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Fernanda Rodrigues curte Lollapalloza: ‘Eu amo o universo dos festivais’


Atriz aproveita evento de música e fala sobre projetos profissionais no cinema. Fernanda Rodrigues no Lollapalooza 2022
Celso Tavares/g1
Fernanda Rodrigues esteve no Lolla Lounge neste sábado (26), pouco antes de acompanhar a apresentação de Emicida, umas das que queria assistir no Lollapalloza 2022.
“Eu amo festivais. Vim para ver um pouco de tudo, dos lounges,  dos palcos, dos shows. Eu amo esse universo de festivais. E esse ano meu marido [o diretor Raoni Carneiro] está fazendo a transmissão, então estou acompanhando. Enquanto ele trabalha, eu aproveito”, afirmou.
Outra apresentação que Fernanda planejava assistir era a de Foo Fighters, que aconteceria neste domingo (27). O show foi cancelado após a morte do baterista Taylor Hawkins.
“É uma perda muito grande. Agora é importante a gente acolher banda, família, fazer uma super homenagem. Era um dos shows que eu queria ver. Já vi no outro Lolla e o show deles é demais”, comentou.
A atriz também falou sobre os projetos profissionais, incluindo o filme “Meninas não choram”, previsto para ser lançado no segundo semestre.
“Tem outro em negociação, mas ainda não assinei. Já fiz muitas novelas, 18, então estou aproveitando pra fazer cinema, que é algo algo que eu posso fazer por um período e depois ser mãe”, afirmou a atriz, que é mãe de Luisa Rodrigues, de 12 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jão faz show com coros gigantes, polvo no palco e homenagem a Cazuza no Lollapalooza


Pop-rock de arena com refrãos emotivos repetiu no festival a comoção de shows solo, com direito a citação de “O tempo não para”, de Cazuza. Jão canta Cazuza no palco do Lollapalooza
O Lollapalooza 2022 mostrou a força do projeto de pop-rock de arena do Jão. Estava na cara e nas imagens do morro lotado em frente ao palco Onix: ele ficou grande demais para ser ignorado.
Jão conseguiu repetir no Lollapalooza a comoção dos seus shows solo, com coros gigantes do seu pop emotivo. Quem acompanha o cantor sabe como sua turnê é um fenômeno – esgotou três noites seguidas no Espaço das Américas em SP, por exemplo. Faltava testar essa força “fora de casa” – e ele passou com louvor, diante da multidão.
Jão no 2º dia de Lollapalooza
Fábio Tito/g1
O polvo gigante que ocupa o palco combina com o universo da turnê “Pirata” e com o tamanho da ambição de Jão.
Poucos artistas pop do Brasil têm um projeto tão claro e o levam tão a sério como Jão. Ele faz pop-rock com desabafos passionais e autodepreciativos do tipo “me beija com raiva”, “eu vou morrer sozinho”, ou “eu sou fraco, frágil e estúpido pra falar de amor” – uma espécie de pop de arena ou exorcismo romântico. Tudo fácil de cantar, vide o hit atual, “Idiota”, o maior coro, que encerrou o show.
Ele foge da tendência do uso cada vez maior de playback mesmo fora da música eletrônica – uma certa “karaokeização” dos shows que se percebe bem no Lolla. Ele investiu em banda com backing vocals, naipe de metais e outras coisas que talvez a maioria nem note, mas fazem diferença. Legal ver um artista que investe assim.
O som é bem tradicional, nada inovador. A referência a Cazuza cantando “O tempo não para” mostra que Jão não está fazendo nada muito diferente do que se faria nos anos 80. Depois que ele cantou a música, o público puxou um coro xingando Bolsonaro, e Jão fez um discurso incentivando os jovens a se registraram para votar.
Jão reforça pedido para que jovens votem nas próximas eleições
A maior diferença, talvez, esteja que suas letras falam de paixões bissexuais com mais naturalidade (quando ele apresenta “Meninos e meninas”, uma pessoa na plateia fala para um amigo: “Essa é a música que ele fala que é bissexual e choca um total de zero pessoas”). É mais um ponto que aumenta a conexão emocional de Jão com o público LGBT – e os coros gigantes dos shows solo e do Lolla.
Antes de cantar “Me beija com raiva” ele contou sobre como sonhava em ir ao Lollapalooza quando era adolescente no interior, realizou esse sonho assistindo ao The Weeknd em 2017 e tentou entrar na área vip dizendo que era ator de “Malhação”. É um caso que você ouviria de 90% do público do Lollapalooza. Nada é mais forte do que a identificação e Jão sabe disso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Karol Conká causa fila no camarote para tirar selfies: ‘Recepção maravilhosa’


Cantora marcou presença no segundo dia de Lollapalooza neste sábado (26). Karol Conká no Lollapalooza 2022
Celso Tavares/g1
Karol Conká chegou causando filas no Lolla Lounge neste sábado (26). Muitos fãs abordaram a cantora para uma selfie no camarote do festival Lollapalooza.
Assista aos show do palco principal
Assista aos palcos Adidas e Perry’s
Veja fotos dos shows do 2º dia
“Acabei de chegar, mas a recepção está sendo maravilhosa”, afirmou ela, que foi eliminada do BBB no ano passado com rejeição recorde.
A cantora veio curtir os shows com a família e os amigos. Ela falou sobre a morte do baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkings.
“Todo mundo foi pego de surpresa, é realmente muito triste”, afirmou.
Karol afirmou que está trabalhando em um novo álbum que ela lança no próximo mês e por isso não tem tido tempo sequer de assistir ao Big Brother Brasil (BBB)
“Acho que Linn tem de ganhar, ou a Nathalia ou PA. Mas não estou assistindo, gente, qualquer coisa coloquem eles no paredão”, brincou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Famosos no Lollapalooza 2022: veja fotos do 2º dia


Shows de Miley Cyrus, ASAP Rocky, Alok e Emicida atraem celebridades ao festival neste sábado (26). Karol Conká no Lollapalooza 2022
Celso Tavares/g1
Liniker no Lollapalooza 2022
Celso Tavares/g1
Magá Moura no Lollapalooza 2022
Celso Tavares/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rashid curte Lollapalooza um dia antes de apresentação no festival e fala sobre ansiedade


‘É um show que começou em 2019 e amanhã, se Deus quiser, a gente termina em grande estilo’, afirma cantor, que precisou fazer pausa no início do show em 2019 por causa da chuva. Rashid no Lollapalooza 2022
Celso Tavares/g1
Rashid está de volta ao Lollapalooza três anos após sua primeira apresentação, que não aconteceu por completo. Em 2019, o cantor se apresentava no festival quando uma chuva interrompeu o evento.
Assista aos show do palco principal
Assista aos palcos Adidas e Perry’s
Veja fotos dos shows do 2º dia
“Subi no palco, cantei duas músicas e o show acabou. Aí eles chamaram a gente de volta agora. E é isso, tem uma carga emocional aí. É um show que começou em 2019 e amanhã, se Deus quiser, a gente termina em grande estilo”, afirmou o cantor durante passagem pelo Lolla Lounge neste sábado (26), um dia antes de sua apresentação.
“Vou confessar que eu não estava me sentindo nervoso até chegar hoje aqui, começar a olhar tudo. Aí bateu de fato uma ansiedade, nervosismo”, entregou Rashid em conversa com g1.
“Mas é gostoso demais porque é uma estrutura absurda, muita gente incrível. Encontrei um monte de gente que falou: amanhã eu vou estar aqui pra ver seu show. Então é muito satisfatório. Vim aqui tanto pra quebrar o gelo quanto pra voltar pra casa e juntar mais forças pra vir fazer um showzão amanhã”.
Nessa passagem pelo evento, Rashid quer acompanhar duas apresentações, mas também se preocupa em descansar bem antes de seu show.
Quero muito ver o show do meu irmão, amigo de longa data, o Emicida. Tenho certeza que vai ser um show incrível. Quero gente ver o A$AP Rocky também, que sou fã. Mas é aquilo, dormir cedo hoje, pra acordar cedo amanhã.”
O cantor contou que sua apresentação contará com participações de Emicida e Dom L.
Ele também lamentou a morte de Taylor Hawkins, baterista do Fio Fighters.
Com a morte do músico, a banda cancelou a turnê sul-americana, incluindo a apresentação que faria no Lolla neste domingo (27).
“Era um dos shows que, assim como todo mundo, eu queria muito ver. E é uma tragédia. Um grande músico, um grande cara, uma grande figura da música. Com certeza tem um peso, uma carga emocional a mais. Acho dificilmente alguém passar por esse palco sem sentir isso, sem citar ou falar alguma coisa sobre isso. Merece de fato o respeito que as pessoas estão prestando a ele.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Jup do Bairro estreia no Lolla com rap, funk, rock pesado e discurso contundente


Artista que canta sobre as vivências de mulher trans na periferia de SP em bases de rap, rock e funk reuniu público ainda pequeno, mas empolgado no início da tarde. Jup do Bairro no 2º dia de Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1
Jup do Bairro chegou ao Lollapalooza com um vestido preto, um buquê de flores brancas, sem canções pop certinhas nem milhões de plays no streaming, e um público apaixonado na beira do palco, mesmo que ainda pequeno, no início da tarde deste sábado (26). Ela aposta na força da representação e ganha esse público.
São músicas sobre a vivência de mulher trans e negra na periferia de São Paulo, com bases não convencionais de rap, eletrônica e funk. Na guitarra estava Badsista, talentosa produtora musical, que também trabalha com a Linn da Quebrada, amiga e parceira musical de Jup.
Jup também tem afinidade com o rock – ela parece uma vocalista de nu-metal e manda bem na pesada “Pelo amor de Deize”, com Deize Tigrona, ainda mais pesada ao vivo. Se o heavy metal virou um estilo conservador e previsível, dá para dizer que Jup é roqueira de raiz, conservando só a voz grave e o estilo realmente transgressor.
Ela não atraiu muita gente, que circulava pelo festival, mas tinha seguidores fiéis na beira do palco gritando “Jup, eu te amo” e acompanhando com atenção os discursos contundentes.
Jup ainda voltou no fim do show com uma ótima camiseta com estampa de “Hannah Montanna do Bairro” em homenagem a Miley Cyrus, atração principal da noite. Seria legal se o show acontecesse umas semanas depois e a amiga e BBB Linn pudesse aparecer.

Fonte: G1 Entretenimento

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Silva convida Criolo e é muito bem recebido após show cancelado no Lolla 2019


Cantor voltou ao Lollapalooza em show calmo em que dedicou música para Anitta. Banda com oito músicos foi um dos destaques. Silva e Criolo no Lollapalooza
Reprodução
Ufa. Até que enfim Silva pode dizer que cantou no Lollapalooza, com direito a participação do rapper Criolo em “Soprou”.
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FOTOS Confira destaques do segundo dia de festival
Em 2019, no último Lolla antes da pandemia, o cantor capixaba de MPB indie estava pronto para subir no palco, mas acabou não se apresentando. O evento ficou parado por mais de duas horas por causa de uma forte chuva e o show acabou cancelado.
Silva no 2º dia de Lollapalooza
Marcelo Brandt/g1
O cantor se apresentou em uma festa pós-Lolla, em uma casa noturna para fãs que estiveram no festival. Mas não foi a mesma coisa de cantar no calor do Autódromo de Interlagos, neste sábado (26).
Naquele 2019, o cantor de 33 anos ainda estruturava o show mais em torno do álbum “Brasileiro”, que marcou o início de uma fase mais “madura” (a até mais popular) da carreira.
A voz calma de Silva tem a companhia de uma excelente banda formada por baixista, guitarrista, três percussionistas, baterista e uma dupla se dividindo nos instrumentos de sopro.
Silva no 2º dia de Lollapalooza
Marcelo Brandt/g1
A suavidade só deu lugar a sons mais raivosos quando a plateia puxou um coro xingando Bolsonaro. Silva dançou ao som dos gritos.
Ele sorriu muito em cada fim de música, principalmente nas mais cantadas, como “Feliz e Ponto” e “Beija”, conhecida na voz de Marisa Monte. “Fica tudo bem”, feat com Anitta na versão de estúdio, foi cantada sem a cantora. Silva dedicou a música a ela.
Silva canta no 2º dia do Lollapalooza
Marcelo Brandt/g1
O setlist se dividiu entre músicas pré-Lolla 2019 e as do disco “Cinco”, lançado em 2020. Silva fez o que dele se esperava: uma trilha delicinha para um público que ainda chegava ao festival.
Quando ele começou, ainda havia buracos nas proximidades do palco principal. No fim, todas as partes mais próximas ficaram tomadas por fãs e curiosos.
Valeu a paciência tanto de Silva, quanto de quem esperou tanto para sacudir o ombro ao som de uma MPBzinha gostosa com o sol na cabeça.

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEOS: o que rolou no Lolla (sábado 26/3)

Fonte: G1 Entretenimento

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Clarice Falcão fala de dor de barriga e se entrega em show emocionado com erros e coro de fãs


Com um copo vermelho na mão e o microfone na outra, Clarice Falcão canta música inédita sobre se apaixonar no banheiro químico. Até agora, ninguém do Lollapalooza se mostrou tão entregue quanto ela. Clarice Falcão
Marcelo Brandt/g1
O show deste sábado (26) começou pouco antes das 13h com o público cantando as músicas mais antigas da discografia da cantora e atriz pernambucana. Em “Eu me lembro”, Clarice parava de cantar e os fãs continuavam berrando os versos.
FOTOS Acompanhe o segundo dia de Lollapalooza
“Monomania”, mais uma balada de 2013, também ganhou arranjo eletrônico minimalista. Emocionada e sem entender muito bem o que estava acontecendo, Clarice só foi.
“Eu fiz essa música há dez anos e eu ouvi muita gente cantando… vocês estão muito velhos. E eu também.”
Clarice Falcão
Marcelo Brandt/g1
Logo depois da abertura com “Dia D”, uma das mais recentes do repertório, Clarice mostrou a sinceridade e simpatia de sempre comentando um bastidor intestinal pré-show.
“Eu não acredito que estou no Lollapalooza. Eu não acredito, eu não acredito… eu pensei num look para o Lollapalooza, mas eu fiquei com dor de barriga antes de entrar e tirei uma parte.”
Como Clarice havia antecipado ao g1, a ideia do show foi unir as duas partes da carreira musical: uma mais dedicada ao folk e outra que vai pela eletrônica. As canções voz e violão são transformadas em versões eletrônicas de batidas simples.
“Essa música eu gostaria de oferecer ao nosso futuro ex-presidente.” A canção era “Banho de piscina”, que começa com o verso “Eu quero ver você numa piscina de óleo fervendo”.
Como de costume, Clarice também errou uma letra ou outra, como em “Eu esqueci você”. No Twitter, ela já tinha pedido “sugestões de letras para errar” no show.
Em “Irônico”, a falta de shows fez com que ela tivesse que recomeçar a música. “Amiga, vamos fazer a versão boa dessa”, disse um dos músicos que a acompanham no palco. “Gente, eu não faço show há dois anos. Entrei errado”, explicou. Na mesma música, ela andou perto da grade dando o microfone para os fãs cantarem.
Os erros só foram nas letras, porque a escalação de Clarice para o começo de tarde de Lolla foi um baita acerto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliette estreia turnê solo no Rio e admite: ‘Dá mais medo que o primeiro paredão’


Campeã do BBB 21 sobe ao palco do Qualistage na noite deste sábado (26). Ao RJ1, paraibana falou da expectativa do encontro com os fãs. Juliette fala sobre o primeiro show da vida
Juliette sobreviveu a três paredões antes de se sagrar vencedora do Big Brother Brasil 21. O primeiro teste foi já na segunda semana de jogo. Mas, segundo ela, o nervosismo da eliminação precoce não se compara ao frio na barriga pela estreia de sua turnê solo, neste sábado (26), no Rio de Janeiro.
“Na verdade, o show acho que dá mais [medo]. O paredão não está nas minhas mãos. Então eu acho que eu fico mais nervosa, que o resultado depende de mim também!”, disse Juliette, em entrevista ao RJ1 deste sábado.
“Caminho” estreia no Qualistage, no Via Parque Shopping, na Barra da Tijuca.
“É mais um passo nessa caminhada, que foi construída junto com o público, com sonhos que eu nunca me imaginei sonhando. Tá muito lindo, eu tô muito emocionada, muito ansiosa… Um frio na barriga!”, falou.
A seguir, outras perguntas da entrevista.
Juliette Freire em entrevista ao RJ1
Reprodução/TV Globo
Você vai apresentar as músicas que você gravou nesse seu primeiro EP e as canções que vai seguindo o seu caminho, é isso?
Exatamente! Esse show traz desde as minhas bases, as minhas raízes na música nordestina, e vai caminhando por todos os ritmos, os estilos. Enfim, tá muito bonito!
É uma superprodução, pelo visto…
É… quanto maior, mais frio na barriga. É uma superprodução! Todos os elementos que compõem o palco têm um sentido, têm uma história. Os músicos, a maioria paraibanos. Eu tô muito confortável e muito feliz com todas as escolhas desse resultado, como tá ficando!
Juliette, esses dois anos por conta da pandemia acabaram mexendo com a vida de todos nós. Você passou por um turbilhão de mudanças no meio disso, por conta da sua vitória no Big Brother e tudo que vem acontecendo. Como é que você conseguiu equilibrar todas essas emoções no seu dia a dia?
Eu acho que é constante. Eu estava comentando agora no carro, vindo para cá, que a minha vida me preparou para isso. Sempre foi assim: ‘Vai, faz, agora!’. Então eu tento equilibrar com os pezinhos no chão, cercada de pessoas que me conhecem. Minha família, minha mãe. Vejo tudo isso como algo muito bonito, mas com muita consciência!
Não é fácil não, tem dia que eu quero explodir. Mas no outro dia a gente recupera: ‘Próximo! Próximo problema! Vamos resolver’. Eu sempre faço isso: eu termino um problema e pronto: ‘Próximo!’.
Bom, falando em próximo, a gente já vê uma nova edição do programa. O que você está achando, deste ano, do Big Brother Brasil?
Olha, toda vez que eu respondo alguma coisa nesse sentido, tem um problema diferente! Eu estou gostando da trajetória de algumas pessoas, eu vou observando as atitudes. Eu não quero mais citar nomes, porque toda vez que eu cito nomes é um problema, mas eu quero que quem ganhe o programa traga algum sentido para o nosso país, traga uma mensagem bonita, um valor bonito. Então, se isso aí for atingido, eu vou comemorar, seja quem for.
Você é abraçada constantemente pelas pessoas, pelo público, pelos artistas. Gravou com o Gilberto Gil, por exemplo. Como e que foi essa experiência para você?
Foi um dos momentos mais emocionantes… Eu quando o conheci, eu parecia que ia cair da energia, da emoção. Chorei muito, tivemos muitos encontros bonitos… Eu estava não nervosa que quando eu cantei a música ‘Estrela’, eu me tremia inteira, porque era surreal estar vivendo aquilo.
Você no ano passado enfrentou uma suspeita de aneurisma. Como é que foi isso para você? O que você tirou de ensinamento?
Eu já tinha passado um trauma muito grande. A minha irmã faleceu aos 17 anos de um AVC hemorrágico. Minha mãe teve um AVC antes de eu entrar no programa. E depois de tudo, de ter chegado ao topo do mundo, digamos assim, descobri que eu tinha um aneurisma na artéria principal, exatamente onde minha irmã tinha. Passei três meses sem querer operar, até que decidi operar.
E eles já estavam escolhendo o tamanho do cateter para colocar no meu cérebro e, quando chegou, ele falou: ‘Juliette, não é, aneurisma’. Eu acordei e estava tudo bem, graças a Deus.
Então eu tento fazer isso com o medo. Eu vou e faço, como estou fazendo esse show agora: morrendo de medo, mas enfrentando a vida como tem que ser.
Juliette Freire em entrevista ao RJ1
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento