos como Raça Negra e Só pra Contrariar.
Na contramão dessa tendência, Luís Filipe de Lima – compositor, violonista, arranjador, produtor musical e professor carioca de notórias habilidades em todas essas funções – apresenta nas páginas 254 e 256 do livro Para ouvir o samba as análises técnicas das construções harmônicas dos sambas Cheia de manias (Luiz Carlos, 1992) e A barata (Alexandre Pires, 1993).
Sem pré-conceitos, Lima expõe a construção desses sambas propagados por Raça Negra e Só pra Contrariar – sem minimizar as composições e os autores – no capítulo intitulado O pagode romântico – Sucesso comercial e apelo popular.
A abrangência da abordagem do autor talvez seja o maior entre os muitos méritos de Para ouvir o samba, livro editado pela Funarte em março e (bem) caracterizado pelo bamba Nei Lopes, autor do prefácio, como “espécie de enciclopédia da cultura do samba”.
De caráter didático, mas de leitura paradoxalmente fluente pelo fato de o texto ter sido escrito sem academicismos, Para ouvir o samba é livro que avança na bibliografia sobre o gênero musical justamente por ir além das ramificações e temas normalmente abordados em publicações simulares.
O samba continua em movimento e novos compositores vão surgindo, fazendo samba com maior ou menor apego às “raízes” do gênero. É interessante detectar que Lima já aborda no livro, sob a perspectiva histórica que pauta a narrativa, as obras de compositores como Pedro Assad Medeiros Torres – o partideiro revelado em 2015 com o nome artístico de Mosquito, cujo samba Que mulher (2018) é analisado no livro – e Pedro Miranda, que tem o samba Vontade de sair (parceria com Cristovão Bastos, escrita por Miranda na pandemia em 2020 e lançada em disco em 2021) enfocado ao fim da narrativa de Luís Filipe de Lima, antes do autor apresentar a conclusão do trabalho.
Originário da série de cursos sobre música brasileira ministrados por Lima com ênfase no samba em várias capitais do Brasil e na Argentina, entre 2018 e 2020, o livro está estruturado em 18 capítulos. Primeiramente, o autor conceitua o samba no contexto cultural afro-brasileiro, expõe as origens do samba carioca e, depois, passa a apresentar cada um dos estilos do gênero por ordem cronológica, partindo do samba amaxixado dos anos 1910 / 1920 até o que chama de “novas tendências”, ressaltando ao fim que, após o surgimento do pagode romântico dos anos 1990, ainda não surgiu uma efetiva nova modalidade de fazer e tocar samba.
Após explicar cada um dos tipos de samba (há capítulos dedicados ao samba-enredo, ao samba de terreiro e ao samba-choro, este apresentado em capítulo que se desmembra com dissertações sobre o samba-exaltação, o samba-de-breque, o samba sincopado e o samba de gafieira), o autor elege gravações emblemáticas de cada estilo e as analisa do ponto de vista técnico, apontando detalhes da construção da melodia, da harmonia e/ou da letra.
Atento aos sinais e necessidades da era digital, o livro Para ouvir o samba vem com QR code pelo qual o leitor pode acessar todas as 315 gravações comentadas ou citadas nas 320 páginas do compêndio.
Valorizado pela precisão das informações minuciosas e pela pertinência das análises dos estilos e gravações de samba, Para ouvir o samba é livro capaz de deliciar tanto principiantes – e nunca para de entrar gente na roda, seja para fazer e/ou para simplesmente ouvir samba – quanto conhecedores do assunto pelo caráter enciclopédico que, em vez de atrapalhar a evolução da narrativa, contribui para situar corretamente o ouvinte e mantê-lo atento ao acompanhamento do abrangente painel histórico do samba descortinado pelo autor com conhecimento de causa.
Pelo tom coloquial do texto didático, Luís Filipe de Lima jamais atravessa o samba neste livro oportuno.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda paulistana Ganggorra ‘sobe’ com primeiro single, ‘O que é bom pra mim?’


Lançamento marca estreia de selo aberto por integrantes do grupo CPM 22 para dar voz a rock de aura punk. ♪ Banda criada em 2018 na cidade de São Paulo (SP), Ganggorra faz rock de aura punk que ecoa influências de grupos antecessores como o paulista CPM 22, revelado nos anos 1990.
Não por acaso, Ganggorra é um dos primeiros nomes do elenco da Repetente Records, gravadora aberta neste mês de abril de 2022 por três integrantes do CPM 22 – Badauí, Ali Zaher Jr. e Phil Fargnoli – em associação com a distribuidora inglesa Ditto Music para dar vez e voz a bandas de rock que transitam pelo universo do punk e do emo.
Ganggorra integra o cast da Repetente Records ao lado de outras três bandas paulistanas, Anônimos, Face Preta e Fibonattis.
O primeiro lançamento do selo é também o primeiro single da Ganggorra, O que é bom pra mim?, posto em rotação na sexta-feira, 22 de abril, com rock que estava entre as músicas apresentadas por Pedro Marks Pimentel (voz e guitarra), Caio Delafiori Frison (bateria), Filippo Guizardi (guitarra), Gustavo Couto (baixo) e Caio Delafiori Frison (bateria) aos diretores do selo.
Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher Jr, músicos da banda CPM 22, abrem o selo Repetente Records
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Scooby posta vídeo dançando música do meme de quando ‘viaja’; ASSISTA

No Big Brother Brasil 22, surfista ganhou trilha sonora especial para seus momentos de “desconexão total”. Pedro Scooby dança música do meme de quando dá aquela ‘viajada’
Como bom surfista, Pedro Scooby tirou onda ao descobrir que virou meme no Big Brother Brasil 22. Neste domingo (24), o ex-participante do programa postou um vídeo em que dança “‘Because I Got High”, trilha sonora de seus momentos de “desligamento total” no reality.
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CARNAVAL: Pedro Scooby é ovacionado na Sapucaí
FOTOS: Ex-BBBs marcam presença na Sapucaí e no Anhembi durante 2ª noite de desfiles
Depois de curtir o Carnaval na Sapucaí, onde foi ovacionado pelo público (assista vídeo abaixo), Scooby voltou para o hotel em que está hospedado, no Rio de Janeiro, deu play na música do rapper Afroman e mostrou seu gingado (naquele estilo 100% relaxado) nos stories do Instagram.
Surfista e ex-BBB Pedro Scooby é assediado no Setor 1 da Sapucaí
Para quem não acompanhou o programa, aqui vai uma explicação: ao longo dos quase três meses em que ficou na casa, Scooby desconectou-se completamente do planeta Terra em momentos totalmente aleatórios. No meio de uma conversa com Paulo André ou na piscina, ele ficava com o olhar parado, sem piscar, e só voltava à realidade depois de (muitos) segundos.
A edição do BBB não perdoou: sempre que isso acontecia, a trilha para a cena era “‘Because I Got High”. Até o apresentador do reality, Tadeu Schmidt, imitou essas “viajadas” de Scooby no dia da eliminação do participante.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Festival de Veneza premia 2 artistas negras pela 1ª vez na história


Vencedoras foram a artista britânica Sonia Boyce e a norte-americana Simone Leigh. Sonia Boyce e Simone Leigh recebem Leão de Ouro no Festival de Veneza
Reprodução/Twitter/La Biennale di Venezia
Pela primeira vez em seus 127 anos de história, A Bienal de Veneza, uma das mais importantes exposições internacionais de arte do mundo, concedeu seus principais prêmios a duas mulheres negras na noite deste sábado (23).
As vencedoras foram a artista britânica Sonia Boyce e a norte-americana Simone Leigh.
Boyce venceu o Leão de Ouro pela melhor participação nacional por sua proposta para o pavilhão do Reino Unido. Na exposição “Feeling Her Way”, ela usa desenhos, fotografias, vídeos e instalações para retratar encontros sociais.
A obra central tem foco na música negra britânica e mostra reuniões de cantoras, que ensaiam e improvisam juntas numa dinâmica de colaboração.
Ao justificar a escolha da premiada, a Bienal elogiou a forma como o som é trabalhado na exposição. “Sonia Boyce propõe outra leitura das histórias através do sônico. Ao trabalhar colaborativamente com outras mulheres negras, ela desvenda uma plenitude de histórias silenciadas”, diz a exposição, em comunicado.
Já Leigh ganhou o Leão de Ouro de melhor participação por suas obras de escultura, vídeo e performance, que analisam a construção da subjetividade da feminilidade negra. A exposição chamou o trabalho dela de “rigorosamente pesquisado” e “poderosamente persuasivo”.
A Bienal de Veneza também premiou o artista libanês Ali Cherri com o Leão de Prata de jovem participante.
Neste ano, o tema do evento é “The Milk of Dreams” (“O leite dos sonhos”, em tradução livre). Mais de 200 artistas foram convidados e 59 países participam com seus próprios pavilhões. As obras ficarão em exposição até 27 de novembro.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 ouviu #191 – Os carnavais de Martinho da Vila


Cantor e compositor de 84 anos fala sobre a Vila Isabel, carreira com mais de 50 discos, continuidade do legado com filhos na música, polêmica com ‘Mulheres’ e novo álbum em podcast. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento