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De lingerie e playback, Addison Rae faz no Lolla 2026 versão amadora de um show da Britney


Addison Rae faz ‘striptease’ no hit Fame Is a Gun no Lollapalooza 2026
Ex-estrela do TikTok, Addison Rae estreou nos palcos do Lollapalooza Brasil neste domingo (22).
Se estava tímida, não pareceu. A cantora entrou ao som de “Fame is a Gun”, de casaco e peruca, e logo tirou – revelando que usava pouco mais que uma lingerie brilhante. Em seguida, engatou um rebolado ao som de um remix funk.
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É até difícil explicar a trajetória de Addison. Aos 25 anos, a artista é um reflexo de sua geração, tanto na trajetória quanto nas suas referências. Até meados de 2021, ela era uma jovem famosa por vídeos de dancinha no TikTok. De repente, se arriscou na vida de popstar.
Addison Rae se apresenta no Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1
Nove a cada dez vezes, essa fórmula não dá certo, rendendo músicas desinteressantes para redes sociais ou apresentações sem apelo. Addison é uma exceção.
Com o repertório de um álbum, “Addison”, e o EP “AR”, a artista já foi indicada ao Grammy de Melhor Artista Revelação. E reuniu um público numeroso, com bom horário – o início da noite – neste Lolla.
Não à toa: Addison mostrou que não tem muito medo de arriscar e, acima de tudo, tem boas músicas e referências.
Neste show, a cantora seguiu o molde de Britney Spears, tanto nos trejeitos de garota ingênua e sensual, quanto na performance… e muito playback.
“Sempre quis vir ao Brasil. Já ouvi sobre como vocês têm uma forte… cultura”, declarou, sem elaborar muito.
Com aquele microfone estilo Kate Bush, a artista entoou um ou outro verso na maior parte das faixas como “Money is Everything” e “New York”.
Só pareceu estar com o microfone ligado nas músicas finais – fora isso, nem disfarçou muito.
Um ponto alto foi quando Addison incluiu o remix de “Von Dutch”, dela com Charli XCX. Sob a curiosa justificativa que precisa poupar a voz, ela pediu fãs para reproduzir o grito dela na música. Não faltou voluntário, nem gritaria.
Não dá pra dizer que Addison não está tentando, estudando passo a passo o que faz uma diva pop à moda antiga. O show teve dançarinas sensuais, coreografia meio Broadway, interação com o público, até pequenas trocas de roupa.
Para um show de iniciante (o que ela é), estava até de bom tamanho. Os fãs não esperavam nada diferente. Para esse horário e palco no Lollapalooza, no entanto, Addison ainda é um tanto amadora.
Addison Rae se apresenta no Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Djo quer ser cantor sério, mas no Lolla provou que ainda é ator de ‘Stranger Things’ e one-hit wonder de TikTok


Djo canta ‘End of Beginning’ no Lollapalooza 2026
Para quem acompanha Joe Keery como ator (sim, é o Steve de “Stranger Things”), vê-lo no Lollapalooza neste domingo (22) foi uma chance de entender como ele equilibra a gratidão pelo sucesso em séries ou filmes com a necessidade de ser levado a sério como um músico de 33 anos de idade.
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E com persona musical que aparenta ter pelo menos o dobro disso: dada a influência de indie clássico, folk, indie anos 1990 e rocks dos tempos em que sintetizadores eram novidades.
É uma pena, no entanto, que ele ao vivo ainda esteja bem aquém do cacife que tem como ator. No máximo, o show de Keery no Autódromo de Interlagos o credenciou a ser um One-hit Wonder de TikTok tentando se firmar. A maturidade da performance é forçada, como colocar um abacate no saco de pão, esperar duas horas e comer ele verde.
É bom lembrar que o cantor nunca renegou o carinho dos fãs que conquistou perambulando pela cidade de Hawkins, mas o projeto Djo ainda precisa de tempo para a ressignificação que ele tanto busca.
Djo se apresenta no Lollapalooza 2026
Fabio Tito/g1
O uso de pseudônimos e disfarces no início da carreira musical era um receio de não ser levado a sério. E a estratégia até que funcionou. Seu pop psicodélico o deu o hit “End of Beginning” e uma turnê por festivais, com direito a este show no fim de tarde do Lolla.
“Me sinto a pessoa mais sortuda do mundo. Sei que é o tipo de merda que todo mundo fala, mas eu juro que estou falando sério”, disse, em uma das várias interações com a plateia. Ele é simpático, parece gostar do que faz, mas a falta de personalidade no som incomoda ouvidos mais exigentes.
Entre sintetizadores e guitarras, o que se viu no Lolla foi um artista amparado por uma banda ok e uma textura sonora retrô-futurista. Sim, a mistura de synth-pop, indie e baladas emotivas tem algo a ver com “Stranger Things”. Mesmo assim, o repertório passa longe do charme e do apelo inegável da série.
Nada supera a reação dos fãs durante “End of Beginning”, sucesso de 10 entre 10 plataformas de streaming. Outras faixas, porém, foram ignoradas pela maioria. Comoveram apenas o dedicado fã-clube que enfrentou o sol de 30ºC para ficar perto de seu ídolo.
Djo se apresenta no Lollapalooza 2026
Fabio Tito/g1
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Achados e perdidos do Lollapalooza 2026 tem câmeras, óculos e até terço esquecido por fã; veja itens


Objetos esquecidos no Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
Quem passa horas no Lollapalooza Brasil 2026 entre shows, calor e multidão pode nem perceber quando perde algum objeto. Mas basta dar uma volta no setor de achados e perdidos para entender o tamanho e a diversidade do que fica para trás: de câmeras analógicas a smartwatch e até um terço.
No espaço montado no Autódromo de Interlagos, próximo ao palco Palco Perry’s, funcionários catalogam tudo o que chega. Cada item passa por um processo detalhado.
Tudo é fotografado, descrito e recebe um código dentro do sistema, o que facilita a busca posterior (veja abaixo como recuperar).
“Quando o objeto chega, a gente cadastra, fotografa e gera um código de identidade. Tudo fica no sistema para a pessoa conseguir pesquisar depois”, explica Fabi Pavarin, chefe do SAC do festival.
Vocalista da banda Varanda, Amélia Janta avalia pratos do Lollapalooza
Segundo ela, o cuidado vai além do básico. Mochilas, por exemplo, são abertas e descritas minuciosamente. “A gente coloca tudo: cor, o que tinha dentro, se tinha óculos, carregador, documento. Isso ajuda muito na hora de identificar o dono.”
Tecnologia para encontrar o dono
Uma das apostas do festival é o uso de tecnologia para acelerar a devolução. O serviço chamado Smart&Found permite que o público cadastre previamente celular e documentos e gere um QR Code de identificação.
Se o item for encontrado, quem achar pode escanear o código, e a organização entra em contato com o dono.
“Se você cadastrou seu celular e perdeu, por exemplo, a CNH, o sistema consegue associar os dados e te avisar. É uma forma de achar o dono mesmo quando ele não perdeu o celular”, diz Fabi.
Além disso, QR Codes espalhados pelo evento e avisos nos telões orientam o público a registrar perdas ou consultar se algo já foi encontrado.
Itens perdidos
Entre os itens mais curiosos desta edição estão câmeras fotográficas — algumas analógicas —, baterias de equipamento profissional, óculos de grau e um terço. O número de objetos perdidos nesta edição só será divulgado na segunda-feira (23) após o festival.
Apesar de muitos objetos terem alto valor financeiro, outros chamam atenção pelo significado pessoal.
“Hoje mesmo teve uma pessoa que recuperou um leque e ficou muito feliz. Às vezes não é pelo valor, mas pelo apego. É o ser humano acreditando no ser humano”, afirma Fabi.
Em edições anteriores, já apareceram até kits completos de insulina, o que acende um alerta para perdas que podem colocar a saúde em risco.
Itens esquecidos no Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
Fã esqueceu mochila no Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
Óculos esquecidos no Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
Como tentar recuperar um item
Procure um ponto de SAC dentro do festival
Escaneie os QR Codes espalhados pelo evento
Descreva o objeto com o máximo de detalhes
Após o evento, entre em contato com a organização informando nome, CPF e dados do ingresso

Fonte: G1 Entretenimento

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Irmãos Chico e Mario Adnet cultuam o passado em ‘Falso antigo’, álbum com Macalé, Mosquito e Mônica Salmaso


Chico Adnet (à esquerda) e Mario Adnet ampliam a parceria no álbum ‘Falso antigo’
Marcelo Corrêa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Partideiro descendente da alta estirpe de bambas como Zeca Pagodinho, Mosquito canta “Samba réquiem (Sete casamentos e um funeral)” no álbum “Falso antigo” como se estivesse na companhia do Trio Surdina – grupo de música instrumental formado nos anos 1950 por Chiquinho do Acordeom (1928 – 1993) com o violinista Fafá Lemos (1921 – 2004) e o violonista Garoto (1915 – 1955). Foi esse o espírito da coisa.
Parceria de Mario Adnet com Chico Adnet, “Samba réquiem” tem o espírito que guia os irmãos Adnet em “Falso antigo”, álbum disponível desde 13 de março com nove músicas gravadas com o intuito de cultuar o passado com toques de contemporaneidade.
Gravado entre 9 e 30 de setembro de 2024, o álbum “Falso antigo” traz time de convidados afinados com o tom por vezes espirituoso das parcerias dos irmãos. Se Mônica Salmaso dá voz ao choro “Acende o lampião” com a dupla de autores, Jards Macalé (1943 – 2025) dividiu com Chico, Mario e Marcelo Adnet o canto do samba de breque “Do Aniceto ao acetato”, composição somente de Chico.
Já Pedro Miranda é o intérprete convidado do maxixe “Fake falso” e de “Fred Astaire do samba”, faixa gravada em 2013 e complementada em 2024. Por fim, Roberta Sá canta o samba “Falso baiano”, cujo nome faz óbvia alusão ao samba “Falsa baiana” (Geraldo Pereira, 1994).
Capa do álbum ‘Falso antigo’, de Chico Adnet e Mario Adnet
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Janteta russa’ no Lolla: g1 leva vocalista de Varanda para avaliar pratos no Lolla

Vocalista da banda Varanda, Amélia Janta avalia pratos do Lollapalooza
A criadora de conteúdo Maria Amélia do Carmo, conhecida nas redes sociais como Amélia Janta, topou participar de um desafio no Lollapalooza 2026 neste sábado (21).
Vocalista da banda Varanda, que se apresentou no Autódromo de Interlagos horas antes, a mineira de 25 anos acompanhou a equipe do g1 para avaliar três pratos do cardápio do evento.
Famosa por receitas inusitadas (que vão de parmegiana de palmito a brigadeiro de azeitona), Amélia fez jus ao título que ela mesmo se autodomina: “influencer de gororoba”.
Banda Varanda estreia no Lolla com vocalista influencer famosa por receitas de ‘gororobas’.
Entrada
A primeira parada foi a entrada: um drink de whisky com água de coco. Acostumada a misturas exóticas, Amélia analisou o equilíbrio da bebida.
“Uma bebidinhas às vezes é janta sim. Tem mais água de coco do que whisky, mas eu recomendaria para um festival, num fim de tarde. É a entradinha perfeita”
Prato principal
Para o prato principal, o escolhido foi um cachorro-quente de cheddar. O foco foi a cremosidade do queijo, ponto central nas receitas que ela costuma viralizar. Sobre a experiência, ela pontuou.
“Uma vibe meio americanizada, colocaram a salsicha purinha, coitada. Faltou um pouco de molho. O cheddar eu apreciei sim. A batata palha… já enfrentou uns dias de festival. Mas um lanche despretencioso ali, para nossa janta, ali entre um show e outro…vai!”
Sobremesa
O fechamento foi com a sobremesa: churros de doce de leite. Após testar combinações como smoothie de ketchup em seu canal, Amélia deu o veredito final sobre o doce clássico dos festivais:
“A glicose é elemento muito importante para o festival. O que é que uma fritura não faz para devolver a vida para gente? É o fim de noite perfeito!”
Review do menu degustação
“É o fim de noite perfeito. Grande trio de pratos. Vamos curtir, mas vamos nos alimentar também. Um grande beijo, Amélia Janta”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filas de duas horas e corridas de R$ 150: público conta como é a volta do Lollapalooza

Duas horas de fila e corridas por R$ 150 na volta do Lolla; veja relatos
A dispersão do público após o encerramento do primeiro dia do Lollapalooza 2026, nesta sexta-feira (20), repetiu cenas de edições anteriores: plataformas de trem superlotadas e preços elevados em aplicativos de transporte.
Mesmo para quem saiu cedo
O esforço para evitar a aglomeração da dispersão após o show de Sabrina Carpenter não foi suficiente para garantir uma volta tranquila ao grupo de amigos Tarsila Borsari, Nathalia Helen e Iago Nowacki.
Eles deixaram o festival por volta das 22h30, antes do fim do show de Sabrina Carpenter, atração principal da noite. O objetivo era fugir do “perrengue”.
“No começo as pessoas estavam até brincando, tinha música em carros de som, mas depois começaram a empurrar”.

O trio só conseguiu pegar o metrô à 0h10, após enfrentar longas filas e restrições de fluxo nas plataformas. Eles percorreram as linhas 9-Esmeralda e 7-Rubi para chegar a Perus, na Zona Norte, somente depois das 4h da manhã.
Compra de bilhetes

A dentista Eliza Almendros, de 24 anos, e a enfermeira Ariane Dias, também de 24, deixaram o Autódromo de Interlagos às 23h, logo após o encerramento do show principal.
O trajeto até Guarulhos, no entanto, só terminou quatro horas depois, às 3h deste sábado (21).
“O problema foram as pessoas que não compraram o bilhete do metrô antes e deixam para a última hora e atrapalha todo mundo”.
O percurso envolveu uma sucessão de baldeações: o grupo utilizou a Linha 9-Esmeralda (CPTM) até Pinheiros, seguiu pela Linha 4-Amarela até a estação Luz e, de lá, pegou a Linha 3-Vermelha do Metrô até o Tatuapé.
Corrida de R$ 150

A estudante de publicidade Maria Eduarda Marques, de 23 anos, desistiu de utilizar o sistema ferroviário após aguardar cerca de 40 minutos na fila da Estação Autódromo por volta das 23h.
“Fila absurda, as pessoas estavam ‘brecando’ a passagem, ninguém passava para lugar nenhum”.

O destino era a Vila Mariana, na Zona Sul, um trajeto que normalmente não ultrapassa os 25 minutos de carro. Pagou R$ 150 em uma corrida de transporte por aplicativo.
Para este sábado (21), ela adotou outra estratégia: “Vou me juntar com os amigos e dividir um transporte por aplicativo de novo. Metrô nunca mais”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Espetinho de frango a R$ 17 e choripán de R$ 52: saiba quanto custa comer no Lolla 26

Quanto custa comer no Lolla?
O g1 percorreu os setores de alimentação do Lollapalooza 2026 para saber as opções gastronômicas (e os preços) desta edição.

O público que vai ao Autódromo de Interlagos encontra uma variedade de valores entre os lanches rápidos da pista e os pratos assinados no espaço Chef’s Stage.

O cardápio vai do tradicional espetinho de frango até choripán e combo de hambúrguer artesanal com batata frita. Também tem pizza, picolé, balde de nuggets e opções para os vegetarianos. Veja os preços abaixo.
Lanches rápidos
Para quem prioriza agilidade entre um show e outro, os quiosques de lanches rápidos espalhados pelo Autódromo oferecem as opções mais acessíveis do evento.
Espetinho: R$ 17 (com opção vegetariana)
Pizza: R$ 28
Batata frita: R$ 25
Hambúrguer de frango (sem batata frita): R$ 29
X-burguer (sem batata frita): de R$ 31
X-bacon: R$ 35
Cachorro quente: R$ 25 a R$30
⁠Pastel: R$ 26
Pizza: R$ 28
Nuggets: R$ 31 (porção normal); R$ 52 (balde de 1 litro)
Picolés: R$ 24
Restaurantes
Já o Chef’s Stage, perto do palco Perry’s by Fiat concentra opções de restaurantes famosos com valores bem acima da média dos quiosques tradicionais.
⁠Tacos: R$ 38
Massas (macarrão e lasanha): R$ 39,90 a R$45,90
⁠Wrap: R$ 40 a R$ 65
⁠Burritos: R$ 42
Choripán: R$52
Hambúrguer artesanal (com batata frita): R$55
⁠Poke: R$ 55 a R$ 60
Opção para os vegetarianos
Para o público vegetariano, as opções são os pratos à base de legumes ou queijo.
Couve-flor wings: R$ 31
Nuggets vegetal: R$ 31
Macarrão com queijo: R$ 31
Hambúrguer vegano: R$ 34

Fonte: G1 Entretenimento

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Brinde vale a fila? Fãs relatam espera de até três horas por itens exclusivos no Lolla 26


Vale ficar tanto tempo na fila? Os melhores (e piores) brindes do Lolla
Batons, buckets, chaveiros, fotos polaroides…o g1 percorreu os estandes do Lollapalooza 2026 para tirar a dúvida: afinal, vale mesmo a pena encarar as filas por brindes exclusivos?
Em algumas ativações, o tempo de espera chegou a superar três horas.
Confira o tempo de espera x o que as pessoas ganharam.
Uma hora e meia: confeitos e buckets
No estande do Tic Tac, a dinâmica envolve sorte. O público aguardou cerca de uma hora e meia para tentar pegar itens em máquinas de garra (estilo das encontradas shoppings).
Estante da Tic Tac no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
Os prêmios variam entre caixinhas do confeito e um chapéu modelo bucket.
Duas horas: hidratante labial
Na ativação da Sprite, o item mais cobiçado é o hidratante labial da linha Carmed.
Ativação da Sprite no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
Para garantir o produto, além de experimentar a bebida, os fãs precisaram encarar uma fila de aproximadamente duas horas.
Três horas: cordões e uma foto polaroide
O McDonald’s apostou em itens de recordação e acessórios para celular.
Ativação do Mc Donald’s no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
Com um tempo médio de espera de três horas (um dos mais demorados do festival), o público conseguiu garantir cordões personalizados para aparelhos móveis e fotos no estilo polaroide.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: famosos vão ao 3º dia de festival; FOTOS


Influenciadora Dora Figueiredo no terceiro dia de Lollapalooza 2026
Leo Franco/AgNews
Flávia Camargo, com as filhas Helena e Isabella Camargo, no terceiro dia de Lollapalooza 2026
Marcelo Sá Barretto/Agnews
A cantora Kynnie no terceiro dia de Lollapalooza 2026
Leo Franco/AgNews

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: veja fotos do 3º dia de festival


Público curte o último dia de Lollapaloza Brasil 2026
Gabriel Siqueira/Divulgação
Público curte último dia de Lollapalooza Brasil 2026
Mare Femiani/Divulgação
Público curte show de Jonabug, no Lollapalooza Brasil 2026
Van Campos/AgNews

Fonte: G1 Entretenimento