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Rapper Edgar versa sobre ‘Bíblia, boi e bala’ em EP produzido por Pupillo


♪ Ultravioleta – disco que Edgar lança nesta sexta-feira, 18 de março – tem título que remete aos nomes dos dois álbuns mais recentes do artista paulista, Ultrassom (2018) e Ultraleve (2021).
Só que, em vez de álbum, Ultravioleta é EP em que o artista apresenta três músicas inéditas, além do Djanguru dubmix de música do álbum anterior, Prêmio Nobel (Edgar e Pupillo Oliveira, 2021), reouvida em remix produzido por Jamil El Fakih.
As três músicas novas do EP Ultravioleta (Deck)– A hierarquia do pecado (Edgar, Pupillo Oliveira e Kassin), Bíblia, boi e bala (Edgar, Pupillo Oliveira e Kassin) e Fake news (Edgar e Pupillo Oliveira) – foram gravadas com produção musical de Pupillo, piloto dos dois últimos álbuns desse rapper que ganhou projeção nacional ao participar de aclamado álbum de Elza Soares (1930 – 2022), Deus é mulher (2018).
Capa do EP ‘Ultravioleta’, de Edgar
Caroline Bittencourt

Fonte: G1 Entretenimento

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Músicas inéditas de Pixinguinha são tocadas pelo Sexteto do Nunca sob a batuta de Henrique Cazes


♪ Pilar do choro e da própria música brasileira formatada ao longo do século XX, o compositor, arranjador, flautista e saxofonista carioca Alfredo da Rocha Vianna Filho (23 de abril de 1897 – 17 de fevereiro de 1973), o Pixinguinha, deixou baú de músicas inéditas.
Esse baú começou a ser aberto em 2000, ano em que o Instituto Moreira Salles encampou pesquisa no acervo do compositor. Esse trabalho de pesquisa propiciou a descoberta de muitas composições inéditas do artista. A essas músicas, se somou em 2017 o material igualmente inédito então em posse de outros compositores e instrumentistas.
O resultado final trouxe à luz mais de 50 músicas jamais gravadas – algumas, apenas tocadas em transmissões radiofônicas. Parte desse repertório – precisamente, 26 músicas inéditas – está sendo mostrado ao público no ciclo de espetáculos Pixinguinha como nunca, programado pelo Centro Cultural do Brasil para percorrer quatro capitais do país em rota iniciada em São Paulo (SP) ontem, 17 de março, e prevista para ser encerrada em 1º de maio em Belo Horizonte (MG).
Para tocar músicas como o choro-canção Para não te esquecer, o samba Feitiço, a valsa Paraibana, a polca Jagunça, o maxixe Luiz tocando e o Choro nº 7, Henrique Cazes – no toque do cavaquinho e como diretor musical e arranjador – estará à frente do Sexteto do Nunca, conjunto instrumental completado por Marcelo Caldi (sanfona), Carlos Malta (flauta e sax), Silvério Pontes (trompete e flugelhorn), Marcos Suzano (percussão) e João Camarero (violão de sete cordas).
Neto de Pixinguinha e diretor artístico do espetáculo, Marcelo Vianna também estará em cena, fazendo participação em Pixinguinha como nunca.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guitarrista Eduardo Mercuri ilumina ‘Primeira estrela’, samba de Jorge Aragão, com a luz do jazz


Artista curitibano lança o quarto álbum, ‘Tales from Brooklyn’, em 1º de abril. ♪ Guitarrista curitibano que também toca outros instrumentos, como contrabaixo e bandolim, Eduardo Mercuri alude no título do quarto álbum, Tales from Brooklyn, ao fato de estar radicado na cidade de Nova York (EUA).
No disco de acento jazzístico, cujo primeiro volume aporta em 1º de abril com seis faixas e com capa que expõe arte de Jamile Munaier, o compositor e músico ilumina Primeira estrela – samba de Jorge Aragão, lançado por Waguinho em 2001 e propagado dois anos depois pelo Grupo Revelação no álbum Novos rumos (2003) – em registro instrumental.
Primeira estrela figura em repertório quase inteiramente autoral que inclui os temas Sunset Boulevard, Pegasus, Sorrento, Love is a fire e Soul fix. Dois, Sunset Boulevard e Soul fix, já foram previamente apresentados em singles editados em 2021.
O álbum Tales from Brooklyn traz em três faixas – Primeira estrela, Sorrento e Soul fix – o toque de Kan Yanabe, percussionista japonês com quem Mercuri formou duo recentemente. Anthony Fung, Jordam Rose e Vitor Hirtsch se revezam no toque da bateria, enquanto Eduardo Mercuri pilota o contrabaixo e os teclados, além de guitarra.
O álbum Tales from Brooklyn foi mixado e masterizado por Vitor Hirtsch.
Capa do álbum ‘Tales from Brooklyn’, de Eduardo Mercuri
Arte de Jamile Munaier

Fonte: G1 Entretenimento

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Arnold Schwarzenegger diz aos russos que seus líderes estão mentindo


Ator publicou um vídeo em seu Twitter em que diz que essa guerra “não é do povo russo”. Arnold Schwarzenegger
Redes sociais
O ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger disse nesta quinta-feira (17) ao povo russo que eles estão recebendo informações erradas sobre a ofensiva de seu país sobre a Ucrânia, e fez um apelo ao presidente russo, Vladimir Putin, para que suspenda o ataque. 
O astro de Hollywood disse em um vídeo de nove minutos no Twitter que o Kremlin está mentindo intencionalmente aos russos ao dizer que a invasão tem a intenção de “desnazificar” a Ucrânia. A Rússia descreve suas ações como uma “operação especial”. 
Família de diretora Halyna Hutchins, morta no set de ‘Rust’, não consegue sair da Ucrânia
Schwarzenegger falou sobre a sua admiração pelo povo russo e sobre seu ídolo Yuri Petrovich Vlasov, atleta russo e campeão em levantamento de peso, de quem tinha uma foto colada na parede do quarto.
Arnold Schwarzenegger em vídeo no Twitter
Reprodução/Twitter/Schwarzenegger
O ator também lembrou que seu pai, integrante do exercito nazista, que foi ferido em território russo durante a Segunda Guerra Mundial.
“A Ucrânia não começou essa guerra, nem os nacionalistas ou os nazistas”, disse, apontando que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, é judeu. “Essa não é a guerra do povo russo.” 
A maior invasão na Europa desde a Segunda Guerra Mundial destruiu cidades ucranianas e fez mais de 3 milhões de refugiados deixarem a Ucrânia em direção a países vizinhos. 
Não está claro quantas pessoas na Rússia sabem sobre a guerra, depois que o Kremlin cortou o acesso a vários canais e sites de imprensa. 
Schwarzenegger pediu que os russos espalhem a verdade sobre a “catástrofe humana” e disse aos manifestantes russos que o mundo está assistindo. 
“O mundo tem visto sua bravura. Sabemos que vocês sofreram as consequências de sua coragem”, disse. “Vocês são meus novos heróis.” 

Fonte: G1 Entretenimento

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Família de diretora Halyna Hutchins, morta no set de ‘Rust’, não consegue sair da Ucrânia


Halyna era ucraniana e morreu com tiro acidental disparado por Alec Baldwin durante filmagens no ano passado. A diretora de fotografia Halyna Hutchins durante o festival de Sundance de 2018. O ator americano Alec Baldwin disparou uma arma de fogo que matou a cineasta e feriu o diretor em um filme ambientado no Novo México, disseram policiais dos EUA em 21 de outubro de 2021
Sonia Recchia/Getty Images/AFP
A família de Halyna Hutchins, diretora de fotografia morta no set de “Rust”, não consegue sair da Ucrânia. Halyna, que era ucraniana, foi morta com um tiro acidental disparado pelo ator Alec Baldwin durante as gravações do filme, no ano passado.
O marido da diretora, Matthew Hutchins, disse ao site TMZ que seus parentes estão presos em Kiev por causa dos ataques constantes do exercito da Rússia aos corredores humanitários, que garantiriam a saída segura dos cidadãos ucranianos.
Halyna Hutchins: quem era diretora morta por Alec Baldwin em set
Hutchins contou que a mãe de Halyna sabe que não pode sair com segurança e continua trabalhando no mesmo hospital, onde é enfermeira há mais de uma década, e o pai de Halyna também está na capital.
Um representante de Hutchins disse ainda ao TMZ que a irmã de Halyna e sua sobrinha, de 3 anos de idade, conseguiram chegar na fronteira com a Romênia para saírem do país.
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Segundo o site, Hutchins diz acreditar que é preciso ter uma zona de exclusão aérea na Ucrânia e pede que a China assuma a dianteira e tome uma atitude se Otan não tomar.
Ele acredita que a intervenção chinesa garantiria que ambos os lados ficassem fora do espaço aéreo e a Rússia parasse de usar foguetes nas forças terrestres da Ucrânia.
Matthew também elogia os ucranianos por inspirarem o mundo com sua bravura na defesa de seu país e por mostrarem a verdade sobre a invasão de Putin e as atrocidades cometidas pelas forças russas.
Semana Pop conta como presidente da Ucrânia foi de celebridade da TV a Chefe de Estado

Fonte: G1 Entretenimento

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Falta uma semana para o Lollapalooza: artistas adiantam como serão os shows


Ouça guia do festival na voz de suas estrelas. Podcast g1 ouviu tem prévia do evento em entrevistas com Foo Fighters, Black Pumas, Alessia Cara, Pabllo Vittar, Marina Sena, Gloria Groove, Fresno e mais. Foo Fighters, Gloria Groove, Pabllo Vittar, Marina Sena e Rashid falam ao podcast g1 ouviu sobre o Lollapalooza 2022
Fábio Tito/g1; Marcelo Brandt/g1; Divulgação [18:12] Fabio Tito fechando aqui, qualquer coisa vem de zap!
Falta uma semana para o Lollapalooza 2022. É pouco tempo para quem já esperou três anos até curtir o festival de novo – foram duas edições canceladas desde a mais recente, em 2019, por conta da pandemia.
Veja a programação completa com horários do Lollapalooza 2022
O Lolla mais aguardado de todos os tempos vai começar na sexta-feira (25), até o domingo (27). O podcast g1 ouviu faz uma prévia do festival na voz de algumas das suas principais estrelas. Ouça abaixo e leia mais a seguir.
Rashid
No Lolla de 2019, Rashid estava começando seu show no Lolla quando começou uma tempestade de raios. O show teve que parar e não voltou. “Foi um momento muito frustrante. Acho que para todo artista, ainda mais de uma cena alternativa, começando e fazendo rap no Brasil, o palco do Lolla é um dos maiores sonhos profissionais”.
“Agora a minha expectativa novamente está lá em cima, porém já com a experiência de que ‘calma também as coisas podem não sair com planejado’. Mas a expectativa é sempre fazer um grande show e se divertir”. Leia a entrevista completa com Rashid sobre o Lolla.
Rashid
Kleber de Oliveira / Divulgação
Gloria Groove
“Lollapalooza é a preparação da minha vida agora. Porque é o lugar onde eu escolhi para estrear esse novo show.”
“Ele tem uma importância gigante para marcar esse esse momento, e eu acredito que pode ser o show da minha vida.”
“O álbum (“Lady Leste”) engloba uma versatilidade grande de estilos, e eu acho que trazer isso para um palco pop do festival pode colocar em tudo em outro patamar.”
“Ao mesmo tempo, eu sinto que eu me preparo para isso a vida inteira. Eu sempre quis ser uma artista de grandes shows e festivais. Lollapalooza para mim é uma confirmação de que ‘Lady Leste’ é a era que eu sempre quis fazer – só não tinha antes a condição de amarrar isso tudo.” Leia entrevista completa e ouça podcast com Gloria Groove.
Gloria Groove
Divulgação
Pabllo Vittar
“Eu me sinto muito honrada, espero poder representar o Norte e o Nordeste com muita força e muita garra e mostrar essa cultura que é tão rica para todo o Brasil. Estou muito ansiosa mesmo de fazer minhas coreografias, de cantar as músicas e de sentir toda essa vibração nortista no palco do Lolla.”
“Vai desde ‘Vai passar Mal’ a ‘Batidão Tropical’, também (o remix com) Lady Gaga. Vou passear por todos os meus quatro álbuns e levar um pouquinho do “I am Pabllo Tour” para o palco do Lolla, com troca de look, coreografias, arranjos e vocais.”
“Eu lembro da primeira vez que fui como espectadora, e me diverti tanto. Lembro do show da MØ, do Duran Duran e do BaianaSystem, que assisti bem na grade. Voltar agora em 2022 é um sonho realizado.”
“A gente que é artista vai num show e vê a entrega do cantor, com toda aquela luz e a galera gritando… a gente se imagina lá. Graças a Deus esse ano é minha vez. Eu vou arrasar, não vou perder essa oportunidade”, promete. Leia mais sobre Pabllo e o Lolla.
Pabllo Vittar durante apresentação no festival ‘Corona Capital’, na Cidade do México, neste domingo (21)
Eduardo Verdugo/AP
Marina Sena
“A gente está preparando um showzão. Alugamos um lugar agora em que a gente vai ensaiar o show como ele é mesmo, cada detalhe, cada fala, cada coisa, cada movimento, cada luz, cada tudo, para ficar realmente um espetáculo bem amarradinho. E bem teatral. Vai ser pequeno, 45 minutos de show. Mas a gente vai tentar fazer eu ser gigante nesse tempo.”
“Eu estou com duas bailarinas no meu show normalmente. Mas no Lollapalooza vai ter mais balé. A gente nunca ensaiou o show como ele é, porque não deu tempo – não tem como, você é engolido pelas demandas. Então você vai ensaiando no show, basicamente, já fazendo.”
“Agora a gente vai parar e entender cada detalhe do show, para ficar tudo bem amarradinho, tal qual uma diva pop tem que agir. Então vai ser bem mais especial, bem mais pensado.”
“E a partir desse show do Lollapalooza os próximos já vão vir com esse mesmo peso. Mas acho que é realmente no Lollapalooza que o show vai subir uns 10 degraus”. Veja o que esperar de Marina Sena do Lolla.
Marina Sena no clipe de ‘Cabelo’
Divulgação/Fernando Tomaz
Foo Fighters
A banda vai tocar no festival logo após lançar no Brasil “Terror no Estúdio 666”. É um filme de horror-zoeira, inspirado na mansão com fama de mal assombrada onde eles gravaram o disco mais recente, “Medicine at midnight”.
Em entrevista sobre o filme, o g1 aproveitou para perguntar se haveria algum elemento do longa no telão ou durante o show. “A gente nem tinha pensado nisso. É uma ideia muito boa mesmo”, respondeu Dave Grohl em tom de brincadeira.
Eles viajaram na ideia e até sugeriram pegar emprestado o Eddie, boneco do Iron Maiden. Dave anda que poderia ter sangue jorrando no público, ainda em clima de piada. Veja mais sobre os Foo Fighters no Lolla.
Foo Fighters
Divulgação
Black Pumas
O Black Pumas toca no mesmo dia dos Foo Fighers. Com cinco anos de existência e shows lotados, o duo texano faz um som que transita pelo rock, soul e R&B, numa embalagem mais moderna. Há quem chame de soul-psicodélico.
O público pode esperar algo mais complexo do que muita coisa do pop atual. “Escrevo de forma mais complexa, mas apenas porque não sigo a estrutura que ouvimos no TikTok. É menos pop”, disse o vocalista Eric Burton.
Quer referências? “Sou fã de folk music, de Bob Dylan e Neil Young, e também de Marvin Gaye, Al Green, Aretha Franklin, Otis Redding e Wilson Pickett. São todos artistas que me identifico e tento levar para o Black Pumas.” Leia mais sobre os Black Pumas.
Eric Burton e Adrian Quesada, do duo Black Pumas
Jody Domingue
Fresno
“O que a gente fez não foi nem montar um setlist. A gente montou uma banda. A gente vai ser uma banda maior no Lolla, vai tocar com uma formação maior, que já testou, mas agora vai ser a primeira vez que vai botar todo mundo no palco. É com naipe de metais, percussão, uma doideira”, diz o vocalista Lucas Silveira.
“Então todas as músicas, até as que já são mais batidas, que todo mundo conhece, vão estar sendo executadas numa versão diferente. Isso sim eu acho que faz o cara que está passando lá olhar e falar: ‘Putz, isso aqui é Fresno, mano, que doido’.” Veja mais sobre o Fresno no Lollapalooza.
Fresno no Planeta Atlântida 2020.
André Feltes/ Agência Preview
Clarice Falcão
“Eu acredito muito em fazer um show espontâneo. Pelo menos é o que eu tenho feito com essa turnê. Até o meu primeiro show, ‘Monomania’, era bem teatral, todo roteirizado. Cada fala era totalmente pensada, e eu gostei muito de fazer. Mas eu tenho tido muito prazer em fazer um show espontâneo, em que você não sabe o que vai acontecer. Entender o público, entender qual é a ‘vibe’ da galera, responder as coisas. Alguém grita um negócio… Enfim, eu estou empolgada para sentir o público do Lolla, sabe?”. Veja mais sobre o que esperar do show de Clarice Falcão no Lollapalooza.
Clarice Falcão no show ‘Em conserto’
Michelle Castilho / Divulgação Circo Voador
Lagum
A banda mineira de pop suave e “good vibes” toca no dia mais roqueiro do Lollapalooza – o domingo, que tem os Foo Fighters como atração principal. Eles vão dar uma turbinada no show, conta o vocalista Pedro Calais:
“A gente pretende fazer um show mais enérgico, com certeza. Mesmo os nossos reggaes, as coisas mais pop, samba… nos nossos shows elas têm sempre uma pitada mais enérgica, porque a gente toca com guitarra, com bateria, que é diferente do estúdio quando a gente usa violões, um beatzinho e vai para uma coisa mais tranquila. Mas esse show vai ser focado para ser o mais enérgico possível. “ Leia mais sobre o Lagum no Lollapalooza.
Lagum toca no Lollapalooza Brasil 2022 no domingo (27)
Divulgação/Webber Pádua
Alessia Cara
A cantora canadense vai tocar os hits que a transformaram em uma das maiores revelações recentes do pop e do r&b, como “Here”. Mas ela também vai mostrar o seu amor brasileiro pela bossa nova. “Eu não quero entregar, mas pode ser que tenha um pouco aí para o público brasileiro. Como não poderia? Claro, eu amo tanto essa música (brasileira). Vai ter algo, definitivamente. Então eu acho que entreguei (risos). Mas não vou dizer o que é…”, ela provoca.
Alessia Cara
Shervin Lainez / Divulgação
LP
A cantora de voz imponente do hit “Lost on you” vai mostrar que o ukulele, aquele pequeno instrumento de corda havaiano, não serve apenas para fazer indie-folk fofinho (o fofolk). “Eu não acho que ninguém que canta como eu canto toca ukulele. Mas acho que é um contraste interessante. O instrumento falou para minha alma, me fez sentir alegria. A delicadeza dele é de partir o coração. Na minha opinião é um instrumento profundo. Mesmo que não pareça”. Leia mais sobre LP no Lollapalooza.
LP
Divulgação / Instagram oficial da artista
PLAYLIST: O QUE ESPERAR DE TODOS OS SHOWS DO LOLLA 2022

Fonte: G1 Entretenimento

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Emo hoje não é mais cantado só por ‘carinha hétero do condomínio’, diz Lucas do Fresno


Ao g1, vocalista fala da volta renovada do pop punk e do hardcore emotivo. Ele também conta como será o show no Lollapalooza e relembra quando apresentou Skrillex para Mano Brown. O Fresno no Lolla faz parte de um movimento muito maior que é o do retorno do emo. Em um mundo com Olivia Rodrigo berrando “Good 4 U” no topo das paradas, faz (ainda mais) sentido ouvir Lucas no Lolla cantando que “Cada poça dessa rua tem um pouco de minhas lágrimas”.
Se Avril lançou álbum de volta às origens e até Anitta está na onda do pop punk, é natural que festivais como o Lollapalooza se rendam mais ao emo, apelido carinhoso do hardcore emotivo.
“O revival é natural. O bagulho que faz 10, 15 anos, a galera que via na adolescência bate uma saudade e vai ouvir de novo”, explica Lucas Silveira, vocalista da Fresno, ao g1 (veja entrevista no vídeo abaixo).
Fresno no Lolla: como será o show?
“Mas o revival para mim ele faz sentido quando ele vem aliado a nomes novos e também a uma estética nova.”
LINE-UP: veja todas as atrações do Lolla 2022
Para ele, o trabalho de artistas sempre citados como os que mantém o emo vivo são “a ponta do iceberg”. Ele reconhece a importância de Machine Gun Kelly e do produtor Travis Barker, ex-baterista do Blink 182, mas torce para que o novo emo vá além desses nomes mais comentados.
“Eu percebo que o que vem hoje é um pouco diferente, não é mas aquela coisa da bandinha dos caras com boné virado para o lado, de apartamento e de condomínio. Tem muita mina, tem muitos outros tipos de pessoa. Não é aquela coisa muito do carinha hétero do condomínio que já teve, né? Agora é uma outra coisa que tem que acontecer.”
EDM e trap têm algo do emo?
Lucas lembra que na EDM, a música eletrônica mais pop, já havia vários artistas com passado em banda emo. “Skrillex e Marshmello, que já usavam aquela composição melódica de emo, e que às vezes tinha até o mesmo sentimento.”
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O trap, subgênero do trap entre o mais ouvido dos mais novinhos, também tem seu quê de emo. “Você vai ouvir Post Malone, às vezes o jeito que ele bota umas melodias ou até uns outros caras assim tipo Swae Lee, Lil Peep, XXXTENTACION”, enumera Lucas.
“Eu não previa essa volta de músicas de fato com a galera metendo guitarra de novo, metendo bateria. Foi meio que uma surpresa. Um movimento não volta por causa de uma pessoa ou um álbum, ele tem que estar fervilhando.”
Como será o show do Fresno no Lolla?
Fresno
Camila Comelsen / Divulgação
Quando uma banda com mais de 20 anos de carreira faz shows em um festival, são dois públicos que você pode esperar:
fãs que vão chegar mais cedo para pegar um lugar na grade e ver tudo de pertinho;
e alguns desavisados que foram para ver outra banda, mas resolveram dar uma paradinha para ver o que está acontecendo no palco.
“Esse é o grande desafio de fazer um setlist para festival. É sempre essa tônica”, reconhece Lucas. A gente tem felicidade de ter fã que às vezes nem iria e vira um fator que faz um cara ir, ou que faz ir mais cedo. Às vezes o cara queria só ver headliner e fala: ‘Não, não. Vamos ter que ir cedo, porque Fresno e pá’. Obviamente tem essa galera, mas aí já é uma vitória. Então, o nosso pensamento foi muito assim de entender por que nos chamaram, né?”
O vocalista e guitarrista da Fresno diz que a banda foi chamada para o Lolla que teria acontecido em 2020, ano em que eles estavam fazendo shows do álbum “Sua alegria foi cancelada”, de 2019.
“Foi fruto de uma ressignificação da banda naquele ano. Não queriam às vezes chamar a gente para fazer um show de clássicos da Fresno, embora a gente sempre vai colocar.”
O retorno do emo: Semana Pop explica por que o estilo voltou a balançar corações
“O que a gente fez não foi nem montar um setlist, foi montar uma banda. A gente vai ser uma banda maior no Lolla, vai tocar com uma formação maior que já testou, mas agora vai ser a primeira vez que a gente vai botar todo mundo no palco.”
“É com naipe de metais, percussão, a maior uma doideira. Então, vão ser todas as músicas até as que já são mais batidas e todo mundo conhece… vão ser executadas numa versão diferente. Isso eu acho que faz o cara que está passando lá olhar assim, prestar atenção e falar: ‘Isso aqui é Fresno, mano? que doido’.”
Dia de princesa no Lolla 2012
O show ao vivo no Lolla deve se tornar experiência mais intensa de Lucas com o festival. Até agora, quando precisou contar uma história de Lollapalooza em uma mesa de bar, ele sempre contou um caso que aconteceu em 2012.
Na época, ele estava com um projeto eletrônico e tocava muito em eventos do estilo. “Eu fui tocar lá em Itu [ SP] numa balada enorme que tem lá, com o Skrillex. Ele estava completamente estourado, com a parada do dubstep e tal.”
Lucas lembra que ele e o DJ e produtor ficaram “brother” e no dia seguinte Skrillex iria tocar no Lolla. “E ele falou ‘bora comigo’. Foi um dia de princesa, porque o cara me deu a credencial da crew dele. Eu vi tocar e depois estava meio em uma afterzinha assim com ele, nos próprios camarins ali.”
Mas a história foi além. “Eu apresentei o Mano Brown para ele, tá ligado? Seria um sonho ver o Skrilex produzindo uma música do Racionais ou do Brown, principalmente para mim, mas eu acho que vou ficar esperando, né? Nunca aconteceu”, lamenta. “Ou aconteceu e nunca foi lançado, né?”
Quem é Fresno e o que esperar do show no Lollapalooza

Fonte: G1 Entretenimento

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Foo Fighters enfrentam um Dave Grohl possuído em ‘Terror no Estúdio 666’, exibido no Brasil antes do Lollapalooza


Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel e Rami Jaffee falam ao g1 sobre a preparação para gravar o filme, demora para o lançamento e mortes interessantes: ‘eu nunca quis matar a banda’, diz vocalista. Foo Fighters falam sobre filme “Terror no Estúdio 666” antes do Lollapalooza
Qualquer fã dos Foo Fighters – ou qualquer pessoa que tenha crescido nos anos 1990, aliás – sabe o quanto Dave Grohl e companhia curtem umas fantasias e perucas. Com começo em clipes clássicos como “Everlong” e “Learn to fly”, o flerte do grupo com a atuação chega ao ápice em “Terror no Estúdio 666”.
Como o nome deixa claro, se trata de um filme de terror. E “de verdade”, como o próprio Dave afirma em entrevista ao g1 – por mais que ninguém esperasse que o que teve início como uma ideia louca, ou “terrível”, virasse algo desse tamanho. Assista ao vídeo acima.
A produção estreia neste sábado (19) nos cinemas brasileiros, onde terá sessões também neste domingo (20). Um tira gosto para aqueles que estão ansiosos pelo Lollapalooza 2022, que será encerrado pelos americanos no próximo dia 27. Saiba o que esperar do show.
Foo Fighters vem pela 6ª vez ao Brasil: relembre shows com Cássia Eller, Joan Jett e noivos no palco
Dave Grohl em cena de ‘Terror no Estúdio 666’
Divulgação
Dave assassino
Em “Terror no Estúdio 666”, a banda se muda para um casarão em Los Angeles para a gravação de seu último disco.
Mas um bloqueio criativo faz com que Grohl apele para uma inspiração sobrenatural. No caso, um livro maldito que pode ter, ou não, relação com assassinatos no local décadas antes.
Depois de alguns rituais diabólicos e a invocação de espíritos, o vocalista consegue voltar a compor, mas o resto do grupo deve lutar pela própria sobrevivência.
ENTREVISTA: Dave Grohl diz que futuro do rock está na geração da filha de 14 anos e tocar Nirvana com ela ‘foi lindo’
Assista ao trailer de ‘Terror no Estúdio 666’
Apesar de ser o autor do enredo, Dave garante que jamais pensaria em assassinar brutalmente seus colegas.
“Eu nunca quis matar a banda. Qual é. Eu gosto dessas pessoas. Eles são legais. Eu nunca os mataria.”
A ideia de gravar um filme de terror surgiu de um amigo do vocalista.
“Quase três anos atrás. E eu pensei que era uma ideia terrível. ‘Isso é tão idiota. Por que faríamos um filme de terror? Não faz sentido'”, conta ele.
Pat Smear, Nate Mendel, Rami Jaffee, Chris Shiflett, Dave Grohl e Taylor Hawkins em cena de ‘Terror no Estúdio 666’
Divulgação
Pouco tempo depois, no entanto, já durante a pandemia, os Foo Fighters foram a uma casa gravar seu álbum mais recente, “Medicine at Midnight”.
“Então eu pensei: ‘Droga, nós temos a casa. Quando acabarmos o disco, podemos começar a gravar um filme bem simples, de baixo-orçamento, muito divertido de assassinatos’.”
Show sem sustos
A ideia era simples no princípio, “mas não foi o que aconteceu”, como conta o baterista Taylor Hawkins.
Will Forte em cena de ‘Terror no Estúdio 666’
Divulgação
Por isso que o álbum foi lançado ainda em 2021, mas o filme levou mais um tempo até ficar pronto. Coincidência ou não, chega aos cinemas conforme a banda volta a viajar pelo mundo.
Mas eles garantem que o público não precisa se preocupar com o anticristo dando as caras no show em São Paulo. Quer dizer, pelo menos até o g1 perguntar a respeito.
“Nem pensamos nisso. Nosso palco deveria ser a casa. E daí jogar sangue na cara do público. É uma ótima ideia. Nós talvez tenhamos de fazer isso”, brinca Dave.
“Podemos pegar as coisas do Iron Maiden emprestadas?”, pergunta Hawkins.
Taylor Hawkins, Dave Grohl e Rami Jaffee em cena de ‘Terror no Estúdio 666’
Divulgação
Rumo ao Oscar
Voltando à carreira nos cinemas, é importante lembrar que Grohl não é exatamente um estreante na sétima arte.
Ele foi, afinal, o próprio Satanás em “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006), filme protagonizado pela dupla musical formada pelos amigos Jack Black e Kyle Gass.
Mesmo assim, ele diz que outro colega estava ainda mais seguro para as enfrentar as câmeras.
Dave Grohl, Kyle Gass e Jack Black em cena de ‘Tenacious D – Uma Dupla Infernal’
Reprodução
“Não sei quanto eles se prepararam. Mas eu sei que o Chris Shiflett, nosso guitarrista, fez aulas de atuação”, diz Dave. “Por isso que ele é como o (Robert) De Niro nesse filme. Como o Daniel Day-Lewis.”
Por outro lado, Taylor defende que muito de suas atuações em “Terror no Estúdio 666” veio de um lugar mais natural. “Acho que, na maior parte, a gente apenas continuou a fazer tudo como sempre fazemos: não sabendo exatamente o que estamos fazendo de qualquer forma.”
O vocalista é um pouco mais categórico.
“Achamos que é a melhor forma de fazer. Entrar em qualquer projeto sem saber que porra fazer.”
Dave Grohl em cena de ‘Terror no Estúdio 666’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone reacende a chama em ‘Da gente’, álbum regido pela força do desejo


Sob direção de Juliano Holanda e Zélia Duncan, cantora se revigora ao dar voz a compositores nordestinos em disco amoroso e à altura da importância da artista baiana na música do Brasil. Capa do álbum ‘Da gente’, de Simone
Nana Moraes com arte de Pedro Colombo
Resenha de álbum
Título: Da gente
Artista: Simone
Edição: Biscoito Fino
Cotação: * * * * 1/2
♪ Da gente é o melhor álbum que Simone poderia lançar em 2022, aos 72 anos de vida e 49 de carreira. Refém do passado glorioso que viveu na gravadora Odeon de 1973 a 1980, período em que apresentou antológicos álbuns geridos pela densidade da MPB da época, a baiana da gema volta ao disco sob a regência da força do agora, como canta em A gente se aproveita (2019), música do compositor recifense Martins que exemplifica o tom desse álbum em que Simone mantém alta a chama do amor e do desejo.
Com 12 faixas que se afinam, Da gente é disco pautado tanto pela direção artística de Zélia Duncan – com quem Simone fez em 2006 show memorável eternizado no CD e DVD Amigo é casa – Ao vivo (2008) – quanto pela direção musical do pernambucano Juliano Holanda, de quem Zélia se tornou parceira nos últimos anos.
É da lavra da dupla, a propósito, uma das melhores músicas do álbum, Boca em brasa. Com o calor dos tambores de Pernambuco, evocados pelo toque percussivo do músico Rapha B (bateria, udu, clave e ganzá), Boca em brasa cospe a quentura do tesão na sequência da canção reflexiva Haja terapia (Juliano Holanda, 2021).
Haja terapia é tema confessional em que Simone expõe angústias e cansaços da era pandêmica em gravação apresentada em single editado em 18 de fevereiro, um mês antes do álbum, que desembarca amanhã, 18 de março, nos players digitais (a edição em CD do álbum Da gente está prevista para abril pela gravadora Biscoito Fino).
Uma das melhores canções de Juliano Holanda, Haja terapia abre o disco como pista falsa de Da gente, porque o disco espanta a depressão e a melancolia com a alta dose de sensualidade latente em canções como Nua, parceria de Simone – compositora bem ocasional – com o poeta português Tiago Torres da Silva que soa menos imponente no conjunto da obra (Nua foi apresentada na série de 37 lives dominicais feitas pela artista entre abril e dezembro de 2020).
A melancolia embarca na viagem de trem que conduz Dezembros (Raimundo Fagner, Zeca Baleiro e Fausto Nilo, 2003) por trama de violões, mas é a força do desejo e do amor que impulsiona o disco.
Introduzida pela fricção dos violões de Webster Santos, músico habituado a tocar com Zélia Duncan e arregimentado pelo produtor musical Juliano Holanda (responsável pelos toques do baixo e do violão de aço no disco) a regravação de Estilhaços (1980) – música-título do segundo álbum da cantora e compositora paraibana Cátia de França – acomoda Simone em “leito leve de amor”, levado pela pulsação da percussão e da poesia da autora nesta canção que celebra a vida sem apegos, como uma partida constante.
Simone ilumina música de Karina Buhr no toque do ijexá
Nana Moraes / Divulgação
Estilhaços é exemplo da sonoridade arejada do álbum Da gente, urdida sem piano e teclados, instrumentos que por vezes empanaram o brilho do canto de Simone a partir dos anos 1980. Canto que, mesmo já acertadamente mantido em fogo brando, acende a chama de músicas acaloradas como Por que você não vem? (Joana Terra e PC Silva, 2020), súplica amorosa (“Por que você não vem ser meu cobertor?”) que remete de longe àquelas sensuais canções do Roberto (Carlos) nos anos 1970.
Joana Terra é cantora e compositora baiana que já lançou dois álbuns, Vermelha (2019) e Feito raio (2021), gravados com produção musical de Juliano Holanda. A seleção do repertório do álbum deixa claro que Holanda é o elo firmado por Simone em Da gente com tantos compositores pernambucanos. Como Isabela Moraes, compositora nascida em Caruaru (PE) de quem Simone regrava o xote Você distante (2020), trunfo do terceiro álbum de Isabela, Estamos vivos (2020).
Você distante reitera o fogo entranhado no disco de Simone com versos como “É que você de perto é fogo no deserto, chama e lava de vulcão / Você tão perto é ponto fraco, eu perco a pose, o ego, o ar e o chão”. Natural de Serra Talhada (PE), o já mencionado PC Silva também assina Imã (2020), música apresentada pelo autor no álbum Amor, saudade e tempo (2020).
De atmosfera folk, Imã atrairá o séquito apaixonado de Simone. Escrita com eu-lírico feminino, a letra da canção agridoce expõe o amor entre mulheres ao ganhar a voz da cantora. Voz que se exterioriza em Escancarada, em sintonia com o tom assertivo dessa parceria de Gean Ramos (pernambucano descendente do povo indígena Pankararu) e Rogéria Dera. “Quer sair / Saia / Mas passe o perfume / Aquele perfume / Que marque o caminho caso queira voltar”, dá a decisão Simone.
O canto da Cigarra também se abre em Amor brando (Karina Buhr, 2011), um dos pontos mais altos do álbum. No toque do ijexá, Simone valoriza “o calor de amor” da composição de Karina Buhr, baiana de vivência pernambucana, realçando o tom gracioso, maroto, iluminando música que soara apagada no registro original da autora no álbum Longe de onde (2012).
No emocionante arremate do álbum, Simone joga luz sobre a canção Naturalmente (Socorro Lira e Roberto Tranjan, 2019) em gravação que, sobre trama de violões, sintetiza que Da gente é disco que trata, em suma, de gente. Um grande e amoroso disco, aliás, à altura da importância de Simone na música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Relembre a trajetória de MC Tha e saiba o que esperar do setlist antes do show no Lolla. Quem é Mc Tha e o que esperar do show no Lollapalooza
MC Tha mistura funk e pop e ainda tem uma pegada de religiosidade nas músicas. Ela é uma cantora paulistana de 28 anos. E já enfrentou muito preconceito por ser uma as únicas MCs mulheres na periferia de SP.
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O álbum de estreia, “Rito de Passá”, saiu em 2019 e foi bem recebido pela crítica e pelo público. Ela deve subir ao palco no sábado com o show desse disco. Thais Dayane da Silva começou a cantar aos 15 anos em bailes funks da Cidade Tiradentes. Desde 2014 lança singles e parcerias com Jaloo, um amigo e parceiro de longa data, e Matheus Carrilho.
Lollapalooza 2022
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2022.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja aqui a programação completa).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
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Fonte: G1 Entretenimento