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Morre aos 60 anos ex-integrante do Molejo Willian Araújo


Willian Araújo, ex-integrante do grupo Molejo
Redes sociais
O músico Willian Araújo, integrante da formação original do grupo Molejo, morreu aos 60 anos neste sábado (12).
A confirmação foi feita pelo grupo Molejo, do qual o artista foi integrante durante a década de 1990.
A causa da morte não foi divulgada oficialmente pela família ou pelos representantes do conjunto.
Repercussão no mundo do samba
Em nota publicada nas redes sociais, o perfil oficial do grupo prestou homenagem ao ex-membro, destacando sua importância para a trajetória da banda.
O grupo agradeceu pela contribuição de Araújo nos primeiros álbuns da carreira, que consolidaram o Molejo como um dos principais nomes do pagode nacional.
“Com profunda tristeza, nos despedimos de nosso querido amigo e irmão. Agradecemos por ter feito parte da 1ª formação do Molejo, onde sua voz e talento brilharam em nossos primeiros CDs, eternizando sucessos que marcaram a década de 90”, escreveu o grupo.
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A publicação do Molejo recebeu diversas manifestações de carinho de outros expoentes do gênero. O cantor Péricles ressaltou que o som de Willian “seguirá com a gente” e que ele “jamais será esquecido”.
O compositor e cantor Délcio Luiz também registrou seus sentimentos aos familiares e amigos próximos neste momento de luto.
Carreira e legado
Willian Araújo foi peça fundamental na sonoridade inicial do Molejo, participando da fase áurea do grupo que emplacou hits como “Caçamba” e “Brincadeira de Criança”.
Sua morte ocorre dois anos após a perda de outro pilar da banda: em 2024, o vocalista Anderson Leonardo morreu após complicações de um câncer inguinal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza se excede na difusão do álbum ‘Brutal paraíso’ entre bossa e funk


Luísa Sonza peca por excessos ao longo das 23 faixas do álbum ‘Brutal paraíso’
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Brutal paraíso
Artista: Luísa Sonza
Cotação: ★ ★ ★
♬ Antecedido por marketing espetaculoso, o quinto álbum de estúdio de Luísa Sonza, “Brutal paraíso”, foi assunto dominante no universo pop brasileiro ao longo da semana que termina hoje, sábado, 11 de abril, dia do show da artista brasileira no festival norte-americano Coachella com apresentação prevista para começar às 21h10m pelo horário de Brasília (DF).
No mundo desde as 21h de terça-feira, 7 de abril, “Brutal paraíso” foi recebido sem entusiasmo pela crítica e por parte de fãs da artista de 27 anos. Com 23 faixas que totalizam 67 minutos, o álbum resulta longo, sobretudo para a geração da cantora, habituada à alta velocidade da era digital.
Carregado de informações, “Brutal paraíso” não chega a provocar desgosto, mas tampouco gera encanto porque o álbum peca por excessos, e esse excesso vai além do grande número de faixas.
Há marketing exagerado na divulgação do álbum e há excesso de referências no repertório – citações que vão da música “Pena verde” (1970) do cantor português Abílio Manoel em “Santa maculada” (faixa de pegada roqueira) à obra do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912 – 1980) no título da canção “A vida como ela é”, passando pelo hit do RPM na batida electopop de “Loira gelada”, música de clipe provocativo como quase tudo que Luísa Sonza faz.
A alta dose de pretensão – e mal nenhum há no fato de um artista ter grandes ambições ao conceber um álbum ou show – gerou um disco de conceito confuso. Difuso, para ser mais exato.
“Brutal paraíso” é álbum imerso em um mundo de distopia. Um mundo “Distrópico”, para citar o título da vinheta que abre o disco com sons de mar, jogando com as palavras distópico e trópico para dar a pista do repertório autoral.
Em essência, Luísa Sonza apresenta álbum que se debate entre a bossa nova – ecoando o belo disco anterior “Bossa sempre nova” (2026), como o single “Fruto do tempo” já havia sinalizado – e o funk.
Contudo, a cantora jamais reproduz o conceito de que a bossa nova simbolizaria o paraíso perdido e o funk representaria a brutalidade de um mundo em decomposição. O desencanto exposto já no título da música mais bossa nova do álbum, “Amor, que pena!”, já embaralha as cartas e expõe o paradoxo.
Em linhas gerais, o álbum parte da bossa nova – também perceptível na parte inicial da faixa “E agora?” e diluída com a batida eletrônica e a posterior intervenção do rapper Xamã nessa música que sobressai no repertório – e cai no funk com alta dose de erotismo, mote de faixas como “Tropical paradise”, “Safada” (gravada com a cantora porto-riquenha Young Miko) e “Sonhei contigo” (com MC Meno e MC Morena), faixa que incorpora versos em inglês na letra em português. E no fim se volta paras as canções.
As conexões com Younk Miko na supracitada “Safada” e com o cantor colombiano Sebastián Yatra em “Tu gata” deslocam o álbum “Brutal paraíso” para o universo do pop latino contemporâneo, também visitado por Sonza em “No es lo mío”. Esse falta de foco mais bem definido – pecado cometido por Anitta no primeiro álbum da artista carioca para o mercado internacional, “Kisses” (2019) – dissipa a unidade de “Brutal paraíso”.
É difícil achar uma conexão musical entre funk safados e uma balada melodiosa como “Quando”, na qual Sonza busca aconchego e proteção nos braços do ser amado. A única possível liga entre esses dois universos é que, como Sonza sentencia verso da letra de “Quando”, “O amor é sagrado, é profano”.
Quando se encerra com o jorro confessional da boa música-título “Brutal paraíso”, faixa com oito minutos, o quinto álbum de estúdio de Luíza Sonza deixa a sensação de que poderia ter resultado mais coeso com menos faixas. Dividida entre o sonho distante do paraíso e a desilusão concreta da vida como ela é, a artista ignorou que menos é às vezes é mais…
Capa do álbum ‘Brutal paraíso’, de Luísa Sonza
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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John Nolan, tio do diretor Christopher Nolan e ator em ‘Batman Begins’, morre aos 87 anos


John Nolan em cena de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge’
Divulgação
John Nolan, tio de Christopher Nolan que atuou em dois filmes da trilogia do “Batman” do diretor, morreu aos 87 anos neste sábado (11), de acordo com a revista “Hollywood Reporter”. A causa da morte não foi divulgada.
Com longa carreira no teatro, o britânico fez participações em “Batman Begins” (2005) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge” (2012). Entre os filmes do sobrinho cineasta, ele também atuou em “Seguinte” (1998) e “Dunkirk” (2017).
Nolan ainda ficou conhecido por seu trabalho na série “Person of interest”, criada por seu outro sobrinho, o roteirista Jonathan Nolan (irmão de Christopher).
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Confissões sobre Angela Ro Ro, Cida Moreira, Maria Bethânia e Marina Lima


Cida Moreira apresenta no Teatro Rival Petrobras o show em que canta a música de Angela Ro Ro (1949 – 2025)
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Presença geralmente rara em palcos cariocas, a cantora paulistana Cida Moreira nunca se apresentou tanto na cidade do Rio de Janeiro (RJ) como neste primeiro semestre de 2026. Desde o fim de janeiro, a artista tem cruzado com frequência a ponte aérea que liga São Paulo (SP) ao Rio de Janeiro (RJ) para mostrar aos cariocas o show em que dá voz ao cancioneiro da compositora carioca Angela Ro Ro (5 de dezembro de 1949 – 8 de setembro de 2025).
Após duas minitemporadas no Manouche que totalizaram quatro apresentações, a cantora trouxe o show “Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro” para o Teatro Rival Petrobras em sessões agendadas para sexta-feira e sábado, 10 e 11 de abril.
Vi o show pela terceira vez na apresentação de ontem, 10 de abril. Voltei (mais uma vez) ao show porque Cida Moreira é cantora sempre presente na playlist da minha vida, assim como as canções de Angela Ro Ro.
Sem as tensões da estreia de 31 de janeiro, Cida apresentou belo show, driblando problemas no som do piano, detectados pela artista logo após o número instrumental que abriu o show com o toque sagaz do samba-canção “Demais” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959), música que foi a mais completa tradução da existência de Ro Ro.
Sem se deixar abater pela questão técnica do instrumento, mais perceptível pelo ouvido sensível da instrumentista do que pela plateia, Cida fez show fluente que ficou mais redondo com a inclusão da canção “Só nos resta viver” (1980) no arremate do show. Ausência sentida por mim no roteiro desde a estreia, “Só nos resta viver” é sopro de relativa leveza na obra geralmente densa de Angela Ro Ro, além de ter uma das melodias mais bonitas do cancioneiro da compositora.
Cida já tinha incluído “Só nos resta viver” na apresentação que fez no Blue Note São Paulo no último domingo, 5 de abril. Na estreia no Teatro Rival Petrobras, a cantora também manteve a troca da música “Mares de Espanha” (1979) por “Came e case” (1981), composição em que Ro Ro celebrou o prazer de amar.
Gosto dessa música do terceiro álbum de Angela Ro Ro, “Escândalo” (1981), mas particularmente prefiro a intensidade de “Mares de Espanha”, música que ganhou visibilidade no ano passado, além do nicho de admiradores da obra de Ro Ro, ao ser reavivada por Maria Bethânia, no show dos 60 anos de carreira da artista, com interpretação arrebatadora (Bethânia cantando o verso final “Eu amei demais” com toda a intensidade é imagem que ainda ecoa na minha mente).
E por falar em Maria Bethânia, enquanto Cida cantava “Gota de sangue” (1979) e “Fogueira” (1983), eu me toquei – mais uma vez – do quanto Bethânia entende e traduz no canto o universo de Angela Ro Ro. Cabe lembrar que coube à intérprete baiana a primazia de acender “Fogueira” no álbum “Ciclo” (1983).
Não é fácil cantar Angela Ro Ro porque a própria Ro Ro foi intérprete excepcional do próprio cancioneiro. Mas há cantoras que encaram e vencem esse desafio, como Bethânia e como Cida Moreira. E eu seria injusto se omitisse o nome de Marina Lima, a primeira cantora a gravar uma canção de Ro Ro, antes mesmo da compositora.
Quando Cida cantou “Não há cabeça” (1979), uma das grandes músicas de Ro Ro (mas quase nunca cantada pela autora em shows, como ressaltou Cida), reverberou em mim no íntimo a gravação feita por Marina, com dose precisa de melancolia, para o primeiro álbum, “Simples como fogo” (1979) com o piano da própria Angela Ro Ro e a guitarra atmosférica de Sérgio Dias. Volto e meia ouço essa gravação escondida na discografia de Marina Lima.
Voltando a Cida Moreira, a dama do cabaré entende o sentido e o sentimento das letras de Angela Ro Ro com perfeição. Quanto Cida cantou “A mim e a mais ninguém” (Angela Ro Ro e Sérgio Bandeyra, 1979) e “Me acalmo danando” (1979), ficou evidente pela enésima vez que a cantora tem afinidade com a compositora. É uma questão de alma que transcende a voz. Por isso mesmo, se a vida é bela, em que pesem as dissonâncias do mundo, só nós resta viver e ouvir Cida Moreira cantar a música de Angela Ro Ro…
Cida Moreira se acompanha ao piano no show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’, em cartaz no Teatro Rival Petrobras
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz soul da disco music brasileira, Lady Zu volta à pista com o single ‘Até o fim’ após 24 anos sem lançar álbum


Lady Zu volta ao mercado fonográfico com o single ‘Até o fim’
Thiago Drummond / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Lady Zu está lançando o single “Até o fim”, primeiro título da discografia da artista em 24 anos, já que o último álbum de Zu, “Number one”, foi editado em 2002.
Em rotação desde ontem, 9 de abril, o single “Até o fim” apresenta música de Lafayeth Persaud e Carol Persaud em parceria com Zu. Lafayeth é o produtor musical do single e também coautor do arranjo em colaboração com Ricardo Cassal.
A notícia da volta da cantora ao disco mexe com a memória afetiva de quem dançou nos frenéticos dancin’ days dos anos 1970 – década de ascensão e apogeu da disco music – e certamente foi impactado pela explosão de Lady Zu em 1977.
Zuleide Santos Silva na certidão de nascimento expedida com a data de 7 de maio de 1958, essa ótima cantora paulistana de alma soul chegou chegando e surfou na onda brasileira da disco music. Em 1977, “A noite vai chegar” – um funk disco (com toque de samba ao fim do arranjo) composto por Paulinho Camargo e gravado por Zu de forma aliciante – estourou nas rádios, nas pistas e na trilha sonora da novela “Sem lenço sem documento”, exibida pela TV Globo de setembro de 1977 a março de 1978.
O sucesso foi tanto que o apresentador de TV Chacrinha (1917 – 1988), animador de programa de auditórios, rotulou Lady Zu como “a Donna Summer brasileira”. De fato, além de as artistas serem um pouco parecidas, a voz quente e grave da cantora brasileira em nada ficava a dever à voz potente da artista norte-americana.
Contudo, a rigor, o som de Lady Zu extrapolou o universo da disco music, embora ela também tenha emplacado em 1978 um segundo sucesso nas discotecas, “Só você (Por você, sem você)”, deliciosa sofrência disco de autoria creditada a Paul Greedus e a Cleide Dalto.
Afinal, Lady Zu também é a intérprete de um standard do cancioneiro Black Rio, “Hora de união” (1978), samba-soul composto por Totó Mugabe. “Hora de união” foi apresentado ao Brasil em julho de 1978 na trilha sonora nacional da novela “Dancin’ days” (TV Globo, 1978 / 1979) em gravação feita por Zu com o autor Totó.
Com o fim da era da disco music, o mercado fonográfico foi fechando as portas para a cantora. Após os álbuns “A noite vai chegar” (1978) e “Femêa brasileira” (1979), Zu somente voltou ao disco em 1988, no álbum coletivo “Alma negra”, dividido com Carlinhos Trompete, Luis Vagner (1948 – 2021), Tony Bizarro (1948 – 2022) e Tony Tornado.
A balada “Junto a mim” (Frankye Arduine), cantada por Zu, foi o destaque do disco e abriu caminho para que a cantora lançasse em 1989 o terceiro álbum, “Louco amor”, ao qual se seguiu, após 13 anos, o supracitado “Number one”.
Com capa que expõe Lady Zu em foto de Thiago Drummond, o single “Até o fim” retoma a história fonográfica da artista e repõe na pista essa ótima cantora de voz e alma soul.
Capa do single ‘Até o fim’, de Lady Zu
Thiago Drummond com arte de Marcelo Calenda

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Offset, ex de Cardi B, recebe alta de hospital após ser baleado, diz revista


O rapper Offset
Reprodução/Instagram
O rapper Offset divulgou que recebeu alta do hospital nesta sexta-feira (10), segundo a revista norte-americana “Billboard”. O rapper estava internado desde segunda-feira (6), quando foi baleado próximo a um cassino na Flórida, EUA.
Em um texto manuscrito publicado em sua conta do Instagram, o cantor, que foi casado com a também rapper Cardi B, agradeceu pelo carinho dos fãs.
“Obrigado a todos que se preocuparam comigo e demonstraram carinho! Estou bem… mas pretendo ficar ainda melhor! Estou focado na minha família, na minha recuperação e em voltar a fazer música. Percebi que a vida é feita de vitórias silenciosas e derrotas barulhentas”, escreveu.
Um representante do rapper informou à “Billboard” que o cantor saiu do hospital andando e que recebeu toda a atenção necessária dos médicos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Offset foi baleado na noite de segunda-feira no estacionamento do cassino e hotel Hard Rock, na Flórida.
A polícia local afirmou que tudo começou durante uma briga que envolveu também o rapper Lil Tjay, que chegou a ser preso por comportamento desordeiro, mas foi solto após pagar fiança.
Ao sair da prisão, Tjay negou envolvimento com o crime, disse que Offset é um “dedo-duro” e que não brigou ou atirou em ninguém.
Até o momento, a polícia não identificou quem foi o responsável pelo disparo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Diogo Melim esboça flertes com bossa nova, neo soul e synth pop nas canções do primeiro álbum solo, ‘Rascunhos’


Diogo Melim lança o primeiro álbum solo, ‘Rascunhos’, em 15 de abril
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Depois dos irmãos Rod Melim e Gabriela Melim, chegou a vez de Diogo Melim apresentar o primeiro álbum solo, “Rascunhos”.
Em rotação a partir da próxima quarta-feira, 15 de abril, o álbum “Rascunhos” chega com foco na faixa “Mil versões” (Diogo Melim, Rod Melim, Vitor Tritom, Guto Oliveira e Mike Túlio), canção ambientada na atmosfera do synth pop.
Gravado com produção musical de Pedro Breder, o álbum apresenta músicas inéditas e autorais como “Nem sei” (Diogo Melim. Rod Melim, Pedro Breder e Gustavo Tibiriçá, o Tibí), “Cadeira de praia” (Diogo Melim, Rod Melim, Tibí, Vitor Tritom, Guto Oliveira e Rian Manhente) – flerte pop do artista com o universo da bossa nova – e “Quebra-cabeça” (Diogo Melim, Rod Melim e Vitão), faixa descrita como neo soul.
Com exceções de “Procurando rosas” (canção composta por Diogo com Tibí e gravada com arranjo orquestral) e do interlúdio falado “Rascunhos 15.04”, espécie de faixa-vinheta assinada somente por Diogo e já apresentada como single em 1º de abril, todas as outras músicas do álbum “Rascunhos” têm a assinatura dos irmãos Diogo e Rod Melim com diversos parceiros, sendo que “Desamor” é de autoria somente dos dois artistas.
O álbum “Rascunhos” é encerrado com a canção “Luzes e faróis”, composta por Diogo com Tibí, Rod Melim e Pedro Breder.
Revelado em 2015 como integrante do trio fluminense Melim, grupo formado com os irmãos Rod e Gabriela, Diogo Melim vem atuando como compositor, já tendo músicas gravadas por cantores como Luan Santana, Ferrugem, Ivete Sangalo, Dilsinho e Lauana Prado.
Contudo, é com o álbum solo “Rascunhos” que o artista vai testar a empatia como cantor no mercado sem as presenças dos irmãos.
Diogo Melim em foto do ainda inédito clipe da música ‘Mil versões’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’; saiba origem do clique


Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
Um pequeno detalhe no capítulo da novela “Três Graças” desta quinta-feira (09) chamou a atenção do público. Misael, personagem vivido pelo cantor Belo, mostra uma foto para Consuelo, interpretada por Viviane Araújo. A imagem é um registro real da época em que o cantor e a atriz ainda namoravam. O g1 explica a origem desse clique.
Belo e Viviane mantiveram um relacionamento de quase uma década. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor estava no auge do grupo Soweto. Na época, viraram um dos casais sensação da mídia, com entrevistas em vários programas de televisão.
E foi exatamente uma dessas entrevistas que deu origem à foto exibida na novela. O casal participou do “Vídeo Show” para falar sobre o relacionamento. Na ocasião, eles tinham acabado de ficar noivos. “Sou apaixonadão mesmo, não tenho vergonha de dizer. Por isso acho que está dando certo também”, disse Belo. Viviane retribuía o carinho ao responder: “Muito amor, né?”.
Viviane Araújo participa de ‘Três Graças’ ao lado de Belo; relembre relacionamento
Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
Romance marcado por exposição
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Cofundador e presidente da Dolce & Gabbana renuncia ao cargo

A Dolce & Gabbana anunciou na sexta-feira que seu cofundador Stefano Gabbana deixou seus cargos na grife italiana e em sua holding controladora a partir de 1º de janeiro, confirmando relatos anteriores de que ele renunciou ao cargo de presidente.
“As renúncias não têm impacto sobre as atividades criativas realizadas para o grupo por Stefano Gabbana”, disse o grupo em um comunicado.
O chefe-executivo Alfonso Dolce, irmão do cofundador Domenico Dolce, foi nomeado o novo presidente, de acordo com um registro da empresa na Câmara de Comércio de Milão.
Gabbana, de 63 anos, fez sua habitual reverência no último desfile da grife em fevereiro, ladeado por Dolce, com a musa de longa data dos estilistas, a superestrela pop Madonna, como convidada na primeira fila.
A notícia de sua saída foi relatada pela primeira vez pela Bloomberg, que disse que Gabbana também estava considerando opções para sua participação de cerca de 40% na empresa antes das negociações de dívidas com os bancos.
Os credores da Dolce & Gabbana estão buscando uma injeção de até 150 milhões de euros em novos recursos como parte de um refinanciamento mais amplo da dívida de 450 milhões de euros (US$525,7 milhões), informou a Bloomberg, citando fontes.
A empresa, assessorada pelo Rothschild, está explorando maneiras de levantar dinheiro novo, incluindo a venda de ativos, como imóveis e a renovação de licenças, disse uma fonte próxima ao assunto, confirmando reportagem da Bloomberg.
A Dolce & Gabbana não quis comentar, pois “as negociações com os bancos ainda estão em andamento”.

Fonte: G1 Entretenimento

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BTS no Brasil: venda de ingressos começa nesta sexta-feira; veja preços e como comprar


BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
A venda geral de ingressos para os shows do BTS no Brasil começa nesta sexta-feira (10), a partir das 10h, pelo site da Ticketmaster.
O grupo de k-pop vai se apresentar no estádio do MorumBis, em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro.
A “BTS World Tour – Arirang” marca a reunião do grupo após os sete membros serem liberados do serviço militar. Eles estavam em hiato há quatro anos. O grupo lançou o disco “Arirang” no último dia 20.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Com 85 apresentações em 34 cidades, analistas estimam que a turnê pode superar em receitas a recente “Eras Tour” de Taylor Swift. O grupo passará pela Ásia, América do Norte, Europa e América Latina.
Veja os valores dos ingressos:
ARQUIBANCADA: R$ 340,00 meia-entrada e R$ 680,00 inteira
CADEIRA SUPERIOR: R$ 490,00 meia-entrada e R$ 980,00 inteira
CADEIRA INFERIOR: R$ 540,00 meia-entrada e R$ 1.080,00 inteira
PISTA: R$ 625,00 meia-entrada e R$ 1.250,00 inteira
PACOTE VIP: R$ 3.678,00 meia-entrada e R$ 4.303,00 inteira
O pacote VIP dá direito a um ingresso para pista, além dos seguintes serviços:
Entrada antecipada no local do evento
Acesso ao soundcheck pré-show do BTS
Brinde VIP exclusivo
Credencial VIP com cordão
Oportunidade de comprar merchandising da turnê antes do show
Check-in exclusivo e equipe dedicada de atendimento VIP no local
‘Um novo capítulo’
O álbum “ARIRANG” reflete a identidade coreana da banda e remete a uma canção folclórica associada à nostalgia e à separação.
Com o disco, o grupo buscou ir além de temas ligados à juventude para refletir “mais profundamente” sobre si mesmo, afirmou à AFP Kim Jeong-seob, autor do livro em coreano “O universo do BTS” (em tradução livre).
Segundo ele, a turnê marca um “novo capítulo” e pode incorporar temas globais como guerras e conflitos.
K-cultura e sua influência
Em um setor competitivo, muitos grupos encerram a carreira após o serviço militar, mas o BTS manteve seu sucesso. Tornou-se o primeiro do gênero a liderar a Billboard 200 por duas semanas seguidas com o novo álbum.
As músicas também alcançaram o topo de rankings do Spotify, incluindo a lista diária global. “Isso é extremamente importante para o futuro da K-cultura”, afirmou o sociólogo americano Sam Richards.
O sucesso contínuo do grupo também se apoia na força do ARMY, uma das comunidades de fãs mais organizadas do mundo.

Fonte: G1 Entretenimento