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Dolly Parton cancela residência em Las Vegas para cuidados médicos


Dolly Parton durante show em Nashville, nos Estados Unidos, em 2015
Wade Payne/Invision/AP
A estrela americana do country Dolly Parton voltou a cancelar uma série de shows previstos em Las Vegas devido a preocupações com sua saúde.
Parton, de 80 anos, anunciou nesta segunda-feira (4) em seu Instagram que, embora os tratamentos estejam funcionando, ainda não está pronta para subir ao palco.
“A boa notícia é que estou respondendo bem aos remédios e aos tratamentos, e estou melhorando a cada dia”, disse a intérprete de “Jolene” em um vídeo em sua conta.
A má notícia, acrescentou, é que “vai levar um tempinho até que eu esteja pronta para o nível de apresentação em cena, porque alguns dos remédios e dos tratamentos me deixam um pouco atordoada”.
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“E claro que eu não posso ficar tonta carregando banjos, guitarras e tudo o mais de salto alto, e vocês sabem que eu vou usá-los”, acrescentou a lenda do country americano.
“Sem mencionar todos esses figurinos pesados com pedrarias, meu cabelão e minha grande personalidade”, brincou.
Parton disse que seus sistemas imunológico e digestivo “tiveram muito trabalho nos últimos três anos”, mas que os médicos lhe garantiram que todos os seus problemas são tratáveis.
A intérprete de “9 to 5” havia cancelado em setembro de 2025 a residência por problemas de saúde, e uma série de shows foi remarcada para este ano.
O anúncio desencadeou especulações e um comunicado de sua irmã, a ponto de a cantora vir a público em outubro declarar: “Ainda não estou morta”.
Parton, que ficou viúva há um ano, agradeceu aos fãs pelo apoio e disse que continua ativa em alguns projetos, como um museu e um hotel que espera inaugurar no fim deste ano em Nashville, Tennessee.

Fonte: G1 Entretenimento

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Madonna, Kylie Jenner… veja looks do Met Gala que fizeram referência a obras de arte


Madonna chega ao Met Gala nesta segunda (4).
Evan Agostini/Invision/AP
No Met Gala desta segunda (4), o código de vestimenta era “Fashion is Art” (moda é arte). Por isso, muitos convidados usaram roupas que aludiam a grandes obras de arte. Veja abaixo as principais referências:
Veja os looks do Met Gala
Por que Bad Bunny se transformou em um octogenário para o Met Gala 2026?
Madonna: Leonora Carrington
Entusiasta de obras surrealistas latino-americanas, Madonna voltou a fazer referência à pintora Leonora Carrington (a cantora já tinha brincado com obras de Leonora no clipe de “Bedtime Story”).
O look assinado por Saint Laurent fez alusão ao quadro “A Tentação de Santo Antônio”.
Madonna usou Saint Laurent em referência a ‘A Tentação de Santo Antônio’, de Leonora Carrington
Reprodução/AP
Angela Bassett: Laura Wheeler Waring
Angela Bassett usou um look de Prabal Gurung. O vestido era uma alusão ao quadro “Girl in Pink Dress” de Laura Wheeler Waring, renomada artista da chamada “Renascença do Harlem”. A obra faz parte do acervo do Met.
Angela Bassett foi de Prabal Gurung, fazendo alusão ao quadro ‘Girl in Pink Dress’ de Laura Wheeler Waring
Reprodução/AP
Kylie Jenner: Vênus de Milo
Kylie Jenner usou um look Schiaparelli que lembrava a famosa escultura Vênus de Milo. A autoria da obra é atribuída a Alexandre de Antioquia.
Kylie Jenner usa Schiaparelli e faz referência a ‘Vênus de Milo’, de Alexandros de Antioquia
Reprodução /AP
Gracie Abrams: Gustav Klimt
Com um look Chanel, a cantora Gracie Abrams fez alusão às obras de Klimt, principalmente o quadro “Retrato de Adele Bloch-Bauer”.
Gracie Abrams, de Chanel, fez referência a ‘Retrato de Adele Blochbauer’, de Klimt
Reprodução/AP
Hunter Schafer: Gustav Klimt
De Prada, a atriz Hunter Schafer usou um look com referência à obra “Mada Primavesi”, de Gustav Klimt. A obra está exposta no Met.
Hunter Schafer veste Prada e referencia ‘Mada Primavesi’, de Gustav Klimt
Reprodução/AP
Claire Foy: Retrato de Madame X
A atriz Claire Foy usou um vestido Erdem inspirado na pintura “Retrato de Madame X” de John Singer Sargent.
Detalhe para a alça caída no look de Foy: a pintura de Sargent causou um escândalo imenso em sua primeira versão, que mostrava um decote amplo e a alça caída do vestido. Era uma obra considerada “sensual demais”.
Sargent acabou ajustando a pintura para colocar a alça do vestido na “posição correta”, mas não conseguiu reverter o escândalo.
Claire Foy usa Erdem em look inspirado pela obra “Retrato de Madame X”
Reprodução/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Nascida há 80 anos, Beth Carvalho permanece na memória nacional como sólida referência do samba carioca


Beth Carvalho (1946 – 2019) faria 80 anos hoje, terça-feira, 5 de maio
Reprodução / Capa do álbum ‘De pé no chão’ (1978)
♫ ANÁLISE
♬ Nascida em 5 de maio de 1946, Beth Carvalho festejaria hoje 80 anos. Hoje é dia de festa porque, morta em 30 de abril de 2019, há sete anos, a cantora carioca permanece na memória nacional como sólida referência feminina no universo do samba do Rio de Janeiro (RJ).
Desde o começo dos anos 1970, década em que abraçou definitivamente o gênero após início titubeante na era dos festivais em conversão efetivada em 1971, Elizabeth Santos Leal de Carvalho se tornou nome respeitado nas rodas cariocas, nas quadras das escola de samba e em qualquer meio em que o assunto seja o samba.
O respeito somente cresceu com o tempo. Diferentemente de Alcione e de Clara Nunes (1942 – 1983), cantoras contemporâneas de Beth que foram além do samba nas respectivas discografias, Beth Carvalho permaneceu extremamente fiel ao gênero, ao qual deu expressiva contribuição, tendo sido o veículo para a propagação da nova forma de tocar samba, inventada pela geração Fundo de Quintal com as entradas nas rodas de instrumentos como o banjo e o tantã. Essa estética foi revelada pela cantora no álbum “De pé no chão” (1978), título revolucionário da discografia do samba.
Em discografia que se conservou coerente e sem concessões até o último álbum, um registro ao vivo de show editado em 2014, Beth Carvalho soube harmonizar o samba dessa nova geração – formada por bambas como Almir Guineto (1946 – 2017), Arlindo Cruz (1958 – 20025), Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, este revelado pela cantora no álbum “Suor no rosto”, de 1983 – com as tradições dos bambas da Velha Guarda.
Ainda que tenha sido apaixonada Mangueirense, Beth foi a cantora que mais deu voz em disco às composições dos veteranos da escola de samba Portela. Também contribuiu para a popularização das obras de Cartola (1908 – 1980) e Nelson Cavaquinho (1911 – 1986).
A partir dos anos 1990, década em que o mercado fonográfico foi regido pela massificação de gêneros como a axé music e o pagode romântico, Beth Carvalho nunca mais teria vendagens tão expressivas e emplacaria tantos sucessos como na fase da RCA, como na fase da RCA, gravadora na qual a cantora fez álbuns antológicos como “No pagode” (1979), “Sentimento brasileiro” (1980), “Na fonte” (1981), “Coração feliz” (1984) e “Beth” (1986).
Contudo, de acordo com a maré, Beth seguiu firme e forte, escorada no prestígio inabalável, cantando as novidades possíveis em discos ao vivo e em projetos temáticos, tendências do mercado a partir dos anos 1990. O legado de Beth Carvalho já está dimensionado em livros e filmes.
Hoje, dia dos 80 anos da Madrinha do samba, o cantor Leo Russo lança o single “Obrigado, Beth Carvalho”, samba inédito, composto pelo artista em 2013, após a cantora participar do primeiro álbum de Russo.
O sentimento de gratidão de Leo Russo parece ser o mesmo de toda a comunidade do samba. Beth Carvalho cantou samba com verdade, com alma e com real admiração pelos frutos daqueles nobres quintais cariocas. Tinha amor genuíno pelo gênero. É por isso que continua sendo uma voz perene do samba. Hoje, quando faria 80 anos, ou daqui a 20 anos, quando o Brasil festejará o centenário da artista, Beth Carvalho é e será referência inabalável quando o assunto é samba.
Beth Carvalho construiu discografia referencial a partir de 1971, ano em que abraçou definitivamente o samba
Reprodução / Capa do álbum ‘Mundo melhor’ (1976)

Fonte: G1 Entretenimento

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Criador do ‘passinho do Jamal’ desabafa sobre falta de visibilidade: ‘Sofro preconceito’


Criador do ‘passinho do Jamal’ desabafa nas redes: “Creio que o que for de ser de nós, um dia chegará até nós”
Redes sociais
O dançarino e criador de conteúdo Romero Júnior usou as redes sociais, na última segunda-feira (4), para desabafar sobre a desigualdade de oportunidades na indústria do entretenimento.
Ele é o autor do “passinho do Jamal”, coreografia que se tornou um fenômeno viral nos últimos meses.
A declaração ocorreu em resposta a uma postagem da página “Brega Bregoso”, que destacava o contraste entre o sucesso global da dança — presente desde jogos de futebol a desfiles de moda — e a ausência de retorno financeiro para o autor.
“Nós sofre muito preconceito. Queria ver se fosse uma pessoa de pele branca, o tratamento seria muito diferente”, escreveu Jamal nas redes sociais.
Criador do ‘passinho do Jamal’ desabafa: ‘Sofro muito preconceito’
Redes sociais
Resposta de Romero Júnior, conhecido como ‘Jamal’, criador do famoso passinho
Redes sociais
LEIA: Passinho do Jamal: conheça dança que viralizou e conquistou Ivete Sangalo, João Gomes e outros famosos.
Brega funk na semana de moda
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O comentário de Jamal surge após a coreografia ser destaque na última edição da Rio Fashion Week.
Durante o desfile da marca Blueman, influenciadores convidados reproduziram os movimentos na passarela.O episódio reacendeu o debate sobre invisibilidade de criadores periféricos, que veem suas criações gerarem lucro e engajamento para terceiros, enquanto os autores permanecem à margem de grandes contratos publicitários.
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O episódio reacendeu o debate sobre invisibilidade de criadores periféricos, que veem suas criações gerarem lucro e engajamento para terceiros, enquanto os autores permanecem à margem de grandes contratos publicitários.
Astro do K-Pop entra na trend
Recentemente, o “passinho” atingiu um novo patamar de alcance global. J-Hope, integrante do grupo sul-coreano BTS, publicou um vídeo aderindo à trend brasileira “67”.
Nas imagens, o ídolo mundial executa os movimentos criados por Jamal, o que colocou o ritmo pernambucano entre os assuntos mais comentados do mundo.
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LEIA: ‘6 7’, ‘six seven’: por que esses dois números viraram um pesadelo para professores de inglês.
A origem em Santo Amaro
Tudo começou no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife. Ali, os amigos de infância Pedro Henrique (o Eo Chapa) e Romero Júnior (o Jamal) criaram o ‘passinho’ em 2020.
A coreografia, no entanto, só atingiu o pico de repercussão nacional cerca de cinco anos depois.
Em entrevista ao g1, em janeiro deste ano, Eo Chapa revelou que a intenção inicial nunca foi a fama. “A gente começou dançando por brincadeira”, afirmou na época.
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Atualmente, Jamal é uma figura central da cultura do brega-funk. Suas coreografias são replicadas por celebridades e jogadores de futebol em comemorações de gols na Europa.
Apesar disso, o criador reitera que o reconhecimento formal e financeiro ainda não reflete o tamanho de seu impacto cultural.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Bad Bunny se transformou em um octogenário para o Met Gala 2026?


O cantor Bad Bunny
AFP
Bad Bunny chamou a atenção ao aparecer de bengala, o rosto envelhecido e os cabelos brancos no Met Gala 2026. O tradicional evento beneficente aconteceu na noite desta segunda-feira (4), em Nova York.
Este ano, o tema do evento era ligado à exposição “Costume Art” (arte do figurino). Segundo o curador do evento do Costume Institute, Andrew Bolton, a mostra confronta pinturas e esculturas históricas com peças de vestuário contemporâneas, organizadas em torno de arquétipos como o corpo clássico, a gravidez e o envelhecimento.
VEJA LOOKS DOS CONVIDADOS DO MET 2026
Em uma das seções da exposição, existe o tema “O Corpo Envelhecido”. E o texto que explica o significado dessa divisão no evento, diz que o espaço talvez reflita “nosso medo de encarar a própria mortalidade, a indústria da moda voltada para a juventude tradicionalmente ignora o corpo envelhecido”.
E aí está a explicação para a escolha de Bad Bunny. Seguindo essa abordagem da exposição, o músico de 32 anos usou próteses e maquiagem para se transformar em um octogenário. Quando questionado sobre quanto tempo levou toda a produção, Bunny respondeu: “foram exatos 53 anos”.
O responsável pela transformação de Bad Bunny foi o maquiador Mike Marino, que criou um visual que mostrasse “como a passagem do tempo pode afetar o rosto, o pescoço e as mãos” do artista.
Na entrada do evento, Bad Bunny afirmou que o Met é “um dia perfeito pra explorar, criar e se expressar de diferentes maneiras. E é isso que estou fazendo.”
O cantor completou um visual com um “pretinho básico”, vestindo um smoking da Zara, de design próprio em colaboração com a marca. Um enorme laço no pescoço finalizava a produção.
Bad Bunny no Met Gala 2026
Julian Hamilton / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Bad Bunny no Met Gala 2026
Julian Hamilton / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Bad Bunny no Met Gala 2026
Julian Hamilton / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz de ‘The Pitt’ critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway: ‘Não é um circo’


Atriz de ‘The Pitt’ critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway: ‘Não é um circo’
Reprodução/Instagram
A atriz Isa Briones usou as redes sociais para criticar o comportamento de espectadores durante sua apresentação no musical Just In Time, na Broadway. A intérprete da médica Trinity Santos, da série The Pitt, classificou como desrespeitosos os gritos de fãs que a interromperam enquanto ela estava em cena.
“Mais uma vez: a Broadway não é um circo. Gritar ‘quando você vai terminar seus relatórios?’ antes de eu cantar ‘Who’s Sorry Now’ é extremamente desrespeitoso com os artistas no palco e com as outras pessoas da plateia. Não gritem o que quiserem para os artistas”, escreveu em seu perfil no Instagram. Durante a série médica, a personagem Trinity é cobrada por concluir os relatórios dos pacientes.
“É extremamente desrespeitoso com os artistas no palco e com as outras pessoas da plateia. Vocês estão me deixando muito irritada”, desabafou. A atriz finalizou explicando que o público está em um espaço compartilhado. “Por favor, lembrem‑se de que vocês estão ocupando espaços compartilhados e assistindo a uma obra de arte.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gustavo Mioto encontra homem que inspirou a música ‘Impressionando os Anjos’ após perder a esposa no parto de gêmeos


Gustavo Mioto encontra homem que inspirou ‘Impressionando os Anjos’ após perder a esposa
O cantor Gustavo Mioto viveu um momento aguardado por anos ao conhecer pessoalmente o empresário Gledson Fonseca, história real por trás da música “Impressionando os Anjos”.
O encontro aconteceu no camarim de um show em Lençóis Paulista (SP), durante a Facilpa, no último sábado (2), e foi marcado por emoção, gratidão e troca de presentes.
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A canção, que se tornou o primeiro grande sucesso do sertanejo, transformou em música uma trajetória marcada por perdas profundas.
Gustavo Mioto conhece homem que inspirou seu maior sucesso após morte da esposa no parto
Raissa Toledo/TV TEM
Em 2015, a esposa de Gledson, Keila, morreu após o parto dos filhos gêmeos, Maria Luiza e Samuel, que nasceram prematuros e com paralisia cerebral.
Diante da situação, Gledson passou a se dedicar integralmente aos filhos e protagonizou uma decisão inédita da Justiça brasileira: recebeu a licença-maternidade da esposa, por quatro meses.
Além disso, Gledson teve mais dois meses concedidos pela empresa em que trabalhava, somando seis meses afastado para cuidar dos bebês. Um ano depois, Samuel não resistiu às complicações, em mais uma perda marcante na vida do empresário.
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Gladson perdeu a esposa no parto dos filhos gêmeos há 11 anos em Marília
TV TEM/ Reprodução
O g1 e a TV TEM mostraram o caso de Gladson na época, que ganhou repercussão nacional e foi tema de uma reportagem do “Fantástico”, da TV Globo, no Dia dos Pais em 2015.
A história acabou cruzando o caminho do cantor Gustavo Mioto e inspirou a música “Impressionando os Anjos”, trabalho que impulsionou a carreira do artista nacionalmente.
“Fiquei com isso na cabeça e, aí, o Theozinho, que escreveu comigo a música, falou que naquela semana ele tinha assistido a uma matéria de um cara que perdeu a esposa e ficou cuidando dos dois filhos. Falei: ‘Cara, então Deus está falando com nós, estou com isso no meu coração e tal. Acho que a gente tem que fazer a música'”, lembrou Mioto em entrevista ao Fantástico.
“‘Impressionando os Anjos’ mudou a minha vida pra sempre. Foi a primeira música que aconteceu nacionalmente e veio num momento em que eu não sabia se ia continuar ou parar”, revelou Mioto.
Gustavo Mioto lança carreira internacional
A canção narra o desabafo de um homem que perdeu a pessoa amada e tenta lidar com o luto enquanto segue a rotina, em uma espécie de conversa imaginária com ela no céu, compartilhando saudade, lembranças do dia a dia e o esforço para seguir em frente.
Na letra, Gustavo Mioto menciona os nomes “Julinha” e “Pedro”, em referência aos filhos de Gledson.
“Ah, saudade da gente
Tirando isso
Do resto, até que eu tô dando conta
A Julinha tá banguela e o Pedro só apronta
(…)
Como é que tá ai?
De você faz tempo que não ouço nada
Fala um pouco, sua voz tá tão calada
Sei que agora deve estar impressionando os anjos
Com sua risada”.
Gledson só descobriu anos depois a ligação com a canção, que acabou dando um novo significado ao seu processo de luto.
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“Eu sempre gostei muito dessa música e, de tempos em tempos, escutava. Não fazia ideia que de fato tinha sido inspirado. Fiquei bastante feliz em saber”, conta.
“Acaba sendo um conforto pra mim. Diante do que aconteceu na minha história, eu me apeguei à música e pensei: ‘poxa, teria sido assim’”, complementa.
Empresário se dedica aos cuidados da filha que tem paralisia cerebral; o irmão gêmeo morreu um ano após o parto
TV TEM/ Reprodução
Encontro no camarim
Ao descobrir a ligação com a canção, Gledson, que é de Marília (SP), pediu para conhecer o cantor e aproveitou o show em Lençóis Paulista, cidade vizinha, para tentar realizar o desejo, e acabou sendo atendido.
No camarim, ele presenteou Gustavo Mioto com uma nova edição do livro que escreveu sobre a própria trajetória. Durante a conversa, um detalhe chamou a atenção dos dois: uma coincidência envolvendo a letra da música e o livro escrito por Gledson.

“Na página 70, foi o meu último adeus pra Keila, e eu só fui me dar conta disso agora. Eu parei, ‘cara, o que eu escrevi na página 70’ na música tem um trecho que você fala da página 70… e você escreveu isso sem saber”, contou Gledson.
“Isso é loucura… Para quem não sabe, ainda não ouviu, a “Impressionando os Anjos” tem na parte da letra que é “E só na página 70 eu entendi você” e o Gledson escreveu na página 70 o último adeus, sem saber… isso já arrepia o corpo inteiro”, disse Gustavo Mioto.
Trecho da música
“Falando nisso
Terminei o livro que você pediu pra eu ler
E só na página 70 eu entendi você”.
Quase dez anos após a perda da esposa, Gledson encontrou um novo amor, a psicóloga Edilene Nassar, com quem oficializou a união em dezembro do ano passado. “Eu já não acreditava mais em viver um grande amor. Conhecer a Di foi um presente de Deus”, relata.
Homem que inspirou ‘Impressionando os Anjos’ vive novo amor após perdas
Raissa Toledo/TV TEM
Hoje, Gledson segue dedicado ao lado da esposa aos cuidados da filha Maria Luiza, a Malu, que tem 11 anos e vive em home care. Toda essa dedicação deixa a mãe do empresário e avó da menina, Ivanei Fonseca, muito orgulhosa.
“Eu acho ele uma pessoa forte, firme. Às vezes dá uma recaída, mas ele se mantém sempre forte, e eu procuro ser uma fortaleza para ele também”, afirma.
Gledson acompanhou o show da plateia e foi citado por Mioto antes do encerramento. A apresentação terminou justamente com “Impressionando os Anjos”, levando o público e o homenageado às lágrimas.
Gustavo Mioto emocionou o público e Gledson durante show em Lençóis Paulista
TV TEM/Reprodução
A história, que começou marcada pelo luto, ganhou novos significados ao longo dos anos, e agora também um reencontro simbólico entre inspiração e artista, fechando um ciclo iniciado ainda sem que os dois se conhecessem.
“Escrevi essa música depois de ver uma matéria sobre um homem que perdeu a esposa e cuidava dos filhos. Esse homem é o Gledson, que está aqui hoje. Obrigado pela sua história, porque ela mudou a minha vida”, sentencia o cantor.
Após anos, Gustavo Mioto conhece homem que inspirou ‘Impressionando os Anjos’
Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Seu Jorge lança álbum em que faz feat com Marisa Monte, canta com Beck e regrava duas músicas de Márcio Borges


Seu Jorge lança na sexta-feira, 8 de maio, o álbum ‘The other side’, gravado entre 2009 e 2018
B+ / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Ao lançar o álbum “The other side” na sexta-feira, 8 de maio, Seu Jorge chega ao fim de saga iniciada há 17 anos. Foi em 2009 que o cantor carioca idealizou e começou a gravar o álbum produzido por Mario Caldato Jr com o próprio Jorge.
Com arranjos orquestrais assinados por Miguel Atwood-Ferguson, o álbum “The other side” contabiliza 11 músicas e expõe na capa uma foto do artista tirada por B+ em Los Angeles, em 2013, durante o longo processo de gravação do disco. As 11 faixas do álbum “The other side” foram gravadas entre 2009 e 2018 no estúdio de Mario Caldato, MCI, situado em Los Angeles (EUA).
Oito anos após a conclusão do processo de gravação, Seu Jorge apresenta enfim o álbum lançado pelos selos Amor in Sound (de Caldato), Black Service (de Jorge) e Phonomotor Records (de Marisa Monte) com distribuição global feita via The Orchard.
“The other side” é disco de intérprete. Seu Jorge assina somente uma das 11 músicas, “Quando chego”, composta em parceria com Arnaldo Antunes e Marisa Monte. A faixa traz feat do cantor com Marisa.
Capa do álbum ‘The other side’, de Seu Jorge
B+ / Divulgação
Outra grande cantora brasileira, Maria Rita, também participa do disco, dividindo com Seu Jorge a interpretação da canção “Vento de maio” (Telo Borges e Marcio Borges, 1979). Outro convidado de peso no álbum “The other side” é Beck. Jorge faz feat com o cantor norte-americano em “River man” (1969), música do cantor e compositor britânico Nick Drake (1948 – 1974).
Quinteto de mulheres de origem afro-belga fundado por Marie Daulne, o grupo Zap Mama reforça o time de convidados do álbum, figurando na regravação de “Far from the sea”, música de Robertinho Brant e Emerson Penha lançada por Bebel Gilberto em álbum de 2009, ano em que Jorge começou a dar forma ao álbum “The other side”.
Em repertório bilíngue com mais músicas em português do que em inglês, Seu Jorge canta duas parcerias do compositor baiano Cezar Mendes com o poeta e letrista também baiano José Carlos Capinan, “Flor de laranjeira” (2016) e a inédita “Luz na escuridão”.
Há também abordagens de “Caboclo” (Arthur Verocai e Vitor Martins, 1972) – música nunca regravada desde que foi lançada por Arthur Verocai há 54 anos em álbum do músico, arranjador maestro e compositor carioca – e “Crença” (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1967).
Da banda canadense de funk Cane and Able, Jorge dá voz a “Girl you move me” (Frenchie Thompson, 1972), música que o cantor já havia gravado em 2010 no álbum com o grupo Almaz.
As músicas “Beleza bárbara” (Leo Tomasini e Joey Altruda) e “Folia de amor” (Mariana Bergel e William Pinto Magalhães) completam o repertório do álbum “The other side”.
Seu Jorge faz parceria com Arnaldo Antunes e Marisa Monte na faixa ‘Quando chego’, única música autoral do álbum ‘The other side’
B+ / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Brinquedo, Pedrinho e Pikachu: saiba onde estão MCs mirins e o que mudou no mercado infantil do funk


Os MCs Brinquedo, Pedrinho e Pikachu
Montagem/g1
MC Brinquedo, um dos grandes nomes do funk de São Paulo, anunciou sua aposentadoria do funk na última sexta-feira (1º). A decisão foi divulgada num vídeo em que Vinicius Ricardo de Santos Moura fala sobre sua história com o gênero e a conversão como evangélico.
MC Brinquedo foi uma das grandes revelações do funk em São Paulo na primeira metade dos anos 2010. Ele e nomes como MC Pikachu e MC Pedrinho mudaram a cara do funk paulistano.
Se antes o funk de São Paulo era conhecido pela ostentação, por falar de carros importados e roupas de grife, novos artistas – alguns deles crianças – trouxeram letras engraçadas e também pornográficas, que falam de sexo explícito.
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Uma década depois, o gênero já não revela nomes infantis e vê suas estrelas mirins se tornarem adultos com problemas em tocar carreiras que começaram meteóricas.
Onde estão os MCs crianças?
MC Brinquedo (aposentado)
Seu primeiro sucesso, “Roça Roça”, surgiu em 2014, quando tinha entre 12 e 13 anos. Mas ele cantava desde antes. Ficou conhecido pelo cabelo dividido no meio entre as cores rosa e azul.
Durante a adolescência, tentou emplacar músicas do mesmo tipo, mas não conseguiu. Após completar 18 anos, enfrentou uma depressão e deixou as redes sociais.
Em 2020, lançou o álbum “Único”, já desenhando o estilo que marcaria sua fase final da carreira: mais sério e mostrando grande potencial nas letras.
Seu último grande hit foi a participação na segunda edição do projeto “THE BOX MEDLEY FUNK”, que chegou a figurar como a música mais ouvida do país no YouTube e no Spotify em 2024.
Em entrevista ao podcast Popdah, em 2024, Brinquedo falou sobre o cansaço em viver da música.
“O Brinquedo tem muita história, muita imagem, mas não trabalharam a musicalidade dele. O Brinquedo, quando estourou, viveu muito. Eu vivia para fazer show. Fiz 12 shows numa noite. A indústria mudou”.
A aposentadoria do funk chegou aos 24 anos.
MC Pikachu
O mais velho do trio, Matheus Sampaio Correa, o MC Pikachu, hoje tem 26 anos. Seu primeiro sucesso foi “Avistei a Novinha no Grau”, também de 2014.
O funkeiro ainda emplacou outros dois sucessos na sequência: “Novinha Profissional” e “Lá No Meu Barraco”, as duas com temática sexual.
Em 2018, ele descobriu um tumor benigno no cérebro. “Fiz uma ressonância agora e deu um tumor no cérebro. Um tumorzinho”, explicou. Ele passou por uma cirurgia delicada e bem-sucedida.
Desde então, enfrenta dificuldades para retomar a carreira regularmente e fazer shows.
Em fevereiro deste ano, ele publicou um vídeo nas redes sociais anunciando que seu novo empresário seria MC Pedrinho.
MC Pedrinho
Outro sucesso da safra de 2014, “Dom Dom Dom” foi o primeiro grande hit de Pedro Maia Tempester, nascido em maio de 2002.
“’Cê é lôco’! Nem mistura em casa tinha. Sempre tive vontade de comer as coisas e quase nunca tinha”, disse ao g1 há 12 anos, falando sobre como o sucesso mudou sua vida e da sua família.
Da sua safra, MC Pedrinho foi quem mais conseguiu se manter em alta. Depois de “Dom Dom Dom” veio “Se Prepara” e “Matemática”. Ele também conseguiu ir além do funk com letras sexuais. Entre seus sucessos estão “Nosso Amor”, “Solta o Grave”, “4M No Toque”, com MC Hariel, e “5 Mentes”, com MC Davi.
Seu último grande sucesso foi “Dançarina”, de 2022. A parceria com Pedro Sampaio viralizou no TikTok.
Atualmente, Pedrinho agencia a própria carreira – e a de outros artistas, como Pikachu e seu irmão, MC Nando – por meio da produtora criada por ele, a Só Crazy.
Os MCs Brinquedo, Pedrinho e Pikachu já adultos
Montagem/g1
Por que as crianças não estão mais no funk?
O sucesso de Pedrinho, Pikachu e Brinquedo inspirou diversas crianças a tentar a ascensão social por meio da música. Mas, 10 anos depois do boom dos MCs mirins, muita coisa mudou no mundo do funk e os funkeiros menores de idade têm cada vez menos espaço.
Nomes como MC Teteu, que em 2019, aos 14 anos, fez sucesso com “Dingo Bell”, ou MC Iguinho CT, que com 13 anos estourou com “No Baile de Guarda Chuva”, são exceções.
O grande ponto de mudança nesse mercado se deu em 2015. A Justiça de São Paulo proibiu que MC Pedrinho fizesse shows.
Segundo a Justiça, os shows do MC Pedrinho “violam a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Convenção na ONU sobre os direitos da criança, notadamente pelo conteúdo das canções que interpreta, com alto teor de erotismo, pornografia, e palavras de baixo calão, incompatíveis com a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento”.
A Justiça passou a monitorar com lupa a atuação dos MCs mirins e a GR6, empresa que na época cuidava da carreira de Pedrinho, fechou um acordo com o Ministério Público de São Paulo para que o artista só produzisse e apresentasse “conteúdos artísticos próprios às faixas etárias de crianças e adolescentes” e não fizesse shows noturnos.
Tal medida fez com que o maior ativo da empresa perdesse a chance de dar o retorno com shows – maior fonte de renda da empresa naquele período. Isso assustou o mercado e fez com que as produtoras evitassem ter crianças na lista de artistas.
Outro ponto que reduziu o espaço das crianças do mercado do funk em São Paulo é uma visão mais profissional da música.
MC Brinquedo e MC Pikachu, por exemplo, eram da KL Produtora, que tinha na sua lista de artistas nomes MC Bin Laden (hoje MC Binn) e MC Kevinho.
Sediada em uma casa com três andares na Zona Sul da capital paulista, a produtora contava com diversos estúdios com um ambiente regado de drogas recreativas e bebidas. Já adultos, os MCs chegaram a desabafar do ambiente tóxico e como aquilo influenciou suas vidas.
Quando MC Brinquedo fala que “a indústria mudou”, ele se refere a uma profissionalização que impede uma criança, por exemplo, de fazer 12 shows numa noite e demanda uma qualidade e seriedade maior também.
Esse novo parâmetro foi impedindo que crianças pudessem ocupar o mesmo palco (e ambiente) dos adultos, algo que era incentivado anos atrás e hoje é impensável.

Fonte: G1 Entretenimento

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Met Gala 2026 é alvo de protestos contra Jeff Bezos e outros bilionários


Manifestantes protestam durante o Met Gala 2026
Reuters
O Met Gala foi alvo de protestos nesta segunda-feira (4). O evento de moda, realizado em Nova York (EUA), recebe grandes celebridades e tem como presidente honorário Jeff Bezos.
Em fevereiro deste ano, o bilionário e fundador da Amazon foi anunciado no cargo de presidente honorário do evento junto com sua esposa, Lauren Sánchez Bezos.
Segundo o jornal “The New York Times”, um grupo chamado “Todo Mundo Odeia o Elon”, uma referência ao dono da Tesla e do X, Elon Musk, encampa uma campanha de boicote ao evento.
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Ao longo das últimas semanas, o grupo colou diversos cartazes por Nova York e colocou cerca de 300 garrafas com urina falsa dentro do Museu Metropolitano de Arte.
O protesto faz alusão a alegações de que funcionários da Amazon não conseguiriam ir ao banheiro durante o trabalho e urinam em garrafas.
Nesta segunda-feira, faixas e cartazes também pedem a taxação dos ricos e criticam a relação do presidente norte-americano Donald Trump com bilionários.
Famosos no Met Gala 2026
O Met Gala 2026, um dos maiores eventos do calendário da moda, acontece nesta segunda-feira (4), em Nova York.
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O evento atrai celebridades da música, cinema e atletas de várias partes do mundo e arrecada fundos para o Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, em Nova York.
Com o tema “Costume Art” (“arte do figurine”, na tradução literal), o código de vestimenta é “Fashion is Art” (moda é arte). Trata-se de um tema amplo, mas podemos esperar roupas grandiosas que exploram as possibilidades do corpo humano e da moda.

Fonte: G1 Entretenimento