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Lollapalooza 2022 anuncia primeira Lolla Parties com King Gizzard & the Lizard Wizard


Show da banda australiana acontece no dia 23 de março no Cine Joia, em São Paulo. King Gizzard & the Lizard Wizard
Divulgação
O Lollapalooza Brasil anunciou, nesta terça-feira (22), a primeira Lolla Parties da edição de 2022 com a banda australiana King Gizzard & the Lizard Wizard.
Eles tocam no dia 23 de março, no Cine Joia, em São Paulo. Já o show no festival está marcado para sábado (26).
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO LOLLA 2022
Os ingressos variam de R$ 180 a R$ 360 e já estão disponíveis no site oficial.
As Lolla Parties são apresentações de artistas do line-up do festival em casas espalhadas pela cidade. Novos nomes devem ser anunciados em breve.
Lollapalooza 2022: confira as principais atrações do festival
Máscaras e vacinas obrigatórias
O Lollapalooza 2022 vai exigir para entrada no Autódromo de Interlagos o uso de máscara e o comprovante de vacinação contra a Covid, com ao menos duas doses.
O uso de máscaras será obrigatório dentro do autódromo, e a retirada só será permitida para o consumo de alimentos e bebidas.
O festival acontece nos dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (veja line-up no vídeo acima).
Os ingressos comprados para a nona edição, antes marcada para abril de 2020, continuam válidos. O festival foi remarcado três vezes por conta da Covid-19. Desde 2012, ele acontece em São Paulo em março ou abril.
INGRESSOS: como comprar e como trocar
SAUDADES? Relembre como foi o Lolla 2019

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulinha Abelha continua na UTI em hospital de Aracaju sem alterações no quadro clínico


A cantora da banda Calcinha Preta foi hospitalizada em 11 de fevereiro e diagnosticada com insuficiência renal. Não foram divulgadas informações sobre o que teria causado o problema. Paulinha Abelha
Reprodução Instagram
A cantora Paulinha Abelha, da banda Calcinha Preta, permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de um hospital particular em Aracaju.
De acordo com o último boletim médico divulgado no final da manhã desta terça-feira (22), ela permanece com o quadro neurológico grave inalterado, sem necessidade de medicamentos para ajuste da pressão, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de hemodiálise para ajuste da função renal.
Os dois boletins médicos divulgados pelo hospital nessa segunda-feira (21) informaram que o quadro o neurológico dela permanecia inalterado, sem sinais de instabilidade hemodinâmica e que ela respirava com a ajuda de aparelhos, necessitando de diálise.
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Familiares e integrantes da banda se reversam diariamente para visita, que acontece todos os dias pela manhã e pela tarde.
Entenda como é o tratamento de diálise para quem tem problema renal
Integrantes da banda, familiares e fãs se reúnem todas as noites na porta do hospital desde o dia em que ela foi internada e fazem oração pela restauração da saúde da artista.
Fãs e integrantes da banda Calcinha Preta se reúnem todas as noites na porta do hospital onde Paulinha Abelha está internada
Viktor Romão
No fim da manhã do sábado foi divulgado que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas.
O que diz o novo boletim médico deste sábado sobre estado de saúde de Paulinha Abelha
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Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Paulinha Abelha foi hospitalizada em 11 de fevereiro em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada.
No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado na tarde da quinta (17), foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No início da tarde desta sexta-feira (18), o boletim médico informou que a cantora permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.
Na noite desta sexta-feira (18), segundo o boletim , Paulinha continuava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coma, mas em estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção da vida, recebendo terapia renal substitutiva sem intercorrências.
No fim da manhã do sábado (19) foi divulgado que, após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente.
O boletim divulgado nesse domingo (20), informou que a cantora apresenta quadro neurológico grave e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em coma e intubada.
Paulinha Abelha em entrevistas à TV Sergipe

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan prepara álbum autoral com músicas inéditas


♪ Nada menos do que dois álbuns de Djavan chegarão ao mercado fonográfico ao longo deste ano de 2022. Além do disco ao vivo que sai neste primeiro semestre com a gravação do show feito pelo artista em julho de 1997 no Montreux Jazz Festival, na Suíça, um álbum autoral com músicas inéditas está previsto para o segundo semestre.
Djavan já está em estúdio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), compondo o repertório do disco e produzindo este álbum de inéditas, o primeiro do cantor no gênero desde Vesúvio (2018), álbum lançado há quatro anos.
Prestes a completar 50 anos de carreira fonográfica (a primeira gravação do artista foi lançada no fim de 1973 no LP com a trilha sonora nacional da novela Os ossos do barão, da TV Globo), Djavan permanece como um dos cantores mais populares do Brasil. Tanto que a obra do artista acaba de atingir a marca de um bilhão de streams em players digitais.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Não Falamos do Bruno’: cover de música de ‘Encanto’ ultrapassa vídeos da Disney em português e supera 16 milhões de visualizações


Vídeo, feito em parceria com a atriz Maju Sanchez, foi lançado no dia 13 de janeiro e chama a atenção também de estrangeiros. Não Falamos do Bruno: Cover de ‘Encanto’ feito por brasileiros viraliza na internet
O ator paraibano Apollo Costa viralizou no YouTube com um cover da música “Não Falamos do Bruno”, do filme “Encanto”, da Disney. O vídeo, feito em parceria com a atriz Maju Sanchez, foi lançado no dia 13 de janeiro e já ultrapassou as 16 milhões de visualizações, superando os clipes oficiais do filme lançados pela Disney na plataforma, que têm pouco mais de 2 milhões de visualizações, cada.
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Além de Apollo (que faz Camilo, Bruno e Barrigudo) e Maju (que faz Isabella e Mulher do Peixe), o vídeo conta com a participação dos atores Úrsula Kunze (Pepa e Abuela), Lázaro Costa (Félix e Careca) e Nina Rodrigues (Dolores e Mirabel).
A música original em inglês “We don’t talk about Bruno” chegou ao topo das paradas nos Estados Unidos, dividindo o pódio com artistas como Adele e Ed Sheeran, e conquistou a posição número um no Reino Unido. Além disso, superou outro sucesso da Disney de alguns anos atrás, a música “Let it go”, do filme “Frozen”.
‘Não Falamos do Bruno’: cover de música de ‘Encanto’ chega a 16 milhões de visualizações e passa vídeos da Disney em português
Apollo/Reprodução
Apollo é ator, cantor, modelo e cineasta de João Pessoa, mas atualmente mora no Rio de Janeiro. Em entrevista ao g1, ele conta que assistiu ao filme “Encanto” pela primeira vez quando estava na Argentina e ficou bastante mexido pela animação.
“Minha amiga Maju Sanchez foi morar na Argentina por alguns meses por conta das gravações do programa do novo Art Attack e fui passar um tempo com ela criando por lá também. Foi quando fomos ao cinema e assistimos ‘Encanto’ pela primeira vez. Nesse momento, eu já saí de lá sabendo que esse filme tinha alguma coisa de diferente, mexeu bastante comigo e queria assistir de novo em português”, relatou Apollo.
Assista ao trailer do filme “Encanto”
Ao voltar para o Brasil, o ator viu o filme novamente e teve a ideia, com Maju, de gravar uma versão da música “Não Falamos do Bruno”. As gravações e produção duraram cerca de quatro dias, e o vídeo foi ao ar no dia 13 de janeiro. Em uma semana, já havia alcançado 2 milhões de visualizações, e bateu 10 milhões ainda no final do mês de lançamento.
Hoje, a versão já conta com mais de 16 milhões de visualizações e comentários com elogios de pessoas de outros países, nos idiomas inglês e espanhol. “I dont care if this is another language, i can understand this perfectly fine because i know the entire song. literally”, escreveu o perfil Twicevelos, explicando que, como já conhece a música, consegue entender mesmo em português.
Outro usuário de nome Ari Loves Bangtan, comentou “llevo tiempo aprendiendo portugués y cuando escuche ‘No hablamos de Bruno’ en portugués fue mi versión favorita de inmediato, he estado aprendiendo la canción en este idioma 🇧🇷 y ya me la se casi completa. 😄💖 saludos desde México”, em que diz que a versão em português é a sua favorita para a música.
‘Não Falamos do Bruno’: cover de música de ‘Encanto’ chega a 16 milhões de visualizações e passa vídeos da Disney em português
Apollo/Reprodução
Apollo diz que este é o vídeo de maior sucesso até agora de seu canal no YouTube. Antes da versão de “Encanto”, o máximo de visualizações foi em um a capella de “Frozen”, que foi assistido 133 mil vezes.
“A Disney sempre tem um apelo grande e sempre amei fazer tudo relacionado a eles. O meu vídeo no YouTube com mais visualizações até então era um a capella de Frozen que fiz com minha amiga Ayumi na porta de um shopping que tinha 133 mil visualizações. Mas nunca tinha batido mais de 3 milhões em nenhuma outra plataforma. E ver isso acontecendo no YouTube – que é a mais difícil de conseguir visualizações – é simplesmente incrível”, afirmou
Apollo atribui o sucesso da versão de “Não Falamos do Bruno” à qualidade e beleza do filme “Encanto”. “O sucesso do vídeo é o sucesso do filme. Para mim, ele é perfeito. Tanto musicalmente, tem uma pegada de Teatro musical. Lin Manuel Miranda é uma pessoa que está muito em alta, mas é porque ele é muito talentoso, já escreveu inúmeros musicais na Broadway”.
Família Madrigal numa cena de “Encanto”
Divulgação
O paraibano acredita que o sucesso de “Encanto” se deve à diversidade de personagens e à identidade latina. “As músicas são incríveis, a história é maravilhosa e tem uma pegada muito latina, de família, que eu acho que pega muito. E tem muitos personagens diferentes que criam proximidade”, comentou.
Apollo pretende gravar outra música da produção da Disney, “Só Um Milagre Pode Me Ajudar”. “A gente tá fazendo toda a trilha sonora que a gente ama”.
Sobre Apollo Costa
Apollo começou a estudar teatro e música em João Pessoa, aos 7 anos de idade. Aos 12 anos, os pais dele decidiram levá-lo para o Rio de Janeiro, para expandir os contatos do filho no meio artístico. No momento, ele está cursando bacharelado em cinema.
Como ator, participou da novela Gaby Estrella, do canal Gloob, em produções no SBT, Disney Channel e em filmes como “É Fada”, com Kéfera Buchmann, e “Chocante”, com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho.
Ator paraibano Apollo Costa
Apollo Costa/Divulgação
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Fonte: G1 Entretenimento

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Áurea Martins dá voz ao rapper Projota em álbum, ‘Senhora das folhas’, com cantos de rezadeiras


Dama octogenária do samba-canção, artista também registra temas afro-indígenas em disco que louva o poder curador feminino. ♪ Música da lavra verborrágica de Projota, lançada há oito anos pelo rapper paulistano no álbum Foco, força e fé (2014), A rezadeira ganha a voz de Áurea Martins em registro fonográfico que conecta a octogenária dama do samba-canção com o universo do hip hop.
A conexão é indireta, já que Áurea reapresenta A rezadeira dentro do universo camerístico, em gravação feita com a participação de Moyseis Marques para o álbum Senhora das folhas, programado para ser lançado em 8 de março.
Capa do álbum ‘Senhora das folhas’, de Áurea Martins
Sérgio Caddah
Neste disco idealizado pela produtora cultural Renata Grecco, a artista carioca de 81 anos registra cantos de rezadeiras, benzedeiras e curandeiras do Brasil, pisando no terreno fértil das miscigenações afro-indígenas com alta carga de ancestralidade.
Com 11 músicas, o álbum Senhora das folhas inclui no repertório um canto da etnia Parakanã do Pará, Araruna, sobre o qual Áurea interpreta o poema Vô madeira, da poeta Julie Dorrico, da etnia Macuxi.
Viabilizado através de recursos financeiros obtidos no edital Natura Musical, o álbum Senhora das folhas chega ao mundo digital no Dia Internacional da Mulher – em sintonia com o fato de o repertório louvar o poder curador feminino – e ganha também edição física em CD.

Fonte: G1 Entretenimento

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Instituto pede doações de sangue para a cantora Paulinha Abelha


A integrante da banda Calcinha Preta, que foi internada no dia 11 deste mês com insuficiência renal, está em coma e com quadro de saúde considerado grave. Postagem de Clevinho Santos, marido de Paulinha Abelha
Reprodução/Instagram/Arquivo
Uma campanha de doação de sangue para a cantora Paulinha Abelha está sendo realizada pelo Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Sergipe (IHHS). A integrante da banda Calcinha Preta, que foi internada no dia 11 deste mês com insuficiência renal, está em coma e com quadro de saúde considerado grave.
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A equipe médica está em processo de investigação clínica de outras questões, como o que está provocando o coma da artista. Uma coletiva de imprensa foi agendada para esta terça-feira (22), no Hospital Primavera, onde ela está, para falar sobre o quadro de saúde.
Como doar
Podem ser destinados à cantora sangues do tipo O+ e O-, de segunda a quinta-feira, de 7h às 17h, na sexta de 7h às 16h, e no sábado, de 8h às 12h.
A sede do IHHS fica na Rua Guilhermino Rezende, 187, Salgado Filho, em Aracaju. Em Nossa Senhora do Socorro, a doação pode ser feita no Shopping Prêmio, lojas 164 e 165. Na cidade de Lagarto, é possível doar no Centro Médico José Vieira Filho, praça Filomeno Hora, 52, Centro (1º piso). Em Itabaiana, na Maternidade São José, Centro.
Caso existam grupos de mais dez de pessoas para doar, é necessário entrar em contato por algum dos números deste link.
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Paulinha Abelha foi hospitalizada em 11 de fevereiro em Aracaju depois de chegar de uma turnê com a banda Calcinha Preta em São Paulo. A internação foi para tratar de problemas renais, mas a causa não foi divulgada.
No dia 14, o quadro da cantora se agravou e ela foi transferida para a UTI, além de passar a fazer diálise.
No boletim médico divulgado no dia 17, foi anunciado que Paulinha estava em coma, e por causa da instabilidade neurológica, não tinha condições clínicas suficientes para a transferência, mas no fim da noite a situação mudou, e por volta das 23, ela foi transferida para o Hospital Primavera, na Zona Sul de Aracaju, para fazer novos exames renais.
No dia 18, o boletim médico informou que a cantora permanecia em coma, clinicamente estável, com quadro de infecção controlado e respirando com o suporte de aparelho. A assessoria da cantora informou ainda que está descartada a possibilidade de morte cerebral, e que nesta tarde ela passa por mais uma sessão de hemodiálise. Informou também que ela está sendo submetida a um novo tratamento, que só deve apresentar resposta em 72 horas. Com relação à transferência de Paulinha Abelha para hospital de outro estado, a assessoria informou que não há previsão de quando isso pode acontecer.
No fim da manhã do sábado (19) foi divulgado que após a investigação com exames complementares, foi afastada a possibilidade da cantora estar com “doenças infecciosas de interesse epidemiológico para a comunidade”. O documento não trouxe mais detalhes sobre quais doenças seriam essas. À noite, os médicos informaram que ela estava intubada e em coma persistente.
O boletim divulgado no domingo (20), informou que a cantora apresentou quadro neurológico grave e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela também segue em coma e intubada.
Nesta segunda (21), a artista seguia com quadro neurológico grave inalterado, sem sinais de instabilidade hemodinâmica, respirando com a ajuda de aparelhos e necessitando de diálise.
Paulinha Abelha em entrevistas à TV Sergipe

Fonte: G1 Entretenimento

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Alok compartilha vídeo com momento em que urso corre atrás dele: ‘Esse dia foi doido’

Cena aconteceu enquanto DJ esquiava na Europa; veja VÍDEO. Alok compartilha vídeo com momento em que urso corre atrás dele
Alok compartilhou um vídeo em que mostra um urso correndo atrás dele enquanto esquiava na Europa. Veja acima.
VEJA PROGRAMAÇÃO DO LOLLAPALOOZA BRASIL 2022
Ele compartilhou o registro nesta segunda-feira (21) com a legenda: “Estava vendo alguns vídeos da viagem e esse dia foi doido! 😂😂”.
Alok viajou com a esposa Romana Novais para esquiar, na França, em fevereiro. No vídeo, o urso parece cair logo depois de começar a correr.
O DJ é uma das principais atrações do Lollapalooza Brasil no sábado, dia 26. No mesmo dia cantam Miley Cyrus e A$AP Rocky. Veja line-up comentado no vídeo abaixo:
Lollapalooza Brasil 2022: confira o line-up com as principais atrações do festival

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears fecha acordo recordista para publicação de livro de memórias


Segundo a revista Variety, o livro trará relatos da cantora sobre sua ascensão à fama, a relação familiar e sua experiência de viver sob um sistema de tutela por mais de uma década. Britney Spears em foto de 2018
Reuters/Mario Anzuoni/File Photo
Britney Spears fechou um acordo de publicação para um livro de memórias.
Segundo a revista Variety, o livro trará relatos e comentários de Britney sobre a ascensão à fama, a relação familiar e sua experiência de sob um sistema de tutela por mais de uma década.
A editora responsável pela publicação será a Simon & Schuster.
Detalhes sobre o acordo não foram revelados, mas segundo a revista Variety, uma fonte da família informou que é um “contrato recordista”.
Segundo a coluna Page Six, Britney receberá US$ 15 milhões (cerca de R$ 76 milhões) pela obra. A Variety entrou em contato com a Simon & Schuster para confirmar a informação, mas não obteve retorno.
O anúncio do livro de memórias de Britney chega meses após a oficialização do fim da tutela do pai, Jamie Spears, sistema sob o qual a cantora viveu por 13 anos.
O processo foi encerrado em 12 de novembro, após a juíza Brenda Penny concordar com o fim do controle sobre a vida, carreira e finanças da cantora pop.
“Bom Deus, eu amo tanto os meus fãs, é uma coisa louca!!! Eu acho que vou chorar pelo resto do dia. Melhor dia de todos… Louvado seja o Senhor… Posso ganhar um amém?”, escreveu Britney no Twitter após a decisão.
Britney Spears livre: Juíza determina fim da tutela do pai após 13 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Medida provisória prorroga para dezembro de 2023 prazo de reembolso de eventos cancelados na pandemia


Crédito para clientes e remarcações de shows podem acontecer até dezembro de 2023. Público canta com Gabriel o Pensador no Lollapalooza 2019
Diego Baravelli/G1
O Governo Federal publicou nesta terça-feira (22) uma medida provisória que prorroga o prazo de reembolso de shows, festivais e reservas turísticas até dezembro de 2023.
O texto que regulamenta a questão de reembolso nos setores da eventos cancelados ou adiados por conta da pandemia está na lei 14.046/2020.
“Os artistas, os palestrantes ou outros profissionais detentores do conteúdo, contratados de 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2022, que forem impactados por adiamentos ou por cancelamentos de eventos em decorrência da pandemia da covid-19, incluídos shows, rodeios, espetáculos musicais e de artes cênicas, e os profissionais contratados para a realização desses eventos não terão obrigação de reembolsar imediatamente os valores dos serviços ou cachês, desde que o evento seja remarcado, observada a data-limite de 31 de dezembro de 2023 para a sua realização”, diz o texto publicado no “Diário Oficial da União”.
Com a Medida Provisória desta terça (22), as empresas continuam obrigadas a:
remarcar os serviços, as reservas ou os eventos cancelados;
ou disponibilizar crédito para uso ou abatimento na compra de outros serviços das mesmas empresas (ou seja, não a devolução do dinheiro, mas apenas a possibilidade de utilizar o valor já pago).
Em março de 2021, após meses de vácuo jurídico, o governo publicou uma Medida Provisória que prorrogava este prazo para dezembro de 2022.
Orientações dos especialistas para quem tem ingressos pendentes:
Consumidor tem que entrar em contato com a empresa e ver o que ela propõe. A maioria das produtoras tem as regras em destaque em seus sites oficiais;
É preciso documentar tudo que foi conversado com a empresa; se foi uma ligação, a recomendação é redigir um e-mail e enviar para um contato oficial da empresa. Documentos servem de prova para eventuais ações judiciais, que podem acontecer após o prazo dado pela lei;
Ficar atento aos prazos estabelecidos para uso do crédito ou reembolso;
Acionar as empresas organizadoras através da plataforma “consumidor.gov’, do Governo Federal. Ela foi criada para tentar resolver essas demandas em 2014;
Fazer uma reclamação junto ao Procon para que dados sejam gerados e utilizados pelos órgãos públicos;
Ficar atento às atualizações da lei que afeta diretamente essa questão do reembolso de ingressos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tico Santa Cruz diz que chacota de Digão ilustra como redes sociais ‘são catastróficas para a saúde mental’


Ele fala ao g1 sobre embate com líder dos Raimundos e critica roqueiros que ‘pararam no tempo e se tornaram como os velhos conservadores que antes criticavam o rock’. Tico Santa Cruz comanda show dos Detonautas no João Rock
Érico Andrade/G1
Tico Santa Cruz estava em busca de paz. Depois de lançar músicas com protestos políticos no “Álbum laranja” dos Detonautas em 2021, ele soltou o calmo e intimista “Esperança”. Dias depois, ele disse que se afastaria do Facebook e do Twitter para cuidar de saúde mental.
A ideia era passear na Bahia e postar vídeos leves no Instagram, mas ele deu de cara com um post de Digão. O líder dos Raimundos já tinha brigado com Tico e outros roqueiros após dizer que a pandemia era “uma amostra grátis do comunismo”. Agora, ele revidou e fe a saída de Tico das redes.
“Bom dia para quem trabalha e não precisa sair de rede social por problema de saúde mental”, escreveu Digão.
Ao fazer chacota sobre saúde mental, Digão acabou ilustrando exatamente como as redes são insalubres, argumenta Tico. “Acho que o enfrentamento dessa ignorância é fundamental para sairmos desse buraco em que o Brasil entrou.”
Tico ficou revoltado e não encontrou a paz esperada. Mas ele continua atrás. Ao g1, ele fala sobre o álbum mais leve após as canções , a pausa – temporária – nos comentários políticos e sociais nas redes e em como isso se traduz em sua carreira.
Ele bate de frente com o conservadorismo no rock e diz que as bandas precisam conversar com uma nova geração mais aberta e diversa. Uma oportunidade para isso, diz o músico, é o show deles no festival Lollapalooza, em março (veja a programação).
Leia a entrevista abaixo:
g1 – O álbum novo, ‘Esperança’, é mais leve. Quando vi que tinha uma versão de ‘Amanhã é 23’, do Kid Abelha, achei que seria uma balada no meio, mas ela é até mais pesada que as outras. Como veio a ideia de fazer um disco assim?
Tico Santa Cruz – Ele foi composto no primeiro momento da pandemia, entre março e agosto de 2020. Comecei a escrever muito no confinamento e a gente fazia as coisas à distância. A temática é bem mais existencial. Fala de angústia, medo, de não saber do futuro, questões da convivência.
Mas em agosto eu fiz a música “Carta ao futuro”, falando sobre a situação do Brasil, e ela desencadeou o “Álbum laranja”, que foi mais político. Então deixamos esse álbum guardado, e agora sentimos que dava para lançar.
g1 – Tem a música do Kid Abelha e uma parceria com o Frejat em “Medo”. Foi uma coincidência ou você quis fazer um resgate do rock brasileiro dos anos 80?
Tico Santa Cruz – A gente buscou mesmo uma sonoridade e arranjos que fizessem essa viagem ao final dos anos 80. Usamos bastante teclado. Eu gosto muito de The Killers, que conseguem ter essa roupagem anos 80, mas atual, tentando fazer uma ponte entre os arranjos.
g1 – Nesse álbum existe uma sensação de busca pela paz. É um momento seu? Pouco depois de lançar você anunciou que ia dar um tempo do Facebook e do Twitter.
Tico Santa Cruz – Minha vida sempre foi conectada à internet. O Detonautas foi a primeira banda formada pela internet. Como eu gosto muito, eu tenho uma relação de cuidado. Quando eu começo a gastar um tempo e uma energia que me prejudica, tendo a sair.
Em 2018 eu tinha falado que ia sair das redes, e realmente saí. Fiquei postando pouca coisa. Mas veio a pandemia, e a gente teve essa reviravolta do negacionismo e da forma desastrosa como foi administrada essa crise. Aí voltei a usar as redes.
Até porque a coisa começou a virar indignação coletiva. Não tem ninguém feliz no Brasil, exceto quem está ganhando muito dinheiro com a crise.
Só que eu sei que esse vai ser um ano difícil. Não vai ser uma prova de 100 metros, vai ser uma maratona.
Eu fiz um cálculo de recuar para poder chegar ao final do percurso. Eu recebo ataques sistematicamente desde 2014. Ataques muito pesados, densos. Para não entrar nesse ciclo, resolvi dar uma pausa, para avaliar como vai ser esse ano.
Banda Detonautas
Divulgação
g1 – Curioso você falar assim sem esperança. Você sabe que os ataques vão existir e também que uma hora você vai voltar.
Tico Santa Cruz – A minha missão de vida, que eu quero muito realizar, se possível em 2023, é não depender mais das redes sociais. Eu participo ativamente do debate público há muitos anos e estou cansado.
Por isso eu queria me dedicar à minha família. Os meus filhos também sofrem, são expostos junto aos colegas. Não que em 2023 o Brasil vá virar uma Suíça. Mas eu queria que o Brasil caminhasse para um lugar em que eu pudesse me desligar.
Porque eu não vejo as redes sociais caminhando para um lugar saudável. Eu vejo que elas caminham para ser cada vez mais catastróficas para nossa saúde mental. As pessoas perderam o pudor de entrar em questões cada vez mais dolorosas e perigosas.
Mas nesse ano eu acho que todos vamos ter que encontrar algum jeito de dialogar ali dentro para o país passar dessa fase crítica. Eu quero dar um intervalo para chegar bem ali perto de agosto, setembro e outubro.
Tico Santa Cruz, dos Detonautas, e Digão, dos Raimundos
Divulgação / Instagram / Tico Santa Cruz e Alexandre Durão/G1
g1 – Até a noite de sábado, quando o Digão fez o post no Instagram, você já estava havia quase dois dias fora do Facebook e do Twitter. Já estava dando para se sentir melhor?
Tico Santa Cruz – Na verdade, eu não posso me desligar totalmente. Quando eu falo em me desligar, falo sobre esses debates e do que não me faz bem. Mas eu tenho uma equipe que posta para mim coisas de trabalho, como clipes dos Detonautas.
E do Instagram eu não tenho como abrir mão. Estou abrindo uma loja de tatuagem e lançando disco. Não estou no rádio e nem na TV, não posso ignorar essa visibilidade. Eu estava passeando e postando algumas coisas quando vi o post do Digão.
O Digão é uma figura que não tem relevância. Os Raimundos são uma banda importante. Mas ele, como personagem, é irrelevante. Então ele sempre procura alguma coisa para atacar. Ele atacou recentemente a Anitta por lançar “Boys don’t cry”. Ele tenta chamar atenção assim porque não consegue de outra maneira.
Mas eu achei o post de muito mal gosto. Fazer uma crítica sobre música ou política é uma coisa. Chacota com saúde mental demonstra como a sociedade está doente e como as pessoas perderam o senso de respeito.
Eu tive um problema com o Digão quando ele postou que a pandemia era “uma amostra grátis do comunismo”. A tática que ele usa é a do ódio, da agressão e da ofensa, de destruir o outro.
g1 – Ele disse que você e outros músicos já ‘lincharam’ ele nas redes sociais antes.
Tico Santa Cruz – Não foi linchamento. Ele estava falando um monte de bobagem sobre a pandemia e as pessoas estavam respondendo ele. As pessoas que identificaram que ele estava fazendo um desserviço e ele foi para o lado pessoal.
(O g1 procurou o Digão e a assessoria de imprensa dos Raiumndos para falar sobre o assunto, mas não teve resposta).
Digão critica Tico Santa Cruz
Divulgação
g1 – Por que você acha que o rock atrai figuras conservadoras, como você cantou na música “Roqueiro reaça”?g1 – Por que você acha que o rock atrai figuras conservadoras, como você cantou na música “Roqueiro reaça”?
Tico Santa Cruz – O rock sempre foi um estilo colocado como de drogado, de vagabundo, de pessoas que são marginais. Lá nos anos 60 e 70 os conservadores criticaram o rock pela sua forma transgressora e libertária.
Mas o rock também começou a ter outro viés, elitista, de achar que tudo que não é rock é uma porcaria. E ele teve sua formação no Brasil dentro da classe média. Essa galera envelheceu e não conseguiu entender a dinâmica social.
Elas não tiveram um diálogo com a galera mais nova, que tem flexibilidade de estilos, que não é restrita e aceita a diversidade cultural e sexual. Eles pararam no tempo e se tornaram como os velhos conservadores que antes criticavam o rock.
O funk, o rap e o pop dialogam muito bem com o novo público. Mas o rock ficou com essas figuras engessadas, que acham que tem que ter essa coisa machona, autoritária e politicamente incorreta. Assim como parte do público que não entendeu o rock a ponto de vaiar o Roger Waters.
E não é só aqui. Você vê lá fora o Eric Clapton dando declarações absurdas. São pessoas que perderam a conexão com o mundo. Não dá para se juntar com negacionistas e obscurantistas.
O pior é que isso se reflete no rock do Brasil, ele perde espaço, não consegue falar a língua das pessoas, fica complicado. Mas outros artistas perceberam, ainda bem, e hoje pessoas como o Digão estão praticamente isoladas.
Cantor Tico Santa Cruz
Divulgação
g1 – Você disse que ia se afastar das redes e buscar ajuda médica. Está fazendo terapia?
Tico Santa Cruz – Terapia eu já faço há muito tempo, desde 2004. Eu já levanto a bandeira da saúde mental há anos. Em 2019 lançamos a música “Ilumina o mundo” em parceria com o CVV, divulgando o número 188. Essa sempre foi uma pauta em que eu atuo.
Como faço terapia, sei quando não estou bem. Aí fui ao médico, ao psiquiatra, ele me receitou um medicamento.
Eu falei sobre sair das redes e sobre o tratamento porque acho isso importante. Muita gente fica com medo de fazer e falar sobre isso por causa de gente ignorante como o Digão. Acho que o enfrentamento a essa ignorância é fundamental para sairmos desse buraco em que o Brasil entrou.
g1 – Mesmo se resguardando agora, você está prestes a fazer um show no Lollapalooza. Com estes álbuns com perfis tão diferentes, como você vai combinar o repertório do festival?
Tico Santa Cruz – Eu já conheço o Lolla há muitos anos e sei que tem um line up mais alternativo. E eu acho que é oportunidade de uma galera conhecer os Detonautas em uma geração que não se conectou lá no começo.
A gente vai fazer os hits, mas também pontuar com algumas coisas desse novo e do álbum laranja.
Queremos acessar essa galera nova que muito nos interessa. O rock está envelhecendo, se não conseguir se conectar com a juventude, vai virar jazz e blues, uma coisa da elite ouvir tomando uísque.
g1 – Já que você saiu das redes para preservar a saúde mental por um tempo, como pretende se comportar em relação aos discursos no palco?
Tico Santa Cruz – Já tem alguns anos que eu não preciso falar nada além das músicas. Até porque minha posição é muito clara. Eu não fiquei em cima do muro. O que eu sempre falo é que a gente precisa preservar a democracia e lutar por ela.
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Fonte: G1 Entretenimento