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‘Red: Crescer É uma Fera’ busca quebrar tabu ao discutir puberdade


Sandra Oh, atriz de ‘Killing Eve’, dubla mãe superprotetora da protagonista. Filme estreia nesta sexta (11). ‘Red – Crescer é uma Fera’ não será lançado na Rússia; Disney e Sony suspendem estreias no país por causa da guerra
Reprodução
O mais recente filme da Pixar Studios, “Red: Crescer É uma Fera”, quer quebrar um tabu ao abordar o que uma garota passa durante a puberdade, mas com uma analogia.
Meilin Lee, dublada por Rosalie Chiang, é uma aluna excessivamente confiante que se destaca em todos os campos. Mas uma noite, ela vai para a cama e acorda como um panda vermelho gigante.
OSCAR 2022: Veja lista de filmes indicados à premiação
Nesta forma, Meilin experimenta muitas das coisas pelas quais adolescentes passam: aparecimento de novos pêlos, dismorfia corporal, vergonha de sentimentos sexuais e emoções intensificadas.
“É um tabu sem motivo, mas muito porque as pessoas não falam sobre isso”, disse a diretora e co-roteirista Domee Shi à Reuters.
“É como a profecia que se realiza. O fato de ser tão chocante ser o primeiro filme a realmente falar sobre isso é provavelmente a razão pela qual não falamos sobre isso”, acrescentou a produtora Lindsey Collins.
‘Red – Crescer é uma Fera’
Divulgação
A atriz de “Killing Eve” Sandra Oh dubla a mãe superprotetora de Meilin, Ming. Ela diz que é importante que as crianças entendam o que acontece durante a puberdade, em vez de deixá-las sofrendo em silêncio.
“Uma amiga minha que viu este filme com seu filho de 10 anos de repente teve que ter uma conversa sobre sexualidade e o que as meninas passam”, disse Sandra.
“As meninas passam por isso, os meninos também têm suas questões, então isso abre uma conversa.”
“Red: Crescer É uma Fera” será lançado globalmente no Disney+ em 11 de março, com o filme também sendo exibido nos cinemas de alguns países.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marisa Monte entra no país das maravilhas com Seu Jorge e Flor no clipe do single ‘Pra melhorar’


Artista promove a quarta música do álbum ‘Portas’ enquanto faz turnê pelos Estados Unidos. Capa do single ‘Pra melhorar’, de Marisa Monte com Flor e Seu Jorge
Arte de Marcela Cantuária
♪ Marisa Monte entra no país das maravilhas ao vislumbrar a chegada do sol no clipe da música Pra melhorar. O vídeo foi posto em rotação na noite de ontem, 9 de março, simultaneamente com o single que propaga a gravação da música composta pela artista com Seu Jorge e com Flor, filha do cantor.
Pra melhorar é o quarto single do álbum Portas e o de maior apelo popular desde Calma (2021), o single inicial que chegou ao mundo em 10 de junho, apresentando parceria de Marisa com Chico Brown.
Tema de otimismo contagiante alocado no bis do roteiro do show Portas (2022), atualmente em turnê pelos Estados Unidos, Pra melhorar ganha clipe filmado sob direção de Mariana Jorge, mãe de Flor e ex-mulher de Seu Jorge.
A narrativa do vídeo começa em tom apocalíptico, com tempestade que provoca medo e sombras, até que a chegada do sol vislumbrada na letra muda o tempo e desanuvia o clima com explosão de cores que pode remeter tanto à atmosfera onírica do livro As aventuras de Alice no país das maravilhas (1865) – obra-prima do escritor britânico Lewis Carroll (1832 – 1898) no universo infanto-juvenil – quanto a uma viagem lisérgica como as feitas nos anos 1960 para expandir os sentidos.
Flor, Marisa Monte (ao centro) e Seu Jorge no clipe da música ‘Pra melhorar’
Reprodução / Vídeo

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza Brasil 2022 anuncia programação completa e horários de shows do festival


Festival divulgou as atrações de cada um dos quatro palcos do evento, que acontece nos dias 25, 26 e 27 de março, em São Paulo. Foo Fighters, Miley Cyrus e Strokes são atrações principais do Lollapalooza Brasil 2022
Divulgação
O Lollapalooza Brasil divulgou nesta quinta-feira (10) a programação de cada um dos quatro palcos do evento. Veja a divisão dos palcos e horários abaixo.
Na sexta-feira (25), The Strokes e Doja Cat fecham a primeira noite de shows. No sábado (26), Miley Cyrus e A$AP Rocky encerram a segunda noite de apresentações. Já o domingo (27), tem Foo Fighters e Martin Garrix fechando o line-up do evento.
O festival acontece no último final de semana de março, em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, depois de ser adiado em 2020 e 2021 por conta da pandemia.
Os artistas vão se dividir em quatro palcos e, a cada dia, o evento contará com cerca de 10 horas de shows.
Line-up do primeiro dia de Lollapalooza Brasil 2022; festival divulgou programação completa por horário nesta quinta (10)
Divulgação
Line-up do segundo dia de Lollapalooza Brasil 2022; festival divulgou programação completa por horário nesta quinta (10)
Divulgação/Twitter
Line-up do terceiro dia de Lollapalooza Brasil 2022: festival divulgou programação completa por horário nesta quinta (10)
Divulgação/Reprodução/Twitter
Programação do Lollapalooza Brasil 2022
Sexta-feira (25)
Palco Budweiser
13h05 – 13h50: Detonautas
14h45 – 15h30: Turnstile
16h40 – 17h40: LP
18h50 – 20h05: Machine Gun Kelly
21h15 – 22h45: The Strokes
Palco Onix
12h30 – 13h00: 89 FM
13h55 – 14h40: jxdn
15h35 – 16h35: The Wombats
17h45 – 18h45: Marina
20h10 – 21h10: Doja Cat
Palco adidas
13h05 – 13h50: Edgar
14h45 – 15h30: Matuê
16h40 – 17h40: Pabllo Vittar
18h50 – 19h50: Caribou
21h15 – 22h15: Jack Harlow
Palco Perry’s by Doritos
12h30 – 13h15: Beowülf
13h30 – 14h15: Barja
14h30 – 15h25: Meca
15h40 – 16h35: VINNE
16h50 – 17h45: Jetlag
18h00 – 18h45: 070 Shake
19h00 – 20h00: Ashnikko
20h15 – 21h15: Chris Lake
21h30 – 22h30: Alan Walker
Sábado (26)
Palco Budweiser
13h05 – 13h50: Terno Rei
14h45 – 15h45: Silva
16h55 –17h55: King Gizzard & the Lizard Wizard
19h05 – 20h05: Emicida
21h30 – 23h00: Miley Cyrus
Palco Onix
12h15 – 13h00: Lamparina
13h55 – 14h40: Clarice Falcão
15h50 – 16h50: Jão
18h00 – 19h00: A Day To Remember
20h10 – 21h25: A$AP Rocky
Palco adidas
13h05 – 13h50: MC Tha
14h45 – 15h45: Jup do Bairro
16h55 – 17h55: Remi Wolf
19h05 – 20h05: Alessia Cara
21h45 – 22h45: Alexisonfire
Palco Perry’s by Doritos
12h00 – 12h45: Fatnotronic
13h00 – 13h45: Ashibah
14h00 – 15h00: Victor Lou
15h15 – 16h15: Chemical Surf
16h30 – 17h30: DJ Marky
17h45 – 18h45: Boombox Cartel
19h00 – 20h00: WC No Beat and Kevin o Chris + Haikaiss + PK + Felp 22 + MC TH + Hyperanhas
20h15 – 21h15: Deorro
21h30 – 22h50: Alok
Domingo (27)
Palco Budweiser
12h00 – 12h50: Lagum
13h45 – 14h45: Rashid
15h55 – 16h55: IDLES
18h05 – 19h05: Jane’s Addiction
20h30 – 22h30: Foo Fighters
Palco Onix
12h55 – 13h40: Aliados
14h50 – 15h50: Fresno
17h00 – 18h00: Black Pumas
19h10 – 20h25: Martin Garrix
Palco adidas
12h00 – 12h50: menores atos
13h45 – 14h45: Planta & Raiz
15h55 – 16h55: Marina Sena
18h05 – 19h05: Djonga
20h30 – 21h30: Kehlani
Palco Perry’s by Doritos
12h00 – 12h50: FractaLL x Rocksted
13h00 – 13h45: MALIFOO
14h00 – 14h45: Evokings
15h00 – 15h45: Fancy Inc
16h00 – 17h00: Cat Dealers
17h15 – 18h15: Goldfish
18h30 – 19h30: Kaytranada
20h00 – 21h00: Gloria Groove
21h15 – 22h15: Alesso
VÍDEOS: Conheça as bandas que vão tocar no Lollapalooza

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo Sha e Maurício Pessoa lançam disco em tributo ao encontro de João Gilberto com Stan Getz


Saxofonista e cantor carioca revivem músicas do álbum de 1964 que propagou a bossa nova nos Estados Unidos. ♪ Álbum que contribuiu decisivamente para propagar a bossa nova nos Estados Unidos e no mundo, Getz / Gilberto (1964) foi o disco em que o saxofonista norte-americano de jazz Stan Getz (1927 – 1991) se apropriou da bossa carioca ao se unir a João Gilberto (1931 – 2019), a Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) – responsável pelos arranjos e pelo piano do álbum – e a Astrud Gilberto, cantora que deu voz ao samba Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) em gravação que popularizou a música em escala planetária.
Getz / Gilberto foi o ponto de partida para a criação de Sha plays Getz / Pessoa sings Gilberto, álbum que chega ao mercado fonográfico em 25 de março, com capa que expõe arte de Maria Lynch.
O disco é o registro de estúdio – captado ao vivo em 2021, em dois takes captados no estúdio carioca Visom – do show em tributo ao álbum Getz / Gilberto que os artistas já vinham apresentando desde 2019 nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Capa do álbum ‘Sha plays Getz / Pessoa sings Gilberto’
Arte de Maria Lynch com design de Rodrigo Bleque
Sha é o saxofonista carioca Rodrigo Sha. Pessoa é o cantor, compositor e violonista carioca Rodrigo Pessoa. Das oito músicas que compõem o repertório do álbum Sha plays Getz / Pessoa sings Gilberto, três – Corcovado (Antonio Carlos Jobim, 1960), Doralice (Dorival Caymmi e Antonio Almeida, 1945) e o já mencionado samba Garota de Ipanema – integram o repertório do histórico disco de 1964.
As outras cinco músicas foram extraídas da discografia de João Gilberto. Sha e Pessoa abordam Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), Estate (Bruno Martino e Bruno Brighetti, 1960), Wave (Antonio Carlos Jobim, 1967), Saudade fez um samba (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, 1959) e ‘S wonderful (George Gershwin e Ira Gershwin, 1927).
Disco gravado com produção musical de Rodrigo Sha e arranjos de Maurício Pessoa, Sha plays Getz / Pessoa sings Gilberto chega ao mercado fonográfico via Copenema, projeto de Rodrigo Sha em parceria com a gravadora Music for Dreams, baseada em Copenhague, na Dinamarca.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tragédia em Petrópolis: conheça história de animais resgatados


Tutora relata em episódio de ‘Bichos na Escuta’ o desespero para salvar seus cachorros em meio às enchentes que atingiram a cidade

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Morena, Gorda, Cacau, Paçoca, Pipoca, Mocha e Buá são os cachorros de Geisa Ponte, que vivem na casa do seu pai, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Na tarde do último dia 15 de fevereiro, a astrônoma foi surpreendida pelas fortes chuvas que devastaram a cidade e destruíram parte de sua casa. Geisa só teve tempo de arrumar uma mochila com documentos, remédios e sua tese de doutorado antes que a enchente piorasse. Nesse episódio de ‘Bichos na Escuta’, a jornalista Giuliana Girardi conta a história do resgate dos sete cachorros de Geisa, que teve que salvar os animais em meio à tragédia. Consultora do podcast, a veterinária Rita Ericson também participa do episódio. Ouça o podcast completo no player acima.
Nesse momento, os vizinhos gritaram para sair da casa porque o muro tinha caído. E a gente não conseguiu pegar ela [a cadela Cacau].
Atualmente residente em São Paulo, onde desenvolve pesquisa em astrofísica na USP, Geisa Ponte visitava o pai quando ocorreu o pior desastre causado por chuvas em Petrópolis. O número de mortos na tragédia chegou a 233, segundo boletim atualizado pela Prefeitura na última sexta-feira (4). Em poucos minutos, a água inundou a casa da família de Geisa, que perdeu todos os pertences. Além de salvar seu pai, a astrônoma viveu momentos de tensão para resgatar seus cachorros: “Eu fui tirando uma por uma e a água subindo, subindo e a correnteza começou a aumentar muito, virou uma verdadeira enxurrada. Vieram alguns rapazes que ajudaram, pegaram algumas e levaram para uma parte mais alta do outro lado da rua”, ela conta.
Consultora do podcast Bichos na Escuta, a veterinária Rita Ericson explica que os animais conseguem identificar os sinais de perigo em meio aos momentos de tensão. Segundo ela, os cães são sensíveis às emoções dos tutores e aprenderam sobre os indícios de alerta da nossa linguagem corporal, já que acompanham os humanos há milhares de anos.
“O cachorro percebe essa sensação de perigo pelos sentidos dele, pela percepção que ele é capaz de ter, mas também pelos humanos referência dele. Então, existe até essa orientação: cuidado para não contagiar o seu cachorro com o seu nervoso.”
Ouça outros episódios de ‘Bichos na Escuta’:
PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais
ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas
VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais
LUTO: como lidar com a morte de um pet
VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo
ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida
GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet
CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga
ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets
PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência
OUÇA AGORA O EPISÓDIO COMPLETO:

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O podcast ‘Bichos Na Escuta’ está disponível no G1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o ‘Bichos na Escuta’ na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Disney censura afeto entre personagens do mesmo sexo em filmes da Pixar, dizem funcionários


Carta atribuída aos funcionários LGBTQIA+ da Pixar afirma que executivos do estúdio exigiram cortes de quase todas as cenas de carinho entre gays das produções. ‘Out’, curta da Pixar
Reprodução/YouTube
Em uma carta atribuída aos “funcionários LGBTQIA+ da Pixar e seus aliados”, obtida pela revista revista “Variety”, colaboradores do estúdio de animação alegam que executivos da Disney exigiram cortes de “quase todos os momentos de afeto abertamente gay… independentemente de quando houver protestos tanto das equipes criativas quanto da liderança executiva da Pixar.”
A declaração é uma reação a um memorando enviado aos funcionários da Disney pelo CEO Bob Chapek na segunda-feira (7), sobre sua resposta à legislação recentemente aprovada na Flórida, conhecida como projeto de lei “Don’t Say Gay” (Não diga gay, em português).
Na nota, Chapek afirma que o “maior impacto” que a empresa pode causar “na criação de um mundo mais inclusivo é através do conteúdo inspirador que produzimos.”
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No entanto, de acordo com a carta da equipe de produção, a afirmação de Chapek não condiz com a experiência dos funcionários de tentar criar conteúdo com afeto entre personagens do mesmo sexo aprovado pelos executivos da Disney.
“Nós, da Pixar, testemunhamos pessoalmente belas histórias, cheias de personagens diferentes e as revisões feitas pela Disney reduziam as histórias às migalhas em comparação ao que eram antes. ”, afirma a carta.
“Mesmo que a criação de conteúdo LGBTQIA+ fosse a resposta para corrigir a legislação discriminatória no mundo, estamos sendo impedidos de criá-lo.”
Cena da animação ‘Dois irmãos’
Divulgação/Pixar
A Pixar, até então, mostrou poucos personagens LGBTQIA+. O mais recente é no filme de fantasia “Dois irmãos”, em que a sexualidade da personagem Specter, uma policial ciclope dublada por Lena Waithe, só é reconhecida de passagem, em um momento em que ela diz: “A filha da minha namorada me fez arrancar os cabelos, ok?”. Por causa desta cena, o filme foi barrado no Kuwait, Omã, Catar e na Arábia Saudita e teve a frase alterada na Rússia.
No mesmo ano, o estúdio lançou o curta “Out” sobre um homem que luta para dizer aos seus pais que é gay.
A carta dos funcionários, que não é datada, também exige que a Disney retire a ajuda financeira de todas as legislaturas que apoiaram o projeto de lei “Don’t Say Gay” e “tome uma posição pública decisiva” contra a legislação e projetos semelhantes em outras partes do país.
‘Out’, curta da Pixar
Reprodução/YouTube

Fonte: G1 Entretenimento

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Após adiamento, Silva divulga datas de turnê nacional


Artista capixaba vai se apresentar em Vitória, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte. Cantor capixaba Silva foi uma das atrações da última edição do Viradão Vitória, em 2019
Divulgação/Guilherme Ferrari
No dia 2 de abril, o cantor capixaba Silva dará início à turnê “Bloco do Silva” e Vitória será a cidade de estreia. A turnê nacional foi adiada em janeiro por conta do aumento de casos de Covid-19 no país.
O artista promete um show recheado de sucessos e energia contagiante para marcar a história do projeto.
Em sua última edição, o bloco foi considerado o mais buscado da folia nacional no Google. Fora da internet, o público fez jus aos números com ingressos esgotados, somando mais de 25 mil pessoas na última turnê, realizada em 2019.
O repertório passa por sucessos do início dos anos 1990, de Daniela Mercury, Cheiro de Amor, Banda Eva e Olodum, e clássicos de Caetano Veloso, Gal Costa e Gilberto Gil.
“Esse show surgiu da vontade de homenagear o repertório de carnaval dos anos 90, que foi o primeiro carnaval da minha geração, uma música pop, mas com base tão forte nas raízes do Brasil, que me dá vontade de dançar e cantar junto com todo mundo, que me dá vontade de fazer um carnaval”. disse o cantor.
Neste projeto, Silva se apresenta acompanhado por percussões, metais, guitarra, baixo e bateria. Serão mais de três horas de shows, com participações especiais como Criolo e Karol Conká.
Novos ingressos podem ser adquiridos na página oficial do evento, em blocodosilva.com, ou na plataforma Sympla. Os preços variam entre R$ 100 e R$ 200.
Datas e locais
2 de abril – Vitória – Área Verde do Álvares Cabral
10 de abril – Salvador – Arena Fonte Nova
30 de abril – Brasília – Estádio Mané Garrincha
7 de maio – São Paulo – Memorial da América Latina
14 de maio – Rio de Janeiro – NAU Cidades
21 de maio – Belo Horizonte – Estádio Mineirão
Cantor capixaba Silva disputou Grammy Latino pela 1ª vez em 2017
VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Zelensky superstar’, canais de todo o mundo procuram a série do ‘herói’ ucraniano


Empresa que gerencia direitos de ‘Servo do povo’ diz que negocia com emissoras da América Latina, dos EUA e com a Netflix Zelensky grava novo vídeo desde seu gabinete em Kiev
Reprodução/Telegram/Zelensky
Os telefones de uma pequena empresa de direitos audiovisuais de Estocolmo não param de tocar e todos querem a mesma coisa: exibir a série do ex-comediante e atual “herói” da resistência na Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na qual ele interpretava justamente o presidente do país.
As empresas que deixaram a Rússia depois do início da guerra
Disney, Sony e Warner suspendem estreias de filmes na Rússia
“Estamos sobrecarregados. Os pedidos chegam do mundo todo para exibir a série”, explica Nicola Soderlund, cofundador da empresa Eccho Rights.
Desde o início da invasão da Ucrânia pelas tropas russas, em 24 de fevereiro, canais de televisão como a o britânico Channel 4, o grego ANT 1 e o romeno PRO TV negociaram os direitos de exibição da série “Servo do povo”, criada em 2015.
“Assinamos 15 acordos e estamos negociando outros 20”, explica Soderlund, que tem um cartaz da série em seu escritório. “Estamos em conversas com emissoras da América Latina, Estados Unidos, com a Netflix… com muitas pessoas”.
Nicola Soderlund e Fredrik af Malmborg da Eccho Rights
Jonathan Nackstrand/AFP
Na Itália, três ou quatro empresas lutam para conseguir os direitos. Na Grécia, a série é exibida todas as noites.
Para o executivo sueco, “acontece ao mesmo tempo uma solidariedade com os ucranianos e a curiosidade para ver quem é Zelensky”, que passou de um ator desconhecido fora de seu país a um símbolo da resistência contra a invasão russa.
Soderlund, no entanto, o conhece há 10 anos. Em 2012, Zelensky criou um concurso de comédia (“Crack them up”), que distribuía dinheiro para quem conseguia provocar risada em um júri de comediante. O programa foi adaptado em vários países, como Vietnã, China ou Finlândia.
“Almocei com ele em Kiev, tinha várias ideias loucas e divertidas”, recorda.
Em seu smartphone, ele mostra as fotos ao lado de Zelensky no Festival de Cinema de Cannes (França), em 2016.
– Napoleão -Impossível acreditar, na época, que o “ator tão engraçado e querido pelo público ucraniano” se transformaria no grande inimigo de Vladimir Putin, reconhece Soderlund, apesar de ter interpretado o papel de Napoleão invadindo a Rússia.
Para Soderlund, “agora ele é um líder mundial que encarna e fala a toda a nação”, a partir da capital, Kiev, cercada.
“Precisávamos de um herói como ele, depois dos Trump e companhia”, afirma Fredrik af Malmborg, diretor da Eccho Rights.
O tema da série “Servo do Povo” era premonitório: um professor de História que vira presidente da Ucrânia. Um grande sucesso no país que ajudou Zelensky a iniciar a carreira política e vencer as eleições de 2019 à frente de um partido que ele chamou de… “Servo do Povo”.
“Sempre nos dizia que nos Estados Unidos eles tiveram presidentes atores”, conta, sorrindo, Malmborg.
A Eccho atualmente não tem contato com Zelensky, mas recentemente conseguiu falar com seus interlocutores na Ucrânia, após dias sem notícias devido à guerra.
“Uma delas fugiu para a Turquia e outra para Roterdã e mantém contato com ‘Vova’, o diminutivo de Volodymyr, que segue usando as pessoas próximas para a comunicação”, disse.
Os números são confidenciais, mas a Eccho considera que os contratos assinados, e os próximos, representam um milhão de euros” (1,1 milhão de dólares). E em seu catálogo a empresa tem outra série de Zelensky, “Svaty” (“Família política”).
A Eccho Rights, que tem 40 funcionários, anunciou uma doação de 50.000 euros à Cruz Vermelha e pretende enviar mais dinheiro, de acordo com a assinatura com contratos.
Semana Pop conta como presidente da Ucrânia foi de celebridade da TV a Chefe de Estado

Fonte: G1 Entretenimento

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Como Machine Gun Kelly criou hit ‘Bad Things’ com Camila Cabello e refrão de banda sumida


Autor da música explica ao g1 criação do trap romântico que chegou ao topo das paradas americanas. Rapper cantará no Lollapalooza música inspirada em balada do trio Fastball. Quando eu hitei: Fastball e a estranha história que virou hit pop rock
Nos anos 90, o trio texano Fastball teve músicas em rádios e novelas brasileiras seguindo a mesma cartilha: um pop rock com influências cativantes dos anos 60 e letras melancólicas.
“Out of my head” era uma dessas músicas, de 1999. Em 2016, ela foi parar na playlist do rapper americano Machine Gun Kelly e se transformou em um dos maiores hits da carreira dele (entenda a história e ouça as duas versões no vídeo acima).
“Bad Things”, a canção derivada da balada do Fastball, chegou ao topo das paradas americanas e o clipe tem mais de 400 milhões de views no YouTube. Ela deverá estar no show de Machine Gun Kelly, uma das principais atrações do dia 25 de março de Lollapalooza.
A estranha história da banda que transformou uma notícia de tragédia em hit pop rock
Camila Cabello e Machine Gun Kelly gravaram ‘Bad Things’, que tem trechos de música do Fastball
Divulgação
Camila, Machine Gun Kelly e mais um time de produtores usaram trechos de “Out of my head” para criar o refrão de “Bad Things”. Mudaram partes da letra e a balada pop rock virou o trap romântico.
Veja a programação completa do Lollapalooza Brasil
Quando Tony Scalzo, vocalista do Fastball, autorizou o uso da música, ele sabia que aquele “sim” o faria ganhar algum dinheiro. Mas não tanto assim.
“Eu baixei e ouvi a música e pensei: ‘uau, isso parece muito bom e realmente é tipo um hit no rádio, isso soa como algo que eu poderia ouvir no rádio com certeza e algo que meus filhos ouviriam'”, relembrou ele ao g1 (veja no vídeo do topo).
Um ano depois, a mulher dele entrou correndo e gritando em casa: “Eles estão tocando aquela música no rádio”. Não era qualquer estação de rádio: era uma só com músicas do top 40. O Fastball era, indiretamente, dono de mais um sucesso.
A capa de ‘All the Pain Money Can Buy’, do Fastball, álbum que tem ‘The Way’ e ‘Out of my head’
Reprodução
Tony virou fã de Camila Cabelo (“Bem, ela é cubana. Acho que ela tem um gás”), só que a verba de direitos autorais teimava em não cair na conta dele.
Até que… “Eu estava na casa de um amigo com minha família, tirando férias, a gente estava na loja comprando coisas para a viagem, toalha de praia e sei lá”, recorda, engatilhando um risinho.
“Daí, eu recebo uma mensagem e todo esse dinheiro caiu na minha conta bancária. Tipo muito, muito dinheiro, muito mesmo. Eu fiquei tipo ‘ei, precisamos comprar mais um pouco daquelas macadâmias’.”
Tony ri por algum tempo e continua: “E nos próximos dois anos, um monte de dinheiro veio para me ajudar a pagar dívidas e outras coisas. E eu não tive que fazer nada. Espero que outra pessoa pegue uma das minhas músicas e faça exatamente a mesma coisa.”
O trio americano Fastball: Joey Shuffield, Miles Zuniga e Tony Scalzo
Divulgação
VÍDEOS: Quando eu hitei

Fonte: G1 Entretenimento

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Drama de refugiado, ‘Woodstock negro’, ‘sonho chinês’: conheça os documentários do Oscar


Veja trailers de ‘Flee – A fuga’, ‘Summer of Soul’, ‘Ascension’, ‘Attica’ e ‘Writing with Fire’. Premiação acontece no dia 27 de março com ausência de algumas gigantes do streaming. Massacre em uma prisão, um festival “esquecido” e a incrível história de um refugiado afegão estão entre os temas dos documentários indicados ao Oscar 2022. A premiação acontece no dia 27 de março.
A lista deixou claro o domínio de novos distribuidores e produtores de documentários. Paramount Plus (“Ascension”), Showtime (“Attica”) e Music Box (“Writing with Fire”) são estreantes nesta categoria.
Com tantas produtoras novatas, algumas gigantes ficaram de fora. Nas últimas cinco edições, a Netflix dominou. O serviço de streaming recebeu seis indicações ao Oscar entre 2017 e 2021. Foram três vitórias por “Ícaro” (2018), “Indústria Americana” (2020) e “Professor Polvo” (2021).
Oscar 2022: veja TODOS indicados
Além da Netflix, produções da Amazon, National Geographic, Apple TV Plus e HBO não conseguiram indicações. “The Velvet Underground” (Apple), “Procession” (Netflix) e “The Rescue” (Nat Geo) estavam bem cotados, mas deram lugar a filmes de menor investimento.
“Flee” se tornou o primeiro filme da história a ser indicado a documentário, filme internacional e animação no mesmo ano. Dos cinco indicados, só “Summer of soul” está disponível no streaming no Brasil, para assinantes do Telecine.
Documentário de brasileiro concorre em curta-metragem
Veja trailers e resumos dos indicados a melhor documentário no Oscar.
‘Flee – A fuga’
uele dia
O documentário de uma hora e 30 minutos mostra Amin Nawabi (pseudônimo), um intelectual de 36 anos que luta com um segredo doloroso que manteve escondido por 20 anos. Essa informação, que só ele sabe, ameaça desestabilizar a vida que construiu para si e para o futuro marido. Recontada por meio de uma animação dirigida por Jonas Poher Rasmussen, amigo próximo do protagonista, a história extraordinária do refugiado afegão vem à luz pela primeira vez.
‘Summer of Soul (…ou Quando A Revolução Não Pôde Ser Televisionada)’
Veja o trailer de ‘Summer of Soul (…ou Quando A Revolução Não Pôde Ser Televisionada)’
Em 1969, no mesmo verão em que ocorreu Woodstock, outro festival musical foi organizado no Harlem, em Nova York, para celebrar a música norte-americana e a história afro-americana. As imagens do Harlem Cultural Festival, filmadas há 50 anos e inéditas até hoje, capturam um empolgante momento cultural nos Estados Unidos subestimado historicamente. O filme dirigido por Questlove (da banda The Roots) venceu o prêmio do público e o do júri no festival de Sundance. Até agora, ganhou outros 28 prêmios e uma vaga na lista de favoritos ao Oscar.
‘Ascension’
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O documentário explora a busca do “sonho chinês” e o que está por trás da expressão “Made in China” presente em tantos produtos. O filme tem uma visão contemporânea da China que dá prioridade à produtividade e inovação. A direção é de Jessica Kingdon, cineasta e produtora americana de origem chinesa que costuma estar em listas de jovens diretores e diretoras para ficar de olho.
‘Writing with fire’
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Em uma mídia dominada por homens, as jornalistas mulheres do jornal “Khabar Lahariya” (“Onda de notícias”, em tradução livre) arriscam tudo em busca de notícias. Elas botam a própria segurança em risco para cobrir a política local e os problemas sociais da Índia. O documentário explica como esse veículo foi de uma rede clandestina a um império de mídia independente apenas com mulheres produzindo conteúdo, com mais de 10 milhões de visualizações no YouTube.
‘Attica’
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Ao recontar a história do massacre na prisão de Attica, nos Estados Unidos, o documentário usa depoimentos sobre o que aconteceu 50 anos atrás para falar sobre a violência e o racismo que ainda fazem parte do sistema prisional. Sobreviventes, pessoas que acompanharam a revolta em Attica e funcionários do governo relembram aquele 9 de setembro de 1971, em uma tensão que durou cinco dias. Algumas das imagens do filme vieram das evidências apresentadas como parte de ações judiciais abordando as atrocidades cometidas pela polícia.
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Fonte: G1 Entretenimento