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Novo trailer de ‘O Diabo Veste Prada 2’ tem música de Lady Gaga e Doechii; assista


Meryl Streep e Stanley Tucci em desfile da Dolce & Gabanna durante gravações de novo ‘O Diabo Veste Prada’
Luca Bruno/AP Photo
O novo trailer de “O Diabo Veste Prada 2”, divulgado nesta segunda-feira (6), tem como trilha sonora uma parceria de Doechii e Lady Gaga. Elas cantam “Runway”, música que fará parte do longo, segundo a revista “Billboard”.
A imprensa especializada informou que Gaga também fará uma participação no filme. Segundo a “Variety”, a participação da cantora foi gravada em 2025, durante a turnê “Mayhem Ball”.
Ainda de acordo com a “Variety”, “O Diabo Veste Prada 2” mostrará a editora-chefe da revista “Runway”, Miranda Priestly (Meryl Streep), enfrentando os desafios de manter sua carreira em um cenário em que o jornalismo impresso perde força. Andy Sachs (Anne Hathaway) também estará de volta na sequência.
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A trama coloca Miranda em rota de colisão com Emily Charlton (Emily Blunt), sua antiga assistente.
Ela agora é uma influente executiva de um conglomerado de luxo, justamente o tipo de anunciante que Priestly precisa conquistar.
O filme chega aos cinemas em 1° de maio de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza faz feats com MC Meno K, o cantor colombiano Sebastián Yatra e MC Morena no álbum ‘Brutal paraíso’


Luísa Sonza revela feats com nomes como MC Paiva e MC Meno K no álbum ‘Brutal paraíso’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto Anitta anuncia feat com Shakira no funk “Choka Choka”, música do vindouro álbum “Equilibrium”, Luísa Sonza revela feat com outro nome do universo pop da Colômbia.
Sonza faz feat com o cantor colombiano Sebastián Yatra, astro latino associado ao reggaeton, em “Tu gata”, uma das 23 faixas do álbum “Brutal paraíso” que serão apresentadas pela artista às 21h de amanhã, 7 de abril.
Com músicas como “Doce mentira”, o álbum “Brutal paraíso” também tem feats de Sonza com MC Meno K e MC Morena na música “Sonhei contigo”. Já MC Paiva é o convidado da artista na gravação de “French kiss”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta anuncia feat com Shakira no disco ‘Equilibrivm’: ‘Não fazem ideia do quanto estou feliz’


Anitta e Shakira vão fazer feat em ‘Choka Choka’
Reprodução
Anitta anunciou uma colaboração com Shakira na faixa “Choka Choka”, do disco “Equilibrivm”. A faixa será lançada nesta quinta (9).
“Vocês não fazem ideia do quanto estou feliz em anunciar esta colaboração do meu álbum”, escreveu a brasileira.
Além de “Choka Choka”, o público já conhece o sambinha “Pinterest” e a faixa “Meia-Noite”, que ela cantou neste domingo (5) no “Domingão com Huck”.
“Equilibrivm” será lançado no dia 16 de abril, às 21h.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário sobre Suzane von Richthofen é confirmado após vazamento de imagens de pré-estreia


Suzane von Richthofen solta está solta desde janeiro de 2023, cumprindo o restante de sua pena em regime aberto.
Divulgação
Condenada pelo assassinato dos pais em 2002, Suzane von Richthofen é o tema central de um novo documentário que detalha sua vida em regime aberto.
A produção da Netflix tem o título provisório de “Suzane vai falar” e ganhou repercussão após imagens de uma pré-estreia restrita a convidados circularem nas redes sociais durante o último feriado.
De acordo com o jornal “O Globo”, o longa-metragem tem cerca de duas horas de duração e traz depoimentos inéditos de Suzane sobre o crime, além de registros de sua tentativa de reintegração social.
Procurada pelo g1, a Netflix confirmou a existência do projeto, mas ressaltou que o material “ainda está em fase de produção e não tem data de estreia prevista”.
‘Zero afeto’ e infância
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Diferente de produções anteriores de ficção, como a trilogia de filmes do Prime Video (“A Menina que Matou os Pais”), o documentário foca na versão de Suzane sobre os fatos e na sua rotina atual.

Em cenas da nova produção, Suzane revisita a mansão da família, em São Paulo, onde o crime ocorreu.
Desocupada, mansão da família de Suzane von Richthofen está borrada no Google Maps
Kleber Tomaz/g1, Reprodução/Google Maps e Luara Leimig/TV Vanguarda
Ela descreveria o ambiente familiar como um local marcado por cobranças e “silêncio emocional”. “Era zero afeto”, afirma em um dos trechos da entrevista.
A obra também expõe detalhes da vida atual de Suzane. Ela aparece ao lado do marido, o médico Felipe Zecchini Muniz, e relata que o contato entre os dois começou pelo Instagram, quando ele encomendou sandálias customizadas produzidas por ela para as filhas dele.
Rotina familiar e exposição
O conteúdo exibe cenas de Suzane com a nova família. As três filhas do médico aparecem em momentos de lazer, como na decoração de Natal da casa.
Suzane também exibe o filho pequeno na produção, ainda segundo o jornal.
Suzane von Richthofen deixndo a prisão em uma de suas ‘saídas temporárias’
Tiago Bezerra/TV Vanguarda
Até o momento, a Netflix não confirmou se o corte final do documentário manterá todas as cenas exibidas na pré-estreia restrita ou se o título provisório será alterado.
Pena e regime aberto
Suzane von Richthofen foi condenada pelo assassinato dos seus pais, Manfred e Marísia von Richthofen.
Após cumprir parte da pena na Penitenciária de Tremembé (SP), ela obteve progressão para o regime aberto em janeiro de 2023. Atualmente, ela reside no interior de São Paulo.
Crime já foi retratado nas telas
A nova produção da Netflix soma-se a uma lista crescente de obras que exploram o crime cometido pelos irmãos Cravinhos e Suzane.
Carla Diaz em filme sobre a história de Suzane von Richthofen
Divulgação
Recentemente, o Prime Video lançou a trilogia de filmes “A Menina que Matou os Pais”, “O Menino que Matou meus Pais” e “A Menina que Matou os Pais: A Confissão”, que dramatizam os depoimentos dos envolvidos e os bastidores da investigação.
Série nacional ‘Tremembé’ conta a história da ‘prisão dos famosos’
Divulgação/Prime Video
Além disso, o caso também serviu de inspiração para a série “Tremembé”, produzida também pelo Prime, que retrata o cotidiano da penitenciária conhecida por abrigar detentos de casos notórios, onde Suzane cumpriu grande parte de sua pena de 39 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alvin L personificou a contradição de ter vivido entre risadas e de ter escrito versos impregnados de melancolia


Alvin L (1959 – 2026), compositor morto aos 67 anos, deixa obra musical repleta de versos tristes
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Veiculada na noite de ontem, Domingo de Páscoa, a notícia da morte de Alvin L (1º de abril de 1959 – 5 de abril de 2026) surpreendeu e entristeceu o universo pop brasileiro. Ao celebrar a vida e o legado do cantor, compositor e guitarrista, parceiro de Dinho Ouro Preto e Marina Lima em grandes sucessos do pop nacional, os amigos destacaram o humor ácido de Arnaldo José Lima Santos, nome de batismo do artista.
Os depoimentos são unânimes em ressaltar as risadas de quem convivia com o divertido Alvin. E, nesse detalhe, pareceu residir a maior contradição entre a vida e os versos do poeta pop.
Se Alvin L viveu os 67 anos com alegria, fazendo os amigos rirem com observações astutas sobre o mundo, as letras escritas pelo artista – gay de existência sempre vivida com discrição, distante dos alardes midiáticos – foram quase sempre impregnadas de melancolia.
Se Alvin L extraiu humor do cotidiano no convívio com os amigos, o letrista poetizou a solidão, o amor irrealizado e a separação. “Às vezes eu quero chorar, mas o dia nasce e eu esqueço / Meus olhos se escondem onde explodem paixões / E tudo que eu posso te dar é solidão com vista pro mar / Ou outra coisa pra lembrar”, cantou Marina Lima, realçando com precisão a melancolia dos versos de “Não sei dançar” (1991), obra-prima do cancioneiro de Alvin, autor da letra e da melodia.
A obra musical de Alvin L flagrou um poeta quase sempre em agonia, angustiado, à beira do abismo existencial. “A vida muda quando menos se espera / Pequenas doses de agonia e prazer / Na minha mão todo o medo do mundo / E certas coisas que eu prefiro esquecer”, confessou o poeta nos versos de “Hemingway”, música apresentada em 1994 pelos Sex Beatles (banda mais famosa dentre as formadas por Alvin a partir dos anos 1970), no primeiro dos dois álbuns desse grupo carioca que tinha como vocalista a cantora Cris Braun.
Na música, a solidão assombrou a vida do poeta. “Ninguém pra ligar e dizer onde estou / Ninguém pra ir comigo onde eu vou / Por outro lado / Ninguém pra abaixar o volume / Ninguém pra reclamar dos pratos sujos / Ninguém pra fingir que eu não amo”, relativizou Alvin nos versos de “Pra ninguém (Por enquanto)”, parceria com Dinho Ouro Preto gravada pelo grupo Capital Inicial no álbum “Rosas e vinho tinto” (2002).
É curioso perceber que, na longeva e frutífera colaboração com o Capital Inicial, iniciada no álbum “Todos os lados” (1989), Alvin L conseguiu imprimir algum peso existencial no repertório de uma banda vocacionada para fazer rock com leveza pop.
Em “Tudo que vai” (2000), parceria de Alvin com Dado Villa-Lobos e Toni Platão, música que se tornou hit e ajudou a renovar o público do Capital Inicial a partir dos anos 2000, o assunto foi a dor de uma separação, abordada em versos como “Eu fico à vontade com a sua ausência / Eu já me acostumei a esquecer / Tudo que vai / Deixa o gosto, deixa as fotos / Quanto tempo faz / Deixa os dedos, deixa a memória / Eu nem me lembro”.
Muitas vezes, a dor foi a do amor apenas vislumbrado e desejado, mas nunca efetivamente concretizado. “As suas noites são tão vazias / Eu quero todas e todos os dias / Nada disso, o tempo todo nem olhou pra mim / Eu sei que dizem que o amor é cego / O seu é surdo mas eu enxergo”, escreveu Alvin L na letra de “Alguém como eu”, música lançada por Dinho Ouro Preto em 1995 em álbum solo do cantor (a música foi regravada por Alvin em 1997 no primeiro e único álbum solo do artista).
“Onde está você? / É o que eu quero saber / Como se me descobrir / Só dependesse de lhe conhecer”, corroborou Alvin nos versos de “Cadê você?”, parceria com Lulu Santos, lançada há 30 anos por Lulu no álbum “Anticiclone tropical” (1996).
Enfim, Alvin L quase sempre expressou nas letras um sentimento de inadequação que talvez estivesse entranhando no fundo da alma do artista. Mas Alvin levou a vida com alegria e, nesse paradoxo entre criador e criação, reside um dos traços mais marcantes do legado do artista que ora sai abruptamente de cena para tristeza do universo pop brasileiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marvvila volta aos palcos após retirar tumor no ouvido: ‘Sentia dor até para colocar fone’


Cantora Marvvila tranquiliza fãs após retirada de tumor benigno no ouvido esquerdo
Redes Sociais
A cantora Marvvila, de 26 anos, retomou sua agenda de shows na noite do último sábado (4), no Rio de Janeiro.
A apresentação no Quintal da Lapa, na Zona Central, marcou o retorno da artista aos palcos após um período de 15 dias de afastamento para a realização de três procedimentos cirúrgicos simultâneos.
Em março, a cantora foi diagnosticada com um tumor benigno no ouvido esquerdo, após relatar fortes dores na região.
Durante a internação, realizada no dia 17 de março, em São Paulo, a equipe médica também realizou uma correção de desvio de septo e a redução de cornetos nasais. Saiba mais.
Dores ao usar fones de ouvido
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao g1, a assessoria de Marvvila revelou que a cantora já vinha sinalizando desconforto na região auditiva, relatando dores agudas até mesmo ao colocar fones de ouvido para trabalhar.
Após realizar uma bateria de exames, foi identificada a necessidade de uma “intervenção cirúrgica para a retirada de um tumor benigno”.
Os procedimentos foram realizados no dia 17 de março, em um hospital particular de São Paulo.
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Após realizar a cirurgia, a cantora usou as redes sociais para desabafar com o público sobre as limitações físicas e explicou que o tratamento paliativo para as dores, feito antes da cirurgia, afetava sua aparência.
“Passei por uma cirurgia para corrigir um problema muito sério que me limitava muito. Eu sentia muitas dores de ouvido e tomava muito corticoide”, revelou a cantora.
Marvvila desfilando pela Portela no primeiro dia do Grupo Especial, no Carnaval de 2026
Leo Franco / AgNews
Segundo a artista, o uso constante do medicamento gerava questionamentos de seguidores nas redes sociais sobre o inchaço em seu rosto.
“As pessoas comentavam: ‘por que você está assim se o seu corpo está malhado?’. Era por isso. Tirei esse problema e operei o ouvido também”, celebrou a artista.
Marvvila ao lado de Léo Santana em gravação ao álbum ‘Só vvamo ao vivo’
Dona Isa / Divulgação
Recuperação e volta aos palcos
Após cumprir um período de duas semanas de repouso absoluto e acompanhamento médico, a artista celebrou o reencontro com o público no último sábado (4).
Marvvila em apresentação no Rio de Janeiro, no último sábado (4), após cirurgia
Redes sociais
“Eu já estava com saudades dos palcos, da minha banda e, principalmente, dos meus fãs. Amo o que faço e me entrego de verdade em cada show. Voltar e poder viver isso novamente é muito especial”, afirmou a cantora.
Além de seguir com a agenda de shows pelo Brasil, Marvvila já tem compromissos internacionais confirmados para o mês de maio, com apresentações em Portugal e Angola.
“Agora a gente não para mais. Vamos com tudo, cantando pelo Brasil. Feliz demais”, celebrou.
A cantora também foi anunciada como uma das atrações do Palco Favela do Rock in Rio, no dia 13 de setembro, data de encerramento do festival.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pepsi cancela patrocínio de festival após anúncio de Kanye West


Kanye West
Reuters/via BBC
A Pepsi cancelou o patrocínio ao Wireless Festival após o anúncio de Kanye West como principal atração do evento. Segundo informações da “Variety”, a empresa anunciou neste domingo (5) que decidiu encerrar a parceria de mais de uma década com o festival. O evento acontece em Londres, durante os dias 10, 11 e 12 de julho.
De acordo com a publicação, o comunicado não cita nominalmente o rapper, que agora usa o nome “Ye”, mas foi divulgado horas depois do anúncio da contratação. “A Pepsi decidiu retirar seu patrocínio ao Wireless Festival”, disse a empresa em um breve comunicado enviado a diversos veículos de imprensa britânicos.
O festival era oficialmente conhecido como “Pepsi MAX Presents Wireless” como parte de uma parceria que existia desde 2015. Horas depois da desistência da Pepsi, outro patrocinador, a Diageo, proprietária das marcas de bebidas alcoólicas Johnnie Walker e Captain Morgan, também anunciou sua saída do festival.
Kanye West pede desculpas por apologia ao nazismo: ‘Perdi contato com a realidade’
A contratação de Kanye West também foi criticada pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que relembrou os comentários antissemitas do rapper.
“É profundamente preocupante que Kanye West tenha sido contratado para se apresentar no Wireless Festival, apesar de suas declarações antissemitas anteriores e de sua homenagem ao nazismo”, disse Starmer em um comunicado ao jornal britânico “The Sun”. “O antissemitismo, em qualquer forma, é abominável e deve ser combatido com firmeza onde quer que apareça. Todos têm a responsabilidade de garantir que a Grã-Bretanha seja um lugar onde os judeus se sintam seguros.”
Kanye West aparece como uma das atrações do Wireless Festival
Reprodução
Kanye West pede desculpas por apologia ao nazismo
No começo do ano, o rapper publicou um anúncio no Wall Street Journal pedindo desculpas “a quem ele magoou” por fazer apologia ao nazismo. Segundo a “Vanity Fair”, o anúncio foi pago pela marca dele, Yeezy.
No texto, o músico nega ser antissemita e diz que “perdeu o contato com a realidade”. “Lamento e estou profundamente envergonhado pelas minhas ações nesse estado, e estou comprometido com a responsabilização, o tratamento e mudanças significativas. Isso, porém, não justifica o que fiz. Eu não sou nazista nem antissemita. Eu amo o povo judeu”.
O músico se refere a uma série de declarações desde 2022, em que disse ter “amor” pelos nazistas e sua admiração por Adolf Hitler. No ano passado, ele começou a vender itens com suásticas e lançou uma música chamada “Heil Hitler”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chaiany é eliminada do ‘BBB 26’ com 61,07% da média dos votos


Resposta de Chaiany surpreende Tadeu Schmidt em noite de eliminação
Globo
Chaiany foi eliminada no 12º Paredão do BBB 26, com 61,07% da média dos votos para sair, neste domingo (5). Ela disputava a permanência na casa com Marciele e Juliano Floss, que ficaram com 20,37% e 18,56% dos votos, respectivamente.
Natural de Brasília, no Distrito Federal, Chaiany ganhou a vaga no reality após resistir por mais de 120 horas no Quarto Branco. Criada em uma roça no Vale do Paranã, em Goiás, ela entrou no programa com o objetivo de mudar de vida e buscar maior estabilidade financeira para criar a filha, Lara.
Atualmente desempregada, Chaiany começou a trabalhar ainda na infância, aos 10 anos, em atividades rurais. Aos 15 anos, engravidou e deu à luz sua filha, experiência que, segundo ela, marcou sua trajetória pessoal e profissional.
Durante o confinamento, a sister relatou dificuldades enfrentadas ao longo dos anos e afirmou ter desenvolvido sua autoestima com o tempo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Algo Horrível Vai Acontecer’: por que prazer de esperar pelo pior e medo do desconhecido fascinam


‘Algo Horrível Vai Acontecer’: como a série gera ansiedade no espectador
A minissérie “Algo Horrível Vai Acontecer” estreou no mês passado na Netflix e já está entre as mais assistidas da plataforma no Brasil. Dá pra explicar o sucesso da série justamente pelo nome: desde o início, os criadores, a protagonista e os espectadores percebem que algo horrível vai acontecer. Resta descobrir como e o quê.
Na série, acompanhamos Rachel (Camila Morrone), noiva de Nicky (Adam DiMarco). Eles vão à casa dos sogros (um sítio afastado e enorme, claro) para a cerimônia de casamento.
Mas ao conhecer a família dele, ela percebe que tem muitas coisas erradas acontecendo… e passa a ter um mau pressentimento que, como audiência, a gente compartilha com ela.
Série ‘Algo Horrível vai Acontecer’, da Netflix
Divulgação
O grande trunfo da série é esse suspense: a trama balanceia a tensão e a expectativa pelo que vai acontecer, com pequenas “pistas” do que pode ser. Entenda como isso é feito e por que funciona tão bem no terror:
Terror está na expectativa
Há uma frase famosa de Hitchcock: “Não há terror no estrondo, apenas na antecipação dele”. Em vez de apostar nos sustos, o diretor preferia manipular a tensão e explorar o medo do desconhecido, mantendo o espectador em constante estado de alerta.
Afinal, medo é uma coisa muito pessoal: cada um teme uma coisa e, quando o “monstro” do terror é finalmente revelado, talvez não seja tão assustador.
Mas enquanto você tem que imaginar do que se trata, sua cabeça acaba preenchendo as lacunas com os seus próprios pesadelos. Não à toa, muitos de nós temos medo de escuro: o que a gente não vê dá espaço para muitos terrores.
“Acho que muitas vezes o que acontece em um filme de terror que talvez não funcione tão bem para mim, é tipo: ‘Ah, no segundo em que você vê o monstro, você pensa [suspiro] ‘OK. Ele é meio mais fraco do que eu imaginava'”, disse o diretor Jordan Peele, de “Nós” e “Corra”, ao USA Network.
Um exemplo clássico é o filme “A Bruxa de Blair”, um dos filmes de terror mais aclamados de todos os tempos. O espectador nunca chega a saber de fato o que está acontecendo, e é isso que torna o filme tão assustador.
Por isso, muitas vezes é melhor “manipular” o público para que ele saiba que algo terrível vai acontecer, mas não sabe quando. A espera cria uma ansiedade superior à cena da violência em si.
Como a tensão é construída
Desde o primeiro episódio, está claro que… bom, algo terrível vai acontecer. A partir daí, como manter o espectador ansioso e “viciado” até finalmente descobrir o desfecho?
Série ‘Algo Horrível vai Acontecer’, da Netflix
Divulgação
A série usa várias táticas típicas de terror (afinal, clássico é clássico porque funciona) para “esticar” a tensão e brincar com as emoções do público. Muitas, aliás, vêm diretamente da cartilha de grandes “criadores de suspense”, de Hitchcock a Stephen King:
Colocar o público como “voyeur”: os movimentos de câmera emulam o olhar de uma pessoa — em algumas cenas, há até o som de passos e suspiros. Assim, nós sentimos que a protagonista está sempre sendo “vigiada”, o que aumenta a tensão.
Misturar o nojento e o inexplicável: assim como o medo, o nojo também nos repele, causando uma reação parecida, de querer fugir do que pode ser perigoso de alguma forma. Sangue, corpos de animais, vísceras… tudo isso aparece na série para aumentar a sensação de repulsa e de “inexplicável” da trama. Não só não temos medo do que vai acontecer, mas do que vamos ver;
Esconder e revelar: em “Algo Horrível Vai Acontecer”, recebemos pistas (algumas “falsas”) do que pode ser essa coisa terrível, o que vai criando o clima de mistério. Ao longo da trama, algumas coisas são reveladas, outras são escondidas; o suficiente para que o público tente completar com a sua própria imaginação, mas siga curioso com o desfecho;
Alongar a calma e o silêncio: muitas vezes, acompanhamos a protagonista em silêncio, andando pela casa, em cenas mais longas. Essa condução lenta deixa o espectador ansioso, sem saber quando ou como virá o susto — que, às vezes, nem vem.
São truques “batidos”, de certa forma. Mas esse é o bacana do terror: trata-se de um estilo que não precisa inovar muito no formato.
Ao longo do tempo, os filmes e séries mudam na temática, pra falar de medos que a gente tem como sociedade: um casamento, a maternidade, a violência, a tecnologia… Mas as táticas para criar suspense são as mesmas. “Algo Horrível Vai Acontecer” é mais uma prova de que seguem funcionando.

Fonte: G1 Entretenimento

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Parceiro de Dinho Ouro Preto e Marina Lima, Alvin L morre no Rio aos 67 anos


Alvin L (1959 – 2026) morre aos 67 anos, vítima de ataque cardíaco
Leo Aversa / Reprodução Instagram
♫ OBITUÁRIO
♬ Em 1991, Marina Lima lançou o álbum mais coeso da discografia da artista em termos de repertório. Neste disco, intitulado “Marina Lima”, a cantora gravou bela balada cool de autoria de Alvin L, “Não sei dançar”. A gravação foi um dos pontos altos da trajetória musical de Arnaldo José Lima Santos (1º de abril de 1959 – 5 de abril de 2026), o cantor, compositor e guitarrista de origem baiana e vivência carioca conhecido artisticamente como Alvin L no universo pop nacional.
Alvin morreu hoje, domingo de Páscoa, aos 67 anos, completados na quarta-feira passada, no Rio de Janeiro (RJ). Morreu dormindo, vítima de ataque cardíaco. O velório e a cremação do corpo estão marcados para amanhã, segunda-feira, 6 de abril, no cemitério Memorial do Carmo, a partir das 12h.
Nascido em Salvador (BA), mas registrado no Rio de Janeiro (RJ), onde se tornou nome relevante na cena alternativa roqueira dos anos 1970, 1980 e 1990, Alvin L nunca teve vocação para o estrelato.
Lançou somente um álbum solo, “Alvin”, produzido por Liminha e lançado em 1997 no rastro da bem-sucedida conexão do artista com Marina Lima, de quem Alvin se tornou parceiro a partir da canção “Deve ser assim” (1993), lançada no álbum “O chamado” (1993), no qual Marina gravou outra música de Alvin, “Stromboli”, no embalo do sucesso de “Não sei dançar”. Com Marina, Alvin também assinou músicas como “Na minha mão” (1998), “A não ser você” (2003), “Motim” (2021) e “Kilimanjaro” (2021).
Contudo, além de ter se firmado como compositor, o artista deu contribuição relevante para o pop brasileiro indie como integrante das bandas Vândalos (efêmero grupo de alma punk), Rapazes da Vida Fácil, Brasil Palace e Sex Beatles, com a qual gravou dois álbuns, “Automobilia” (1994) e “Mondo passionale” (1995), este com músicas como “Eu nunca te amei idiota”.
No mainstream do pop brasileiro, Alvin L se tornou parceiro fundamental de Dinho Ouro Preto, contribuindo decisivamente a partir dos anos 2000 para a revitalização da carreira do Capital Inicial, grupo com o qual Alvin colaborava desde os anos 1990.
O sucesso de músicas como “Natasha” e “Eu vou estar” – gravadas pelo Capital no álbum ao vivo “Acústico MTV” (2000), disco no qual o grupo também registrou a canção-hit “Tudo que vai” (de Alvin com Dado Villa-Lobos e Toni Platão) – alavancou parceria que perdurou até o disco mais recente do Capital, o EP “Movimento” (2025), cujo repertório foi pontuado pelas parcerias de Dinho Ouro Preto com aquele Arnaldo que fez nome no pop nacional como Alvin L.

Fonte: G1 Entretenimento