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Natalie Portman anuncia que está grávida pela terceira vez


A atriz Natalie Portman posa para fotógrafos no lançamento do filme ‘Vox Lux’, na 75ª edição do Festival de Veneza, em Veneza, na Itália
Kirsty Wigglesworth/AP
Natalie Portman está grávida do terceiro filho. A atriz, de 44 anos, fez o anúncio, nesta sexta-feira (17), em entrevista à revista “Harper’s Bazaar”. Ela é casada com o produtor musical francês Tanguy Destable.
“Tanguy e eu estamos muito animados. Estou muito grata. Sei que é um privilégio e um milagre”, afirmou a atriz à publicação.
Portman é filha de um médico especialista em fertilidade. “Cresci ouvindo sobre como é difícil engravidar”, observou. “Tenho tantas pessoas que amo que passaram por muita dificuldade com isso que também quero ser respeitosa em relação a esse tema. É algo tão bonito e alegre, e ao mesmo tempo não é algo fácil.”
A atriz tem dois filhos de seu casamento anterior com o coreógrafo Benjamin Millepied: o filho Aleph, de 14 anos, e a filha Amalia, de 9.
Na entrevista, Portman disse que está se sentindo ótima. “Tenho mais energia do que imaginava”, afirma, observando que esta gravidez é semelhante às anteriores. Ela conta que está nadando e fazendo gyrotonic para “se manter forte” e passando muito tempo com os filhos, “o que é sempre o melhor”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Single triplo ao vivo captura Gal Costa em anos de discos menores em que a ‘voz tamanha’ nunca se apequenou


Gal Costa (1945 – 2022) em momento de sintonia com o violonista Luiz Meira
Acervo pessoal Luiz Meira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Eu vim da Bahia / Azul / Força estranha
Artista: Gal Costa (feat. Luiz Meira)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Os anos 2000 foram desafiadores para Gal Costa (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022). A década foi atravessada pela cantora com álbuns de menor ambição artística – editados por gravadoras nacionais de pequeno porte como a MZA Music, a Indie Records e a Trama – e com shows de menor repercussão.
Gal somente recuperaria a plena forma artística a partir de 2011 com o álbum “Recanto”, idealizado por Caetano Veloso justamente para repor a artista no devido lugar de uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos.
Nem por isso o cristal de Gal deixou de brilhar fora do holofotes e do hype. Shows de voz e violão, feitos pela cantora com o violonista Luiz Meira, mostravam que ela, a voz, ainda estava lá, luminosa, sagaz, singular.
Álbum póstumo previsto para ser lançado no fim de maio, em edição viabilizada através de parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music, “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” flagra a cantora nesse período que gerou discos e shows de menor importância na música brasileira e na história da própria Gal Costa.
O álbum registra show apresentado por Gal com Luiz Meira em 22 de maio de 2003, no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), cidade natal da artista, dentro de projeto intitulado “Vozes do Brasil”.
O roteiro harmonizou sucessos de Gal com músicas do então último álbum da cantora, “Gal bossa tropical” (2002), disco irregular feito pela artista na gravadora MZA Music, criada e dirigida por Marco Mazzola, produtor musical do álbum de 2002 e do álbum póstumo de 2026.
De “Gal bossa tropical”, a cantora incluiu no show canções como “Onde Deus possa me ouvir” (2002) e “Quando eu fecho os olhos” (2002), músicas então inéditas dadas a Gal pelos compositores Vander Lee (1966 – 2016) e Chico César, respectivamente, além de “Socorro” (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994), música lançada na voz de Cássia Eller (1962 – 2001), mas popularizada a gravação de Gal, um dos poucos acertos do álbum “Gal bossa tropical”.
Aperitivo do álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”, o single triplo “Eu vim da Bahia” / “Azul” / “Força estranha” reitera que Gal nunca dependeu do hype dos críticos para brilhar em qualquer tempo ou lugar.
Samba de Gilberto Gil gravado por Gal no primeiro single da cantora, em 1965, “Eu vim da Bahia” é o destaque do single pela divisão manemolente do canto de Gal, infinitamente mais extrovertido do que a voz da cantora ainda tímida de 1965. Gal surfa no ritmo do samba.
Se em 1965 Gal ainda pareceu no casulo, em 2003 ela voava livremente –em fina sintonia com o violão de Luiz Meira – pelos tons sinuosos de “Azul” (1982), canção de Djavan que apresentara ao Brasil no álbum “Minha voz” (1982).
Disponível a partir de hoje, 17 de abril, esse single mostra que, os álbuns e shows podem até terem sido eventualmente menores naqueles anos 2000, mas a voz tamanha ouvida e citada em “Força estranha” nunca se apequenou…
Capa do single ‘Eu vim da Bahia / Azul / Força estranha’, de Gal Costa feat. Luiz Meira
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #332 – Marina Lima e sua trajetória fullgás entre muita música, letra e dança


Marina Lima esteve no g1 Ouviu em 17 de abril e falou sobre seu novo álbum, o “Ópera Grunkie”, que tem em seu primeiro ato, uma homenagem ao irmão, o poeta Antônio Cícero, morto em 2024.
“Eu precisei fazer esse disco porque era uma necessidade de me despedir dele, de dizer o quanto eu o amava. Cada música tem uma história, e essa era uma parte que eu não tinha como pular”, afirmou.
A cantora também comentou sobre a crítica feita pelo jornal “Folha de São Paulo”, que definiu o disco como o pior de sua carreira. Segundo a cantora, esse tipo de julgamento dificilmente seria feito se o álbum fosse assinado por um homem.
“O que me chocou foi compararem meu trabalho atual com músicas feitas há 40 anos. O mundo mudou. Eu não fiquei parada no tempo”.
Marina Lima sobre críticas a novo álbum: ‘Me chocou’
Durante o bate-papo, a cantora também refletiu sobre o repertório de outros nomes populares do gênero. “Não sou tão ligada às letras da Taylor Swift, por exemplo. Acho ela talentosa, mas as letras são adolescentes”, avaliou.
“Não fico buscando gente mais nova para me associar. Eu busco ouvir gente mais nova para eu achar que ainda tenho alguma liga com coisas mais novas. Alguns assuntos são eternos”, concluiu.
Ao falar sobre outras artistas, ela ainda exaltou o impacto cultural de Anitta e a liberdade estética trazida pela artista. “A Anitta foi muito importante, ela foi a primeira pessoa com essa linguagem do corpo. O trabalho da Anitta foi libertador com essa coisa de falar do corpo. A Anitta meio que liberou minha bunda”, brincou.
Marina Lima sobre ser ‘o homem’ de ‘Mesmo Que Seja Eu’: ‘Me interessa subverter a ordem’
Na conversa, Marina ainda falou sobre a amizade de mais de 40 anos com Fernanda Montenegro e a importância da atriz em sua vida.
“Eu não quero minha velhice seja idiota. Isso foi dito para mim pela Fernanda Montenegro, a mulher que mais me ensinou coisas. Ela me dá dicas para superar coisas que não estou entendendo”.
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Marina Lima no g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1
Marina Lima no g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1
A cantora e compositora Marina Lima em entrevista ao podcast g1 Ouviu no dia 16 de abril de 2026
Kaique Mattos/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #331 – Tiago Iorc troca likes, memórias e experiências, e se prepara para turnê comemorativa


Tiago Iorc esteve no g1 Ouviu em 14 de abril e falou sobre o álbum comemorativo “Troco Likes – 10 anos”. Nele, o cantor regravou as faixas lançadas no disco de de 2015 com participações especiais como Iza, Lauana Prado, Ney Matogrosso, Menos é Mais, entre outras.
“Foi um álbum que abriu muitas portas para mim, que possibilitou muitos encontros”, afirmou o cantor.
Sobre críticas que ele estaria se ancorando na nostalgia, ele disse que “todo mundo vai ter uma opinião sempre”, mas não vê dessa forma.
“Eu me via negando meu passado, negando a minha história, porque eu achava que tinha que estar sempre me reinventando. E eu acho, na verdade, muito bonito e inventivo celebrar os artistas que tão chegando. Acho isso uma evolução pessoal minha”, disse.
Tiago Iorc analisa ‘régua’ para performance de artistas homens e artistas mulheres
Durante o bate-papo, o cantor também relembrou sua trajetória e o momento em que recebeu o convite para gravar sua primeira música, depois de um compartilhamento informal entre amigos.
“Fiquei apavorado. Não tinha muita clareza de que queria ser compositor, mas a música era boa”, falou ele, citando a faixa “Nothing But A Song”, que foi trilha da novela “Malhação”.
“No ‘Troco Likes’, eu fiquei mais seguro em fazer um álbum todo em português. Depois, disso, começou um mergulho na minha brasilidade. Hoje, eu penso muito mais em português do que em inglês para compor. Eu adoro me descobrir cada vez mais brasileiro”, falou.
O músico disse que sentia que tinha potencial, mas tinha uma síndrome do impostor.
“Ainda assim, sempre senti que havia alguma coisa me ajudando. Gosto de confiar nas minhas escolhas, mas sei que existem mais coisas do que é compreensível. Sinto que é uma grande bênção, que vem do propósito. Há uma função em tudo isso, que é ajudar as pessoas a sentirem, a se conectarem com seus sentimentos”, disse.
Tiago Iorc fala sobre críticas a regravação do álbum “Troco Likes”
Na conversa, ele também relembrou o momento em que decidiu fazer uma pausa na carreira. “Eu subia no palco sem tesão, eu não conseguia dormir… falei: ‘Acho que quero fazer outra coisa da minha vida’. Eu saí do Brasil, porque estava muito em voga aqui no Brasil. Eu fugi, queria uma desimportância. Fiquei seis meses tentando resgatar o fio da meada”.
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Tiago Iorc é convidado do g1 Ouviu desta terça (14)
Kaique Mattos/g1
Tiago Iorc no g1 Ouviu
Kaique Mattos/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tentamos ser os melhores pais’: Victoria Beckham dá primeira declaração sobre briga com o filho Brooklyn


Da esquerda para a direita: Cruz, Harper, David, Victoria, Romeo, Brooklyn e Nicola Peltz Beckham, em 2022
Getty Images
A estilista e ex integrante da banda Spice Girls Victoria Beckham afirmou que ela e o seu marido, o ex-jogador David Beckham, “sempre tentaram ser os melhores pais possíveis”, em sua primeira resposta pública após o filho mais velho do casal, Brooklyn Peltz Beckham, expor publicamente um desentendimento dentro da família.
Brooklyn publicou, em janeiro (19/1), um longo comunicado no Instagram, no qual acusou os pais de tentarem “arruinar” seu relacionamento com a esposa, Nicola Peltz, e de basearem o amor familiar na promoção pública da “marca Beckham”.
Em entrevista ao jornal americano The Wall Street Journal, Victoria disse: “Acho que sempre — nós amamos muito nossos filhos… Nós sempre tentamos ser os melhores pais possíveis. E, sabe, estamos sob os holofotes há mais de 30 anos, e tudo o que sempre tentamos fazer foi proteger nossos filhos e amá-los.”
Victoria desejou feliz aniversário a Brooklyn nas redes sociais no mês passado (4/3), mas a entrevista marca seu primeiro comentário direto sobre o desentendimento familiar.
Em um comunicado de seis páginas publicado no Instagram em janeiro (19/1), Brooklyn deixou claro que a relação com os pais havia se deteriorado, afirmando que se sentiu obrigado a responder depois que eles “continuaram a recorrer à imprensa”.
Segundo Brooklyn, sua mãe “desistiu de fazer o vestido [de casamento] de Nicola de última hora” e “dançou de forma muito inapropriada comigo diante de todos” durante a cerimônia.
Ele também afirmou que a sua família valoriza “a promoção pública e os contratos de publicidade acima de tudo”, acrescentando que “o ‘amor’ familiar é medido por quanto se publica nas redes sociais ou pela rapidez com que se abandona tudo para aparecer e posar em uma foto de família”.
O relato de Brooklyn sobre o seu casamento foi contestado publicamente por alguns dos presentes na cerimônia. O DJ Fat Tony apoiou a versão de Brooklyn sobre a “dança constrangedora” com a mãe, mas o cantor Marc Anthony disse que a forma como os fatos foram apresentados “está longe da verdade”.
David Beckham não comentou diretamente o caso, mas, ao falar de forma geral sobre redes sociais em um painel no Fórum Econômico Mundial, em Davos, pouco depois da declaração de Brooklyn, afirmou que crianças “podem cometer erros”.
As acusações de Brooklyn sobre os pais
Uma das acusações mais explosivas de Brooklyn é que sua mãe, Victoria, teria “sequestrado” a primeira dança do seu casamento com Nicola Peltz. Segundo ele, a dança teria sido planejada “semanas antes” e incluía uma canção de amor romântica.
“Em frente aos 500 convidados do nosso casamento, Marc Anthony me chamou ao palco, onde, segundo a programação, ocorreria minha dança romântica com minha esposa”, relata ele. “Mas, no lugar dela, estava minha mãe, esperando para dançar comigo.”
“Ela dançou ‘sobre’ mim na frente de todos, o que foi muito inadequado. Nunca me senti mais desconfortável ou humilhado em toda a minha vida.”
O que se sabe é que Brooklyn afirma que o incidente foi tão traumático que o casal sentiu que precisava começar de novo.
“Queríamos renovar nossos votos, para poder criar novas recordações do dia do nosso casamento, que trouxessem alegria e felicidade, não ansiedade e constrangimento.”
Ele afirma que sua mãe, que é estilista, havia “cancelado a produção do vestido de Nicola na última hora, sem considerar como ela estava animada para vestir seu modelo, o que a forçou a procurar com urgência um novo vestido”.
As reportagens da época indicam que Nicola, agora com 31 anos, havia se recusado a vestir um dos modelos de Victoria Beckham.
Mas Nicola contou posteriormente ao jornal The Times que, após trocas de mensagens de texto sobre o vestido, sua então futura sogra percebeu que seu ateliê não conseguiria terminar a tempo. Na época, Nicola também negou categoricamente as especulações de que haveria uma rixa.
Por fim, Nicola usou no casamento uma criação de Valentino.
Brooklyn também afirmou que seus pais “pressionaram repetidamente e tentaram me subornar para assinar a cessão dos direitos ao meu nome”, semanas antes da cerimônia.
Não se sabe ao certo a que direitos ele se refere.
Brooklyn afirma que se recusou a concordar com a cessão, o que “afetou a receita e eles nunca mais me trataram da mesma forma desde então”.
Em sua postagem, ele também abordou outro incidente que havia alimentado as especulações sobre a rixa: a ausência dele e da esposa na festa de 50 anos de David Beckham, no último mês de maio, em Londres.
Brooklyn contou que o casal viajou para o Reino Unido, para o aniversário, mas eles foram “rejeitados por uma semana, enquanto esperávamos no nosso quarto de hotel, tentando planejar um tempo de qualidade com ele [David]”.
“Ele [David] rechaçou todas as nossas tentativas, a menos que fosse na sua grande festa de aniversário, com 100 convidados e câmeras por todos os cantos”, segundo Brooklyn.
Ele conta que seu pai “finalmente concordou” em se encontrar com ele, desde que Nicola não estivesse presente.
Brooklyn chamou esta condição de “tapa na cara”, destacando que sua família se recusou a vê-lo em uma viagem seguinte a Los Angeles, nos Estados Unidos.
Uma das acusações mais graves do filho mais velho de David Beckham é que, por trás da imagem minuciosamente cuidada dos Beckham, estão relacionamentos que não são autênticos.
Ele afirma que sua família valoriza “a promoção e a aprovação pública acima de tudo”.
“A marca Beckham vem em primeiro lugar”, escreveu ele, destacando que o “‘amor’ familiar é decidido pela sua quantidade de postagens nas redes sociais”.
“Meus pais me controlaram na maior parte da minha vida”, prossegue Brooklyn. “Cresci com uma ansiedade esmagadora.”
“Pela primeira vez na vida, desde que me afastei da minha família, essa ansiedade desapareceu.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio unem vozes, parcerias, bagagens e vivências cariocas no álbum ‘Nós por nós’


Leandro Fregonesi (à esquerda) e Raul DiCaprio lançam em 15 de maio o álbum ‘Nós por nós’ com 11 parcerias dos cantores e compositores
Flavinho May / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “A vida é nós por nós / É nós por nós / Quando o teu clamor ecoa / No cantar da minha voz / É nós por nós / É nós por nós / Quando o meu clamor ecoa / No cantar da tua voz”, reforçam Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio no canto em uníssono do belo samba “Nós por nós”, alternando os pronomes dos versos para reforçar o traço de união que sustenta o álbum também intitulado “Nós por nós”.
Gravado no Rio de Janeiro (RJ), no primeiro trimestre deste ano de 2026, com produção orquestrada pelos dois artistas, o álbum “Nós por nós” chega ao mercado fonográfico digital em 15 de maio como manifesto de resistência, amizade e admiração mútua desses dois cantores e compositores enraizados no samba do Rio de Janeiro.
No álbum, Leandro Fregonesi e Raul DiCaprio apresentam onze parcerias (até então nunca gravadas), harmonizadas em “Nós por nós” pelos violões de seis e sete cordas tocados por Vinícius Magalhães. Também autor dos arranjos, Vinicius é creditado e visto na capa do disco na foto de Liz Mara.
Raul DiCaprio (à esquerda) e Leandro Fregonesi (à esquerda) aparecem com o violonista Vinícius Magalhães na foto da capa do álbum ‘Nós por nós’
Liz Mara / Divulgação
Nascido em São Paulo (SP), em março de 1980, o paulista Leandro Fregonesi de Oliveira circulou por Brasília (DF) até se encontrar nas rodas de samba do Rio de Janeiro, habitat natural do carioca Raul de Souza Vidigal, nascido em fevereiro de 1981, cria de Olaria, bairro vizinho de Ramos, onde o partideiro debutante logo começou a frequentar a já mítica roda do Cacique de Ramos.
As vivências dos sambistas pelas rodas cariocas estão impregnadas em músicas como “Arrebol carmim”, “Candeia de mãe”, “Dendê é Mariô”, “Nenhum cofre” e “Tira o samba da gaveta”, cujos versos “Traduz na canção a verdade da vida / A dor, o amor, a ilusão, a ferida / E fala de tudo que o mundo não fala / Porque samba bom é o que o tempo não cala” estão afinados com a ideologia de “Samba do povo”.
Nove dos onze sambas do álbum “Nós por nós” foram compostos somente por Fregonesi e DiCaprio. “Balé de orixá” tem a adesão de Diogo Nogueira na coautoria. Já “Palácio de ralé” – cuja letra inclui os versos “É o morro onde um pedreiro compõe na viola as mais bonitas canções da escola” – também traz as assinaturas de Rafael dos Anjos e Fernando Procópio.
O álbum “Nós por nós” foi gravado, mixado e masterizado pelo engenheiro de áudio Cesar Fadel.
Capa do álbum ‘Nós por nós’, de Raul DiCaprio e Leandro Fregonesi com o violonista Vinícius Magalhães
Liz Mara / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Reinventar’ foi feita para quem? A origem do hit que embalou beijo de Belo e Viviane Araújo na novela


Consuelo (Viviane Araújo) e Misael (Belo) em cena de ‘Três Graças’
Reprodução/TV Globo
Na quarta-feira (15), foi ao ar na novela “Três Graças” um beijo de Misael, interpretado por Belo, e Consuelo, personagem de Viviane Araújo. A canção que embalava o momento era “Reinventar”, um dos maiores sucessos do cantor.
A cena rapidamente viralizou nas redes sociais e no X (antigo Twitter) usuários relembraram uma das maiores fanfics do pagode: a de que o grande sucesso de Belo foi feito para sua ex-esposa, Gracyanne Barbosa.
Porém, a história não é verdadeira.
Belo é o intérprete da canção que tem como compositores três parceiros de longa data do cantor: Wilson Prateado, Jefferson Junior e Umberto Tavares.
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O g1 conversou com os três autores e descobriu que a música tem, sim, uma “musa inspiradora”. Mas não é Gracyanne Barbosa, nem Viviane Araújo. É a esposa de Jefferson.
Durante uma briga de casal, Tayana Juliana questionou se o relacionamento iria evoluir de um rolo qualquer para um namoro ou se terminariam naquela hora.
A confusão virou inspiração. A canção, lançada no álbum “Primavera”, de 2009, começa com:
“Diz que já é tarde, que não tem mais jeito / Mas eu não aceito a decisão, do teu coração em partir”
Os compositores Jefferson Junior, Wilson Prateado e Umberto Tavares
Reprodução/Instagram
‘Homenagem’ a Gilberto Gil
Com o início adiantado, Jefferson e Umberto rascunharam mais algumas coisas e decidiram compartilhar o esboço com Prateado.
Umberto e Prateado eram da banda de Belo — o primeiro integrava o time de backing vocals e o segundo era o baixista. No estúdio, Prateado ouviu o que os outros dois amigos tinham escrito e teve uma ideia.
Ele decidiu fazer uma espécie de homenagem a um dos seus ídolos, Gilberto Gil. O baixista e arranjador diz ter feito o refrão inspirado na trilogia “Re”, de Gil, utilizando as palavras recomeçar, reinventar e resplandecer.
A trilogia que Prateado fala é a sequência dos álbuns “Refazenda”, “Refavela” e “Realce”, lançados em 1975, 1977 e 1979, respectivamente. O trecho ficou assim:
Recomeçar sem me esconder, atrás de um ditador existe um grande amor /Eu sempre fui apaixonado por você / Reinventar, resplandecer o que não apagou /Em mim, nada mudou, eu sei que o sonho ainda pode acontecer.
Hino do pagode
“Reinventar” é um divisor de águas na carreira de Belo. Após três anos preso, entre 2004 e 2007, o cantor saiu, inicialmente em liberdade condicional, buscando um grande hit.
E o primeiro veio numa gravação ao vivo, lançada ainda em 2008. “Perfume”, outro grande sucesso do pagodeiro, foi gravado só depois que Prateado convenceu o cantor de que a música poderia ser um sucesso.
O produtor contou que a gravação, inclusive, foi feita só ao final do show. Belo saiu do palco e foi convencido a voltar apenas para cantar “Perfume”. Na gravação, é possível ver o cantor com cara de poucos amigos.
Mas ainda faltava um álbum que mostrasse como ele poderia entrar em estúdio e criar um trabalho com novidades. E “Primavera” mostrou que o cantor das multidões poderia ser (ainda mais) romântico.
Além de “Perfume”, “Tudo Mudou”, “Ainda Estou Apaixonado” e a regravação de “Onde Está”, sucesso na voz de Reinaldo nos anos 1990, se tornaram a marca de um novo Belo.
Como foi o relacionamento de Belo e Viviane Araújo?
O relacionamento de Belo e Viviane Araújo durou quase uma década e foi amplamente acompanhado pela mídia. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor se interessou pela atriz após vê-la em uma revista. Seis meses depois, passaram a morar juntos.
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
Belo e Viviane no ‘Planeta Xuxa’, em 2000
Globoplay
A partir de 2002, o relacionamento passou por um período de instabilidade, agravado pela prisão de Belo sob acusação de ass ociação ao tráfico. Mesmo com o cantor detido, Viviane permaneceu ao lado dele: fazia visitas frequentes ao presídio e manifestava apoio publicamente.
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sergio Santos abre a festa dos 70 anos com a edição em maio do álbum autoral de músicas inéditas ‘Todo samba’


Sergio Santos conta com a participação da cantora Leila Pinheiro em ‘Todo samba’, álbum previsto para ser lançado em 15 de maio
Paulo Santos / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor e compositor mineiro, criador de cancioneiro denso e alinhado com a linha tradicionalista das obras de parceiros como Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, Sergio Santos completará 70 anos de vida em 24 de novembro. Mas a festa, no âmbito profissional, será iniciada seis meses antes com o lançamento do álbum “Todo samba”, previsto para 15 de maio.
Trata-se do primeiro álbum solo autoral com músicas inéditas do artista desde “Rimanceiro” (2013), disco lançado há 13 anos. Editado pela gravadora Biscoito Fino, o álbum “Todo samba” traz a participação de Leila Pinheiro.
Entre “Rimanceiro” e “Todo samba”, Santos lançou há sete anos um disco de intérprete, “São bonitas as canções” (2019).
Com a palavra, o artista: “Faço 70 anos de vida e 45 de carreira – e, para mim, nada seria mais relevante para dar significado a estar por aqui há tanto tempo, respirando nesse planetinha conturbado, do que lançar um disco de inéditas! Afinal, depois de toda essa estrada, e quem chegou a esse ponto dela vai saber melhor do que estou falando, vão ficando mais claros os motivos que sustentam a nossa permanência insistente nesse turbilhão emaranhado chamado vida. E um dos meus maiores motivos é justamente esse: colocar música nova no mundo, da melhor forma que eu puder, sem a preocupação de a quantos ela irá atingir, se serei reconhecido por ela, ou se ela me trará a glória ou o ostracismo. Isso são coisas que não me cabem responder, não estão no meu universo de questões, muito menos quando lanço um disco de inéditas. No entanto, é justamente nesses momentos que elas estão mais presentes. Sempre espero a onipresente pergunta: porque você fazendo a música que faz não se tornou conhecido? O que me cabe responder é se a música que faço expressa bem o que eu tenho a dizer. E só! Tenho uma imensa admiração por artistas que criam pela necessidade da criação, pela expressão de seus universos, e foi nesse caminho que bem ou mal busquei a minha construção nos últimos 45 anos”, se situou Sergio Santos ao anunciar o lançamento do álbum “Todo samba”.
O caminho trilhado pelo artista foi pautado pela relevância de álbuns como “Aboio” (1995), “Mulato” (1998), “Áfrico – Quando o Brasil resolveu cantar” (2001), “Iô sô” (2007) e o supracitado “Rimanceiro” (2013).

Fonte: G1 Entretenimento

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Jordana é eliminada do ‘BBB 26’ com 71,80% da média dos votos


Quem saiu do BBB 26? Jordana é a décima sexta eliminada do reality
Reprodução/TV Globo
Jordana foi eliminada da 26ª edição do “Big Brother Brasil” no Paredão desta quinta-feira (16). A sister deixou a casa após receber 71,80% da média dos votos.
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Ela disputava a preferência do público com Juliano Floss e Ana Paula Renault, que ficaram com 26,14% e 2,06% da média, respectivamente.
Jordana foi escolhida na Casa de Vidro com 57,58% dos votos. Aos 29 anos, é advogada formada em Direito desde 2019, embora já tenha trabalhado como professora de inglês. Natural de Brasília, no Distrito Federal, também atua como modelo fotográfica e influenciadora digital.
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Confira os percentuais da votação:
Jordana
Média: 71,80%
Voto Único: 71,99%
Voto Torcida: 71,34%
Juliano Floss
Média: 26,14%
Voto Único: 25,66%
Voto Torcida: 27,27%
Ana Paula Renault
Média: 2,06%
Voto Único: 2,35%
Voto Torcida: 1,39%

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor D4vd é preso suspeito de envolvimento em morte de garota de 15 anos nos EUA


D4VD
Divulgação
O cantor D4vd foi preso nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (16), de acordo com informações divulgadas pela imprensa americana com base em relatos da polícia local. Ele é suspeito de ter envolvimento na morte de uma adolescente de 15 anos.
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De acordo com o Departamento de Polícia de Los Angeles, os restos mortais da garota foram localizados em 8 de setembro do ano passado, dentro de um carro registrado no nome do cantor.
O veículo estava estacionado em um pátio de reboque em Hollywood. Policiais foram chamados após uma denúncia de mau cheiro vindo do veículo, que estava parado no local havia alguns dias. A vítima foi identificada como Celeste Rivas.
O cantor americano era uma das atrações confirmadas no Lollapalooza 2026, em São Paulo, mas teve a participação cancelada após o início das investigações.
Segundo as autoridades, o corpo da adolescente já estava em avançado estado de decomposição. Há indícios de que ela tenha morrido dias antes de ser encontrada.
D4vd, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, tem 21 anos. Ele lançou seu álbum de estreia no início deste ano e ficou conhecido por músicas como “Here with Me” e “Romantic Homicide”.
D4VD diz que compôs seus sucessos dentro do armário da irmã
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Fonte: G1 Entretenimento