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Thiaguinho segue o baile em ‘Bem black 2’, álbum com Negra Li, samba-rock de Walmir Borges e pagode com soul


Thiaguinho lança o álbum ‘Bem black – Volume 02’ com mais nove músicas da gravação ao vivo feita em novembro no Club Horns, em São Paulo (SP)
Guilherme Breder / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Aos 43 anos, recém-completados em 11 de março, Thiaguinho segue o baile com o lançamento do álbum ao vivo “Bem black – Volume 02” nesta sexta-feira, 27 de março.
Às 11 músicas do primeiro volume, lançado em 9 de janeiro, o cantor e compositor paulista adiciona mais nove músicas da gravação ao vivo realizada em 6 de novembro de 2025, em show apresentado pelo artista em evento fechado no Club Homs, na cidade de São Paulo (SP), com produção musical orquestrada pelo próprio Thiaguinho com Wilson Prateado.
Das nove músicas, seis são inéditas. Entre as novidades, há “Brincando de namorar” (Gabrielzinho, Dilucaz, Rhuan André e Lipe Santos), “Cara de paz” (Thiaguinho e Gabriel Barriga), “02 da manhã” (Thiaguinho, Gabriel Barriga e Wilson Prateado) e “Pensamentos intrusivos” (Claudinho Persona e Elizeu Henrique), faixa escolhida para abrir os trabalhos promocionais de “Bem black 2”.
Entre as regravações, Thiaguinho traz para a pista o samba-rock “Joia rara”, um dos maiores sucessos dos bailes black da cidade de São Paulo (SP) desde que a composição foi apresentada há 15 anos na voz do autor, Walmir Borges, no álbum “Sala da música” (2011). Alguns desses bailes foram realizados justamente no Club Horns, ponto de encontro de admiradores da música negra norte-americana.
Alimentado pela memória afetiva de ter sido frequentador dos bailes paulistanos nos anos 2000, antes de ganhar fama nacional como vocalista do grupo Exaltasamba, Thiaguinho temperou o pagode do álbum “Bem black” com o balanço do soul, do R&B e do funk, em doses bem calculadas, para não afastar o vasto público conquistado com projetos calcados no pagode mais tradicional, como a roda de samba “Tardezinha”.
No repertório do álbum “Bem black 2”, Thiaguinho apresenta mais uma faixa gravada com Sandra de Sá, primeira dama do funk e do soul brasileiros. No primeiro volume, Sandra rebobinou com Thiaguinho o maior sucesso da fase inicial da carreira, o funk “Olhos coloridos” (Macau, 1982). No segundo, a cantora divide com o anfitrião o canto de “Curtir um som” (Carica, Luiz Cláudio Picolé e Prateado, 2011), música do repertório da Fat Family, lançada pelo grupo há 15 anos no álbum “Pra onde for, me leve”.
Já a rapper Negra Li – com quem Thiaguinho regravou o samba “Clareou” (Serginho Meriti e Rodrigo Leite, 2014) para a abertura da novela “Três Graças” (TV Globo, 2025 / 2026) – entra no baile para dividir com o cantor a interpretação do samba-soul “Empoeirado violão” (Joey Matos e Fabiano Art, 2016), apresentado há 10 anos em gravação do grupo Brother Charlie.
Sim, o pagode de Thiaguinho está bem black, embora caiba reiterar mais uma vez que o pagode já é, pela própria natureza, música preta brasileira desde que o samba é samba.
Capa do álbum ‘Bem black – Volume 02’, de Thiaguinho
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Do recreio ao Neymar: como o Grupo Triii ‘furou a bolha’ infantil e virou trend com o hit ‘Viro Vira Virou’


🎶 Em uma caneca, uma chaleira
Uma colherinha e um colherão 🎵
Uma música lançada há quase uma década voltou aos holofotes após viralizar nas redes sociais. Conhecido pelo público infantil, o Triii viu “Viro Vira Virou” se transformar em trend e impulsionar o número de shows e o alcance nas plataformas digitais, se aproximando da marca de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify.
“É uma sensação muito nova. Nunca tinha acontecido isso com a gente. É divertido, emocionante, é muito doido”, descreve Marina Pittier, uma das integrantes do grupo.
Grupo Triii ‘furou a bolha’ infantil e virou trend com o hit ‘Viro Vira Virou’
Arthur Nobre/divulgação
Além de Marina (voz e percussão), o Triii é formado por Fê Stok (guitarra e voz) e Ed Encarnação (bateria, percussão e voz). Criado em 2008, o universo infantil nunca foi exatamente uma novidade para o trio, que também construiu sua trajetória ao lado do Palavra Cantada.
Com o sucesso nas redes sociais, veio uma renovação do público — e até um certo “ciúme” dos fãs mais antigos.
“‘Viro Vira Virou’ sempre foi uma das principais músicas do nosso repertório. Está muito engraçado ler comentários do tipo: ‘Agora estou com ciúmes porque todo mundo conhece o Triii’”, conta Fê. “Tem gente que diz: ‘Só agora? Meus filhos já têm 15 anos e ouviam essa música’”, fala Marina.
Grupo Triii ‘furou a bolha’ infantil e virou trend com o hit ‘Viro Vira Virou’
Arthur Nobre/divulgação
A música é uma adaptação de uma canção popular na América Latina (no México, ela ganhou a versão ‘Soy Una Taza’) e ganhou o toque bem brasileiro pelas mãos de Estêvão Marques, um dos fundadores do grupo.
“Ela é uma cantiga tradicional da América Latina, de domínio público, inclusive da qual a partir dessa saíram algumas versões pelo mundo já há muito tempo, então teve uma que ficou muito famosa na Espanha, tem outra em Portugal. Essa versão é do Estevão que ele inclusive mexeu na melodia, na forma, na letra”, explicaram. Apesar de mais 10 anos desde o lançamento, eles não mudariam nada na música. “Acho que esse arranjo é um golaço, ele está muito redondo”, destaca Fê.
Neymar, Lorena Improta e Vírginia também fizeram a trend
Reprodução/Instagram/Tiktok
Viro vira virou… sucesso 🫖🍴
O grupo nem sequer acompanhava de perto o universo das trends quando a música começou a viralizar. A primeira pista veio de dentro de casa. “Foi pela família do Ed. A enteada dele viu no TikTok e falou: ‘acho que a música de vocês está viralizando’. E a gente nem sabia direito o que era isso”, lembram.
Hoje, eles já entendem bem o poder de uma trend nas redes sociais. Com mais de 10 milhões de views no vídeo da música no Youtube e beirando 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify, o grupo Triii já colocou pets, crianças e até Neymar para dançar.
“Furar a bolha é algo positivo, uma brincadeira. Está criando momentos especiais de afeto, está tudo certo”, comenta Fê.
“Para mim, ainda é bastante surreal. Não é uma coisa normal ver o Neymar dançando ao som da nossa música”, confessa Marina.
O sucesso nas redes também trouxe uma avalanche de conteúdos criativos, muitos deles surpreendentes até para o próprio grupo.
“Fico muito feliz em ver a galera do funk que fez o remix. Vai para outra paisagem, que não é necessariamente o público que a gente tem. O funk vem contribuir com outros movimentos que ficam superlegais”, conta Ed.
A repercussão de “Viro Vira Virou” também mudou o clima nos shows, como observado em apresentações recentes onde crianças vibraram com a canção como um verdadeiro hit, esperando ansiosamente pelo momento da brincadeira.
“Quando ela [a música] sai desse contexto do show, da rede social, e vira brincadeira viva entre as crianças no recreio… pronto, para mim isso aí é gol”, comemora Marina Pittier.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Meno K: o jovem sobrevivente que foi de ‘Camisa do Grêmio’ ao topo das paradas no Brasil


MC Meno K é um dos artistas mais ouvidos no Spotify Brasil
Divulgação/WyssBrazil
Na lista de hits atuais do Brasil, MC Meno K é uma onipresença. Ele canta em “Posso Até Não Te Dar Flores”, “Jetski”, “Gauchinha”, “Amo Minha Favela”… e neste ano, chegou a ser o nome mais ouvido do Spotify Brasil.
O cantor tem só 19 anos, mas já passou por muito, e está nessa carreira desde que era um pequeno “guri” em Porto Alegre. Ele é um sobrevivente, um autor de hinos não-oficiais de times brasileiros e agora, um hitmaker. Conheça a trajetória de MC Meno K:
Camisa de time
MC Meno K, nome artístico de Kauan Soares, é natural de Porto Alegre. A capital gaúcha já teve uma cena do funk mais movimentada, mas, segundo ele, andava mais quieta e sem muitos recursos.
“Ficou um tempo sem nenhum artista, sem ninguém se mover assim pelo funk de lá. Até por isso tinha muito pouco estúdio lá. A gente canetava ainda no caderno e costumava muito gravar prévia de música, na palma da mão”.
Isso não impediu Kauan de escrever suas próprias músicas e gravar com seus amigos, batendo palma mesmo. A primeira música que o cantor gravou em estúdio foi “Camisa do Grêmio”, em 2021, em homenagem ao time dele. A música pegou entre torcedores, mas ele garante que não foi de caso pensado.
“Não foi estratégia, foi do coração. Na época, tinha bastante música até que o pessoal do Rio fazia pro Flamengo. Aí eu pensei: ‘Mano, sou daqui, né? Eu vou botar a camisa do Grêmio'”.
Logo de cara, “Camisa do Grêmio” começou a bombar graças aos torcedores, que colocavam a música no status de WhatsApp. O timbre grave do cantor também não fez mal: ao cantar versos explícitos, MC Meno parecia ter pelo menos uns 16 anos à época.
Na verdade, era um “guri” de 13 anos, com o cabelinho na régua e camisa do Grêmio.
O sucesso se expandiu com uma versão para o Flamengo, lançada meses depois. Segundo o gremista Meno, ele tem carinho pelo time carioca e aproveitou para fazer um “hino” para os torcedores.
Deu certo: a faixa tocou nos estádios, inclusive na vitória do time na Libertadores em 2022, e foi abraçada por jogadores como Gabigol e Arrascaeta. Ele conta que, naquele momento, o sucesso fez toda a diferença.
“Eu era bem novo na época, né? Mas desde novo, tipo assim, eu já sempre fui muito da rua. Moro sozinho desde os meus 12 anos. E esses funks me ajudaram muito”.
O trauma que ‘foi um gás’
Em 2022, MC Meno K passou por um episódio que o marcou profundamente. Segundo ele, em uma noite após um show em uma casa noturna, em Porto Alegre, um fã pediu uma foto. Ao atendê-lo, Meno foi vítima de um atentado.
Ele conta que foi atingido por nove tiros e precisou passar por uma cirurgia para retirada de um projétil.
Com o susto, o cantor podia muito bem ter desistido da carreira — afinal, foi ao parar pra tirar foto que sofreu o ataque. Mas ele diz que, de alguma forma, tudo isso deu “um gás”.
“Eu fiquei, querendo ou não, com muito trauma na mente… O mano fingindo que era meu fã… foi o que me deu tiro. Mas para mim foi um gás. Assim, eu sobrevivi. Poucos no meu lugar sobreviveram. Eu fiz show depois de um mês, alguns meses de recuperação, já tava fazendo show… Mancando mesmo”.
MC Meno K é um dos artistas mais ouvidos no Spotify Brasil
Divulgação/WyssBrazil
Daqui pra frente, é só pra cima
Apesar do sucesso das “Camisas”, Meno K diz que ficou “congelado, parado na geladeira” por uns três ou quatro anos. “Fiquei sem estourar muita música e parei de fazer muito show”, conta.
A virada mesmo veio em 2025 com “Famosinha”, parceria com DJ Caio Veira e MC Rodrigo do CN. A faixa chegou ao top 1 do Spotify Brasil e, claro, colocou o artista de volta no radar.
Também não fez mal entrar para a Bololô Records, produtora liderada por ninguém menos que MC Ryan SP. Com ele, Meno também cantou em “Posso Até Não Te Dar Flores”, do DJ Japa NK, que também inclui MC Jacaré e DJ Davi Dog Dog.
Essa, realmente, é um sucesso à parte: “Posso Até Não Te Dar Flores” chegou a entrar entre as oito músicas mais ouvidas no Spotify global. Aliás, a música só saiu do topo das paradas brasileiras em fevereiro, quando perdeu para Jetski, de Pedro Sampaio, Melody e… MC Meno K.
Meno já conhecia Pedro Sampaio e, quando o DJ veio com a ideia de uma nova música, o cantor logo se interessou. Com uma batida empolgante e a voz de Melody, “Jetski” o apresentou a outros públicos, consolidando de vez o sucesso do artista.
“‘Jetski’ é pop, e ajudou muito também a ir para esse esse tipo de nível. Quando lançou, eu pensava ‘é hit’ por causa da parte da Melody. Mas eu vi que, mano, o pessoal abraçou muito minha parte também. Saiu do nicho… saiu de um estilo só”.
Depois disso, o cantor adianta que vêm aí colaborações com Dennis, Luísa Sonza, Ludmilla… e a lista segue. “Tem muita coisa ainda para sair, tá ligado? Muita coisa braba mesmo para sair ainda em 2026. A gente pode estar lá em cima no topo, no gás, a gente não para, mano.”

Fonte: G1 Entretenimento

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É cedo para falar sobre Oscar para ‘Devoradores de estrelas’, 1º hit de 2026? Os diretores acham que sim


‘Devoradores de estrelas’ no Oscar? Diretores acham ‘cedo demais’
Uma semana depois de sua estreia, na última quinta-feira (19), é possível cravar “Devoradores de estrelas” como o primeiro grande sucesso dos cinemas de 2026, com uma arrecadação de cerca de US$ 150 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz pelo mundo.
g1 já viu: ‘Devoradores de estrelas’ dá um quentinho no coração com conto de amizade e sacrifício
Não foi necessário tanto tempo, no entanto, para que muitos críticos, espectadores e mídia especializada ventilasse uma possível indicação ao Oscar 2027 para a ficção científica estrelada por Ryan Gosling (“Barbie”). Isso mesmo, para uma premiação que deve acontecer apenas daqui a um ano, mais ou menos.
Os diretores Phil Lord e Christopher Miller, conhecidos como os produtores das animações do “Aranhaverso”, preferem desconversar sobre suas chances.
“É um pouco cedo. O Oscar acabou de acabar”, diz Lord ao g1, com um sorriso no rosto.
“Sabe, se você começa a fazer filmes para conseguir prêmios, essa é uma maneira ruim de se viver”, completa Miller, ao seu lado.
“É. E você vai perder”, conclui o primeiro.
O fato é que revistas como “Variety” e especialistas em premiações, como o site Gold Derby, já debatem as chances do filme em categorias que vão de melhor filme e melhor ator, para Gosling, às técnicas.
E por mais que possa parecer exagero, é inegável que a obra faça parte de uma tendência de sucessos “originais” – ou seja, que não são continuações ou façam parte de grandes franquias cinematográficas. Por mais que “Devoradores de estrelas” seja uma adaptação do livro de mesmo nome de Andy Weir, autor que já virou filme em “Perdido em Marte” (2015).
Ryan Gosling em cena de ‘Devoradores de estrelas’
Divulgação
O fator humano na galáxia
No filme, Gosling interpreta um professor de Ensino Fundamental isolado e desorientado, abandonado em uma espaçonave a milhões de quilômetros da Terra. Totalmente sozinho, ele descobre estar em uma possível missão só de ida para tentar encontrar uma resposta a uma ameaça à vida em toda a galáxia.
Com um enredo grandioso, Miller e Lord se apoiam em um dos grandes trunfos do livro e focam no lado humano.
“Eu acho que nós todos já estivemos em situações nas quais ninguém acreditava na gente. Até que aquela uma pessoa – seu professor, seu companheiro, seu amigo, seu colega, seu chefe – te disse que você era capaz de fazer aquilo”, fala Lord.
“Eu acho que esse filme é sobre isso. Nós torcemos para que os espectadores levem isso, que as coisas são possíveis, que problemas difíceis podem ser resolvidos e que nós podemos conseguir, porque somos humanos.”
A atriz alemã Sandra Hüller (“Anatomia de uma queda”), que interpreta exatamente essa personagem que aposta no protagonista, completa com sua visão sobre o filme.
“É sobre curiosidade e sobre coragem. No melhor sentido. Não no sentido de um super herói, mas nós vemos uma pessoa, que está tendo um dia normal, evoluir para alguém que pode de verdade salvar o mundo com a ciência.”
Sandra Huller e Ryan Gosling em cena de ‘Devoradores de estrelas’
Divulgação
Mais difícil que ‘Perdido em Marte’
O projeto teve início durante a pandemia, em 2020, quando Weir mandou o manuscrito para Gosling, antes mesmo da publicação do livro ou o anúncio de uma data de estreia para a adaptação – que, sim, também já estava encaminhada.
Na época, o filme mais recente do astro canadense tinha sido “O primeiro homem” (2018), cinebiografia sobre Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua. A obra não tinha o humor de “Devoradores de estrelas”, mas dá para entender a escolha a partir das semelhanças.
Neste meio tempo, o escritor decidiu convencer também o roteirista Drew Goddard a aceitar a missão de adaptar a história, alguém com quem já tinha trabalhado antes no premiado “Perdido em Marte”. Uma parceria que deu tão certo a ponto de receber uma indicação ao Oscar pelo roteiro.
“‘Devoradores de estrelas’ foi muito mais difícil do que ‘Perdido em Marte’. Acho que porque, em todos os sentidos, é um livro mais ambicioso, sabe? Nós saímos do sistema solar, avançamos pelo universo e contamos uma história emocional muito mais complexa”, diz Goddard.
“Eu estava apavorado em adaptá-lo, porque não queria decepcionar o Andy. Mas li a obra e percebi que também não queria que mais ninguém fizesse o roteiro, então tive que aceitar.”
Ryan Gosling em cena de ‘Devoradores de estrelas’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberto Menescal ganha songbook e documentário nos 90 anos em 2027


Roberto Menescal será homenageado em 2027 com álbum em que vários cantores interpretam músicas do compositor de ‘O barquinho’
Marcos Hermes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nascido em 25 de outubro de 1937, Roberto Menescal ainda nem fez 89 anos. Mas já estão sendo articulados projetos para a celebração, em 2027, dos 90 anos do compositor, violonista, arranjador e produtor musical carioca, nome incontornável no universo da bossa nova.
Empresária de Menescal, Giselle Kfouri idealiza álbum em homenagem ao artista. Será disco em estilo songbook, em que vários intérpretes cantarão, em gravações inéditas, músicas do compositor, parceiro de Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994) em standards da bossa nova como “O barquinho” (1961), “Ah! Se eu pudesse” (1962), “Rio” (1963) e “Você” (1964).
Paralelamente a esse álbum com convidados, há um documentário sobre Menescal, intitulado “Dia de luz, festa de sol”, nome que reproduz o verso inicial da letra de “O barquinho”, música mais famosa do cancioneiro do compositor, parceiro de Chico Buarque em “Bye bye Brasil” (1979).

Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Lautner, de ‘Crepúsculo’, será pai pela primeira vez


Lautner respondeu a perguntas de um grupo de meninas, em sua maioria, por cerca de 40 minutos
Rogerio Resende/Divulgação
Taylor Lautner, responsável por interpretar o personagem Jacob na saga “Crepúsculo”, anunciou nesta quinta-feira (26) que será pai pela primeira vez.
Em postagem feita em parceria com sua esposa, que também se chama Taylor Lautner, os dois seguram a foto de um ultrassom, com o ator beijando a barriga da mulher.
“O que é melhor do que dois Taylor Lautner”, brinca a legenda do post, que também conta com outras fotos do casal celebrando.
Os dois não revelaram o sexo do bebê.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Crítico tem que respeitar o artista ao resenhar álbum que julga irregular, mas sem ceder à patrulha das redes sociais


Marina Lima lança o álbum ‘Ópera Grunkie’, alvo de debates acalorados nas redes sociais
André Hawk / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ É proibido proibir a crítica negativa! Na era da bajulação fake das redes sociais, em que artistas recebem diariamente uma profusão de elogios rasos de admiradores e colegas a cada postagem, críticos de música atravessam um chão repleto de cascas de banana quando entendem que um álbum está aquém da discografia de um artista e expõem esse pensamento em uma crítica.
Atravessei esse chão sem escorregar ao discorrer sobre o já controvertido 22º álbum de Marina Lima, “Ópera Grunkie”, apontando irregularidades do disco em resenha publicada nesta coluna no g1 na terça-feira, 24 de agosto. Ao longo dos últimos dos dias, ouvi comentários gerais de que o texto da crítica negativa era “respeitoso”, mas também não escapei de receber a pecha de “prepotente” em um comentário de leitor do X, praça de ódio no mapa das redes sociais.
Em janeiro de 2027, completarei 40 anos no exercício contínuo do ofício de crítico musical. Sei como funciona a reação de fãs e artistas de acordo com o tom do texto. Quando elogio um álbum com cotação alta, geralmente recebo elogios de que sou um crítico “sensível”, de que “entendi tudo”. Quando a crítica aponta defeitos e pode ser classificada como negativa, o autor do texto passa a ser alvejado com comentários do tipo “esse entende nada de música”. No meu caso, gay assumido, perdi a conta das vezes que ouvi dizer que era uma “bicha má” ou uma “bicha amarga”
Sempre foi assim desde que o samba é samba. Essas reações são da natureza humana. Mas piorou muito com o advento das redes sociais e, com a patrulha diária das redes, a crítica musical foi ficando desidratada a partir dos anos 2010.
Bajular passou a ser o verbo conjugado diariamente por amigos e seguidores dos artistas. Diante desse quadro desanimador, muitos críticos tendem a se retrair. É mais cômodo elogiar. Ou então manter um silêncio providencial sobre um disco ruim para evitar levar pedrada. Mas eu sou da tribo dos dissonantes, dos que sempre escrevem o que pensam, porque falar bem de tudo é banalizar o elogio, é ser injusto com os que realmente merecem ser elogiados.
Os dissonantes já são poucos. Mas (ainda) existem. Os profissionais do meio musical – incluídos aí artistas, empresários, produtores, assessores de imprensa – preferem evidentemente os que se calam. Mas, e aí mora a contradição humana, quase todos comemoram quando se deparam com uma crítica positiva de um dos dissonantes. Porque o leitor sabe quem é quem. Todo mundo sabe quem é quem…
No resumo da “Ópera Grunkie”, um crítico sempre tem que respeitar o artista sob qualquer circunstância ao discorrer sobre um single, EP ou álbum, sempre tendo em mente que o foco da crítica é o disco, não o artista, ainda que o criador tome as dores da criação. Mas jamais deve se curvar à patrulha das redes. Até porque o que se escreve nas redes nem sempre é o que se pensa. Quase sempre não é, eu diria. “A verdade da vida está no inbox do Instagram”, me disse várias vezes o DJ Zé Pedro.
Marina Lima construiu obra maior do que qualquer crítica ou critico. E o que fica é a obra. Críticos passam. Artistas morrem. O tempo espera por ninguém. Mas uma grande obra de arte desafia as leis do tempo e atravessa gerações, sobrevivendo aos criadores. O bom da era digital é que qualquer leitor de críticas pode ouvir o álbum assim que terminar de ler o texto e tirar as próprias conclusões. Ninguém é dono da verdade.
Quanto ao crítico, cabe unicamente ser honesto e, sim, respeitoso ao escrever uma crítica. O tempo é o senhor da razão e coloca tudo e todos – críticas, críticos, artistas e discos – no devido lugar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cabeça de C3PO, do filme ‘Star Wars: O retorno de Jedi’, é leiloada por US$ 1 milhão


Cabeça de C3PO leiloada por US$ 1 milhão comparada com cena de ‘Star Wars: O retorno de Jedi’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Dash Crofts, cantor do sucesso ‘Summer Breeze’, morre aos 87 anos


O cantor Dash Crofts
Reprodução/Facebook
O cantor Dash Crofts, da dupla de rock Seals & Crofts, morreu nesta quarta-feira (25), aos 87 anos. Segundo informações da família, a causa da morte foi insuficiência cardíaca.
Entre os principais sucessos da carreira do cantor está “Summer Breeze”, que marcou os anos 1970. O single chegou ao top 10 da lista Billboard Hot 100 e o álbum homônimo vendeu mais de 2 milhões de cópias.
A parceria entre Dash e Jim Seals começou em 1969 e durou pouco mais de uma década.
Nesse período, lançaram uma dúzia de álbuns, tendo concorrido ao Grammy duas vezes, em 1973, na categoria de melhor performance de pop por um duo, grupo ou coral com o single “Summer Breeze” e, em 1974, disputaram na mesma categoria com a música “Diamond Girl”.
Em 1974, o duo se envolveu em polêmicas por conta do álbum “Unborn Child”, que criticava o aborto. Naquele mesmo ano, a Suprema Corte dos EUA reconheceu o direito ao aborto.
Segundo o jornal “New York Times”, algumas rádios do país se recusaram a tocar a música-título do álbum e alguns shows da dupla foram alvos de protestos.
Em 1998, após o fim da dupla com Seals, Dash chegou a lançar um álbum solo, “Today” e, em 2004, a dupla promoveu um último álbum em parceria, “Traces”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta será atração musical no ‘Saturday Night Live’


Anitta encerra seu carnaval de rua com bloco no Centro do rio
JC Pereira/ AgNews
A cantora Anitta fará sua estreia no Saturday Night Live no dia 11 de abril. Ela será a atração musical do programa, um dos mais antigos da televisão dos Estados Unidos.
O apresentador convidado do episódio será o ator Colman Domingo. O episódio irá ao ar um dia antes da estreia da terceira temporada de “Euphoria”, na qual ator participa como convidado no papel de Ali, mentor de Rue, personagem de Zendaya. A atuação lhe rendeu um Emmy de melhor ator convidado em série dramática em 2022.
A edição com Domingo e Anitta irá ao ar na semana seguinte à apresentação de Jack Black, que terá como convidado musical Jack White.
No dia 5 de março, Anitta lançou o single “Pinterest”, de seu mais recente álbum, “Equilibrium”. A capa de divulgação da música traz a artista aos 10 anos, usando um figurino criado por sua mãe com copos de plástico, para que a filha participasse de um evento chamado “Desfile de Primavera”.
Bloco da Anitta arrasta multidão pelo Centro do Rio

Fonte: G1 Entretenimento