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Tempo ‘confuso’ no Rock in Rio: público se prepara para o frio mas passa perrengue com calor


Público se prepara para o frio e passa perrengue com calor
Thais Espírito Santo/g1 Rio
O público que foi ao Rock in Rio neste sábado (12) estava preparado para frio e chuva, mas encontrou um sol bem tímido logo no início do festival.
A abertura do tempo deu esperança para alguns fãs, que estavam de botas, casacos e capas de chuva.
“Em Macaé faz calor, mas não tanto como aqui, eu estou morrendo de calor. Vim preparada para o frio, trouxe capa de chuva, meia extra, sacola e aí maior solzão”, diverte-se a auxiliar administrativa Júlia Fontes, que acabou recorrendo a um leque.
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A jovem aprendiz Lara Cristina preparou um look com bota de couro, lenço na cabeça e casaco de pelúcia.
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“Eu sou lá de Nilópolis, eu queria vir bonita, pensei nesse short e trouxe esse casaco super quente, está super quente, estou com muito calor, mas pode chover mais tarde”, explicou.
Em tom de brincadeira, ela disse que o casaco pode acabar sendo só para a foto, caso não esfrie. “Para dar close vai dar certo”.
Público que foi ao Rock in Rio neste sábado (12) estava preparado para frio e chuva, mas encontrou um sol
Thais Espírito Santo/g1 Rio
Um trio que veio do Piauí e de Brasília disse que o calor não supera o que elas estão acostumadas, mas também não chega perto do que estavam esperando.
“Viemos com capa de chuva e tudo mas não aconteceu, mas tá ótimo, só o calor que tá matando”, comentou a dentista Emme Damasceno.
A estagiária de logística Adriele Medeiros, que é de Brasília, colocou as capas de chuva no bolso da jaqueta de couro, mas estava esperançosa de não precisar usar.
Já a psicóloga Luma Santos, de Teresina, estava confortável com o tempo.
“Aqui tá melhor que Teresina pra mim, tá quase frio, mesmo elas com calor”, brincou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Veja fotos do 6º dia do festival


Público chega ao sexto dia de Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Público chega ao sexto dia de Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Público chega ao sexto dia de Rock in Rio 2026
Rogério Fidalgo/Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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ASSISTA: 6º dia de Rock in Rio tem pop com Maroon 5 e Demi Lovato


ASSISTA: 6º dia de Rock in Rio tem pop com Maroon 5 e Demi Lovato Quinto dia foi de k-pop com Stray Kids dominante. Festival termina neste domingo (13). Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. Os melhores e os piores shows do 1º final de semana; veja como foi.

Fonte: G1 Entretenimento

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Celine Dion retorna aos palcos neste sábado (12) após pausa de seis anos: ‘tudo está voltando à minha memória agora’


A cantora canadense Celine Dion acena para seus fãs ao chegar ao hotel Le Royal Monceau – Raffles Paris, antes de uma série de shows em Paris, França, em 28 de agosto de 2026.
REUTERS/Abdul Saboor
A cantora canadense Celine Dion, 58, retorna aos palcos neste sábado (12) para seu primeiro show completo em seis anos, inaugurando uma temporada de shows com ingressos esgotados em Paris. A cantora trava uma batalha contra uma doença neurológica rara que a afastou dos palcos e comoveu os fãs.
Uma das artistas musicais mais vendidas de todos os tempos, ela tem uma série de 26 shows agendados para os próximos oito meses.
Em 2022, Dion anunciou que sofria da “síndrome da pessoa rígida” — que causa rigidez e espasmos musculares — e desapareceu dos holofotes. Desde então, a cantora fez apenas uma aparição, quando emocionou o mundo durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris. No alto da Torre Eiffel, Dion cantou um clássico de Édith Piaf.
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Fãs fazem filas e não escondem a ansiedade para shows
Desde a sua chegada a Paris para duas semanas de preparativos, os fãs da cantora têm esperado por horas do lado de fora de seu luxuoso hotel parisiense, cantando alguns de seus maiores sucessos, ocasionalmente acompanhados pela própria Dion.
“Ela me fez sonhar a vida toda e eu quero agradecê-la”, disse Cristina Piergentili, de 38 anos, que viajou da Itália, do lado de fora do hotel Royal Monceau, onde esperava encontrar a estrela.
Paris está se preparando para o evento. A estação de metrô próxima ao local do show foi decorada com algumas de suas letras mais famosas; há uma loja pop-up de produtos oficiais na sofisticada loja de departamentos Galeries Lafayette; e a Prefeitura espera milhares de pessoas em um evento gigante de karaokê na noite de sexta-feira.
“É a minha segunda casa”, disse Dion aos repórteres ao chegar à França em 28 de agosto.
“Ela é uma guerreira. Ela realmente provou isso para nós e seu retorno é simplesmente mágico”, disse a fã Aurélie Chabroll, de 42 anos, enquanto esperava pela cantora, conhecida por músicas como “It’s all coming back to me now” e “Because you loved me”, do lado de fora de seu hotel.
Fãs da cantora canadense Celine Dion cantam durante um evento gigante de karaokê em sua homenagem na Place de la Bataille-de-Stalingrad, em Paris, na véspera de seu primeiro show na Plenitude Arena, em Paris La Défense, França, em 11 de setembro de 2026.
REUTERS/Sarah Meyssonnier

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que os anos 1980 foram tão coloridos e extravagantes? Entenda a ‘trend’ de fotos de IA que viralizou


Michael Jackson canta no Madison Square Garden, em Nova York, durante sua turnê Bad, em 1988
Kevin Mazur/Wireimage
Não é só o ChatGPT ou o Gemini que imaginam cores vibrantes, cabelos volumosos e roupas hoje vistas como extravagantes quando pedimos que recriem uma foto como se ela tivesse sido tirada nos anos 1980, parte da trend que viralizou nas redes sociais nesta semana.
Guardados os exageros que a inteligência artificial pode cometer ao tentar imaginar o período, a imagem que temos dos anos 1980 foi real. Ela surgiu, segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, do contraste entre as crises que castigavam o mundo na época e a maneira como as pessoas reagiam às dificuldades.
“Esse movimento veio de um cansaço, porque os anos 1970 foram ditatoriais em vários lugares do mundo. Foram difíceis, asfixiantes. Então, nos anos 1980, houve uma espécie de liberação”, diz o professor Francisco Homem de Melo, um dos maiores pesquisadores do Brasil na área de design.
No mundo de carne e osso, ainda havia a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética (URSS); o apartheid que separava brancos e negros na África do Sul; as ditaduras militares que perseguiam milhares na América Latina, inclusive no Brasil; e a crise do HIV e da Aids, que matava no mundo todo.
Por outro lado, no mundo artificial da televisão, Xuxa vestia botas altas, minissaias, ombreiras e roupas cheias de brilho para sair de uma nave cor-de-rosa e comandar um programa na Globo, enquanto o palhaço Bozo armava um verdadeiro circo, com arquibancadas, palcos circulares, grandes letreiros e telefones gigantes, no SBT.
E a extravagância não se limitava aos programas infantis — e tampouco se expressava apenas nos cenários coloridos. Gugu Liberato escolhia o “Rambo brasileiro”, realizava os sonhos de fãs com seus ídolos e terminava o programa com uma multidão dançando como passarinhos, enquanto Chacrinha comandava seu Cassino jogando até bacalhau e abacaxi para a plateia.
Na música, os Menudos — que eram porto-riquenhos, mas aprenderam a cantar em português — arrastavam multidões de adolescentes de cabelos volumosos e roupas coloridas, pedindo que ninguém se reprimisse, enquanto Ney Matogrosso radicalizava a transgressão que já era característica à sua carreira ao subir ao palco de rosto pintado e quase sem roupa, só com tapa-sexo, penas, colares e glitter.
Havia ainda Madonna, com seus figurinos e performances cada vez mais provocativos, em trabalhos como Like a Virgin e Like a Prayer; Michael Jackson, com clipes marcantes como Thriller; e uma infinidade de outros exemplos que poderiam preencher dezenas de parágrafos e se espalhar pelo mundo.
Madonna se apresenta durante a turnê The Virgin Tour, em Minnesota, nos Estados Unidos, em maio de 1985, usando um vestido brilhante com referências religiosas
Getty Images/via BBC
Tudo isso enquanto o Brasil, por exemplo, vivia sob a ditadura. Mesmo que já estivesse em processo de abertura, o regime ainda censurava músicas, filmes, peças e programas de televisão, além de perseguir opositores e controlar manifestações políticas.
Mas em vez de representar diretamente as crises políticas e sociais vigentes, boa parte da arte funcionou como uma reação à sobriedade e à funcionalidade que haviam dominado o design e a cultura nas décadas anteriores.
No design, a ideia de que tudo precisava ter uma utilidade, por exemplo, começou a ser questionado pelo movimento pós-modernista. Um dos melhores exemplos disso foi o grupo Memphis, criado na Itália para virar de cabeça para baixo a ideia de que um objeto bonito precisava ser discreto e simples.
Seus integrantes criavam móveis e objetos com cores vibrantes, formas tortas, estampas chamativas e materiais que se pareciam até com brinquedos. Não tinha medo de ser kitsch — como ficou conhecida aquela estética que mistura elementos considerados exagerados, artificiais ou “de mau gosto”.
No Reino Unido, outro centro dessa renovação, houve uma explosão musical em meio à dureza dos anos da primeira-ministra Margaret Thatcher, quando os britânicos enfrentavam desemprego, fechamento de fábricas e uma crise que atingia especialmente os trabalhadores.
David Bowie, uma estrela já consolidada desde a década anterior, foi uma das referências visuais para a nova geração do pop britânico.
Um dos principais museus de Londres, o Victoria and Albert Museum (V&A), que abriu no ano passado uma área dedicada ao artista, destaca sua influência e sua maneira de brincar com códigos de gênero por meio de roupas, maquiagem e diferentes personas.
Embora essa influência tenha sido, em alguns casos, mais visual do que musical, artistas e grupos como Duran Duran, Culture Club, Spandau Ballet e Eurythmics vieram na mesma linhagem de um pop que fazia da imagem parte essencial de sua identidade.
O duo britânico Eurythmics, formado por Annie Lennox e Dave Stewart nos anos 1980, em apresentação em Chicaco, nos Estados Unidos, em novembro de 1984
Paul Natkin/WireImage
O pop rock do Rio de Janeiro
No Brasil, essa mudança de comportamento se expressou principalmente pela música, e sobretudo no Rio de Janeiro, segundo o professor Francisco Homem de Melo, que lecionou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da Universidade de São Paulo. A música foi, inclusive, o que influenciou os programas de TV.
O professor explica que, em contraponto aos tropicalistas — a turma de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé —, que se estabeleceram no fim dos anos 1960 e ao longo dos anos 1970, bandas de pop rock cariocas como Barão Vermelho, Blitz, Kid Abelha e Paralamas do Sucesso passaram a responder à repressão não por meio de protestos, do exílio ou de qualquer militância explícita, mas pelo rompimento com os comportamentos e costumes valorizados pelo regime.
“Essa geração de 80 tinha um cansaço da política partidária e da luta contra a ditadura, a ponto inclusive de ter parecido uma juventude alienada. Não acho que era uma juventude alienada, de jeito nenhum. Eles estavam no Rio, na praia, e queriam chutar o pau da barraca. Queriam curtir um pouco o prazer”, diz Chico, como o professor é conhecido e assina seus livros.
“É político também, por vezes até mais estruturalmente político do que uma militância ortodoxa.”
Paula Toller, que foi vocalista do Kid Abelha, veste top preto cheio de brilho em show nos anos 1980
Getty Images/via BBC
Um dos episódios mais marcantes da trajetória do Barão Vermelho, o show da primeira edição do Rock in Rio, em 1985, ilustra a verve libertária vigente.
A apresentação terminou com Pro Dia Nascer Feliz, com Cazuza dizendo: “Que o dia nasça lindo para todo mundo amanhã. Um Brasil novo, com uma rapaziada esperta”. Naquele mesmo dia, o Congresso havia elegido, ainda de forma indireta, Tancredo Neves como o primeiro presidente civil após mais de 20 anos de regime militar.
A visão do professor, também autor do livro Linha do Tempo do Design Gráfico no Brasil, é compartilhada pelo jornalista e apresentador Zeca Camargo, que esteve à frente do lançamento da MTV no país e, depois, apresentou o Fantástico, dominical da Globo que tinha como tradição produzir e lançar videoclipes.
Zeca atribui a estética extravagante à facilidade — e, ao mesmo tempo, às limitações — com que se podia fazer vídeo na época. O videocassete doméstico chegou ao Brasil nessa época, e o VHS rapidamente deixou de ser uma novidade tecnológica para criar um novo mercado de produção e consumo de imagens.
“Mesmo que não se compare com a facilidade de hoje, a maneira como as pessoas podiam gravar e editar estava mais democratizada nos anos 80. Todo mundo tinha uma gravadora de VHS, e na edição trabalhava o quê? Cor, faixas coloridas, bolas, figuras geométricas, porque não tinha a multiplicidade de efeitos de hoje”, ele conta.
“Quando todo mundo pode fazer, cada um escolhe sua estética, e a liberdade é colorida.”
Essa ruptura também passou pela moda, que retroalimentava a música, o cinema e outras plataformas da cultura pop, em uma década marcada pela valorização de silhuetas mais estruturadas e cores fortes.
A aproximação entre estilistas e estrelas da música ajudou a transformar essas criações em símbolos da década. Jean Paul Gaultier, por exemplo, criou para Madonna o célebre sutiã cônico usado na turnê Blond Ambition, em 1990 — uma peça de corset com duas estruturas pontudas sobre os seios.
Madonna em show em Tóquio em 1990 vestindo figurino criado por Jean-Paul Gaultier
SYGMA via Getty Images
“São criadores que vestiam sobretudo as mulheres com formas muito geométricas. As mulheres usavam blazers que pareciam armaduras”, lembra Zeca, mencionando estilistas como Thierry Mugler, responsável por alguns dos figurinos mais marcantes de artistas como Diana Ross, e Giorgio Armani, que vestiu Richard Gere no filme Gigolô Americano, um clássico da época.
O contraste é grande com a estética que ganhou força nos últimos anos, o chamado quiet luxury, ou “luxo silencioso”, formado por tons neutros, cortes discretos, poucos ou nenhum logotipo e sinais mais sutis de riqueza, presentes nas passarelas, nos figurinos de séries e novelas e nos looks de influenciadores nas redes sociais.
Estética colorida também tinha objetivo mercadológico
O exagero não estava ligado apenas a uma maneira de desafiar o conservadorismo e a sobriedade. Um dos principais teóricos a tentar explicar essa mudança, o filósofo e crítico americano Fredric Jameson, também enxergava nela uma dimensão econômica.
Para Jameson, o chamado pós-modernismo estava ligado às transformações do capitalismo e ao crescimento de uma cultura cada vez mais dominada por imagens, publicidade, mídia e consumo. Em seu ensaio Pós-modernismo: A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio, de 1984, ele descreveu o surgimento de uma “nova cultura da imagem”.
A estética, nesse cenário, deixava de ser apenas uma característica dos produtos e passava a fazer parte da própria lógica de produção e consumo. A aparência ganhava valor comercial, já que cores, formas, embalagens e imagens ajudavam a diferenciar produtos em um mercado cada vez mais saturado. Quanto maior a quantidade de imagens em circulação, maior a importância de se destacar no meio delas, afinal.
Jameson via esse processo com desconfiança. Uma das características que ele atribuía ao pós-modernismo era o que chamou de “new depthlessness”, algo como “nova falta de profundidade”, uma cultura em que a superfície, a aparência e a imagem ganhavam um peso cada vez maior.
Para o professor Francisco Homem de Melo, porém, separar arte e mercado é uma tarefa difícil. Ele diz que a chamada poesia marginal, que ganhou força no Rio de Janeiro nos anos 1970, é exemplo disso: embora fosse produzida em pequenas tiragens e circulasse fora dos grandes circuitos editoriais, já envolvia produção, reprodução e venda.
“Esse movimento também era chamado de poesia do mimeógrafo, que é uma maquininha simplesinha. Você põe álcool, roda, imprime, grampeia, faz livrinho e sai vendendo”, explica Chico. “O jeito de imprimir já é parte da identidade desse gênero poético. É o único movimento poético, aliás, que tem um sistema de impressão no seu nome.”
Parte desses poetas, aliás, migrou para a música e ajudou a formar a cena que explodiria na década seguinte. Bernardo Vilhena, ligado ao coletivo de poesia Nuvem Cigana, escreveu letras para Ritchie e Blitz; Chacal, outro nome da poesia marginal, também fez parcerias com Blitz e Barão Vermelho.
Chico lembra ainda que até movimentos marcados pela ruptura, como o punk, tinham uma dimensão mercadológica. Ele cita os logotipos de bandas como exemplos de uma identidade visual que também servia para criar reconhecimento e circulação. “A questão mercadológica era inescapável”, diz.
Inteligência artificial recria estética dos anos 80 e vira febre nas redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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6º dia de Rock in Rio tem pop com Maroon 5 e Demi Lovato e folk de Mumford & Sons


6º dia de Rock in Rio tem pop com Maroon 5 e Demi Lovato e folk de Mumford & Sons Quinto dia foi de k-pop com Stray Kids dominante. Festival termina neste domingo (13). Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. Os melhores e os piores shows do 1º final de semana; veja como foi.

Fonte: G1 Entretenimento

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6º dia de Rock in Rio tem brega sofrência e show de axé com Daniela Mercury e Olodum


Priscila Senna leva brega ao Rock in Rio e celebra ‘Expandindo um movimento’
O Rock in Rio deste sábado (12) terá, pela primeira vez, uma apresentação de brega pernambucano.

Priscila Senna, de 35 anos, vai estrear no Palco Favela do festival. Em 2024, o brega paraense já havia passado pelo evento com Gaby Amarantos.
Nesta edição, o ritmo volta ao festival com Joelma e Viviane Batidão no palco Sunset, mas será representado pela sua vertente mais romântica e sofrida por uma artista de Pernambuco.
Leia também: Priscila Senna celebra alcance do brega no Sudeste: ‘Expandindo um movimento’
Ao g1, Priscila contou que o repertório vai reunir sucessos de diferentes fases da carreira, incluindo músicas atuais e um bloco com canções da época em que integrava a banda Musa do Calypso.
A apresentação terá balé e três figurinos, que serão transformados durante o show. “Quero muito brilho para que as pessoas lá do fundo me vejam”, brincou.
Brega com música clássica
A principal novidade musical do show será a presença de oito músicos de formação clássica. No palco, Priscila será acompanhada por tímpano, piano de cauda, primeiro e segundo violinos, cello, viola, baixo acústico e harpa.
O repertório terá músicas como “Curva Perigosa” e “Sorte”, grandes sucessos de sua carreira. A primeira terá destaque para o piano, enquanto a segunda ganhará participação do violino.
Priscila Senna em maratona de shows do São João de 2025.
Divulgação
O show foi construído a partir do conceito “No alto da minha história”, que vai representar a trajetória de Priscila desde suas origens em Olinda, Pernambuco, até sua chegada ao Rock in Rio.
Segundo André Gress, diretor criativo do espetáculo, a formação clássica foi pensada para criar um encontro entre as duas linguagens sem alterar a identidade do brega.
“O brega continua sendo brega, com toda a sua força e identidade, mas ganha novas camadas, texturas e possibilidades dentro da dramaturgia que estamos construindo para esse espetáculo”, explica.
A produção musical será de Júnior Cabeleira e os arranjos complementares da formação clássica e orquestral serão de Lucas Corrêa.
Musa do brega tem mais de 15 anos de carreira
Com mais de 15 anos de carreira, Priscila é conhecida como a “Musa do Brega” e tem sucessos como “Novo Namorado” (2009), “Alvejante” e “Não me Faça Chorar”. A cantora soma mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
O convite para o Rock in Rio veio depois da apresentação de Priscila no Carnaval deste ano, no Marco Zero, no Recife.
“Eles assistiram ao meu show e repararam a reação das pessoas. Acho que foi ali que eles perceberam a força do brega e que o gênero também precisava estar no festival”, contou ao g1.
Axé também será destaque no 6º dia
Timbalada se apresentando no circuito Osmar, em Salvador
Foto: Sergio Pedreira
Além de Priscila Senna, o Palco Favela terá neste sábado apresentações de Timbalada e Soul de Brasileiro.
No palco Sunset, a programação terá Gilsons, Daniela Mercury, Olodum e João Gomes. No Mundo, as atrações do dia serão Pedro Sampaio, J Balvin, Demi Lovato e Maroon 5.

Fonte: G1 Entretenimento

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Calor, lama, camping e fila para o orelhão: veja cenas do ‘Rock in Rio raiz’ em 1985


Rock in Rio Raiz: reportagens de 85 da Globo mostram lama, moda da época e diversão
Em boa parte deste Rock in Rio 2026, o público se viu desafiado em vários momentos pela chuva, se protegendo com capas e outras estratégias. No Rock in Rio de 1985, o “Rock in Rio raiz”, a chuva foi um problema ainda maior, mas que nem sempre desanimava a multidão.
Imagens de telejornais da Globo da época mostram, sem precisar de filtros como os usados atualmente nas trends do Instagram e no TikTok, que os roqueiros aparentemente não se intimidavam muito com uma Cidade do Rock com muito mais lama do que a edição atual. Também eram driblados com bom humor perrengues como fila para o orelhão e camping sem chuveiro por perto.
Veja, abaixo, algumas das cenas:
Lama e ‘praia’
Público dançando na lama no Rock in Rio 1985
Reprodução/TV Globo
Há registro de chuva em pelo menos 5 dos 10 dias do Rock in Rio 1985 — 13, 14, 16, 17 e 20 de janeiro. A data mais associada ao temporal e aos “lagos de lama” é 17 de janeiro de 1985, quando a precipitação caiu com especial intensidade sobre a Cidade do Rock.
Nas reportagens da época é possível ver imagens de roqueiros dançando em meio a muitas poças ou tentando se locomover.
Público enfrenta forte calor no Rock in Rio 1985
Reprodução/TV Globo
Quando o sol abriu, o desafio era o forte calor: o público invadia o chafariz ou transformava a Cidade do Rock em praia particular, com biquínis e sungas.
Chafariz da Cidade do Rock em 1985
Reprodução/TV Globo
Público se molhando no chafariz do Rock in Rio 1985
Reprodução/TV Globo
Camping
Camping no Rock in Rio 1985
Reprodução/TV Globo
Outra cena comum era a galera acampando nos arredores do festival, em Jacarepaguá. Teve até gente que saiu do garimpo para o rock e ficou 8 dias acampando durante o festival. As cenas do local mostram que nem sempre havia água disponível para o banho.
“Sou de Brasília. Sou garimpeiro. Agora eu estou vindo da Serra Pelada, abandonei o trabalho só pra vir curtir rock e voltar”, disse o rapaz. Após brincar que tinha trazido muitas riquezas garimpadas para gastar no festival, ele descreveu como é a experiência do camping do Rock in Rio na época.
“Curtir a festa 24 horas por segundo.”
Fila para o orelhão
Fila para o orelhão no Rock in Rio 1985
Reprodução/RJ2
E você é daqueles que se irritam com sinal de internet ruim no celular ou quando acaba a bateria? Confira, acima, como era a fila dos orelhões do evento (telefone público em uma pequena cabine amarela movido a fichas e, nos anos 90, a cartões).
Mas valia a pena encarar, só para deixar um recado apaixonado para quem não podia ir. Só não parecia ser o caso de um entrevistado fanfarrão na fila, que se enrolou para responder ao repórter por que não trouxe a namorada.
“Não [trouxe], tem muito brotinho aí. Tá beleza, tá cheio de gatinha. Eu não vou perder”.
Moda sem filtro
Ilze Scamparini em reportagem sobre a moda do Rock in Rio 1985
Reprodução/TV Globo
Uma reportagem de Ilze Scamparini mostra um pouco do que estava em alta na moda do festival. Entre os destaques estavam óculos divertidos e brincos de raio. A própria jornalista entrou na brincadeira e experimentou um dos modelos.
Sucesso de público
Imagem aérea do Rock in Rio 1985
Reprodução/TV Globo
O Rock in Rio 1985 recebeu oficialmente 1,38 milhão de pessoas durante os 10 dias de festival, realizados de 11 a 20 de janeiro, o que equivale a uma média aproximada de 138 mil pessoas por dia.
A primeira noite, 11 de janeiro, é apontada pela Memória Globo como a de maior público, com cerca de 470 mil pessoas na Cidade do Rock.
Apesar dos perrengues, o evento foi considerado um sucesso de público e que recebeu shows memoráveis, como os da banda Queen, Iron Maiden, Ney Matogrosso, Barão Vermelho e James Taylor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Leci Brandão faz 82 anos e vai para a pista com remix de ‘Zé do Caroço’ produzido pelos DJs Guazzelli e Witz


Leci Brandão (ao centro) tem gravação do samba ‘Zé do Caroço’ remixada pelos DJs e produtores musicais Dre Guazzelli (à esquerda) e Witz
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantora e compositora carioca nascida em 12 de setembro de 1944, Leci Brandão vai para a pista ao completar 82 anos hoje, sábado. Single com remix oficial do samba “Zé do Caroço” – o maior sucesso do cancioneiro autoral da artista – chega aos aplicativos de áudio no dia do 82º aniversário de Leci.
O remix foi realizado pelos DJs e produtores musicais Dre Guazzelli e Witz. Dre Guazzelli é como o paulistano André Ghizzi Guazzelli se apresenta na pista e nos estúdios há mais de 20 anos. Já Witz é o codinome artístico da carioca Fernanda Gomes de Almeida, DJ e produtora que transita pelo universo da house e da afro house com ênfase nos ritmos da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
No remix, Dre Guazzelli e Witz põem “Zé do Caroço” na pista de dança, preservando o canto de Leci Brandão e a cadência do samba em produção eletrônica embasada pelo groove da house.
Detalhe afetivo: a DJ Witz conheceu “Zé do Caroço” ainda na infância por meio da mãe, Dona Josi, admiradora de Leci Brandão e uma das principais incentivadoras de carreira artística da filha no universo da música eletrônica.
Ciente da ligação antiga de Witz com o samba, Leci Brandão ouviu o remix e aprovou o resultado. “Gostei e me emocionei. Fiquei honrada porque o samba não perdeu a essência”, avaliza Leci.
Samba visionário por apontar a reconfiguração do poder nas favelas, “Zé do Caroço” foi composto por Leci em fins dos anos 1970 com inspiração na história real de José Mendes da Silva, referência no Morro do Pau da Bandeira, comunidade de Vila Isabel, bairro da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Por meio de serviço de alto-falante, José compartilhava com os moradores informações sobre vacinação, matrículas escolares e outras questões importantes do cotidiano da população do morro.
Outro detalhe, este mercadológico: Leci Brandão chegou a gravar o samba “Zé do Caroço” em 1980, mas o registro original foi arquivado pela diretoria da gravadora Philips. Raríssima, essa primeira gravação do samba somente veio à tona após 31 anos na coletânea “O canto livre de Leci Brandão” (2011), produzida pelo escritor e pesquisador musical Rodrigo Faour.
A primeira gravação de “Zé do Caroço” efetivamente lançada em disco foi a feita por Leci Brandão em 1985 para o álbum que repôs a cantora nas paradas, após cinco anos longe das rádios e dos estúdios de gravação, com os sambas “Papai vadiou” (Rode do Jacarezinho e Gaspar do Jacarezinho, 1985) e “Isso é fundo de quintal” (Leci Brandão e Zé Maurício, 1985).
Decorridos mais de 40 anos dessa gravação de 1985, Leci Brandão e “Zé do Caroço” estão na pista.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Chumbinho’, ‘Lennon não é dos Beatles?’ e ‘eu não sei todos’: pais de fãs tentam acertar o nome de artistas do Stray Kids; VÍDEO


Pais de fãs tentam acertar nomes dos integrantes do Stray Kids
Diversos responsáveis por crianças e adolescentes que foram ao Rock in Rio assistir ao show do Stray Kids foram desafiados pelo g1 a falar o nome dos integrantes da banda. A apresentação aconteceu nesta sexta-feira (11).
Se alguns nomes estrangeiros podem deixar muitas pessoas confusas, os coreanos talvez deixem mais ainda.
O Stray Kids é composto por oito artistas, a maioria sendo sul-coreano, com exceção de Bang Chan e Felix, que são australianos. Veja os nomes deles:
Bang Chan (방찬) — líder do grupo
Lee Know (리노)
Changbin (창빈)
Hyunjin (현진)
Han (한)
Felix (필릭스)
Seungmin (승민)
I.N (아이엔)
No desafio do g1, as crianças e adolescentes falavam primeiro a pronúncia dos nomes e os pais tentavam repeti-los.
Isabela Amado Martins
Túlio Mello/g1
A fã Isabela Amado Martins, que tem 9 anos, acertou todos os nomes dos integrantes, mas a mãe Vanessa dos Santos, que é auxiliar administrativa, não teve o mesmo sucesso.
Na tentativa, ela buscou ajuda até no nome que estava escrito na blusa da filha, mas a criança foi categórica ao classificar o desempenho da mãe:
“Meu Deus, eu daria uma nota 4”, declarou.
Isabela contou ao g1 que estava muito ansiosa pela apresentação e que contou os dias para o evento. Nesta sexta, o desafio era aguentar até a hora do show, que começava após a meia-noite.
Alice Júlia falando os nomes dos integrantes
Túlio Mello/g1
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Os pais da pequena Alice Júlia, os militares Lídia e Júlio Pastorello, até tiveram boa vontade em tentar acompanhar os nomes ditos pela filha, que também não lembrava todos de cor.
A tentativa, no entanto, foi derrubada quando o pai tentou falar Changbin e acabou falando chumbinho. A mãe conseguiu se sair melhor ao lembrar de cinco nomes.
Alice Júlia deu 7,5 para os dois, mesmo com os erros e esquecimentos.
A funcionária pública Daiane Amorim e o militar Romulo Reis também foram otimistas, e o pai da Esther Amorim até chegou a acertar alguns nomes, mas a mãe confundiu Lee Know com Lennon, e até brincou: “Lennon não é dos Beatles?”.
Pai da Esther tentando prestar atenção aos nomes
Túlio Mello/g1
Mas a pequena Esther também foi generosa e deu 7,5 para os pais.
A estudante Ana Beatriz, por sua vez, foi mais honesta na hora de ranquear o desempenho da mãe e deu nota 3. A estudante chegou a falar seis nomes, enquanto a mãe falou quatro nomes, todos com a pronúncia errada.
“Ela tirou uns 3”, declarou a menina.
Tatiana Bispo e Ana Beatriz
Túlio Mello/g1

Fonte: G1 Entretenimento