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Roberto Menescal lança álbum com o pianista Gilson Peranzzetta em maio e planeja disco com Theo Bial para 2027


Roberto Menescal (à direita) e Gilson Peranzzetta lançam em 20 de maio o álbum ‘O mundo livre de Menesca e Peranzza’
Rogério Von Kruger / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Aos 88 anos, Roberto Menescal mantém movimentada a agenda profissional, conciliando incansavelmente os compromissos com shows e discos. Mal lançou álbuns assinados com Cris Delanno (“O lado B da bossa”, de 2025) e Luísa Sonza (“Bossa sempre nova”, de 2026), o violonista, guitarrista e compositor carioca se prepara para lançar em 20 de maio um álbum com o pianista Gilson Peranzzetta.
Gravado, mixado e masterizado no estúdio carioca La Maison, em 2025, o álbum se chama “O mundo livre de Menesca e Peranzza”. O destaque do repertório é “Samba impossível”, música composta por Menescal e Peranzzetta para o disco.
E por falar em composição inédita, Menescal amplia a parceria com Theo Bial, com quem planeja gravar neste ano de 2026 um álbum previsto para ser lançado em 2027, ano dos 90 anos de Roberto Menescal, único grande nome vivo do núcleo inicial da bossa nova. O projeto de Roberto Menescal com Theo Bial se chama “A nossa bossa nova”.
Roberto Menescal (à esquerda) amplia a parceria com Theo Bial, com quem planeja gravar álbum neste ano de 2026 para ser lançado em 2027
Fernanda Assis / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: fãs enfrentam calor, filas, espera e busca por lugar na sombra no 1º dia de festival


Amigas montaram estrutura com cangas para se proteger do sol no primeiro dia de Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
O Lollapalooza 2026 começou nesta sexta-feira (20), em São Paulo, com portões abertos às 11h e milhares de fãs já ocupando o Autódromo de Interlagos desde as primeiras horas do dia. Em meio ao calor, filas e ansiedade, o público encara uma verdadeira maratona até os shows mais aguardados da noite — com direito a perrengue, estratégia e muita expectativa.
Logo cedo, antes mesmo da abertura, já havia gente esperando para garantir um bom lugar perto dos palcos. Ao longo da manhã, os 27 ºC com sol forte virou um dos principais desafios para quem decidiu chegar cedo.
Ainda do lado de fora, o público lidou com filas para entrada e revista. Depois, já dentro do autódromo, a disputa por sombra virou prioridade. Em um espaço amplo e com poucos pontos cobertos, grupos se apertavam debaixo de estruturas, tendas e até placas para fugir do sol direto.
A estudante Raquel de Andrade, de 19 anos, veio especialmente para ver Sabrina Carpenter — a principal atração do dia. Mesmo tendo chegado por volta de 10h30, ela já se preparava para enfrentar horas até o show, previsto para a noite.
De flopada a headliner do Lolla relembre vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil
“Trouxemos bastante comida, porque o importante é não passar mal. A gente vai se manter hidratada e respeitar o nosso corpo, parar, descansar um pouco. Não compensa ficar direto no calor até a noite”, contou, enquanto se abrigada em uma sombra atrás de uma estrutura montada distante do palco.
A estratégia é comum entre fãs mais experientes: intercalar momentos de descanso com idas ao palco, garantir alimentação e fugir do sol sempre que possível. Ainda assim, o desgaste é inevitável. O trajeto entre palcos também exige fôlego, especialmente para quem quer assistir a vários shows.
Raquel de Andrade e amigas vieram especialmente para ver Sabrina Carpenter — a principal atração do dia.
João de Mari/g1
Raquel está no festival pela primeira vez — e não esconde que o motivo principal tem nome e sobrenome.
“Eu comprei o Lolla específico por causa da Sabrina. Hoje é só ela que eu quero ver”, disse. “Eu me identifico com as músicas dela, acho que tem muito a ver com a nossa geração.”
Próximo ao palco Palco Budweiser, onde Sabrina Carpenter sobe para cantar às 21h30, as três amigas Yasmin Elias, Celini Felix e Ingrid Rodrigues, que se conheceram na escola se reuniram especialmente para o festival.
Veja programação completa do festival
O grupo comprou ingressos ainda em agosto, na semana de abertura das vendas, já planejando viver os três dias de evento. Com o calor, elas improvisaram uma estrutura que lembra uma cabana. Para isso, usaram cangas amarradas ao gradil e presas com uma corda em volta dos pés.
“Esse lugar é estratégico, porque estamos próximas ao placo para ver Doechii e Sabrina, mas ao mesmo tempo ficamos protegidas do sol, que está muito forte. De quebra dá para ouvir as atrações que vem antes. A gente não conhece muito, mas estamos gostando”, disse Yasmin.
Sabrina Carpenter no Grammy 2025
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Nesta sexta, o line-up é um dos mais diversos do festival. Além de Sabrina Carpenter, nomes como Doechii — que faz sua estreia no Brasil — e a banda Deftones, que volta ao país após mais de uma década, estão entre os destaques.
Também se apresentam Interpol, Blood Orange e o brasileiro Edson Gomes. Na música eletrônica, a curiosidade fica por conta de Shaquille O’Neal, que se apresenta como DJ Diesel, além do norueguês Kygo.
Para quem não está no autódromo, o festival também é transmitido ao vivo pelo Globoplay.
Deftones é um dos headliners desta sexta (16)
Divulgação
Veja a programação completa do Lollapalooza nesta sexta-feira (20)
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
PALCO PERRY’S
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegiirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo

Fonte: G1 Entretenimento

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Dave Grohl revela ter feito 430 sessões de terapia para lidar com traição e ‘vício em conquistas’


Dave Grohl no trailer de ‘Studio 666’
Divulgação
O músico Dave Grohl revelou ter passado por mais de 430 sessões de terapia para lidar com questões pessoais, incluindo uma traição e o que chamou de “vício em conquistas”. As declarações foram feitas em entrevista ao jornal britânico “The Guardian”, publicada nesta sexta-feira (20).
“Eu estive em terapia seis dias por semana durante 70 semanas”, disse Grohl. “Fiz as contas outro dia: mais de 430 sessões.” O cantor afirmou que o processo foi essencial para entender comportamentos e emoções que vinham se acumulando ao longo da vida.
A entrevista é a primeira do artista após admitir, em 2024, que teve uma filha fora do casamento. Na época, ele disse que buscava “reconquistar a confiança” da família. Agora, evita entrar em detalhes, mas reconhece a necessidade de mudança: “precisei parar, sentar comigo mesmo e me reavaliar. É um processo contínuo.”
Grohl também refletiu sobre o que descreve como uma busca constante por validação. “Há algo como um vício em conquistas, e isso é perigoso”, afirmou. “Você atinge um objetivo, se sente bem por 24 horas, e depois vem um vazio de novo”, disse ao Guardian.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em outro momento, ele resumiu esse sentimento de forma direta: “A validação era um monstro insaciável”. Segundo o músico, esse padrão o levou a se sobrecarregar e a se perder emocionalmente.
O vocalista do Foo Fighters também relacionou a terapia a uma mudança na forma de se comunicar, relatando ser mais mais fácil falar “dessas coisas” nas músicas.
Além das questões pessoais, Grohl comentou perdas recentes, como a morte do baterista Taylor Hawkins (1972-2022) e de sua mãe, que influenciaram seu processo criativo. Ele afirmou que, por muito tempo, evitou lidar com o luto de forma profunda.
O artista indica que busca um novo equilíbrio. “Eu precisava desligar tudo e encontrar meu coração”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Eu não envelheço, subo de nível’: Chuck Norris postou vídeo lutando dias antes de morrer; assista


‘Eu não envelheço, eu subo de nível’: último post de Chuck Norris mostra treino de boxe
Chuck Norris publicou um vídeo praticando luta com um instrutor dez dias antes de morrer. A notícia da morte foi confirmada nesta sexta-feira (20), nas redes sociais do ator.
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Na legenda da publicação, última feita antes da confirmação, Norris agradece o carrinho dos fãs e afirma: “Eu não envelheço, subo de nível”.
“Hoje completo 86 anos! Nada como um pouco de ação descontraída em um dia ensolarado para se sentir jovem”, disse.
“Sou grato por mais um ano de vida, pela boa saúde e pela oportunidade de continuar fazendo o que amo. Obrigado a todos por serem os melhores fãs do mundo”, continuou. “O apoio de vocês ao longo dos anos significa mais do que posso expressar”.
Chuck Norris morre aos 86 anos
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A morte
Apesar da confirmação, a causa da morte não foi confirmada pela família, que afirmou preferir manter as circunstâncias em privado.
“Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família”, diz a nota.
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Ele havia sido levado a um hospital após uma emergência médica registrada nesta semana na ilha de Kauai, no Havaí, ainda segundo o TMZ.
Ainda não há informações sobre a natureza do problema de saúde que o levou ao hospital.
Segundo o site a situação aconteceu de forma repentina. Na quarta-feira, Norris ainda treinava normalmente na ilha. Um amigo chegou a falar com ele por telefone no mesmo dia e disse que o ator estava isposto e até fazendo piadas.
Trajetória
O ator Chuck Norris em cena do filme ‘McQuade, o lobo solitário’ (1983)
Divulgação
Nascido no estado de Oklahoma em 1940, Norris serviu na Força Aérea dos Estados Unidos entre 1958 e 1962. Ao longo da vida, casou-se duas vezes e teve cinco filhos, entre eles o ator Mike Norris e o piloto da NASCAR Eric Norris.
Norris é mais conhecido por seus papéis em filmes de ação e artes marciais nos anos 1980, além de ter vivido o Texas Ranger Cordell Walker na série da CBS Walker, Texas Ranger, exibida na década de 1990.
Nas últimas décadas, o ator se manteve na maioria afastado das telas, fazendo apenas participações pontuais, como no filme Os Mercenários 2, lançado em 2012.
Além de atuar, Norris também era faixa preta em diversas modalidades de artes marciais, recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1989 e foi nomeado Texas Ranger honorário em 2010.
Nos últimos anos, o ator enfrentou perdas pessoais, incluindo a morte de sua mãe, em 2024, e de sua primeira esposa, Dianne Holechek, que faleceu em dezembro de 2025.
Norris comemorou recentemente o aniversário. Para marcar a data, publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece treinando com um instrutor.
Nota da família
“É com o coração pesado que nossa família comunica o falecimento repentino do nosso querido Chuck Norris, ocorrido ontem pela manhã. Embora prefiramos manter as circunstâncias em privado, saibam que ele estava cercado por sua família e em paz.
Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família.
Ele viveu sua vida com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava. Por meio de seu trabalho, disciplina e gentileza, inspirou milhões ao redor do mundo e deixou um impacto duradouro em tantas vidas.
Embora nossos corações estejam partidos, somos profundamente gratos pela vida que ele viveu e pelos momentos inesquecíveis que tivemos a bênção de compartilhar com ele. O amor e o apoio que recebeu de fãs do mundo todo significavam muito para ele, e nossa família é verdadeiramente grata por isso. Para ele, vocês não eram apenas fãs — eram seus amigos.
Sabemos que muitos de vocês souberam de sua recente hospitalização, e somos sinceramente gratos pelas orações e pelo apoio que enviaram.
Enquanto lidamos com essa perda, pedimos gentilmente privacidade para nossa família neste momento.
Obrigado por amá-lo conosco”.
Chuck Norris vídeo lutando
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Chuck Norris virou voz conservadora nos EUA e declarou apoio a Trump e ao direito de portar armas


Chuck Norris e sua esposa Gena em vídeo divulgado em 2016 chamando os evangélicos dos EUA às urnas
Reprodução/Youtube
Chuck Norris, que morreu nesta sexta-feira (20) aos 86 anos, construiu ao longo das décadas uma imagem pública associada a valores conservadores nos Estados Unidos. Republicano declarado, ele passou a se envolver mais diretamente no debate político a partir dos anos 2000, escrevendo artigos e se posicionando sobre temas como religião, patriotismo e direito ao porte de armas.
Ele apoiou candidatos do Partido Republicano, participou de campanhas eleitorais e fez doações políticas.
Na eleição de 2016, ele entrou no debate nacional ao declarar apoio a Donald Trump, então candidato republicano ainda improvável à Casa Branca.
A imagem de herói patriótico construída em seus filmes e séries dialoga com valores que ganharam força no eleitorado republicano e foram explorados por Trump, consolidando Norris como uma figura simbólica nesse campo ideológico.
Chuck Norris morre aos 86 anos
Em textos e declarações, Norris elogiou o perfil outsider do empresário e sua disposição de enfrentar o establishment político, incentivando eleitores conservadores a considerá-lo como opção.
O endosso colocou Norris entre as celebridades alinhadas ao trumpismo, ainda que sua participação política tenha sido mais discreta do que em campanhas anteriores.
Ele não entrou diretamente na campanha de forma intensa e, anos depois, evitou posicionamentos frequentes sobre o tema — inclusive não declarou apoio público a um candidato na eleição de 2020.
Mesmo assim, sua trajetória ajuda a explicar a ligação entre parte da cultura pop americana e o conservadorismo político.
O ator Chuck Norris em cena do filme ‘McQuade, o lobo solitário’ (1983)
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Como os ‘Chuck Norris Facts’ fizeram de Chuck Norris um mito da internet


Memes do ator rodam na internet desde o começo dos anos 2000
Reprodução
Você se lembra dos “Chuck Norris Facts”? A série de memes que viralizou na internet a partir dos anos 2000 ajudou a transformar o ator e artista marcial em um fenômeno cultural, associando sua imagem a feitos impossíveis em tom bem-humorado.
Chuck Norris morreu na manhã desta sexta-feira (20), aos 86 anos. A informação foi confirmada por meio de seu perfil oficial no Instagram.
Entre as “lendas” que consolidaram a fama de super-herói estão frases como “suas lágrimas curam câncer — pena que Chuck Norris nunca chorou” e “ele pode carregar o celular apenas esfregando o aparelho na barba”.
Chuck Norris morre aos 86 anos
Os mitos deram origem, em 2007, ao livro “The Truth About Chuck Norris: 400 Facts About the World’s Greatest Human” (“A Verdade Sobre Chuck Norris: 400 Fatos Sobre o Humano Mais Fantástico do Mundo”), publicado pela Penguin. A obra foi alvo de um processo movido pela equipe do ator, assim como os sites que compilavam os memes.
Na ação, Norris alegou que parte do conteúdo do livro era racista e o retratava como alguém envolvido em atividades ilegais. O ator também afirmou que o título poderia induzir os leitores a acreditarem que os fatos apresentados eram verdadeiros.
Até hoje, porém, memes com fotos do ator associados a estes feitos impossíveis seguem circulando na internet.
Meme de Chuck Norris traz o texto “Chuck Norris nunca preencheria um formulário online”
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Chuck Norris: os filmes que transformaram o ator em símbolo do cinema de ação


Chuck Norris também marca presença no ringue do Mucha Lucha, em Olinda, neste domingo (26)
Rafael Medeiros/G1
Chuck Norris se consolidou como um dos maiores nomes do cinema de ação entre as décadas de 1970 e 1990, com personagens marcados por força, disciplina e invencibilidade. Ao longo da carreira, estrelou mais de 20 filmes e também ganhou fama mundial na TV com a série Walker, Texas Ranger.
O ator morreu na manhã desta sexta-feira (20), segundo informações do site TMZ.
LEIA TAMBÉM: Chuck Norris morre aos 86, diz TMZ
Ícone do cinema de ação entre as décadas de 1970 e 1990, Chuck Norris estrelou produções marcadas por combates, missões militares e personagens implacáveis. Veja, abaixo, alguns dos principais filmes da carreira do ator.
O Voo do Dragão (1972)
Um dos primeiros papéis de Norris no cinema. Ele enfrenta Bruce Lee em uma luta histórica no Coliseu de Roma, que se tornou referência no gênero.
Jogo da Morte (1978)
Participação em outro clássico das artes marciais, reforçando sua imagem como lutador nas telonas e ampliando sua popularidade internacional.
McQuade, O Lobo Solitário (1983)
Norris vive um ranger texano durão que combate o crime à sua maneira. O personagem ajudou a moldar sua futura persona na TV.
Braddock – O Super Comando (1984)
Primeiro filme de uma trilogia ambientada no Vietnã, acompanha um coronel em missão para resgatar prisioneiros de guerra.
Braddock 2 – O Início da Missão (1985)
Prequel que mostra eventos anteriores ao primeiro filme, detalhando a captura e o sofrimento do personagem na guerra.
Braddock 3 – O Resgate (1988)
Encerramento da trilogia, com o protagonista retornando ao Vietnã para salvar sua família e outras vítimas do conflito.
Invasão U.S.A. (1985)
Norris interpreta um agente que enfrenta uma invasão terrorista em solo americano, em um enredo típico da Guerra Fria.
Código do Silêncio (1985)
Aqui, o ator assume o papel de um policial em Chicago envolvido em uma guerra contra o tráfico, com tom mais sério e elogiado pela crítica.
Comando Delta (1986)
Em parceria com Lee Marvin, lidera uma missão para resgatar reféns de um grupo terrorista no Oriente Médio.
Comando Delta 2 (1990)
Sequência que coloca o personagem contra cartéis de drogas na América Latina, mantendo o estilo explosivo do original.
Top Dog – Uma Dupla Animal (1995)
Em tom mais leve, Norris divide o protagonismo com um cão policial em uma trama voltada para o público familiar.
Os Mercenários 2 (2012)
Participação especial como um veterano lendário, reunindo grandes nomes do cinema de ação e celebrando sua trajetória.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Uma verdadeira lenda’: morte de Chuck Norris comove famosos; veja repercussão


Chuck Norris
Reprodução/Instagram
A morte do ator americano Chuck Norris provocou forte repercussão nas redes sociais nesta sexta-feira (20).
“Uau. Sinto muito por ouvir isto. Ele sempre foi tão gentil e caloroso. Uma verdadeira lenda em uma câmera e fora da câmera”, escreveu o ator americano Mike Colter.
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O ator e artista marcial Chuck Norris morreu aos 86 anos. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (20), pela família nas redes sociai do ator.
Ele havia sido levado a um hospital após uma emergência médica registrada nesta semana na ilha de Kauai, no Havaí, ainda segundo o portal.
Ainda não há informações sobre a natureza do problema de saúde que o levou ao hospital.
Segundo o site a situação aconteceu de forma repentina. Na quarta-feira, Norris ainda treinava normalmente na ilha. Um amigo chegou a falar com ele por telefone no mesmo dia e disse que o ator estava bem disposto e até fazendo piadas.
Norris comemorou recentemente o aniversário. Para marcar a data, publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece treinando com um instrutor.
Veja os vídeos em alta do g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Chuck Norris morre aos 86 anos


Chuck Norris morre aos 86 anos
O ator e artista marcial Chuck Norris morreu aos 86 anos. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (20), pela família nas redes sociai do ator.
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A causa da morte não foi confirmada pela família, que afirmou preferir manter as circunstâncias em privado.
“Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família”, diz a nota.
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Ele havia sido levado a um hospital após uma emergência médica registrada nesta semana na ilha de Kauai, no Havaí, ainda segundo o portal.
Ainda não há informações sobre a natureza do problema de saúde que o levou ao hospital.
Segundo o site a situação aconteceu de forma repentina. Na quarta-feira, Norris ainda treinava normalmente na ilha. Um amigo chegou a falar com ele por telefone no mesmo dia e disse que o ator estava bem disposto e até fazendo piadas.
Trajetória
O ator Chuck Norris em cena do filme ‘McQuade, o lobo solitário’ (1983)
Divulgação
Nascido no estado de Oklahoma em 1940, Norris serviu na Força Aérea dos Estados Unidos entre 1958 e 1962. Ao longo da vida, casou-se duas vezes e teve cinco filhos, entre eles o ator Mike Norris e o piloto da NASCAR Eric Norris.
Norris é mais conhecido por seus papéis em filmes de ação e artes marciais nos anos 1980, além de ter vivido o Texas Ranger Cordell Walker na série da CBS Walker, Texas Ranger, exibida na década de 1990.
Nas últimas décadas, o ator se manteve em grande parte afastado das telas, fazendo apenas participações pontuais, como no filme Os Mercenários 2, lançado em 2012.
Além de atuar, Norris também era faixa preta em diversas modalidades de artes marciais, recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1989 e foi nomeado Texas Ranger honorário em 2010.
Nos últimos anos, o ator enfrentou perdas pessoais, incluindo a morte de sua mãe, em 2024, e de sua primeira esposa, Dianne Holechek, que faleceu em dezembro de 2025.
Norris comemorou recentemente o aniversário. Para marcar a data, publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece treinando com um instrutor.
Nota da família
“É com o coração pesado que nossa família comunica o falecimento repentino do nosso querido Chuck Norris, ocorrido ontem pela manhã. Embora prefiramos manter as circunstâncias em privado, saibam que ele estava cercado por sua família e em paz.
Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família.
Ele viveu sua vida com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava. Por meio de seu trabalho, disciplina e gentileza, inspirou milhões ao redor do mundo e deixou um impacto duradouro em tantas vidas.
Embora nossos corações estejam partidos, somos profundamente gratos pela vida que ele viveu e pelos momentos inesquecíveis que tivemos a bênção de compartilhar com ele. O amor e o apoio que recebeu de fãs do mundo todo significavam muito para ele, e nossa família é verdadeiramente grata por isso. Para ele, vocês não eram apenas fãs — eram seus amigos.
Sabemos que muitos de vocês souberam de sua recente hospitalização, e somos sinceramente gratos pelas orações e pelo apoio que enviaram.
Enquanto lidamos com essa perda, pedimos gentilmente privacidade para nossa família neste momento.
Obrigado por amá-lo conosco”.

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Cláudio Jorge celebra a consciência e o orgulho da negritude no batuque que embasa o álbum ‘Kota, a cor da pele’


Aos 76 anos, o violonista Cláudio Jorge volta a lançar álbum com repertório autoral após dois discos como intérprete
Celso Filho / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Kota, a cor da pele
Artista: Cláudio Jorge
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ No dicionário de kimbundu, língua banta falada em Angola, kota é palavra que designa “o mais velho”, “aquele que transmite conhecimento”.
No título do álbum que lançará em 10 de abril, “Kota, a cor da pele”, o cantor, compositor e violonista carioca Cláudio Jorge faz engenhoso trocadilho com cota, palavra que, no Brasil, está associada à política da cota racial, ação afirmativa que reserva para negros uma quantidade pré-determinada de vagas em universidades e concursos públicos com o intuito de minimizar desigualdades históricas.
“A cor da pele é o que define o destino de muitos brasileiros. Quanto mais escura a pele, maiores as barreiras a serem vencidas na luta por cidadania. O álbum é um manifesto pessoal, é a celebração do meu processo de consciência da minha negritude, uma orgulhosa comemoração de todas as muitas qualidades do povo negro, da ancestralidade até os nossos dias, tudo com muita palma de mão e tambor”, contextualiza Cláudio Jorge no texto em que apresenta “Kota, a cor da pele”, álbum gravado e mixado por Lourival Franco no estúdio Vale da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), e posto no mercado fonográfico em edição da Mills Records.
Exímio violonista, requisitado há décadas em estúdios de gravação por grandes cantores do Brasil, Jorge baseia o álbum nas percussões de André Siqueira e Marcelinho Moreira. O batuque sobressai ao longo das 13 faixas em que Cláudio Jorge versa sobre temas como ancestralidade, musicalidade e religiosidade, sem deixar de mexer na ferida aberta do preconceito racial.
O racismo sofrido pelo jogador de futebol Vinícius Júnior em campos da Europa foi o mote para a criação de samba em exaltação ao craque, “O tom do Vinícius”, composto a partir de versos indignados escritos por Jorge e musicados pela parceria Joyce Moreno. “O tom do Vinícius” entrou em campo em 14 de março, em single que prenunciou a chegada de “Kota, a cor da pele”, álbum cuja capa expõe arte criada por Oliveira & Naccarato a partir de obra de Rubem Valentim.
Embora careça de luminosidade, o canto do artista soa sempre bem colocado e é evidenciado já na faixa quase a capella que abre o álbum no formato de voz & kalimba, “Acorda, meu amor!” (Cláudio Jorge e Nei Lopes), música composta para a trilha sonora do musical “Oh! que delícia de negras” (1987 / 1989), da qual o artista também pesca “Bate chibata”, tema inédito dessa trilha assinada por Jorge com Nei Lopes.
Primeiro álbum autoral de Cláudio Jorge desde “Samba jazz, de raiz” (2019), tendo sido antecedido por dois discos de intérprete (um gravado com Guinga), “Kota, a cor da pele” é álbum conceitual em que todas as 13 músicas, sendo oito inéditas, versam sobre questões ligadas à negritude. “O álbum é uma reflexão que faço, aos 76 anos, sobre a cultura negra, em crônicas musicais que seguem roteiro de faixas afins”, reitera Cláudio Jorge.
Na sequência de “Acorda, meu amor!”, vem “Congueiros e ogãs” (Cláudio Jorge), envolvente ijexá em que o artista celebra dois percussionistas que já saíram de cena, Peninha (1950 – 2016) e Zero Awá (1957 – 2025). O tambor bate com reverência aos dois músicos enquanto o tema se curva à força dos ogãs no Candomblé.
Em sintonia com a faixa anterior, o toque do atabaque de André Siqueira se impõe em solo feito pelo percussionista em “Do que é capaz o tambor e o agogô”, música já gravada por Jorge, com Pretinho da Serrinha, no álbum “Senzala e favela” (2023), título póstumo da discografia do baterista Wilson das Neves (1936 – 2017).
O tom pessoal e reflexivo do álbum é enfatizado nos versos de “Histórias e lendas” (Cláudio Jorge e Joel Silva), música lançada por Zezé Motta, no ritmo do maculelê, em gravação feita para a novela “Pacto de sangue” (1989), exibida pela TV Globo. O sopro da flauta de PC Castilho embala a lembrança do tema, cuja letra foi atualizada por Cláudio Jorge.
Na sequência, o artista esboça mergulho nas águas de Dorival Caymmi (1914 – 2008) para louvar o orixá feminino Iemanjá em “Recado do mar”, parceria com Nei Lopes embalada pela trama sedutora do violão de Carlinhos Sete Cordas. Igualmente aliciante, o balanço da faixa valoriza a melodia de evocação praieira.
A propósito, no geral, versos e levadas se elevam sobre as melodias em músicas como “Onde o samba nasceu”, parceria de Cláudio Jorge com o flautista e saxofonista Humberto Araújo.
Mote dos versos do samba “Lágrimas de Deus”, escritos por Jorge a partir de melodia de Elton Medeiros (1930 – 2019), o horror da guerra confere triste atualidade à faixa em sintonia com o protesto político feito por Cláudio Jorge na ambientalista “Muda”, parceria com Chico César. Já “Um novo amor” é canção de ar vintage que vira samba de amor, composto por Cláudio Jorge com o bamba Arlindo Cruz (1958 – 2025).
Citando título de standard do repertório do Clube da Esquina, “Para Wonder e McCartney” (Cláudio Jorge e Ronaldo Barcellos) celebra a união entre negros e brancos antirracistas ao lembrar o encontro de Paul McCartney e Stevie Wonder na gravação da música “Ebony and ivory” (1982). Projetado como produtor musical de álbuns recentes de Mart’nália. o virtuoso Luiz Otávio toca teclados na faixa, valorizando a gravação.
E vem então, no arremate do álbum “Kota, a cor da pele”, o exuberante registro de “Tia Eulália na xiba” (1983), música mais inspirada e (por isso mesmo) mais gravada da parceria de Cláudio Jorge com Nei Lopes. No compasso da xiba, ritmo de origem africana, o artista revolve as raízes da ancestralidade com o batuque que embasa a gravação floreada pelo sopro do trompete de Diogo Gomes.
“Tia Eulália na xiba” evolui em grande registro, da dimensão da música, fechando com maestria “Kota, a cor da pele”, álbum em que Cláudio Jorge exalta a consciência e o orgulho da negritude sob prisma pessoal e sob complementar ótica social, desempenhando bem o papel do kota, aquele ser já vivido que transmite conhecimento e experiência.
Capa do álbum ‘Kota, a cor da pele’, de Cláudio Jorge
Obra de Rubem Valentim com arte de Oliveira & Naccarato

Fonte: G1 Entretenimento