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Quais as estatuetas do Oscar são um pouco brasileiras?


Curta ‘Onde eu moro’ pode ganhar primeiro Oscar brasileiro, neste domingo (27). Relembre casos em que o Brasil ganhou estatueta de maneira indireta. ‘Orfeu Negro’ venceu o Oscar de Filme Estrangeiro em 1950
Reprodução
O Brasil tem chance de ganhar seu primeiro Oscar na edição deste ano, que acontece no domingo (27) “Onde Eu Moro” foi indicado como Documentário em Curta Metragem. O cineasta carioca Pedro Kos é o diretor do filme, ao lado do americano Jon Shenk.
Embora nunca tenha levado o Oscar oficialmente, há estatuetas que são indiretamente brasileiras. É o caso do prêmio de Melhor Ator para William Hurt por “O beijo da mulher aranha”, em 1986.
O filme é uma coprodução Brasil e Estados Unidos, dirigida pelo argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco, com elenco cheio de brasileiros. Ele ainda foi lembrado como melhor filme, diretor e roteiro adaptado.
William Hurt em ‘O beijo da mulher aranha’
Divulgação
Em 2005, o uruguaio Jorge Drexler ganhou o Oscar de Melhor Canção Original com “El outro lado del rio”. Ela está na trilha de “Diários de motocicleta”, do diretor brasileiro Walter Salles.
“Orfeu Negro” venceu o Oscar de Filme Estrangeiro em 1950, mas foi inscrito pela França. O longa do diretor francês Marcel Camus foi inspirado na peça “Orfeu da Conceição”, de Vinicius de Moraes (1913-1980).
Essa coprodução de França, Itália e Brasil contava a história da paixão do motorista Orfeu por Eurídice, e sua descida do “Olimpo da favela” para o “inferno do asfalto” em busca da amada. Vinicius viu o filme, mas disse não ter gostado muito. Sentiu falta das músicas originais.
A figurinista e artista Luciana Arrighi fala no Festival de Berlim em 2015
Brita Pedersen/AFP
Em 1993, Luciana Arrighi ganhou um Oscar de Melhor Direção de Arte por “Retorno a Howards End”, com Anthony Hopkins e Emma Thompson. Quem entra no site oficial da figurinista descobre que ela nasceu no Rio, em 1940.
“Eu tenho a nacionalidade australiana, mas pode dizer que o Oscar que eu ganhei é um pouco brasileiro”, disse Luciana ao g1.
Quando o Brasil chegou mais perto do Oscar?
Carlinhos Brown com certificado da academia do Oscar
Reprodução/ TVBA
Matematicamente falando, jamais houve melhor possibilidade para ganhar o Oscar como no caso da música “Real in Rio”, da animação “Rio”, dirigida por Saldanha.
Em 2012, Carlinhos Brown e Sergio Mendes disputavam o Oscar contra um único concorrente. Mas ficaram com o “vice”. Eles perderam para “Man or muppet”, tema de “Os muppets”. Bret McKenzie, do duo Flight of the Conchords, levou o primeiro Oscar da Nova Zelândia.
Em 1999, Fernanda Montenegro foi indicada por “Central do Brasil”, mas perdeu para Gwyneth Paltrow (“Shakespeare Apaixonado”, da produtora Miramax, de Harvey Weinstein).
Hoje, a derrota da brasileira é citada como um dos exemplos de como o produtor usava de sua influência para ditar os rumos da premiação. O longa de Walter Salles também foi indicado a Filme Estrangeiro, mas perdeu para o italiano “A vida é bela”.
Quantas vezes o Brasil já foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional?
Leonardo Villar e Glória Menezes no filme ‘O pagador de promessas’, de 1962
Reprodução
Na categoria Melhor Filme Internacional, que antes se chamava Melhor Filme Estrangeiro, o Brasil já teve quatro indicados:
“O pagador de promessas” (1963);
“O quatrilho” (1996);
“O que é isso companheiro?” (1998);
“Central do Brasil” (1999).
Os maiores vencedores são Itália (14), França (12), Espanha (4), Japão (4) e Suécia (3). Na América do Sul, a Argentina tem dois prêmios nesta categoria e o Chile tem um.
Quais brasileiros foram indicados em outras categorias?
Em duas categorias, o Brasil só foi lembrado uma vez:
“Uma história de futebol”, de Paulo Machline, foi indicado a Melhor Curta, em 2001;
“O menino e o mundo”, de Alê Abreu, perdeu o Oscar de Melhor Animação para “Divertida Mente”, em 2016.
Em 1945, a primeira vez do Brasil no Oscar foi de Ary Barroso (1903-1964). “Rio de Janeiro” entrou na disputa da estatueta de Melhor Canção Original pelo filme “Brazil”, uma produção americana.
Filme ‘Cidade de Deus’ faz 15 anos em meio a aumento da violência na comunidade
Em 2003, “Cidade de Deus” foi ignorado por Hollywood e ficou fora da disputa pelo Oscar de filme estrangeiro.
No ano seguinte, a Academia mudou de opinião e colocou “Cidade de Deus” para concorrer em quatro categorias: diretor (Fernando Meirelles), roteiro adaptado (Bráulio Mantovani), fotografia (César Charlone) e edição (Daniel Rezende).
Qual categoria já teve mais brasileiros indicados?
Em Melhor Documentário, cinco filmes com brasileiros na direção ou produção já foram lembrados (“El Salvador: Another Vietnam”, “Raoni”, “Lixo extraordinário”, “O Sal da Terra” e “Democracia em Vertigem”).
Mais recente documentário que representou o Brasil, “Democracia em vertigem” mostrava a visão pessoal da diretora Petra Costa sobre o processo de impeachment de Dilma e a crise política no Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como Miley Cyrus mudou imagem e foi de Hannah Montana a rainha roqueira do Lolla?


G1 mostra com ilustrações as 10 principais transformações vividas pela atriz e cantora. Ela é a atração principal deste sábado (26) no festival em São Paulo. Miley Cyrus, uma das atrações principais do Lollapalooza Brasil, é uma estrela fashionista. Durante a carreira, a moça foi de personagem da Disney a roqueira no topo das paradas, sustentando figurinos polêmicos, elegantes, discretos, vintage, hippie, country, entre muitos outros. Você piscou, ela mudou de look.
Qual o possível setlist de Miley Cyrus no Lolla?
PROGRAMAÇÃO completa do Lollapalooza
“Moda para mim é virar você de dentro para fora”, disse Miley para a revista “Vogue”, recentemente. “Tem algo infantil nisso. Você fica tão destemido quando se veste enquanto criança. Você não pensa o que vão pensar ou que vão julgar. É só a sua expressão e como se sente naquele dia.”
O g1 listou dez transformações de Miley Cyrus:
Dez momentos de Miley Cyrus
Arte – g1
2006: Doce Miley Smiley
A garota se destacava na TV e começou a dar as caras no tapete vermelho. Apesar do duo vestido-e-calça ter se tornado polêmico na década seguinte, naqueles anos era tendência forte entre as celebridades, copiadas pelas mulheres. O conjunto (e outros similares) elevou a artista ao status de referência de estilo para as meninas dos anos 2000. E tinha mais uma vantagem do look: caía muito bem no papel da comportada Hannah Montana, xodó da Disney.
Miley Cyrus em dois momentos da série ‘Hannah Montana’: à esquerda, como a adolescente Miley Stewart; à direita, como o alter ego da garota, a popstar que dá nome à série
Divulgação
2008: Dupla jornada de Miley
Ao lançar o disco “Breakout”, Miley deixou claro o interesse de botar Hannah Montana pra correr. Mas como o programa ainda estava no ar, era previsível não sair de vez da personagem. Isso refletia no jeito de se vestir.
Na época com 16 anos, ela seguia com a linha mais discreta, com composições de vestidinhos e sapatos de saltos altos e as botas de suede ou camurça. Estas ainda apareciam nos looks mais informais, com calças jeans, por exemplo.
2010: Ninguém manda em mim, viu?
Miley Cyrus no American Music Awards 2010
Matt Sayles/AP
Os primeiros passos fora do mundo Disney, mesmo vivendo ainda a personagem na tela, foi com o álbum “Can’t be tamed”.
VÍDEO: Miley sai do hotel e abraça fãs antes do Lolla
As caras e bocas dos shows vinham acompanhadas de figurinos mais ousados: hotpants, shortinhos rasgados, peças mais justinhas, tops e mais referências roqueiras na música e no estilo.
2012: 100% Miley (ou quase lá)
Finalmente, Hannah Montana ficou para trás, e Miley mostrou de vez a sua veia fashionista mais autêntica. Impressionou o público, por exemplo, no tapete vermelho do Billboard Music Awards, ao usar um blazer oversized branco assinado por Jean Paul Gaultier. E apenas isso.
À frente nas tendências, esse figurino sem calças virou hit bem depois, entre 2016 e 2018. Considerado o look mais ousado da moça até então, ela também foi a mais elegante daquela noite.

2013: A Revolução
Foi o ano em que Miley deu o que falar. Ela já andava toda estilosa ao platinar e cortar seu cabelo bem curtinho, com laterais raspadas e tudo. A cantora comentou como sua vida mudou para melhor depois de dar adeus ao cabelão. Mas não foi esse visual que deixou o público de queixo caído. A polêmica foi criada, na verdade, pela apresentação atrevida no VMA, ao lado de Robin Thicke.
Robin Thicke e Miley Cyrus se apresentam no VMA 2013
Rick Diamond/Getty Images for MTV/AFP
A moça surgiu no palco com um body estruturado de ursinho (com a língua maliciosamente para fora), enquanto cantava “We can’t stop”, do álbum “Bangerz”. O figurino foi arrancado assim que Thicke entrou em cena. Com uma espécie de lingerie nude de látex, Miley deixou a língua constantemente para fora, rebolou, fez twerk e chocou todo mundo, principalmente, quem ainda a chamava de Hannah Montana.
2015: Se é para comentar, que comentem
Depois de 2013, Miley caiu de vez nas graças dos fashionistas, ora sendo elogiada, ora deixando-os confusos, mas sempre surpreendendo. Um dos exemplos foi o look apelidado de candelabro, da Versace, um dos dez usados pela cantora na apresentação do VMA 2015.
2017: De volta para casa
Miley Cyrus canta seu novo hit “Malibu” durante premiação, em 2017
Chris Pizzello/Invision/AP
Miley deu um passo atrás e foi revisitar suas raízes, lá no country, em uma nova fase mais calma. Reatou com Liam Hemsworth, lançou “Younger Now” e apostou em peças vintage, jeans, blusinhas de ombros caídos e mangas bufantes, às vezes de pegada mais hippie, e no visual inspirado em Dolly Parton, quem Miley chama de madrinha, sem esquecer do chapéu de cowboy, claro.
2018: Glamour
Entre tapetes vermelhos e apresentações, Miley optou por vestidos elegantes, de fendas ou decotes, como na festa do Oscar da revista “Vanity Fair,” quando usou um longo preto e dourado, de Prabal Gurung. Também entravam ternos , desacompanhados das camisas por baixo (toque de Miley, né?), e transparências. Tudo com preto, muito preto.
2019: Guarda-roupa para o fim de um relacionamento
Após o romance com Hemsworth chegar ao fim (definitivamente), surgiu uma nova Miley. Ela trouxe a ousadia da época de “Bangerz” e adicionou toques mais roqueiros à la Courtney Love no visual. Nas composições, calças pretas justas de látex, croppeds, tops e acessórios luxuosos como cintos da Gucci, botas Versace e muito dourado.
O cabelo ondulado, na altura dos ombros, por vezes aparecia com o aspecto de molhado, como se a cantora tivesse acabado de sair do banho ou da praia – aquela pegada “não-estou-nem-aí-sou-a-Miley”.
2020: A cara do rock
A evolução de 2019 para 2020 foi certeira nas referências do glam dos anos 80. Sustentando mullets loiro, ela lançou “Plastic hearts” com Joan Jett (talvez a primeira inspiração no visual) e Billy Idol, e alcançou o topo das paradas de rock nos Estados Unidos.
Ela também incluiu toques de Debbie Harry, do Blondie, no figurino reforçado pelo sucesso do cover de “Heart of glass”, performance elogiada pela própria Debbie.
Miley Cyrus no Lollapalooza: o que esperar do show

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Não me sinto muito bem ouvindo diva. Eu não sou a Ivete’, diz Clarice Falcão, sobre reações de fãs


Ao g1, cantora fala como repertório mudou após diagnóstico de bipolaridade e nova paixão por música eletrônica. Ela canta no sábado de Lolla e vai responder o que público gritar para ela. Clarice Falcão sente que está navegando num botezinho em águas internacionais. A comparação é usada por ela para falar sobre como se divide entre as carreiras de atriz de comédias e cantora, o que faz que muita gente ouça as músicas dela sempre pensando que ela quer fazer graça. Não é sempre o caso.
No sábado de Lollapalooza, em São Paulo, ela vai mostrar um lado mais “piadento” e outro com assuntos bem mais sérios. Falando da parte musical, Clarice deve mostrar como foi do folk no violão à eletrônica dançante por meio de três álbuns e dois EPs.
PROGRAMAÇÃO do Lollapalooza com horários
Ao g1, ela falou do festival e relembrou o começo da carreira, em parceria com a mãe, a roteirista Adriana Falcão. O papo com a cantora pernambucana de 32 anos foi meio randômico, de Fotolog sobre Björk a música fofa de supermercado (assista trechos da entrevista abaixo).
Clarice Falcão fala de show no Lollapalooza 2022
g1 – A primeira coisa que eu quero saber, seus fãs querem saber, e quem vai passar lá pelo Lolla também quer saber: o que você pode adiantar do show do Lollapalooza?
Clarice Falcão – Vai ser o show de encerramento do “Tem Conserto”. A gente não toca há dois anos e meio, né? E eu acho que algumas coisas aconteceram nesse período da pandemia vão dar uma leve mudada no show. A gente lançou música, algumas músicas tipo de repente hitaram no TikTok, novidades que a gente vai incluir. Mas, na verdade, eu acredito em fazer um show espontâneo. Pelo menos é o que eu tenho feito com essa turnê, né?
Meu primeiro show, Monomania, era bem teatral, todo roteirizado, cada fala era totalmente pensada e eu gostei muito de fazer.
“Mas eu tenho tido muito, muito prazer em fazer um show tipo espontâneo, que você não sabe o que vai acontecer. Entender o público, qual é a vibe da galera, responder as coisas… alguém grita um negócio… enfim, então eu estou empolgada para sentir o público do Lolla, sabe?”
g1 – Você tem se dividido entre um folk, que tem gente que chama de fofolk e essa música eletrônica para dançar e dar uma choradinha que tem gente que chama de dance crying. Como você vai misturar esses dois lados no show?
Clarice Falcão – A gente cresce, a gente vai conhecendo coisas novas e adicionando gostos ao nosso repertório, né? Então eu sinto que o folk foi importante para as pessoas começarem a prestar atenção nas letras, né? Eu acho que quando você tem uma sonoridade mais parruda as pessoas tendem a não ouvir tanto que você está cantando. Quando eu lancei os primeiros vídeos com violão era muito para mostrar a cara. Essa sou eu, é assim que eu monto minha narrativa. Eu gosto muito de compor letra, é minha parte favorita.
Só que, de alguma forma, eu sempre gostei de música eletrônica, né? Eu tinha um fotolog dedicado à Björk. Mas eu comecei a me apaixonar por música eletrônica mesmo ultimamente. Acho que eu tinha um certo preconceito. Eu achava que música eletrônica era coisa de playboy, que era poperô, sabe? Eu comecei a conhecer artistas de eletrônico, festas underground, que são abertas a corpos diferentes. Você conhece um monte de gente diferente. A eletrônica tem essa característica de que está todo mundo na mesma experiência
Mas para responder a sua pergunta: a gente pegou as músicas antigas e fez uma releitura, obviamente que não perdesse a essência das músicas, que não deixasse reconhecível, tipo assim “o que eu tô ouvindo?”, mas que fizesse sentido dentro do show. Que a gente não parasse para falar “agora tem um violão”, que eu acho que ia ficar um pouco irregular. Tipo ser montado um braço de uma coisa, com uma cabeça de outra…
g1 – Tipo aquele meme do prato com biscoito, pipoca, farofa… Tipo, um Frankenstein?
Clarice Falcão – É exatamente isso, sim. Apesar de eu ter gostado de ter feito um disco de farofa, depois um disco de biscoito e depois um disco de feijão, eu realmente acho que eu gosto de contar uma história dentro do show também, de se sentir imerso em algum tipo de experiência.
g1 – Falando das letras, você sempre pareceu contar o que você estava sentindo, mas você disse que o ‘Tem conserto’ foi o disco menos irônico e depois vieram outras músicas que me parecem mais sérias, mais intensas, né? Como você vê essa mudança que vai além da sonoridade?
Clarice Falcão – Tem a ver com crescer. Crescer no sentido de passar por experiências diferentes. Quando eu fiz ‘Monomania’, eu estava de fato extremamente apaixonada, vivendo o meu primeiro amor, né? Que é o amor que faz a gente ser imbecil.
E o problema é que eu estava realmente tipo me descobrindo independente, falando assim: “Não, mas eu só existo colada com uma pessoa, só apaixonada”. E no tempo certo veio a mesma coisa “bad trip”, do “After do fim do mundo”. São músicas do que eu estava passando naquele momento. O desespero do Bolsonaro eleito, depois a loucura da pandemia…. Aliás, o “After…” foi até composto antes, mas lançado durante a pandemia. Eu acho que eu sou vidente, cara.
Clarice na capa do álbum de estreia ‘Monomania’, de 2013
Reprodução
g1 – Talvez pelo Porta dos Fundos. Talvez pelos seus trabalhos como atriz em geral, muita gente vai te ouvir e parte do pressuposto que você está fazendo graça, que você está zoando. E nem sempre. Às vezes, você está querendo falar sério, mas entendem como piada. Ou pensam que às vezes tem um fundo de zoeira gigante e na verdade tem um fundo bem pequenininho, ou nem tem fundo. Como lida com isso?
Clarice Falcão – Cara, isso acontece muito. Por eu fazer muitas coisas, pensam que eu sou rasa em tudo. Muitas vezes, gente de teatro e gente de audiovisual me encara como uma cantora que está atuando. E as pessoas de música me encaram como uma atriz que está cantando. Então, você fica meio navegando num botezinho em águas internacionais.
Eu acho que o próprio Monomania tinha dois extremos: eu vi aqui as pessoas achavam que que era totalmente “piadento” e não era, era sobre sentimentos muito reais e de verdade. Mas também tinha uma galera que não enxergava ironia, que achava que eram músicas fofíssimas: “olha que maravilhoso esse amor que a pessoa dá um cianureto para outra e mata ela”. Eu enxergava esses dois extremos. Não tem muito o que fazer. É o que a pessoa vai interpretar mesmo.
g1 – Não dá para ficar explicando piada…
Clarice Falcão – E nem para ficar desexplicando piada!
g1 – Hoje, cada vez mais aparecem músicas falando de uma forma direta sobre saúde mental e você fez isso. Por que você acha que isso tem acontecido?
Clarice Falcão – Eu acho que o “Tem conserto” foi um ciclo nele próprio. Talvez eu volte a falar disso, ou faça uma música. Era uma coisa que eu estava guardando há muito tempo.
“Minha avó morreu de overdose, meu avô se matou… mas eu fui diagnosticada como bipolar e isso me deu uma noção do que estava acontecendo comigo. Eu acho que foi o que eu precisava para poder organizar os pensamentos e colocar isso na música.”
Mas eu fico muito feliz que a gente não esteja glamourizando, sabe? Inclusive, o nome “Tem conserto” é meio para dizer que vai passar, que tem conserto, vamos nos cuidar.
Clarice Falcão no show ‘Em conserto’
Michelle Castilho / Divulgação Circo Voador
g1 – Eu já mostrei músicas pop sobre saúde mental para psiquiatras e eles disseram que essas letras gringas, sem glamourizar, são legais. Aumenta a quantidade de novinhos que podem procurar ajuda e tal. Se a Ariana Grande sofre com isso, eles também podem. É básica essa associação…
Clarice Falcão – Eu tive muito privilégio de crescer numa família que falava sobre isso, mas tem muita gente que nem sabe o que está acontecendo e que os pais acham que é frescura e os amigos falam: “Ué, levanta da cama, cara. Vai, pega um sol”.
g1 – Você fica respondendo fã, respondendo hater… É engraçado que você falou no dia que foi anunciada no Lolla que era “um dia difícil para os inimigos dos meus sete fãs”. E depois você pediu “sugestões de letras para errar” no show. Eu sei que isso é natural, mas queria saber se é também uma persona, se você tenta se controlar para não ser sempre assim…
Clarice Falcão – Cara, eu sou assim. Eu acho que sempre usei o humor autodepreciativo, o humor em geral para tudo. Eu vim de uma família que faz muito isso. Acho que, inclusive, por minha mãe. Especialmente, por ter tido uma história de vida que poderia dar para ela um peso muito grande, do pai que se matou e da mãe que morreu de overdose e tal, muito novos, enfim. Eu acho que ela criou uma coisa de tentar não ser uma pessoa pesada, sabe? Ela é uma pessoa leve, uma pessoa que encara as coisas com humor. Então, minha mãe sempre teve um senso de humor assim. Ela é incrível. Eu morro de rir com ela, de verdade, e eu como espectadora. Eu gosto muito de ser entretida por ela.
Quem é Clarice Falcão e o que esperar do show no Lollapalooza
E eu acho que muitas vezes eu me perco no mundo de flyers e de anúncios (“vou fazer um show”, “vou fazer não sei o quê”). Eu pensei que eu queria fazer uma coisa diferente, sabe? Eu quero que quando eu me relacione com fã não seja uma relação daqui para cá. Quero que seja uma relação de amigos, horizontal. Até porque eu acho essa relação me coloca num lugar que eu odeio tipo uma coisa esquisita.
“Eu não me sinto muito bem falando ‘fã’, não me sinto muito bem ouvindo ‘diva’. Eu acho muito estranho, porque eu não tenho vocação para isso, eu não sou Ivete. Eu não conseguirei jamais ser a Ivete.”
Ela tem muita vocação para isso. Ela sobe no palco e ela reflete. Eu acho que eu desenvolvi minha própria relação com isso justamente para me sentir confortável. Eu acho que é para as pessoas que gostam da minha música poderem se divertir, não se sentirem desconfortáveis de falar comigo. É uma relação horizontal mesmo.
g1 – Eu lembro muito bem de ter entrevistado a sua mãe, eu trabalhava no “Jornal do Brasil”, há uns 12 anos. Era uma reportagem sobre YouTube, e ela tinha roteirizado um curta com você. Era o comecinho do YouTube e ela me disse: “Ah eu aceitei por causa da minha filha, eu não iria ficar fazendo videozinho pro YouTube. Minhas coisas de verdade são na TV”. [Risos]
Clarice Falcão – [Risos] Totalmente foi para me ajudar, cara. Inclusive, eu estava péssima. Acho que foi a primeira vez que eu tipo, fiquei mal, sabe? Fiquei na cama chorando e ela assim “Não, vamos lá, bota um cropped, reage, vamos fazer um vídeo”.
g1 – Eram os tempos de “Tapa na pantera”, bem antes de Porta dos Fundos… Eu lembro que o título era coisa do tipo “YouTube gera cliques e dinheiro”. O que mais que você lembra desses tempos que o YouTube era mato?
Clarice Falcão – O curta era o “Laços”. E era uma coisa meio um concurso do YouTube, meio internacional. A gente ganhou e foi maravilhoso, muito legal. Eu sinto que esse curta foi a minha primeira relação mais intensa que eu tive com a internet. Desde então, não foi uma coisa muito pensada, mas eu sempre volto para a internet, de uma forma meio doida. Parece que é meio cármico. O Porta, também não fui eu quem criei, mas fui chamada.
Quando eu gravei meus vídeos com violão… “Ah, onde é que eu boto isso?” Na internet. Eu estou amarrada nesse lugar, é uma relação de amor e ódio. Óbvio que já tive momentos que eu odiei, que eu quis sair da internet. Mas voltei e aprendi a lidar com comentários e a gente foi se entendendo e hoje tem uma relação mais saudável.
g1 – Ainda falando de mães… Quando eu falo de você para a minha mãe, a primeira imagem que ela tem é a música ‘O que faz você feliz?’. E para muitas pessoas que não vivem no universo de festival, eles pensam na sua voz doce cantando aquela musiquinha. Como foi essa campanha para você? Como foi lidar com essa superexposição mercadológica, no sentido de mercado?
Clarice Falcão – Eu lido bem. Porque por um lado foi difícil, não fui eu que compus a música. Então, acho que foi mais difícil para o compositor da música. As pessoas achavam que fui eu, né? Eu acho que ele, coitado, sofreu mais do que eu. Mas muita gente ainda acha que eu que compus. Eu lembro que quando eu fiz o meu primeiro festival grande, eu lembro de ler tipo assim “É música de comercial”. Só que eu não fiz nenhuma música de comercial.
Mas, por outro lado, foi como eu paguei meus discos, né? Eu gosto muito de ter a liberdade de não ser de uma gravadora. Eu gosto muito de poder lançar uma música a hora que eu quiser, de poder inventar o que eu quiser. Foi exatamente como eu fiz o meu segundo disco, eu nunca teria conseguido fazer independentemente se não tivesse feito esse comercial. Então, a gente vai aprendendo também.
g1 – E é uma música fofa. Por mim, tudo bem…
Clarice Falcão – Tem um preconceito. As pessoas muitas vezes têm preconceito, mas é super fofo aquele vídeo… Nossa, minha pele tá ótima!
Clarice Falcão passou a ser mais conhecida como cantora após música em propaganda de um supermercado
Divulgação
g1 – Sobre “Eleita” [série ainda inédita, em que uma influenciadora se torna governadora do Rio], na hora de gravar e de escrever o roteiro, vocês pensaram muito no Zelenskyy [presidente da Ucrânia]?
Clarice Falcão – Foi muito doida essa história. Porque quando a gente estava escrevendo foi uma ideia que a gente teve de loucura, né? Eu e o Célio [Porto], meu melhor amigo, a gente inclusive fez “Laços”… Quando a gente teve essa ideia, foi muito pensando em não fazer um “Girls”, não queríamos fazer uma comédia comportamental. A gente queria fazer uma loucura. Pô, eu sou do Rio de Janeiro, em algum momento, a personagem era eu mesma, Clarice.
Durante nosso processo, a gente pesquisou muito, e sabia da história da Ucrânia. A gente investigou e sabia de umas situações bem doidas. Na Nova Zelândia, teve um comediante que foi eleito e tem um documentário sobre isso e é maravilhoso. Vale muito a pena ver. E quando a gente anunciou “Eleita”, rolou isso [o começo da guerra e a Zelenskyy sendo mais falado], que loucura. A gente sabia o que tinha acontecido, mas não esperava que fosse dar nisso, né? Só sabia que era um cara de direita bem babaca que foi eleito interpretando em uma série.
Clarice Falcão na série ‘Eleita’
Divulgação/Prime

Fonte: G1 Entretenimento

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Alan Walker, o DJ do Lolla que usa máscara ‘anti-fama’ desde antes da pandemia: ‘Símbolo de união’


Um dos maiores DJs do mundo quer chamar Alok para participar do seu show no Lollapalooza e explica por que esconde rosto com máscara: ‘Para mostrar que qualquer um pode ser como eu’. Quem é Alan Walker e como será o show no Lollapalooza 2022
Não tem decreto que faça Alan Walker tirar a máscara. O DJ nascido na Inglaterra e criado na Noruega ficou famoso em 2015 com o hit “Faded”, e desde então só toca com um capuz e uma máscara no rosto. É assim que ele vai aparecer no Lollapalooza Brasil.
Veja a programação e os horários do Lollapalooza 2022
Ele é um prodígio da EDM e um visionário da popularização do estilo. Mas não dá para dizer que ele previu a pandemia. O motivo do uso da máscara passa longe da filtragem de ar por precaução sanitária. Ele só queria se esconder para colocar a música na frente da imagem pessoal.
“A ideia era criar um símbolo de união e indicar que qualquer um pode estar no meu lugar, fazendo o que eu faço, e por isso coloco um capuz e a máscara para mostrar que todos podem ser ‘walkers'”, diz Alan Walker ao g1.
É difícil acreditar que todo mundo pode ter mais de 11 bilhões de views no YouTube e ser chamado para parcerias que vão do rapper ASAP Rocky (“Live fast”) ao mestre das trilhas de cinema Hans Zimmer (“Time”). Nem virar estrela da música eletrônica aos 17 anos, com “Faded”.
Ele já veio ao Lollapalooza no Brasil em 2018, logo antes de ser escolhido um dos 21 músicos mais poderosos com menos de 21 anos pela revista “Billboard”. A máscara teve o efeito colateral positivo de tirar a pressão por entrar na indústria musical tão jovem.
“Eu consegui ter minha privacidade, visitar as cidades normalmente e ser deixado em paz quando eu queria”, conta o músico, feliz por poder fazer seu electro house sem ser incomodado.
Chapa de Alok pesquisa parada do Brasil
Alan Walker
Divulgação
Hoje ele é reconhecido por fãs de música eletrônica mesmo com a máscara, mas já está mais acostumado às viagens e aos megashows. Ele fez aliados neste circuito, como o brasileiro Alok.
Na entrevista ao g1, Alan Walker disse que queria chamar Alok para tocar no seu show no Lollapalooza. Dois dias depois, lá estava o brasileiro em cima do palco com ele no Chile. O encontro no Brasil não é certo, já que Alan toca na sexta-feira (25) e Alok, no sábado (26).
Mas o show pode ter outro elemento nacional: Alan Walker diz que estava checando as músicas nas paradas de streaming brasileiras para tentar encaixar alguma no seu set. Ele não quis adiantar as impressões ou a faixa que pode escolher. “Estou planejando”… disse o DJ mascarado.
VÍDEOS: VEJA O QUE ESPERAR DE TODOS OS SHOWS DO LOLLA

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2022: saiba onde assistir a todos os filmes indicados


Premiação da Academia acontece neste domingo (27) e principais concorrentes já estão disponíveis no Brasil. Oscar 2022: ‘Duna’, ‘Ataque dos Cães’, ‘Licorice Pizza’, ‘Não Olhe Para Cima’, ‘King Richard’, ‘Drive My Car’, ‘Belfast’, ‘O Beco do Pesadelo’, ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘No ritmo do coração’ concorrem a melhor filme
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O Oscar 2022 acontece já neste domingo (27). Para quem gosta de cinema, a aproximação da principal premiação de Hollywood pode ter dois lados. Por um, há menos tempo para assistir a todos os indicados antes do evento. Por outro, pelo menos os principais concorrentes já estão disponíveis no Brasil.
“Ataque dos Cães” em número de indicações, com 12. O faroeste é seguido de “Duna” (10), “Belfast” (7), “Amor, Sublime Amor” (7″), “King Richard: Criando Campeãs” (6), “Drive My Car” (4), “Beco do Pesadelo” (4) e “Não Olhe Para Cima” (4).
Oscar 2022: veja lista de indicados
G1 já viu… Veja críticas dos indicados a melhor filme
De acordo com os principais prêmios pré-Oscar, “No ritmo do coração” é o favorito a levar a estatueta de melhor filme. O filme sobre uma jovem, única ouvinte de uma família surda, que sonha em virar cantora levou as categorias principais dos sindicatos do produtores e dos atores de Hollywood.
Veja abaixo a lista completa de indicados e onde é possível assisti-los no Brasil (cinemas ou plataformas de streaming):
Melhor Filme
“Belfast” (cinemas)
“Ataque dos Cães” (Netflix)
“King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Oi Play, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video)
“Licorice Pizza” (cinemas)
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas)
“No Ritmo do Coração” (Prime Video, YouTube, Apple iTunes)
“Não Olhe Para Cima” (Netflix)
“Amor, Sublime Amor” (Disney+)
“Drive My Car” (cinemas)
“O Beco do Pesadelo” (Star+)
Melhor Direção
Jane Campion — “Ataque dos Cães” (Netflix)
Kenneth Branagh — “Belfast” (cinemas)
Paul Thomas Anderson — “Licorice Pizza” (cinemas)
Ryûsuke Hamaguchi — “Drive My Car” (cinemas)
Steven Spielberg — “Amor, Sublime Amor” (Disney+)
Melhor Ator
Will Smith — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Oi Play, Prime Video, YouTube, Microsoft Store, Prime Video)
Benedict Cumberbatch — “Ataque dos Cães” (Netflix)
Andrew Garfield — “Tick, Tick… Boom!” (Netflix)
Denzel Washington — “A Tragédia de Macbeth” (Apple TV Plus)
Javier Bardem — “Apresentando os Ricardos” (Prime Video)
Nicole Kidman e Javier Bardem numa cena de “Being the Ricardos”
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Melhor Atriz
Nicole Kidman — “Apresentando os Ricardos” (Prime Video)
Jessica Chastain — “Os Olhos de Tammy Faye” (sem previsão de estreia)
Olivia Colman — “A Filha Perdida” (Netflix)
Penélope Cruz — “Mães Paralelas” (cinemas e Netflix)
Kristen Stewart — “Spencer” (sem previsão de estreia em plataformas)
Melhor Ator Coadjuvante
Kodi Smit-McPhee — “Ataque dos Cães” (Netflix)
Troy Kotsur — “No Ritmo do Coração” (Prime Video, YouTube, Apple iTunes)
Ciarán Hinds — “Belfast” (cinemas)
J.K. Simmons — “Apresentando os Ricardos” (Prime Video)
Jesse Plemons — “Ataque dos Cães” (Netflix)
Melhor Atriz Coadjuvante
Ariana DeBose — “Amor, Sublime Amor” (Disney+)
Kirsten Dunst — “Ataque dos Cães” (Netflix)
Aunjanue Ellis — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Oi Play, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video)
Judi Dench — “Belfast” (cinemas)
Jessie Buckley — “A Filha Perdida” (Netflix)
Melhor Roteiro Adaptado
Jane Campion — “Ataque dos Cães” (Netflix)
Sian Heder — “No Ritmo do Coração” (Prime Video, YouTube, Apple iTunes)
Maggie Gyllenhaal — “A Filha Perdida” (Netflix)
Ryûsuke Hamaguchi, Takamasa Oe — “Drive My Car” (cinemas)
Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth — “Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas)
Cooper Hoffman e Alana Haim em cena de ‘Licorice pizza’
Divulgação
Melhor Roteiro Original
Kenneth Branagh — “Belfast” (cinemas)
Adam McKay — “Não Olhe Para Cima” (Netflix)
Paul Thomas Anderson — “Licorice Pizza” (cinemas)
Zach Baylin — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Oi Play, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video)
Eskil Vogt e Joachim Trier — “A Pior Pessoa do Mundo” (estreia nos cinemas em 24/3)
Melhor Animação
“Encanto” (Disney+)
“Os Mitchell contra as Máquinas” (Netflix, YouTube, Claro Video, Microsoft Store, Apple iTunes)
“Flee – A Fuga” (sem previsão de estreia)
“Luca” (Disney+)
“Raya e o Último Dragão” (Disney+)
Melhor Filme Estrangeiro
“Drive My Car” (cinemas)
“Flee – A Fuga” (sem previsão de estreia)
“A Pior Pessoa do Mundo” (estreia nos cinemas em 24/3)
“A Mão de Deus” (Netflix)
“A Felicidade das Pequenas Coisas” (cinemas)
Denzel Washington interpreta o torturado personagem shakespeariano Macbeth
Apple TV+
Melhor Documentário
“Summer of Soul (…ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)” (sem previsão de estreia)
“Flee – A Fuga” (sem previsão de estreia)
“Ascension” (Paramount+)
“Attica” (sem previsão de estreia)
“Writing with Fire” (Now, Apple iTunes, YouTube, Prime Video)
Melhor Fotografia
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas) — Greig Fraser
“O Beco do Pesadelo” (Star+) — Dan Laustsen
“Ataque dos Cães” (Netflix) — Ari Wegner
“A Tragédia de Macbeth” (Apple TV Plus) — Bruno Delbonnel
“Amor, Sublime Amor” (Disney+) — Janusz Kaminski
Melhor Design de Produção
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas) — Patrice Vermette (designer de produção), Zsuzsanna Sipos (decoradora de set)
“O Beco do Pesadelo” (Star+) — Tamara Deverell (designer de produção), Shane Vieau (decorador de set)
“A Tragédia de Macbeth” (Apple TV Plus) — Stefan Dechant (designer de produção), Nancy Haigh (decoradora de set)
“Amor, Sublime Amor” (Disney+) — Adam Stockhausen (designer de produção), Rena DeAngelo (decoradora de set)
“O Ataque dos Cães” (Netflix)
Cena de ‘Amor, sublime amor’
Divulgação
Melhor Montagem
“Não Olhe Para Cima” (Netflix) — Hank Corwin
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas) — Joe Walker
“Ataque dos Cães” (Netflix) — Peter Sciberras
“King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Oi Play, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video) — Pamela Martin
“Tick, Tick… Boom!” (Netflix) — Andrew Weisblum e Myron Kerstein
Melhor Figurino
“Cruella” (Disney+) — Jenny Beavan
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas) — Jacqueline West e Robert Morgan
“O Beco do Pesadelo” (Star+) — Luis Sequeira
“Amor, Sublime Amor” (Disney+) — Paul Tazewell
“Cyrano” (nos cinemas em 31/3) — Massimo Cantini Parrini e Jacqueline Durran
Melhor Maquiagem e Penteado
“Cruella” (Disney+) — Nadia Stacey, Carolyn Cousins
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas) — Donald Mowat, Love Larson, Eva von Bahr
“Os Olhos de Tammy Faye” (sem previsão de estreia) — Linda Dowds, Stephanie Ingram, Justin Raleigh
“Casa Gucci” (Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video) — Jana Carboni, Giuliano Mariano, Göran Lundström
“O Príncipe Volta a Nova York” (Prime Video) — Michael Marino, Stacey Morris e Carla Farmer
Aunjanue Ellis, Mikayla Lashae Bartholomew, Will Smith, Saniyya Sidney, Demi Singleton e Daniele Lawson em cena de ‘King Richard’
Divulgação
Melhor Trilha Sonora
“Não Olhe Para Cima” (Netflix) — Nicholas Britell
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas) — Hans Zimmer
“Encanto” (Disney+) — Germaine Franco
“Ataque dos Cães” (Netflix) — Jonny Greenwood
“Mães Paralelas” (cinemas e Netflix) — Alberto Iglesias
Melhor Canção
“Dos Oruguitas” — “Encanto” (Disney+)
“Somehow You Do” — “Quatro Dias a Teu Lado” (Now, YouTube, Claro Video, Apple iTunes)
“Be Alive” — “King Richard: Criando Campeãs” (HBO Max, Now, Oi Play, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video)
“007: Sem Tempo Para Morrer” — “007: Sem Tempo Para Morrer” (Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store)
“Down To Joy”— “Belfast” (cinemas)
Melhor Som
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas)
“007: Sem Tempo Para Morrer” (Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store)
“Ataque dos Cães” (Netflix)
“Amor, Sublime Amor” (Disney+)
“Belfast” (cinemas)
Melhores Efeitos Visuais
“Duna” (HBO Max, Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store, Prime Video e cinemas)
“Free Guy” (Star+)
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (Disney+)
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (cinemas, Now, YouTube, Microsoft Store, Apple iTunes, Prime Video)
“007: Sem Tempo Para Morrer” (Now, Apple iTunes, YouTube, Microsoft Store)
Melhor Animação Curta-Metragem
“Affairs of the Art” (sem previsão de estreia)
“A Sabiá Sabiazinha” (Netflix)
“The Windshield Wiper” (sem previsão de estreia)
“Bestia” (sem previsão de estreia)
“Boxballet” (sem previsão de estreia)
Melhor Curta-Metragem
“The Long Goodbye” (sem previsão de estreia)
“Ala Kachuu – Take and Run” (sem previsão de estreia)
“The Dress” (sem previsão de estreia)
“On My Mind” (sem previsão de estreia)
“Please Hold” (sem previsão de estreia)
Melhor Documentário Curta-Metragem
“The Queen of Basketball” (sem previsão de estreia)
“Three Songs for Benazir” (Netflix)
“When We Were Bullies” (sem previsão de estreia)
“Audible” (Netflix)
“Onde eu moro” (Netflix)
Veja a lista de indicados ao Oscar 2022 de melhor filme

Fonte: G1 Entretenimento

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Cão farejador ajudou a identificar mais de 90 bombas na guerra contra a Rússia, diz Defesa da Ucrânia

Animal foi batizado como Patron, que em ucraniano significa cartucho, e acompanha uma equipe do esquadrão anti-bomba em Chernihiv, no norte da Ucrânia. Cão farejador ajudou a identificar mais de 90 bombas durante a guerra na Ucrânia
Um cão farejador ucraniano ajudou a identificar mais de 90 bombas desde o início da invasão russa, disseram os serviços da Defesa da Ucrânia nesta semana.
O animal, que foi batizado como Patron, nome em ucraniano que equivale a cartucho – de munição, mesmo -, acompanha uma equipe do esquadrão anti-bomba em Chernihiv, no norte do país.
Na gravação, é possível ver o animal sendo preparado com um colete que tem seu nome bordado em alfabeto cirílico, antes de partir para o trabalho.
O pequeno Patron fareja bombas mais de dez vezes maior que ele. Em campo, ele parte em busca de artefatos que ficaram perdidos e também os que não explodiram.
O material encontrado representa um alto risco tanto para seus combatentes como para civis.
Chernihiv fica a 140 km da capital, Kiev, onde os combates seguem intensos. É nesta cidade que o governo ucraniano acusa as forças russas de terem matado civis em uma fila de pão.
Russos matam 10 civis na fila por pão em Chernihiv, diz TV ucraniana

Fonte: G1 Entretenimento

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Laís é a nona eliminada no paredão do ‘BBB22’, com 91,25% dos votos, e entra para top 10 de rejeições


Médica disputava permanência na casa com Douglas Silva (4,48%) e Eliezer (4,27%) e conseguiu a nona maior porcentagem de votos na história do programa. Veja lista de maiores rejeições. Laís no ‘BBB22’
Reprodução/Globo
Laís foi a nona eliminada no paredão do “Big Brother Brasil 22”, com 91,25% dos votos. A disputa pela eliminação do “BBB22” desta terça-feira (22) tinha ainda Douglas Silva (4,48%) e Eliezer (4,27%).
A porcentagem dos votos recebidos pela médica é a nona maior da história do programa. Ela foi a primeira da edição a entrar para o top 10. Karol Conká, do “BBB21”, ainda está no topo, com 99,17%.
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais
O paredão foi formado neste domingo (20). Laís foi a escolhida pelo líder da semana, Arthur Aguiar.
Com direito de um contragolpe, a médica indicou Douglas. Eliezer completou a trio por ser o mais votado da casa, indicado por seis participantes.
Gustavo, que tinha sido escolhido para o paredão ainda na quinta-feira (17) pelos participantes já eliminados do programa, conseguiu escapar na prova bate-volta.
Gustavo abraça Laís no ‘BBB22’
Reprodução/Globo
Veja lista com maiores rejeições do programa
Karol Conká (“BBB21”) – 99,17% (paredão triplo)
Nego Di (“BBB21”) – 98,76% (paredão triplo)
Aline (“BBB5”) – 95% (paredão duplo)
Patrícia (“BBB18”) – 94,26% (paredão triplo)
Felipe Cobra (“BBB7”) – 93% (paredão duplo)
Nayara (“BBB18”) – 92,69% (paredão triplo)
Rafa (“BBB12”) – 92% (paredão duplo)
Rogério (“BBB5”) – 92% (paredão duplo)
Laís (“BBB22”) – 91,25% (paredão triplo)
Airton (“BBB7”) – 91% (paredão duplo)

Fonte: G1 Entretenimento

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Antonio Villeroy se une a Bebeto Alves no single ‘Mañana’, aperitivo do álbum ‘Banquete’


♪ Programado para ser lançado em 2021, ano em que Antonio Villeroy festejou 60 anos de vida e 40 de carreira, o álbum Banquete acabou adiado. Antes de servir Banquete na íntegra, ainda neste primeiro semestre de 2022, Villeroy vem liberando aperitivos do álbum.
Na sequência do single Un certain jour (2021), lançado no ano passado com gravação feita pelo artista gaúcho com a cantora francesa Marie Minet, Villeroy se junta ao conterrâneo Bebeto Alves em Mañana.
Segundo single de Banquete, Mañana desembarca nos players digitais na sexta-feira, 25 de março, com versão em espanhol de Manhã (2016), música lançada por Ana Carolina há 16 anos no álbum Dois quartos (2006).
Manhã é música de Antonio Villeroy com Bebeto Alves – compositores de Uma louca tempestade (2003), hit da cantora mineira, lançado no álbum Estampado (2003) – em parceria com Alê Ferreira e com a própria Ana Carolina.
A gravação da versão em espanhol Mañana tem os toques das percussões de Bruno Coelho, Davi Vieira, Gustavo Di Dalva, Mauro Refosco e Tuti Rodrigues. Paula Finn toca castanholas no single Mañana.
Capa do single ‘Mañana’, de Antonio Villeroy com Bebeto Alves
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Setlist dos Strokes no Lollapalooza 2022: como deve ser o show?

Saiba o que esperar do setlist e relembre a história da banda antes do show no Lolla. The Strokes no Lollapalooza: o que esperar do show
Os Strokes são os headliners que mais têm a cara do Lollapalooza em 2022. A banda tem mais de 20 anos, foi a última grande sensação do indie rock e já até tocou no Lolla 2017. E não mudou muita coisa desde então.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DOS STROKES NO LOLLAPALOOZA
O vocalista Julian Casablancas segue com a mesma cara de bêbado triste e look de mendigo milionário. De lá pra cá, eles lançaram um disco só. Mas é um álbum que faz a diferença.
“The New Abnormal” saiu em abril de 2020. E é o melhor disco deles em 15 anos. Eles estão mais inspirados e menos burocráticos. Parece que estão mais a fim. É um show que tem tudo para ser melhor que o de 2017.
E os setlists recentes são bem isso: quase só de músicas bem velhas e as melhores da safra bem nova. Eles encerram a sexta-feira, 25 de março.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
VEJA MAIS VÍDEOS DO LOLLAPALOOZA 2022:
Setlist do show na Argentina
Os Strokes costumam sempre mudar músicas no setlist. Mas pelo show no Lolla da Argentina, é possível ter uma ideia do possível repertório no Brasil:
Bad Decisions
You Only Live Once
Under Control
Juicebox
The Adults Are Talking
Electricityscape
Take It or Leave It
Razorblade
Trying Your Luck
Brooklyn Bridge to Chorus
Hard to Explain
Someday
Eternal Summer
You’re So Right
Reptilia
Killing Lies
New York City Cops
Ode to the Mets

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Sena: o que esperar do show no Lollapalooza? Veja vídeo

Relembre a trajetória de Marina Sena e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Quem é Marina Sena e como será o show no Lollapalooza 2022
Marina Sena é figura obrigatória em todos os festivais de 2022 no Brasil. O Lolla nem tinha anunciado inicialmente a cantora mineira, o que foi estranho, mas não resistiu. Voltou atrás e vai ter “Por supesto” no festival, sim. Esse hit foi o que projetou o nome dela a nível nacional, por causa do Tik Tok.
CLIQUE ACIMA PARA VER O VÍDEO SOBRE O SHOW DE MARINA SENA NO LOLLAPALOOZA
A Marina foi, sem dúvida, a grande revelação pop de 2021 com o álbum de estreia “De Primeira”. Antes, ela fez parte de dois grupos: o Rosa Neon e A Outra Banda da Lua. O disco é cheio de música boa, como “Voltei pra mim” e “Me Toca”. Com certeza vai ser um momento brasilidades, pra se divertir e mexer o “ombrim” no domingo.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
VEJA MAIS VÍDEOS DO LOLLAPALOOZA 2022:

Fonte: G1 Entretenimento