Categorias
ENTRETERIMENTO SLIDE

Dupla João Lucas e Marcelo se apresenta no Tocantins no próximo sábado

A dupla João Lucas e Marcelo, conhecida internacionalmente como “Reis do Funknejo”, se apresenta na cidade de Monte do Carmo no próximo sábado, 21, durante a 16ª edição do Rodeio Monte do Carmo. Esta é a segunda vez que os artistas se apresentam nesta festa. A outra apresentação aconteceu em 2014, durante a 14ª edição do Rodeio.

De acordo com Marcelo Martins, primeira voz da dupla, a expectativa é que se repita o sucesso de público e a excelente receptividade que tiveram no município. “Naquela ocasião estávamos lançando a música ‘Agora é pra valer’, que se tornou um grande sucesso em nível nacional. Agora voltamos com ‘Morango e Mel’, que acabou de ser lançada e que, inclusive, o clipe foi gravado no Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins”, destacou o cantor.

Além de João Lucas e Marcelo, participam do evento o cantor gospel Rubens, que se apresenta na quinta-feira, 19; a dupla Paulo Victor e Gabriel e o cantor Thiago dos Teclados, que sobem no palco no sexta-feira, 20; e a dupla Paulo Freire e Luciano, que se apresenta após João Lucas e Marcelo, no sábado.

Novo clipe

João Lucas e Marcelo lançaram na primeira semana do mês o clipe “Morango e Mel”, que foi gravado no Parque Estadual do Jalapão e que teve a digital influencer Camila Peara como protagonista. O clipe já está disponível no Youtube e pode ser conferido neste link https://www.youtube.com/watch?v=qKGoB3VRabk.

Fonte: T1 Notícias

Categorias
ENTRETERIMENTO SLIDE

Noivos ignoram superstição de azar e decidem se casar na sexta-feira 13

Um casal de Palmas ignorou as superstições de azar e decidiu se casar nesta sexta-feira (13). Clodes Santos Neto, de 31 anos, e Fernanda Braga Benício, de 25, sobem ao altar às 21h30, na Catedral Divino Espírito Santo. A data tem fama de ser um dia de azar, mas para eles o significado é totalmente diferente.

Segundo o noivo, ao escolher a data, o casal sabia que o dia 13 cairia em uma sexta-feira, mas diz que não acreditam na superstição. “Nós pensamos que seria um feriado prolongado, então quem mora longe teria de tempo de voltar para casa com tranquilidade.”

O noivo explica que para o casal, o significado da data é o oposto. “Por susceder o dia de Nossa Senhora Aparecida, a data é muito conceituada pela Igreja.”

Neto diz que os convidados também não se importaram com a data. “Na verdade ninguém disse nada, eu que fico fazendo brincadeira sobre o azar desse dia.”

Sexta-feira 13

A sexta-feira 13 é o dia mais amaldiçoado do calendário, pois é supostamente quando tudo pode dar errado. Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.

“Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência. A crença religiosa virou uma aversão generalizada por começar algo ou fazer qualquer coisa importante em uma sexta-feira”, diz ele.

Por volta de 1690, começou a circular uma lenda urbana dizendo que ter 13 pessoas em um grupo ou em torno de uma mesa dava azar, explica Roud. As teorias por trás da associação de azar com o número 13 incluem o número de pessoas presentes na Última Ceia e o número de bruxas em um clã.

Em 1907, um livro chamado Sexta-feira 13 foi publicado pelo corretor de ações Thomas Lawson – essa foi a inspiração para a mitologia em torno da data, culminando na franquia de filmes homônima nos anos 1980.

Quer saber mais notícias de todo o estado? Acesse o G1 Tocantins.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Uma BGS depois, games brasileiros vão de protótipos a produtos que lutam pelo mercado internacional

Foram cinco dias de canseira, muitas demonstrações e bugs surgindo aqui e acolá, mas que garantiram um ano inteiro de trabalho para os estúdios por trás dos games brasileiros “Guts” e “Skydome”.

A estreia na BGS 2016 aconteceu com versões rudimentares dos jogos, fruto de poucos meses de trabalho. As ideias, no entanto, foram bem recebidas pelo público, entraram para a lista de games mais bacanas da área indie e retornam na feira deste ano com investimentos e a vontade de não conquistar só o mercado brasileiro, mas o internacional também. Assista ao vídeo acima.

‘Guts’, uma lutinha diferente

Ao contrário de “Street Fighter” e “Mortal Kombat”, o game de luta “Guts” decide seus duelos em partes. Saem as barras de vida e a obrigação de esvaziar a do seu adversário. Em “Guts”, é preciso arrancar pernas e braços do oponente para garantir a vitória.

Em 2016, “Guts” estava muito cru. Mas a versão da BGS 2017 mudou muito. O jogo tem agora um elenco completo de lutadores e cenários interativos, além de um redesenho gráfico completo.

“Nesse um ano de desenvolvimento transformamos um game com potencial em um produto que os jogadores vão curtir. Melhoramos os gráficos, agora dá para jogar online também”, diz Paulo Santos, diretor do jogo no estúdio Flux, de São Paulo.

De acordo com Santos, “Guts” nasceu daquela vibe anos 1990 de jogar games de luta apertando todos os botões do controle ao mesmo tempo – e ainda assim soltando golpes poderosos e conseguindo se divertir.

“O desafio para criar um game para o consumidor final é que pra quem joga tanto faz se o jogo é brasileiro, americano ou japonês. Ele tem que ser bom”, afirma Santos.

  • Quando chega: 31 de outubro
  • Plataformas: Primeiro PC, depois PS4 e Xbox One

‘Skydome’, um crescimento exponencial

O estande de “Skydome” na BGS 2016 já era dos mais bonitos: box duplo, todo decorado, apresentando um game com pinta familiar de “League of Legends”. Mas na feira desse ano a área cresceu nove vezes. O “Skydome” de 2017 parece aquele fenômeno internacional que todos jogam (e você ainda não conhece), com estande de merchandising e transmissão feita com narradores.

“Do ‘Skydome’ do ano passado só mantivemos as regras, as mecânicas e o nome. O resto mudou tudo”, diz Mateus Zanetti, um dos desenvolvedores do game no estúdio Kinship, também de SP.

Formada por veteranos da indústria nacional de jogos, a Kinship levou para a BGS 2016 um protótipo de “Skydome” feito em apenas 4 meses. Zanetti diz que ele e seus colegas de trabalho buscavam validar os conceitos e ideias do game, um exemplar do gênero “tower defense”, em que você deve usar a estratégia para montar defesas e impedir o avanço de tropas inimigas, mas com heróis e elementos de MOBAs. Deu certo.

“Começamos com 4 pessoas em um espaço de ‘coworking’. Hoje somos 18 e mudamos para um escritório na Rua Oscar Freire [região nobre de SP]. Aumentamos nossa responsabilidade, nossos investimentos, e estamos mostrando que confiamos no game”, diz Zanetti.

“Não dá para lançar um jogo para competir só com os brasileiros. Vamos lançar o ‘Skydome’ para competir com o mundo”.

  • Quando chega: 2018
  • Plataformas: PC

Estreante de BGS, mas veterano internacional

Uma combinação alucinada da criação de itens de “Overcooked” com a defesa de base de “Lovers in a Dangerous Spacetime”, o paulistano “No Heroes Here” chegou aos PCs agora em outubro.

A estreia do jogo na BGS 2017, no entanto, não é nenhuma novidade para os paulistanos do estúdio Mad Mimic. Antes, a empresa apresentou seu game em feiras no Japão, Alemanha e Estados Unidos. Todas, felizmente, com elogios para o que foi apelidado de “coop da bagunça”.

  • Quando chegou: 3 de outubro
  • Plataformas: Primeiro PC, depois PS4 e Nintendo Switch
 Fonte: UOL
Categorias
ENTRETERIMENTO

Pelo sogro, atriz deixa novelas da Globo e faz testes para filmes em Hollywood

Há dois anos nos Estados Unidos, Fernanda Machado começou a procurar papéis na maior indústria de entretenimento do mundo: Hollywood. A atriz de 36 anos mora na cidade de Santa Barbara, Califórnia, com o marido americano e o filho de dois anos, e não pretende deixar a família lá para voltar às novelas da Globo. Longe da TV desde 2014, ela contratou uma agente em Los Angeles e tem feito testes para filmes.

“Pintou um filme quando o Lucca tinha seis meses, mas eu não quis abrir mão da amamentação. Agora, devagarzinho, estou começando a retomar, até fiz alguns testes nesses dois últimos meses. Se a gente [ela e o filho] tiver que ficar uns dois dias longe, já estou mais preparada, acho que agora é o momento. Talvez eu comece a fazer mais testes por lá”, diz.

 Fernanda veio ao Brasil na semana passada para divulgar o filme A Menina Índigo, que estreia nesta quinta (12). Ela trouxe o filho, Lucca, mas conta que não pode se distanciar dos Estados Unidos com ele por muito tempo. O sogro da atriz é idoso, não está bem de saúde e só tem o marido da atriz para ajudá-lo. Toda a família está envolvida nos cuidados.

Por isso, a atriz só pensa em voltar a trabalhar no Brasil se puder ter compromissos curtos, como séries e filmes. Novela agora, nem pensar.

“Tive vários convites nesses dois anos pra novela, mas realmente não consigo voltar a fazer. É um ano gravando. Meu marido é a única pessoa que meu sogro tem. Não posso falar ‘Vamos pro Brasil fazer uma novela, amor?’. É uma pessoa que depende da gente e eu não posso ser egoísta, também não posso falar ‘Tô indo pro Brasil, vou levar seu filho, você vai ficar um ano sem vê-lo’, porque meu marido trabalha. Realmente não posso dividir minha família agora”, conta.

“Morro de vontade [de voltar à TV], digo não com o coração apertado. Mas estou super aberta pra fazer projetos de dois meses, porque aí é mais possível. Provavelmente vou fazer um projeto de dois meses no final do ano, e depois posso voltar com um trabalho menor, um filme, uma série”, torce.

Mãe em tempo integral
Em A Menina Índigo, Fernanda interpreta a mãe de uma menina que tem o poder de curar os outros. Ela diz se identificar bastante com as agruras e com a dedicação que sua personagem vive na ficção. A atriz, que se destacou em tramas como Caras & Bocas (2009) e Paraíso Tropical (2007), tem a maternidade como sua principal atividade hoje.

Desde que descobriu que tinha endometriose (doença do sistema reprodutivo feminino) e teve de fazer uma cirurgia em meio às gravações de Amor À Vida (2013), passou a dividir mais detalhes de sua vida pessoal com o público. Atualmente, Fernanda tem um canal no YouTube e usa seus perfis nas redes sociais para falar sobre o crescimento de seu filho e dar dicas para outras mães.

“Fui recebendo cada vez mais mensagens de mães falando ‘Você me ajudou a aprender sobre amamentação, me ajudou a decidir pelo parto normal’, e isso foi tocando e me motivando a dividir mais e mais. Essa troca me dá força nos dias que está difícil”, relata.

“Tem assunto que não acaba mais. Eu gosto de ter vídeos elaborados, faço roteiro, estudo, e faço tudo sozinha, além de cuidar do Lucca. Dá um trabalhão, mas você vai aprendendo. Em alguns momentos pensei se valia a pena ficar me expondo assim, mas já recebi tantos emails falando que o que eu faço é muito importante que vou continuar”, afirma.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Trailer final de Star Wars: Os Últimos Jedi conduz ao Lado Sombrio da Força

Por essa nem o mais fervoroso fã de Star Wars esperava: os momentos finais do último trailer de Os Últimos Jedi colocam Rey e Kylo Ren no mesmo caminho, fazendo com que a última esperança da Resistência contra a Primeira Ordem pareça apagar. É uma jogada de mestre que deixa o oitavo episódio da saga da família Skywalker ainda mais alinhado com a guinada sombria ensaiada O Império Contra-Ataca, o já lendário “episódio do meio” da trilogia original.

7 coisas que você precisa saber sobre o novo trailer de “Star Wars”

“Os Últimos Jedi” pode ter 1º personagem LGBT nos filmes “Star Wars”

O diretor e roteirista Rian Johnson, por sinal, não economiza no peso. Ele sugere um destino trágico para a general Leia Organa pelas mãos de seu filho, Kylo Ren; coloca Luke Skywalker como um mestre imerso em dúvidas em relação ao poder bruto demonstrado por Rey; e mergulha o resto da Resistência, de Finn a Poe Dameron aos novos jogadores no tabuleiro, em uma batalha que pode significar o fim de tudo. Star Wars: Os Últimos Jedi, de repente parece novo e surpreendente. Dia 14 de dezembro a gente descobre quem vive, quem morre e quem abraça, finalmente, o Lado Sombrio da Força.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Junior Lima celebra o nascimento do filho: “O Otto chegou”

Junior Lima celebrou nesta terça-feira, 3, o nascimento do filho, fruto de seu casamento com Monica Benini.

Segundo o músico, Otto nasceu de parto humanizado em sua casa no domingo, 1, medindo 51cm e pesando 3,2kg.

Em suas redes sociais, Junior e Monica falaram sobre a felicidade com o momento do parto. “O Otto chegou! Fomos invadidos por uma felicidade e paixão arrebatadoras! Ele nasceu no último dia 01/10, com 51cm, 3,2kg e muita saúde, de parto humanizado, em nossa casa, com uma equipe especializada, no ambiente mais amoroso que poderia ser“, revelou.

O irmão de Sandy revelou que somente quando a família se sentir confortável divulgará a primeira foto do bebê. “Ainda é cedo mas, em breve, assim que nos sentirmos confortáveis, postaremos uma foto pra compartilhar com vocês, que torceram tanto por nós. Obrigado pelas energias maravilhosas enviadas por todos que acompanharam esse momento mais lindo das nossas vidas até hoje! Muito, muito, muito amor!“, completou.

Recentemente, Monica revelou que o comediante Marco Luque a e mulher dele, Flávia Vittorino, serão os padrinhos de Otto.

Fonte: UOL

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Não dá mais para esperar 3 horas em camarim de TV’, diz Evandro Mesquita

Evandro Mesquita está ofegante enquanto anda por uma rua da Gávea. O cantor de 65 anos não quer se atrasar para a sessão de psicanálise – afinal, é sua primeira em 15 anos.

“É uma reciclagem. Vou voltar a fazer com a mesma pessoa com quem fazia nos anos 1980, era uma pessoa maneira.”

Mesquita, que passou décadas atuando na TV, deu um tempo para lançar o álbum “Aventuras II”, uma continuação de um dos primeiros projetos da Blitz, em 1982.

Ao lado, ele fala de vida, de morte, de tempo e de lama.

Quando você foi mais feliz?
Fui pro Xingu e fiquei 16 dias. Foi a viagem da minha vida.

Foi preciso estudar música?
O meu pai fazia violão clássico de hobby. Eu tentei fazer, mas não tinha muita paciência para os exercícios. Queria logo Beatles, um Roberto Carlos, pra impressionar as amiguinhas do colégio.

Televisão ou música?
Eu dei até uma desacelerada de televisão. Depois de nove anos de “A Grande Família”, me convidaram para fazer “Malhação”, mas eu não quis. Quis focar na música. Fazem piada que sempre que eu entro num programa, ele acaba depois.

Você cansou de fazer música em algum momento?
Não, não, eu vivo procurando esses momentos. Tem fase que vem mais. Fico meio agoniado quando não estou compondo e criando.

Em que momento você está?
Estou num momento pós-parto. Deu uma alegria, apesar da contramão da nossa composição, de não seguir uma modinha.

Foram dois anos para lançar o CD. É bom trabalhar com calma?
É. De seis meses para cá a gente começou a convidar os colegas. Encontros com Zeca Pagodinho no aeroporto. Ele disse “Já curti, não precisa nem contar o que é”. Encontrei os Paralamas dentro de um avião. Foi tudo na amizade, sem taxímetro profissional ligado.

O que a idade trouxe?
Depois dos 60 anos não tem mais tempo para esperar três horas no camarim. O tempo passa mais devagar no palco.

Qual é seu maior investimento?
Aos 17 anos, com a primeira graninha comprei um terreno em Friburgo, em que não chegava carro, agora só vai carro 4X4. Ainda tenho esse sítio, e o lugar continua igual.

Como é tocar no Rock in Rio 32 anos depois?
Porra, o primeiro foi alucinante. Tocar com o equipamento do Queen. Ver três Maracanãs de gente. Mesmo na lama, tinha um clima de fim de ditadura, de festa. É um momento parecido. Estamos na lama de novo, por mais que agora seja figurativa.

Categorias
ENTRETERIMENTO

Hugh Hefner se considerava feminista, mas mulheres discordavam

“Feministas se opõem a você por tratar mulheres como objetos”, questionou um repórter da “Vanity Fair” em 2010, se dirigindo a Hugh Hefner, fundador da “Playboy”, morto nesta quarta-feira (27).

“Elas são objetos!”, respondeu o empresário. “A ‘Playboy’ lutou pelos direitos das mulheres, inclusive pelo direito aos contraceptivos.”

O diálogo resume o motivo de uma longa e conflituosa relação de Hefner com o movimento feminista, que ele dizia defender.

Em 1963, a jornalista Gloria Steinem trabalhou por duas semanas como coelhinha na Playboy Club em Nova York e denunciou as condições da boate —as garçonetes tinham que passar por um exame vaginal, usar saltos desconfortáveis e roupas tão apertadas que era difícil respirar.

O que motivou Steinem a fazer a denúncia foi uma série de artigos que Hefner vinha publicando mensalmente na “Playboy”, que ele chamava de “proclamação emancipatória da revolução sexual”. A jornalista discordava que esse modelo de “emancipação” fosse positivo para as mulheres.

A resposta à denúncia de Steinem não foi agressiva. Hefner disse que não tinha problema com o artigo dela, publicado na revista “Show”, e o exame íntimo foi abolido.

Nos anos 1970, porém, novas polêmicas vieram. Uma secretária vazou uma correspondência em que ele dizia estar interessado na tendência “irracional e emotiva” das “feministas militantes”.

“Essas mulheres são nossas inimigas naturais. É hora de brigar com elas. Quero um artigo devastador, que destrua [as militantes]”, afirmou, referindo-se a uma manifestação de 300 feministas em frente à Mansão Playboy, que tinha ocorrido na época.

“Elas são intransigentes em sua oposição à sociedade romântica de meninos e meninas que a ‘Playboy’ promove.”

Uma biografia escrita por Steven Watts relata que Hefner exigia que as “coelhinhas” com quem ele se relacionava fossem fiéis, mas ficava irado quando elas insinuavam que ele deveria fazer o mesmo por elas.

NA MANSÃO

A mais famosa oposição aos hábitos controversos da Mansão Playboy veio de Holly Madison, coelhinha da “Playboy” e moradora da Mansão de 2001 a 2008.

Ela diz que, quando se mudou para a casa, descobriu que fazer sexo com Hefner era tratado como obrigação, e que não era incomum drogar ou embebedar as mulheres para facilitar a abertura sexual.

“Eu sabia que acontecia algo assim. Não sou idiota. Mas as meninas nunca admitiam isso entre elas, e nunca falávamos sobre esses problemas”, disse em entrevista ao “Buzzfeed” em 2015 —em mais de uma ocasião, Hefner negou a veracidade do relato de Madison.

Madison reconhece que via muitas vantagens em morar lá, e gostava da exposição midiática, mas acabou saindo da casa quando percebeu que Hefner era “verbalmente abusivo”, controlando sua aparência e a criticando.

“Hef gosta de cercar de pessoas que dizem ‘sim’. Ele tem muitos amigos que trata bem. Tem uma cultura de todo mundo o tratar como um cara muito legal, uma veneração à personalidade dele, pela qual eu me encantei por muito tempo”, disse.

A definição que Hefner dava da mulher como uma “coelhinha” também enfureceu feministas por mais de uma geração.

“Uma mulher se parece com uma coelhinha. Ela é feliz, brincalhona. [A coelhinha] nunca é sofisticada, uma mulher que não se pode ter. Ela é jovem, interessante, simples… Como a sua vizinha. Não estamos interessados na mulher misteriosa, difícil, a femme fatale”, dizia Hefner.

“A menina da ‘Playboy’ não está vestida, não tem calcinha. Ela está pelada, bem lavada com sabão e água, e está feliz.”

Categorias
ENTRETERIMENTO SLIDE

‘Significa que está fazendo sentido’, diz cantora da dupla Anavitória sobre indicações ao Grammy Latino

“Significa que está fazendo”. Essa foi a resposta entusiasmada da cantora Vitória Falcão, do duo Anavitória, em entrevista ao G1 por telefone, sobre as indicações que o duo recebeu ao 18º Grammy Latino. O evento será realizado no dia 16 de novembro e as indicações foram divulgadas nesta terça-feira (26). As meninas são de Araguaína, norte do Tocantins.

O duo concorre na categoria “Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa”, com Anavitória e disputam o prêmio com o cantor Tiago Iorc, que apadrinhou a carreira delas. Ele concorre com “Troco likes ao vivo: Um filme de Tiago Iorc”. O cantor publicou as indicações nas redes sociais.

“A gente está só muito feliz. É muito massa. Eu falei com ele [Thiago] agora há pouco e foi tipo: ‘Aaaa, a gente vai estar lá junto’. Ele também faz parte da nossa indicação, do nosso álbum”, comemora Vitória.

A música “Trevo”, composta por Ana Caetano em parceira com Tiago, também concorre na categoria “Melhor Canção de Língua Portuguesa”.

“A gente fica tão feliz em saber que existe toda essa torcida vinda do Tocantins, que todos se tornam um só, só temos que agradecer.”

Saídas do interior do estado, com uma carreira relativamente recente, e indicadas a um prêmio internacional. Para Vitória: “Significa que está fazendo muito sentido para as pessoas e que com certeza é o que a gente deveria estar fazendo no mundo agora”.

Quer saber mais notícias de todo o estado? Acesse o G1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
ENTRETERIMENTO

No Dia Mundial Sem Carro, o desafio da bicicleta ganha cada vez mais adeptos

“A decisão de estacioná-lo para sempre não foi de repente. Eu estava ensaiando há algum tempo. Fui algumas vezes para o trabalho de bicicleta, mas acabava usando o carro para todo o resto. Ele precisou dar os últimos suspiros para me alertar que não aguentava mais e que uma nova vida nos esperava. Fiquei por alguns segundos segurando o volante, olhos umedecidos tentando organizar os sentimentos. No início, senti raiva, logo depois tristeza, gratidão e por fim a aceitação. Fiz um carinho nele, uma lágrima caiu, saí de dentro, tranquei a porta e parti”.

Foi assim que a artista Carol Oliveira, 31 anos, decidiu mudar sua forma de deslocamento na cidade. O depoimento, postado em rede social, ganhou visibilidade, apoio e uma rede de adeptos.

Atualmente, três meses depois, a moradora de Brasília diz não se arrepender.

“Não tenho mais gastos com gasolina, nem aborrecimentos com manutenção. Eu não pego trânsito e ainda me exercito com a bike. Estou com as pernas bem mais firmes. Quando vou para mais longe pego ônibus ou carona”. O hábito, segundo ela, também tem ajudado a conquistar amigos. “Consigo arrastar vários deles para andar comigo pela cidade”, comemora.

Apesar de prático, eficiente e cômodo, o automóvel particular é um meio de transporte de custo elevado: na conta entram impostos, combustível, estacionamento, seguro e custos de manutenção.

O carro também prejudica a saúde (por colaborar para o sedentarismo), o estresse e a intoxicação, segundo a Organização Mundial da Saúde. Cerca de 3 milhões de mortes por ano podem ter como causa a exposição à poluição.

O uso demasiado dos carros particulares provoca ainda congestionamentos, o que prejudica a produtividade e promove desgaste: 48% dos paulistanos gastaram, em 2015, pelo menos 2 horas por dia em seus deslocamentos, segundo pesquisa da Rede Nossa São Paulo.

Essas são as razões levantadas pelo movimento que propõe o Dia Mundial Sem Carro, celebrado no dia 22 de setembro há pelo menos 20 anos, em crescente número de cidades do mundo. A data, criada na França em 1997, incentiva o uso de meios alternativos de transporte e medidas de apoio para seus usuários, transporte público de qualidade, carona solidária e ciclovias.

Ao contrário do carro, a bicicleta é um meio econômico, limpo, saudável, prático, integrativo, silencioso e rápido para pequenos deslocamentos. No entanto, ainda enfrenta desafios para se consolidar como alternativa viável de transporte nos centros urbanos do Brasil. Segundo levantamento produzido pelo portal Mobilize, o país conta com pouco mais de 2,5 mil quilômetros de vias cicloviárias, entre ciclovias e ciclofaixas. É uma parcela ínfima, diante da malha rodoviária do país, de cerca de 1,7 milhão de quilômetros.

Mesmo sendo poucas, as ciclovias têm conquistado novos adeptos. Desde 2015, o publicitário Allan Alves, de 30 anos, trocou as estradas pelas ciclovias. A mudança começou por uma questão financeira. “Fiz os cálculos e vi que era muito mais econômico não ter carro do que ter. E quando percebi que em dias que não usasse a bicicleta tinha estrutura na cidade como a bike compartilhada, ônibus e aplicativo de transporte, resolvi de vez abolir o trânsito”, afirma o publicitário.

Agora, não vê outra alternativa para se locomover em Brasília: “Hoje em dia, tenho dificuldade em dirigir, é estressante. Fora todos os benefícios de saúde e bem-estar da bicicleta, de explorar a cidade com mais calma”, disse Allan.

Na opinião do professor Pastor Willy Gonzales Taco, especialista em mobilidade urbana da Universidade de Brasília, apesar da vantagem financeira e do bem-estar, é preciso ter muita força de vontade para abandonar de vez o veículo no Brasil.

“É uma questão cultural, conceitual e econômica. O Brasil tem apostado muito nas rodovias e na indústria automobilística como condutores da economia. Por outro lado, a promoção do uso de modos alternativos, como a bicicleta, o próprio andar a pé, as tecnologias estão só aos poucos sendo vistas. Leis, como as que protegem os pedestres, ainda estão surgindo de forma tímida. Falta vontade política”, critica.

Segundo Pastor, não há medidas de incentivo aos usuários dos meios alternativos de locomoção como em outros países: “Não há gestão e investimento em infraestrutura. Não há nenhum tipo de incentivo como redução de impostos para quem compartilha seu carro ou premiação para os usuários mais assíduos de aplicativos de caminhadas, viagens de bicicleta ou transportes públicos. Não há promoção de novas tecnologias para complementar o uso dos mesmos, como informação ao usuário, horários, atendimento, qualidade do serviço. Não há sistemas integrados para unir as várias possibilidades de mobilidade urbana”.

O professor Pastor cita exemplos de soluções simples e de baixo custo, como estímulos de empresas com benefícios para funcionários que decidam ir de bicicleta, a pé, de ônibus ou metrô, de esquemas de caronas. Há aplicativos que promovem o aluguel de carros por tempo; de corridas compartilhadas.

O especialista elogia movimentos como o do Dia Mundial Sem Carro, mas diz que ações pontuais como essa são importantes para celebrar e dar visibilidade à causa, mas deveria ser uma atitude contínua. “É muito tímido um dia, quando se tem 365 para promover a mobilidade ativa”.“Soluções existem em todo lugar. O mundo está cheio delas. Muitas são criadas aqui mesmo, como o BRT de Curitiba (PR): uma invenção brasileira, da década de 70, mas que só está sendo implementada agora, 40 anos depois. Depois que outras cidades do mundo já fizeram”, ressaltou.

Exemplos de ações continuadas, conforme o especialista, são os grupos de ciclistas que se reúnem diariamente ou semanalmente para promover passeios urbanos.

Aplicativo

O Instituto Akatu fez um levantamento de aplicativos que podem ajudar, em caso de locomoção:

Parpe: serviço que conecta pessoas que querem alugar carros ou oferecer carros para locação.

Pegcar: serviço que conecta pessoas que querem alugar carros ou oferecer carros para locação.

Vamo Fortaleza: sistemas de compartilhamento de carros elétricos.

Zazcar: aluguel de carros por hora.

E-moving: aluguel de bicicletas elétricas para pessoas físicas ou jurídicas.

Bike na porta: o cliente solicita a bicicleta para aluguel por dia, que é entregue e retirada no local definido.

Mobilicidade: sistema de aluguel de bicicletas presentes em 21 cidades em todas as regiões brasileiras. A liberação de bicicletas e o pagamento são feitos pelo celular. Estações de retirada estão espalhadas pelas cidades participantes.