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Will Smith pede desculpa a Chris Rock por tapa na cara no Oscar: ‘Eu estava errado’


‘A violência em todas as suas formas é venenosa e destrutiva. Meu comportamento no Oscar de ontem à noite foi inaceitável e imperdoável’, escreveu o ator em uma mensagem nesta segunda-feira. Will Smith pediu desculpas a Chris Rock por ter dado um tapa na cara dele durante o Oscar: “Eu estava fora da linha e estava errado”, ele escreveu em uma mensagem divulgada no Instagram nesta segunda-feira (28), um dia após o incidente. Leia o texto abaixo:
“A violência em todas as suas formas é venenosa e destrutiva. Meu comportamento no Oscar de ontem à noite foi inaceitável e imperdoável. Piadas às minhas custas fazem parte do trabalho, mas uma piada sobre a condição médica de Jada era demais para mim e reagi emocionalmente.
Eu gostaria de me desculpar publicamente com você, Chris. Eu estava fora de linha e estava errado. Estou envergonhado e minhas ações não foram indicativas do homem que quero ser. Não há lugar para violência em um mundo de amor e bondade.
Também gostaria de pedir desculpas à Academia, aos produtores do programa, a todos os participantes e a todos que assistem ao redor do mundo. Eu gostaria de me desculpar com a Família Williams e minha Família King Richard. Lamento profundamente que meu comportamento tenha manchado o que tem sido uma jornada linda para todos nós.
Eu sou um trabalho em andamento.
Sinceramente,
Will”
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Will Smith deu um tapa na cara de Chris Rock durante a cerimônia do Oscar 2022, neste domingo (27), após o comediante, que apresentava o prêmio de melhor documentário, fazer uma piada sobre a cabeça raspada de Jada Pinkett Smith, mulher do ator (veja vídeo abaixo).
Oscar 2022: Veja cena a cena a agressão de Will Smith contra Chris Rock
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Chris Rock disse que mal podia esperar para ver Jada, que tem alopecia, uma doença que causa a queda de cabelos (leia mais sobre isso aqui), estrelar “G.I. Jane 2”. No longa de 1997, “G.I. Jane”, que no Brasil foi lançado como “Até o limite da honra”, a atriz Demi Moore raspou os cabelos para dar vida a uma tenente.
O acontecido chegou a gerar dúvida entre alguns convidados presentes que, num primeiro momento, riram.
Ao voltar para a sua poltrona, Will Smith gritou: “Deixe o nome da minha mulher fora da p**** da sua boca”.
Assista à íntegra do Oscar 2022 no Globoplay
Atriz e apresentadora: quem é Jada Pinkett Smith
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OSCAR 2022: Veja lista completa dos vencedores
Depois da premiação, a polícia de Los Angeles divulgou que Chris Rock não quis prestar queixas, e a Academia declarou que não apoia violência. Após o tapa, Will Smith pediu desculpas à Academia, mas sem citar diretamente a agressão ou Chris Rock (leia mais abaixo).
Will e Jada Smith no tapete vermelho do Oscar deste domingo (27)
Mike Blake/Reuters
Pedido de desculpas
Will Smith levou o prêmio de melhor ator por “King Richard: criando campeãs”. Ao final do discurso de agradecimento, no qual ficou visivelmente emocionado, o ator pediu desculpas à Academia e aos presentes, mas sem citar diretamente a agressão ou Chris Rock. Ele também disse que espera ser novamente convidado para a cerimônia pela Academia.
Em “King Richard: Criando campeãs”, Will Smith interpreta o “rei” Richard do título, o pai e treinador de duas das maiores jogadoras de tênis da história, Venus e Serena Williams. Durante o discurso, Will Smith citou Richard Williams.
G1 JÁ VIU: ‘King Richard’ vai além de filmes esportivos motivacionais graças a Will Smith e Saniyya Sidney
Will Smith dá tapa na cara de Chris Rock e, em seguida, ganha Oscar de melhor ator
“Denzel [Washington] me disse alguns minutos atrás: ‘No seu momento mais alto, tenha cuidado, é quando o diabo vem para você’. Eu quero ser um receptáculo para o amor. Quero agradecer a Vênus e Serena e toda a família Williams por me confiar sua história.”
“Isso é o que eu quero fazer. Eu quero ser um embaixador desse tipo de amor, cuidado e preocupação. Quero me desculpar com a Academia, quero me desculpar com todos os meus colegas indicados. Este é um momento lindo e não estou chorando por ganhar um prêmio. Não se trata de ganhar um prêmio para mim; é sobre ser capaz de iluminar todas as pessoas.”
“A arte imita a vida. Eu pareço o pai maluco, assim como eles disseram sobre Richard Williams. Mas o amor vai fazer você fazer coisas loucas”.
Will Smith bate em Chris Rock no Oscar 2022
Brian Snyder/Reuters
Will Smith bate em Chris Rock na cerimônia do Oscar 2022
Brian Snyder/Reuters
Denzel Washington e Jada Pinkett Smith conversam com Will Smith depois de ele bater em Chris Rock no Oscar 2022
Brian Snyder/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Audiência do Oscar nos EUA sobe para 15,3 milhões de espectadores em edição com tapa de Will Smith


Número foi melhor do que a baixa histórica de 2021, com 9,8 milhões de espectadores, mas ainda não teve recuperação em relação a 2020, com público de 23,6 milhões nos EUA. Will Smith bate em Chris Rock no Oscar 2022
Brian Snyder/Reuters
Cerca de 15,36 milhões de pessoas assistiram à transmissão ao vivo do Oscar nos EUA, neste domingo (27), na emissora norte-americana ABC, de acordo com dados preliminares de audiência divulgados nesta segunda-feira (28).
O número subiu em relação à transmissão de 2021, que teve um total de 9,85 milhões de telespectadores, disse a ABC, que pertence à Walt Disney.
Os produtores do Oscar tentaram um novo formato este ano com três apresentadoras e menos tempo destinado a prêmios técnicos, como mixagem de som e outras categorias, para recuperar a audiência. O número ainda não alcançou o patamar pré-pandemia de 2020, com 23,6 milhões de espectadores.
O momento mais marcante da cerimônia foi quando Will Smith deu um tapa na cara de Chris Rock, após o comediante, que apresentava o prêmio de melhor documentário, fazer uma piada sobre a cabeça raspada de Jada Pinkett Smith, mulher do ator (veja vídeo abaixo).
Chris Rock disse que mal podia esperar para ver Jada, que tem alopecia, uma doença que causa a queda de cabelos, estrelar “G.I. Jane 2”. No longa de 1997, “G.I. Jane”, que no Brasil foi lançado como “Até o limite da honra”, a atriz Demi Moore raspou os cabelos para dar vida a uma tenente.
“No ritmo do coração” se tornou o grande vencedor do Oscar 2022 neste domingo (27). Após ganhar estatuetas por ator coadjuvante (Troy Kotsur) e roteiro adaptado, a produção levou o prêmio de melhor filme. Veja a lista completa de vencedores.
Will Smith dá tapa na cara de Chris Rock e, em seguida, ganha Oscar de melhor ator

Fonte: G1 Entretenimento

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PL desiste de ação contra falas políticas no Lollapalooza e pede que TSE arquive processo

Partido de Bolsonaro havia acionado a Justiça Eleitoral para apontar suposta propaganda eleitoral antecipada de músicos no evento, que terminou no domingo. Fachin disse que pretendia levar decisão do ministro Raul Araújo ‘imediatamente’ ao plenário. O Partido Liberal (PL) enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (28) um pedido de desistência da ação movida no fim de semana contra o festival Lollapalooza.
No documento protocolado nesta segunda, o PL pede que o processo seja arquivado – e não informa o motivo da mudança de posicionamento.
“Partido Liberal – 22, já qualificado nos autos, vem, respeitosamente, requerer a desistência da ação, com consequente arquivamento do feito”, diz a petição assinada por quatro advogados.
O partido apontou “propaganda eleitoral antecipada” em falas de músicos contra o presidente Jair Bolsonaro e em apoio ao ex-presidente Lula no primeiro dia de festival, na sexta (25).
No sábado, o ministro do TSE Raul Araújo havia determinado que o Lollapalooza vetasse manifestações similares de artistas, sob pena de multa de R$ 50 mil. Até esta segunda, no entanto, não havia informações sobre nenhuma multa efetivamente aplicada.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes grava álbum ao vivo em haras de São Paulo com adesões de Tierry, Lauana Prado e Israel & Rodolffo


Paula Fernandes na gravação do show ’11:11′ em haras no interior de São Paulo
Divulgação
♪ Paula Fernandes prepara outro registro audiovisual de show três anos após a edição do álbum ao vivo Origens (2019), captado em show apresentado em Sete Lagoas (MG), na cidade natal da cantora e compositora mineira.
Gravado nesta segunda quinzena de março, em haras situado no interior do estado de São Paulo, o próximo álbum ao vivo de Paula se chama 11:11 e tem produção musical assinada por Ricardo Lopes, responsável por adicionar “novas sonoridades” ao repertório da artista, projetada em 2008 no universo sertanejo.
A dupla Israel & Rodolffo, a cantora Lauana Prado e o cantor Tierry integram o time de convidados de Paula Fernandes no álbum ao vivo 11:11.
Paula Fernandes posa com Tierry na gravação do álbum ao vivo ’11:11′
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bolsonaro, Putin e título eleitoral: as manifestações políticas no Lollapalooza 2022


Coro contra o presidente brasileiro foi ‘hit’ do festival; após show de sexta, TSE aceitou pedido do PL para barrar manifestações eleitorais no show e muitos artistas não cumpriram a ordem no domingo (27). Bolsonaro, Putin e título eleitoral: as manifestações políticas no Lollapalooza 2022
O Lollapalooza 2022 foi marcado por manifestações políticas nos três dias de festival. Veja no vídeo acima.
Críticas ao presidente Jair Bolsonaro foram recorrentes no evento por parte do público e dos cantores, e muitos artistas brasileiros também falaram sobre o prazo de tirar o título de eleitor, especialmente para os jovens entre 16 e 17 anos.
Marina, a cantora galesa antes conhecida como Marina and the Diamonds, foi uma das primeiras a inserir o tom político no show na sexta-feira (25).
“F… Putin, f… Bolsonaro. Estamos cansados dessa energia. Vocês são a nova geração e as coisas vão mudar. Eu tenho orgulho de vocês serem meus fãs.”
Fabrizio Moretti, do Strokes, colocou as cores da bandeira da Ucrânia no bumbo da bateria, mas o grupo não chegou a falar sobre a guerra no país. No final, o baterista, que é brasileiro, falou “fora Bolsonaro”.
Pabllo Vittar se apresenta no Lollapalooza 2022
Marcelo Brandt/g1
Horas antes, Pabllo Vittar levantou uma bandeira do ex-presidente Lula que estava com alguém na plateia. A cantora e os bailarinos também fizeram um “L” com as mãos, em referência ao político.
A atitude gerou uma reação do ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral, que acatou um pedido do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, e determinou que o Lollapalooza vetasse manifestações eleitorais por parte dos músicos que se apresentassem no domingo (27).
O ministro estipulou multa de R$ 50 mil para o festival para cada vez que a determinação fosse desobedecida.
Na prática, a ordem do TSE só aumentou os ânimos tanto dos artistas quanto do público e fez com as manifestações políticas marcassem o último dia do festival.
Fresno chegou a mostrar a frase “Fora Bolsonaro” no telão durante o show, e Lulu Santos, convidado da banda, falou “censura nunca mais”.
O rapper mineiro Djonga ao comandar o coro de “fogo nos racistas”, verso de uma de suas músicas mais conhecidas, também repetiu alguns dos vários gritos contra o presidente Jair Bolsonaro que soltou durante o show.
“Dedo do meio pro alto, pensa em uma pessoa que vocês odeiam”, pediu no início. “Não pode falar, não? Então, vamo falar, que eu gosto de desobedecer”, provocou.
Djonga se apresenta no palco Adidas no terceiro dia do Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Marina Sena falou da importância de tirar o título de eleitor, especialmente para os jovens com menos de 18 anos. A cantora mineira e os bailarinos também fizeram um L com as mãos em referência ao ex-presidente.
Depois do coro contra o presidente no final do show, a cantora Gloria Groove comentou:
“Hoje à tarde antes de vir para cá eu me peguei pensando o seguinte: será que a gente voltou no tempo, será que é isso que está acontecendo, será que eles querem calar a gente? Censura em 2022 é o c***, fora Bolsonaro.” Ela se virou mostrando o número 13 na camisa.
Show da Marina Sena no Lollapalooza, em São Paulo
Fábio Tito/g1
No sábado, Jão também pediu para os fãs mais novos tirarem o título. Quando a multidão que o assistia começou o coro de “Fora Bolsonaro”, o cantor paulista disse: “Que música linda! Esse é o maior hit desse festival”.
O festival terminou com um mini festival de rap, liderado por Planet Hemp, Emicida e convidados, que entrou no lugar do Foo Fighters. A banda não veio ao Brasil depois da morte de Taylor Hawkins. Ego Kill Talent também homenageou o baterista.
O tom político norteou a apresentação de quase três horas. Criolo usava uma camiseta com a urna eletrônico e um título de eleitor com a frase “Vote”.
Emicida mostra camiseta de Criolo com um título de eleitor e a palavra ‘vote’ durante show de encerramento do palco principal do Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Emicida fez um discurso contundente sobre o presidente Bolsonaro e as eleições de 2022 tanto no show de sábado, quanto no de domingo.
Com Mano Brown, Rael Bivolt e Drik Barbosa no palco, Marcelo D2 e Djonga também desrespeitaram a decisão do ministro do TSE.
“O cara falou que a gente não pode falar de política, mas a gente pode homenagear o festival: ‘olê, olê, olá, Lolla, Lolla'”, ironizou D2. Ele repetiu o apelido do festival de uma forma que parecia que estava falando do ex-presidente Lula.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lolla 2022 teve público total de 302 mil pessoas nos três dias; veja o que deu certo e o que deu errado


Grandes encontros no palco e brasileiros que entram para o 1º time do pop então entre os acertos. Exageros de playback, emo sofrido e palco eletrônico com artistas pop ‘invisíveis’ foram falhas. Público durante show do Fresno no Lollapalooza 2022
Marcelo Brandt/g1
O Lollapalooza 2022, que aconteceu após duas edições canceladas por conta da pandemia, teve grandes shows e encontros celebrados por fãs que encheram o Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Segundo a organização, foram 302 mil ingressos comprados nos três dias:
100.980 pessoas na sexta (25);
103 mil no sábado (26);
98.255 no domingo (27).
Mas o Lolla do reencontro foi marcado por uma despedida: na sexta-feira (25), dois dias antes do show dos Foo Fighters que encerraria a edição do festival, o baterista Taylor Hawkins morreu na Colômbia. As homenagens ao músico marcaram o festival.
Público acende as lanternas de celular em tributo ao baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, durante show de encerramento do palco principal do Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Também foi um Lolla de protestos contra Bolsonaro. Eles aconteceram na plateia e em vários shows na sexta e no sábado. A decisão do TSE de vetar manifestações teve efeito contrário e o domingo teve ainda mais coros contra o presidente.
O que deu certo?
Miley Cyrus recebe Anitta com beijaço no palco do Lolla
Grandes shows e encontros: o principal foi de Anitta e Miley Cyrus. No melhor show de headliner de 2022, entrou a brasileira que acabou de chegar ao 1º lugar global: timing perfeito. Houve mais surpresas: Alessia Cara e Jão, Fresno e Lulu Santos, Gloria Groove e Priscilla Alcântara e “mini festivais” de funk e de rap.
Brasileiros subindo de nível: este Lolla carimbou a passagem de alguns artistas para o 1º time do pop brasileiro. Eles já tinham bons números na internet. Agora a multidão na plateia escancarou o sucesso de Jão, Marina Sena, Djonga, Matuê e Gloria Groove.
Público disposto: era um clima paz e amor de quem finalmente conseguiu curtir um festival. Shows de Pabllo Vittar, Doja Cat e Martin Garrix pareciam celebrações. O traje foi caprichado.
Emo renovado: o revival do emo anunciado para este ano foi um pouco “a volta dos que não foram”. A Fresno fez um show renovado, mas lembrou: “A gente sempre esteve vivo”. Dá para incluir os gringos Alexisonfire e A Day To Remember no pacote.
Show final: Claro que nada substituiria os Foo Fighters. Mas o show improvisado foi relevante e amarrou os dois temas do festival: homenagens a Taylor e manifestações. O Planet Hemp fez a ponte ideal rock-rap: entre o time de Emicida e o do Ego Kill Talent com versões de Foo Fighters.
Mano Brown no show de encerramento do Lollapalooza 2022
Luiz Franco
O que deu errado?
Chuva forte interrompe a apresentação do Wombats, no Lolla
Chuva… de novo? O festival anterior foi interrompido por chuva e raios. Nesse ano aconteceu na sexta e no domingo. Rashid deu o mesmo azar nas duas edições. A medida de segurança é correta, claro. Mas é de se pensar se essa época chuvosa de março é a melhor para o Lolla. Durante a chuva da sexta-feira, uma torre estrutural de ferro de um estande caiu e atingiu uma pessoa da plateia, que ficou ferida e foi atendida por médicos no local.
Playback exagerado: É difícil ver qualquer grande show sem playback hoje. Mas tem gente exagerando. Pabllo Vittar mandou bem, mas tem cacife para investir em banda e backing vocals. O caso mais estranho foi do Jxdn, que ficou ouvindo seu principal refrão tocar.
Novo emo sofrido: por falar em Jxdn, a nova geração emo precisa aprender com seus mentores. Os veteranos mandaram bem. Mas ele e seu colega Machine Gun Kelly, novos nomes do estilo, precisam melhorar seus shows.
Pop no palco eletrônico: O Lolla colocou os shows pop de Gloria Groove, Ashnikko e um encontro de funk que tinha Kevin O Chris no espaço eletrônico do festival. O palco é baixo e sem telão filmando os músicos. Resultado: muita gente foi ver, mas pouca gente enxergou.
Jxdn em show no palco Onix no Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
PLAYLIST: RELEMBRE O LOLLAPALOOZA EM 21 VÍDEOS

Fonte: G1 Entretenimento

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Ademia diz que ‘condena ações de Will Smith’ no Oscar

A Academia divulgou um comunicado nesta segunda-feira (28):
“A Academia condena as ações do Sr. Smith no show de ontem à noite. Iniciamos oficialmente uma revisão formal em torno do incidente e exploraremos outras ações e consequências de acordo com nossos Estatutos, Padrões de Conduta e a lei da Califórnia”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Além de Will Smith e Chris Rock: relembre polêmicas na história do Oscar


Tapa de Will Smith em Chris Rock entra para lista de momentos inusitados que ocorreram ao longo das 94 edições da premiação. Will Smith dá tapa na cara de Chris Rock e, em seguida, ganha Oscar de melhor ator
O tapa na cara que Will Smith deu em Chris Rock durante a cerimônia do Oscar 2022, neste domingo (27), passa a integrar uma lista de polêmicas e momentos marcantes que ocorreram ao longo das 94 edições da premiação, iniciada em 1929.
Veja, em ordem cronológica, outros episódios inusitados do Oscar.
1934 – Xarás
Na 6ª edição da cerimônia de premiação, dentre os nominados na categoria de melhor direção estavam Frank Lloyd, pelo drama “Cavalcade” (1933), e Frank Capra, por “Dama por um dia” (1933).
Ao anunciar quem levaria a estatueta, o humorista Will Rogers se dirigiu ao vencedor apenas como “Frank”, mas em seu discurso chamou o diretor de “jovem rapaz”. Na época com 36 anos, 11 a menos do que o concorrente, Frank Capra se levantou e caminhou em direção ao palco para receber o troféu, quando percebeu que o holofote, na realidade, estava apontando para Lloyd.
Diretor Frank Capra na 6ª cerimônia do Oscar
Reprodução/Oscars
Segundo o jornal britânico “The Guardian” , Capra relembrou o episódio em sua autobiografia como “a caminhada mais triste, longa e devastadora” de sua vida.
1938 – Desconhecido leva estatueta
Concorrendo à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em “No Velho Chicago” (1938), a atriz Alice Brady não pôde comparecer à 10ª cerimônia do Oscar devido a um tornozelo quebrado. Após alguns instantes de ter sido anunciada como vencedora, um homem desconhecido pelo público foi ao palco, agradeceu e aceitou o prêmio em nome da atriz.
Somente depois, os organizadores descobriram que nem Brady, nem os produtores do filme conheciam o sujeito, que desapareceu, levando a estatueta junto.
A Academia do Oscar teve que providenciar um novo troféu para a atriz, já que o original não foi encontrado.
1964 – Vencedor não nominado
O comediante Sammy Davis Jr. foi convidado para anunciar o vencedor da categoria Melhor Trilha Sonora – adaptação ou tratamento – na 36ª cerimônia do Oscar. Depois de citar os nominados, Davis abriu o envelope e leu o nome do compositor John Addison, pelo filme “Tom Jones” (1963).
Porém, a trilha sonora de “Tom Jones” não estava indicada àquela categoria, mas a outra, de Melhor Trilha Sonora Original. “Me deram o envelope errado”, justificou Davis após o público se mostrar confuso com o resultado divulgado.
Sammy Davis Jr. na 36ª cerimônia do Oscar
Reprodução/Oscar
Antes de anunciar quem realmente levaria a estatueta, o comediante brincou com a platéia. “Não vou cometer nenhum erro desta vez”, falou enquanto colocava os óculos, arrancando risos de quem estava presente.
1973 – Recusa e protesto
O ator Marlon Brando ganhou o Oscar de Melhor Ator na 45ª edição da premiação, por seu papel em “O Poderoso Chefão”. Porém, em seu lugar, quem subiu ao palco foi a atriz Sacheen Littlefeather, ativista pelos direitos dos povos nativos dos Estados Unidos.
Representando o ator, Littlefeather disse que Brando lamentava, mas não podia aceitar o prêmio. O motivo era a forma como os povos nativos estavam sendo tratados pelas indústrias cinematográfica e televisiva.
Atriz e ativista dos povos nativos norte-americanos Sacheen Littlefeather na 45ª cerimônia do Oscar
Reprodução/Oscar
Sob vaias e aplausos, a ativista agradeceu em nome do ator e desejou por um futuro com mais compreensão e compaixão.
1974 – Aparição surpresa
Enquanto o ator David Niven fazia um discurso de apresentação de Elizabeth Taylor, escolhida para anunciar o vencedor da categoria Melhor Filme, na 46ª edição do Oscar, gritos, assovios e risos começaram a surgir na plateia. Ao virar para o lado, Niven se deparou com um homem correndo nu pelo palco.
David Niven à frente e Robert Opel ao fundo, em cerimônia do Oscar
Reprodução/Oscar
O sujeito era Robert Opel, fotógrafo, dono de galeria de arte e ativista pelos direitos gays, em um ato crítico à sociedade conservadora e conformista da época, segundo expõe o sobrinho dele, Robert Oppel, num documentário dedicado à vida do tio.
1985 – Sem nominados
Laurance Oliveir anunciando Melhor Filme na 57ª edição do Oscar
Reprodução/Oscar
Na 57ª edição do Oscar, o convidado para anunciar o prêmio de Melhor Filme foi o ator e diretor Laurence Olivier. Após ser muito elogiado pelo apresentador do evento, Jack Lemmon, Olivier agradeceu e foi direto ao ponto, revelando Amadeus (1984) como ganhador da categoria, e se esquecendo de citar os demais indicados, o que causou risos na plateia.
2013 – Queda de Jennifer Lawrence
Aos 22 anos, a atriz Jennifer Lawrence venceu seu primeiro Oscar, na categoria Melhor Atriz, pelo filme “O lado bom da vida” (2012). Contudo, no caminho para receber a estatueta, ela tropeçou no próprio vestido e caiu nos degraus que levavam ao palco.
Jennifer Lawrence cai ao subir no palco do Oscar 2013
Chris Pizzello/Invision/AP
“Vocês estão de pé aplaudindo só porque eu caí”, brincou a Lawrence durante seu discurso. Depois, quando foi posar com a estatueta, ouviu os fotógrafos zombando do ocorrido e, com bom humor, fez fez um sinal obsceno para as câmeras.
2014 – John Travolta e Idina Menzel
A cantora Idina Menzel foi convidada para interpretar a música Let It Go, do filme “Frozen” (2013), durante a 86ª edição do Oscar. Quem ficou encarregado de anunciar sua performance foi o ator John Travolta. Porém, o que saiu da boca dele foi: “recebam a incrivelmente talentosa e única Adele Dazeem”.
Idina Menzel em sua apresentação na 86ª edição do Oscar
Reprodução/Oscar
Em entrevista ao apresentador de televisão Jimmy Kimmel, em 2015, Travolta culpou uma mudança de última hora no teleprompter (TP) – aparelho que passa o texto de forma que seja possível ler olhando em direção à câmera – pelo erro cometido.
Também no ano seguinte, na 87ª premiação, Idina Menzel deu o troco em John Travolta. “Senhoras e senhores, por favor, recebam neste palco meu amigo querido, Glom Gazingo”, disse a cantora. Assim que John chegou a seu lado, se abraçaram e, com bom humor, ele afirmou que merecia aquilo. Então, pronunciou o nome de Idina Menzel corretamente, recebendo aplausos do público.
2015 – #OscarsSoWhite
Pela primeira vez em nove anos, na lista de indicados para a 87ª edição do Oscar não havia nenhum ator negro concorrendo a uma estatueta – mesmo com o filme “Selma” (2014) sendo um dos indicados a Melhor Filme. Dentre os nominados para as categorias de Melhor Direção, Roteiro e Fotografia, nenhuma mulher.
Com isso, os amantes de cinema foram às redes sociais e espalharam as hashtags #OscarsSoWhite (Oscar tão branco) e #WhiteOscars (Oscar Branco).
Da esq. para dir., Marion Cotillard, Reese Witherspoon, Felicity Jones, Julianne Moore, Rosamund Pike, Bradley Cooper, Benedict Cumberbatch, Steve Carell, Michael Keaton, Eddie Redmayne, Meryl Streep, Keira Knightley, Emma Stone, Laura Dern, Patricia Arqu
REUTERS/Files
Segundo um levantamento publicado pelo “Los Angeles Times”, na época, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood tinha mais de 6 mil membros, sendo que 94% eram brancos, 77% eram homens, e 86% tinham mais de 50 anos.
Em 2016, pelo segundo ano consecutivo, nenhum ator negro foi nominado à premiação. Trazendo as hashtags de volta às redes sociais.
2017 – ‘La La Land’ x ‘Moonlight’
Um erro histórico na cerimônia do Oscar aconteceu na 89ª edição da premiação, quando uma confusão levou ao anúncio de “La La Land: cantando estações” (2016) como Melhor Filme, sendo que, na realidade, o vencedor da categoria foi “Moonlight” (2016).
Barry Jenkins comemora o Oscar de melhor filme a ‘Moonlight’ após uma grande confusão, quando anunciaram ‘La la land’ primeiro
Lucy Nicholson/Reuters
Os atores Warren Beatty e Faye Dunaway foram os encarregados de divulgar o resultado, contido em um envelope vermelho. Porém, o papel que receberam tinha o nome de Emma Stone, atriz que havia vencido a categoria anterior, justamente por seu papel em “La La Land”. Beatty ficou confuso, mas Dunaway achou que o colega estava fazendo uma brincadeira, então ela mesma anunciou o musical como vencedor da estatueta.
Após membros da produção do Oscar conferirem o resultado, ao final do discurso de agradecimento da equipe de “La La Land”, o produtor do musical, Jordan Horowitz, voltou ao microfone e anunciou o erro, que “Moonlight” era o vencedor, e afirmando que não se tratava de uma brincadeira.
Jordon Horowitz, produtor de ‘La la land’, mostra o cartão com o vencedor correto de melhor filme, ‘Moonlight’
Lucy Nicholson/Reuters
Ainda no palco, enquanto a equipe de “Moonlight” subia para agradecer, Warren Beatty voltou ao microfone e explicou que tinha o envelope errado. “Eu quero contar o que aconteceu. Abri o envelope e dizia ‘Emma Stone, La la land’. Por isso que eu dei uma olhada tão demorada a Faye e a você. Eu não estava tentando ser engraçado”, disse o ator.
2019 – Kevin Hart
A 91ª cerimônia do Oscar não teve um apresentador fixo. Isso porque a Academia havia convidado o comediante Kevin Hart para cumprir o papel, mas ele optou por não participar da edição após se envolver em uma polêmica provocada por alguns tuítes com conteúdo homofóbico.
Ator e comediante Kevin Hart vai apresentar o Oscar 2019
ANGELA WEISS / AFP
Dois dias depois de anunciar o convite da Academia, a organizadora do evento pediu que o ator escolhesse entre se desculpar pelos tuítes ou perder a oportunidade. Hart escolheu a segunda opção, afirmando que as mensagens eram de quase uma década antes e que ele teria amadurecido desde então.
No Twitter, o ator pediu desculpas à comunidade LGTBI+ pelo que chamou de “palavras insensíveis do passado”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sonho meu’ estreia no Globoplay; relembre trama que marcou primeiro vilão de Fábio Assunção na TV


Novela de Marcílio Moraes foi ao ar originalmente em 1993 e contou com os atores Patrícia França e Leonardo Vieira como par romântico. Carolina Pavanelli e Elias Gleiser em cenas de “Sonho Meu”
Divulgação/TV Globo
“Sonho meu” estreia no Globoplay nesta segunda-feira (28). A novela de Marcílio Moraes, que foi transmitida originalmente em 1993.
A história conta o drama da personagem Claudia Lins (Patrícia França), que perde a guarda da filha, Maria Carolina (Carolina Pavanelli), para a cunhada Elisa (Nívea Maria), por causa das constantes brigas com o marido, o violento Geraldo (José de Abreu).
A menina acaba sendo deixada pela tia em um orfanato no Rio de Janeiro.
Fábio Assunção fez seu primeiro vilão na TV interpretando Jorge Candeias de Sá, um mau-caráter que faz de tudo para conquistar Claudia quando ela se muda para Curitiba. O personagem é irmão de Lucas Candeias de Sá (Leonardo Vieira), por quem Claudia se apaixona.
“Foi muito legal fazer, essa foi a minha primeira novela das seis. Fazer o vilão foi muito bom. Na época, as pessoas gostavam e eu estava curtindo exercitar isso. Tinha umas cenas ousadas: eu sequestrava a Patrícia França, a gente ia para um celeiro, uma casinha de campo. Foi ótimo”, afirmou Fábio em um depoimento ao Memória Globo.
Na novela, Claudia se casa com Lucas e é acusada de bigamia. Lauro César Muniz, supervisor de texto da trama, explicou que o público brasileiro teve dificuldades em aceitar a bigamia da protagonista Claudia (Patrícia França), o que levou o autor a antecipar a decisão da personagem em assumir seu romance com seu par romântico.
Leonardo Vieira e Patrícia França em cena de “Sonho Meu”
Divulgação / TV Globo
Fuga de orfanato
Longe da mãe, Maria Carolina sonha em fugir do orfanato. Em uma dessas fugas, conhece o bondoso velhinho Sr. Mazurgski, o Tio Zé (Elias Gleizer).
A amizade entre eles foi um dos destaques da trama. Tio Zé é um artesão que faz brinquedos de madeira e que se torna o grande protetor da menina. Maria Carolina tem leucemia e recebe transfusões de sangue para se tratar.
A história de Maria Carolina levantou debates importantes sobre doação de sangue voluntária e a Aids, já que uma das discussões levantadas na novela era sobre o risco de se transmitir a doença por meio de transfusões de sangue.
Fábio Assunção fez seu primeiro vilão em “Sonho Meu”
Divulgação/TV Globo
Curiosidades:
A novela contou com uma cidade cenográfica montada em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que reproduzia detalhes da arquitetura de Curitiba. O espaço foi construído em 28 dias
Sonho Meu junta as narrativas de outras duas novelas: A Pequena Órfã (TV Excelsior, 1968) e Ídolo de Pano (Tupi, 1974), ambas criações de Teixeira Filho (1922-1984)
Patrícia França e Leonardo Vieira foram convidados para estrelar o casal protagonista depois do sucesso que fizeram juntos na novela Renascer (1993)
A novela marcou a estreia de Ângelo Paes Leme em novelas da TV Globo
A atriz Claudia Magno, que interpretava a personagem Josefina, morreu em janeiro de 1994, durante a exibição da novela
Elias Gleizer, o Tio Zé da novela Sonho Meu, fala sobre seu trabalho

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Batman’ segue no topo da bilheteria nacional pela quarta semana e acumula R$ 102 milhões


Cerca de 623 mil pessoas foram aos cinemas entre quinta (24) e domingo (27). ‘Os Caras Malvados’ e ‘Ambulância – Um Dia de Crime’ completam top 3. Robert Pattinson em cena de ‘Batman’
Divulgação
“Batman” segue liderando, com folga, a bilheteria nacional na quarta semana em cartaz. O filme foi visto por 348,8 mil pessoas, gerando uma renda de R$ 7,1 milhões entre quinta (24) a domingo (27).
“Os Caras Malvados” e “Ambulância – Um Dia de Crime” completam top 3 dos filmes mais vistos, segundo dados da ComScore.
‘Batman’ é ótima adaptação do herói, mas história se perde ao longo das 3 horas duração
Os dez filmes mais vistos somam R$ 12,6 milhões, R$ 5 milhões a menos do que na semana anterior.
Apesar da larga vantagem do filme de Robert Pattinson , conforme as semanas vão passando, os bons números do filme vão naturalmente caindo. A renda acumulada no Brasil já chega a R$ 102,7 milhões.
Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 24 de março a 27 de março:
“Batman” – R$ 7,1 milhões
“Os Caras Malvados” – R$ 2,5 milhões
“Ambulância – Um dia de Crime” – R$ 1,2 milhão
“Uncharted – Fora do Mapa” – R$ 623 mil
“Me Tira da Mira” – R$ 389,5 mil
“O Ritual: Presença Maligna” – R$ 238 mil
“Belfast” – R$ 184 mil
“Drive My Car” – R$ 134 mil
“A Pior Pessoa do Mundo” – R$ 123 mil
“Epa! Cade Noe? 2” – R$ 64,5 mil
Assista ao trailer de ‘The Batman’

Fonte: G1 Entretenimento