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The Weeknd e Swedish House Mafia são anunciados no lugar de Kanye West no Coachella 2022


Mudança na programação é feita uma semana antes de início de festival. Motivo de cancelamento de Kanye não foi divulgado. The Weeknd recebe prêmio de Artista Masculino do Ano no iHeartRadio Music Awards 2021
Kevin Winter/Getty Images for iHeartMedia/AFP
O festival Coachella 2022 terá mudanças na programação. Nesta quarta-feira (6), o festival divulgou os nomes de The Weeknd e Swedish House Mafia como headliners dos dias 17 e 24 de abril, substituindo, assim, o cantor Ye (Kanye West).
A alteração foi anunciada uma semana antes da estreia do evento, que acontece nos finais de semana de 15 a 17 e 22 a 24 de abril.
Na segunda-feira (4), o site TMZ e a revista Variety já haviam informado que Kanye havia cancelado sua participação no evento.
Segundo a revista, o motivo do cancelamento não havia ficado imediatamente claro, mas uma fonte da publicação informou que o cantor não tinha ensaiado ou se preparado para a aparição.
Coachella 2022
O festival de música, realizado no deserto do sul da Califórnia, acontecerá em abril de 2022 após ser cancelado nos dois últimos anos por conta da pandemia de coronavírus.
Anitta e Pabllo Vittar estão confirmadas na programação. O Festival ainda tem Megan Thee Stallion, Karol G, Lil Baby, Doja Cat e Banda MS entre outras estrelas.
O festival de 20 anos de existência, um dos maiores do mundo, foi cancelado em 2020 por causa da pandemia de coronavírus.
Os organizadores trabalharam para trazê-lo de volta em outubro de 2021, de acordo com reportagens, mas o plano foi descartado.
Coachella 2022 anuncia mudanças na programação:
Coachella 2022 anuncia mudanças na programação
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta causa polêmica ao falar que quer levar energia de ‘diversão e sexo’ do Brasil para o exterior


‘No Brasil, todo mundo quer se divertir e transar’, disse à ‘Nylon’, revista americana que será distribuída no Coachella. Cantora se defendeu dizendo que frase foi tirada de contexto. Anitta no Grammy Latino 2021
Arturo Holmes/Getty Images via AFP
Anitta causou polêmica por conta de uma declaração que saiu na capa da revista americana “Nylon”, publicação que será distribuída no Coachella. A brasileira está entre os artistas do line-up.
“No Brasil, todo mundo quer se divertir e transar e eu quero trazer essa energia para cá”.
Muitas pessoas criticaram a fala da cantora nas redes sociais desta segunda (4), dia em que a capa foi divulgada. A maior parte reclama de estimular a imagem sexualizada dos brasileiros fora do país.
“Meu Deus. Tira o ódio de dentro de mim pq a vontade é de mataaaaaarrrrrrr”, escreveu Anitta no Twitter.
Em outros posts, ela falou sobre a relação com a imprensa estrangeira e que a frase foi tirada de contexto.
“Infelizmente ainda não consigo colocar o Paulo [assessor de imprensa da cantora] pra controlar essas coisas fora do país. Pq se eu conseguisse meu amorrrrr… sabe quando que iam fazer sensacionalismo comigo??? Na pqp … mano eu tô soltando fogo pelo nariz 😤 meu deusssssss tira de mim todo o ódio pelo amor”.
“Frustrante. Cansativo. Desestimulante”, reclamou na sequência.
O post com a capa foi excluído das redes sociais da revista. É a primeira vez desde 2017 que a publicação será impressa.
Brasil no Coachella
Pabllo Vittar e Anitta vão gravar um feat juntas em 2022
Reprodução/Instagram/Pabllo Vittar
Anitta e Pabllo Vittar vão cantar no festival em abril, realizado no deserto Indio, no sul da Califórnia.
O evento acontece nos finais de semana de 15 a 17 e 22 a 24 de abril e tem Harry Styles, Billie Eilish e Ye (Kanye West) como headliners.
Megan Thee Stallion, Karol G, Lil Baby, Doja Cat e Banda MS também estão na programação de retomada do festival após dois anos de cancelamentos por conta da pandemia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Coda: os dilemas dos filhos ouvintes de pais surdos


Desafios da personagem do filme vencedor do Oscar 2022 refletem casos da vida real. O Coda Flavio com o pai, a mãe, a irmã e demais familiares
Arquivo Pessoal
“Não posso ficar com vocês o resto da minha vida.”
A frase é de Ruby, personagem do filme vencedor do Oscar 2022, No Ritmo do Coração, em uma conversa com os pais. Ela deseja sair de casa para cursar faculdade, mas se sente dividida entre as obrigações familiares e o desejo por independência.
E não é para menos: única ouvinte de uma família de pai, mãe e irmão surdos, Ruby passou a vida tendo que interpretar o mundo ao redor à todos dentro de casa.
“Achei o filme sensacional, me identifiquei com tudo ali”, diz o músico e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), Flavio Maia.
‘No ritmo do coração’: drama sobre família surda tem a melhor mistura de riso e choro deste Oscar
Igual a Ruby, Maia é um Coda (“child of deaf adults”), expressão em inglês que define filhos ouvintes de pais surdos.
O termo vem se popularizando nos últimos anos no Brasil, mas nasceu nos Estados Unidos em 1983 com a defesa da ideia de que os Codas, em diferentes partes do mundo, são sujeitos biculturais e que vivenciam experiências muito semelhantes.
“Por ser o filho mais velho, era sempre eu que acompanhava meus pais para tudo que eles precisassem. Comprar um carro, abrir conta em banco, ir ao médico”, conta o músico.
Assista ao trailer do filme ‘No Ritmo do Coração’
Hoje, com 38 anos, Maia se orgulha de ter sido, como ele descreve, “o primeiro intérprete da família”, mas, durante a adolescência, confessa que não gostava da obrigação de ter que mediar a comunicação da família com as pessoas fora da comunidade surda.
“Alguém precisava ser o intérprete dos meus pais, já que ninguém, naquela época [anos 80 e 90], sabia Libras. Desde que me entendo por gente, esse alguém fui eu”, lembra.
“Era uma sobrecarga, um peso, não pelos meus pais, mas no sentido em que eu tive que dar conta de algo que a sociedade não deu, que era o de promover acessibilidade para incluir meus pais”, diz.
Mais que intérprete dos pais, Maia assumiu a função durante toda a adolescência na associação de surdos que o seu pai ajudou a fundar em Belo Horizonte na década de 1980.
“As associações de surdos tinham uma ligação muito forte com o esporte naquela época, era um meio para essas pessoas se encontrarem e socializarem. Eu acompanhava a nossa equipe nos campeonatos. Viajamos muito juntos”, lembra o mineiro.
Uma das funções de Maia nessas viagens era a de telefonar para cada um dos familiares dos surdos para mandar notícias.
“Eu sou da época do orelhão, as pessoas não tinham celular. Então, você imagina, em cada parada do ônibus formava uma fila de 30, 40 pessoas no orelhão querendo avisar a família que estava bem. Adivinha quem tinha que fazer todas essas ligações?”, conta ele, rindo da lembrança.
A Coda Regiane Lucas, 41 anos, com os pais surdos em 2019
Arquivo Pessoal
A primeira Coda da cidade
A Libras foi reconhecida como meio legal de comunicação e expressão da comunidade surda brasileira apenas em dezembro de 2005, com a regulamentação da lei n.10.436/02. Ela garante o acesso e o ensino da linguagem de sinais, a formação de instrutores e intérpretes e a presença de intérpretes nos locais públicos.
Apesar da lei, a professora universitária Keli Maria de Souza Costa, filha de pai e mãe surdos, afirma que “quase nunca o direito de inclusão é garantido”.
“Recentemente, meu pai teve um acidente de trabalho e eu o acompanhei na perícia médica. Não tinham um intérprete no local, e não queriam me deixar entrar com ele na sala do médico, mesmo eu explicando que ele não entenderia nada que o médico dissesse. É desgastante”, reclama Keli.
Nascida em Uberlândia, a professora universitária se orgulha em contar que seus pais são o primeiro casal de surdos a se casar na cidade – o padre da celebração também era surdo.
Keli, aliás, ostenta o título de ser a primeira Coda uberlandense.
“Antigamente, as famílias não deixavam dois surdos se casarem com medo de terem um filho surdo. Como eu nasci ouvinte, brincamos que meus pais ‘abriram a porteira’ na cidade”, conta.
A professora conheceu a terminologia Coda em 2012, quando uma amiga, também filha de surdos, contou que havia descoberto um encontro internacional de Codas nos Estados Unidos.
Keli e a amiga participaram do evento naquele ano e, quando retornaram ao Brasil, criaram a versão nacional do encontro.
“Quando eu descobri que havia toda uma comunidade de filhos vivendo os mesmos dilemas que eu, que pertencem tanto ao mundo dos surdos como ao dos ouvintes e, ao mesmo tempo, não pertencem a nenhum deles, me senti pertencente a algo”, explica a mineira.
Criado em 2013, o Encontro Nacional de Codas tem 275 filhos ouvintes inscritos no cadastro do evento. A última edição aconteceu em fevereiro.
Agora, Keli e as amigas querem estender o encontro para Kodas, com o K de “kids”, ou seja, para filhos ouvintes crianças, e Godas, com o G de “grandchildren”, netos, em inglês.
“Meus pais cuidam dos cinco netos pequenos para que minhas irmãs possam trabalhar. Todos são ouvintes e todos já sinalizam em Libras. Assim como meus sobrinhos, devem existir muitos Godas por aí”, diz a professora.
‘Tua mãe nunca vai te ouvir cantar’
Keli começou a acompanhar os pais em consultas médicas e a ir com eles nas reuniões de pais da escola – dela e das duas irmãs – com apenas 12 anos. Ela conta que, nessa época, se questionava: “por que só os meus pais são surdos?”
“O filme [No Ritmo do Coração] me emocionou muito porque me fez lembrar de coisas parecidas que vivi com meus pais. Comigo também foi comum o pensamento de ‘o que eles vão fazer sem mim?’ quando decidi sair de casa”, desabafa.
Ainda na adolescência, Keli se interessou pela música e passou a estudar canto lírico no conservatório de Uberlândia.
“Uma pessoa me disse uma vez: ‘você tem uma voz tão bonita, mas sua mãe nunca vai poder te ouvir’. Isso me marcou”, conta.
Pouco tempo depois, Keli começou a cantar na igreja do bairro. Até hoje, sua mãe costuma aparecer na hora do salmo para vê-la se apresentar.
“Eu vejo que ela me olha com uma carinha tão bonita, emocionada, enquanto canto. Uma vez, depois de cantar, ela me disse que eu tinha cantado muito bonito. Ela não me ouve, mas me sente”, diz Keli.
Esse não foi o único episódio de indelicadeza que a mineira passou. Ela conta que era frequente ouvir se referirem a ela na escola como “a filha do mudinho”.
Na família de Flavio Maia, a discriminação também ocorreu dentro do ambiente familiar. Contrários ao casamento de seus pais por ambos serem surdos, o músico conta que a família paterna não fazia questão de incluir a sua mãe.
“A família do meu pai sempre jogava buraco, e só chamava minha mãe quando faltava um jogador. Durante o jogo, eles conversavam, riam, mas a ignoravam. Quando ela perguntava sobre o que estavam falando, eles diziam ‘nada, besteira'”, lembra o moço.
“Era revoltante para mim ver que minha mãe se sentia uma estranha na família. Precisei fazer terapia aos 11 anos”, conta Maia.
Intérprete desde pequenos
A professora de Comunicação da Universidade Federal de Minas Gerais, Regiane Lucas, é filha ouvinte de pai e mãe surdos. Uma das suas duas irmãs também é surda. Todos se comunicam por sinais.
“Os primeiros intérpretes das línguas de sinais foram os filhos ouvintes de pais surdos”, explica a professora, que pesquisa como a comunidade surda se apropria dos meios de comunicação para se conectar.
Assim como filhos ouvintes de pais ouvintes, os Coda aprendem de maneira natural dentro de casa a Libras.
“Minha mãe conta que a primeira vez que me comuniquei em sinal foi com 8 meses. Ela estava arrumando a casa e me viu sinalizando que estava chovendo. Ela foi até a janela, viu a chuva e saiu correndo para recolher a roupa do varal”, conta Regiane.
Ao contrário do que muitos pensam, explica a pesquisadora, os filhos de pais surdos também aprendem naturalmente o português oral.
“Minha primeira língua foi Libras, mas também aprendi de maneira muito natural o português falado. Morávamos em uma casa nos fundos da casa da minha tia e avó, que eram ouvintes. Lá, eu e minha irmã escutávamos rádio, assistíamos televisão”, diz Regiane.
“Não temos somente contato com nossos pais. Somos formados por uma rede. Codas são pessoas bilíngues desde o nascimento”, conta.
Outro preconceito que Regiane observa é pessoas ouvintes acharem que pais surdos não são capazes de criar filhos ouvintes.
“Eu assumi algumas responsabilidades com meus pais muito cedo para conseguir incluí-los na sociedade. Por ser a mais velha, também ajudei eles com minhas irmãs, como ir nas reuniões de pais da escola, mas nunca me senti mãe delas. Meus pais sempre assumiram muito bem a função de cuidadores”, diz Regiane.
Apesar dos preconceitos, a professora universitária conta que muitos ouvintes têm curiosidades engraçadas em relação ao cotidiano de uma família surda.
“Muitos me perguntam se a casa dos meus pais é silenciosa. Não é! A casa de um surdo é muito barulhenta porque eles não têm noção do barulho que as coisas fazem”, conta.
Questionada sobre o som da sua infância, Regiane responde rindo: “Com certeza, o barulho da minha mãe mexendo com panelas e dos meus pais andando, batendo o sapato no chão. Eles fazem barulhos altos demais!”, lembra, rindo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Sheeran critica processos ‘infundados’ de plágio após vitória em caso ‘Shape Of You’


Juiz decidiu que ‘Shape of You’ não teve refrão copiado de ‘Oh Why’, lançada por Sami Switch. Ed Sheeran sai do tribunal em Londres, onde processo de direito autoral de ‘Shape Of You’ é julgado em Londres
Reuters/Henry Nicholls
Ed Sheeran disse que reivindicações “infundadas” de direitos autorais estão prejudicando a indústria da música. Ele ganhou um caso na Suprema Corte de Londres, nesta quarta-feira (6), sobre um refrão de seu hit de 2017 “Shape Of You”.
Sheeran estava envolvido em uma batalha judicial com o artista de grime Sami Chokri, que atua como Sami Switch, e o produtor musical Ross O’Donoghue. Eles argumentaram que um trecho de “Shape of You” havia sido copiado de sua música de 2015, “Oh Why”.
“Embora estejamos obviamente felizes com o resultado, sinto que reivindicações como essa são muito comuns agora e se tornaram uma cultura em que uma reivindicação é feita com a ideia de que um acordo será mais barato do que levá-los ao tribunal, mesmo que não haja fundamento para a alegação”, disse Sheeran em um vídeo postado no Twitter. “É realmente prejudicial para a indústria de composição”, afirmou.
“Shape Of You” se tornou a música digital mais vendida em todo o mundo em 2017 e teve mais de 5,6 bilhões de visualizações no YouTube.
Como Ed Sheeran bateu U2 e virou dono da turnê mais lucrativa de todos os tempos
O juiz Antony Zacaroli concluiu que não havia provas de que Sheeran tivesse pensado em escrever o hit antes de outubro de 2016.
Ele disse que analisou os elementos musicais e concluiu que havia “evidências convincentes de que ‘OW (Oh Why) Hook’ e ‘OI (Oh I) Phrase’ se originaram de outras fontes e não de ‘Oh Why'”.
“Estou convencido de que Sheeran não copiou subconscientemente ‘Oh Why’ ao criar ‘Shape'”, afirmou o juiz. Logo após o veredicto, Chokri postou um vídeo no Instagram de duas pessoas nadando no mar com a legenda: “Através do desespero, encontrei uma estrada instantânea para a gratidão.” “Sou rico, de amor, amigos e família. Este é o começo, não o fim.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Viúvo de Paulo Gustavo lamenta veto de Bolsonaro a projeto de lei que leva nome do ator e previa verba para setor cultural


“Que tristeza ver nosso país tão desarticulado politicamente’, escreveu Thales Bretas em uma postagem na rede social. Thales Bretas e Paulo Gustavo: marido pediu orações para o ator internado com Covid
Reprodução/Redes Sociais
Thales Bretas, viúvo de Paulo Gustavo, usou as redes sociais para lamentar o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei que levava o nome do ator e previa verba para o setor cultural.
O projeto de lei, batizado de “Lei Paulo Gustavo”, previa o repasse de R$ 3,86 bilhões em recursos federais a estados e municípios para o enfrentamento dos efeitos da pandemia da Covid-19 sobre o setor cultural.
A informação do veto foi divulgada nesta terça-feira (5) pela Secretaria-Geral da Presidência e, na edição desta quarta-feira (6) do “Diário Oficial da União (DOU)”, ele foi publicado. O Congresso ainda pode derrubar o veto.
“Que tristeza ver nosso país tão desarticulado politicamente. Sem saber defender os interesses da cultura e o bem-estar do povo”, escreveu Thales Bretas em uma postagem nos stories de seu Instagram.
A proposta visava homenagear o ator ator e humorista Paulo Gustavo que morreu em maio do ano passado, vítima da Covid-19. Ele era um dos artistas mais populares do país e faleceu aos 42 anos no Rio de Janeiro.
O projeto é de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA) e foi aprovado pelo Senado em novembro de 2021. Em fevereiro, quando passou pela Câmara, foi modificado e, por isso, retornou para análise dos senadores. Em março, foi aprovado novamente pelo Senado e enviado para sanção presidencial.
Lei Paulo Gustavo: o que prevê o projeto vetado por Jair Bolsonaro
Presidente Bolsonaro veta lei Paulo Gustavo

Fonte: G1 Entretenimento

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Lei Paulo Gustavo: o que prevê o projeto vetado por Jair Bolsonaro


PL liberaria verba para apoiar o setor cultural prejudicado pela pandemia. Texto passou pela Câmara e pelo Senado e foi rejeitado pelo presidente. Paulo Gustavo
TV Globo
Projeto de lei, conhecido como Lei Paulo Gustavo, que propunha o repasse de R$ 3,8 bilhões para o enfrentamento dos efeitos da pandemia da Covid-1 sobre o setor cultural, foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (6).
O projeto foi aprovado pelo Senado no fim do ano passado, modificado pela Câmara em fevereiro e aprovado novamente pelo Senado em março.
Se virasse lei, seria batizada de Lei Paulo Gustavo, em homenagem ao ator que morreu de Covid-19 em maio do ano passado. O humorista ficou conhecido por papéis de sucesso como a Dona Hermínia, no monólogo “Minha mãe é uma peça”, adaptado para o cinema.
De acordo com o projeto, os beneficiários dos recursos deverão se comprometer a fortalecer os sistemas de cultura existentes ou implantá-los nas localidades em que eles não existam, instituindo conselhos, planos e fundos.
Conforme o texto, dos R$ 3,8 bilhões, R$ 2,79 bilhões seriam repassados para ações no setor audiovisual, e R$ 1,06 bilhão para ações emergenciais no setor cultural por meio de editais, chamadas públicas, prêmios, aquisições de bens e serviços vinculados ao setor ou outras formas de seleção pública simplificadas.
O dinheiro das transferências sairiam do superávit financeiro de receitas vinculadas ao Fundo Nacional de Cultura e operado diretamente pelos estados e municípios. A proposta também autoriza o uso de dotações orçamentárias da União e outras fontes não especificadas no projeto.
Ainda, segundo a proposta, o repasse dos recursos pela União deverá ocorrer em, no máximo, 90 dias após a publicação da lei.
Na Câmara, os deputados chegaram a aprovar uma sugestão de mudança apresentada pela base do governo Jair Bolsonaro que alterava esse ponto, deixando a definição de diretrizes do programa a cargo da Secretaria Especial da Cultura, em até 90 dias, considerando “um planejamento estratégico que observe os segmentos culturais prioritários”.
Na prática, a modificação ampliava o poder do governo federal sobre os repasses. No Senado, essa mudança foi rejeitada.
O texto autoriza o uso dos recursos por estados e municípios até o fim de 2022, prazo que poderia ser prorrogado no caso de impedimentos previstos na legislação eleitoral.
A proposta também obriga os estados e municípios a regulamentar a criação de uma plataforma para publicar a lista de beneficiários dos recursos.
Estes beneficiários deverão cumprir algumas contrapartidas, entre elas: a realização de exibições gratuitas; e de atividades destinadas à rede pública de ensino, ou privada que tenha estudantes do Prouni. O projeto exige também a prestação de contas sobre a utilização das verbas.
Ainda, segundo o projeto, na implementação das ações no setor cultural deverão ser assegurados mecanismos de estímulo à participação e ao protagonismo de mulheres, negros, indígenas, povos tradicionais, pessoas LGBTQIA+, com deficiência, entre outros grupos.
Na Câmara, foi aprovada a exclusão, sugerida pela base do governo Jair Bolsonaro, do trecho que se referia a pessoas LGBTQIA+. Entretanto, os senadores resgataram o texto aprovado pelo Senado.
O texto lista as atividades que podem ser contempladas pelos editais, como artes visuais, música, teatro, dança, circo, livro, leitura e literatura, artesanato, escolas de samba, blocos e bandas carnavalescos e toda e qualquer outra manifestação cultural.
Para outros tipos de ações culturais, as contrapartidas gratuitas deveriam ser na forma de atividades destinadas, prioritariamente, aos alunos e professores de escolas ou universidades públicas, assim como universidades privadas com estudantes do Programa Universidade para Todos (ProUni).
Os profissionais da saúde, em especial aqueles envolvidos no combate à pandemia, e integrantes de grupos e coletivos culturais e de associações comunitárias também estão entre os públicos prioritários.
Todas as contrapartidas previstas no projeto deverão ocorrer em prazo determinado pelos respectivos estados e municípios, observadas a situação epidemiológica e as medidas de controle da Covid-19.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Eu estou feliz que minha mãe morreu’, diz Jennette McCurdy, atriz de ‘iCarly’, em autobiografia


Livro deve ser lançado em agosto de 2022. Artista diz que a mãe a colocou no showbiz quando tinha 6 anos e aos 11 já sustentava a família. Jennette McCurdy
Reprodução/Instagram/Jennette McCurdy
A ex-atriz Jennette McCurdy, que interpretou Sam Puckett na série “iCarly”, na Nickelondeon, mostrou a capa de sua autobiografia, e seu título chamou atenção: “I’m glad my mom died”, “Eu estou feliz que minha mãe tenha morrido”, em tradução livre.
Saiba como foi o show do Maroon 5 em SP, que voltou ao Brasil com apresentação quente marcada por hits e declaração de amor ao país
A artista, hoje com 29 anos, explica que sua mãe a colocou no showbiz quando tinha 6 anos de idade. Em entrevista a revista americana “Entertainment Weekly”, ela diz que o livro será tão engraçado quanto triste.
Livro de Jennette MCurdy
Reprodução/Instagram/Jennette McCurdy
Na capa do livro, Jennette segura uma urna com papeizinhos picados como se fossem confetes. “O confete derramado de uma urna me pareceu uma boa maneira de capturar o humor da tragédia. Eu sabia que não queria ir tão longe a ponto de jogar o confete ou pular no ar com um enorme sorriso no rosto, ou fazer qualquer outro tipo de linguagem corporal/expressão facial que possa parecer irreverente”, diz ela por e-mail em entrevista à revista.
“Por fim, escolhi uma expressão facial que considero sincera, um pouco magoada e um pouco esperançosa.”
Jennette conta no livro como sua mãe a empurrou para ser uma estrela na Nickelondeon, o que a deixou com ansiedade, vergonha, auto-aversão e, como consequência, desenvolveu distúrbios alimentares, vícios e uma série de relacionamentos tóxicos.
A situação piorou quando a mãe dela morreu de câncer em 2013 na mesma época em que ela entrou para o elenco de “Sam & Cat”, ao lado de Ariana Grande.
A atriz deixou a carreira de lado três anos mais tarde.
‘iCarly’ com Jennette McCurdy
Reprodução/YouTube/Nickelondeon
No ano passado, em uma entrevista ao podcast Empty Inside com Anna Faris, ela que começou a trabalhar muito cedo e que atuar sempre foi muito difícil para ela. “Mais ou menos aos 10 ou 11 anos, eu era o principal sustento financeiro da minha família”, disse na conversa.
“Foi muito a pressão da minha família [não ter] muito dinheiro, e essa foi a saída. O que eu realmente acho que foi útil para me levar a algum grau de sucesso, porque eu não acho que eu teria sido tão ambicioso se não soubesse que era para minha família.”
Ainda de acordo com a entrevista para Anna Faris, a atriz comenta que sente vergonha e insatisfeitas com os papéis que interpretou. “Imagino que há uma experiência muito diferente com a atuação se você se orgulha de seus papéis e se sente realizado por eles.”
Semana Pop lista punições da Academia do Oscar

Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Sheeran vence caso sobre direitos autorais de ‘Shape of You’


Um artista de grime, Sami Chokri, que se apresenta como Sami Switch, e o produtor musical Ross O’Donoghue alegavam que ‘Shape of You’ infringia ‘linhas e frases específicas’ da música deles de 2015, ‘Oh Why’. Ed Sheeran sai do tribunal em Londres, onde processo de direito autoral de ‘Shape Of You’ é julgado em Londres
Reuters/Henry Nicholls
O cantor britânico Ed Sheeran ganhou um caso de direitos autorais no Supremo Tribunal de Londres nesta quarta-feira (6) sobre a música “Shape Of You”, hit mundial de 2017.
Ed Sheeran estava envolvido em uma batalha judicial com um artista de grime, Sami Chokri, que se apresenta como Sami Switch, e o produtor musical Ross O’Donoghue, que alegavam que “Shape of You” infringe “linhas e frases específicas” da música deles de 2015, “Oh Why”.
“Embora existam semelhanças entre o gancho OW (‘Oh Why’) e a frase OI (‘Oh I’), também existem diferenças significativas”, concluiu o juiz Antony Zacaroli.
“Estou convencido de que o Sr. Sheeran não copiou inconscientemente ‘Oh Why’ ao criar ‘Shape of You'”, completou.
No vídeo abaixo, de setembro de 2021, Ed Sheeran falou ao Fantástico sobre seu desejo de tocar novamente no Brasil. Assista:
Ed Sheeran ao Fantástico: ‘Mal posso esperar para voltar ao Brasil’
O hit de Ed Sheeran se tornou a música digital mais vendida em todo o mundo em 2017 e teve mais de 5,6 bilhões de visualizações no YouTube.
Ed Sheeran enfrentou longos questionamentos sobre seu trabalho durante o julgamento no mês passado, com acusações do advogado de Chokri e O’Donoghue de que ele simplesmente alterou a música e as palavras de outros artistas para passar o trabalho deles como seu.
O cantor disse que sempre creditou outros artistas. Ed Sheeran também afirmou ao tribunal que nunca tinha ouvido a música “Oh Why” que ele foi acusado de copiar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alessia Cara, garota de Toronto: como ganhadora do Grammy aprendeu a cantar em português


Show dela no Lollapalooza teve Djavan e bossa nova. Ao g1, ela lembra como conheceu música brasileira aos 14 anos e explica por que João Gilberto é ‘cool’: ‘Ele não projeta a voz’. Por que Alessia Cara cantou Djavan e João Gilberto no Lollapalooza?
Muita gente não entendeu nada quando Alessia Cara cantou “Flor de Lis”, de Djavan, e “Saudade fez um samba”, famosa na voz de João Gilberto, no sábado (26) de Lollapalooza. Com voz doce e aerada, ela surpreendeu ao cantar em português. Mas como a garota de Toronto virou fã de “Garota de Ipanema”?
Alessia não se lembra bem de quando ouviu música brasileira pela primeira vez. Ela estava no intervalo de uma das aulas do ensino médio. Tinha 14 anos.
“Comecei a descobrir no YouTube diferentes estilos de jazz”, conta ao g1, em entrevista em um hotel em São Paulo. “Daí, acabei encontrando por acaso a bossa, o samba… Mesmo sendo em uma língua diferente, eu pensei: ‘isso é incrível’.”
Era 2011 e Alessia tinha acabado de ganhar um aparelho Blackberry “bem pequeno”. “Eu estava obcecada em ficar navegando na web, porque eu finalmente podia ter um celular.”
SHOW NO LOLLA: Alessia Cara canta João Gilberto e Djavan em show que também teve dueto com Jão
O primeiro que descobriu foi João Gilberto. Mas o que fez ela ficar tão apaixonada por ele? “Eu não sei o que é que tem no tom da voz dele”, tenta explicar. “A música e a forma de compor são incríveis, mas a voz e o jeito que ele entrega a música. Ele não projeta a voz, ele tem um canto sussurrado.”
Alessia Cara e Jão cantam juntos no Lollapalooza 2022
Divulgação/Universal/Breno Galtier
“Ele quase canta falando às vezes, mas tem tanto sentimento. E eu ouvi falar de que quando ele ainda estava entre nós, ele fazia os shows e pedia para todo mundo ficar super calado, não tirar fotos… e eu acho isso cool.”
No terceiro álbum, “In the Meantime” (2021), Alessia deixou se levar pela bossa nova em “Find my boy” e “Bluebird”. “Eu tento manter a essência do que a bossa nova é, sabe? Muito disso tem a ver com mudanças de acorde, com certos padrões, com um sentimento, um movimento específico que a bossa nova tem.”
“Alguns acordes de bossa são supersimples, mas lindos. Outros são bonitos, mas extremamente difíceis de tocar. E o ritmo é meio difícil, porque você meio que tem que fazer duas coisas. Eu tento meio que pensar como um baterista, mas eu não sou muito boa no violão. Então, eu tento fazer o meu melhor… memorizando os acordes, ou usando três acordes mais simples.”
Alessia Cara
Shervin Lainez / Divulgação
Ela diz que é estranho ouvir as músicas em português, porque conhece os sons e consegue memorizar o som das palavras, mas não sabe quase nada dos significados. Algumas vezes, ela até tem certa noção, por falar italiano. “Mas eu acho lindo o jeito que soa. Prefiro ouvir em português porque é assim que é na original.”
Alessia conheceu “Flor de Lis”, porém, em uma versão bem diferente da original. Antes de ser apresentada à voz de Djavan, ouviu a música cantada por Gretchen Parlato, cantora de jazz nova-iorquina duas vezes indicadas ao Grammy.
Durante o papo com g1, Alessia quis saber mais sobre música brasileira. Ela ganhou um álbum de Rita Lee, presente da gravadora dela. Não conhecia nem mesmo dos tempos de Mutantes. Depois, ficou surpresa ao descobrir que o saxofonista Stan Getz era americano, não brasileiro.
Alessia Cara com o Grammy de Artista Revelação
REUTERS/Carlo Allegri
Em 1965, quando Getz, Astrud e João Gilberto ganharam quatro Grammys, os Beatles ganharam o prêmio de artista revelação. A mesma estatueta que Alessia ganharia em 2018. “Uau, Beatles como uma novidade… hmmm, imagina as pessoas pensando ‘é, eles são promissores, esses caras têm tudo para fazer sucesso um dia'”, diz ela, brincando.
Alessia não é do tipo de artista que diz que gosta de música brasileira só por estar no Brasil. Ela já ouve música brasileira há mais de 10 anos. “Eu sei que é um pouco de nicho, mas eu adoro… Eu ouço o tempo todo quando estou lavando louça em casa é uma ótima trilha. É muito meditativa para mim.”
Ao cantar MPB, ela é bem rigorosa com a própria performance. “Meu sotaque é bem americano, mas a música é linda”, diz após cantar um trechinho de “Flor de Lis” para o g1.
Alessia Cara em foto do álbum ‘Growing Pains’ (2018)
Divulgação/Universal
Antes de São Paulo, ela passeou pelo Rio. “Foi incrível, tão diferente de qualquer cidade perto de onde eu moro, em Toronto. Então, parece que tudo o que eu havia visto em filmes… É uma cidade na praia tão linda.”
“Mas gostei de São Paulo, porque eu sou meio que uma garota da cidade, e aqui parece uma Toronto-Nova York tropical.”
No final, o assunto clichê “comidas brasileiras” também teve vez. “Eu não gosto da tapioca americana, acho meio grudenta, eu sempre engasgo com ela. Mas agora eu posso falar que eu gosto de tapioca, porque a do Brasil é uma delícia.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Maroon 5 passeia por hits em show quente e apaixonado pelo Brasil


Banda de Adam Levine tocou em São Paulo nesta terça (6) para 45,5 mil pessoas e se apresenta em Porto Alegre nesta quarta. Adam Levine comanda apresentação do Maroon 5 em São Paulo
Fábio Tito/g1
O mundo era bem diferente em 1° de março de 2020 quando Maroon 5 cantou em São Paulo pela última vez. A pandemia não passava pela cabeça de ninguém, e o show pode ter sido mais um no qual a banda passeava por hits com competência.
Dois anos depois, no entanto, a apresentação da banda americana desta terça-feira (5), no Allianz Parque, é marcante pelo gostinho de reencontro. Eles tocam nesta quarta em Porto Alegre.
Não há grandes invenções desde então, tirando músicas do último álbum “Jordi”, como “Lost” e “Beautiful Mistakes”, e uma iluminação que chama atenção.
Mas eles têm uma banda afiada, hits que preenchem o repertório inteiro e um público fiel e saudoso. E sabem disso tudo.
O show começa com “Moves Like Jagger”, “This Love”, “Stereo Hearts” e “One More Night”. Levine anda pela passarela e atiça as 45,5 mil pessoas a gritar mais alto. Jogo fácil.
O guitarrista James Valentine durante show do Maroon 5 em São Paulo
FábioTito/g1
“Vocês conseguem guardar segredo?”, pergunta o vocalista antes de começar uma versão acústica de “Payphone”.
“O Brasil é o nosso lugar favorito para tocar. Vocês são os melhores do mundo. Esse é o meu segredo”, diz.
“A gente veio tocar no Rock in Rio em 2011 porque alguém não pôde vir… Eu nunca vou esquecer, desde então a gente sente o amor de vocês”.
A banda veio substituir Jay-Z, que cancelou o show por motivos pessoais. Seis anos depois, eles também assumiram essa função quando Lady Gaga não veio para o festival.
Apesar do clichê, Levine convence a multidão que saiu de casa para assisti-lo em uma terça-feira. “Foram anos estranhos, estamos felizes de estar aqui com vocês”.
No bis, o vocalista volta enrolado na bandeira do Brasil e sem camisa para cantar “Love Somebody”. Depois, acontece outro momento acústico, dessa vez com “She Will Be Loved”.
É bonito ouvir o coro uníssono de um estádio inteiro cantando com o seu ídolo outra vez.

porque tem o gostinho do reencontro.

Fonte: G1 Entretenimento