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Danny Bond e Doja Cat: dueto no Lolla está em negociação e brasileira se diz ‘ansiosa’


Remix de ‘Say so’ e ‘Tcheca’ é um sucesso, por isso fãs imploram por participação da brasileira no show da americana. Já houve proposta milionária de encontro, mas dueto ainda não é certo. Doja Cat e Danny Bond em imagem do vídeo do remix de ‘Say so’ e ‘Tcheca’
Reprodução / YouTube
Assim que foi divulgada a programação do Lollapalooza 2022, o nome da cantora alagoana Danny Bond virou um dos temas mais comentados nas redes sociais no Brasil. Ela não está escalada para o festival. Mesmo assim, os fãs vibraram com a possibilidade de um dueto com a americana Doja Cat.
Já existe negociação para juntar as duas no palco. Houve duas propostas, que esbarraram no valor de um patrocínio e na agenda de Doja Cat, e não foram fechadas. Mas ainda há contrato entre as equipes. De qualquer forma, Danny Bond estará no Autódromo de Interlagos no dia do show.
O que motiva os fãs é um remix das músicas “Say so”, de Doja Cat, com “Tchca”, de Danny Bond. Ele foi feito sem autorização pelo DJ S4tan, que trabalha com a brasileira. Foi um sucesso tão grande que a equipe da americana desistiu de tirar do ar.
“Assim que anunciou a programação meu nome já entrou nos ‘trends’ mais alto que as atrações mesmo. Estou ansiosa, porque seria f*da uma travesti negra da favela do Nordeste num palco desse tamanho, com uma cantora internacional”, diz Danny.
Veja o que o g1 apurou sobre as negociações:
Danny Bond é embaixadora do Tinder no Brasil. O app de relacionamento também já fez ações publicitárias com Doja Cat nos EUA. Por isso a empresa tenta promover o encontro.
Houve duas tentativas do Tinder: a primeira era de ter a marca no telão no encontro, simulando um “match” entre Doja e Danny antes de a brasileira subir no palco. Mas a organização do festival queria cobrar mais de R$ 1 milhão para liberar a ação publicitária, e ela não foi fechada.
A segunda proposta era de que as duas fizessem um show juntas no Rio de Janeiro, depois do Lolla em SP, mas a data não foi fechada pois Doja Cat deve sair do Brasil antes disso.
Por enquanto não deu “match”, mas as equipes seguem em contato. Danny Bond estará no autódromo e diz que subir no palco com Doja Cat “seria a realização de um sonho”.
Danny Bond já comemora ao menos um resultado da negociação: “A Doja Cat já sabe quem eu sou e sabe que esse remix é um sucesso por aqui.”
E como Danny explica essa química forte entre as duas músicas? “Acho que a Doja, assim como eu, é muito da atualidade e gosta de se aventurar nas coisas – principalmente nas letras e nos raps. As duas coisas se ligaram. Não tem mais como ouvir uma sem lembrar da outra.”
Tudo a ver com o Lolla
Não é só a brasileira que teria a ganhar com o encontro. Dois dos maiores momentos da história do Lolla no Brasil foram convites de artistas gringos antenados para cantores populares brasileiros:
Jack Ü e MC Bin Laden foram ovacionados com “Tá tranquilo, tá favorável” em 2016.
Post Malone e Kevin O Chris fizeram uma festa com o acréscimo de funks “da Gaiola” em 2019.
Quem é Danny Bond?
Danny Bond virou a ‘Rainha do Jacintinho’, mas nasceu na favela do Bolão, em Maceió
Arquivo Pessoal
Danny nasceu na favela do Bolão, periferia de Maceió, e ficou conhecida como a Rainha do Jacintinho, referência ao bairro onde morou desde adolescente.
Desde 5 anos de idade ela fazia filmes caseiros dançando. “Sempre gostei. Minhas inspirações eram as divas pop Beyoncé, Rihanna e Nicki Minaj.” As músicas com letras eróticas e as roupas ousadas ganharam o público.
“Em 2020, minha amiga Kika Boom teve a ideia de juntar ‘Tcheca’ e ‘Say so’. Eu gostei e falei com o meu DJ, o S4tan, para fazer a versão. Logo tiraram por causa dos direitos autorais. Mas ele subiu de novo e o sucesso foi tão grande que nunca mais pediram para tirar”, conta Danny.
Outro hit atual de Danny é “Barbie”, parceria com Rebecca, Pocah e Lexa. Leia mais sobre Danny Bond.
Quem é Doja Cat?
Doja Cat
Divulgação
Amala Ratna Zandile Dlamini, a Doja Cat, é uma das artistas de maior destaque no rap e no pop dos últimos anos. Ela foi indicada em 8 categorias no Grammy 2022 por conta do álbum “Planet Her”.
Doja Cat vai estrear no Brasil como uma das atrações mais esperadas para o Lollapalooza 2022. A cantora americana de 26 anos surgiu em 2013, ganhou destaque com o hit “Say So” e a partir daí foi só sucesso.
O álbum “Planet Her” saiu em junho do ano passado, com músicas como “Kiss Me More” e “Woman”, presenças garantidas no repertório do Lolla. Veja mais sobre Doja Cat e outras atrações do festival:
Lollapalooza Brasil 2022: confira o line-up com as principais atrações do festival

Fonte: G1 Entretenimento

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Marcos Suzano mixa álbum de Scott Feiner com Alex Taub


♪ Álbum mixado e masterizado pelo percussionista Marcos Suzano, no estúdio carioca Sambatown, Six feet apart está no mundo digital desde sexta-feira, 25 de fevereiro, com o som do duo formado pelo percussionista Scott Feiner com o pianista Alex Taub.
Embora seja norte-americano, Feiner é tido quase como nativo pela comunidade musical brasileira por ter morado de 2001 a 2014 no Rio de Janeiro (RJ), cidade à qual está de volta para promover a edição do álbum Six feet apart, gravado em julho de 2021 na Carolina do Norte (EUA).
Na longa temporada carioca, Feiner contribuiu para inserir o toque do pandeiro no jazz em série de quatro álbuns iniciada em 2006 com o disco intitulado justamente Pandeiro jazz e continuada com os álbuns Dois mundos (2008), Accents (2010) e A view from below (2014).
No disco Six feet apart, o cancioneiro norte-americano tem flertes com gêneros musicais do Brasil. Se Lush life (Billy Strayhorn, 1948) tem toque de ciranda, 50 ways to leave your lover (Paul Simon, 1975) evolui na pisada do baião com pitada de bolero.
Embora já esteja disponível na plataforma BandCamp, o álbum Six feet apart chega na maioria dos players digitais na sexta-feira, 4 de março, com capa que expõe arte de Marcelo Gluz.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda ‘Calcinha Preta’ anuncia DVD inédito gravado em Belém para homenagear Paulinha Abelha


“Nós acabamos de gravar um DVD em Belém, que a Paulinha participou, e não foi lançado. Vai ser um presente para o fãs”, anunciou o grupo. Paulinha morreu no último dia 23, aos 42 anos. Paulinha Abelha: ‘Nosso maior sonho era ter um filho juntos’, conta marido da cantora
O grupo de forró Calcinha Preta anunciou, em entrevista ao Fantástico, da Rede Globo, no domingo (27), que irá lançar um DVD gravado em Belém, com imagens inéditas da cantora Paulinha Abelha, que morreu na última quarta-feira (23), por problemas renais.
O cantor Bell Oliver informou que o grupo prepara uma homenagem à Paulinha. “Nós acabamos de gravar um DVD em Belém, que a Paulinha participou, e não foi lançado. Vai ser um presente para o fãs”, anunciou.
Paulinha Abelha comanda show do Calcinha Preta em Zurique, na Suíça, em outubro de 2015
Gustavo Fadel/Futura Press/Estadão Conteúdo
Banda se despede de Paulinha
“Eu pensando ‘quando a gente voltar a trabalhar, agora como vai ser assim’. Eu não sei como voltar, não sei como é que eu vou ficar no camarim sem Paula”, diz a cantora Silvânia Aquino, que esteve com Paulinha nos palcos desde 2000.
Em 2016, as duas, juntamente com Daniel Diau, chegaram a deixar a banda para integrarem o Gigantes do Brasil. Já em 2017, as cantoras formaram a dupla “Silvânia & Paulinha”. O retorno ao Calcinha Preta ocorreu em 2018.
“Eu quero pensar que ela está fazendo uma viagem. Paulinha, para gente, vai ser insubstituível”, lamentou Daniel Diau.
Em entrevista ao Fantástico, Bell Oliver, contou que ela não havia se queixado de problemas de saúde, mas percebeu que a cantora estava irritada nos últimos dias.
“Ela era a parte alegre da banda, tinha um público gigantesco, maior influencer de Sergipe, em números nas redes sociais. Vai ser difícil para gente subir no palco e não ter abelhinha ali. A gente pede que os fãs nos ajudem e nos deem força”, disse Bell Oliver.
Irmã de Paulinha Abelha fala sobre última conversa com a artista; ‘Estamos unidas pelo sangue e pelo coração’
Paulinha Abelha foi sepultada por volta das 17h, na última sexta -feira (25) , no município de Simão Dias, cidade natal da artista. O velório começou ainda na madrugada da quinta para a família, em um velatório da capital e, no começo da manhã, o corpo foi levado para o Ginásio Constâncio Vieira, onde foi velado durante todo o dia e madrugada. Milhares de fãs prestaram homenagens, líderes religiosos cantaram e também fizeram reflexões sobre a brevidade da vida.
Influenciador digital Carlinhos Maia durante velório de Paulinha Abelha em Aracaju
Anna Fontes/ TV Sergipe
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LEIA MAIS:
Quem era Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Calcinha Preta perde segundo vocalista em menos de 4 meses
Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta, morre aos 43 anos; veja FOTOS da carreira
REPERCUSSÃO: Wesley Safadão, Juliette e mais famosos lamentam morte de Paulinha Abelha
Cantora Paulinha Abelha morre aos 43 anos
Quem foi Paulinha Abelha
Natural do município de Simão Dias, no interior de Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana, trabalhou com pai comercializando em feiras livres. Começou a carreira como cantora profissional na banda Panela de Barro, onde fez dupla com o cantor Daniel Diau.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Os dois voltaram a cantar juntos na Calcinha Preta, que também é composta, atualmente, por Silvânia Aquino e Bell Oliver. A história na banda tem idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu. Ao todo, ela gravou 21 CDs e três DVDs.
Paulinha Abelha foi voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta
A cantora foi homenageada na música que leva o seu nome, “Paulinha”. Deixou a banda em 2009 para integrar a G.D.Ó. do Forró com Marlus Viana, com quem foi casada. Em 2014, retornou para a Calcinha Preta. Em 2016, Paulinha deixou a banda para formar dupla com a Silvânia Aquino, retornando ao grupo em 2018.
Paulinha Abelha se apresenta com a Banda Calcinha Preta
Entre os maiores sucessos interpretados por Paulinha estão as músicas: ‘Você Não Vale Nada”, ”Furunfa”, “Baby dool”, “Louca por ti”, “Sonho Lindo”, “Armadilha”, “Paulinha” e “Ainda te amo”.
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
Veja a cronologia da internação:
11 de fevereiro – A cantora Paulinha Abelha foi hospitalizada em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada;
14 de fevereiro – O quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI. A partir daí, passou a fazer diálise;
17 de fevereiro – O boletim médico desse dia informou que Paulinha estava em coma e, por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência. No fim da noite a situação mudou e ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais;
18 de fevereiro – O boletim médico informou que a artista permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora disse ainda que estava descartada a possibilidade de morte cerebral, e que naquela tarde ela passaria por mais uma sessão de hemodiálise. Segundo a assessoria, Paulinha estava sendo submetida a um novo tratamento, que só deveria apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência para hospital de outro estado, a assessoria informou que não havia previsão de quando poderia acontecer;
19 de fevereiro – No fim da manhã do sábado, novo boletim informava que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente;
20 de fevereiro – Segundo o boletim médico do domingo, a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também continuava em coma e intubada;
21 de fevereiro – na segunda-feira, a artista seguia com quadro neurológico grave, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.
22 de fevereiro- Na terça, de acordo com o boletim, ela permanecia com o quadro neurológico grave inalterado, sem necessidade de medicamentos para ajuste da pressão, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal. No final da tarde, os médicos que acompanhavam a cantora concederam entrevista coletiva e definiram o estado de coma dela com o nível 3 na Escala de Glasglow, que se caracteriza como o mais profundo.
23 de fevereiro- O último boletim divulgado pelo hospital, no começo da tarde de quarta-feira informou que a cantora permanecia em coma com quadro neurológico grave inalterado, respirando com a ajuda de aparelhos, fazendo hemodiálise e em monitoramento contínuo das disfunções neurológica, renal e hepática. À noite, o hospital emitiu a nota de falecimento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda ‘Calcinha Preta’ anuncia DVD inédito gravado em Belém para homenagear Paulinha Abelha


“Nós acabamos de gravar um DVD em Belém, que a Paulinha participou, e não foi lançado. Vai ser um presente para o fãs”, anunciou o grupo. Paulinha morreu no último dia 23, aos 42 anos. Paulinha Abelha: ‘Nosso maior sonho era ter um filho juntos’, conta marido da cantora
O grupo de forró Calcinha Preta anunciou, em entrevista ao Fantástico, da Rede Globo, no domingo (27), que irá lançar um DVD gravado em Belém, com imagens inéditas da cantora Paulinha Abelha, que morreu na última quarta-feira (23), por problemas renais.
O cantor Bell Oliver informou que o grupo prepara uma homenagem à Paulinha. “Nós acabamos de gravar um DVD em Belém, que a Paulinha participou, e não foi lançado. Vai ser um presente para o fãs”, anunciou.
Paulinha Abelha comanda show do Calcinha Preta em Zurique, na Suíça, em outubro de 2015
Gustavo Fadel/Futura Press/Estadão Conteúdo
Banda se despede de Paulinha
“Eu pensando ‘quando a gente voltar a trabalhar, agora como vai ser assim’. Eu não sei como voltar, não sei como é que eu vou ficar no camarim sem Paula”, diz a cantora Silvânia Aquino, que esteve com Paulinha nos palcos desde 2000.
Em 2016, as duas, juntamente com Daniel Diau, chegaram a deixar a banda para integrarem o Gigantes do Brasil. Já em 2017, as cantoras formaram a dupla “Silvânia & Paulinha”. O retorno ao Calcinha Preta ocorreu em 2018.
“Eu quero pensar que ela está fazendo uma viagem. Paulinha, para gente, vai ser insubstituível”, lamentou Daniel Diau.
Em entrevista ao Fantástico, Bell Oliver, contou que ela não havia se queixado de problemas de saúde, mas percebeu que a cantora estava irritada nos últimos dias.
“Ela era a parte alegre da banda, tinha um público gigantesco, maior influencer de Sergipe, em números nas redes sociais. Vai ser difícil para gente subir no palco e não ter abelhinha ali. A gente pede que os fãs nos ajudem e nos deem força”, disse Bell Oliver.
Irmã de Paulinha Abelha fala sobre última conversa com a artista; ‘Estamos unidas pelo sangue e pelo coração’
Paulinha Abelha foi sepultada por volta das 17h, na última sexta -feira (25) , no município de Simão Dias, cidade natal da artista. O velório começou ainda na madrugada da quinta para a família, em um velatório da capital e, no começo da manhã, o corpo foi levado para o Ginásio Constâncio Vieira, onde foi velado durante todo o dia e madrugada. Milhares de fãs prestaram homenagens, líderes religiosos cantaram e também fizeram reflexões sobre a brevidade da vida.
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Anna Fontes/ TV Sergipe
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REPERCUSSÃO: Wesley Safadão, Juliette e mais famosos lamentam morte de Paulinha Abelha
Cantora Paulinha Abelha morre aos 43 anos
Quem foi Paulinha Abelha
Natural do município de Simão Dias, no interior de Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana, trabalhou com pai comercializando em feiras livres. Começou a carreira como cantora profissional na banda Panela de Barro, onde fez dupla com o cantor Daniel Diau.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Os dois voltaram a cantar juntos na Calcinha Preta, que também é composta, atualmente, por Silvânia Aquino e Bell Oliver. A história na banda tem idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu. Ao todo, ela gravou 21 CDs e três DVDs.
Paulinha Abelha foi voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta
A cantora foi homenageada na música que leva o seu nome, “Paulinha”. Deixou a banda em 2009 para integrar a G.D.Ó. do Forró com Marlus Viana, com quem foi casada. Em 2014, retornou para a Calcinha Preta. Em 2016, Paulinha deixou a banda para formar dupla com a Silvânia Aquino, retornando ao grupo em 2018.
Paulinha Abelha se apresenta com a Banda Calcinha Preta
Entre os maiores sucessos interpretados por Paulinha estão as músicas: ‘Você Não Vale Nada”, ”Furunfa”, “Baby dool”, “Louca por ti”, “Sonho Lindo”, “Armadilha”, “Paulinha” e “Ainda te amo”.
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
Veja a cronologia da internação:
11 de fevereiro – A cantora Paulinha Abelha foi hospitalizada em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada;
14 de fevereiro – O quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI. A partir daí, passou a fazer diálise;
17 de fevereiro – O boletim médico desse dia informou que Paulinha estava em coma e, por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência. No fim da noite a situação mudou e ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais;
18 de fevereiro – O boletim médico informou que a artista permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora disse ainda que estava descartada a possibilidade de morte cerebral, e que naquela tarde ela passaria por mais uma sessão de hemodiálise. Segundo a assessoria, Paulinha estava sendo submetida a um novo tratamento, que só deveria apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência para hospital de outro estado, a assessoria informou que não havia previsão de quando poderia acontecer;
19 de fevereiro – No fim da manhã do sábado, novo boletim informava que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente;
20 de fevereiro – Segundo o boletim médico do domingo, a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também continuava em coma e intubada;
21 de fevereiro – na segunda-feira, a artista seguia com quadro neurológico grave, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.
22 de fevereiro- Na terça, de acordo com o boletim, ela permanecia com o quadro neurológico grave inalterado, sem necessidade de medicamentos para ajuste da pressão, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal. No final da tarde, os médicos que acompanhavam a cantora concederam entrevista coletiva e definiram o estado de coma dela com o nível 3 na Escala de Glasglow, que se caracteriza como o mais profundo.
23 de fevereiro- O último boletim divulgado pelo hospital, no começo da tarde de quarta-feira informou que a cantora permanecia em coma com quadro neurológico grave inalterado, respirando com a ajuda de aparelhos, fazendo hemodiálise e em monitoramento contínuo das disfunções neurológica, renal e hepática. À noite, o hospital emitiu a nota de falecimento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Naiara Azevedo anuncia o lançamento de ‘50%’, single gravado com Marília Mendonça


♪ Resolvida a questão jurídica com os herdeiros de Marília Mendonça (1995 – 2021), Naiara Azevedo lança enfim a música 50% (Dener Ferrari, Naiara Azevedo, Rafael Quadros, Vinni Miranda e Waleria Leão), gravada em setembro de 2020 pela cantora e compositora paranaense em dueto com a estrela goiana que saiu de cena há quase quatro meses, aos 26 anos. O single 50% entra em rotação na noite de quinta-feira, 3 de março.
Terceira concorrente a sair da casa onde estava confinada na atual edição do programa Big Brother Brasil (TV Globo), tendo sido eliminada do BBB 2022 em 8 de fevereiro, Naiara Azevedo vai poder acompanhar a repercussão da música que, originalmente, pretendia lançar em janeiro de 2021.
Com o adiamento do single e com a morte de Marília Mendonça em novembro, 50% se tornou um lançamento póstumo da artista goiana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Último show de Paulinha Abelha com a banda Calcinha Preta; veja VÍDEO


A apresentação aconteceu em São Vicente, São Paulo. Último show de Paulinha Abelha com a banda Calcinha Preta; veja VÍDEO
A cantora Paulinha Abelha, que morreu nesta quarta-feira (23), aos 43 anos, em Aracaju em decorrência de problemas renais, apresentou-se pela última vez com a banda Calcinha Preta no dia 6 de fevereiro, em São Vicente, São Paulo.
Em entrevista ao Fantástico, um dos integrantes da banda, Bell Oliver, contou que ela não havia se queixado de problemas de saúde, mas percebeu que a cantora estava irritada nos últimos dias.
Irmã de Paulinha Abelha fala sobre última conversa com a artista; ‘Estamos unidas pelo sangue e pelo coração’
Paulinha Abelha foi sepultada por volta das 17h, na última sexta -feira (25) , no município de Simão Dias, cidade natal da artista. O velório começou ainda na madrugada da quinta para a família, em um velatório da capital e, no começo da manhã, o corpo foi levado para o Ginásio Constâncio Vieira, onde foi velado durante todo o dia e madrugada. Milhares de fãs prestaram homenagens, líderes religiosos cantaram e também fizeram reflexões sobre a brevidade da vida.
Influenciador digital Carlinhos Maia durante velório de Paulinha Abelha em Aracaju
Anna Fontes/ TV Sergipe
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Corpo de Paulinha Abelha é velado em Aracaju
Gilton Rosas
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Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta, morre aos 43 anos; veja FOTOS da carreira
REPERCUSSÃO: Wesley Safadão, Juliette e mais famosos lamentam morte de Paulinha Abelha
Cantora Paulinha Abelha morre aos 43 anos
Quem foi Paulinha Abelha
Natural do município de Simão Dias, no interior de Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana, trabalhou com pai comercializando em feiras livres. Começou a carreira como cantora profissional na banda Panela de Barro, onde fez dupla com o cantor Daniel Diau.
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Os dois voltaram a cantar juntos na Calcinha Preta, que também é composta, atualmente, por Silvânia Aquino e Bell Oliver. A história na banda tem idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu. Ao todo, ela gravou 21 CDs e três DVDs.
Paulinha Abelha foi voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta
A cantora foi homenageada na música que leva o seu nome, “Paulinha”. Deixou a banda em 2009 para integrar a G.D.Ó. do Forró com Marlus Viana, com quem foi casada. Em 2014, retornou para a Calcinha Preta. Em 2016, Paulinha deixou a banda para formar dupla com a Silvânia Aquino, retornando ao grupo em 2018.
Paulinha Abelha se apresenta com a Banda Calcinha Preta
Entre os maiores sucessos interpretados por Paulinha estão as músicas: ‘Você Não Vale Nada”, ”Furunfa”, “Baby dool”, “Louca por ti”, “Sonho Lindo”, “Armadilha”, “Paulinha” e “Ainda te amo”.
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
Veja a cronologia da internação:
11 de fevereiro – A cantora Paulinha Abelha foi hospitalizada em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada;
14 de fevereiro – O quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI. A partir daí, passou a fazer diálise;
17 de fevereiro – O boletim médico desse dia informou que Paulinha estava em coma e, por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência. No fim da noite a situação mudou e ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais;
18 de fevereiro – O boletim médico informou que a artista permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora disse ainda que estava descartada a possibilidade de morte cerebral, e que naquela tarde ela passaria por mais uma sessão de hemodiálise. Segundo a assessoria, Paulinha estava sendo submetida a um novo tratamento, que só deveria apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência para hospital de outro estado, a assessoria informou que não havia previsão de quando poderia acontecer;
19 de fevereiro – No fim da manhã do sábado, novo boletim informava que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente;
20 de fevereiro – Segundo o boletim médico do domingo, a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanecia internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também continuava em coma e intubada;
21 de fevereiro – na segunda-feira, a artista seguia com quadro neurológico grave, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.
22 de fevereiro- Na terça, de acordo com o boletim, ela permanecia com o quadro neurológico grave inalterado, sem necessidade de medicamentos para ajuste da pressão, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal. No final da tarde, os médicos que acompanhavam a cantora concederam entrevista coletiva e definiram o estado de coma dela com o nível 3 na Escala de Glasglow, que se caracteriza como o mais profundo.
23 de fevereiro- O último boletim divulgado pelo hospital, no começo da tarde de quarta-feira informou que a cantora permanecia em coma com quadro neurológico grave inalterado, respirando com a ajuda de aparelhos, fazendo hemodiálise e em monitoramento contínuo das disfunções neurológica, renal e hepática. À noite, o hospital emitiu a nota de falecimento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Baby do Brasil e Pepeu Gomes se reencontram em estúdio para gravar dueto em música de 1983


♪ Postada nas redes sociais de Baby do Brasil, a foto acima flagra a cantora com Pepeu Gomes em estúdio na sexta-feira, 25 de fevereiro. Prestes a subirem juntos ao palco nos shows da turnê Baby e Pepeu a 140 graus, programada para estrear em abril, os artistas se reencontraram em estúdio para regravar a música Masculino feminino (1983).
Música que demole na letra o arquétipo do homem embrutecido e sem abertura para a sensibilidade da mulher, padrão alimentado pela sociedade machista, Masculino feminino é parceria de Pepeu Gomes com Baby do Brasil e com Didi Gomes.
A música foi lançada na voz de Pepeu, dando título ao álbum lançado pelo artista em 1983 e sendo promovida nas rádios como o primeiro single desse álbum que também rendeu o hit Deusa do amor, outra parceria do então casal.
Baby deu voz a Masculino feminino quase 30 anos depois, incluindo a composição no roteiro do show que marcou em 2012 a reconversão da cantora ao pop e que ficou eternizado no DVD Baby sucessos – A menina ainda dança (2015).
Ainda assim, os artistas nunca haviam gravado juntos Masculino feminino, o que dá valor documental ao reencontro de Baby do Brasil e Pepeu Gomes em estúdio.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Paraíso Tropical’ entra no Globoplay com história de gêmeas e bordões famosos de Bebel


Novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares estreia nesta segunda (28) no streaming. Alessandra Negrini, Fábio Assunção, Camila Pitanga e Wagner Moura fazem parte do elenco. Paraíso Tropical: As gêmeas contracenam
“Paraíso Tropical”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, estreia nesta segunda (28) no Globoplay.
A novela foi um grande sucesso em 2007, com Alessandra Negrini, Fábio Assunção, Tony Ramos e Susana Vieira no elenco.
Para quem viu a novela originalmente, ou quem vai assistir pela primeira vez, o g1 relembra alguns dos principais momentos, além de curiosidades dos bastidores, com dados do Memória Globo.
Na trama, Alessandra interpretou as gêmeas Paula e Taís. Elas se envolviam com Daniel, personagem de Assunção, em uma história que envolve tentativa de assassinato, falsidade ideológica e chantagem pelo poder.
A atriz chegou a atuar como quatro personagens diferentes, quando uma irmã se passava pela outra. Ela definiu o trabalho como um dos “marcos da carreira” em entrevista ao “Memória Globo”.
“Foi um desafio que eu venci. A má mata a boa, pensa que mata, e a má entra no lugar da boa. Eu não sabia como eu ia fazer isso. Me veio uma imagem de alguém que usa uma máscara. Ou seja, ela colocava a máscara da boa, mas, por trás, era ela” lembra Alessandra.
Bebel Paraíso Tropical
Reprodução
Outros dois personagens que marcaram a novela foram Olavo (Wagner Moura) e Bebel (Camila Pitanga).
Ele era um ganancioso empresário e o vilão da novela, que acaba se apaixonando pela prostituta que trabalhava no calçadão de Copacabana.
“Mulher de catiguria” e “bacana” são alguns dos bordões que ficaram fortes com a icônica Bebel. Ela também ficou marcada com a frase: “Que boa ideia esse casamento primaveril em pleno outono”.
Paraíso Tropical: Bebel e Olavo

Fonte: G1 Entretenimento

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Carnaval de Chico Buarque ainda faz sentido 50 anos após disco com trilha sonora de filme de 1972


Sete músicas então inéditas do compositor resistem bem ao tempo em gravações feitas pelo autor, pelo MPB4 e pelas cantoras Maria Bethânia e Nara Leão. ♪ MEMÓRIA – Teve Carnaval em 1972, mas não o Carnaval ansiado naquele ano por Chico Buarque, Maria Bethânia e Nara Leão (19 de janeiro de 1942 – 7 de junho de 1989), trio que dá voz às músicas trilha sonora de Quando o Carnaval chegar, quarto filme do cineasta Carlos Diegues.
No enredo do longa-metragem estreado em 1972, Chico, Bethânia e Nara personificaram integrantes de grupo mambembe, dando vozes e vida a Paulo, Rosa e Mimi – respectivamente – e a músicas que se tornariam antológicas.
Na cadência quase triste do samba-título Quando o Carnaval chegar, uma das sete composições então inéditas fornecidas por Chico Buarque para a trilha sonora do filme, ficou claro que o Carnaval era a metáfora para a democracia ceifada pelo golpe de 1964 em movimento ditatorial endurecido pelo Ato Institucional nº 5 (AI-5) imposto em dezembro de 1968.
Como o Carnaval ainda parecia distante no horizonte de 1972, inclusive pela ação implacável da censura na música popular do Brasil, a saída era recorrer à metáfora nos versos para dar o recado das letras – recurso que Chico Buarque usou com maestria ao longo dos anos 1970.
Ao criar a trilha sonora original do filme Quando o Carnaval Chegar, o compositor já estava no auge da genialidade artística, atestada pelo álbum Construção (1971), o fundamental LP que Chico lançara no ano anterior. Por isso mesmo, a capa do disco com a trilha sonora de Quando o Carnaval chegar – lançado em 1972 pela gravadora Philips – alardeou que, no repertório, havia “7 músicas inéditas de Chico Buarque”.
A força da grife autoral do compositor foi reiterada pela perenidade dessas inspiradas sete músicas – Baioque, Bom conselho, Caçada, Mambembe, o tema-título Quando o Carnaval chegar, Partido alto e Soneto – que transcenderam as telas dos cinemas e os sulcos do vinil do LP, se tornando sucessos recorrentes nos repertórios posteriores de Chico e de outros cantores.
E, justiça seja feita, as gravações originais dessas sete músicas estão à altura das composições, inclusive pelos arranjos creditados a Antônio José Waghabi Filho (1943 – 2012), o Magro do MPB4, e a Roberto Menescal, então no posto de diretor artístico da gravadora Philips.
E por falar em MPB4, o grupo interpreta o samba Partido alto – uma das 12 músicas alocadas nas 14 faixas do disco – em gravação que inclui passagem instrumental com o ronco da cuíca sublinhando o choro da fome na barriga da miséria.
A diferença na conta de músicas e faixas do disco se dá porque o samba Mambembe e a canção Soneto aparecem duplamente na disposição dos temas no LP, primeiramente em orquestrais registros instrumentais – sendo que o de Mambembe ostenta a maestria de Magro – para depois serem ouvidos nas vozes de Chico Buarque e de Nara Leão, cantora que, cabe lembrar, havia sido importante na década de 1960 para popularizar o cancioneiro de Chico.
A Bethânia, coube solar, no devido tom árido, Baioque – fusão de baião e rock já anunciada pelo título – e Bom conselho, uma das músicas da trilha sonora que deixavam entrever o clima sombrio do Brasil em 1972, com Chico dando o recado em versos que alinhavam contradições de ditos populares e, de certa forma, criticavam a voz do povo anestesiado pela máquina repressora da época.
Ouvida na voz do autor, Caçada é canção que celebra o enlaçamento sexual, afinada com o fato de o Carnaval ser a festa da carne.
Para quem buscava o tom folião da festa, a trilha sonora apresentou abordagens inéditas de festivas músicas de outros Carnavais, casos de Formosa (Nássara e J. Rui, 1933) – com Bethânia e Nara reeditando o dueto feito 39 anos antes pelos cantores Francisco Alves (1898 – 1952) e Mário Reis (1907 – 1981) – e do solar Frevo (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) na voz de Chico. O mesmo Mário Reis foi o intérprete original da marcha Mais uma estrela (Bonfíglio de Oliveira e Herivelto Martins, 1934), com a qual, sozinha, Nara pôs o bloco na rua.
Juntas, Bethânia e Nara cantaram o samba Minha embaixada chegou (Assis Valente, 1934), reaproveitado por Chico na abertura do show Caravanas (2017 / 2018) para dar o recado político desse espetáculo.
No fim do disco, Chico se junta com Bethânia e Nara para reviver a marcha Cantores do rádio (Lamartine Babo, Braguinha e Alberto Ribeiro, 1936), afinados com tom mambembe e político de trilha sonora que faz sentido em 2022, 50 anos após edição de disco que ajudou a solidificar a construção da grande obra de Chico Buarque.
♪ Leia outros textos da série memorialista do Blog do Mauro Ferreira sobre grandes álbuns de artistas brasileiros que fazem 50 anos em 2022:
1. Segundo álbum londrino de Caetano Veloso, Transa faz 50 anos como objeto de culto na obra do artista
2. Álbum de 1972 em que Gilberto Gil festejou a volta do exílio, Expresso 2222 faz 50 anos com combustível para alcançar futuras gerações
3. Álbum com que Elza Soares pediu passagem para o samba-soul faz 50 anos com vitalidade
4. Clube da Esquina, álbum que mostrou admirável mundo novo à MPB, conserva a chama da juventude aos 50 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Set de filmagens da série ‘Lupin’ é atacado e roubado na França


Criminosos levaram materiais que valem no total, segundo estimativas, US$ 338 mil; ninguém ficou ferido. Ator Omar Sy estava no set em Nanterre, perto de Paris. Omar Sy em cena de ‘Lupin’
Divulgação
Cerca de 20 pessoas mascaradas atacaram nesta sexta-feira (25), em Nanterre, perto de Paris, o set de filmagens da segunda temporada da série “Lupin”, na presença do protagonista Omar Sy, para roubar equipamentos, informou à AFP uma fonte judicial.
A equipe foi atacada durante as filmagens, disse a fonte. Não houve feridos, mas os criminosos levaram materiais que valem no total, segundo estimativas, US$ 338 mil. Imagens do set não foram divulgadas.
Depois de ter conquistado dezenas de assinantes da Netflix em todo o mundo, o ator francês Omar Sy volta a interpretar o elegante ladrão Lupin.
A série é o primeiro sucesso francês da gigante americana do streaming. Ela se baseia no personagem de Arsène Lupin, criado em 1905 pelo romancista Maurice Leblanc.

Fonte: G1 Entretenimento