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Bruna Marquezine chora ao ser convidada para ‘Besouro Azul’; veja reação


‘Sempre pareceu algo tão distante na minha vida’, escreveu atriz que fará filme da DC. Ela compartilhou momento em que descobre que foi selecionada. Bruna Marquezine chora ao ser convidada para ‘Besouro Azul’; veja reação
Bruna Marquezine compartilhou o momento em que é convidada para fazer parte de “Besouro Azul”, filme da DC. Veja no vídeo acima.
“Como você se sentiria se eu te falar que gostaríamos que você fosse nossa Penny”, pergunta o produtor John Rickard.
Na mesma hora, a atriz chora muito e pergunta se ainda tem que responder ao convite.
XOLO MARIDUEÑA: quem é o ator que vai interpretar o ‘Besouro Azul’ com Bruna Marquezine
Ela fez o post no Instagram na noite desta terça (8), horas depois da notícia ser divulgada.
“Para ser sincera, ainda não bateu. Hoje estou revivendo todos os sentimentos e emoções que senti naquele dia. Mal posso acreditar que está acontecendo!”, escreveu a atriz.
“Mas posso FINALMENTE compartilhar isso com vocês! Um brasileiro em um filme de super-heróis da DC?!?!?!?!!! E esse brasileiro sou eu?!?!?! QUE?!?!??! Isso sempre pareceu algo tão distante na minha vida, especificamente para uma garota de Duque de Caxias, subúrbio do Rio”.
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1º filme com super-herói latino
Bruna Marquezine está escalada para ‘Besouro Verde’
Reprodução/Instagram/Bruna Marquezine
O filme tem estreia programada para o dia 18 de agosto de 2023 e ainda conta com Belissa Escobedo e Harvey Guillén no elenco. Este será o primeiro filme com super-herói latino.
Segundo o site The Wrap, Bruna vai interpretar Penny, a protagonista feminina. Escobedo será Milagros Reyes, a irmã mais nova de Jaime Reyes. Já o papel de Guillen ainda é mantido em sigilo.
Xolo Maridueña, de “Cobra Kai”, está escalado para o papel principal de Jaime Reyes. O diretor Angel Manuel Soto deve dirigir. O roteiro é do escritor mexicano Gareth Dunnet-Alcocer, que escreveu o remake de “Scarface” da Universal e “Miss Bala” da Sony.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paty Maionese retorna aos palcos com show em comemoração aos seus 20 anos de carreira


Drag queen faz uma homenagem à Xuxa no espetáculo ‘Xou de Humor’, que estreia dia 16 de março, no Teatro Deodoro, em Maceió. Paty Maionese retorna aos palcos com homenagem aos programas da Xuxa, em Maceió
Divulgação
A drag queen Paty Maionese vai retornar aos palcos, depois de um breve período sem shows, para comemorar seus 20 anos de carreira com um espetáculo em homenagem à Xuxa. O show vai acontecer no dia 16 de março, no Teatro Deodoro em Maceió.
O espetáculo faz parte do projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato, que volta a ser realizado no seu formato tradicional após dois anos, por causa da pandemia do coronavírus.
O ator e produtor cultural, Robson Barros, que interpreta Paty Maionese, conta que o show será uma sátira dos programas da rainha dos baixinhos.
“Quem viveu os anos 1980 sabe a febre que era o programa da Xuxa e eu era um desses fãs que acordavam cedo para assistir à rainha e não perdiam um programa. E para comemorar meus 20 anos de carreira, quero fazer uma homenagem à loira, fazendo uma sátira de seus programas”, disse o artista.
A humoristas de Fortaleza, Luana do Crato, também vai participar da nova edição do projeto Encontro com o Humor.
“Quando se pensa em humor, o primeiro nome que vem à mente é Fortaleza, porque é de lá que vêm as maiores referências, como Tom Cavalcante e Chico Anísio. Luana do Crato é uma dessas humoristas, a convidei anos atrás para participar do meu projeto, que foi um sucesso, e agora queremos repetir a dose”, falou Robson.
Os ingressos para o espetáculo são vendidos pela plataforma Sympla, no estande Viva Alagoas, que fica no Maceió Shopping, em Mangabeiras, e diretamente com o elenco do espetáculo. A entrada custa R$ 20, e a meia, R$ 10.
O espetáculo conta ainda com outras participações além de Luana do Crato. “É uma enorme honra trazer uma artista que já participou de diversos programas de TV e filmes. Ela estará junto de novos artistas e novos talentos, não tem como esse espetáculo não ser um sucesso”, disse o intérprete de Paty.
Paty Maionese retorno aos palcos e comemora 20 anos de carreira com homenagem à Xuxa em Maceió
Divulgação
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Fonte: G1 Entretenimento

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Discos de João Gilberto devem ficar com quem possa reeditá-los com zelo e urgência


Decisão do STJ de deixar matrizes dos três primeiros álbuns do cantor com gravadora resulta controvertida porque companhia está sem autorização para uso comercial do material. ♪ ANÁLISE – É inegável que a gravadora EMI Music – encampada pela Universal Music em 2013 – tratou com desleixo a discografia fundamental de João Gilberto Prado Pereira de Oliveira (10 de junho de 1931 – 6 de julho de 2019), o gênio modernizador da música brasileira que, em 1958, fez a revolução com silêncios e sons.
A edição sem critério da coletânea O mito – lançada em 1988 com a reunião de faixas dos álbuns Chega de saudade (Odeon, 1959), O amor, o sorriso e a flor (Odeon, 1960) e João Gilberto (Odeon, 1961) – gerou justa revolta no cantor, compositor e violonista baiano e deu início em 1992 a uma guerra judicial do artista contra a gravadora.
Ontem, 8 de março de 2022, 30 anos após o início da guerra, a batalha jurídica teve novo round com a decisão de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de manter a posse das masters dos álbuns com a gravadora.
Ainda cabe recurso, mas, com a morte de João, a decisão do STJ se revela controvertida porque esse tripé fundamental da discografia brasileira precisa voltar ao catálogo de forma oficial em edições produzidas com esmero. Como por ora a gravadora está sem autorização comercial para relançar os discos, qual o sentido de deixar as masters com a companhia fonográfica se os discos não poderão voltar ao mercado fonográfico?
Se as matrizes dos três álbuns retornarem ao espólio de João Gilberto, como reivindicam os herdeiros do artista, o caminho para reeditar os três álbuns pode ser encurtado se esses herdeiros entrarem em acordo e negociarem as reedições dos álbuns em LP – ou mesmo em CD, formato no qual os três discos permanecem inéditos – com qualquer outra gravadora ou mesmo de forma independente.
Enfim, o fato é que esses três discos fundamentais de João Gilberto devem ficar com quem possa reeditá-los com zelo e urgência, pois é inadmissível que o mundo da música ainda esteja sem reedições oficiais de álbuns que mudaram o curso da história.
O lugar dos discos de João Gilberto precisa ser o lugar em que eles estejam ao alcance imediato do público.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jade Picon fala sobre paredão com Arthur Aguiar no ‘BBB22’: ‘Paguei para ver’


Influenciadora foi eliminada com 84,9% dos votos nesta terça, no segundo maior paredão da história do reality. Jade Picon no ‘BBB22’
Reprodução
Após ser eliminada com 84,9% dos votos, Jade Picon falou sobre a participação dela no “BBB22” no programa “Mais Você” nesta quarta (9).
A influenciadora saiu do reality nesta terça no segundo maior paredão da história do programa, com 698 milhões de votos. Ela disputava com Jessilane (13,3%) e Arthur Aguiar (1,77%).
“Ao atender o Big Fone era coerente eu colocar o meu rival. Passei a ter confiança que eu fiz a coisa certa, de acordo com o meu jogo, mas não tinha certeza do que eu ficaria ou iria embora. Paguei para ver”, afirmou Jade.
Ela viu imagens ao vivo da casa e comentou sobre a participação no “BBB”. “Vou sentir falta de tudo, foi a melhor experiência da minha vida”.
Roupas de Jade Picon vão de De R$ 12 mil a R$ 35 no ‘BBB22’
Eliminação
Jade Picon no ‘BBB22’
Reprodução/Globo
Jade foi a sétima eliminada no paredão do “Big Brother Brasil 22”, com 84,93% dos votos. A disputa pela eliminação do “BBB22” desta terça-feira (8) tinha ainda Jessilane (13,3%) e Arthur Aguiar (1,77%).
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais
O paredão foi finalizado neste domingo (6), mas começou a ser formado ainda no sábado (5), quando a influenciadora atendeu o big phone. Com isso, ela foi direto para a disputa pela eliminação, mas pôde indicar alguém junto. Sua escolha foi o ator, seu principal antagonista na casa (que ela já havia colocado outras duas vezes).
Já Jessilane foi a escolhida do líder da semana, Pedro Scooby. Gustavo, indicado ao receber a maioria dos votos de seus companheiros (6), conseguiu escapar na prova bate-volta.
Jade Picon no ‘BBB22’
Reprodução/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Como um espelho, a moda reflete a guerra nas passarelas de Paris


‘Há muita introspecção. Como associar beleza, estética e proteção, nestes tempos?’, diz Maria Grazia Chiuri, estilista da Dior feminina. Veja como foi semana. Coleção da Dior na Semana de Moda de Paris
Vianney Le Caer/Invision/AP
O clima de incerteza e gravidade se reflete nas passarelas da Semana de Moda feminina de Paris com modelos desfilando com peças que remetem à coletes à prova de balas e cores escuras, com poemas e canções pacifistas tocando ao fundo.
Alguns participantes expressaram seu desconforto com um evento que premia a frivolidade e a alegria de viver, mas a Semana de Moda inesperadamente fez jus ao momento.
Os desfiles tiveram que ser vividos “com gravidade”, pediu o presidente da Federação Francesa de Moda, Ralph Toledano.
Embora as coleções tivessem sido desenhadas meses antes, os criadores privilegiaram as peças mais “protetoras” e uma estética solene.
‘Um momento grave’
“O mundo vive um momento grave há muito tempo, a moda integrou esse sentimento de seriedade. Está impregnada do cheiro do tempo”, disse à AFP o historiador da moda Olivier Saillard.
A Dior apresentou, por exemplo, roupas “de proteção, muito apropriadas, quase premonitórias”, explicou.
A marca de luxo francesa introduziu airbags na forma de espartilhos ou coletes. Um vestido cinza evocava a armadura do passado, com ombreiras e tornozeleiras para proteção.
A moda já viveu dois anos difíceis, de introspecção, por causa da covid-19, considera a estilista italiana da Dior feminina, Maria Grazia Chiuri.
Maria Grazia Chiuri, estilista italiana da Dior feminina, no final do desfile da marca na Semana de Moda de Paris em 1º de março
Vianney Le Caer/Invision/AP
“Há muita introspecção. Como associar beleza, estética e proteção, nestes tempos?”, explicou a estilista à AFP.
A guerra na Ucrânia “está muito mais próxima de todos nós. Mas o mundo já estava em guerra. A covid foi outra guerra (…), vivemos meses extremamente difíceis”, disse.
A Balmain também apresentou espartilhos acolchoados, criações que pareciam coletes à prova de balas, e escudos dourados.
“Minha coleção pode parecer inspirada nas grandes manchetes, tão angustiantes (…). Mas é claro que uma reação tão rápida não teria sido possível”, reconheceu o estilista da Balmain, Olivier Rousteing.
O belga Anthony Vaccarello, diretor artístico da Saint Laurent, rompeu pela primeira vez com sua estética “sexy glam” para apresentar um desfile poético, aos pés da Torre Eiffel, que sugeriu “um momento de reflexão”.
Coleção da Balmain na Semana de Moda de Paris; desfile aconteceu na quarta (2)
Vianney Le Caer/Invision/AP
Em sua coleção, o pretos, os vestidos longos, o corte de smoking com calças e suntuosos casacos de peles artificiais se destacam. A provocação ficou para trás.
Stella McCartney voltou a Paris exibindo seu compromisso quase lendário com o bem-estar dos animais. Sua proposta para as mulheres é com cores alegres, mas não há vestígios de couro, nem de materiais que não cumpram os rígidos controles ambientais.
Seu desfile começou com algumas palavras do ex-presidente americano John F. Kennedy e foi encerrado com a música de John Lennon e Yoko Ono “Give Peace a Chance”.
O japonês Yohji Yamamoto apresentou roupas que cobrem as mulheres da cabeça aos pés, com camadas de tecido que se sobrepõem, dando a impressão de temporalidade, de precipitação.
O americano Rick Owens, acostumado com desfiles de tom apocalíptico, apresentou um espetáculo acompanhado da Sinfonia nº 5 de Gustav Mahler, um momento onírico e solene.
A névoa artificial cedeu o espaço em sua passarela para silhuetas em ternos cinza extralongos ou grandes anoraks, novamente acolchoados.
“A questão da proteção esteve muito presente esta semana. O mesmo aconteceu em Londres”, disse à AFP Dana Thomas, jornalista americana e autora de “Fashionopolis”.
Poemas e canções
Louis Vuitton também aproveitou as cores da bandeira ucraniana, amarelo e azul, para uma de suas criações da Semana de Moda de Paris
Vianney Le Caer/Invision/AP
Um momento especial foi o desfile da Balenciaga, imaginado por Demna, um criador georgiano que fugiu de outra invasão russa anos atrás.
Foi uma grande declaração de amor e apoio à Ucrânia, com um poema recitado em ucraniano, camisetas nas cores de sua bandeira e uma nota explicativa alertando que a moda “perdia seu direito de existir” durante a guerra.
As modelos desfilaram sobre neve, algumas seminuas, em uma referencia aos refugiados.
A Louis Vuitton também aproveitou as cores da bandeira ucraniana, amarelo e azul, para uma de suas criações: uma camiseta extralonga, por cima de uma saia elegante e esvoaçante.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Sheeran canta no tribunal em julgamento sobre direitos autorais de ‘Shape Of You’


Hit tem 5,6 bilhões de visualizações só no YouTube. Sami Switch e produtor musical Ross O’Donoghue acusam britânico de plágio com música ‘Oh Why’. Ed Sheeran sai do tribunal em Londres, onde processo de direito autoral de ‘Shape Of You’ é julgado
Reuters/Henry Nicholls
O cantor e compositor britânico Ed Sheeran cantou no tribunal nesta terça-feira (8), fornecendo evidências em um julgamento de direitos autorais sobre o seu mega hit “Shape Of You”, de 2017.
A música tem mais de 5,6 bilhões de visualizações só no YouTube.
O artista que liderou as paradas está em uma disputa legal com o artista de Grime, Sami Chokri, que se apresenta como Sami Switch, e o produtor musical Ross O’Donoghue, que alegam que “Shape of You” infringe “linhas e frases específicas” da música deles de 2015, “Oh Why”.
Na segunda (7), Sheeran também esteve no tribunal e negou ter usado a música de Switch e O’Donoghue.
Chokri e O’Donoghue dizem que o gancho “Oh I” de “Shape Of You” é “surpreendentemente similar” com o gancho “Oh Why” da música deles e que era “extremamente provável” que Sheeran tivesse ouvido a canção. Sheeran e seus co-compositores negaram que isso tenha acontecido.
No segundo dia de interrogatório feito pelo advogado de Chokri e O’Donoghue, Andrew Sutcliffe, Sheeran cantou o gancho “Oh I” várias vezes.
Ele também cantou trechos de músicas que incluíram “Feeling Good” de Nina Simone com o mesmo tom para mostrar como melodias podem soar de maneira similar.
Questionado várias vezes sobre as similaridades entre “Oh Why” e “Oh I”, Sheeran disse à Alta Corte em Londres: “São duas escalas pentatônicas e ambas usam vogais”.
A corte ouviu gravações de Sheeran cantando o gancho em tons diferentes.
Sheeran ficou brevemente irritado quando um pequeno trecho de uma de suas músicas que ainda não foi lançada foi tocada.
Disseram ao tribunal que a pasta errada no laptop de Steven McCutcheon, um dos co-autores de “Shape of You” foi aberta acidentalmente.

Fonte: G1 Entretenimento

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QUIZ: Qual filme do Oscar 2022 você TEM que ver?

Responda perguntas e descubra qual dos dez indicados à premiação pode entrar para a sua lista de favoritos. Cerimônia com os melhores do cinema é no dia 27 de março. QUIZ: Qual filme do Oscar 2022 você TEM que ver?

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pumas tocará no Lolla soul rock psicodélico: ‘Não sigo a estrutura que ouvimos no TikTok’


Vocalista do duo texano, Eric Burton fala ao g1 sobre som que vai pelo hip hop, jazz, soul music, afrobeat e ‘todos os gêneros lindos do rock’. Grupo toca no domingo, dia do Foo Fighters. O Black Pumas, atração do domingo de Lollapalooza Brasil, quase não existiu. Com cinco anos de existência e shows lotados, o duo texano faz um som que transita pelo rock, soul e R&B, numa embalagem mais moderna. Há quem chame de soul-psicodélico.
Músico experiente, Adrian Quesada foi integrante da big band de funk latino Grupo Fantasma, vencedora de um Grammy em 2011. Em 2017, buscava um vocalista para um novo projeto e deixou recado no telefone de Eric Burton, cantor em começo de carreira, indicado por amigos.
Mas Burton, que tocava nas ruas de Santa Mônica, na Califórnia, nunca tinha ouvido falar em Quesada. Nem ligou de volta. Pelo menos não imediatamente. Só foi retornar a ligação depois de levar uma bronca de seus amigos, que explicaram a importância do cara.
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“Liguei e cantei para ele pelo telefone”, conta Burton ao g1. “Ele gostou da minha energia e eu gostei das músicas que ele tinha colocado os instrumentos.”
Do telefonema para o estúdio, saíram as primeiras produções, como “Black Moon Rising” e “Fire”. Elas foram incluídas no álbum de estreia, “Black Pumas”, de 2019.

No rol de inspirações, de acordo com Burton, apareciam hip hop, jazz, soul music, afrobeat e “todos os gêneros lindos do rock”.
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“Sou fã de folk music, de Bob Dylan e Neil Young, e também de Marvin Gaye, Al Green, Aretha Franklin, Otis Redding e Wilson Pickett. São todos artistas que me identifico e tento levar para o Black Pumas.”
A produção e os shows renderam a primeira indicação ao Grammy, na categoria Revelação, uma surpresa no meio de nomes mais do pop, como Lizzo, Rosalía, Lil Nas X e Billie Eilish, que levou a melhor na disputa.
Vieram outras cinco indicações nos anos seguintes e uma apresentação no evento, no ano passado.
Infância nas artes
Black Pumas se apresenta no Grammy 2021
Kevin Winter / Getty Images via AFP
Burton conta que cresceu em uma família que incentivava projetos artísticos, em que era permitido pintar paredes da casa, móveis e outros itens.
“Fui criado debaixo da autoridade de um artista que me ensinou ser completamente livre e dizer o que quero dizer.”
Segundo ele, a liberdade ajudou a compor do jeito que gostaria. “Escrevo de forma mais complexa, mas apenas porque não sigo a estrutura que ouvimos no TikTok. É menos pop.”
Ele passou alguns meses no coro da igreja frequentada pela família quando criança. Segundo ele, essa experiência o ensinou sobre comprometimento e honestidade. “Tento escrever o mais honesto possível. Tudo que vem do coração tem o poder de tocar o outro. Esse é o único truque.”
Das ruas para os palcos
A elogiada performance ao vivo foi moldada a partir da experiência como músico de rua, quando precisava fazer as pessoas interagirem com ele.
Para chamar atenção dos pedestres e passageiros dos trens, Burton cantava por pouco mais de um minuto e encerrava com imitações de atores que gostava na época.
Eric Burton e Adrian Quesada, do Black Pumas
Jody Domingue/Divulgação
“O público reconhecia o meu esforço e comprava meu CD”, lembra. “Sinto falta disso. As pessoas podem não saber, mas curto atuar.”
Entravam na lista interpretações Elmo, da “Vila Sésamo”, Dave Chapelle e Bill Cosby. “Conquistei o nível de confiança que é necessário ter nos shows e ainda me deu bagagem para manter os pés no chão e focado.”
Com Quesada, ele conta que entendeu que queria fazer algo novo. “Percebi logo no começo que o Black Pumas teria um conceito forte”, afirma.
“Não tínhamos ideia do tamanho, mas sabia que teria alguma coisa, pelo menos algo que nossos amigos pudessem curtir.”
Black Pumas se apresenta no Grammy 2021
Kevin Winter / Getty Images via AFP
A dupla já se prepara para começar a produção de um segundo disco, ainda sem a definição da sonoridade.
“Tenho usado meu novo instrumento favorito, para não começar com a guitarra. Comprei um Juno 106 [modelo de teclado sintetizador] e é possível que soe mais sintético.” E Burton não descarta se inspirar com passagem pelo Brasil para as composições inéditas.
Em 2020, a dupla estava com a viagem marcada para visitar o país, que foi cancelada depois da pandemia da Covid-19.
“Fiquei decepcionado. Realmente queria conhecer a América do Sul e o Brasil. Ouvimos tantas coisas boas do país, da cultura. E espero aprender e comer todas as comidas maravilhosas e me sentir inspirado pela música.”

Fonte: G1 Entretenimento

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20 livros de escritoras que falam sobre raça, política, gênero, feminismo e autoconhecimento


Relação inclui Carolina Maria de Jesus, Elena Ferrante, bell hooks e Brené Brown, autoras com destaque na literatura contemporânea e nas listas dos mais vendidos. g1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea
g1
Os conhecimentos acerca do universo feminino foram baseados, ao longo dos anos, em uma ótica masculina de uma sociedade patriarcal, que idealizava ou naturalizava a imagem das mulheres, segundo especialistas.
Esse cenário mudou e inúmeras escritoras vêm conquistando notoriedade nas editoras e na própria academia. “Embora ainda tenhamos espaço para evoluir, já vemos livros que tratam da mulher real. Na não-ficção, temos histórias de mulheres empreendedoras, que são referências em seu segmento”, analisa Thereza Castro, supervisora editorial do Skeelo, aplicativo de e-books.
“Com a ficção, as protagonistas são fortes e têm dificuldades, mas buscam independência e liberdade, em todos os segmentos da vida, na sua relação com corpo, nos relacionamentos, no mercado de trabalho, e também na maternidade, um tema que está em alta”, complementa.
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CAFEZINHO: tipos de cafeteira e como escolher a ideal para você
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O g1 lista abaixo 20 obras que têm destaque nas listas de mais vendidos, foram escritas por mulheres e abordam temas como racismo, história, política, autoconhecimento e protagonismo feminino.
“O feminismo é uma palavra que foi deturpada em seu sentido e acho essencial para qualquer mulher entender mais sobre o tema. Tenho certeza que muitas se descobrirão feministas, mesmo sem querer”, pontua Fernanda Saboya, diretora-geral da editora Melhoramentos.
Nas lojas on-line, no começo de março, os preços variavam entre R$ 15 e R$ 70.
g1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea – Juvenil
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‘É assim que acaba’ – Colleen Hoover
Um dos best-sellers do jornal “The New York Times” aborda temas sensíveis, como violência doméstica e abuso psicológico. A autora norte-americana Colleen Hoover revelou para seus leitores que a obra é um dos relatos mais pessoais da sua carreira.
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‘Os sete maridos de Evelyn Hugo’ – Taylor Jenkins Reid
A escritora americana Taylor Jenkins Reid não sai da lista dos mais vendidos. O livro se encaixa no gênero “chick lit”, publicações escritas por mulheres e direcionados para mulheres.
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‘Belo mundo, onde você está’ – Sally Rooney
Eleita pelo jornal “The Guardian” como fenômeno literário da década, a romancista irlandesa Sally Ronney é uma das vozes da literatura contemporânea. “Belo mundo, onde você está” conta a história de 4 jovens que lidam com as incertezas da vida pessoal, do amor e da amizade.
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g1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea – Mulheres protagonistas
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‘A amiga genial’ – Elena Ferrante
O livro “A amiga genial” é o primeiro de quatro romances da série napolitana da escritora italiana Elena Ferrante, um pseudônimo criado para uma pessoa que poucos conhecem o nome e o rosto.
A história se passa na Itália, no período pós guerra, e narra a relação de duas amigas da infância até os seus 16 anos. Nele, assuntos como amor, amizade e autoconhecimento se entrelaçam constantemente.
O romance já foi adaptado para uma série com o mesmo nome.
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‘A Pediatra’ – Andréa Del Fuego
No romance “A Pediatra”, a escritora brasileira Andréa Del Fuego conta a história de uma médica que não gosta de crianças nem de mães. Sua abordagem é simplesmente técnica, ou seja, não há paixão pelo ofício ou pelas relações humanizadas criadas naquele ambiente.
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g1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea – Política e história
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‘Brasil: uma biografia’ – Lilia M.Schwarcz e Heloisa M. Starling
As historiadoras brasileiras Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling reúnem documentos e relatos para construir uma biografia sobre a história do Brasil. O cotidiano, a vida política, as principais expressões culturais, manifestações e ciclos econômicos estão entre os assuntos abordados.
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‘Política é para todos’ – Gabriela Prioli
Em seu primeiro livro, a advogada e escritora brasileira explica como funciona a política e como é possível questioná-la com argumentos racionais e próprios.
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g1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea – Desenvolvimento pessoal
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‘Não aguento mais não aguentar mais: como os millenials se tornaram a geração do burnout’ – Anne Helen Petersen
Em seu livro, a autora norte-americana Anne Helen Petersen faz uma análise histórica dos principais acontecimentos que levaram os millenials a se tornarem a geração do burnout. A síndrome do burnout se tornou, em janeiro de 2022, uma doença ocupacional, de acordo com a nova classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além de história, a obra da jornalista conta com o seu próprio relato sobre o assunto e quais foram os indícios que levaram os médicos ao seu diagnóstico.
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‘Talvez você deva conversar com alguém: uma terapeuta, o terapeuta dela e a vida de todos nós’ – Lori Gottlieb
A terapeuta e escritora americana Lori Gottlieb apresenta, ao longo de 448 páginas, a sua experiência na terapia e destaca a história de 4 pacientes que se tornaram inesquecíveis ao longo de sua trajetória como psicoterapeuta.
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‘A coragem de ser imperfeito’ – Brené Brown
A pesquisadora norte-americana Brené Brown, especializada em assuntos ligados à vulnerabilidade, vergonha e empatia, está entre as palestrantes mais assistidas do TED Talks um ciclo de palestras, com nomes influentes em diversos campos.
Em seu livro “A coragem de ser imperfeito”, a autora mostra que a vulnerabilidade não pode ser entendida como sinônimo de fraqueza.
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g1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea – Feminismo
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‘Mulheres que correm com os lobos’ – Clarissa Pinkola Estés
O livro “Mulheres que correm com os lobos”, da escritora americana Clarissa Pinkola Estés, ficou durante um ano na lista dos mais vendidos do jornal “The New York Times”. Nele, a psicanalista instiga as mulheres a reencontrarem a própria natureza, livre e selvagem.
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LEIA TAMBÉM: por que o feminismo é necessário?
‘Mulheres, raça e classe’ – Angela Davis
A professora universitária e filósofa marxista norte-americana Angela Davis foi integrante do partido Panteras Negras e desde sua adolescência milita pelos direitos políticos e civis. Ela aborda o surgimento do movimento abolicionista, do sufrágio e da luta pelos direitos femininos, sob a ótica racial no livro “Mulheres, raça e classe”.
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‘Por um feminismo afro-latino-americano’ – Lélia Gonzalez
Os inúmeros ensaios da antropóloga e intelectual brasileira Lélia Gonzalez foram compilados em um livro que trata sobre racismo, colonialismo e sexismo, a partir de uma ótica afro-latino-americana.
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‘Os homens que explicam tudo para mim’ – Rebecca Solnit
O livro evidencia as diversas nuances do machismo, as diferentes manifestações da violência contra a mulher e elenca inúmeras questões problemáticas relacionadas à cultura patriarcal.
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‘Tudo sobre o amor: novas perspectivas’ – bell hooks
A descrença no amor e a visão de que ele pode ser sentido apenas em relacionamentos afetuosos são a base do livro da professora e teórica feminista norte-americana bell hooks. Ela defende, ao longo de 280 páginas, que o amor é muito mais que um sentimento, argumentado que tem um real significado e uma construção enraizada.
A escritora morreu no fim do ano passado e deixou mais de 40 livros publicados.
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G1 seleciona 20 autoras de destaque na literatura contemporânea
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‘Olhos D’Água’ – Conceição Evaristo
A linguista Conceição Evaristo é um dos grandes nomes da literatura contemporânea brasileira. Em seu livro “Olhos D’Água”, ela retrata como a realidade do mundo é dura, especialmente para mulheres negras.
“Com um texto afetivo e poético, Conceição traz o protagonismo da mulher negra e expõe realidades brutais, discriminações de gênero e raça”, analisa Fernanda Saboya.
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‘Quarto de despejo’ – Carolina Maria de Jesus
A poetisa Carolina Maria de Jesus hoje é uma das escritoras mais importantes do país. Publicado em 1960, seu livro é, na verdade, um diário onde ela relata o cotidiano duro e cruel da vida de uma moradora da favela.
“É uma voz importante para a mudança necessária da representação da mulher e da mulher negra na literatura”, observa Fernanda Saboya, da editora Melhoramentos.
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‘Pequeno manual antirracista’ – Djamila Ribeiro
O “Pequeno Manual Antirracista”, da filósofa e escritora Djamila Ribeiro, foi o vencedor do Prêmio Jabuti 2020, na categoria Ciências Humanas. Nele são apresentadas 11 lições para entender o que é racismo e de que forma é possível combatê-lo, com ações e medidas efetivas.
“Reforça o ideal de ruptura aos discursos misóginos e preconceituosos, incrustados nas sociedades por meio, basicamente, da educação das novas gerações”, sintetiza Alleid Ribeiro, professora.
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‘Tudo é rio’- Carla Madeira
O primeiro livro da escritora mineira Carla Madeira conta a história de um triângulo amoroso, que foge dos clichês da vida real. Além questionar sentimentos como o amor, a obra ressalta a importância da sororidade entre as mulheres.
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‘O peso do pássaro morto’ – Aline Bei
Inspirado em um fato de sua infância, o livro da escritora paulista Aline Bei conta os impactos das primeiras perdas, ao acompanhar uma personagem dos 8 aos 52 anos. Além disso, narra as principais questões que permeiam o universo feminino, como sexualidade, maternidade, abuso e a saúde emocional.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Jade Picon é a sétima eliminada no paredão do ‘BBB22’, com 84,93%


Influenciadora disputava permanência na casa com Jessilane (13,3%) e Arthur Aguiar (1,77%). Paredão foi o segundo maior da história do reality, com 698 milhões de votos. Jade Picon no ‘BBB22’
Reprodução/Globo
Jade Picon foi a sétima eliminada no paredão do “Big Brother Brasil 22”, com 84,93% dos votos. A disputa pela eliminação do “BBB22” desta terça-feira (8) tinha ainda Jessilane (13,3%) e Arthur Aguiar (1,77%). A votação foi a segunda maior da história do programa, com mais de 698 milhões de votos.
Veja lista completa dos 20 participantes iniciais
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O paredão foi finalizado neste domingo (6), mas começou a ser formado ainda no sábado (5), quando a influenciadora atendeu o big phone. Com isso, ela foi direto para a disputa pela eliminação, mas pôde indicar alguém junto. Sua escolha foi o ator, seu principal antagonista na casa (que ela já havia colocado outras duas vezes).
Já Jessilane foi a escolhida do líder da semana, Pedro Scooby. Gustavo, indicado ao receber a maioria dos votos de seus companheiros (6), conseguiu escapar na prova bate-volta.
Jade Picon no ‘BBB22’
Reprodução/Globo

Fonte: G1 Entretenimento