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Isis Valverde reclama de ter sido barrada em restaurante nos EUA por usar calça larga e rasgada


‘Ele queria que eu usasse jeans apertado porque sou mulher e não posso usar jeans largo. Estou chocada, não acreditei’, diz atriz. Veja vídeo. Isis Valverde reclama de ter sido barrada em restaurante de hotel nos EUA por usar calça rasgada na lateral
Reprodução
Isis Valverde fez vídeos em seu perfil no Instagram reclamando de ter sido barrada em um restaurante nos EUA por estar usando uma calça larga e rasgada.
Ela diz que o funcionário do restaurante do Beverly Hills Hotel, em Los Angeles, foi grosseiro. “Ele queria que eu usasse jeans apertado porque sou mulher e não posso usar jeans largo. Estou chocada, não acreditei”. Veja o vídeo abaixo.
Isis Valverde reclama de ter sido barrada em restaurante de hotel em Beverly Hills
Ela foi para Los Angeles após assistir ao festival Coachella, na Califórnia. A atriz conta que já tinha ido ao restaurante e, dessa vez, estava com amigas.
“Cheguei as restaurante, eu e minhas amigas, o cara olhou nossa roupa e falou que a gente não podia entrar, porque estava de jeans largo e que meu jeans estava rasgado”, ela relatou.
“Acho que porque estava com boné, esse estilo mais assim, não estava de salto alto, calça apertada ou vestido de gala, a mulher não deixou a gente entrar, o cara não deixou a gente entrar. Foi super grosseiro, a gente morrendo de fome, acabou de chegar de viagem, foi horrível, me senti péssima”, ela disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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O livro que afundou com o Titanic e foi queimado em bombardeio na 2ª Guerra


Um livro incrustado com joias afundou no Titanic em 15 de abril de 1912 — mas a história não acabou por aí. O livro que afundou com o Titanic e foi queimado em bombardeio na 2ª Guerra; existem apenas imagens em preto e branco do primeiro ‘Grande Omar’, mas uma colorização digital foi criada em 2001
Shepherds, Sangorski & Sutcliffe
Um dos livros mais luxuosamente decorados que o mundo já viu foi despachado de Londres para Nova York em abril de 1912. A edição incrustada de joias do livro de poemas “Rubáiyát” de Omar Caiam (1048-1131) foi levada a bordo do navio RMS Titanic e afundou no Oceano Atlântico, há exatamente 110 anos.
Uma nova cópia foi concluída com grande custo no final da década de 1930, mas foi quase que imediatamente incinerada por bombardeiros alemães quando a capital britânica foi arrasada durante a guerra.
O jovem por trás dessa empreitada extravagante em torno da poesia de Caiam acabou morrendo afogado em um balneário inglês.
Alguém se atreveria a encomendar uma terceira cópia do “Grande Omar”, como é conhecido o livro?
‘Quanto maior o preço, mais ficarei satisfeito’
Em 1911, Francis Sangorski terminou a encadernação de um livro na qual ele trabalhava há dois anos em sua oficina de Holborn.
O resultado final era magnífico.
Medindo 40 cm por 35 cm, o livro foi incrustado com 1.050 joias, incluindo rubis, topázios e esmeraldas especialmente lapidados. Cerca de 9 metros quadrados de folha de ouro e cerca de 5 mil peças de couro foram usados em sua criação.
Imagem colorizada do ‘Grande Omar’
Shepherds, Sangorski & Sutcliffe
Sangorski sofreu para criar cada detalhe, a certa altura pegando emprestado um crânio humano para poder retratá-lo com precisão em sua visão artística. Ele até subornou um tratador do zoológico de Londres para alimentar uma cobra com um rato vivo para que ele pudesse visualisar essa imagem horrível.
O jornal Daily Mirror chamou o trabalho final de “o espécime mais notável de encadernação já produzido”. Outros batizaram a obra de “Livro Maravilhoso”.
O livro foi avaliado a um preço exorbitante.
O encadernador Sangorski e seu parceiro de negócios George Sutcliffe já eram altamente conceituados por suas elaboradas capas com joias.
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“As verdadeiras encadernações de joias eram como ovos Fabergé”, explica Rob Shepherd, diretor administrativo da Shepherds, Sangorski & Sutcliffe — a empresa atual que herdou o legado do que foi criado por aqueles dois homens na era eduardiana.
“Eles eram de um nível que seria muito difícil de replicar hoje, pois houve uma perda dessas habilidades ao longo dos anos. O comércio naquela época era muito qualificado. Eles eram artesãos extraordinariamente talentosos.”
A dupla se conheceu em 1897 em aulas noturnas durante as quais foram instruídos pelos melhores artesãos da tradição que remonta ao movimento Arts and Crafts de William Morris e que incluía o excêntrico TJ Cobden-Sanderson — um homem que encerrou sua carreira jogando blocos de seu próprio tipo de letra da ponte Hammersmith no rio Tâmisa para que ninguém pudesse copiá-lo.
O trabalho de Sangorski e Sutcliffe se destacou e eles ganharam prestigiosas encomendas de encadernação, inclusive para o rei Eduardo 7º.
Francis Sangorski (na frente) e George Sutcliffe (no meio) montaram sua empresa de encadernação em outubro de 1901
Shepherds, Sangorski & Sutcliffe
Em 1907, Sangorski conheceu John Stonehouse, gerente da livraria Sotheran’s, fundada em 1761 e ainda em atividade. Sangorski contou a ele sobre seus sonhos para criar um livro cujas origens remontavam ao século 12.
Enquanto Sangorski já havia encadernado algumas versões do renomado Rubáiyát de Omar Caiam, o mestre artesão disse que desta vez queria criar uma obra com três pavões que ele adornaria com decoração de joias “como nunca antes vista”.
Depois de muito trabalho de persuasão, Stonehouse concordou em encomendar a obra. Ele decidiu não contar a seu chefe Henry Cecil, temendo que Cecil se opusesse ao projeto.
Stonehouse estipulou um conjunto de diretrizes.
“Faça-o e faça-o bem-feito; não há limite. Coloque o que quiser na encadernação, cobre o que quiser por isso — quanto maior o preço, mais ficarei satisfeito — desde que fique entendido que o que você faz, e o que você cobrar por ele será justificado pelo resultado, e o livro quando finalizado será a maior encadernação moderna do mundo. Estas são as únicas instruções.”
‘A encadernação mais notável já feita’
O livro era composto por seis painéis diferentes: a capa e a contracapa, dois forros ornamentais no interior — conhecidos como “doublures” — e duas folhas adornadas com pavões, plantas, caveiras e padrões persas simbolizando a vida e a morte.
Para as doublures, centenas de peças de pele de cabra colorida precisavam ser preparadas e cortadas, várias joias precisavam ser colocadas no lugar, cada uma dentro de seu próprio lugar individual, e semanas foram gastas aplicando intrincados instrumentos de ouro em todas as superfícies.
“Foi o trabalho mais extraordinário”, diz Shepherd. “Era algo muito daquela época; a exuberância da Inglaterra eduardiana pouco antes da guerra estourar.”
Stonehouse ficou igualmente impressionado, descrevendo o livro como “o melhor e mais notável espécime de encadernação já projetado ou produzido, em qualquer período ou em qualquer país”.
‘A fatalidade parece persegui-lo’
Com Henry Cecil agora ciente dessa incrível criação e do esforço extraordinário por trás dela, a Sotheran’s colocou o livro à venda por mil libras – o equivalente a 120 mil libras (R$ 730 mil) hoje.
“Era três vezes mais caro do que qualquer outra coisa do estoque da Sotheran. Acho que era caro demais para o mercado do Reino Unido”, diz o diretor administrativo da livraria, Chris Saunders.
E o preço não era o único problema. Nem todos ficaram deslumbrados com o brilho eduardiano.
“Acho que o Omar provavelmente era visto, sem dúvida por algumas pessoas, como brega. Era muito nouveau riche e a aristocracia antiga provavelmente não gostou daquilo”, diz Benjamin Maggs, livreiro de uma histórica livraria de Londres, a Maggs Bros Ltda.
O bibliotecário do rei Eduardo 7º no Castelo de Windsor, Sir John Fortescue, compartilhava essa opinião. Ele foi um dos primeiros a ter a chance de comprar o Omar, mas recusou, descrevendo-o mais tarde como “o fracasso mais proeminente, talvez, que eu já vi”, um trabalho que ele considerou “absolutamente inadequado, ineficaz e insignificante, e para mim pessoalmente perturbador”.
Um comerciante de Nova York chamado Gabriel Wells — anteriormente conhecido como Weis — estava em Londres no verão de 1911 e ficou impressionado. Ele ofereceu 800 libras pelo livro.
A oferta foi recusada por Sotheran’s, que lhe pediu 900 libras. Wells recusou e retornou aos EUA.
Com a falta de interesse no Reino Unido, foi decidido que o Omar deveria ir para os EUA, onde havia um mercado de livros mais lucrativo.
Mas quando o livro chegou lá, houve uma briga sobre o imposto com os funcionários da alfândega dos EUA. Sotheran’s se recusou a pagar e ordenou que o Grande Omar voltasse para Londres. Com o passar dos meses, nenhum comprador apareceu.
“Uma maldição parecia perseguir o livro”, escreveu Stonehouse mais tarde.
“Stonehouse simplesmente teve que vender o Grande Omar para apaziguar o proprietário, Cecil, quem não havia sido consultado sobre a encomenda do livro, e então, em desespero, ofereceu-o a Gabriel Wells por 900 libras e depois 650 libras”, diz Saunders.
Wells não quis comprá-lo.
“Cecil, num acesso de indignação, exigiu que o livro fosse vendido o mais rápido possível em um leilão.”
E assim, em 29 de março de 1912, o livro foi a leilão sem preço de reserva na casa de leilões Sotheby’s. O agente londrino de Gabriel Wells pagou 405 libras por ele.
‘O melhor lugar para ele é no fundo do oceano’
O Grande Omar estava pronto para retornar aos EUA. O livro perdeu por pouco uma travessia em 6 de abril e foi colocado a bordo do próximo navio — o Titanic.
“Esse episódio do Sotheran é tão fascinante”, diz Maggs. “As instruções dadas por quem o encomendou eram: ‘Não há limite’ – e o mesmo tinha sido feito com o próprio Titanic, que não tinha limite. ‘Façam dele o maior possível’, independentemente de ser prático ou sensato fazer isso.”
O desastre do Titanic, no qual mais de 1,5 mil pessoas morreram, é um dos eventos mais famosos do século 20, mas pouco se sabe sobre o que aconteceu com o Grande Omar em seus dias a bordo do navio.
Shepherd considera provável que o livro estivesse sob a guarda do bibliófilo Harry Elkins Widener. O jovem de 27 anos e seus pais, que vieram das duas famílias mais ricas da Pensilvânia, estavam entre os passageiros mais importantes do Titanic.
“O imposto sobre o livro teria sido enorme, então é provável que tenham pedido para ele carregá-lo embaixo de seu braço”, diz Maggs, que afirma que Widener conhecia Wells. O livreiro já havia falado na imprensa sobre seu desgosto por ter que pagar imposto sobre a importação.
Um ávido colecionador, Widener estava retornando aos EUA após uma viagem de compra de livros a Londres.
De acordo com Don Lynch, historiador oficial da Sociedade Histórica do Titanic, na noite do desastre os Wideners realizaram um jantar no restaurante à la carte do navio em homenagem ao capitão do Titanic, Edward Smith. Enquanto comiam, alertavam-se sobre a presença de icebergs que poderiam pôr em perigo a travessia.
Sentados ao lado de Smith e dos Wideners estavam John B. Thayer e sua esposa, da Pennsylvania Railroad; outro casal rico da Filadélfia, William E. Carter e esposa; e o major Archibald W. Butt, assessor militar do então presidente dos EUA, William H. Taft.
Quando o navio atingiu o iceberg, o jantar já tinha terminado e as pessoas já haviam se separado. Harry Widener estaria na sala de fumantes no momento do impacto.
Como seu pai, o bibliófilo não sobreviveria ao desastre.
O Grande Omar estava longe de ser o único item caro perdido no naufrágio. Outras peças incluíam a pintura de Merry-Joseph Blondel La Circassienne au Bain, avaliada em mais de US$ 100 mil (quase US$ 3 milhões hoje), e um motor da primeira máquina de voo, que estava sendo enviada para o Aero Club of America.
Lynch diz que o Omar era “talvez o mais conhecido” dos tesouros perdidos, como é evidenciado por sua menção no prefácio do livro de Walter Lord, A Night To Remember, o trabalho que inspirou o filme de sucesso de James Cameron em 1997.
Quanto ao provável estado do livro 110 anos após o naufrágio, Lynch, que fez diversos mergulhos até o naufrágio, acredita que “depende inteiramente de quão bem ele foi embalado e onde foi armazenado no navio”.
“Uma vez exposto dentro do navio, se de fato foi exposto, o couro pode ter sido comido, mas é claro que as pedras preciosas permaneceriam.”
E o Grande Omar ainda deve estar lá, cerca de três quilômetros e meio abaixo das ondas — não que todos estivessem descontentes com seu destino.
Sir John, bibliotecário do rei, declararia que o fundo do Atlântico era decididamente “o melhor lugar para ele”.
‘A vida para ele estava apenas começando’
O destino do livro foi uma das muitas milhares de histórias do Titanic relatadas em jornais de todo o mundo.
“Todo mundo perdeu seus investimentos no Grande Omar”, diz Saunders.
Embora a destruição das contas do Sotheran na Segunda Guerra Mundial signifique que não está claro o quanto o negócio foi afetado, ele diz que houve tensões como resultado da perda do Grande Omar.
“O relacionamento de Sotheran com a Sangorski & Sutcliffe foi azedado devido a disputas sobre custos e pagamentos”, diz Saunders.
Mais uma tragédia aconteceu apenas 10 semanas após o naufrágio do Titanic.
Francis Sangorski estava de férias com sua esposa e seus quatro filhos na costa sul inglesa em 1º de julho de 1912, quando decidiu dar um mergulho no mar em Selsey Bill, em Sussex.
Um inquérito revelou que ele havia sido derrubado por uma forte corrente. Um homem ainda tentou salvar o famoso encadernador, que não sabia nadar, mas o deixou para ajudar sua companheira quando ouviu seus gritos.
O corpo de Sangorski, de 37 anos, foi descoberto uma hora e meia depois.
Ele foi enterrado no Cemitério St Marylebone, agora Cemitério East Finchley, com sua lápide projetada por seu parceiro Sutcliffe.
John Stonehouse lamentou a perda do homem e de sua arte.
Ele escreveu: “A vida para ele como um grande mestre artesão estava apenas começando.”
‘Quanto mais você protege, pior fica’
A Sangorski & Sutcliffe continuou operando apesar da perda de seu cofundador.
Em 1924, o sobrinho de George Sutcliffe, Stanley Bray, ingressou como aprendiz.
Oito anos depois, ele se deparou com os desenhos e padrões de ferramentas originais de Sangorski para o Grande Omar no cofre da empresa e decidiu recriar o grande trabalho.
“Acho que ele estava basicamente tentando impressionar o tio”, diz Shepherd, que escreveu sobre a empresa em seu livro The Cinderella of the Arts.
Trabalhando no escritório e em casa, Bray passou a década de 1930 trabalhando no segundo Grande Omar incrustado de joias. A encadernação foi concluída assim que a guerra começou na Europa.
Foi decidido que o livro precisava de proteção contra bombardeios e, portanto, foi embrulhado em material de proteção e colocado em um cofre seguro na Fore Street, em Londres.
A Fore Street foi a primeira rua da cidade que os bombardeiros alemães atingiram. Ataques aéreos subsequentes em 1940 e 1941 derrubaram quase todos os edifícios da área.
Os escombros foram finalmente removidos e o cofre contendo o Grande Omar de Bray foi localizado, ainda intacto e aparentemente ileso.
Mas quando o livro foi aberto uma massa negra foi descoberta: o calor do fogo derreteu o couro e carbonizou as páginas.
“Foi essencialmente em parte a proteção que o danificou, então, foi quase como resultado de seus esforços para mantê-lo seguro, o que eu também acho interessante. Porque quanto mais você tenta proteger este livro, pior ele fica”, diz Maggs.
“Assim como no Titanic, você pensa: ‘Qual é a maneira mais segura de enviar este livro para os EUA — certamente o ‘navio inafundável’ é a maneira mais segura de enviá-lo?’ E então este livro meio que conscientemente conspira contra você e quanto mais você tenta, pior o resultado.”
As instalações da empresa na Poland Street, no Soho, em Londres, passaram pela guerra sem danos, apesar de uma bomba ter caído a metros de distância.
Com o Reino Unido sob o cerco de ataques inimigos, Bray aceitou calmamente a destruição do Grande Omar, comentando: “Se isso é tudo o que vou perder, terei sorte”.
‘Ele virou uma espécie de símbolo’
Dois livros e anos de trabalho perdidos não diminuíram o entusiasmo de Bray pelo Grande Omar e, quando o país comemorava o fim da guerra em 1945, ele começou a trabalhar no terceiro livro.
Muitas das joias que sobreviveram de sua versão anterior foram recicladas.
A gestão da Sangorski & Sutcliffe limitou a quantidade de tempo que ele tinha para trabalhar nele, então a encadernação tornou-se mais um projeto para sua aposentadoria na década de 1980. E depois de cerca de 4 mil horas de trabalho, o terceiro Grande Omar foi finalmente concluído.
Para Maggs, há algo quase “romântico” no trabalho de Bray.
“O fato de Stanley Bray ter feito isso duas vezes — nesse ponto ele não está fazendo isso para ganhar dinheiro, é outra coisa: virou um tipo de símbolo.”
“É como se o livro mais decadente, luxuoso e capitalista se superasse e se tornasse genuinamente inestimável e se tornasse uma coisa que é feita apenas por fazer.”
Bray deu o terceiro Grande Omar à Biblioteca Britânica. Seu obituário em dezembro de 1995 descreveu o livro como “um monumento ao trabalho de uma longa vida”.
O Grande Omar e o material relacionado foram deixados em definitivo para a instituição após a morte da viúva de Bray, Irene, em 2004. O livro permanece no acervo da biblioteca, embora o acesso a ele raramente seja permitido.
Por enquanto, pelo menos, parece que nenhuma “maldição” se consolidou.
O próprio Bray nunca pensou muito na ideia, de qualquer forma, comentando sobre o design: “Não sou nem um pouco supersticioso, embora digam que o pavão é um símbolo de desastre”.
“Algumas pessoas dizem que as penas dos pavões são presságios de morte, mas Stanley Bray viveu até uma idade avançada”, diz Shepherd.
“Na verdade, o livro provavelmente foi aquilo que o manteve em atividade.”
Meta-história
No Cemitério East Finchley, é difícil encontrar a lápide do mestre encadernador Francis Sangorski.
Escondido debaixo de uma árvore entre outras pedras, suas esculturas requintadas estão desgastadas — como sua obra-prima no fundo do Oceano Atlântico.
Para Maggs, a história do Grande Omar combina perfeitamente com as teorias de Omar Caiam, cuja sabedoria inspirou o mestre artesão a homenagear o poeta-filósofo em ouro, joias e couro.
“De certa forma, é perfeito; todo o conto é uma meta-história porque parte do texto é sobre: ‘Claro, enquanto você tiver sua vida, use-a, aproveite sua vida, mas saiba que ela vai acabar, esteja ciente disso. ‘ – é quase como uma espécie de maldição. É isso que o Grande Omar está lhe dizendo”, diz Maggs.
“Se você pode pagar, por que não? Faça. Mas esteja ciente de que você vai morrer e isso não irá com você.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta será atração do festival Outside Lands, em San Francisco, que tem Green Day, Post Malone e SZA


Brasileira aparece no cartaz junto do segundo grupo de artistas mais importantes, que tem Jack Harlow, Weezer, Phoebe Brigers e Kali Uchis. Evento acontece de 5 a 7 de agosto de 2022. Anitta durante apresentação no Coachella 2022, em Indio, Califórnia
Amy Harris/Invision/AP
Anitta foi escalada para o festival Outside Lands, que acontece em San Francisco, na Califórnia, nos EUA, entre os dias 5 e 7 de agosto. Os headliners do evento são Green Day, Post Malone e SZA.
Anitta aparece no segundo grupo de artistas mais importantes do festival, que inclui Jack Harlow, Weezer, Phoebe Bridgers, Lil Uzi Vert, Kali Uchis e outros. Ela é o útlimo nome deste grupo no cartaz.
Atrações do festival Outside Lands, que acontece no Golden Gate Park, em São Francisco, nos EUA
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Fafá de Belém reabre ‘O portão’ em single duplo que festeja o 81º aniversário de Roberto Carlos


Cantora também revive ‘Ilegal, imoral ou engorda’ no disco gravado com piano de Jonas Dantas. ♪ Fafá de Belém quebra o silêncio em torno do 81º aniversário de Roberto Carlos, festejado nesta terça-feira, 19 de abril. A cantora paraense celebra a data com a edição de single duplo em que canta, somente com o toque do piano de Jonas Dantas, duas músicas da parceria de Roberto com Erasmo Carlos, ambas lançadas na voz do Rei nos anos 1970.
Feitas em estúdio da cidade de São Paulo (SP), as gravações inéditas de O portão (1974) – canção vocacionada para a voz emotiva de Fafá e revivida pela cantora com sensibilidade – e Ilegal, imoral ou engorda (1976) estão sendo postas no mundo digital via Joia Moderna, gravadora do DJ Zé Pedro.
O single duplo O portão / Ilegal, imoral ou engorda marca o reencontro de Fafá com a obra de Roberto Carlos em conexão já recorrente que, em disco, começou há 39 anos com a gravação da canção Você em minha vida (1976) – apresentada pelo cantor no mesmo álbum que trouxe Ilegal, imoral ou engorda – para o álbum Fafá de Belém, lançado em 1983.
Três anos depois, em 1986, Fafá abordou no álbum Atrevida a canção Cavalgada (1977), rebobinada pela cantora três décadas depois no álbum ao vivo Do tamanho certo para o meu sorriso (2017).
Em 1991, convidada do disco de Roberto, a cantora fez dueto com o artista em Se você quer (Si piensas si quieres, Roberto Livi e Alejandro Vezzani em versão de Roberto Carlos e Carlos Colla).
Em 1993, Fafá lançou o álbum Do fundo do meu coração, batizado com o nome da música de 1986, uma das últimas grandes canções de amor da parceria de Roberto com Erasmo.
Em 2009, Fafá deu voz a Desabafo (1979) no show coletivo Elas cantam Roberto, perpetuado em álbum ao vivo e DVD.
Em 2013, Fafá louvou Nossa Senhora – a inspirada canção religiosa lançada 20 anos antes por Roberto em álbum de 1993 – no EP Amor e fé.
Intérprete que sabe traduzir no canto a alma do repertório de Roberto Carlos, Fafá de Belém reforça a conexão com o compositor no single duplo O portão / Ilegal, imoral ou engorda, tributo da cantora ao artista no 81º aniversário do Rei.

Fonte: G1 Entretenimento

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Baco Exu do Blues relaciona Gotham city ao Brasil em single inédito com beat sombrio de Dactes


♪ Em 1969, Jards Macalé avisou que havia “um morcego na porta principal” ao defender Gotham city (Jards Macalé e José Carlos Capinam, 1969) na quarta edição do Festival Internacional da Canção (FIC). Decorridos 53 anos, o morcego ainda está presente no imaginário musical nacional.
No single que lançou ontem, 18 de abril, Gotham é aqui, Baco Exu do Blues relaciona o Brasil à cidade fictícia dos quadrinhos em que o justiceiro Batman luta contra a criminalidade e a corrupção.
Com letra do rapper baiano, a música Gotham é aqui é conduzida pela batida sombria criada por Dactes. O beatmaker também assina a mixagem e a masterização de Gotham é aqui, primeiro single inédito de Baco Exu do Blues desde o álbum QVVJFA – Quantas vezes você já foi amado?, lançado pelo artista em 26 de janeiro.
Capa do single ‘Gotham é aqui’, de Baco Exu do Blues
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Bhad Bhabie compra mansão de US$ 6,1 milhões na Flórida


Artista de 19 anos pagou a casa com dinheiro em espécie. Ela ficou conhecida por uma entrevista dada ao programa ‘Dr. Phil’, em que discutiu a relação com a mãe. Bhad Bhabie compra casa de US$ 6,1 milhões
Reprodução/Instagram/Bhad Bhabie
A rapper Bhad Bhabie comprou uma mansão no valor de US$ 6,1 milhões (cerca de R$ 28,5 milhões) , na Flórida, nos Estados Unidos. A artista, de 19 anos, bancou toda a transação com dinheiro em espécie.
Segundo o site New York Post, a mansão tem sete quartos e sete banheiros, com todas as comodidades: é uma propriedade moderna que foi reformada em 2020, localizada em um condomínio fechado no Condado de Palm Beach.
A casa tem sala para jogos, piscina, sauna seca, adega, casa de hóspedes de dois andares, janelas de impacto contra furacões e porcelanatos espalhados pelo local.
O quarto principal, no primeiro andar, possui ainda três grandes closets e uma área externa para a jacuzzi. São três chuveiros no banheiro e um deles, no meio, simula a queda de uma cachoeira.
Bhad Bhabie no programa do Dr. Phil
Reprodução/YouTube/Dr. Phil
Bhad Bhabie, nome artístico de Danielle Bregoli, virou sensação na internet aos 13 anos depois de aparecer no programa do Dr. Phil McGraw. Ela e sua mãe falaram da relação conturbada em uma discussão sobre adolescentes sem controle.
Na conversa, a adolescente diz “cash me outside, how bow dah?”, algo como “me pega lá fora”, incitando uma briga. A frase virou meme e a menina, estrela na internet.
A artista assinou um contrato com a Atlantic Records em 2017, contabiliza mais de 16,3 milhões de seguidores no Instagram e em abril do ano passado entrou no OnlyFans, onde faturou cerca de US$ 1 milhão nas suas primeiras seis horas, de acordo com o site da revista “Variety”.

Fonte: G1 Entretenimento

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DJ Kay Slay, ícone do hip-hop em Nova York, morre aos 55 anos, por complicações da Covid-19


A morte de Keith Grayson, nome de batismo do DJ, foi confirmada pela Hot 97, rádio na qual ele era apresentador do programa The Drama Hour. DJ Kay Slay, ícone do hip-hop em Nova York, morre aos 55 anos, por complicações da Covid-19
Reprodução/Instagram
Keith Grayson, conhecido como DJ Kay Slay, morreu aos 55 anos, por complicações da Covid-19.
Ícone do hip-hop em Nova York, o artista morreu no domingo (17). A informação foi confirmada por sua família através de um comunicado da Hot 97, estação de rádio na qual Slay apresentou o programa The Drama Hour por mais de duas décadas.
“A Hot 97 está triste e em choque pela perda de nosso amado DJ Kay Slay. Figura dominante na cultura hip-hop, com milhares de fãs em todo o mundo, o DJ Kay Slay será lembrado por sua paixão e excelência com seu legado que transcenderá gerações”, informou o comunicado.
“Ícone cultural, Kay Slay era mais do que apenas um DJ. Para nós, era nossa família e uma parte vital que fez da Hot 97 o sucesso que é hoje.”
Grayson cresceu em Harlem e começou a fazer grafites ainda na adolescência, sendo destaque do documentário sobre hip-hop “Style Wars” (1983).
DJ na Hot 97, o artista se destacou na década de 1990, quando produziu algumas mixtapes que apresentavam alguns rappers promissores na época e que, hoje, são destaques mundiais, como Jay-Z e Eminem.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rayane Boldrini lança o álbum ‘Versões de mim’ com título escolhido antes da mudança de nome do disco de Anitta


Cantora mineira apresenta músicas autorais e regrava jingle de motel lançado por Maria Bethânia. ♪ Quando a cantora e compositora mineira Rayane Boldrini lançar o álbum Versões de mim na sexta-feira, 22 de abril, será inevitável a associação do título com o nome do quinto álbum de estúdio de Anitta, Versions of me, apresentado em 12 de abril.
Boldrini sustenta que o título Versões de mim já existia desde o ano passado, antes de Anitta revelar em 31 de março a mudança do nome do álbum inicialmente intitulado Girl from Rio.
De fato, o disco Versões de mim foi gravado de fevereiro e a novembro de 2021 no estúdio Leve Music, em Belo Horizonte (MG), cidade onde Rayane Boldrini nasceu em 22 de abril de 1988.
Sim, o álbum Versões de mim chega ao mundo no dia do 34º aniversário da artista, marcando o nascimento de Rayane como compositora.
Rayane Boldrini canta músicas autorais no álbum ‘Versões de mim’
Paulo Colen / Divulgação
Trata-se do primeiro disco autoral da cantora que se tornou compositora quando, ao participar da 12ª edição do festival Minas na MPB em 2020, recorreu ao amigo Léo Pires, com quem compôs duas músicas, pois o festival exigia que os cantores apresentassem cancioneiro de lavra própria. Foi a partir desse movimento inicial de construção de obra autoral que veio a ideia de ampliar essa ação para gerar um disco.
Das dez músicas que compõem o repertório do álbum Versões de mim, oito são inéditas, incluindo parcerias da artista com Felipe Fantoni – produtor musical e arranjador do disco – e Lucas Avelar, além do já mencionado Léo Pires.
As duas regravações são Cheiro de amor (Jota Moraes, Duda Mendonça, Paulo Sergio Valle e Ribeiro) – jingle de motel que Maria Bethânia transformou em hit radiofônico ao gravar a canção sensual no álbum Mel (1979) – e Ê camarada! (Pedro Morais, 2013).

Fonte: G1 Entretenimento

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Você se lembra de todos os feats nacionais de Anitta? Lista de parcerias cresce, mas algumas acabam esquecidas


g1 lista 10 faixas da cantora com artistas nacionais que talvez você não se lembre. Jota Quest, Luan Santana, MC Gui e Caetano Veloso estão entre elas. Semana Pop lista 10 feats de Anitta que talvez você não se lembre
Anitta chegou com mais um álbum no mercado e, com ele, vários feats. Em “Versions of me”, lançado na última terça-feira (12), a cantora uniu vozes com artistas como Khalid, Ty Dolla $ign e Cardi B.
E feat internacional não é uma coisa rara na carreira de Anitta. A brasileira já cantou com J Balvin, Maluma, Black Eyed Peas, Iggy Azalea, e tantos outros.
Aqui no Brasil, Anitta também fez suas parcerias. Algumas são mais emblemáticas, como os feats com Marília Mendonça, Pabllo Vittar e Leo Santana. Mas outros, pouca gente se lembra.
O g1 lista 10 faixas de Anitta com artistas nacionais que talvez você não se lembre. Veja no texto abaixo e no vídeo acima.
MC Guimê
MC Guimê e Anitta
Reprodução
Em 2015, ano em que Anitta lançou o álbum “Bang!”, ela fez uma parceria com MC Guimê. Os dois gravaram “No meu talento”, com direito a um videoclipe
Os versos do MC se mesclam bem com as batidas do funk da música, que é quase toda cantada pela Anitta.
Jota Quest
Jota Quest e Anitta no clipe ‘Blecaute’
Divulgação
Também em 2015, Anitta participou da música “Blecaute”, de Jota Quest. Nile Rodgers completa o projeto da banda.
As batidas da música são 100% Jota Quest, com nada do funk da Anitta de 2015, mas é uma boa parceria.
Projota
Anitta e Projota já fizeram dois feats
Reprodução
Anitta e Projota já fizeram duas parcerias. Em 2014, eles gravaram o hit “Cobertor”, que talvez seja o mais lembrado deles. Mas em 2016, eles repetiram a parceria em “Faz parte”.
A faixa foi gravada para um dos DVDs de Projota . E assim como “Cobertor”, tem o cantor como um dos compositores
Luan Santana
Anitta e Luan Santana no clipe de ‘RG’
Reprodução/YouTube/Luan Santana
Ainda em 2016, Anitta recebeu outro convite para parceria. Luan Santana chamou a cantora para participar do disco 1997, disco no qual o sertanejo celebrava as mulheres.
O nome da faixa é “RG” e a letra mostra todo o romantismo já conhecido de Luan. Embora a música não tenha as batidas tradicionais do som de Anitta, a voz da cantora dá um toque especial e marcante pra faixa.
Solange Almeida
Anitta grava com Solange Almeida
Reprodução
Em 2017, Solange Almeida gravou o primeiro DVD solo depois de deixar a banda Aviões do Forró. Para marcar a nova fase, a cantora convocou diversos artistas ao palco. Entre eles, Anitta. A música que as duas gravaram juntas leva o nome de “Luxo”.
Gustavo Mioto
Anitta participa de ‘Coladinha em mim’, de Gustavo Mioto
Reprodução/YouTube/Gustavo Mioto
Quem também gravou DVD em 2017 e convocou Anitta foi Gustavo Mioto. A cantora “invadiu” o espaço cheio de artistas sertanejos, como Gusttavo Lima, Maiara e Maraisa e Jorge e Mateus, e gravou o hit “Coladinha em mim”.
Embora pouca gente se lembre do dueto, a faixa até que foi bem tocada nas rádios
Harmonia do Samba
Anitta gravou “Tic Nervoso” com Harmonia do Samba
Divulgação
2017 parece ter sido o ano das participações de Anitta em DVDs, independente dos ritmos. Além de gravar forró e sertanejo, ela também flertou com o axé e fez uma parceria com Harmonia do Samba.
A música escolhida foi “Tic nervoso”.
MC Cabelinho
Capa do single ‘Até o céu’, de Anitta com MC Cabelinho
Divulgação
Em 2019, Anitta convocou MC Cabelinho para uma parceria. Os dois gravaram juntos “Até o céu”, uma música com letra de versos quentes e que rendeu um videoclipe com cenas ousadas da cantora
A música fazia parte do projeto “Brasileirinhas” e a ideia da Anitta era apresentar só músicas em português com artistas nacionais.
Melim
Anitta com Gabriela, Rodrigo e Diogo, irmãos que formam o grupo Melim
Reprodução/Instagram
O projeto “Brasileirinhas”rendeu ainda uma outra parceria que talvez você não se lembre: Melim, com a música “Meu Mel”.
Os irmãos Diogo, Gabriela e Rodrigo Melim estão entre os compositores da faixa
Essa parceria mostra aquele mix mesmo de feat, com a pegada mais romântica e pop de Melim misturada com trechinhos mais sensuais, marca que já é registrada nas faixas de Anitta.
Caetano Veloso
Anitta e Caetano Veloso na gravação do clipe de ‘Você mentiu’
Divulgação
Em 2019, Anitta anunciou mais um projeto: “Kisses”.
E dele veio um feat bastante celebrado, mas talvez pouco divulgado nas rádios e plataformas digitais. Anitta uniu vozes com Caetano Veloso em “Você Mentiu”.
A música tem mais a levada MPB de Caetano e remete às batidas da bossa nova, com aquele toque de sofrência na letra.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shows em 2022: Programação de eventos internacionais está cheia; veja como comprar ingressos


Shows de Justin Bieber, Rosalía, Coldplay, Metallica e Guns N’ Roses, além do Rock in Rio e outros festivais, aquecem o mercado; veja agenda com programação, datas, cidades e preços. Justin Bieber, Harry Styles, Rosalía, Guns N’Roses e Coldplay tocam no Brasil em 2022
Divulgação; Celso Tavares/g1
A agenda de shows internacionais no Brasil está aquecida em 2022 e começa a ganhar fôlego neste mês. Depois do mercado ficar parado por meses por conta da pandemia, muitos artistas incluíram o país em suas respectivas turnês.
Além disso, o Rock in Rio movimenta o segundo semestre, e as bandas aproveitam para esticar e fazer outras apresentações pelo Brasil. Veja abaixo os destaques:
Kiss – a partir de 26 de abril – Porto Alegre;
Greta Van Fleet – 3 de maio – Rio de Janeiro;
Metallica – 5 e 12 de maio – Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro;
Mita Festival – 14 e 15 de maio em São Paulo; 21 e 22 de maio no Rio de Janeiro;
Louis Tomlinson – 27 a 29 de maio – Rio de Janeiro e São Paulo;
Khalid – 23 e 25 de junho – São Paulo e Rio de Janeiro;
Rosalía – 22 de agosto – São Paulo;
Iron Maiden – 27 de agosto a 4 de setembro – São Paulo, Curitiba e Ribeirão Preto;
Guns N’ Roses – 4 a 26 de setembro em oito cidades;
Rock in Rio – 2 a 11 de setembro – Rio de Janeiro;
Justin Bieber – 14 de setembro – São Paulo;
Helloween – 08 e 09 de outubro – São Paulo
Hanson – 11 a 21 de outubro em sete cidades;
Coldplay – 11 de outubro – Rio de Janeiro; 15 e 16 de outubro – São Paulo;
Harry Styles – 06 a 10 de dezembro – São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba;
Knotfest Brasil com Slipknot e outros – 18 de dezembro – São Paulo
Kiss
Banda norte-americana de hard rock KISS
KISS/Divulgação
Depois de três adiamentos, o Kiss vem ao Brasil em abril e maio de 2022 com a turnê “End Of The Road Tour”. A banda que está na estrada há 45 anos anunciou que é a última turnê juntos em 2018.
Eles tocam em Porto Alegre (26/04), Curitiba (28/04), São Paulo (30/04) e Ribeirão Preto (1º/5). Informações sobre ingressos estão disponíveis no site oficial.

Greta Van Fleet
Greta Van Fleet
Divulgação
O quarteto americano de rock vai fazer um show no Rio de Janeiro, no dia 3 de maio. Eles vão sair com a turnê “Dreams in Gold” nos Estados Unidos, na América do Sul e Europa.
O show no Rio acontece no Qualistage, localizado dentro do Via Parque Shopping. Os valores vão de R$ 160 a R$ 520 e podem ser comprados no site oficial.
Metallica
Kirk Hammett e James Hetfield, do Metallica, em show no Lollapalooza 2017
Marcelo Brandt/G1
O Metallica volta ao Brasil para quatro shows em maio de 2022, depois de adiar a turnê na América do Sul por conta da pandemia. As datas e cidades são:
5 de maio – Porto Alegre – FIERGS
7 de maio – Curitiba – Estádio Couto Pereira
10 de maio – São Paulo – Estádio do Morumbi
12 de maio – Belo Horizonte – Estádio Minerão
Os ingressos que já foram vendidos continuam valendo para as apresentações remarcadas. Há também a possibilidade de pedir reembolso no período de 1º de novembro até 1º de dezembro.
Mita Festival
Gilberto Gil
Divulgação
Rüfüs du Sol, Tom Misch, Gorillaz, Two Door Cinema Club e Gilberto Gil In Concert são os headliners da primeira edição do MITA Festival. A sigla significa “Music Is The Answer”.
O evento acontece em São Paulo nos dias 14 e 15 de maio e no Rio de Janeiro na semana seguinte, 21 e 22 de maio, com line-ups diferentes.
Os ingressos vão de R$ 350 (meia na pista) a R$ 1700 (inteira no lounge) pelo site oficial.
Louis Tomlinson
Louis Tomlinson
Divulgação
O cantor inglês toca no Brasil em maio de 2022, após uma espera de dois anos por conta da pandemia. Os ingressos para os três shows estão esgotados.
27 de maio – Rio de Janeiro
28 e 29 de maio – São Paulo
Os shows fazem parte da turnê “Louis’ World Tour” na América do Norte e América do Sul. Ele lançou “Walls”, primeiro álbum solo em janeiro de 2020.
Khalid
Khalid anuncia shows em SP e no Rio em junho de 2022
Divulgação
O cantor norte-americano Khalid fará dois shows no Brasil em 2022.
São Paulo – 23 de junho – Espaço das Américas
Rio de Janeiro – 25 de junho – Jeunesse Arena
A turnê é do álbum “Scenic Drive (The Tape)”, lançado no final de 2021. Os ingressos já estão disponíveis e vão de R$ 175 a R$ 375 pelo site oficial.
Rosalía
Rosalía
Divulgação
Rosalía fará sua primeira turnê mundial e passará pelo Brasil. A cantora anunciou que fará uma apresentação única no dia 22 de agosto, no Tokio Marine Hall, antigo Tom Brasil, em São Paulo.
A pré-venda para clientes da seguradora acontece nos dias 20 e 21 de abril, a partir das 10h, no site e na bilheteria oficial. Já a venda para público geral tem início às 10h de 22 de abril.
Os valores ainda não foram divulgados.
Iron Maiden
Iron Maiden
Divulgação
Além do Rock in Rio, o Iron Maiden vai tocar em outas três cidades entre agosto e setembro deste ano. Os shows fazem parte da turnê “Legacy of the Beast World Tour 22”.
Curitiba: 27 de agosto (Pedreira Paulo Leminski)
Ribeirão Preto: 30 de agosto (Arena Eurobike)
São Paulo: 4 de setembro (Morumbi)
As vendas de ingressos começam às 10h do dia 28 de abril pelo site oficial.
A banda é uma das atrações principais no Rock in Rio e toca no festival no dia 2 de setembro.
Guns N’ Roses
Axl Rose canta em show do Guns N’ Roses no São Paulo Trip
Celso Tavares/G1
A banda anunciou que passará em oito cidades brasileiras com a turnê “Guns N’ Roses Are F’ N’ Back!”, além de tocar no Rock in Rio no dia 8 de setembro.
Recife (04/09)
Goiânia (11/09)
Belo Horizonte (13/09)
Ribeirão Preto (16/09)
Florianópolis (18/09)
Curitiba (21/09)
São Paulo (24/09)
Porto Alegre (26/09)
Para o show de São Paulo, no Allianz Parque, os valores variam de R$190,00 (referente a meia-entrada para Cadeira Nível 2) a R$ 950,00 (pista premium) no site oficial.
As informações sobre valores e início das vendas de ingressos para os demais shows serão divulgadas em breve pelos canais oficiais da turnê.
Rock in Rio
Da esquerda, no sentido horário: Megadeth, Iron Maiden, Dream Theater, Iza, Sepultura e Ivete Sangalo estarão no Rock in Rio 2022
Divulgação e G1/Marcelo Brandt, Caio Kenji e Alexandre Durão
Dua Lipa, Justin Bieber, Demi Lovato, Post Malone e Iron Maiden estão entre as atrações já confirmadas no festival carioca, que acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022.
Dos sete dias de festival, apenas o dia de Iron Maiden tem ingressos disponíveis. Saiba tudo sobre o Rock in Rio aqui.
Megadeth, Sepultura Jason Derulo, Iza e Migos, Måneskin, Offspring, Billy Idol, Camila Cabello, Bastille, Djavan, Megan Thee Stallion e Rita Ora também estão no line-up do festival.
Justin Bieber
Justin Bieber no Grammy 2022
Angela Weiss/AFP
O cantor canadense toca no Rock in Rio no dia 4 de setembro e em São Paulo no dia 14 de setembro.
As apresentações fazem parte da turnê do álbum “Justice”, o sexto da carreira de Bieber, lançado em março do ano passado. Leia mais sobre o disco aqui.
Os ingressos para o show no Allianz Parque começam a ser vendidos para o público geral a partir do dia 20 de abril. Os valores vão de R$ 350 (cadeira superior) a R$ 1 mil (pistas premium) pelo site oficial.
Helloween
Helloween toca no palco Mundo durante o quinto dia do Rock in Rio 2019
Marcelo Brandt/G1
A banda alemã fará dois shows em São Paulo como parte da turnê mundial United Forces Tour 2022. Eles tocam no Espaço das Américas nos dias 08 e 09 de outubro. Os suecos da HammerFall ficam com o show de abertura.
Os ingressos já estão disponíveis e vão de R$ 125 a R$ 260 pelo site oficial.
Hanson
Os irmãos Hanson durante show no Rio, em 2017
Marcos Serra Lima/G1
Os irmãos Clarke Isaac Hanson, Jordan Taylor Hanson e Zachary Walker Hanson vêm ao Brasil com a turnê do álbum “Red Green Blue”, composto por três projetos solo da banda.
Eles tocam em sete cidades em outubro. São elas:
Porto Alegre – 11 de outubro – Bourbon Country
Curitiba – 12 de outubro – Live Curitiba
Ribeirão Preto – 14 de outubro – Arena Eurobike
São Paulo – 15 de outubro – Espaço das Américas
Uberlândia – 16 de outubro – Sabiazinho
Brasília – 19 de outubro – Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Rio de Janeiro – 21 de outubro – Qualistage
Os ingressos já estão à venda pelos sites oficiais de acordo com a cidade.
Coldplay
Show do Coldplay em SP
Celso Tavares / G1
A banda de Chris Martin anunciou que fará três apresentações no Brasil em outubro. Os shows da “Music Of The Spheres World Tour” acontecem um mês após a participação do grupo no Rock in Rio.
A cantora H.E.R será a convidada especial das apresentações por aqui.
Rio de Janeiro – 11 de outubro – Estádio Nilton Santos – Engenhão
São Paulo – 15 e 16 de outubro – Allianz Parque
No Rock in Rio, o grupo se apresenta no Palco Mundo no dia 10 de setembro.
A pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Elo tem início às 10h do dia 11 de abril. Já a venda para o público geral começa no dia 12 de abril.
Harry Styles
Harry Styles no Grammy 2021
Kevin Winter / The Recording Academy / AFP
O ex-One Direction remarcou as datas das apresentações no Brasil para dezembro. Os shows, inicialmente, marcados para 2020, foram adiados por conta da pandemia.
São Paulo – 06 de dezembro – Allianz Parque
Rio de Janeiro – 08 de dezembro – Área Externa da Jeunesse Arena
Curitiba – 10 de dezembro – Pedreira Paulo Leminski
Os ingressos da turnê “Love On Tour” estão à venda no site oficial, e os valores variam entre R$ 164 a R$ 860.
Knotfest Brasil
Slipknot divulga novas máscaras no clipe da música ‘Unsainted’ lançado nesta quinta (16)
Reprodução/YouTube/Slipknot
Festival de rock da banda Slipknot acontece no dia 18 de dezembro, no Anhembi, em São Paulo.
Bring Me The Horizon, Mr Bungle, Trivium, Sepultura, Motionless in White, Vended, Project46 estão entre as atrações.
Ainda há uma banda a ser anunciada, depois que a organização tirou a Armored Dawn, banda de sócio da Prevent Senior, da programação. Informações sobre ingressos aqui.

Fonte: G1 Entretenimento